Mistério intrigante: Sapos dentro de pedras

Segundo a Wikipedia, um geodo é o seguinte:

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Quando encontrado na natureza, o geodo parece uma simples pedra arredondada. Mas ela é oca e ao ser cortada com uma serra de diamante, ou partida com uma marretada, ela revela uma linda formação de cristais em seu interior:

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%name Mistério intrigante: Sapos dentro de pedras Os geodes ou geodos (do grego, geoides, terroso) são formações rochosas que ocorrem em rochas vulcânicas e ocasionalmente em rochas sedimentares. São essencialmente cavidades que se formam nas rochas, apresentando-se revestidas por formações cristalinas, muitas vezes apresentando a forma de faixas concêntricas. O exterior dos geodes mais comuns é geralmente constituído por calcário, enquanto que o interior contém cristais de quartzo e/ou depósitos de calcedônia. Outros geodes apresentam-se completamente preenchidos com cristais, apresentando-se como uma massa sólida, e tomam o nome de nódulos.

Os geodes podem formar-se em qualquer cavidade enterrada. Estas cavidades são geralmente bolhas de gás no interior de rochas ígneas, bolsas sob as raízes de árvores, vesículas em lava após uma erupção vulcânica ou mesmo tocas de animais. Com o tempo, a parede externa da cavidade endurece, e os silicatos e carbonatos dissolvidos depositam-se na superfície interior; o fornecimento lento de constituintes minerais pelas águas subterrâneas ou por soluções hidrotermais, permite a formação de cristais no interior da câmara oca. Ao longo de milhões de anos após a sua formação, o geode regressa à superfície através de processos geológicos correntes.

O tamanho dos cristais, bem como a sua forma e tonalidade, são variáveis, tornando cada geode único. Alguns são limpídos como cristais de quartzo e outros contêm cristais púrpura de ametista. Outros podem conter ágata, calcedônia ou jaspe.

Não se pode dizer como é o interior de um geodo até que seja cortado ou partido, de forma a expor o seu interior.

São comuns em algumas formações rochosas dos Estados Unidos, Namíbia, México e Brasil. fonte

Parece loucura, mas e se eu te dissesse que existem mais de 90 casos registrados de pessoas que encontram geodos, e ao abri-los deram de cara com anfíbios morando ali dentro? Os animais, parecem estar em um estado de animação suspensa e depois de alguns minutos voltam, à vida. As histórias que acompanham essas misteriosas alegações dizem que os anfíbios encontrados dentro de geodos estão sempre nesse estado de hibernação, mas sobrevivem ao retorno à atividade, embora a maioria deles morra entre 24 e 72 horas depois sem causa aparente. mas há registros de outros anfíbios que foram colocados em laguinhos e que sobreviveram por anos.

 

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Anfíbios dentro de geodos? Será possível?

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Ter um blog de coisas gumps por quase uma década me faz ver muita coisa esquisita, mas confesso que aceitar que possa haver sapos vivos dentro de geodos implica em levar minha credulidade além da fronteira do universo!
Porra, como que o sapo, que faz respiração pulmonar e pela pele iria sobreviver dentro de uma pedra lacrada por milhares de anos ao ponto dela se cristalizar? Animação suspensa, hibernação não implica no bicho estar morto, mas somente com a atividade corporal quase desligada. Mas morto não está.

Então é uma mentira? Não sei, mas estou fortemente inclinado a acreditar que seja. A menos que… Bem, a menos que o que estamos pensando ser uma rã pode ser algum bicho parente dela que já foi extinto. Não gosto de acusar qualquer história que seja de ser uma fraude sem que eu possa provar isso, até porque já vi coisas que muitas pessoas apressadamente disseram que eram mentiras e se revelaram verdades chocantes, como o dia que choveu sapos na Inglaterra.

