“Ô seu moço do disco voador” – Parte 2

Esta é a continuação do primeiro post que trata de histórias estranhas de pessoas que alegam ter sido levadas a outros planetas. Se você não viu a parte 1 clique aqui.

Continuando o Incidente Kerney

Mr.X me procurou!

Na última parte do mês de Abril de 1958, Major Aho, John Otto e eu estávamos palestrando em Tulsa, Oklahoma. Posteriormente, vários de nós fomos para o café do hotel para continuar nossa discussão, enquanto aproveitávamos pára comer alguma coisa.

De repente, senti uma sensação desconfortável. Estava extremamente quente, como se eu fosse quase sufocar. Pedi licença e fui lá pra fora, para fora para respirar ar puro. Minha atenção foi imediatamente atraída para um carro modelo MG preto que estava estacionado no meio-fio. Quando olhei bem, quem estava sentado nele? Era o Mr. X, acompanhado de uma das senhoras da nave espacial!

Fui até o carro, e depois de nos cumprimentamos, o Sr. X perguntou se eu gostaria de dar um pequeno passeio com eles. Eu lhe disse que seria legal, e entrei no carro. Larguei meus amigos no restaurante e seguimos cerca de seis quilômetros pela estrada principal. Em seguida, o carro saiu da estrada e pegou uma pequena trilha de terra, por onde avançamos pela região rural até chegarmos ao local onde estava uma grande espaçonave prata. Quando nos aproximamos dela, um feixe de luz foi disparado, e assustado vi que o Mr. X largou as duas mãos do volante. O carro foi sendo puxado, subindo como se fosse por uma rampa, através do feixe disparado pela nave.

Nós não saímos voando como da outra vez, mas em vez disso, permanecemos à bordo ali mesmo, onde a nave estava pousada.

Por cerca de duas horas, estive na nave conversando com ele. Mr. X muito graciosamente aceitou todas as respostas que lhe dei referente às perguntas que ele tinha me passado naquele encontro anterior. Discutimos muitas coisas, incluindo algumas informações que eu ainda não tenho permissão para revelar publicamente. No entanto, gostaria de referir este contato como uma
questão de registro e estou ansioso para o momento em que vou ter a possibilidade de explicar a razão da visita de X naquele momento em particular.

Para o Ártico

Parte do mês de junho de 1958 eu passei comprando grãos em Nebraska e Colorado. Enquanto eu estava em Denver, Mr. X apareceu novamente. Ele me perguntou se eu gostaria de me juntar a ele e
o resto da tripulação em um vôo que faria ao Círculo Polar Ártico , em algum momento de agosto.
(NOTA DO PHILIPE: Pelos cálculos, esse vôo para a região remota foi pouco após a experiência de Berlet com os aliens num dos pólos do planeta)

Eu disse que gostaria de ir! Eu até resolvi tirar uma pequena licença no trabalho a fim de ir! Quando eu perguntei por que eles tinham escolhido o Círculo Ártico, ele disse:

” Vamos apenas dizer que é para um propósito educacional. ”

A ideia daquela viagem com eles era fascinante e eu fiquei ansioso e animado.

Até o momento ceto chegar, meu trabalho tinha me absorvido bastante na Costa Oeste. Não seria nenhum problema para os meus amigos do espaço me encontrar, uma vez que eles podiam perceber meu paradeiro a qualquer momento, simplesmente por entrar em sintonia com meus impulsos cerebrais.

Eu estava vivendo , por algum tempo, em um apartamento em Hollywood, Califórnia. Em 14 de agosto, alguém bateu inesperadamente na minha porta. Quando eu abri, encontrei o Sr. X. Eu
o convidei a entrar e nós conversamos por alguns minutos.

Então ele me perguntou se eu poderia estar pronto naquela mesma noite sair ir com ele ao Círculo Ártico. Eu disse a ele que eu teria que fazer alguns telefonemas e então eu poderia encontrá-lo.
Ele sugeriu que eu pegasse o carro e fosse até a pedreira da Auto-estrada 6, a cerca de 40 milhas ao norte de Mojave. (Eu mais tarde comprei essa pedreira. Hoje tenho quatro pedreiras que eles me ajudaram a adquirir. Eles me mostraram que um metal valioso poderia ser extraído das rochas de uma das pedreiras. Este metal é semelhante ao que eles usam na construção de suas naves espaciais. Quando certas melhorias em nossos sistemas sociais e econômicos tiverem sido concluídas, isso irá qualificar-nos a associar com as pessoas que já aprenderam a viver e trabalhar em conjunto em paz e amizade, então nós da Terra seremos capazes de usar este metal na construção de naves espaciais, abrindo portas para nossa exploração e visitas a outros planetas.

A pedreira fica em uma área desolada e, em vez de deixar meu novo Buick 58 lá, eu perguntei ao Sr. X se eu deveria colocá-lo em uma garagem. Mas ele disse: “Não, só vá com o carro até lá, e vamos levá-lo à bordo da nave.”

Preocupado, eu disse a ele que meu carro pesava duas toneladas, mas ele disse que o peso não era um problema para eles.

Depois de terminar o meus negócios por telefone, eu dirigi para a pedreira. A nave espacial já estava lá, e essa era bem maior do que qualquer outra que eu tinha visto antes. Parecia ser
cerca de 200 metros de comprimento, 40 metros de largura e 14 metros de altura. Tirando o tamanho enorme, o modelo era parecido com a nave que eu tinha entrado perto de Kearney.

Existe um grande tanque de aço galvanizado, cerca de 20 metros de diâmetro, na extremidade da pedreira. Foi colocado lá pelo governo para fornecer água para cervos e gado, e é alimentada por uma fonte próxima. Meus amigos do espaço, que chamo de saturnianos tinham retirado a metade da água no reservatório, cerca de catorze ou quinze barris. Precisavam dela para algum uso na nave.

No momento em que ela chegou, uma rampa física na parte dianteira da nave foi baixada e eu dirigi através dela. Em seguida, saí do carro e encontrei com eles lá dentro. Minutos depois estávamos voando.
Saímos da pedreira às 4:15 pm… seguindo para o polo norte.

(NOTA DO PHILIPE: Artur Berlet diz em seu livro que achou estar no Pólo Sul. Mas me intriga como alguém que só fez o primeiro ano pode saber em qual polo está apenas olhando para o gelo. É possível que os dois estivessem no mesmo lugar? Acho provável dado que eles estivera, nesse local gelado e inóspito no mesmo ano na companhia de aliens que falavam alemão)

Paramos na Groenlândia por cerca de 30 minutos, e duas vezes, muito brevemente, no Alasca, para verificar em alguns depósitos minerais. Ao mesmo tempo, durante o vôo, eu perguntei sobre qual a velocidade máxima do aparelho. (Artur Berlet também fez esta pergunta ao seu anfitrião)
Eles disseram que poderia dar um “vôo rápido”. Durante alguns minutos, de acordo com um instrumento que se parecia com um velocímetro, estávamos trafegando a 40.000 milhas por hora! (17 km por segundo)
(NOTA DO PHILIPE: Segundo os aliens contaram a Artur Berlet, sua nave era capaz de atingir 500 km por segundo)

Sr. X me disse que o aparelho poderia ir muito mais rápido, mas que se fizessem isso, iriam ultrapassar o destino, e isso impediu de acelerar na velocidade máxima linear. Não havia vibração alguma, e eu poderia dizer pela mudança na aparência da Terra abaixo que nós estávamos realmente varando o azul. A Terra parecia um azul-difuso e verde, e estava cercada e quase abscurecida por anéis de neblina prateada, semelhantes aos que vemos ao redor do planeta Saturno.

(NOTA DO PHILIPE: Artur Berlet descreve em detalhes a mesma coisa. Quase com as mesmas palavras.)

A nave espacial deles era uma máquina versátil, como eu estava prestes a descobrir. Podia ser usada não só para o espaço e voo atmosférico, mas funcionava como um barco ou um submarino,
sobre ou sob a água.
Em apenas uma hora e vinte minutos, estávamos no Círculo Ártico! Mr. X apontou muitas coisas interessantes.
Eu vi um lugar onde antes havia calotas de gelo com mais de mil metros de altura. Hoje essa área é a água. Esta inversão foi causado pela explosão de bombas atômicas, que mudaram a atmosfera e as grandes calotas de gelo começaram a derreter. Houve muitas mudanças atmosféricas num tempo relativamente curto. Devido a estas mudanças, algumas regiões vastas e congeladas estão gradualmente se tornando quentes e tropicais. O Ártico tem sido extremamente frio durante milhares de anos, mas agora está começando a descongelar. A continuação dos testes nucleares poderiam
perturbar o nosso tempo e mesmo a estabilidade do nosso planeta em seu eixo, a menos que sejam impedidos, ou poderão causar uma inimaginável destruição. Quando você vê por si algumas dessas mudanças, você percebe o que está acontecendo na superfície da Terra, e percebe a desgraça que está prestes a acontecer muito em breve, a menos que algo seja feito para mudar a tendência da insensatez do homem. Olhando para baixo, a visão da região ártica era uma inspiradora e instigante experiência.

