O cartão negro – Parte 3

Paulo fez uma expressão estranha.

Clovis também continuava sem entender o que o amigo disse.

-Quer dizer então que você achou o cartão no cemitério? E o site falava do cara que morreu?

Paulo explicou pela quarta vez toda a história ao amigo. O cartão misterioso, o site preto, o primeiro nome e a morte do empresário de cinema Stanslay Sardenberg Goldman. Contou sobre o outro nome, que agora estampava a noticia de sua morte num jornal trazido pelo vento.

-Mas tava no mesmo site cara?

-Tava.

-Cara, tem certeza que é o mesmo endereço?

-Tenho, pô.

-Não pode ser, Paulo. Tipo como que o site ia saber que os caras iam morrer, meu?

-Não sei, ué.Mas que é estranho, é.

-Pode ser só uma coincidência também, né?

-Será?

-Meu, o tal do cara de cinema, o nome dele aparece no fim de tudo que é filme. Você tem essa mania de passar o dia todo vendo filme até dormir. Vai ver que você viu o nome do cara no filme, a sua mente te pregou uma peça. Você achou que viu no tal site e quando leu da morte dele, montou esse enredo pirado aí. Só pode ser isso, meu.

Paulo ficou pensativo. Olhava o vento açoitando as árvores da praça. os pingos começaram a cair.

-Bora que começou a chuva.

Os dois saíram correndo bem na hora que desabou um enorme aguaceiro do céu.

Já no elevador, Malucão dizia a Paulo para tentar controlar a raiva.

-Cara pelo menos esse lance do morto aí deu uma distraída, né? Agora, se liga no que eu vou te dizer, cara: O Cardoso vai te atentar, meu. Tu tem que segurar. Segura firme.

-Aquele filho da puta. Não posso nem pensar no nome dele, cara.

-Pois é. Mas pensa comigo: Tu já se tocou que se de fato ele ficar numa boa com os homens que mandam ele pode ser promovido lá pra matriz?

-Hã?

-Isso mesmo, meu brother. Se ele roubou aquele teu trabalho e apresentou como estava, neguinho vai ficar iguala  pinto no lixo lá na cúpula. Certamente que vão promover o cara, e consequentemente, ele vai deixar a gente em paz.

-Ah! Caralho! Aleluia! Deus te ouça, Malucão. – Disse Paulo fazendo sinal de rezar com as mãos.

O elevador chegou eles foram direto para suas respectivas baias. Ao passarem pela recepcionista do andar, Malucão fez um sinal que indicava basicamente “cadê o chefe”. A moça tirou o telefone do ouvido, tampou o fone com a mão e sussurrou algo incompreensível, apontando com a caneta pro fim do corredor. Ambos entenderam que Cardoso estava na sala dele, em reunião com alguém da diretoria.

Cada um foi pra sua baia.

Algumas horas depois, Paulo estava redigindo um contrato quando Malucão surgiu na porta com um bloco de papel e lápis na mão.

-Aqui… O site que você falou. Qual era mesmo?

-www.azrael6174.com

-Ah, valeu. – Disse ele anotando. Depois saiu.

Paulo continuou por mais uma meia hora concentrado no que estava fazendo quando malucão voltou.

-Véio, a porra do site é só uma tela preta. Eu vi o código. Não tem nada.

-Cara, eu sei o que eu vi.

-Isso é estranho. Mas… Se é como você diz, só você que viu, né?

-Até agora sim. Por que?

-Hummm. Sei lá. Só uma suposição. E se… – Malucão olhou em volta, como se escolhesse com cuidado cada palavra. – …Talvez o site não tenha nada mesmo?

-Mas tinha, cara. Eu vi.

-Exato, cara. Eu sei que você viu e disso eu não duvido. Agora há uma diferença entre você ver e a coisa estar no site. Quem, é que garante que o site não gerou algum tipo de efeito em você, abrindo um chackra, expandindo sua consciência num nível cósmico, ampliando sua mediunidade, talvez. Quem sabe você não previu quem ia morrer. Isso é diferente do site mostrar as pessoas. O que você acha? Viajei muito?

-… – Paulo estava mudo. Aquilo era estranho e parecia mais um roteiro de filme de terror de quinta categoria mas era inegável que havia uma cadeia logica na argumentação do amigo.

