O dia em que eu quase morri no motel

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Tem tempo que eu não conto nenhuma dessas coisas da minha vida. Hoje eu estava lá no twitter e acabei conversando com o @e_d_e_n sobre zona do baixo meretrício.
Olha, não adianta tampar o sol com a peneira e se fazer de santo que você sabe bem do que eu estou falando. Estou falando de Zona. Puteiro, diversão ou Relax. As casas de diversões adultas, a casa da luz vermelha.
Curiosamente, eu nunca fui num puteiro na vida. Ora, Isso não é nenhuma vergonha, uma vez que eu também nunca havia tomado cachaça na vida até o Porto Cai na Rede acontecer. E minha mulher nunca mascou um chiclete em todos os dias de sua existência. Ou seja, querendo ou não, sempre tem alguma coisa em que a gente é virgem.

Eu, como todas as pessoas que não sabem o que é uma casa da luz vermelha, sempre imaginei que o lugar fosse aquele tipo de local com uma decoração meio decadente, estilo anos 40/50. Com mulheres maravilhosas e sensuais vestindo apenas langeries e plumas, se projetando lânguidas sobre as mesas de seus clientes, homens de porte, sérios, fumando charuto, bebendo conhaque e vestindo pesadas casacas escuras.
Esta idéia do que era uma zona terminou no dia em que meu irmão foi numa e me contou como era. O local era famoso como “rua da lama”, na cidade do interior na qual crescemos.
Hoje, dado a passagem inexorável do tempo, já não me lembro com a riqueza de detalhes que deveria lembrar da descrição do local. Mas o que ele contou foi um balde de água fria na zona de teledramaturgia Global que até então eu idealizava.

A zona da rua da lama era um lugar caindo aos pedaços, com uma escrota luz vermelha na entrada. O lugar ficava lá nos confins de uma rua que quando chovia, fazia completo jus ao seu nome. A rua começava nas proximidades da rodoviária, perto do rio que cortava a cidade e se estendia para grotões suspeitos e lugares que a mente humana não consegue conceber. Lá dentro, em meio a um ruído estourado de caixa de som velha, tocava um “funk melody” e sob as poucas luzes coloridas que piscavam na “pista”, que na verdade era um microscópico espaço aberto entre as mesas carcomidas, estavam se requebrando seres tão horrendos que fariam o Clive Backer ter pesadelos.

Meu primo (que não falarei o nome, mas que todos da minha família imediatamente saberão que é o Diogo, já que ele era o inseparável companheiro de farra do André) estava com ele neste dia. Eles disseram que foram na zona para “zoar”. Ora, eu nunca me imaginei indo numa zona “zoar” mas sim para dar uns amassos nas putas ultra-gatas das novelas e minisséries. Mas foi o que eles disseram. O lugar estava cheio de putas gordas e pelancudas. Para se ter uma idéia do naipe do local, a garota mais gata lá era magra como um esqueleto, careca como um fugitivo da FEBEM e ostentava uma desprivilegiada dentição em tom gema de ovo no qual faltavam um goleiro e dois atacantes.

Essa piranha mais gata de todas tinha um famoso piercing no umbigo que foi a única coisa do qual o Diogo teve coragem de se aproximar… E beijar. (patrocínio saquinhos de vômito Gump) Obviamente devo ressaltar que meu primo e meu irmão deviam estar em avançado estado de adulteração de combustível com álcool anidro para terem a coragem de depositar a boca naquele umbigo encardido.
Uma das coisas que mais me causou espanto foi a descrição que eles deram do copo da zona. Inicialmente eles pensaram que se tratava de um copo de vidro jateado, mas após alguns goles na cerveja choca e cara, descobriram que o copo estava apenas ensebado.

Ah, nada como uma viagem antropológica nas zonas do baixo meretrício de cidade pequena… É como um safari em que a morte lhe espreita a qualquer momento.

Eu já estava entregue a devaneios quando o Eden comentou que seria legal ilustrar um post assim com fotos. Então fiquei imaginando que tipo de problema poderia acontecer numa zona caso algum aventureiro lançasse mão de uma maquina fotográfica ou celular que tira fotos naquele ambiente.
Imagino que o tamanho do fusuê seja inversamente proporcional ao tamanho da cidade, já que em cidades pequenas, todo mundo se conhece e qualquer coisinha se torna motivo para grandes escândalos.
O fato é que isso me lembrou que quando eu era mais novo, naquela fase entre um adolescente e um adulto, havia na cidade um programa de radio com o curioso nome de “Sapeca Iaiá”.
O Sapeca Iaiá passava na rádio, na parte de manhã, logo cedo e era um programa muito bem bolado para desgraçar a vida das pessoas.
Imagine você que o Sapeca Iaiá contava quem tentou o suicídio, quem morreu, quem matou e por que. Ele contava podres que todo mundo queria esconder e para piorar, o pessoal dizia que o “Sapeca” colocava olheiros escondidos perto das entradas dos motéis, para divulgar queme stava indo com quem nos motéis. Eles chegavam a contar as placas dos carros.