Em busca de mais respostas para este intrigante mistério, achei uma referência a um caso de rã encontrada num geodo. O caso diz que o anfíbio era de cor branca, incomum, e estava dentro do geodo imerso numa espécie de muco viscoso transparente.
Isso me lembrou que alguns peixes primitivos (os primeiros peixes que estavam prestes a sair da água para virar terrestres) costumavam se envolver numa capsula de muco e se enterravam, ficando em animação suspensa por meses e meses até que a estação chuvosa voltava e a lagoa que tinha virado um atoleiro ressecado voltasse a encher. Outros anfíbios primitivos, como o Koolasuchus, de antes mesmo dos dinossauros também hibernava no período de seca, quando o ambiente se tornava impróprio para ele.
Poderia este tipo de anfíbio ancestral fazer o mesmo truque?
Pelo menos temos alguma coisa ao qual agarrar nossa credulidade, pois esse comportamento já existiu na natureza.

Mas será possível? Sem querer abusar da sua paciência, eu saí fuçando o Google em busca de outras histórias envolvendo este tipo de achado, e para meu espanto, achei muitas. Algumas das que eu achei mais interessantes são:

Em Durham, Inglaterra, em 1865, mineradores encontraram um sapo vivo dentro de uma rocha de calcário magnesiano sólido, a 25 metros de profundidade. A cavidade de onde o sapo saiu era do mesmo tamanho que seu corpo, e ele estava cheio de vida, quando retirado de lá. Segundo testemunhas, os olhos do anfíbio brilhavam com um brilho incomum. O sapo fez um som que parecia mais um latido e tinha estranhas e longas pernas traseiras. Com base na profundidade em que foi descoberto, estima-se que o animal tivesse, pelo menos, 6000 anos de idade.

Outro caso aparentemente aconteceu em Derby, na Inglaterra, em 1852, quando trabalhadores encontraram uma grande massa de minério, a uma profundidade de 12 pés. Eles começaram a quebrá-lo em pedaços. De repente, para sua surpresa de todos, um sapo saiu do interior do cristal. O sapo morreu logo após se libertar da pedra.

Também na Inglaterra, em Rugby, no ano de 1900, um certo Sr. Clarke foi atiçando o fogo da lareia, quando ele partiu um grande pedaço de carvão. Assim que o carvão se abriu, ele viu algo se mover e tirou o pedaço para fora da lareira. Ali estava o que parecia ser um sapo vivo, sem boca e quase totalmente transparente. O sapo viveu durante 5 semanas. Curiosamente, deste tem foto!

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Por um grande coincidência, nos EUA aconteceu quase a mesma coisa! Na Pensilvânia, um jovem de 14 anos chamado Eddy Marsh estava atiçando o fogo, quando de repente um pedaço de carvão que ele bateu se partiu e uma série de pedaços caíram para fora da lareira.
Quando ele abaixou para pegar uma das peças de carvão, Eddy se espantou a dar de cara com um sapo mumificado. Estava em quase perfeitas condições e foi encontrado em um pedaço de carvão que depois descobriu-se havia sido extraído, a uma profundidade de 164 metros! Apesar de tudo o sapo não estava fossilizado, mas em vez disso, parecia mumificado. O orificio de onde o sapo foi removido tinha seu exato formato.

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Foto do sapo de Eddy Marsh

Do outro lado do Atlântico, na França, em 1719, foi relatado que um sapo vivo tinha sido encontrado no centro de um olmo (árvore). O relatório dizia, “No pé do olmo, da grandeza de um homem muito corpulento, 3 ou 4 metros acima da raiz e exatamente no centro, foi encontrado um sapo vivo, de tamanho médio, mas magro e seu corpo preenchia todo o espaço vazio.” O sapo morreu assim que o tronco foi rachado.

Em Meudon, na França, no final do século 16, Ambroise Paré, que era o cirurgião pessoal do rei Henry III testemunhou um enorme sapo, que estava cheio de vida, emergindo de uma grande pedra que acabava de ser partida em duas por operários.