(NOTA DO PHILIPE: è no mínimo curiosa essa tendência de casos relacionados a encontros com alienígenas não raro conduzirem para esse assunto. Ao que parece, se tudo isso não passar de uma mitologia moderna, ela é extremamente presa a alguns elementos, e as ameaças sobre o uso das bombas atômicas parece ser sempre presente, aparecendo na quase totalidade dos casos. São tantos os casos em que aliens alertam para um mesmo perigo que seria até impossível citar todos eles aqui. Observando o ponto de vista histórico do período, podemos perceber que – claro, considerando que essa história toda seja real – os aliens tinham bons motivos para se alarmar. O volume de explosões nucleares na arrancada da Guerra Fria que se deu neste período e nas duas décadas seguintes, foi impressionante. Veja no video abaixo cada explosão nuclear. Fique atento às datas e veja se você, na condição de um alienígena acompanhando a evolução humana também não ficaria atônito. Até o fim de 1958, as duas superpotências tinham explodido 300 bombas nucleares, num acelerada absurda que começa em 1956 olha aí:)

A nave desacelerou e desceu ligeiramente em uma região de mar. Ali ela bateu na água e desceu, abaixo da superfície e continuou sua descida em direção à escuridão, descendo a uma profundidade de 350 pés, onde permaneceu por cerca de três horas. (Descobri mais tarde que as ventoinhas reversíveis, uma em cada extremidade da nave, fez o ângulo do mergulho reto. As turbinas tinham
cerca de doze metros de diâmetro.)

(NOTA DO PHILIPE: Artur também se refere – e até desenhou- ventoínhas ou turbinas nas naves que viu. Elas também eram duplas, uma de cada lado da nave. Vide o desenho abaixo:)
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Dois submarinos russos estavam na área, mapeando o fundo do oceano, a fim de construir bases a partir do qual podiam ser disparados mísseis para qualquer parte do mundo, sem som ou aviso. Mr. X disse-me que nosso governo sabia de tudo e tinha estacionado três dos nossos submarinos na área.

Desde o meu voo para o Ártico, o Ministério da Marinha informou-me que as bases de mísseis russas foram destruídas, e que a Rússia não quer mais uma guerra atômica.

Mr. X disse que o povo do espaço não teriam permitido o disparo dos mísseis, e que eles também não permitiriam uma guerra atômica acontecer. Ele explicou que eles têm maneiras de interferir com esses planos, e que eles podem apenas quando outros planetas e, de fato, houver um risco real para os demais povos. Caso contrário, eles não aceitam em se intrometer com a vontade das pessoas da Terra. Eles não querem ver os humanos se aniquilando, mas a vontade da paz precisa vir de dentro e não como uma imposição externa. Entristece-os, acrescentou, ao ver algumas das coisas que ocorrem aqui no nosso belo planeta, mas, por causa do respeito as leis universais, não podem e não vão interferir com o nosso livre arbítrio, a não ser que, em nossa insensatez
nós também comprometamos outros mundos.

Ele disse que eles estavam usando um dispositivo para diminuir a quantidade de radiação na nossa atmosfera a partir de explosões de bombas atômicas e de hidrogênio. Esse mecanismo
é deixado cair de uma altitude elevada, e não apenas trabalha para purificar o ar, mas ele ajuda a anular a ação das próprias bombas. Você já pode até ter visto um desses esses objetos.

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Aqui tenho que fazer uma pausa nessa história tão interessante. O texto que eu achei, não termina aqui, mas ele dá uma quebrada estranha, parece ter sido adulterado ou foi adicionado algum pedaço fora de ordem. Dessa parte em diante o cara descreve como foi parar numa pirâmide com o alien, e o estilo de escrita parece diferente, bem como o conteúdo vira 180 graus para aquelas coisas que fariam Tsoukalos gozar. O alien conta que Jesus era um extraterreno, explica que os egípcios levitavam pedras, mostra a cruz de cristo, a coroa de espinhos, tudo isso dentro da Grande Piramide de Gizé. Começa tanta presepada em pouco espaço, que dá pra desconfiar de algo estranho, principalmente quando o alien fala pra ele da vinda do messias no ano de 1998.
Mas realmente m,e interessa muito mais o fato desses encontros terem se dado de forma quase simultânea com o caso de Artur Berlet.
Não parece suspeito alguém encontrar aliens que falam alemão com naves parecidas que voam para os continentes gelados e fazem ameaças sobre a evolução nuclear dos países e a destruição da Terra pelo Homem (não lembro se no post anterior mencionei isso, mas é claramente alertado no livro de Berlet)?

Seria o mesmo povo? Eu estou inclinado a achar que sim. Até porque os dois aliens que falam alemão são descritos quase que da mesma forma, tendo inclusive a mesma idade, aparentemente 45 anos de idade ou um pouco mais. O problema disso é que em 1958 não havia internet e os meios de comunicação eram extremamente precários. Se é tudo invenção, estamos diante de uma sequencia de coincidências simultâneas e sensacionais entre o brasileiro Berlet e o norte americano.

Eu acho no minimo curiosa essa coisa do alien ter sotaque alemão e no caso de Berlet falar alemão claramente, porque isso aparece também, em outros casos. Um exemplo é o caso do contatado Billy Meier. Eu acho que Billy Meyer é um farsante embusteiro de quinta categoria, mas seu relato traz referências a aliens falando em alemão fluente dentro da nave. Será que Meyer inventou isso, o que nos leva a mais uma coincidência. Os contatos do suíço Billy Meier também se dão com pessoas de aparência humana com roupas estranhas e naves metálicas. Se diziam proveniente das Plêiades. Os contatos dele tem três fases distintas. Começaram em 1942, e a primeira fase vai de 42 a 53, onde ele se comunicava – (veja outra coincidência) com um alien mais velho de cabelos curtos chamado Sfath. Depois, Sfath morre e o contato de Meier muda para outro alien, de 53 a 64 ele se comunicava com uma mulher, chamada Asket – que disse não ser das Plêiades. Meier diz que após uma pausa de 11 anos, retomou os contatos novamente em janeiro de 1975 com uma mulher extraterrestre chamado Semjase, que seria a neta de Sfath.
Meier diz que ele também teve muitos contatos com outro homem das plêiades, chamado Ptaah, começando em 1975 e continuando até hoje.

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As muitas fotos de Billy Meier causam polêmica até hoje

Algumas das fotos de Meier já foram desmascaradas (embora até hoje haja uma enorme celeuma entre os que dizem ser fraudes elaboradas e quem acredite que elas são reais) e muitas vezes li pessoas supondo que ele criava fotos falsas para reforçar e legitimar seus encontros – esses reais – com os tripulantes. Eu não sei. Pra mim, começou a dar “migué” já era. Mas temos aqui mais um sujeito que diz ter contato com pessoas de outro planeta que falam alemão, no mesmo período histórico dos dois casos principais.

Outro caso do período, de Betty e Barney Hill, ocorrido só três anos após o caso Artur Berlet, (já falamos do caso Hill aqui no blog) traz referências a aliens com aparência militar e estilo “alemão-nazista”. Há um pequeno elemento do caso Betty e Barney Hill, que é muitas vezes encoberto, o que pode nos dar alguma porta de entrada para a verdadeira identidade desses estrangeiros “nórdicos”. Durante a regressão hipnótica Barney Hill, Barney fez a observação de que os alienígenas pareciam nazistas. Ele também alegou que eles estavam vestidos com uniformes pretos brilhantes, e também informou ouvi-los falar alguma coisa, o que soou como alemão.
Curiosamente, esses não são os únicos relato de ocupantes de naves falando em alemão. O Contatado George Adamski havia relatado várias vezes escutar seus “amigos venusianos” conversando na língua alemã e mais tarde Everett Clarke relatou aliens falando em alemão, que apareceram de um disco que pousou no campo atrás de sua casa. Na mesma época, Reinhold Schmidt relata uma aterrizagem de uma nave em Nebraska de onde surgiu uma equipe “nórdica” falando em alemão.

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Adamski conta que se encontrou com aliens no deserto e viajou em suas naves

Se a língua germânica num caso de contato com seres de outro planeta já parece estranha, mais curiosa ainda são as semelhanças físicas, que transparecem ao longo de diversos casos de contato em graus diversos. Aliens de cabelos curtos (no caso dos homens) e médios no caso das mulheres, se espalham pela casuística, e me parecem se concentrar num período de tempo que vai dos anos 40 ao fim dos 70, decaindo gradualmente, mas sem desaparecer, justamente quando começa uma avalanche de casos de seres de tipologia também humanoide, mas com aparência grotesca e não humana, como greys e seres bem estranhos mesmo, como as criaturas estranhas do caso Kelly.

Similaridades físicas

Os casos envolvendo seres com aparência humana costumam sempre incluir pessoas de ambos os sexos, com uma característica marcante, as mulheres costumam ser muito bonitas. Vemos isso, pór exemplo, no caso de Fronteira (MG) onde um vigia de usina hidrelétrica bate “altos papos com um ser na porta duma nave levitando a dois metros de altura, cercado por outros dois, um homem e uma mulher linda) Essas pessoas das naves tendem a parecer receptivas e amigáveis, quase sempre com somente um interlocutor com sotaque estranho. Vemos isso no caso Baependi, quando o senhor Arlindo, um caçador de Tatus é levado para dentro da nave. Lá ele vê homens, e um mais velho (novamente um padrão) é o que parece ser o chefe. Todos tem cabelos pretos e curtos e pele bronzeada. Os seres estão em boa forma física e são bonitos (isso também é quase uma unanimidade nos casos desse tipo) e conversam com ele, demonstrando uma intrigante religiosidade. (proposital para acalmar o humano? Ou natural como a descrita por Artur Berlet, onde os aliens até oravam antes das diversas refeiçoes ao longo de um dia gigante?)
Uma outra característica que notei numa observação de todos esses casos é o aspecto didático que transparece. Enquanto no caso das abduções greys seguem quase sempre um roteiro envolvendo a pessoa ser levada contra sua vontade para uma mesa de cirurgia onde recebe toda sorte de exames e depois é devolvida sem grandes informações (ou com memória bloqueada), no caso desses seres parecendo humanos, as pessoas são convidadas para conhecer as naves. Os painéis são mostrados, algumas vezes coisas complexas são explicadas (mas nem sempre). No caso Hill, por exemplo o alien mostra a Betty um mapa estelar detalhado. E quando perguntado por ela de onde eles provém ele pergunta se ela consegue encontrar seu próprio planeta ali. Uma vez que ela diz que não, o alien fecha o mapa e diz que seria inútil tentar explicar qualquer coisa pra ela, uma vez que ela não sabe o básico. Algo parecido ocorre no caso Baependi, quando o senhor Arlindo, semianalfabeto, é levado para uma antessala da nave onde é mostrado a ele uma projeção do sistema solar, os planetas, a Terra, estrelas e os aliens vão ensinando didaticamente de onde eles vem. Infelizmente, Arlindo não tinha nenhum conhecimento de astronomia para poder absorver o que lhe foi ensinado.