Pessoalmente, eu nunca ouvi o Sapeca Iaiá contar as placas de carro que entravam nos 2 motéis da cidade, mas nunca duvidei de que eles pudessem realmente chegar neste ponto. O Sapeca começou como uma espécie de boletim criminal, mas que rapidamente evoluiu para uma espécie de coluna social podre da cidade. Então a galera comentava coisas do sapeca, que como era muito cedo, eu nunca sabia se era verdade ou não.
Mas naquele tempo em que eu estava começando a descobrir o sexo, motéis e tudo mais, o medo do “sapeca Iaiá” era foda.
O pior de tudo era que a minha namorada na época tinha uma tia idosa, que adorava ouvir a porra do sapeca Iaiá. Estava traçada a desgraceira que facilmente poderia se abater sobre a minha pessoa.

Na primeira vez que eu fui ao motel na vida, traçamos um plano que mais parecia uma operação de guerra. A operação envolveu uma peruca pra ela e uma bela grana pra mim. Ocorre que com medo de ser reconhecida e ficar “falada” na cidade, ela me obrigou a ir numa outra cidade, pegar um taxi lá e ir de táxi da outra cidade para o motel. Nem era tão distante, mas isso somado a peruca e óculos escuros dava um quê de emoção na parada.

Por minha insistência ela aceitou levar uma garrafa de Contini, um tipo de martini vagabundo de segunda linha que havia naquele tempo. A garota costumava ter uma certa dificuldade de relaxar e a bebida dava uma ajudada nessas horas. Ela colocou a garrafa na bolsa e tampamos na perna para a cidade vizinha.
Viajar para uma outra cidade só pra voltar de lá pra onde saímos era estranho, mas nada se comparou ao jeito como falamos com o “seu Mazinho”.
Nunca mais me esqueci do seu Mazinho, o homem que tinha um dente tão bizarro naquela boca que aquilo ficou registrado para sempre na minha memória. Descrever o seu Mazinho era fácil. Pegue o zeca pagodinho, misture com o Agepê e com o Latino, bata no liquidificador, envelheça 100 anos e coloque um dente inteiriço na arcada inferior da boca do cara e teremos o seu Mazinho.

Agora coloque na cena um carro tão velho que testemunhou a criação do jardim do Éden e teremos a fubica vagabunda, amarrada com arames e com coisas penduradas ao redor do vidro que nos levou ao motel Free Love, o templo do amor e da paixão.
Ocorre que a vergonha nos impediu de dizer ao seu Mazinho que queríamos ir ao motel. Nós apenas nos limitamos a dizer a cidade de onde tínhamos saído. O seu Mazinho crente que ia nos levar pra lá, quando veio chegando a porta do motel eu disse entre dentes e suando frio:
-Entra ali, moço.

Seu mazinho olhou de modo obsceno pelo espelho retrovisor. A menina envergonhada olhou fixamente pelo vidro do carro para o lado de fora, fazendo que como se não fosse com ela. Tipo: “tive um AVC e estou toda paralizada. E surda.”

Seu Mazinho sorriu maliciosamente, com aquela cara de tarado bem-passado.
Balançou a cabeça positivamente e virou o volante com tamanho desespero que eu achei que a peça ia sair na mão dele.

Entramos no motel e a atendente atendeu o interfone. Foi um suplício para falar que eu queria um quarto bom, pois a acustica do porteiro eletrônico era péssima e o seu Mazinho tinha que gritar tudo que a moça sussurava do outro lado. Nisso a meina do meu lado ainda congelada em carbonith, olhando fixamente agora para uma parede de chapisco.
Eu para não fazer feio, paguei logo a suíte presidencial de vinte e cinco reais! (uma fortuna na época) Era um quarto enorme, que tinha banheira de hidromassagem, algo que me obrigou a quase um curso prático de bombeiro hidráulico para fazer funcionar. Além disso tinha sauna, e filminho pornô. U-huuu!
Pagamos o seu Mazinho que me chamou de lado, fez um sinal que minha mente não captou com a mão e sussurrou:
-Quer que eu volte que hora, campeão?