Também na França, em Blois, no ano de 1851, um nódulo de sílex foi aberto revelando um sapo, que acreditava-se fóssil, mas que imediatamente começou a respirar e, em seguida, pulou para escapar. Os trabalhadores, no entanto, conseguiram pegá-lo e colocaram-no de volta ao nódulo e enviaram a descoberta para a Sociedade de Ciências.
Quando o sapo foi estudado, verificou-se que ele gostava de ficar no escuro e só ficava parado, mas quando o quarto estava iluminado ele entrara em desespero e tentava fugir. Quando o sapo foi colocado na borda do nódulo de sílex, ele sempre rastejava de volta para o buraco por sua própria vontade. Também foi notado que o sapo parecia tomar um cuidado especial com seu pé que tinha sido ferido durante a abertura do nódulo. Verificou-se que a cavidade em que o sapo entrava encaixava-se nele como uma luva e que o sapo tinha um defeito perto do lábio que parecia ter sido causado por uma imperfeição da parede do nódulo de pedra. Isso indicou que o sapo poderia estar ali há tanto tempo que seu corpo também se adaptou ao nódulo de pedra. Ninguém conseguiu formular uma teoria que explicasse como aquele sapo foi parar lá e muito menos como ele poderia estar vivo. Estranhamente, foi também na França que um fóssil ganhou vida, assustando dezenas de trabalhadores! Essa é de lascar. Olha só:

Em St. Dizier, no ano de 1856, os trabalhadores franceses estavam cavando um túnel ferroviário quando ao partirem uma rocha enorme que parecia ser do período jurássico, surgiu uma coisa disforme. Ele chegou a abrir as asas, emitiu um tipo de resmungo estranho e depois morreu no local.
Mais tarde, a criatura desconhecida foi levada para a cidade vizinha de Gray, onde foi examinada por um paleontólogo, que assustado se deparava com um pterodáctilo, que apesar de morto estava em completa integridade física. O problema é que este bicho estava extinto a cerca de 100 milhões de anos. A envergadura da criatura era de 10 pés 7 polegadas e tinha todos os membros do corpo unidos por uma membrana elástica. O calcário de onde o bicho emergiu da era consistente com o período em que essas criaturas viveram, e da pedra calcária que aprisionava o dinossauro tinha o molde perfeito da criatura.

Cientificamente isso não faz o MENOR sentido. É simplesmente impossível.

INvestigando o assunto, eu descobri que referências a animais “sepultados” em pedras e que às vezes “ressuscitam” têm aparecido nos escritos de muitos intelectuais. De William de Newburgh a JG Madeira, Ambroise Paré, Robert Plot, André Marie Duméril, John Wesley e muitos outros.
O próprio Charles Dickens mencionou este o fenômeno em seu diário “durante todo o ano”. Ao que parece, cerca de 210 casos de animais “sepultados na pedra” foram descritos na Europa , América do Norte , África , Austrália e Nova Zelândia desde o século XV. É um numero surpreendente, que nos leva a perguntar se todos eles seriam produto de mentes criativas ous e estamos diante de um fenômeno legítimo, ainda que raro.

Às vezes, vários animais são encontrados na mesma rocha. Ninguém menos que o próprio Benjamin Franklin descreveu um relato em que ele viu quatro sapos vivos serem encontrados em uma pedra calcária. Em uma carta a Julian Huxley, Eric G. Mackley alegou ter libertado 23 rãs (!) de uma única peça de concreto, enquanto trabalhava num alargamento de estrada em Devonshire. Um relatório de 1876 da África do Sul disse que 63 pequenos sapos foram encontrados no meio de um enorme tronco de árvore com 5 metros de espessura.

Apesar de relatos de animais surgindo de pedras terem aparecido até recentemente, em 1980, os cientistas não levam essas alegações a sério, porque elas parecem – como eu digo desde o início neste post – inverossímeis.
Durante a década de 1820, o geólogo Inglês William Buckland estava tão intrigado com esse fenômeno que conduziu um experimento para ver quanto tempo um sapo poderia permanecer vivo enquanto envolto em uma pedra.
Ele colocou sapos de diferentes tamanhos e idades em câmaras esculpidas em blocos de pedra calcária e de arenito. Em seguida, enterrou os infelizes nos blocos em seu jardim.

