O prato mais horrível da China: Sopa de feto

O leitor Carlos Guedes me enviou um email com varias fotos e a descrição de “uma iguaria caríssima e exclusiva” que me deixou preocupado com o destino deste nosso mundo. Ok, o mundo em que vivemos cada vez mais parece com um ônibus desgovernado descendo uma ladeira de favela. Mas olha só pra isso e veja se você não sente vergonha de pertencer à mesma raça humana do cara que faz isso pra vender – e  principalmente do cara que paga caríssimo para comer isso:

EDITADO: A pedido dos leitores eu tenho que avisar que tem fotos grotescas e chocantes à frente. Pense duas vezes antes de clicar pra ver o post. 

Após adquirir o feto no mercado negro, o chef inicia os trabalhos limpando as gorduras e películas aderidas na carne.

O feto escolhido quase sempre é de menina, pois as meninas na China, sobretudo nos lugarejos mais pobres não são bem recebidas pela família. Isso explica o numero gigantesco de crianças do sexo feminino que são abandonadas em todo o país. Graças ao avanço da tecnologia, as mulheres chinesas estão descobrindo cada vez mais cedo se estão grávidas de crianças do sexo feminino. Isso resulta num numero assustador de procedimentos abortivos diversos. Não tardou para que compradores especializados em “carnes nobres” descobrissem no comércio dos fetos abortados um filão. Os chineses começaram a acreditar que como o feto humano contém um grande numero de células tronco, o consumo dessa carne humana traria grandes benefícios para a saúde. Os rumores são de pessoas se curando do câncer a homens impotentes que juram ter adquirido grande vitalidade e potência sexual.  Entretanto, para o melhor aproveitamento, o feto precisa ter uma idade específica (que o email não diz, mas julgo pelas fotos ser um feto entre cinco e seis meses). O procedimento de remoção do feto também deve ser feito com cuidado afim de não danificar a preciosa carne.

Após a triagem, o feto escolhido é misturado a ervas raras e aromáticas, além de temperos especiais, parte de uma receita secreta, que visam maximizar a energia gerada pela ingestão do neném. Carne de frango também é adicionado ao prato, para dar volume, já que o feto é muito caro e tem pouca carne. Além disso, ninguém deseja que o comensal pague caro e vá com fome para casa.

O feto é bem lavado com uma bebida alcoólica que lembra saquê. Ele fica marinando na mistura de saquê, ervas e temperos por algumas horas, para entranhar melhor o sabor.

Após esta etapa, o feto recebe uma rápida fervura e é retirado da água para a remoção do cordão umbilical, que também é comido.

Em variações desse prato, o codão umbilical surge como elemento decorativo, além da placenta, que também consta como ingrediente em algumas receitas.

O neném, a placenta, o cordão umbilical, e os pedaços de frango são então cozidos em momentos separados para que a textura deles fique bastante evidente ao paladar do comensal.

Ao fim da preparação, a sopa de feto está pronta. É importante que o neném não cozinhe demais, pois se ele desmanchar o prato perde muito do seu valor. Os comensais desejam ver claramente o bebê, com o qual costumam até brincar antes de devorá-lo.

Em algumas receitas, o neném é frito em óleo muito quente por um tempo curto, de modo que ele fique tostadinho por fora e tenro por dentro.

Enfim, basicamente foi este o email que eu recebi. Confesso que o email me chocou muito. Mas a última foto disparou um alarme na minha cabeça, porque eu já havia visto esta imagem antes.

Rapidamente, futiquei pela internet e descobri quem é este cara que está comendo o neném aí. Ele se chama Zhu Yu.

EDITADO: Caro leitor, antes de apressadamente querer me avisar que são fotos falsas desse cara, note que EU SEI DISSO. Mas note porém, que a maioria dos sites atribui duas sequências de imagens distintas a uma mesma origem. Veja a preparação do prato de Zhu:

Note que a luz é diferente, ele usa uma camisa azul, é mais gordo, a foto foi feita com flash e o bebê é completamente diferente, tanto no aspecto dimensional como na questão tonal. Até a cozinha difere entre as duas sequencias. Eu não entendo como tantas pessoas no mundo podem ser cegas a essas diferenças e pensar que todas as imagens provém da mesma fonte. Note que com isso, não estou dizendo que as da sopa são reais. Podem ser, podem não ser. Se eu pudesse afirmar isso, eu o faria, mas não posso.

