O maior cachorro quente do mundo
O maior acchorro quente do mundo media nada menos que 60metros de comprimento. Ele foi feito em 2006, no Japão, pela Shizuoka Meat Producers da cidade de Shizuoka. O treco foi exibido como uma curiosidade bizarra durante um evento comemorativo dos 50 anos da All-Japan Bread Association
Após as medidas e fotos comprobatórias do recorde, o podrão gigantesco foi cortado e dividido entre os participantes. A origem do termo cachorro quente (hot-dog) é controversa e divide especialistas em história culinária. A mais conhecida é a de um açogueiro de Frankfurt, na Alemanha. Nessa época, as salsichas eram fritas.Em 1852, ele resolveu batizar as salsichas que fabricava com o nome de seu cachorro bassê. A origem do termo “cachorro-quente” deu-se nos EUA. Foi inventado por Harry Stevens, que era o responsável pelos alimentos vendidos em um estádio. Era abril e fazia muito frio na época. Nesse estádio eles comercializavam apenas refrigerantes e sorvetes. Próximo a um dia de jogo, e novamente fazendo muito frio, Stevens teve a idéia de vender salsichas quentes ao invés de sorvetes. Mandou seus empregados comprarem salsichas do tipo dachshund e pães, que, de início, deveriam servir de proteção para não queimar as mãos (A mesma idéia do alemão Anton Feuchtwanger citado acima). A idéia era colocar seus empregados vendendo salsichas quentes com mostarda em seus carrinhos (Até então, carrinhos de sorteve, depois adaptados para levar agua quente). Escreveu nos carrinhos: “Get your dachshund sausages while they are red hot!” (“Compre suas salsichas dachshund enquanto elas estão quentes [e] vermelhas!”) e encomendou um desenho a um cartunista, Tad Dorgan. Era um desenho de um cão da raça dachshund (por ser também o nome da salsicha vendida) dentro de um pão. Embaixo deveria estar escrito “Hot dachshund (“Dachshund quente”). Morgan, o cartunista, não lembrava exatamente como se escrevia aquele complicado nome de cão, só sabia que tratava-se de uma raça de cães que era o nome das salsichas… Ele trocou, então, o “Dachshund” por “Dog”, ficando “Hot dog” A maioria, novamente, comeu os pães junto com as salsichas. Nasceu aí o Hot dog. A partir de 1945, depois da segunda guerra mundial, quando o Brasil passou a sofrer grande influência da cultura americana, o cachorro-quente conquistou definitivamente seu espaço aqui. No Brasil o Cachorro quente sofreu diversas transformações, reduzindo seu conceito base de pão com salsicha e mostarda para algo como uma plataforma base onde tudo que você puder imaginar é colocado em cima. De feijão a ovo de codorna, passando por milho, queijos diversos, salada e até macarrão! Hoje milhares de brasileiros comem isso no almoço, jantar ou naquele lanchinho após a balada. Na irreverência do Brasileiro, o Hot Dog ganhou outro nome, mais adequeado às condições sanitárias em que é comercializado nos grandes centros urbanos: “Podrão”. O “podrão” carioca é paralelo (embora não-relacionado) ao fenômeno dos danger dogs que surgiram no México em pontos de fronteira com os EUA alguns anos antes e se popularizaram como opção barata de refeição influenciada pela culinária dos EUA. O danger dog mexicano é feito com fatias de bacon e tiras de cebola enroladas na salsicha, junto com um molho chili (picante). Em Tijuana, existe ainda o dog dog ou Tijuana bacon dog, variedade em que a salsicha é grelhada. O hábito de consumo da guloseima já cruzou a fronteira dos EUA e hoje é popular em cidades do sul da Califónia, como Los Angeles. Na costa leste dos EUA, existe a variedade batizada como New Jersey breakfast dog, com salsicha frita em óleo e servida com ovos mexidos.
Modalidade Olímpica do mergulho ornamental no podrão com “tudo que tem direito” A moda dos “Podrões” começou no Bairro boêmio da Lapa, no Centro do Rio de Janeiro. Hoje é uma das melhores opções para os freqüentadores reporem suas energias após as agitadas noites de Sexta-Feira. Um dos “Podrões” símbolos da cidade do Rio é o vendido na barraca intitulada: “Tio da Larica”, num apelido auto-explicativo de seu público-alvo. Todo o vasto acompanhamento é servido por self-service como convém aos fabricantes de podrões. Não existe ainda um ranking dos podrões da cidade do Rio, mas não demora, aparece por aí. GUMP!
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o scooby faria a festa aí não ?
aqui em Manaus o povo chama de Kikão
[...] Maior cachorro quente do mundo – Mundo Gump [...]
Caraca! É realmente gigantesco…
Eu não aguento comer nem um sequer hehehe
Em natal as vendas de sanduíche em carrinhos é chamado de sebosão, eu particulamente gosto de chamar jesus-me-chama
No RN a gente chama de sebosão.
Onde moro a gente não chama pois ele nunca responde…
nooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
coisa
aqui em sampa chamamos de comeu morreu,iced dog,ou pelo costumero jesus me chama!!!
cara acho vc muito legau
hahahahaha qui doideira
q grande mais cade o pão
gente eu amo cachorro quente mais se eu não guento come nem um inteiro comer esse eu
eu taria competindo com uma baleia
valeu gente
o que o ketchup falou para o outro?
é nois nas fritas