Um ano depois, ele foi lá e desenterrou os blocos.

A maioria dos sapos estavam mortos e em decomposição. Mas… Surpresa! Alguns sapos que estavam em rochas de calcário ainda estavam vivos após um ano enterrados!
Buckland nãos e deu por satisfeito, e reenterrou os sapos vivos por mais um ano. No ano seguinte, eles estavam mortos.
Buckland concluiu então que os sapos não poderiam sobreviver dentro de rocha por muito tempo, e assim ele condenou todos os relatos do fenômeno de animais sepultados como embustes, e fraudes, mentiras ou enganos.
A maioria dos cientistas concordou com ele.
Mas lendo sobre o experimento de Buckland, eu não parei de me lembrar que a ampla maioria dos anfíbios que saem de suas pedras morrem logo depois. teria o fato de Bucke ter aberto a pedra contribuído para o sapo morrer?
Talvez.
Pra mim já é assustador imaginar que um sapo enterrado dentro duma pedra sem comida nem nada dure UM ANO!

Um escritor da revista Nature escreveu em 1910:

“A verdadeira interpretação dessas supostas ocorrências parece ser simplesmente isso – uma rã ou um sapo está pulando enquanto uma pedra está sendo quebrado, e o observador não-científico imediatamente corre para a conclusão de que ele saiu daquela pedra. Uma coisa é certamente notável, que, apesar de o número de geólogos de campo e colecionadores de espécimes de rochas, fósseis e minerais são martelados em todo do mundo, e nenhum desses investigadores nunca se deparou com um espécime de rã ou um sapo vivo embutida numa pedra ou no carvão”.

Seja como for, mesmo que o assunto seja produto de enganos, como pressupõe o autor da Nature, há falsificações. Sabe-se que Charles Dawson, um dos mais famosos 171 da história da Ciência, e o autor do Hoax do “Homem de Piltdown”, havia alguns anos antes apresentado um “Toad in the Hole” (um sapo enterrado dentro de um nódulo de sílex), que junto com seu homem de Piltdown se revelou uma fraude deslavada.

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16 comentários em “Mistério intrigante: Sapos dentro de pedras”

  1. Não é possível fazer uma daquelas datações de carbono nesses sapos? Ou esse tipo de coisa não pode ser feita em seres vivos?

    Muito intrigante essa história… E o fato deles viverem dentro de rocha calcária até que faz sentido, uma vez que o calcário deixa passar a umidade e manteria eles hidratas.

    Obrigado por compartilhar essas histórias. Gostei muito 😀

  2. OBS: está dando erro ao deixar 1 comentário se deixar o botão ” Quero receber a newsletter e concorrer a prêmios!” marcado.

    Não é possível fazer datação de carbono nesses sapos? Ou isso não pode ser feito em seres vivos?

    Ótima matéria. Fiquei muito intrigado ^^

  3. Philipe, sempre abro o blog todo dia só que os post estão aparecendo só tipo de semana em semana. Tipo esse post aqui ainda não apareceu no blog no meu browser só no app do celular. Já vem ocorrendo há um tempo. O estranho e que testei outros navegadores e até pedi para alguns amigos chegarem e está igual aqui. O último post aparecendo lá e do dia 2/7.tem alguma opção escondida aí pra liberar os posts diariamente e eu não vi.? :v

    • Cara eu to tentando descobrir o porque disso. Ainda não consegui. Ta acontecendo com varios leitores, mas estranhamente não é com todo mundo. Isso que é o mais bizarro!