Mas certamente, todas as fotos não são parte de uma mesma sequencia, como todos os sites de “investigação” na web apressadamente dizem.  Há três origens para fotos de fetos sendo cozidos neste post. A do Zhu Yu, a da sopa e uma final, que não achei origem, e que fecha o post. Dito isso, vamos continuar o texto.

O cara é um artista que chocou o mundo anos atrás com uma “obra de arte” exposta no festival de arte de Shangai em 2000, onde ele mostrava  fotos de um feto sendo preparado e comido por ele mesmo.

É fácil de entender porque algo assim causa comoção. A antropofagia é um dos maiores tabus da humanidade, e Zhu resolveu brincar com este sentimento em seu trabalho. Para fazê-lo ele não usou um feto de verdade, e sim partes de bonecas, trabalhadas para parecer um ser vivo frito. No entanto, as fotos da sopa de feto parecem bem mais reais que as duas fotos de Zhu comendo a boneca. Seriam mesmo verdade?

A resposta é que eu sinceramente, não sei.

Mas vamos nos ater a claros elementos que nos dão pistas sobre a índole de alguns chineses.

1- Alguns chineses comem cachorro. Fato.

Para um ocidental, isso soa como uma aberração, já que vemos os cães como animais de companhia e estimação. Mas lá nem sempre foi assim. E isso ocorre em lugarejos distantes. E esses lugarejos estão espalhados por toda a China.Aliás, não só pela china. Vários países orientais se alimentam de carne de cachorro. Eles comem cachorro, rato, morcego e tudo mais. Até aí, do ponto de vista de que somos também animais, é até compreensível. O problema é que eles acreditam que a dor melhora o sabor da carne. E isso abre a porta para toda sorte de crueldade que faz filme enlatado de terror parecer a “Santa Missa em seu lar”.

2- Na preparação do cachorro, eles acreditam que filhotes tem uma carne mais macia. Fato.

O açougue

3- Como a crença popular é que a dor faz o prato ficar mais saboroso, por conta disso, costumam arrancar a pele do cachorro com ele agonizando, ainda vivo e pendurado num gancho. Fato.

4- As pessoas na China gostam de comer a comida fresca. Quando eu digo comida “fresca” no padrão chinês digo uma comida que se mexe no seu prato. Duvida? Olha aqui.  Fato.

5- Os chineses não medem esforços para buscar virilidade. Por conta disso eles comem toda sorte de vermes, insetos, aracnídeos, cobras, bile de urso, pênis de jumento, baleia, tubarão, golfinho, cavalo e tudo mais que se mover, voar, nadar e rastejar. Fato

 

Este animal foi assassinado porque um chinês sentiu dor de cabeça fonte

6- Os chineses acreditam muito na sua “farmacologia tradicional”. Durante milênios os chineses estiveram na crista da onda em termos medicinais. Eles conceberam conceitos avançados que só hoje vão sendo compreendidos e aceitos pela ciência tradicional, como a Acupuntura.  Fato

Ocorre que, há milênios, uma receita que exigia pedaços de arraia era obtida por um sujeito e um barquinho. Como o mundo evoluiu e a população na China explodiu a ponto de se tornar  a maior do planeta, certas receitas antigas se tornaram riscos ambientais. O que antes era obtido com um sujeito e um barquinho, hoje é um navio fabrica usando sonares sofisticados, com redes de arrasto. Algumas receitas de “remédios” exigem coisas esdrúxulas, como a bile de certos ursos. Uma crueldade do cacete. Imagine o estrago causado por uma significativa parcela da população de mais de 1 bilhão e 200 milhões de chineses, que  recorrerem aos “remédios clássicos” sempre que sentem algum problema.

