Mistérios em pedra

No post de hoje, resolvi falar de pedras. Já falei aqui sobre pedras estranhas, coloridas e com formas e propriedades bem loucas. Mas há um tipo de pedra do qual certamente ainda não falei aqui e se falei, devo estar ficando gagá, pois não me lembro (também, quase 5000 posts! Se lembrasse de tudo, eu seria um robô)…

Não estou aqui defendendo essa ou aquela crença e você deve se sentir livre para duvidar de uma ou até de todas essas pedras misteriosas. Há, de fato, alguns mistérios envolvendo certas pedras, que perduraram por décadas, até serem finalmente compreendidos pela ciência.

Pedras que andam?

Um bom caso que mostra isso é o das pedras misteriosas que andam:

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O mistério dessas pedras que pareciam ter vida própria e vagavam a esmo pelo deserto, deixando marcas de seu deslocamento atrás de si, durou décadas. Descobriu-se depois de exaustivas pesquisas, que as pedras realmente se mexiam sozinhas, passeando pelo deserto, após “escorregarem” numa finíssima camada de água que se depositava ali, apesar de que o fenômeno se dá num dos lugares mais secos do mundo, O vale da Morte, nos EUA. O lugar é tão seco e inóspito que a Nasa testa seus robôs lá. O lance é que essas pedras estão sempre se mexendo num local chamado Racetrack Playa. Ali, sob certas condições climáticas, forma-se uma lâmina fina de água, e as pedras, após serem atingidas por fortíssimos ventos, se deslocam escorregando nessa lama. Como você pode imaginar, esses “rastros” do passeio das pedras podem levar décadas e até seculos para se desenharem.

Embora o caso das pedras que andam tenha sido explicado pela ciência, há um conjunto de outras pedras que parece desafiar o nosso conhecimento. Essas pedras surgiram e produziram uma grande comoção, na medida em que se fossem realmente um achado arqueológico, elas estariam colocando nosso conhecimento histórico como um solene erro…

As misteriosas Pedras de Ica

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Pessoas com dinossauros gravados em pedras pré-históricas. Como pode?

Olhando a imagem acima, ficam poucas duvidas que quem gravou este desenho nesta pedra escura já tinha visto um dinossauro! No desenho há com inegável precisão um dinossauro, que parece um tiranossauro ou similar tentando agarrar uma figura humana. É um belo trabalho de arte, sem dúvida, mas o problema é que essas pedras são um suposto registro arqueológico criado na época em que ninguém sabia que dinossauros existiram. Não fica absolutamente nenhuma duvida que as criaturas gravadas nas pedras são dinossauros e não lagartos ou outros animais estilizados. Basta olhar para algumas das pedras (o conjunto contém centenas delas, algumas ate mostrando os procedimentos de cirurgias cardíacas)

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Essas pedras curiosas foram encontradas em uma caverna próxima de Ica, no Peru. Logo, elas se tornaram muito populares, graças ao empenho com o que o Dr.  Javier Cabrera Darquea as divulgou. Javier é um médico peruano que recebeu estas pedras como um presente de aniversário e imediatamente percebeu se tratar de algo incomum.

A pedra que deu início a coleção de Javier foi dada a ele por um amigo, em seu 42º aniversário em 1966. Para ele, era só um peso de papel, mas logo Javier estava sentado em sua mesa olhando para a pedra e analisando o desenho, que lhe pareceu extremamente similar a uma ave mitológica. Por ter interesse na pré-história peruana, Cabrera começou a colecioná-las. A coleção de Cabrera floresceu, atingindo mais de 10.000 pedras na década de 1970.

Ele então publicou um livro sobre o assunto, “A Mensagem das Pedras Gravadas de Ica“, discutindo suas teorias sobre as origens e o significado das pedras.

Embora a coleção de Cabrera seja a maior do mundo hoje, outras coleções também existem ou existiram. Estas incluem a coleção do Museu Naval de Callao, há várias pedras que residem no Museu Regional de Ica e várias outras pedras similares encontram-se no Museu Aeronáutico do Peru.

Veja não existe nenhum problema substancial para a ciência se essas pedras fossem reais. A ciência em diversas situações tomou caminhos errados e os corrigiu. Este é o modo como a ciência funciona. Errando e corrigindo os erros, assim, partindo da premissa de que essas pedras eram de fato um retrato da coexistência de seres humanos primitivos com criaturas sobreviventes da extinção, ou seres que evoluíram após a grande extinção das espécies da Terra, hão haveria rigorosamente problema algum, e até seria o fato de se comemorar. %name Mistérios em pedra

Mas há um problema fundamental com relação a isso que é a falta de ossadas. As pedras mostram diversas espécies de dinossauros, e saurópodes, alguns ate comendo gente, mas não existem esqueletos para comprovar. Isso é algo que coloca a história das pedras em xeque. Mas há outros meandros:

Cabrera estava disposto a  tudo para juntar o máximo possível de pedras misteriosas para sua coleção e para isso, foi atrás da rota feita pela pedra que ganhou de aniversário. Foi assim que ele chegou a Basílio Uschuya, um fazendeiro local. Ele alegou que havia descobertos as pedras na tal caverna.