-Se é assim como você diz, suponho então que só eu devo ver os nomes, certo?

-Se eu estiver certo, é isso aí! – Disse Malucão.

-Cara então o que nós vamos fazer é o seguinte. Vamos lá pra casa hoje de noite. A gente liga o computador, faz uma vigília lá. Ficamos os dois dando reload. Tem que aparecer um nome, porra. Se aparecer pra mim e você não ver, então é isso.

-Show. Eu levo a cerveja! -Disse Malucão, levantando e voltando para sua baia.

Quando o expediente encerrou, os dois saíram direto para o apartamento de Paulo. No meio do caminho, Paulo passou numa loja de decoração do shopping. Comprou um sofá novo. Os homens entregariam no dia seguinte. Paulo pediu o cartão da loja e passou numa loja de conveniência com o amigo, onde comeram um sanduba e compraram umas garrafinhas de cerveja.  Novamente, Paulo pediu o cartão da loja.

Chegando em casa, os dois ligaram o computador. Tela preta.

Na primeira hora, tela preta. Na segunda hora, tela preta. Na terceira e quarta, tela preta. Clovis começou a se sentir enjoado.

-Porra cara, acho que foi o sanduba lá. Bem que eu achei que o ovo cozido tava meio verde.

-Cara, se for vomitar, vá lá no banheiro, belê?

-Puts, meu. Acho que eu vou. Tá russa a situação aqui. Dor de cabeça…

-Ih, Malucão. É fígado, hein?

Malucão saiu correndo como uma bala. Paulo escutou o inconfundível som do amigo chamando o Raul. Ficou ali, dando reload seguidamente naquela tela preta.

Minutos depois, o amigo voltou. Parecia pálido.

-E aí?

-Cara, eu tô mal… Vou pra casa. Amanhã a gente tenta. Até agora só deu tela preta.

-Tá safo, meu.  -Disse Paulo, levando Clóvis até a porta.

Paulo também estava cansado. Já era tarde da noite e nem sinal de um nome naquele site.

Foi tomar um banho. Estava decidido a dormir na própria cama pela primeira vez naquela semana.

Nem ligou a tv do quarto. Bateu na cama, desmaiou.

Ele sonhou com Michelle. No sonho, ela voltava pra ele e eles eram felizes. Paulo pedia a moça em casamento.

Michelle abraçava Paulo, feliz. Então ele a inclinava para um beijo apaixonado. Após o beijo ela estava sem os olhos. Sangue escuro vertia das órbitas. Paulo deu um grito de terror. Ao olhar em volta, estava na rua. O céu vermelho com nuvens passando depressa. A rua desconhecida. As pessoas sem olhos passavam por ele. Ele estava sozinho. E então, no fim da rua vinha o homem de cavanhaque branco. Ele vinha na direção de Paulo, decidido.

Ele anda pelas ruas em câmera lenta. Pessoas sem os olhos. Sua mãe no caixão fala alguma coisa incompreensível. Ela também está sem os olhos. Ele acorda com um grito.

-Nãããããão!

Está suado e ofegante. Sente ainda muito medo. Calafrios.

Paulo levanta e vai no banheiro urinar. Sente muita sede. Pensa que são os efeitos das cervejas do Malucão.

Ele vai até a cozinha beber água. No caminho, viu uma luz difusa iluminando o escritório. Percebeu que havia esquecido o computador ligado.

Paulo se aproximou para desligar e viu que a luz era produto de mais um nome escrito na tela. Paulo deu um pulo. Pegou o bloco e anotou o novo nome.

“Reginaldo de Castro Carvalho Lopes”.

Em seguida o nome sumiu. A tela voltou a ficar preta.

Um arrepio horrível percorreu a espinha de Paulo. Ele pegou o celular e ligou para Clóvis.

O telefone chamou, chamou e não atendeu.

-Puta que pariu, desgraçado, atende essa merda.  – Paulo estava nervoso. Precisava contar ao amigo que aconteceu novamente.

Mas Clóvis Malucão não atendia.

Paulo Sentou no sofá com o bloco na mão. Ele olhou o nome. Leu e releu aquele nome diversas vezes.Ele sabia que se a teoria deles estivesse certa, aquele homem corria perigo, onde quer que estivesse. Era alguém prestes a morrer.Pegou a lista telefônica. Procurou, mas não havia nada.