Ursos nas gaiolas onde são feitas as "ordenhas": sem espaço suficiente nem para se sentarem, eles vivem deitados

 

A medicina tradicional chinesa é uma tragédia para alguns dos animais mais bonitos do planeta. Impiedosamente caçados para que seu pênis seja usado como remédio para impotência, os tigres do sul da China estão reduzidos a trinta exemplares. Dos rinocerontes da ilha de Sumatra, cujos chifres abastecem as farmácias chinesas, restam apenas 300. Não impressiona só o massacre promovido pelo curandeirismo oriental. As fazendas de criação de ursos da China são cenário de chocante crueldade. Os animais são mantidos em cativeiro para a extração da bile, líquido produzido pelo fígado. Há 3.000 anos esse é um dos remédios mais populares da medicina oriental. Os chineses – e também seus vizinhos da Coréia, Vietnã, Japão, Malásia e Cingapura – acreditam que o líquido de cor amarelo-esverdeada, que no organismo participa do processo de digestão, tem poderes para curar dezenas de doenças, de problemas cardíacos a febre. Um método doloroso de extração da bile do animal vivo permite aos chineses manter um comércio em escala industrial. […]

É a chamada “ordenha”. Provoca tanta dor que os ursos urram e mordem as patas durante o processo. […]

Recentemente, laboratórios descobriram a existência de um ácido na bile do urso, chamado UDCA, e passaram a sintetizar a substância. Mas poucos chineses aceitam trocar o produto natural por um sucedâneo de laboratório. Não há evidências científicas da eficácia dessa medicina tradicional. O uso se deve unicamente a crendices populares e raízes culturais fincadas no curandeirismo. O tigre é visto como um animal forte e heróico, o que tornaria produtos feitos a partir de seu organismo bons para as deficiências humanas. “Na própria medicina tradicional há dezenas de substitutos para os ossos de tigre, mas a literatura, a ópera e os ditos populares chineses exaltam tanto a bravura desse animal que as pessoas preferem consumir produtos que tenham partes dele nas fórmulas”, diz a médica Huang Lixin, da Faculdade Americana de Medicina Chinesa. É uma lástima.

fonte

Como o caso dos chifres dos rinocerontes, a extinção dos tigres e a desgraça da extração de bile de ursos demonstra, a farmacologia tradicional, que está intimamente ligada à Medicina tradicional chinesa, somada com a ignorância cultural do povo, vem produzindo graves efeitos na natureza. Enquanto a China comunista estava limitada à pobreza nos anos 60 e 70, essa devastação natural vinha limitada ao poder econômico deles, que era pequeno. Quando a China começou a crescer, fazendo coisas baratas para todo o mundo, eles começaram a ganhar dinheiro. De 1980 a 2004 o produto interno bruto (PIB) da China registrou uma média de crescimento real de 9,5%, tornando-a a sexta maior economia mundial. Quando o país começou a crescer, ele passou a ter dinheiro, e com dinheiro, a devastação em nome da farmacologia cresceu de modo exponencial.

Olhando do lado de cá, fica parecendo que todo chinês é um belo dum filho da puta. Mas isso não corresponde com a realidade. Os chineses são vítimas de um sistema totalitário, que ferra com a maioria deles. A grande maioria teria a mesma reação que você e eu ao ver a horrível sopa de feto. E há muita gente que não concorda com atrocidades contra tigres, ursos, tubarões, etc por lá.
Como isso tudo começou? Foi sempre assim?

No caso do cachorro, podemos até dizer que sim. Já na dinastia de Qin (221-24 A.C) ele era usado para alimentação. O cão doméstico apareceu há 16.000 anos no Extremo Oriente, e a ideia inicial era a domesticação para o uso culinário, do mesmo jeito que fizeram com os porcos, galinhas e etc. Segundo manual médico de 1578 – “Bencao Gagmu”, o cão era descrito como alimento que fazia muito bem para os ligamentos, circulação sanguínea e a digestão.

Mas muitos animais estranhos como o morcego e insetos, passaram a entrar no cardápio posteriormente. Ocorre que ao longo dos milênios, o povo chinês passou por maus momentos em sua história. Grandes períodos de fome assolaram a China no passado. Sendo o mais famoso período de fome generalizada  a Fome de 1958 a 1961 ou Grande Fome Chinesa. Este período trágico culminou com a morte de milhões de pessoas na China. A culpa era um misto de erros políticos com ações desastradas do governo, aliados a grandes desastres naturais. Não preciso lembrar que quando o ser humano se vê numa situação de matar para comer, qualquer coisa se torna comida.

Mas será que os chineses chegariam ao ponto de comer gente?