Logo que as pedras ganharam notoriedade, a polícia bateu na porta de Uschuya, já que vender objetos arqueológicos no Peru é crime.  Pego “com as calças na mão”, Uschuya assumiu que não era revendedor de tesouros arqueológicos, mas sim um artesão-falsário. Talvez seja verdade, ou talvez, como muitos acreditam, ele tenha inventado isso para escabar da cadeia certa. O fato é que o fazendeiro disse à polícia que ele mesmo as fez). Anos depois, Uschuya retratou-se durante uma entrevista a um jornalista alemão, dizendo que “havia afirmado que eram uma farsa para evitar a prisão por venda de artefatos arqueológicos”.

As pedras de Ica alcançaram um grande interesse popular quando Cabrera abandonou sua carreira médica e abriu um museu para expôr vários milhares destas pedras em 1996. Nesse mesmo ano, um documentário da BBC foi lançado com uma análise cética das pedras, e a atenção renovada ao fenômeno levou as autoridades peruanas a prender Uschuya, por venda de descobertas arqueológicas. Uschuya voltou a desmentir sua afirmação de que as havia encontrado e admitiu que eram fraudes, dizendo: “Fazer essas pedras é mais fácil do que cultivar a terra.”

Ele também disse que não tinha feito todas as pedras. Uschuya não foi punido, e continuou a vender pedras semelhantes aos turistas como lembranças. As pedras continuaram a ser feitas e esculpidas por outros artistas, como falsificações das falsificações originais. Ao que parece, embora essas pedras estejam em diversos museus e coleções privadas, o consenso é que elas são falsas; Neil Steede, um arqueólogo, investigou o mistério e acabou por concluir que eram inscrições recentes. As rochas tinham uma pátina – causada pela idade – mas as inscrições tinham superfícies limpas, indicando que eram novas.

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Em 1998 outro estudo feito por Vicente Paris, concluiu que as pedras de Ica eram fraudes. Ele mostrou imagens de vestígios de tintas e até abrasivos modernos, e disse que a superfície áspera das inscrições não condiz com as áreas adjacentes das pedras, que mostram o polimento natural sofrido ao longo dos séculos. Não obstante, como a maioria das pedras foram encontradas em rios ou outros lugares ao ar livre, e não em túmulos antigos, a nitidez das gravuras deveria estar substancialmente comprometida. Paris concluiu que, embora seja impossível dizer se todas as pedras são fraudes, pelo menos as investigações não conseguiram provar que são qualquer coisa além de representações modernas.

Embora o caso pareça realmente um simples caso de falsificação, temos que ter em mente o fato de que só uma das coleções dessas pedras compreende mais de ONZE MIL PEDRAS gravadas. Será que um fazendeiro com uma broca de dentista daria conta? Me intriga a ideia de que esculpir em 11.000 pedras seja mais fácil que cultivar a terra como ele alegou. Temos que somar a isso o fato de que o sujeito da fazenda deveria ser muito inteligente para saber representar com precisão o que parece ser um transplante cardíaco.


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Dinossauros na América?

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A América do norte foi lar de diversos tipos de dinossauros ( e por isso os museus de arqueologia lá são tão legais). O que parece bastante curioso é que algumas pedras, como este petróglifo feito por índios antigos, parece retratar dinossauros. Como isso é possível? Também não sei, mas se for o caso, eu acho que isso teria ligação direta com outro fenômeno curioso, não gravado ou desenhado na pedra, mas esculpido no barro:

As figuras de Acámbaro também mostram humanos interagindo com dinossauros.

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Em 1944 Waldemar Julsrud, comerciante de ferragens de origem alemã, descendo a cavalo o mais baixo declive da montanha de El Toro, deparou-se com uma parte de um objeto cerâmico enterrado parcialmente na terra.

Felizmente aquele homem não era um ignorante. Pelo contrário! Julsrud possuía uma das maiores e mais valiosas e extensas coleções de cerâmica Chupicuaro em existência, com várias centenas de peças. Tinha, também, noções de arqueologia e imediatamente percebeu que essas peças eram diferentes de tudo que já havia visto.