Aquilo me doeu. Ele podia ter falar o que quisesse, mas o “campeão” no fim daquela frase fez com que eu me sentisse um merda completo. Sabe aquele tipo de gente que quanto mais elogia mais você se sente um merda? Tudo que eu queria era apertar um botão para que o seu Mazinho sumisse da minha frente. Eu fiquei com raiva porque eu sabia que o Mazinho estava desconfiado que alguém ali era virgem. Por instantes tive medo que Mazinho fosse um espião do Sapeca Iaiá.

Ele ficou ali, esperando eu dizer a que horas ia acabar. “Acabar?” como assim acabar? É tipo um restaurante que voicê entra come e sai? Cinema tem hora para acabar mas o sexo? Sexo com uma pessoa que a gente gosta deveria ser eterno. Então eu disse a ele para me dar o cartão com o telefone do ponto e a gente chamaria ele.
Mazinho me passou um cartão tão velho e carcomido que mal dava para entender os múmeros. Então partiu, para nosso alívio.

Entramos no quarto e ela tirou aquela peruca ridícula.
Sabe como são as coisas… Nós mal chegamos, abrimos a garrafa de Contine e mandamos ver no goró. Em seguida, com os parafusos mais soltos, não deu outra. Bateu um tesão feladaputa e começamos a arrancar as roupas feito dois pitados. Arranquei as calças dela, ela tirou minha cueca, jogou meus sapatos longe. E já partimos com tudo para os finalmente, sem nem ao menos desfrutar de toda aquela imensidão de tecnologia que se resumia ao controle digital da Tv e da sauna e o radinho que tocava Julio Iglesias no console da cama.
Ela tinha uma espécie de paranóia de alguém do motel ouvir os gritos e gemidos e então fui obrigado a aumentar o volume do canal “bíblico”, algo que na minha cabeça nunca fez muito sentido, afinal isso só fazia produzir mais e mais altos sons dos gemidos naquele quarto. Mas tem mulher que tem dessas coisas.

Os momentos de amor ficaram para a história mas o que mais me marcou naquele dia foi a porra da sauna. Eis que após o sexo e cheia de Contine na cabeça, a garota dormiu. Eu fiquei vendo o filminho de sacanagem até que a cena atracou num fuque-fique que não acabava mais. Eu estava ficabdo de saco cheio e resolvi fazer uma sauna para me preparar para a segunda rodada.

Fui peladão, lépido e faceiro para a sauna. Liguei a maquininha no máximo e fechei a porta de vidro.
Quando a coisa começou a esquentar muito, eu resolvi sair para tomar a ducha. Mas cadê que a porta abria?
A porta travou, mané.
No início era só uma preocupação. Até achei engraçado. Mas com o passar do tempo, comecei a sentir um cagaço leve e foi se tornando um cagação.

Eu comecei a ficar preocupado. Era o meu sapato, um mocassim que havia agarrado sob a porta de vidro da sauna, de tal modo que a maldita não abria. Pra opiorar eu havia colocado a sauna no maximo e o calor estava de matar.
A minha pulseira começou a queimar. O anel começou a queimar, o relógio queimava como brasa. Eu estava ficando tonto. Comecei a gritar e ela desmaiado na na cama. Senti vontade de vomitar todo o Contini e tive vontade de matar o capeta desgraçado que inventou aquela bebida doce.
Eu gritava, pedia socorro e nada. A tevê estava no máximo e eu mesmo só ouvia os gemidos da cena de sacanagem lá fora.

Sério mesmo que eu pensei que ia morrer logo na minha primeira vez num motel. Comecei a dar ombradas na porta na intenção de abrir, mas cada batida que eu dava, a maldição do mocassim enfiava mais e mais sob a porta e ela ficava mais e mais emperrada. Pra piorar, o vidro estava quente como brasa e chegou numa hora que simplesmente eu já não tinha forças para me mexer. O ar estava faltando e eu comecei a ver tudo meio sem foco.

Eu me sentei no tablado de madeira e comecei a me despedir da vida. Eu já podia ver a manchete do sapeca iaiá. Já podia imaginar a tia dela ouvindo os nomes e a descrição da cena tragicômica que resultou numa morte de um moleque magro e nu numa sauna. Eu imaginei as minhas fotos com partes pudendas a mostra no jornal municipal e a vergonha generalizada que me acompanharia ainda por três ou quatro encarnações.
Foi aí que fui salvo pela pura sorte. Ela acordou do porre e veio me procurar. Acho que por pouco ali e eu teria ido dessa para melhor naquela sauna. Após alguma luta com meu sapato, ela conseguiu arrancá-lo da soleira da porta e abriu a sauna. Eu me joguei lá de dentro sobre a cama e acho que apaguei por uns dois minutos.