Embora emocionalmente eu prefira descartar essa possibilidade preferindo pensar nela apenas como uma estranha e questionável “obra de arte” de Zhu Yu, racionalmente sei que existem muitos rumores de que a sopa de feto realmente exista.

Quando o ser humano recorre a antropofagia, seja ritualística como os povos distantes da oceania praticavam até o século XIX, ou como os índios tupinambás brasileiros, que comiam os inimigos para obter sua força e coragem, ou ainda como os sobreviventes do desastre aéreo nos andes precisaram recorrer para não morrer de fome, nós compreendemos, afinal são questões culturais e extremas.

Mas na China, os rumores de que pessoas estão comendo gente por simples prazer vem se avolumando.

Um indicador disso é o livro The Seven Surrows of China, que diz com todas as letras que lá se come feto de gente.

O livro descreve como as políticas de controle populacional como a lei que obriga o filho único produziram deformações sociais como a naturalização do aborto. De fato, o aborto na china tornou-se um procedimento corriqueiro como ir a um dentista. Uma solução simples para um problema igualmente simples.

O livro é extremamente bizarro quando trata das bizarrices de uma nação mega-bizarra:

“Novas manifestações macabras dessa mentalidade aborto inconsequente incluem a recente abertura de cinco restaurantes na região de X, que começou a servir a sopa fetal, pelo preço de 4000 yuans (aproximadamente U$ 400) uma tigela!

Recentes publicações médicas têm elogiado a saúde excepcional e benefícios para o consumidor de “restos fetais” (este jargão lhes permite esquecer o que este bebê é realmente um ser humano não nascido). Portanto, os empresários locais aproveitaram a oportunidade para distribuir esta nova descoberta no campo da saúde para os poucos escolhidos que podiam pagar o preço.

É tão grotesco e escandaloso o comércio da sopa fetal que o Governo encerrou os sites de publicidade dos restaurantes, com medo de que eles iriam escandalizar a reputação da República Popular da China para países e investidores de fora.

Eu que achava que a maior bizarrice de lá era comer cachorro, fiquei pasmo ao saber que eles comem bebês. Mas tão louco quanto isso, foi a descoberta das “esposas fantasmas”. O livro explica:

 Esta é a prática de fornecer o cadáver de uma mulher para ser enterrado com um homem morto, de modo que o homem, até então solteiro, possa ter companhia na “próxima vida”. Dessa forma, distribuidores de corpos de mulheres descobriram que os homens estavam dispostos a pagar muito mais para um corpo “jovem” de uma mulher. Assim, o assassinato de meninas, adolescentes e mulheres jovens de localidades pobres e distantes seguiu para preencher a nova demanda das esposas fantasmas fresquinhas.

 

Será?

Será?


Eu não sei se o livro está mentindo ou se a realidade é tão horrenda assim. O que eu sei é que de fato, há uma lei sobre ter filhos por lá.

Um certificado de permissão é necessário para que um casal possa ter um bebê em um hospital chinês. É o governo que diz quantos filhos você pode ter – e quando!

Na cidade, os casais são limitados a uma criança. Nas regiões agrícolas de uma família, se o primeiro filho for uma menina, às vezes pode ser permitido ao casal uma nova tentativa para um menino como um segundo filho, porque os chineses acreditam que um filho “macho” faça falta nos afazeres de uma fazenda. Mas mesmo neste caso, o governo irá controlar quando eles podem tentar o menino. Isso se dá geralmente com um intervalo compulsório de cinco anos após o primeiro filho.

O governo também usa a pressão psicológica para manter a política, que varia de região para região. Dessa forma, um casal deve ir para o hospital com o seu certificado de autorização para poder receber o seu filho. Se eles chegam ao hospital sem o certificado de permissão, os funcionários do hospital fazem contato com a polícia populacional.

Segundo o livro, neste momento, é a polícia que irá decidir, com base nas circunstâncias da família e a história do casal, qual deverá ser o destino da família. No pior dos casos, a criança vai ser injetada com veneno na própria maternidade, o casal vai ser multado e dependendo das circunstâncias e local, eles podem ter a sua casa incendiada. Ocorre também a possibilidade de demissão.