 


 

O caso Antônio Rossi

Há muitos casos de pessoas entrando em naves e indo parar em outros planetas.
Um desses casos, ocorrido praticamente no mesmo ano do caso Berlet é o caso do metalúrgico Antonio Rossi.

%name Ô seu moço do disco voador   Parte 2 Tal qual Artur Berlet, Antonio Rossi escreveu um livro para contar em detalhes sua dramática viagem a outro mundo. Em seu livro “Num disco Voador visitei outro Planeta” da Editora Nova Era Ltda; o autor conta que na época dos fatos vivia na pacata cidade de Paraibuna, no Vale do Paraíba.
Rossi era uma pessoa bastante simples, foi metalúrgico na cidade de São Paulo. Seu contato se deu quando ele pescava distraidamente.

Esta é o relato de uma viagem a outro planeta. Rossi é considerado o último dos viajantes Adamskianos, ( o nome é claro, uma referência ao contatado George Adamski, polonês radicado nos Estados Unidos, George Adamsky, admitiu, publicamente, que fora contatado por seres altos e loiros supostamente do planeta Venus e com eles teria viajado ao espaço exterior, orbitando a Lua e outros astros.)
Novamente, chama a atenção a curiosa cronologia desses encontros. O metalúrgico Antonio Rossi teve seu contato em 1957, um ano antes de Berlet. Ambos produziram os seus livros quase que simultaneamente. Diferente do livro do Berlet, que computou mais de 44.000 exemplares vendidos em todo o mundo (sendo que a família dele quase não viu um tostão dessa grana), o livro de Rossi teve escassa repercussão e a maioria dos exemplares acabaram presenteados aos amigos.

No interior do disco voador

Tudo aconteceu em uma tarde primaveril de 1954, quando Rossi tinha 35 anos. Juntamente com alguns amigos metalúrgicos, se dirigia ao norte do estado de São Paulo, a Paraibuna, às margens do rio homônimo. O jovem estava entretido em uma pescaria quando, ao girar a cabeça, topou-se com duas estranhas criaturas a uns 30 metros de distância. A primeira impressão do pescador foi de pavor. Quando os entes se aproximam mais, ele pode ver que estavam absolutamente nus. Não possuíam órgãos sexuais aparentes, eram altos, com dois metros de altura e tinham somente dois dedos em cada mão e pé, sendo desprovidos de cabelos. O corpo era atlético, e não se notavam sinais de ossos protuberantes.

Rossi acalmou-se quando percebeu que ambas as figuras estavam sorrindo para ele. Tinham olhos exageradamente grandes e pupilas amareladas – e não tinham sobrancelhas. De seus rostos emanava um ar de bondade. O nariz era minúsculo e achatado. As orelhas eram pequenas e a cabeça um pouco maior que as nossas, tinham forma ovalada.

“Desejam alguma coisa?”, ousou pronunciar o terráqueo, mas as entidades não lhe responderam.
O que estava mais à frente somente levantou o braço e apontou para seus próprios olhos. Entretanto, Rossi percebeu, dentro de sua cabeça, alguns sons, embora os seres não falassem com os seus grossos lábios, ele “Escutou” algo como que eles vinham em paz e que eram habitantes de outro planeta.

– “Tenha confiança em nós que viemos convidá-lo para visitar nosso mundo. Não estamos exigindo, apenas convidamos. Se aceitar será de sua espontânea vontade; dentro de poucas horas lá chegaremos… Garantimos trazê-lo de volta com a mesma saúde e disposição em que agora se encontra; então poderá relatar aos seus semelhantes tudo o que viu e aprendeu…” – disse um dos seres, conforme se narra no livro.

Depois de muito vacilar, Antônio Rossi acedeu ao convite, confiando na honestidade de seus estranhos interlocutores. Foi quando o conduziram até um verdadeiro disco-voador, de cor cinza pálido de uns 30 metros de diâmetro.
Sua altura, na parte central, onde havia uma cúpula, seria de uns 9 metros e pairava no ar, livre de contato com o solo, a meio metro de altura. Rossi entrou por uma porta, subindo por uma escada e no interior do aparelho encontrou outro ser com as mesmas características dos anteriores.

Um dos seres lhe estendeu a mão com uma espécie de copo, enchendo-o com um líquido grosso como o mel. Disse-me para bebé-lo, pois era imprescindível para estar preparado para a longa viagem. Rossi temeu que fosse um veneno ou entorpecente para aguentar a travessia espacial. Bebeu, pois teve o insight que morto eu não serviria de nada para eles.

A sala onde se encontravam os três seres tinha oito metros de diâmetro, era completamente redonda, de paredes lisas, com teto curvo em formato de cúpula, e bem iluminado. Apesar da claridade, Rossi não pode localizar a origem da luz, “intensiva e difusa em todos os ângulos”, perfeitamente homogênea. Por todos os lados não se projetava uma única sombra, dando a impressão que a luz provinha de todas as paredes do disco voador. (NOTA DO PHILIPE: Isso é quase sempre relatado em todos os casos)

No centro da sala, havia uma mesa circular de dois metros de diâmetro e umas doze banquetas fixas ao solo, de 60 centímetros de altura. Tinham um único pé e se espalhavam simetricamente por toda a volta da sala, exceto do lado de um misterioso painel. Este possuía três metros de comprimento e 1,80 metros de altura e uma série de “estrias, alavancas e botões, tendo no centro uma tela ovalada de uns 70 centímetros de ponta a ponta”.

Seguindo a descrição, os botões eram como sintonizadores, uns opacos e outros mais luminosos. Por mais que olhasse, o viajante terrestre não encontrou fios, ligações, ponteiros, tomadas ou relógios de registro como os utilizados nos aviões. Parecia que tudo estava fabricado em um único bloco de um mesmo material.
(NOTA DO PHILIPE: Isso também é relatado com as mesmas palavras por Bob Lazar, um técnico que jura ter trabalhado num Ufo acidentado guardado na área 51. Mas Bob só foi falar isso 30 anos depois que Rossi escreveu em seu livro)

As alavancas pareciam correr em estrias ou caneletas e havia outros dispositivos desconhecidos, tendo, por baixo, assinalação de pequenos traços. Rodeando a sala havia uma série de pequenas janelas, entremeadas de linhas divisórias. Eram ovaladas, com cerca de 25 centímetros, dispostas a uma altura de 1,80 metros. Em vão Rossi tentou descobrir alguma porta, mas uma abriu-se no sentido de “correr” mas as suas reentrâncias haviam desaparecido ao fechar-se.Tudo que Rossi podia ver possuía formas arredondas, não havia absolutamente nada quadrado ou com ângulos retos.
(NOTA DO PHILIPE: Isso também é descrito por Bob Lazar que informou que o interior da nave parecia todo esculpido em cera)

Em determinado momento, os seres chamam ao passageiro para olhar para a tela do painel. Aparece então uma bola esverdeada no centro da imagem que foi aproximando-se, pouco a pouco, onde se observavam rios, montanhas, lagos e logo o que parecia ser a cidade de São Paulo com os seus edifícios e o aeroporto de Congonhas com espantosa nitidez e proximidade.
Enquanto decorria a viagem pelo espaço, os seres “conversavam” mentalmente com Antônio Rossi. Diziam que costumavam praticar esportes no seu planeta, com uma vida ao ar livre e salutar alimentação. Os seres eram vegetarianos e abominam a carne de animais e tem horror aos insetos.

Chegando ao planeta

Quando a nave se aproximou do planeta dos seres, Rossi vislumbrou uma cidade em forma oval que parecia ser feita toda de vidro. A nave pousou suavemente e lá fora havia uma comitiva para receber o terrestre. Este, vestido de calças de pescaria, camisa rasgada, mangas arregaçadas e um velho sapato de borracha, com um facão à cinta, se sentia incômodo com um vestuário tão pobre. Homens, mulheres e crianças davam as boas vindas ao visitante, acenando e sorrindo. Alguns se aproximavam e até o abraçavam.

– Naquele momento percebi uma ausência total de ruídos, parecendo estar tudo envolto por uma sutil e misteriosa música. Também observei que as ruas tinham formato de tubos de um material parecido ao vidro, talvez com 180 metros de largura e as calçadas com uns 40 metros de largura. As casas eram invariavelmente redondas, transparentes, equidistantes, com jardins floridos, mas sem janelas – recorda Rossi.
Nesse momento o terrestre percebeu a diferença entre homens e mulheres pelo comportamento de maior delicadeza no sexo feminino, embora não possuíssem seios aparentes e outros sinais sexuais externos. Tampouco viu pessoas obesas. Observou numerosos veículos transitando nas ruas ou avenidas. Mais tarde seus anfitriões lhe contaram que os “volitores coletivos” circulavam a 1.500 kms por hora. Assemelham-se a um cilindro vertical de cinco metros de altura encimado por uma cúpula com dez metros de diâmetro. São semitransparentes e no seu bojo existem numerosas banquetas redondas que se localizam na periferia interna. No centro há uma mesa redonda, e não precisam condutores: cada qual marca o seu destino nos botões de painéis.