Quando voltei a dar sinal, ela estava desesperada, com o olhão arregalado olhando pra mim.
Só nos restou dar uma arrumada no visual e ligar para o seu Mazinho nos levar de volta à civilização. Levou mais de um ano para termos coragem de voltar ao motel novamente. E quando voltamos, eu bati o carro no motel. Mas isso é uma outra história.

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77 comentários em “O dia em que eu quase morri no motel”

  1. HUahuauhhauhauahu

    vc às vezes consegue se superar… mas tudo bem, foi a primeira vez.
    Só não entendi até hj o pq de sauna no motel. Ainda prefiro a boa hidro 🙂

  2. Bwahahahahaha

    Motel rende mesmo histórias absurdas e antológicas… Eu também já bati o carro, e o pior: bati na entrada e o carro tinha acabado de chegar da oficina, onde eu mandara pra uma repintura… Como disse um amigo meu: “Fodi o carro na entrada e acabei nem fodendo…”

    Sobre o lance da zona, aqui em Belzonte, essa zona aí, com mesa e mulher dançando, um troço misto com bar, é chamada de “Scoth bar”. Zona, zona mesmo, é um prédio de salas, onde cada sala é o quarto de uma… “madame”, que geralmente fica nua (ou semi) se exibindo na porta ou dentro do quarto, com a porta devidamente aberta…

  3. Caramba, ri alto aqui!!! kakakaska
    Eu tenho tanta neura de lugares fechados que cheguei a sentir aqui a agonia que vc sentiu!
    Ainda bem que o porre dela passou rápido!
    kakakaka

  4. Cara, eu fiquei até paralisado e sem fôlego quando li que seu primo beijou uma puta. Nossa! pensei que fosse na boca, mas foi no umbigo ou no piercing (que ptovavelmente também estava infetado, apesar de ser de aço inox, etc…).
    Regra número 1 do frequentador de zona: jamais, jamais beijar na boca, porque as meninas (ou eventualmente os travecos) o que mais fazem é boqui-love pros clientes.
    Aqui em São Paulo boate, zona de beira de estrada, casa de massagem e sauna (gay ou mista) é tudo putaria mesmo. Até que às vezes tem umas meninas bonitas, basta perceberem que o cara tem grana já estão no colo, parece que tem até radar.
    As mais feias e velhas podem ser encontradas nas praças. Mas não tem garantia de nada – infetadas e arrombadaças geral.

  5. nossa, só li o primeiro parágrafo e ja vim comentar, tamanho o meu choque: sua mulher nunca mascou chiclete?! como assim!?!?!?

    bom, eu nunca comi bacon na vida, mas ainda assim, nunca ter mascado chiclete é bizarro!! huahuahuahua

  6. Nossa, eu leio esse blog a muito tempo, mas essa a primeira vez que comento. Ri demais. Mas uma coisa me intrigou:

    Sua esposa não sente ciúmes desse tipo de história?

    Eu não sou possessiva ciumenta e nem do tipo que acha que as pessoas não têm passado. Mas sentiria aquela “espetadinha na espinha” lendo isso. Hehe

    Abraço da sua fã que se manifesta pela primeira vez o/

    • Ysa, todo mundo tem passado. E o passado é o que já passou. O importante é o agora, o momento atual, e nele eu estou com ela. Então eu acho que ela não sente ciúmes, mas se sente, também não demonstra.

  7. Wow Philipe! suas histórias são sempre surpreendentes! kkkkkkkk morri de ri, vc se superou dessa vez cara meus parasbéns, fikou muito engraçado,ah e sinto muito por vc…^^ pelo menoz vc sobreviveu e se tornou o melhor contador de histórias do mundo^^

    Até logo 😎

    • uhahuahua é verdade, quero encontrar o philipe um dia num ponto de onibus e ouvir ele falar essas historias..

      deviam fazer um filme disso talvez, tipo o cara contando as historias da vida dele e tal.. dai era só dar um nome mais gringo pra ficar bonito.. sei lá, tipo forest gump talvez 😀

  8. Caro Philipe, desde que conheci seu blog por acaso, no ano passado, me deleito com suas (des)venturas.
    Embora seja a primeira vez que comento, suas histórias são realmente hilariantes, que às vezes me vejo rindo sozinho só de lembrar.
    Nesse em particular, assim como em outros “causos” descritos no blog, a juventude nos relembra o temor da descoberta e as besteiras que fazemos para tentar “fazer certo”.
    Cara, sei que rir da desgraça alheia é ruim, mas eu não aguento, só de ler suas histórias começo a me desfazer de rir. Pelo que você conta, considero você um herói.
    Um abração e parabéns belo excelente blog!