Paulo começou a procurar o nome no Google. Mas não havia resultados úteis. A sensação de urgência crescia dentro dele. Uma ansiedade sem limites. Foi quando achou uma referência ao nome num artigo de jornal de dois anos antes. Paulo leu o artigo, que dizia respeito a festa de casamento do empresário da construção civil Reginaldo de Castro Carvalho Lopes.

Era o cara. Só podia ser. Paulo continuou pesquisando, fuçando, fuçando… Até que encontrou a construtora. Era a “Carvalho Lopes Engenharia”.

Pegou o numero no site. Ligou. O telefone chamou, chamou… Nada.Ele ligou para o outro numero que havia no site. Chamou até cair numa secretária eletrônica. Desesperado, Paulo resolveu falar com a máquina:

-Olha, meu nome é Paulo. Eu… Bem…Eu queria avisar ao dono da construtora,o senhor Reginaldo de Castro que ele corre perigo. Pra ele não sair de casa, que alguma coisa ruim vai acontecer com ele. Eu sei. Ele ta correndo risco de vida. É muito importante que ele… – Paulo se tocou da mensagem ridícula que estava deixando. Resolveu desligar.

Ele ficou olhando o telefone e o nome do cara. Tornou a ligar.

-Oi, sou eu de novo. Olha, eu sei que o meu recado aí parece estranho. Mas é verdade, Olha, eu não sou maluco não. Eu tô falando sério. – E desligou.

Depois de desligar o telefone Paulo ficou pensando que nada faz uma pessoa parecer tão maluca quanto dizer que não é maluca. Certamente que iriam ignorar.

Tentou ligar novamente para Malucão. Mas Clóvis não atendia.

Ficou olhando as luzes da cidade a noite. Olhava pela janela. O recado havia ajudado a diminuir a ansiedade.  Fumou um cigarro.

Paulo estava com medo de voltar a dormir. As pessoas sem os olhos o aterrorizavam. O homem de terno. A mãe no caixão falando aquelas coisas incompreensíveis. Era assustador.

Paulo Colocou uma roupa, pegou a jaqueta de couro e saiu pela cidade. Foi até o parque. Ali ele viu o dia amanhecer. Fazia frio.

Ainda estava cedo quando ele entrou na Padaria para tomar um café.Comprou o jornal na banca. Olhou com cuidado em busca de qualquer notícia do dono da Carvalho Lopes Engenharia. Mas não havia nada.

Terminou o café e foi trabalhar. Foi andando, para fazer um exercício.

Ao passar pelo estacionamento, Paulo notou uma movimentação estranha atrás e uma Kombi, nos fundos a empresa. Ele foi até lá. Chegando no local, ele viu Cardoso, tentando agarrar a moça do café à força. Ela chorava.

-Vem cá sua puta. Anda, me beija, vadia.

-Sei seu desgraçado. Me larga seu puto! – A mulher gritava.

Cardoso começou a espancar a moça. Paulo não aguentou ver aquilo calado. Correu na direção dos dois.

-Larga ela!

Tentou acertar um murro no Cardoso, mas o gordão foi ágil. Esquivou-se do golpe. Largou a moça.

-Que foi, seu pau no cu? Quer apanhar seu merda? -Bradou o gordão.

-Vem aqui que eu vou te ensinar uma coisa, viadinho. – Disse o gordão fazendo sinal com a mão.

Paulo perdeu as estribeiras. Avançou sobre o gordão com fúria. Mas tomou logo de cara um soco no meio da fuça. Cardoso era muito forte. Paulo sentiu o chão subir. Não entendeu nada quando se viu caído no asfalto. Cardoso ria.

Paulo tentou se levantar. Cardoso desferiu um belo chute na barriga dele. Paulo sentiu uma dor horrível. Caiu para trás com o impacto e quase rolou. Tudo rodava. Viu a moça correndo ao longe.

-Esse aqui é pra você aprender a não se meter onde não deve.

Cardoso ainda deu mais dois chutes nele.

-É um merdinha mesmo. Levanta, vagabundo. Vai trabalhar pra valer a fortuna que a firma te paga.