No centro das avenidas existem plataformas onde pousam os discos voadores. Para atravessar as largas avenidas, os habitantes se servem de pequenos veículos transparentes, de uns 4 metros de diâmetro. No planeta não existem veículos particulares, somente coletivos. Na verdade, o visitante saberia, mais tarde, que a população daquele mundo extraterreno vivia uma espécie de socialismo avançado que “facilitava a recuperação moral e física dos menos favorecidos pela sorte”.

Estranhamente, é a mesma coisa descrita por Berlet, simultaneamente, o que nos impede de imaginar que um tenha copiado do outro este detalhe.

Tal como os aliens disseram ao Artur Berlet, os anfitriões de Rossi não usavam dinheiro e quase todos os serviços eram coletivos e gratuitos. Não havia guerras nem disputas extremas entre eles.
Um dos seres se apresentou a Rossi como sendo o doutor Jânsle, um médico que trataria de ciceronear ao novo amigo terrestre. Novamente, outra semelhança à narrativa de Berlet.

Entre muitas coisas que comentou, Jânsle destacou que o seu povo se reproduzia de uma forma peculiar: através do “ósculo germinativo”, isso é, a partir de uma espécie de prolongado beijo.
Ao não possuírem órgãos sexuais, a mulher é dotada de uma bolsa para a gestação, bem como uma pequena incisão para permitir o nascimento do filho. Outra das características peculiares daqueles entes é que não possuem pulmões: respiravam pela pele.

(NOTA DO PHILIPE: Isso é estranho, porque sabemos que respiração cutânea costuma ser bastante ineficiente)

Além dos esportes, uma das atividades mais apreciadas pelos habitantes daquele planeta era o cultivo de flores, que duravam entre 180 e 220 anos e eram de uma inigualável beleza – relata Rossi. Nos parques, que visitaria mais tarde, as árvores possuíam folhas de tom amarelo-avermelhadas, como se estivessem quase secas. Eram profusamente floridas, com flores do tamanho de um prato.
Outro dos aspectos curiosos das urbes é que são iluminadas pela noite com projetores denominados “futuores”. Lançam para o alto fortes jatos de gases que se inflamam produzindo luz fria e estabelecendo uma grande abóbada a uns 100 metros de altura. A claridade penetra nas residências transparentes.
Em relação à alimentação, os seres do planeta de Jânsle (cujo nome não lhe foi revelado) se valem de “sucos vitamínicos” produzidos por frutos das árvores. Não dispõem de dentes e saboreiam os alimentos na boca durante alguns minutos. Tampouco possuem um sistema de excreção, tanto de líquidos como de sólidos.
Jânsle levou ao visitante a um hospital. Lá se admirou com uma cirurgia, “totalmente limpa”.
– As partes desagregadas de um ferimento, como o sangue e tecidos danificados, eram extraídos por sucção por um aparelho. Com outro instrumento, com o bico, ejetava um líquido incolor que cobria a ferida, completando a desinfecção. Com um terceiro instrumento projetou outro líquido transparente, pegajoso, que se acumulava nas cavidades da ferida, uma espécie de plasma que cicatrizava a ferida – relembrava Rossi.

Religião e esporte

Como não podia deixar de ser, o médico Jânsle falou sobre religião para o seu anfitrião terrestre. Falava na “grandeza e poder infinitos de Deus” ao qual se aproximavam com um maior conhecimento do Universo.
Novamente aqui está mais um dado curioso que parece permear grande parte desses relatos de contatos. Há uma permanente religiosidade.

Rossi conta que as “igrejas” ou “campo de culto” eram formados por quarenta grandes abrigos arredondados, sem paredes laterais, cujos telhados, em forma de cúpula, eram sustentados por colunas dispostas em simetria.
Estes abrigos comportavam centenas de assentos dispostos em filas como nas nossas igrejas. Em um plano mais elevado, salientavam-se oito banquetas maiores dispostas em linha reta onde se acomodavam os sacerdotes. No centro, em uma mesa redonda, via-se uma espécie de aparelho de televisão onde se projetavam imagens de ensinamentos religiosos, como o do “amai-vos uns aos outros”, por exemplo.
Aqueles seres consideram que a “vida é uma só e eterna”, e fazem “estágios” atravessando as “fases da vida pelos diversos planetas, quase sempre repetindo a lição três, quatro, oito e até dez vezes, vivendo no mesmo orbe”, segundo as palavras de Jânsle.
O médico também explicou que os “volitores” espaciais podem alcançar velocidades entre 2.600 e 85.000 km por hora.
Em ocasiões excepcionais, alcançariam 300.000 km por hora.
As atividades de lazer não escapavam aos habitantes daquele mundo. Rossi foi levado a uma espécie de estádio onde se desenvolvia um jogo curioso. Sobre o campo viam-se no chão círculos eqüidistantes a 90 centímetros, distribuídos sobre toda a superfície. Cada “time” possuía 23 jogadores, sendo 12 atacantes e 11 defensores. O jogo consiste na movimentação rápida e constante dos jogadores sobre os círculos por todo o campo, cabendo aos defensores impedir os atacantes, que surgem pulando de círculo em círculo, de atingir sua meta, localizada na meia-lua final de cada extremo do campo. O atacante deve sempre pisar dentro dos círculos e, se pisar a borda, é penalizado.

(NOTA DO PHILIPE: Estranhamente este esporte alien me pareceu extremamente semelhante ao esporte descrito pelo Artur Berlet, se bem que não me lembro direito do jogo que Berlet descreveu, porque eram muitas regras)

Embora não usem armas, aquele povo dispõe de uma espécie de “raio laser”, chamados raios guítricos. Seriam como raios luminosos, potentíssimos, de baixa e alta freqüência, com alto poder destruidor. Seria capaz de desintegrar a Terra em 20 minutos. Porém os habitantes do planeta de Jânsle, graças ao seu comportamento pacifista, jamais utilizavam estas armas com fins destrutivos. Artur Berlet também descreve armas assim.

O doutor Jânsle também mostrou ao seu convidado uma sala com 12 capacetes que funcionavam como “projetores mentais”. Uma luz atingiu o rosto de Rossi com o capacete posto na cabeça e, nesse momento, lhe foi sugerido criar um “desenho mental”. O terrestre pensou no morro do Corcovado, do Rio de Janeiro e, abrindo os olhos, viu, na tela posta diante de uma mesa, o contorno do Corcovado com o Cristo Redentor no alto, tal como havia mentalizado…

O regresso

Quando foi voltar à Terra, tal como na ida, Rossi tomou o mesmo líquido viscoso para a sua preparação.

Jânsle aconselhou ao terrestre escrever sua aventura naquele planeta situado em algum lugar do Universo. (tal como Artur Berlet)
Prometeu voltar futuramente para propiciar-lhe outra viagem para visitar outros três planetas. Um deles tem 96 por cento da superfície coberta de água, onde os habitantes lutam contra a escassez de alimentos. Estes são exímios nadadores e mergulhadores, mas enfrentam terríveis e devoradores monstros marítimos, semelhantes aos extintos brontossauros e dimetrodons.

Em outro planeta que Rossi deveria visitar – a promessa não se cumpriu até hoje – os seus habitantes são “semimateriais”. Vivem cerca de 3.600 anos e dispensam alimentos sólidos ou líquidos, mas absorvem nutrientes de atmosfera através da respiração. Sua atividade é basicamente mental.

A nave espacial ou “volitor” voltou ao mesmo lugar do rio onde haviam recolhido Antônio Rossi. Na verdade o terrestre se despediu de seus cicerones com lágrimas nos olhos. Consultou o relógio que marcava, precisamente, 17:06 horas do dia anterior e estava parado. Pela altura do sol, deveriam ser umas dez horas da manha. Calculou que a sua viagem de ida demorou umas 4 horas, outras tantas para voltar e que ficaram outras quatro no planeta. O atordoado metalúrgico caminhou um pouco até encontrar os companheiros de pescaria que, preocupados, perguntaram onde ele havia passado a noite, pois não o haviam encontrado.

Rossi calou-se, pois fez uma promessa a Jânsle de guardar segredo sobre sua aventura durante os oito dias posteriores à viagem. Disfarçadamente disse que passou toda a noite pescando em outra parte do rio. Passados esses dias, o metalúrgico decidiu reunir os seus amigos de trabalho à hora do café para contar-lhes o sucedido.
– Me disseram que eu havia sonhado; outros que só se alimentar de líquidos não servia. Ou seja, ninguém acreditava na sua história.