  9. Gente… Morrer talvez não fosse uma má alternativa para se livrar desse mico! E parabéns pela coragem de ligar para o seu Mazinho… Eu, particularmente, iria embora à pé!!!

  10. engraçado demais este conto…nunca fui num motel..dá pra acreditar?um dia eu ia com uma antiga namorada,mas estava tão bebado que dormi no taxi aí voltamos pra casa…

  11. Eu já fui em um motel, não pra trepar (Queria eu que fosse!), mas pra fazer serviço de manutenção em computadores, ganhei uma grana boa e nem fodi.

    Mas também me diverti com o que eu escutava, parecia que o pessoal tava sobindo pelas paredes! :lol2:

  12. O melhor, sem dúvida, foi a ironia da internet.

    Eis que eu estou lendo, chega na parte que vocês tiram a roupa e aparece um link em cima da palavra roupa. Por curiosidade, passei em cima e aparece a foto de um moleque de uns 8 anos. Lendo um conto de um motel + estranha ironia da internet = Michael Jackson. hahahahahahhh

    Tens que contar agora a história do carro!

  13. hahahaha voce esqueceu de contar que nao estavamos sozinhos nesse dia que fomos na zona, de fato a ideia original foram dos párra ( ums gemeos muito locos amigos nossos )e o mais legal foram eles rirem da cara do meu primo que nao vou mencionar o nome que beijou a puta ( foi o pircing mas ja e algo ) HAHAHAHAHAHA, mas ela nao era tao ruim assim como vc descreveu nao, se nao me engano ela tinha umas porpurinas nos bracos… mas foi muito trash, valeu por umas boas rizadas hahaha.

  14. Putz, eu já deixei o carro trancado com a chave DENTRO em um motel… era o carro da minha mãe, e ela nem suspeitava que eu tinha ido lá… naquele dia eu tive que dar uma de McGyver para arrombar a porta do carro…

    Bela história, Philippe! Suas histórias são sensacionais!

  15. Ri muito alto!!!

    Que desventura a sua …Pensei que eu fosse a única a pagar mico em motel…No meu caso não foi com sauna , mas sim com a Hidro que estava tão quente que baixou minha pressão…Sai da msm, cai desmaiada e o bofe estava desesperado me sacudindo aos gritos quando voltei…rssssssss
    Depois dessa , mesmo a transa tendo sido fantástica , o homem morre de medo de ir cmg ao motel!KKKKK

    Valeu!
    Continue nos presenteando com suas histórias.

  16. Cara, essas suas histórias contadas aqui são reais?
    Como vc consegue? VC é campeão em “enrascadas”!!
    nossa..
    muito boa historia..
    Ah! depois disto, teve segundo Hound com a mina!?

    • É tudo real sim. Eu sou bom em me meter em roubadas, hehehe. Eu namorei a menina por um tempo, mas não durou muito. Na semana seguinte que nós terminamos eu conheci a Nivea e tô casado até hoje.

  17. HAhaahaah Eu já fui a motel 3 vezes. Nas três, coisas toscas aconteceram

    1) A garota tomava remédio (uma porcaria chamada sibutramina q até já foi tirada do mercado) e no meio dos “trabalhos” ela começava a cantarolar. Sem brincadeira, no segundo seguinte o rádio tocava a música!

    2) A menina desmaiou no chuveiro, pq ouviu uma mulher gritando louca no quarto do lado 0_0 .

    3) Liguei felizão a hidro. Só que só virei uma torneira. Quando encheu, tínhamos uma banheira de água em ebulição. Não dava pra entrar e nem esperar esfriar. Tive que desmontar meu guarda-chuva e com ele abrir o ralo pra esvaziar um pouco daquele caldeirão do Zeca Urubu.

    Até hj estou protelando pra ir de novo, apesar das insistências!

    E detalhe: todas as vezes cheguei a pé! LOL

  18. Cara, eu também bati o carro no motel na primeira vez, quando tava manobrando pra ir embora. O problema é explicar depois pra família onde e como bateu….kkkk

  19. Heheheeeee… as pessoas pensam q coisas bizarras só acontecem com si mesmas, mas ao entrar nesse blog, vemos como todo mundo é igual!

    mas como ela nunca mascou chiclete????

  20. É uma extensão do mozilla em que se pode inspecionar o elemento da pagina web. Por exemplo, com isso daria pra eu criar um blog exatamente igual ao teu apenas examinando o código fonte.

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