11 Comentários

  1. Woody St.

    Caramba véi, muito lindo esse Maglev Cobra, eu nao tinha visto ainda xD

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  2. Agarabidulscopoldo

    Eu só acho que há um pequeno defeito na construção do maglev cobra. Sabendo que o Brasil é o que é, acho que a sintese da maquina exubera pontos fracos, entre quais a armação exterior. Solicito que voltem a pensar em um maglev mais robusto em questões de blindagem, porque o maglev como qualquer outro veiculo que bonito seja pela sua concepção, atrai atenção dos mais malogrados, inevitavelmente fazendo com que lhe sejam atiradas pedras e consequente atos de vandalização por parte das simplórias almas tupiniquins mais desfavorecidas.

    A solução seria um Maglev Caveirão, ou seja, eficiente pelo que é, e robusto na couraça que abriga tamanho engenho audaz.

    Obrigado

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    1. Hahaha. Pode crer. Mas a tecnologia permite a construção de um maglev blindado, cara. Todo em kevlar e fibra de carbono. Os vidros são do material que se faz vidros a prova de balas. Se o cliente quiser a gente faz um maglev à prova de tiro de fuzil. Lógico que ele sai mais caro. Mas que é possível, é.

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  3. Débora

    Olá! Sempre leio e nunca comentei.. (E sempre vejo essa mesma frase por aí escrito…) kkkkkkkk
    enfim, jah li (poucas) coisas sobre o malev e sinceramente naum sei de onde surgiu a idéia. Moro em Lisboa e aki tem uma “cápsulazinha” idêntica a essa por aki.. faz ainda pequenos trajetos, é automático e ainda não polui (quase) nada, fora ser bem baratinho e rápido. Aki tem o nome de SATU. http://m180.photobucket.com/image/satu%20oeiras/alentejolover/satu_oeiras1.jpg.html?src=www

    o bom dele é que não dá akeles arrancos típicos de onibus, são bem silenciosos, não tem goteiras… enfim.. eh mesmo prático..
    :B

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    1. OI Debora. O Maglev parece uma capsulazinha porque a verba de pesquisa não deu para pagar mais de quatro vagões, hehe. Mas a idéia é fazer um trem, todo modular. O trem aumenta de tamanho de acordo com o aumento da demanda, colocando-se mais módulos. Ou diminui, retirando modulos. E ele levita.

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    1. Eu espero que sim, se os percalços da vida (politicagem, vaidade institucional e a “lei de Gerson”) não atrapalharem, vai dar certo.

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  4. Giovanna

    Mas Phillipe, me diga uma coisa, quando os passageiros entram ele consegue manter o equilibrio caso um baita gordinho sente de um lado e no outro uma magricela?
    Sei que ficou ridícula a pergunta, mas é deu pra entender o mérito da questão não é?rs.

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    1. Consegue sim. Eu enetendi bem o que você quis dizer. O modulo fica coladaço ao campo. Nem se fosse o chuck norris sairia do lugar… Bem, quer dizer. Talvez só com o Chuck saia, hehehe.

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  5. José

    Eu fiquei realmente impressionado com esse veículo, de longe é o que realmente precisamos. Em que estágio está a construção dele na UFRJ? A ultima vez que lí sobre ele eles iriam começar a construir um protótipo na cidade universitária…
    Em quanto diminuiriam os custos adotando uma estrutura já existente da ferrovia?

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    1. José, nós estamos construindo o veículo. Como é o primeiro, está dando muito (MUUUUITO) trabalho mesmo, pois temos que projetar tudo e não apenas construir. Estamos usando a mais avançada tecnologia de infusão de fibra de vidro e fibra de carbono na fabricação dos módulos. As borrachas que interligam os conjuntos são especialmente formuladas, desenvolvidas e fabricadas para o projeto. Os criostatos são importados da Alemanha e levam meses para serem feitos com tecnologia de precisão. Enfim, é um mundo de inovações que estão agregadas neste projeto, como a construção do motor linear, por exemplo.
      Em paralelo, muitas aplicações potenciais para a tecnologia surgiram. A nossa previsão de inauguração para a primeira linha é de março de 2010.
      A questão da redução de custos é variável, pois depende fundamentalmente do trecho, da demanda, do tipo de carga e outros fatores. Mas para se ter uma idéia da escala de custos, podemos dizer que ele custa UM TERÇO do valor do metrô por Km instalado.

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