Profecias do doutor Jânsle

Jânsle também adiantou alguma “profecia” a Antônio Rossi, que diz que no ano 2030 haverá uma “verdadeira metamorfose moral e física, ao lado de uma mudança radical em todos os setores da vida humana”.
O médico extraterrestre assegurou que o país onde um simples rebitador for um engenheiro, o plantador de hortaliças um médico, são os que ditarão a paz do mundo. “A evolução se obtém pela prática de boas ações, pela tolerância e bondade mental; em suma pelo nosso amor ao semelhante, qualidade que somos obrigados a usar, senão pelo livre arbítrio”, teria dito Jânsle a Rossi.
O nascimento de uma nova raça terrestre, pela fusão das existentes, era outro dos pontos analisados pelo médico cósmico. No futuro, a nova raça deverá consumir somente sete por cento da atual quantidade de alimentos que consome. Se hoje ingere um quilo/dia, passará a se satisfazer com somente 70 gramas diárias. As atuais zonas geladas do planeta Terra se converterão em terras férteis e os recursos naturais poderão, racionalmente, cobrir as necessidades de 16 bilhões de seres humanos que poderiam viver uns 40 anos mais que a média atual.
O médico alienígena alertava para a proteção da fauna e da flora terrestre – já nos anos 50 – e que deveríamos evitar a devastação das selvas. Também deveríamos abolir a carne na nossa alimentação.
Uma das coisas mais interessantes reveladas ao terráqueo é que o câncer seria provocado por vírus e que as pesquisas médicas deveriam dirigir-se nesse sentido.

 


 

Outro que viajou no disco

O caso João Freitas Guimarães

%name Ô seu moço do disco voador   Parte 2 Somente dois anos antes dessas incríveis aventuras, ocorreu outra. Dessa vez, diferente das demais por seu protagonista não ser um homem de pouco estudo, mas sim um intelectual.

João de Freitas Guimarães, na época com 47 anos de idade, chegou no fim da tarde de 16 de julho de 1956 à cidade de São Sebastião, no litoral norte do Estado de São Paulo, para cuidar de um caso de terras de cliente de seu escritório de advocacia, o que faria no dia seguinte no Fórum. Na ocasião ele era também professor de Direito. Hospedou-se em um hotel e após jantar uma sopa, saiu a pé para um passeio pela praia que tem bem à frente e a poucos quilômetros de distância de Ilha Bela (SP). Após ler placa de bronze comemorativa à fundação da cidade, caminhou pequena distância em direção norte, no sentido de Caraguatatuba (SP), sentou-se e ficou ouvindo o som do mar, admirando a natureza.

O lugarejo era muito pequeno naquela época, e ele estava praticamente sozinho naquele local. Subitamente viu um clarão e elevar-se um forte jato de água do mar parecendo o de uma baleia. Atônito, o advogado viu um objeto emergindo que veio voando baixo até perto dele, onde pousou, parte na água e parte na areia da praia sobre esferas de um trem de aterrissagem. O objeto tinha cerca de 20 m de diâmetro por seis metros de altura e parecia-se com dois arco-íris unidos formando uma tarja no centro. A Nave exalava um cheiro ácido, acre, desagradável. Apagou-se e por uma abertura na parte de baixo desceu uma escada flexível, de onde pularam dois vultos altos. Os dois seres andaram pela praia, e caminharam na direção do advogado, que assustado e atônito, se levantou e perguntou em português se tinha ocorrido algum desarranjo, se podia prestar algum serviço, se queriam alguma coisa dele.

Como não responderam, o doutor Freitas Guimarães insistiu perguntando o mesmo em francês, inglês, italiano, espanhol. Não responderam, mas ele intuiu que lhe disseram duas vezes “se quiser conhecer o nosso aparelho e fazer nele uma pequena viagem, venha”. Assim, o advogado surpreendeu-se ao perceber que estavam em franca comunicação telepática.

Quando decidiu aceitar, um dos visitantes deu-lhe as costas e dirigiu-se ao disco voador, subiu os degraus com facilidade, seguido pelo doutor Freitas Guimarães e o outro ser. Eles chegaram a uma sala onde havia uma espécie de cone cujo ápice estava no centro da nave e que separava compartimentos.

Ao fundo desse local havia espécie de divã, simples, feito de material desconhecido, parecendo couro, macio e acima do espaldar havia dois aparelhos com círculos concêntricos e iluminados contendo linhas quadriculadas com pontos, grupos de pontos e anotações escritas. No seu centro havia três agulhas sendo uma central mais longa e duas laterais menores que estavam em movimento. Acima do sofá onde se sentou havia vigias que permitiam visão externa.

Passeio sideral

Dentro da nave havia um total de cinco tripulantes. Os três avistados tinham cabelos longos e loiros, olhos claros e um olhar de muita clareza. Pele sem rugas, trajavam uma espécie de macacão cor de cana, verde claro, estreitado com barras no pescoço, punhos, cintura e tornozelos. Usavam botas flexíveis de material parecido com napa. A seguir, ouviu um ligeiro ruído, percebeu um pequeno trepidar. Sentiu que decolaram, e viu que caiu água no lado de fora das vigias arredondadas e Guimarães perguntou se era chuva.
Telepaticamente, lhe foi respondido que havia um rotor na base do aparelho que girava e formava um vácuo até certa altura do cilindro central e isso sugava água que borrifava.

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Desenhos feitos pela testemunha

O aparelho parecia duas calotas unidas pelas bordas, com formato mais ou menos ovóide. A claridade interna era muito forte. Pouco depois o doutor Freitas Guimarães viu um céu incrivelmente estrelado, uma área escura e outra cor de violeta, e a seguir era dia, com a luz do Sol batendo sobre nuvens, fazendo um espetáculo maravilhoso. A impressão que tinha era que a nave estava parada e as nuvens se moviam. A velocidade era enorme. Em certo momento, o aparelho trepidou, o advogado se assustou, quis perguntar, mas antes teve telepaticamente a explicação que tinham acabado de deixar a atmosfera de nosso planeta e que tinham “mudado o regime de navegabilidade”.

(NOTA DO PHILIPE: Como no caso Berlet e em diversos outros, as naves operam em dois tipos distintos de movimentação, sendo uma movimentação específica para a atmosfera, e outra, controlada pela gravidade quando no espaço. É provável que exista também um modo “Warp” que a nave entra e que permite vencer grandes distancias através de algum tipo de ponte Einstein-Hosen, e eu acredito que as testemunhas recebem drogas ou são postas para dormir antes de ver esse procedimento em ação)

Como recém tinham saído de São Sebastião, o advogado quis ver quanto tempo tinha se passado e observou que seu relógio estava parado às 19h40. Através de telepatia, aceitou convite para um novo encontro no dia 12 de agosto de 1957. Os quatro ficaram na mesma sala, mas havia mais duas pessoas na nave, que pousou no mesmo local cerca de 40 minutos após a partida. Abriu-se a escotilha no chão e Guimarães desceu sozinho pela escada e quis correr, mas como no local há uma gramínea muito resistente, percebeu que poderia cair e não quis demonstrar medo.

O doutor Freitas Guimarães caminhou até o hotel, acertou o relógio que tinha parado, pagou a conta e voltou para Santos pela rodovia [naquela época ainda não havia a rodovia Rio-Santos e a viagem se fazia em estrada sinuosa por cerca de oito horas]. Chegou em Santos por volta de sete a oito horas depois, de madrugada e contou o ocorrido para sua esposa. Depois falou sobre o assunto apenas a poucos amigos íntimos, mas cerca de um ano depois a história vazou e o político doutor Lincoln Feliciano a revelou para um jornal que a publicou com erros, poucas semanas antes do encontro com os ETs, o que provocou grande interesse jornalístico. A partir desse episódio o Guimarães passou a ter intuições inexplicáveis e verificou que isso ocorre com outras pessoas que tiveram experiências similares, (segundo me contou o neto de Artur Berlet, isso também ocorreu com seu avô).

Testemunhas

O major Coqueiro da Força Aérea Brasileira (FAB) visitou o advogado e professor e pediu para ele desenhar o disco voador, informando então que era igual ao que sobrevoou a Base Aérea em Gravataí (RS), e o fez desistir do encontro ao informar que caças a jato armados estariam no local marcado. Várias testemunhas, incluindo jornalistas, viram nessa ocasião tanto o disco voador como os aviões da FAB sobre São Sebastião e declararam isso em programa de televisão.

O doutor Freitas Guimarães foi entrevistado por vários órgãos da imprensa, incluindo a Tribuna de Santos e pelo médico, ufólogo e escritor doutor Walter Karl Bühler, da Sociedade Brasileira de Estudo dos Discos Voadores (SBEDV) que publicou amplas matérias, duas vezes pela TV Tupi de São Paulo e duas por TV do Rio. Pronunciou várias conferências a respeito, inclusive na Biblioteca Pública de São Paulo, e em 1980, na Loja Maçônica de São Paulo, deu inúmeras informações detalhadas sobre o disco voador, o vôo e seu relacionamento com os tripulantes, material que foi gravado em cassete.

Outras viagens

Aproximadamente 15 meses após o passeio de Freitas Guimarães, ainda em 1957, outro brasileiro viajou de disco voador, em companhia de seres bem diferentes – Era o fazendeiro mineiro Antônio Villas Boas, que surgia com uam história ainda mais escabrosa: Teria sido levado para uma nave na base da porrada, onde foi induzido a manter contacto sexual com uma extraterrestre a bordo, caso que já abordamos exaustivamente aqui no blog.

Um intelectual numa nave extraterrestre

O doutor João de Freitas Guimarães morreu em 1996, aos 87 anos de idade. Estudou até o terceiro ano de Medicina na faculdade da Praia Vermelha no Rio de Janeiro, depois foi bacteriologista e trabalhou no comércio de café. Bacharelou-se na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), advogou, foi professor fundador em 1952 de faculdade em Santos, lecionou Sociologia, Direito Romano, Direito Civil e Introdução à Ciência do Direito. Foi secretário da OAB de Santos, presidente da Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio de Santos, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Santos, autor do Vocabulário Etimológico do Direito e outros livros especializados, juiz do Trabalho, presidente da 1ª Vara do Trabalho de Santos e é patrono do edifício do Fórum Trabalhista da Praia Grande/SP, inaugurado em 2003. Foi casado e teve quatro filhos e muitos netos e bisnetos. Ou seja, ele era uma pessoa que tinha muito a perder com o descrédito que vinha quase imediatamente com afirmações épicas como a que ele deu. Porém, o fato de ser uma pessoa reconhecida nos mais altos círculos sociais, ajudou a desmistificar a velha ideia de que quem alega coisas assim quer seus 15 minutos de fama.