  4. Tipo, um dos posts mais interessantes que li aqui, parabéns. E obrigado por compartilhar conteúdos tão legais como esse com a internet afora 🙂

  5. Intrigante.
    O experimento do Sr. William Buckland é falho, mas ainda sim deixou um sapo vivo por 1 ano! Nas condições ideais e com espécies apropriadas talvez isso funcione mesmo.

  6. Cara isso é igual ao mito das salamandras do fogo, que vc deve conhecer.
    As pessoas viam salamandras saindo do meio da lenha nas lareiras e fogueiras e achavam que elas nasciam do fogo, quando na verdade elas estavam escondidas na lenha e saiam correndo quando começavam a virar churrasco haha

    Tambem pode ser apenas aumento de historia. Algumas ras africanas por exemplo ficam enterradas um ano inteiro ou até mais, a espera das epocas de chuva. Há tambem ras no canada que conseguem ficar em estado de animação suspensa no meio do gelo, durante todo o inverno. Essas historias podem ter passado de boca em boca e foram sofrendo seus sensacionalismos, até que se tornou um viral a moda antiga.

  7. Quando era crianças morávamos em um sitio com algums riachos e era comum encontrarmos esses “geodos” entre as pedras que haviam nas margens. de vez enquando encontrávamos algum porque como criança é muito peralta a gente vivia jogando as pedras umas contra s outras justamente para revelar o interior cravejado de cristas de muitas variadas cores.
    Mas falando do “sapo”, uma vez vi uma reportagem sobre um sapinho que habitava algum deserto(?) e que ficava meses enterrado esperando alguma ocasião propícia para entrar em atividade.

  8. Fraudes e erros de interpretação são comuns na paleontologia até hoje, e esses casos parecem se encaixar nisso.

    Ademais, de que serviria um obscuro mecanismo biológico capaz de proporcionar essa pseudo-imortalidade em sapos enclausurados em minérios, se eles morrem logo que são libertados? A natureza não comete esse tipo de desperdício.

    PS: O caso do pterodáctilo é de uma falsidade hilariante!

  9. Só vi casos da época que amarrava cachorro com linguiça, em locais onde os britânicos tem influência cultural… e convenhamos, esse povo que fala inglês tem muitas bizarrices…..mas falando sério, claro que cabe uma pesquisa mais apurada sobre o assunto, mas pelo que vi no post, tudo não passa de conversa fiada…

  10. Caraca Philipe, minha cabeça acabou de explodir!!

    Em 2008, um caminhão da Sabesp estourou a calçada da minha vizinha e adivinha só? Saiu um mega sapo de lá de dentro, na época não dei tanta importância mas pensando com calma hoje, aonde esse sapo estava vivendo?? hahaha

    Veja as fotos:
    http://imgur.com/a/upW2M

    Abraços Philipe, parabéns pelo seu blog! Acompanho ele desde a época do blospot.

  11. Acredito que já tenha ouvido falar dos tardígrados, são animais altamente resistentes… Talvez estes anfíbios possam ter este mecanismo primitivo que mencionou e que ainda está presente nestes tardígrados. Vale a pena entender este mecanismo para, quem sabe, criar um tipo de câmara de Animação suspensa..
    Alguns dos meus delírios.

  12. Quando eu era criança, por volta dos 7 anos de idade mais ou menos, me lembro que estava brincando com um martelo no quintal de minha casa. Estava quebrando pedras quando de repente dei uma pancada numa pedra que abriu um pequeno buraco. Percebi que havia um sapo dentro da pedra. Terminei de quebrar a pedra e o sapo saiu pulando. Nunca mais dei importancia e achava que estava imaginando coisas por ser uma lembrança muito antiga, e agora me deparo com esses casos na internet.
    Outra vez tambem, mais ou menos na mesma época, lembro-me de ver um gato andando em um terreno baldio bem de tarde quando o dia já estava dando lugar para a noite. Eu vi esse gato emitindo luz pelos olhos como se fossem duas lanternas. Não era reflexo, não tinha como aquela quantidade de luz que saia dos olhos daquele gato serem reflexo.

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