Ele Imediatamente ordenou a escavação da área e em pouco tempo sua casa estava abarrotada de peças estranhas como esta acima.

As estátuas escavadas variavam de 2 cm a 1,8 metro de comprimento. Alguma destas mostravam estranhas criaturas em associação ativa com humanos – geralmente os devorando (mordendo). Aproximadamente 10% destas criaturas se assemelhavam a dinossauros e foram encontradas em grupos de 20 a 30 peças.

Waldemar Julsrud lotou completamente sua mansão de doze cômodos com a coleção de mais de 33.500 peças. Entre as diversas encontradas estavam ídolos, instrumentos musicais como flautas, curiosas máscaras, ferramentas e utensílios que indicavam conexões culturais com egípcios e sumerianos, assim como estatuetas esculpidas em barro em diversas cores e humanos que pareciam ser provenientes de diferentes povos: asiáticos, africanos, caucasianos barbados, esquimós, mongóis, como também de criaturas monstruosas, misturas curiosas de humanos com animais, e muitas outras até hoje inexplicáveis.

Posteriormente aspectos considerados erroneamente representados nas esculturas, como por exemplo os serrilhados das costas, mostraram-se corretos com a descoberta recentes de impressões fósseis da pele dos dinossauros, fato desconhecido na época das descobertas. Relatos de observadores da escavação indicam que havia crescimento de raízes antigas por entre as peças, fatos que contribuíram para que a coleção gigantesca de artefatos fosse legitimada como sendo realmente antiga e legítima. Mas é claro que muita gente não concorda com isso. Muitas das peças tinham fraturas que indicavam ser recentes. Poderiam ter se partido nas escavações, é claro. Mas alguns pesquisadores discordam. Dizem que as peças estavam em um estado “bom demais para ser verdade”, e se tivessem a data sugerida, deveriam estar muito mais desgastadas pelo tempo – fato com o qual eu concordo integralmente.

Mas então como isso é possível? Ao que parece, alguns investigadores que duvidam da veracidade dessas esculturas sugeriram que o rico Waldemar Julsrud foi engrupido pelos seus empregados, que vendo o interesse do patrão em lhes comprar as peças “desenterradas”, começaram rapidamente a empregar pessoas para criar peças, envelhecê-las e apresentar para ele como sendo do lote descoberto. Em odo caso, para gerar mais de 33.000 fraudes, deve ter sido preciso um exército de artesãos bem familiarizados com os processos de envelhecimento de cerâmica ao ponto de enganar um experiente colecionador.

Também intrigante é esta outra pedra que mostra a incrível impressão da pata de um dinossauro e uma pegada que parece humana. Como é possível isso?

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Pareidolia? Falsificação? Como interpretar esse registro misterioso na pedra?

 

De volta à questão do dinossauro do Petróglifo, ele foi encontrado aqui. 

O lance é que as coisas podem não ser como parecem ser. Aqui está uma foto da pedra sem nenhum tratamento. Ainda podemos ver o dino lá.

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O petróglifo está no alto, cerca de 3 metros numa parede vertical de um penhasco, e é uma área de difícil acesso, por isso é bem difícil de chegar perto dele. Assim, esse desenho na rocha tem sido estudado por fotografias (telefoto).

A ciência não pode dizer se o índio que pintou isso realmente viu um dinossauro mesmo, mas sabemos pela arqueologia que realmente houve saurópodes nas proximidades de Utah e eles deixaram marcas, como pegadas e fósseis. Mas não há indício algum de um dinossauro ter sobrevivido para ser visto por humanos.

A opinião do Dr. Phil Senter, professor de biologia em Fayetteville State University of North Carolina, e um especialista em dinossauros é que o desenho PARECE um dinossauro, mas é outra coisa.
Veja na esquerda o que as pessoas comuns enxergam e na direita a interpretação dele da imagem:

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Em sua análise, Phil Senter sugere que o “saurópode” é composto por duas representações de uma cobra  (talvez feitas em momentos diferentes ) e as “pernas do dinossauro” são, na verdade, lama ou coloração mineral. O artigo de Senter está disponível aqui.
Assim, o dinossauro seria um caso simples de pareidolia.

No entanto, será que podemos creditar também à pareidolia a outra pedra intrigante que é a pedra do disco voador?

A pedra do disco voador

O mundo esta repleto de mistérios intrigantes e alguns deles estão representados nas pedras. Um bem curioso é o que mostra o que parece ser um disco voador gravado na pedra. Há diversas pedras de discos voadores, na verdade, e essa é só uma delas. Uma bem curiosa.