Tanto ele como sua família sofreram muitas ofensas dos céticos. Seus milhares de amigos, colegas e ex-alunos sempre o estimaram e respeitaram muito.

 


 

 

Experiências reais ou obras da mais pura ficção?

É surpreendente nesses casos, a grande quantidade de pessoas levadas para passeios ou mesmo imersões em “outros mundos”. Sabemos que é da natureza humana a necessidade de mistificação, bem como o arquétipo da vagem no disco voador ressoa claramente com lendas e contos que vão de Jonas na barriga da Baleia ao mito da caverna de Platão, e à descida ao submundo do Hades ou ao labirinto do minotauro.

O grande herói é ainda, na estrutura arquetípica aquele inocente, despreparado, hesitante e que se vê de uma hora para outra enredado numa trama do qual não se pode desvencilhar, mas passa por todo o mistério, visita os lugares inacessíveis e vê coisas maravilhosas, voltando para contar. Desse ponto de vista, muito das estruturas que vemos nas histórias de abduções se enquadram lindamente nas estruturas míticas e arquetípicas humanas. Claro que podemos até levantar a pergunta se essas estruturas míticas não se dão justamente em função de histórias reais, invertendo assim o ônus da questão. É certo que lá no passado, ao redor da fogueira, nossos antepassados devem ter contado histórias de grandes desafios e perigos.

Muitas vezes, a necessidade de auto-reflexão, isso é, a necessidade de representar o mundo por seu próprio umbigo, traço que contamina o ser humano desde sempre, pode ser notado nessas histórias de contatos impressionantes. Os aliens podem muitas vezes personificar seres angelicais ou mesmo deuses. Mas é também parte da necessidade humana de compreensão do mundo, atribuir ao divino tudo aquilo que não pode explicar.
Talvez essas histórias não passem de reflexos dessa necessidade de construir fabulas envolvendo deuses e seus mistérios. O contatado de hoje personifica o escolhido dos deuses de ontem. Mas por outro lado, não podemos garantir que relatos assim não tenham uma perna (ou duas) no real e hermética dinâmica entre seres de mundos diferentes.
Há quem sustente, por exemplo, que uma prova da falibilidade dessa realidade é que os alienígenas parecem ter uma predileção por tipos caboclos, pobres, ignorantes e que moram longe. Há de se questionar, no entanto, se isso não traz em si algum tipo de mensagem aos que governam o mundo. Será que as mensagens endo passadas para justo aqueles mais oprimidos pelos sistemas vigentes não quer dizer alguma coisa? Ou seria um simples fato da vida, ocasionado pela mão do acaso, ou também porque uma pessoa desse tipo teria pouco ou nenhum poder de hostilidade para com eles. É fato que como se diz, no popular, ” a corda sempre arrebenta pelo elo mais fraco”.

Seja como for, a dinâmica do cosmos, ao qual gradualmente vamos tomando conhecimento com o avanço paulatino da tecnologia, nos leva a crer que o número de planetas capazes de sustentar a vida como esperamos que ela seja só cresce a cada ano, deixando todos esses relatos com mais sabor de “pode ser”. Independente dos trilhões de sistemas solares de todos os tipos imagináveis, há uma premissa recorrente quando se fala em alienígenas que se resume a:

 

Só existem duas possibilidades: Ou estamos sozinhos no universo ou não.

Todas as duas são igualmente assustadoras.

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38 comentários em ““Ô seu moço do disco voador” – Parte 2”

  1. Boa tarde, Philipe!
    Meu irmão tem uma teoria, sobre extraterrestres, na opinião dele são seres humanos do futuro, que descobriram uma maneira de viajar no tempo e que evitam o contato para não atrapalhar de alguma forma a evolução da civilização. Também sempre diz que eles retornam para evitar problemas futuros(efeito borboleta), e também para melhorar algumas coisas e recuperar coisas que se perderam no tempo.
    Mais uma teoria, kkkkkkk

  2. Não conhecia esses casos, são impressionantes.

    E por que não acreditar? Acho perfeitamente possível.

    Abaixo, dois links sobre ida de humanos a outros planetas:

    Projeto Serpo, militares americanos passam mais de dez anos em um planeta alien:

    http://www.oarquivo.com.br/oarquivo-ufologia/4885-serpo-zeta-reticuli-programa-de-intercambio-parte-1

    Dois casos, um brasileiro contatado por um jupteriano e o cara que foi a Vênus:

    http://www.oarquivo.com.br/oarquivo-ufologia/3970-um-visitante-jupteriano

    • Até daria pra fazer fácil, pq muitos casos parecidos ficaram de fora, mas brabo mesmo é a coluna, e esses posts grandes são legais, mas eles ferram muito as minhas metricas aqui do site.

  3. Eu tenho uma teoria que trago comigo há muito tempo. É uma colcha de retalhos de tudo que já li a respeito do assunto. Conclusão? Nenhuma. Apenas acho que o ser humano não é natural do planeta Terra. É um híbrido de um ser humanóide que vivia aqui e foi manipulado geneticamente, resultando em algumas raças: homo-sapiens, homo-erectus e mais algumas. A que evoluiu e prosperou foi a nossa. Essas visitas recorrentes de seres de outro planeta seriam esses manipuladores de nossa genética observando a cagada que deu, uma raça que se auto destrói e destrói seu próprio ambiente. Agora tentam de alguma forma interferir para evitar um colapso do planeta. Resumindo, é algo assim que me passa pela cabeça.

    • Pode ser e pode ser também que seres homo sapiens tenham sido retirados daqui e “plantados” em outros planetas por uma terceira inteligência, evoluindo em uma direção diferente da nossa, tanto tenologicamente quanto moralmente. Assim, se pegarmos um alien desse e examinarmos, poderíamos ter a surpresa de pensar que ele é um “terreno”. Mas ele pode ter sido um terreno aqui na época dos faraós ou bem antes…
      EU penso nisso porque se eu tivesse essa capacidade era isso que eu faria. Plantaria a vida pelo cosmos, até porque sabemos que a vida inteligente deve ser rara e sendo rara, não seria logico “deixar todos os ovos na mesma cesta”.

  4. Enquanto lia esses relatos um coisa me intrigou. Contatos deste tipo, com humanoides pacíficos e amigáveis, não são mais registrados ao passo que contatos com greys e outros seres menos gentis se tornaram a “norma”. Supondo que há verdade nesses testemunhos, o que será que afastou os aliens “boa praça” do nosso canto do espaço e trouxe os ETs mais hostis pra cá? Alguma mudança no balanço de poderes galático?

    P.S.: Extra-terrestres preocupados com sua segurança por causa do uso de armas nucleares pela humanidade é a base do enredo do filme O Dia em que a Terra Parou de 1951.

    • O medo da escalada atômica era geral. Neguinho fazia simulação de ataque nuclear nas escolas e tal… Era foda.
      Eu não acredito que tenha parado o tipo de contato com seres human-like. Talvez diminuído, talvez perdido um pouco de atenção. Esses encontros podem continuar acontecendo, mas não causam grande impacto quanto greys, até porque greys ganharam o imaginário popular. E nem sempre esses caras são boa praça. No livro Perigo extraterrestre no Brasil, do Bob Pratt, tem o caso de um sujeito que foi quase abduzido por uma nave de tamanho médio. O cara se agarrou numa palmeira que chegou a envergar enquanto a nave tentava puxar o cara. Mas o sujeito era duro na queda e não largou. Ele conseguiu ver por uma abertura, que havia um homem e uma mulher normais, vestindo macacões dentro da nave. Esses dois estavam rindo e controlando equipamentos. Depois de uma luta sem fim entre ele e a nave, os dois da nave parece que desistiram dele e foram embora. O sujeito ficou todo estropiado, todo ralado.

  5. 3 casos que você citou tem seres falando em alemão.

    existem teorias que os Alemães tinham projetos de naves, como o Sino alemão.
    Seria possível que esses seres fossem alemães? Seria possível que os seres tivessem algum contato com os Nazistas? já que em alguns casos são relatados como seres nórdicos, o fato deles estarem sempre em missão de paz me faz duvidar dessa teoria, mas vai saber se falavam a verdade.

    E o que será que mudou da década de 40,50, 60 pra que outros seres ( greys ) assumissem o posto de “contato” com os humanos?