Mas esse é o pior dos casos. Nem sempre é assim. O mais corriqueiro é que a criança não receba o reconhecimento oficial de que ela existe. Sem o “Cartão de Segurança Social Chinês”,  a criança não é tecnicamente uma cidadã, não podendo ir à escola ou participar de qualquer direito de um cidadão. Isso praticamente conduz este indivíduo a uma potencial escravidão em fabricas e indústrias que pagam somas miseráveis aos pais.

Não é raro que bebês acabem sendo abandonados à própria sorte, indo parar numa das mais vergonhosas e ultrajantes “soluções finais” para o problema infantil. Os quartos da morte:

Ao que parece, a sopa de feto pode revelar que os quartos da morte são apenas uma das múltiplas facetas de um genocídio silencioso. Não posso confirmar e nem negar que algumas pessoas estejam comendo fetos na China. Só posso lamentar que talvez isso ocorra e usar este espaço para mostrar essa realidade aos demais. Investigando para o post, me deparei com uma imagem assombrosa que mostra o que parece ser fetos humanos cozinhando num panelão:


fonte, fonte, fonte, fonte

 

EDITADO - Eu ainda estou investigando a origem as fotos da sopa. Essa foto acima não consegui descobrir de onde ela veio. Supostamente ela não pertence a uma série. Ela é possivelmente apenas uma foto do “ponto de venda” de corpos para serem usado em culinária bizarra. Se você olhar com atenção, verá inclusive uma tag hospitalar no pulso da criança, indicação que o mercado negro de corpos está comendo solto.

Eu já consegui uma pista sobre as fotos da sopa. Ao que parece, elas provém de uma matéria jornalística de um cara chamado Juan Treminio, que foi visitar uma familia de canibais na china. O cozinheiro chefe pessoal de um dos canibais chineses informou ao jornalista que desde 2002, havia preparado cerca de 60-70 bebês para o anfitrião.

Observei que embora a concha seja metalica na foto do jantar e a mesa de vidro seja aparentemente a mesma, a aparência da sopa de feto parece ligeiramente diferente nessa imagem e na que mostra o feto escurecido pelo cozimento:

Outro detalhe que me chamou a atenção é a decoração do vasilhame, que não aparece na foto do jantar canibal em familia. Mas talvez seja causado pelo flash. Ou era uma foto obtida em outro dia, portanto, fora da sequencia da sopa de feto.

Os caras tomaram sopa de placenta e serviram o jornalista, que foi documentando tudo em fotos. Aqui está a foto da placenta e a caixinha (é vendido por cerca de U$ 10 por lá:

Nas fotos de Treminio, eu pude ver que fizeram edições grosseiras numa das imagens que mostra o feto. (isso explica o embaçado que um leitor me perguntou) Aparentemente tentaram apagar o buraco feito com a faca para extrair o sangue do bebê. A receita detalhada por Treminio também difere da que recebi no email.As fotos de Treminio (embora reduzidas para a web) estão muito mais nítidas, indicando que são de uma geração inferior as fotos que circulam no email. Isso é um indicio de que ele pode realmente ser o autor das fotos.

Há também esta foto que não mostra o bebê, mas é parte da sequencia original que circula no email:

Vamos continuar cavucando para descobrir se isso é um hoax bem feito ou não.

fonte

179 Comentários

  1. Hugo 17 de agosto de 2011
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  107. Alice Lima 16 de maio de 2014
  108. Sergio Brito 23 de maio de 2014
  109. Dausther Lorencini 30 de maio de 2014
  110. Dausther Lorencini 30 de maio de 2014
  111. ana 3 de junho de 2014
  112. Fabrício Bill 9 de junho de 2014
    • Philipe 9 de junho de 2014
  113. Sonia Rodrigues 26 de junho de 2014
  114. Bruno Marinho 26 de junho de 2014
  115. Marcio Correa 2 de julho de 2014
  116. Hal Po 31 de julho de 2014
  117. Hal Po 31 de julho de 2014
  118. Fernando Moura 17 de agosto de 2014
  119. Rodrigo Pimentel 30 de setembro de 2014
  120. Rodrigo Pimentel 30 de setembro de 2014
  121. Junim Förster 9 de outubro de 2014
  122. Marcio Correa 29 de outubro de 2014
  123. Suelen 1 de novembro de 2014


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