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Parece uma nave tradicional, soltando raios na parte de baixo. Esse tipo de nave, segundo muitos céticos, seria produto da má interpretação de um erro do jornalista de jornal, que ao entrevistar o piloto Kenneth Arnold, que havia visto UFOS sobre o Monte Rainier, disse que eles se moviam como discos saltando sobre um lago. Assim, o jornalista entendeu que a forma do que o piloto tinha visto, era discóide e surgia o termo “pires voador” que em português virou disco voador. Para os céticos, a profusão de observações de discos voadores começa logo após a manchete ganhar o noticiário, o que seria uma boa evidência de que discos voadores são um fenômeno da Psicologia de massa. Porém, registros antigos em pedra, como este, caso estejam realmente representando discos voadores, demolem completamente estas alegações.  Até porque, parece de cara um contra-senso que um artigo de jornal publicado nos EUA chamando a nave de pires possa afetar a interpretação dos fatos de um agricultor analfabeto no interior do Brasil. E os relatos de naves discóides por pessoas do campo são muitos, inclusive alguns relatando ocupantes.

Mas voltando à pedra do disco, ela pode ser vista em El Fuerte de Samaipata.  Um sítio arqueológico nas montanhas centrais da Bolívia.

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Claro que temos que levar em consideração que o que interpretamos da pedra pode não ser exatamente o que o artesão primitivo tentou retratar.  Será este o caso dessa pedra intrigante?  Seja como for, igualmente estranha e misteriosa é a próxima pedra de nossa lista:

 

 

A pedra bizarra de Illinois

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Se tem um artefato que podemos dizer com certeza que é esquisito pra chuchu é este aí. O que será que esse treco estranho significa?

Essa estranha pedra com uma figura humanoide gravada, com a cabeça completamente diferente do que se esperaria numa cabeça de gente, peitinhos e um “triangulinho do prazer”, segurando o que parece ser uma toalhinha, e com uma figura do sol dum lado e da lua do outro foi achada junto com um tesouro numa caverna que pode ser um túmulo supostamente pertencente a Alexandre o Grande.

A caverna fica em Illinois, onde muitos objetos foram encontrados. Seria mesmo o túmulo perdido de Alexandre, o Grande? Há relatórios de vídeo que podem ser encontrados aqui  , bem como a página Illinois Caves no Facebook .

As centenas de artefatos antigos estão sendo exibidas ao público. Há uma série de vídeos que podem ser encontrados na página da Illinois Caves  no Facebook com muitas fotografias. As cavernas foram descobertas na primavera de 1925, quando um residente local, Orville Lowery, de Hickory Hill, no canto sudeste de Marion County Illinois, estava trabalhando com suas duas filhas removendo pedras e restos de uma área designada para ser o jardim da família. Aí eles acharam o tesouro.

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Além da pedra misteriosa existem placas de ouro com inscrições desconhecidas. A figura parece um sol ou algo assim, iluminando (ou abduzindo) animais.

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Algumas peças do misterioso tesouro

Alien Artifacts From the Lost Tomb of Alexander the Great? from The Living Light Network on Vimeo.

Uma coisa curiosa desse tesouro é que ele é composto por pedaços valiosos de outros tesouros de diversos lugares do mundo. Há coisa egípcias, núbias e de diferentes lugares da Ásia. No minimo intrigante.

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Como este tesouro fabuloso foi parar nos Estados Unidos, ninguém sabe dizer. A pesquisa ainda esta em curso…

 

O Davi esta querendo brincar. Assim, o post continua amanhã. 

 

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7 comentários em “Mistérios em pedra”

  1. Se esculpisse DUAS pedras por dia todos os dias , o que já é bastante, levaria pelo menos SETE anos para fazer . Há que se comprovar essa capacidade, habilidade e disponibilidade desse camarada! Haja saco!

  2. Sobre as pedras que andam, se os ventos sao tao fortes a ponto de poderem mover as pedras, muitas das quais são grandes e pesadas, mesmo sabendo que ficam sobre finas camadas de agua e/ou gelo, como podem tais ventos não conseguirem apagar os rastros na areia deixados pelas pedras?

    • Outra questão pra se perguntar é que várias pedras apresentam rastros que vão em diferentes direções. Se o movimento fosse causado pelo vento as pedras não deveriam se mover em uma única direção?

      Tá parecendo o lance da filmagem da ida do homem à Lua, em que os astronautas tem sombras que tem direções diferentes.

      Até me mostrarem um vídeo de um experimento feito em laboratório que reproduza fielmente esse fenômeno das pedras ambulantes eu me mantenho cético a explicação da “fina camada de água”.

  3. Nas pedras de Icá parece mais um ser meio pássaro do que uma pessoa nos desenhos. E as 2 últimas matérias lembra a teoria dos Deuses virem do espaço (pode não ter nada a ver).

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