    Adorei o texto, li cada linha e a semelhança entre os relatos e a pouca distância entre as datas, faz parecer muito real. Eu acredito, mas penso que não virão nos contactar em breve, permanecerão anônimos, tentando ajudar a humanidade a seguir em frente…

    • Por que tantas histórias de aliens falando alemão é realmente algo misterioso. Adeptos da teoria de que os alemães conseguiram fazer um ufo poderiam apostar suas fichas nisso, mas eu não levo essa hipótese muito à sério.
      Acho que pode ser algo relacionado a algum plano de hibridização, que pode ter rolado firme justamente na alemanha, levando pessoas de lá para o espaço. Essas pessoas ao longo do tempo poderiam ter dado origem a grupos que falem o alemão e outras linguas espaciais. Como nas histórias muitas vezes os aliens falam entre si, podemos imaginar que o alemão seja alguma língua mãe desses caras, mas isso é bem dificil de imaginar do ponto de vista linguistico, porque uma lingua sem o povo ela morre muito rapido.
      Outra boa hipótese é: Alguem inventou isso, e geral copiou. Por tantas pessoas repetirem a mesma coisa ilógica, ela ganha contornos reais. Porém, o que complica nisso é pensar que alguém copiaria alguém com tão pouco tempo entre as publicações todas, numa época sem internet, fora da era da informação.
      Eu penso que estes tipos de contato não cessaram, apenas diminuíram. Talvez tenham entrado em outro ciclo, que os Greys ainda não puderam entrar (e assustadoramente pode ser isso que eles estão fazendo, talvez estejam tentando a hibridização com este fim) que é imergir na Terra se passando por humanos.
      Não foi aquele cara que era um espião da Cia que agora morrendo de câncer, nas últimas resolveu rasgar o verbo sobre reuniões com representantes de diversas raças do espaço? Ele disse que uma espécie entre varias é exatamente igual a espécie humana, sendo um tipo de “par” avançado da nossa espécie e que “se esses caras estivessem do seu lado no restaurante você não notaria”.

  6. Ainda falando sobre os vários “estilos dos seres”, alguns mais parecidos com humanos, outros mais bestiais, me veio à mente o caso Travis Walton, onde ele afirma que os seres que levaram ele tinham aparência parecida com a humana, entretanto eles possuíam um tipo de traje bio-mecânico onde o capacete, uma vez colocado, se assemelhava bastante com o rosto de um grey. Nesse caso poderia ser o mesmo “escafandro” que consta no post.

  7. Um dos maiores relatos de UFOs foi na Operação Prato, pra mim, ao ler os relatos, posso crer que algo real destes eventos existe e que hoje ainda consideramos como algo anormal.

  8. Philipe, gostaria que vc me respondesse duas perguntas:
    1- Por que os governos do mundo escondem a verdade sobre os alienígenas?!
    2- Por que os alienígenas não se revelam a nós publicamente dentro de um contexto de pacifismo e cooperação para que possamos juntos evoluir?!
    Eu sinceramente não acredito que estamos sós no cosmos, e digo mais, que talvez até existam formas de vida que fujam à nossa compreensão física da realidade.

    • Paulo, essa eu mesma respondo.
      1- Por que os governos do mundo escondem a verdade sobre os alienígenas?!
      Grande parte de nós não consegue entender a escassez de água e insiste em desperdiçar.. imagina fazer entender sobre vida alienígena? Iria causar um pânico mundial, com muitos suicídios e descontrole.. Sim, temos medo do desconhecido!
      Pensa naquele povo que ainda acredita que exista alguém com uma seringa contaminada com HIV espetando os outros no centro da cidade, ou aquele povo que compartilha hoax na velocidade da luz.. Pensa na reação deles ao se deparar com aliens? Não.. não daria certo.. não tem como dar certo..
      Eu acredito que existe sim, vida fora daqui.. Mas acredito que o mundo não está preparado para isso.. não agora.

    • Então, são boas perguntas. Há muitas teorias sobre elas rolando em diversos grupos ufologicos e tal. Vou dar a minha opinião pessoal, (que é só uma opinião, algo que é igual bunda).

      1- Parte da função de um governo o que é? Prover qualidade de vida ao seu povo. Controlar seu espaço e manter as pessoas à salvo de ameaças externas. Para isso os governos usam forças armadas. O povo mantém os governos porque eles precisam desse controle e só com o controle a coisa não vira uma “bagunça” de cada u por si. É como uma combinação, uma combinação constituidora de uma sociedade, que tem seus problemas, mas também tem suas qualidades e nos permitiu evoluir numa velocidade surpreendente. Dito isso, vamos pensar no que representa uma inteligência vinda não se sabe de onde, usando um equipamento que não se sabe qual é sua capacidade bélica nem seus riscos inerentes. Esses objetos adentram espaços aéreos (que são um conceito puramente abstrato dos humanos) ignoram regras de controle de vôo (novamente, regras abstratas para humanos e seus esquipamentos) e fazem o que querem. O povo, diante deste tipo de atividade, pode vê-lo como uma ameaça em qualquer grau e cabe a quem resolver ameaças? Aos governos. Mas os governos sabem que não podem fazer nada, dado o degrau tecnologico muito mais baixo dos seres humanos. Isso resulta num dilema: Os governos devem assumir para o povo que o sustenta que são incapazes de lidar com esta ameaça? Isso poderia colocar em risco a estrutura do poder vigente? Considerando que uma tecnologia muito superior a nossa poderia modificar da noite para o dia o status quo do planeta, no que concerne ao controle da energia, ao dinheiro e às crenças, os governos vêem essa atividade como extremamente perigosa, mesmo que não necessariamente bélica.

      Esconder a verdade do povo seria uma forma de ganhar tempo para poder lidar em segredo com a ameaça, tentar compreendê-la dominá-la e preparar a terra para que essa verdade possa, aos poucos ser tornada explícita. Muita gente intui que o grande medo dos militares é o caos que uma notícia bombástica poderia causar, com pânico, gente berrando pelas ruas, crash da bolsa e etc. Essa ideia ganhou força quando foi explorada sob o prisma do experimento “Guerra dos Mundos”, quando um programa de rádio muito realista causou pânico em algumas cidades dos EUA nos anos 50.
      Mas estudos feitos recentemente mostraram que há outros cenários possíveis. As pessoas de hoje são diferentes das dos anos 50, e a ideia de aliens foi gradualmente sendo passada (intencionalmente? há quem diga que sim) por pessoas como Spielberg e seu ET bonzinho, os aliens amistosos de Contatos Imediatos e tantas outras ações que gradualmente vão meio que amortecendo o temor diante do misterio. Series como Arquivos X, por exemplo, não só mostram pedaços de uma possível verdade, como produzem na audiência uma necessidade de saber a verdade. Agora essa fase da gradual liberação de informações por parte de quase a totalidade dos governos do mundo… É uma marcha ainda lenta, mas que parece estar se dirigindo a uma aceitação do fenômeno. Tenho um amigo que conta sempre o caso do sapo cozido na panela. Se você jogar ele na água fervente ele pula de lá no ato. Mas se colocar na água fria e for esquentando ela aos poucos, o sapo vai cozinhar sem perceber. Talvez estejam cozinhando o povo assim.
      Mas resumindo, acho que em boa parte dos casos, se esconde o fenômeno para que os militares não pareçam o bananas inúteis que são diante do fenômeno.

      2-Os alienígenas não são um grupo organizado, ao meu ver. Pela casuística, parece um verdadeiro pandemônio, um cada um por si do caralho. Cada espécie está interessada em seus próprios negócios. E ninguém está vendo a terra coo um potencial parceiro. Estamos mais para uma ilha no meio do oceano, cheia de coisas interessantes, onde barcos de todos os lugares vêm, aportam, ficam um pouco e seguem viagem. Talvez seja essa a pior parte, nossa insignificância cósmica. Talvez ainda estejamos num patamar primitivo onde podemos ser um risco para as demais civilizações e por isso somos mantidos numa categoria “café com leite” de contatos.
      Por outro lado, não temos como saber se este tipo de tentativa já não ocorreu e foi rechaçada pelos governos da Terra. Aliás, com mais de 300 governos diferentes, imagina como seria difícil para um alien fazer este tipo de contato. Nem chegamos ao ponto de ter um controle do planeta, a ONU o órgão mais avançado perto dessa idéia, só representa um punhado de interesses. Simplesmente, esses aliens hipotéticos ainda não tem com quem falar.
      Daqui da Terra podemos pensar: Ah, mas eles tinham que falar com o Obama, a maior potência do planeta… Mas um alien CAGA para essa ideia. Para um alien, o nosso mundo é bem mais simples: O que não é terra é água. E gente é só mais um dos muitos bichos que habitam o planeta. Talvez até um bicho interessante e tal, vá lá… Mas o que será que teríamos a oferecer? Nossas crenças pluriculturais?

      Sem duvida, com um volume de sóis mapeados, que supera a quantidade de grãos de areia na superfície da Terra, podemos supor que se a vida não for algo tão raro quanto fomos levados a crer, deve ter mesmo aliens que nos chocariam. É lógico imaginar que muitos desses que hoje nos visitam, também estão num degrau inferior em relação ao que pode haver no insondável cosmos.

  9. Boas já á muito que sigo o site, e gostava de deixar uma sugestão e um ponto para reflexão.

    Pessoalmente acredito que não sejamos os únicos ser vivos no universo (Tendo em conta o tamanho do mesmo), contudo ainda tenho alguma dificuldade em acreditar que somos visitados por ET’s.

    E o que axo estranho e deixo aqui uma sugestão é comparar e quantificar o numero de raças de et’s e as diferentes naves que supostamente já nos visitaram.

    Pelas minhas contas por alto que não sou um expert (gosto de ler sobre o tema) existem prai umas 6 raças diferentes de et’s e umas dúzias de naves com características diferentes.

    O que eu acho estranho nestas historias de et’s é o tamanho das naves, e a diversidade de criaturas que nos visitam, se de facto forem raças diferentes não é estranhos existir tanta raça interessada em nós? e será que as raças não se conhecem entre elas? Será possível ter uma tecnologia mais rápida que a luz em naves que normalmente são pequenas?