-Desgraçado. Você me paga… Ungh!

Cardoso deu as costas e foi embora.

Paulo sentiu o gosto metálico do de sangue na boca. Estava exausto. Parecia que um trator o tinha atropelado.

Levantou com muita dificuldade. Cambaleou até a empresa. Jogou-se na baia e ficou tetando se recuperar da surra.

Horas depois, Paulo contava para Malucão o incidente no estacionamento.

-Mas que filho da puta, hein?

-Pelo menos a menina escapou. -Disse Paulo a Malucão no almoço.

-Quer dizer que ele te chutou no chão? Balofo covarde de uma figa. E aí? Tá doendo muito?

-Um pouco. Tá dolorido.

-Será que não quebrou a costela, hein?

-Acho que não. O chute pegou na barriga. Mas vai ficar roxo.

-Cara, mudando de assunto, ontem eu vomitei até o intestino meu. Que sanduíche de ovo do diabo!

-Nunca mais como lá.

-Nem eu.

-Porra tu ficou fora do ar mesmo. Eu te liguei direto ontem de madruga cara.

-Por que? O que foi?

-Aconteceu de novo.

-O nome?

-É.

-E aí? O que deu?

-Aqui, eu anotei. É o dono de uma construtora.

-O site disse isso?

-Não, né? Zé mané! Eu pesquisei, pô.

-Ah, tá safo. Pensei que o site estava ficando mais elucidativo.

-Escreveu este nome aqui, olha:  Reginaldo de Castro Carvalho Lopes

-E ele morreu de que?

-Aí que tá. Até agora não achei notícia da morte dele.

-Hummm. Será que o site furou?

-Pode ser.

-Se é isso, vamos mudar a teoria. Se o site furou, é sinal que o sistema de previsão dos mortos é falível, cara. E se…

-O que?

-Alguém está colocando os nomes no site? E se é alguém que está matando essas pessoas, cara?

-Será, meu?

-Por que não?

-Cara quando a gente voltar pra empresa, vamos dar uma vasculhada na rede pra saber se o tal Reginaldo “abotoou o paletó”. Se ele não morreu, é isso. – Disse Paulo animado.

-Garçom, pode trazer a conta e um cartãozinho aqui do estabelecimento pro meu amigo, por favor? – Gritou Clóvis.

Minutos depois os dois fuçam nos obituários do jornal. Vasculham a internet em busca de informações. Não há nada sobre a morte de Reginaldo de Castro Carvalho Lopes.

– O cara pode ter morrido recentemente e sua morte não foi divulgada. Oque que você acha?

-Sei lá. Tô meio descrente, véi. Conta o caso de novo aí. Como foi você viu este nome?

-O nome já tava na tela. Eu fui beber água e vi pela luz do monitor. Eu tinha esquecido de desligar o PC.

-Cara será que você não errou na hora de anotar? Tava de noite, a gente tinha tomado uns gorós… Quem sabe estamos procurando o morto errado?

-Não cara. Eu tenho certeza. O nome é esse. Ele apagou rápido, mas eu anotei.

Malucão riu.

-Cara, na boa? Eu não tô levando muita fé não. Tipo, você está passando por um estresse grande, cara. O Cardoso enchendo o saco, a morte da sua mãe, a Michelle… O trabalho da sua vida que o balofo te roubou, cara…

-Ah, não fode, Malucão. Eu tenho certeza, cara.

-Cara, eu sou teu amigo… Me escuta. Eu sei do que eu tô falando, cara. É muita pressão, meu. Sua mente tá te confundindo, Paulo.

-Mas você viu o site, porra.

-Vi o que, Paulo? Um site preto? O que isso prova, cara? Eu só vi uma tela preta, nada mais. Tudo que eu sei é o que você me conta, cara. E tudo que eu soube foi que você viu, mas eu só soube depois que os nomes apareciam nos noticiários, cara. Sua mente pode estar te pregando uma peça, brother. Tipo, até agora o único caso em que você disse que alguém vai morrer antes de aparecer a notícia é esse aí… E ele não está em nenhum obituário, Paulo. Vai dizer que isso não é suspeito? Seja racional!

-Hummm. Não quer acreditar, não acredita. Foda-se. Eu sei o que eu vi, cara. Eu não tô maluco. -Disse Paulo, levantand0-se com expressão de dor.

Malucão foi embora da baia sem dizer nada. Paulo ficou puto pela desconfiança do amigo.

“Racionalidade o escambau!”, pensava.

No fim do expediente, o jovem olhou novamente os obituários. Não havia notícias da morte.

Paulo foi pra casa. Chegou na porta do prédio, viu que havia o sofá na portaria. Os homens da loja tinham entregue. Paulo e o porteiro subiram com o móvel. Instalaram o sofá na sala. O Porteiro desceu com o sofá velho. Paulo pulou no sofá. Era realmente confortável. Cheirando a novo.

Paulo ficou ali, deitando, olhando pro teto, pensando no sofá novo e nas mudanças que iria fazer no apartamento.

Nisso, tocou a campainha. Paulo pensou que era Malucão. Abriu a porta e viu ao lado, na porta, um homem magro, de terno antiquado. Careca como o Kojack. Ele fumava um cigarro.

Paulo pensou que era alguém da loja.

-Pois não?

-Seu Paulo?

-Sim senhor.

Meu nome é Farias. Inspetor Farias, da Polícia Civil. Como vai? – Disse, mostrando um distintivo.

Paulo petrificou.

-Posso entrar, seu Paulo?

-…

-E então? Posso entrar?

-Claro, mas antes, pode me dar o seu cartão?

CONTINUA A QUALQUER MOMENTO

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14 comentários em “O cartão negro – Parte 3”

  1. ta mt boa a história ja tava sentindo falta aqui no MG…
    cara que cartão sinistro heim meu.. e o site maluco eu vi o site cara bolei .. agora se meu nome aparece naquele site eu vo ficar igual o cara do “premonição” eu to achando qeu aquele cartãozinho é o da morte brother, mas esse inspetor ai mudou totalmente o rumo das minhas suspeitas, sei que a bola da vez é “Reginaldo de Castro Carvalho Lopes”!!!! ehhe 😀

  2. “Continua a qualquer momento”
    FFFUUUU
    Não aguento mais esperar pra ver o desfecho final disso!
    O texto te deixa com cada vez mais vontade de ver o que vai acontecer em seguida, muito bem desenvolvido.

    *Aguardando ansiosamente*

  3. cara
    philipe vc é o maximo
    vc é 10 cara
    vc fez o site mesmo
    o azrael6174.com com o nome reginaldo de castro carvalho lopes
    vc é 10 cara
    e o suas historias mais ainda
    mas esse negocio de continua a qualquer momento judia hein?

  4. ahhhhhhh!!!!

    eu quero saber o final logo!!!

    Philipe sempre leio seus contos, vc escreve muito bem, parabéns! Vc tem muita criatividade… muitos dos seus contos dariam excelentes roteiros d filmes….

    alias aconteceu um negocio meio doido…. vc viu q vai sair um filme no cinema (ou já saiu, sei lá, não to acompanhando)q um casal recebe um caixa e apertar o botão vai matar alguem em algum lugar do mundo?
    Eu lembro q a um tempo vc escreveu um conto exatamente sobre isso! que doido né???

  5. Meu caro

    Sigo as suas narrativas com o maior dos interesses aqui em Portugal.

    Sempre achei os Brasileiros um pouco perguicosos ;] , mas voce deve ser a excepção que confirma a regra.

  6. Gump, cara, você é foda.
    Te acompanho desde o blog antigo, e indico seu site pra todo mundo.Você escreve demais cara!
    Quero ser você quando crescer…haha…
    Agora você vem com esse conto deathnotefellings, gente, eu pirei…
    Beijão pra você, e pra super nivea =)

    Você ganhou uma super mega blaster fã! 😀 😆 :lol2: :love:

  7. Muito bom!

    Posso pedir só uma coisa?!
    … Dá pra postar logo a continuação?…

    Estou muito anciosa! =)

    Muito interessante seus posts, tanto as histórias que cria, como as que aconteceram com vc, como é azarado (desculpa e franqueza)!

    Deveria mesmo escrever uma biografia, se já a tem, por favor me passa, acabou de ganhar mais uma fã! 😛

    Aguardo anciosamente para o próximo episódio.
    Até mais…

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