    É por estes factos que ainda fico com um pé atrás em relação a visita de et’s ao nosso planeta

    • Eu venho lendo sobre este assunto, estudando casuísticas de todo o mundo tem uns trinta anos mais ou menos. Mas não me acho um expert. No entanto posso dizer o que eu acho: O volume de seres, formas e aparências, bem como naves e ao que tudo indica, estágios de desenvolvimento tecnológico e moral varia ABSURDAMENTE. Dá pra listar de cabeça mais de 200 formas de seres diferentes relatados, naves então, nem se fala! No entanto, há muitos casos que parecem revelar grupos iguais (como mostrei neste post) ou vagamente parecidos. Em muitos casos, uma nave de iguais características aparece em diferentes locais da Terra. Meu amigo ufólogo Thiago Tichetti está para lançar um livro que é uma compilação só de aparências variadas dos aliens e seus casos.
      A variação de formas é tão tremenda que lembra Star Trek.

  10. bom dia Philipe,
    faz algum tempo que acompanho seu blog mas nunca comentei nem nada, mas dessa vez faço questão de lhe dar os parabéns pelos 2 posts sobre o assunto, espero que tenham mais à caminho…
    e também tenho uma dúvida, pode ser uma dúvida boba mas sempre fico pensando nisso…
    como fica a questão do tempo nessas “supostas” viagens ? ainda me lembro do filme “O voo do navegador”, onde um garoto encontra um disco voador, e é levado para uma viagem espacial, porém, quando ele retorna a terra, muitos anos se passaram mas para ele foi como se tivesse passado apenas algumas horas…
    e outra coisa que me intriga é pq quase não há ou não há citações sobre “medidas” nos casos, não em relação a tamanho de naves e etc, mas na questão de medidas entre os seres mesmo, como é o sistema métrico deles? é o mesmo que o nosso? é diferente? até mesmo voltando na questao do tempo, como eles marcam o tempo? supostamente seria de maneira diferente do nosso…etc
    bom espero ter me expressado bem.
    obrigado!

    • Com certeza, são boas dúvidas e compartilho delas também. Me lembro de ter lido num desses blocos de dados desclassificados do governo dos EUA, um que contava uma (não se sabe se real ou simulação) decodificação de mensagem sideral por parte de uma grande equipe da NSA, onde os matemáticos mais cabulosos do mundo se mataram para tentar entender o “recado”. Após muito trabalho, eles conseguiram perceber que ali estava uma equação extremamente complexa, o que indicava que era proveniente de uma civilização bastante avançada, mas só conseguiram chegar a ela, quando notaram que a base Matemática dessa civilização era diferente da nossa. A nossa Matemática está muito limitada ao sistema decimal, que é em base dez. Mas a matemática alien era em base oito. Lendo aquilo eu comecei a imaginar que talvez o nosso sistema decimal seja em base dez por termos cinco dedos em cada mão, e pela lógica, uma civilização com base matemática iguala a oito talvez tivesse quatro dedos em cada mão.
      Não é algo relacionado a padrões e medidas, mas este caso (repito, se não for somente um exercício da NSA) poderia dar um indício de que cada civilização pode ter evoluído sua própria matemática, do mesmo jeito que suas matrizes métricas e cronológicas.

      Certamente que qualquer civilização habilitada para chegar aqui – uma impossibilidade na nossa atual fase de desenvolvimento tecnológico – deve ter algum tipo de escala de distância paralela à linear ano-luz, que usamos em medidas espaciais. Se eles conseguem dobrar o espaço – algo que pelo menos na teoria ja sabemos que dá – eles podem ter uma escala exclusiva para este tipo de viagem. A dobra do espaço (que também dobra o tempo) é o que justifica as grandes variações de tempo nas experiências desse tipo.

  11. OI td bem sabe adorei seu blog e essa artigo sabe me intriga muito moro em sao jose dos campo sp. Aqui sabe teve a a noite oficial dos ovnis e conversei com um homem que naquela noite servia a aeronautica aqui e ele confirmou o que aconteceu sabe depois do incidente um pesquisador americano junto com militares brasileiros pegaram as evidencias (fotos) e depois foi confimardo que em guara um suposto posso de uma nave e isso aconteceu aqui aonde fica a cidade de Paraibuna

  12. Philipe, baseado nesssas narrativas (dos abduzidos ou convidados) me pareceu bastante óbivio também, comparando umas e outra, que há uma grande preocupação de retratar uma atitude, comportamento mecanismos e diretrizes até…. poderiamos dizer: utópicos, como se fosse um íntimo desejo que as coisas assim fossem?
    Não estariam esaas pessoas “sonhando acordados?” e exteriorizando esses desejos ao inventarem essas histórias “abulosas”?

  13. Phillipe, baseado na similaridade das narrativas dos (abduzidos ou convidados) da pra notar que há uma certa preocupção em retratar uma situação um tanto utópica, como um povo silencioso, veiculos transparentes (não poluentes) comportamentos sociais, etc.
    Me pareceu que essas pessoas estavam na verdade eram exteriorizando algum íntimo desejo …. de um mundo melhor onde tudo fosse diferente e maravilhoso!

  14. Você comparou e somou detalhes importantes dos relatos/livros e foi direto nos pontos que importam sem bla bla de ufologistas profissionais, pois se lermos apenas um livro vamos pensar que o cara era maluco, agora esses vários relatos/livros juntos e assim as evidencias se somam e não é como aqueles programas de ovnis sensacionalistas mal produzidos tipo do History e outros canais, exemplo é o posto do vale da morte da sibéria e o episodio do programa do History que mostram uma expedição para o vale da morte da sibéria, 5 minutos do programa mostrando imagens da expedição que foi la, em vez do canal bancar uma expedição de verdade e escavar la onde tem o circulo destacado com objeto metálico abaixo do solo e mostrar oque tem la…, poem uns caras para ficarem no estúdio falando que pé grande, zumbis podem ser coisa de aliens etc pois da muito mais lucro.
    Agora apos ler esse post seu ficou uma sensação reveladora… do obvio… que ovnis e ets são apenas pessoas como nós, só que de um outro lugar… avançadas em tecnologia a pelo menos 200 anos e que não ligam muito para o “povo” da terra, somos apenas um lugar a mais para viajar e ver coisas, porque não fazem contato e dão tecnologia para nós? exemplo é como lidamos em relação sobre os indígenas exemplo é a tribo que foi descoberta e fotografada em 2008 na amazônia, alguém ouviu falar de algum comitê ou órgão do governo para que fossemos la dar tecnologias para eles?”rápido! temos de ir la dar tecnologias para eles, e integrá-los a nosso mundo!”e ONGS dizem:”não devemos nos meter e temos que deixar que mantenham sua cultura” traduzindo: vocês são um zoológico natural para nós, fiquem ai primitivos, não podem perder sua cultura de serem assim primitivos e se virem para desenvolver tecnologias próprias… e nós aqui com ar condicionado, tv, celulares para comunicação rápidas, maquinas voadoras, remédios etc e no bem bom… e os caras la no mato pelados com mosquitos e alta umidade 24 horas por dia, sem nada para facilitar a vida deles e que devem morrer por doenças que são bobas hoje para nós, a verdade é de que só interessa estudar quem é mais poderoso e mais avançado que nós(claro que tem algumas poucas pessoas que gostam do tema/da area e os estudariam assim mesmo) e que esse negocio de que vai chegar o dia do “contato com a terra” não vai rolar, pois não ligam, assim como não ligamos para os índios e outras tribos “atrasados” pelo nosso mundo

  15. Ótimo texto camarada. Sou de ciências humanas (ciência política) comecei a me interessar por ufologia nos últimos tempos depois que um amigo, doutor em física, me disse que o acelerador de partículas na Europa é uma forma de criar buracos negros controláveis. Esses buracos negros nos permitiriam viajar a grandes distâncias no espaço. Na verdade, acho que seres de outros planetas se utilizam dessa tecnologia, pois vi um relato de um ex-militar da área 51 em que é dito que uma raça chega em 50 minutos de seu planeta à terra. Parabéns pelo texto. Sugiro a leitura do caso de Fortunatto Zanfretta. Um abraço.

  16. Eu não acho que são seres de outros planetas e sim nos, seres humanos vindo de um futuro onde a natureza jà não eh como nos dias atuais etc!. nesse futuro a viagem no tempo jà será possível ( já foi descoberta!). você conhece a historia de Jonh Titor?. enfim anos atras eu vi um vídeo mostrando que na segunda guerra mundial Hitler e os nazistas haviam criado naves espaciais ( sim no formado oval!) para enganar os radares inimigos e vendo esse seu interessante post eu lembrei desse detalhe jà que um dos seres fala alemão!. parabéns pelo conteúdo!.

  17. Li todos os livros.Como eu tenho certeza da existência de vidas em outros planetas,foi um deleite,pois confio na personalidade de pessoas como Berlet,Antônio Rossi,João Freitas.São pessoas de caráter,que merecem total confiança.

  18. Magnífico trabalho Philipe! Principalmente o cuidado em lembrar das outras descrições e experiências, e a semelhança entre elas. Concordo também com sua observação sobre os contatados, a maioria humilde e alguns mais esclarecidos mas aparentemente dotados de grande caráter, a firmeza de caráter parece ser o traço comum entre eles. Não tenho dúvidas sobre a existência de outras inteligências visitando nosso planeta, e o caos incontrolável que se formaria caso isso se tornasse público de uma hora para outra.

  19. chegei um pouco atrazado kk, mas gotaria de saber mais sobre O Incidente Kerney, fiquei mt interessado no minerio q eles descreveram, no caso do Arthur seria o aço solar. De onde vc tirou as fontes do O Incidente Kerney? paranbens pelo post

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