Lembra do “A caixa”? Eu estou pensando em lançar o livro físico.

Eu andei pensando em fazer o meu livro “A caixa” em formato físico. “A caixa” é uma blog novela que levei alguns meses fazendo em capítulos diários por aqui. Muita gente gostou mesmo. Quer provas? Eu tenho provas!

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Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico. Como você pode ver, A Caixa é um livro que tem muitos leitores que apreciaram a saga de Anderson, um cara que acorda num misterioso lugar escuro, sem entrada e nem saída, sem luz, e não sabe como foi parar ali.

O problema

O problema de A caixa é que ele nunca foi um livro. Ele era uma blog novela. Por isso, eu não sabia para onde a aventura iria quando comecei. Fui criando na frente dos leitores, um capítulo por dia, por inesquecíveis 40 dias. Ao converter a novela num livro, isso resultou em 566 páginas!

Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico.

Tempos atrás, motivado por leitores que sempre quiseram ter “A caixa” em formato físico, apresentei o projeto a uma produtora editorial que (sem ler) me disse:

Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico.

“Está muito grande. Editora nenhuma lança livro deste tamanho se você não é consagrado. Reduza o livro em 50 a 70%”

Ok, meu livro tem mais de 500 paginas. Ok, eu não sou o Felipe Neto.
Mas, capar a obra em 70% é sacanagem! E os leitores que já leram? Não seria praticamente um estelionato vender como se fosse a obra original uma mera fração dela? O livro não vai perder toda a magia e virar uma espécie de videoclipe literário? Os leitores não querem isso, e nem eu…

Então, me desculpe, minha tia, mas vá á merda! 

Eu sei que publicar livro no Brasil não é pra amadores. O brasileiro médio não lê. Assim, os editores pensam realmente muito antes de arriscar. Um livro de 500 paginas é caro e quanto mais caro, menor a margem de lucro. Um editor tem a difícil escolha de soltar no mercado uma aposta no escuro de 500 paginas ou diversificar com 5 livros de cem páginas, que terão preço de capa mais em conta e poderão retornar mais facilmente o investimento.

A solução é tentar o crowdfunding. Você pode ajudar nisso?

O que eu posso dizer é que se este projeto der certo, eu tenho muitos livros para lotar sua estante aí:

Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico.

Este são alguns. Vem mais por aí. Eu preciso de no mínimo 3500 reais para lançar uma tiragem pequena. Fretes, comissões do Catarse e remuneração mínima pelo meu tempo completam mais mil reais. Você me ajuda e ganha o livro.

Pausa para Felipe Tavares e sua profecia:

Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico.
Uma curiosidade deste livro, é que “A Caixa” interessou um produtor de cinema e ele me propôs transformar a obra em filme. Pense que legal você entrando no cinema para ver um filme que você ajudou a concretizar, lá atrás! Se o livro um dia virar filme, como parece que vai acontecer, seu nome estará nos créditos. Essa é minha promessa.

Lembra do "A caixa"? Eu estou pensando em lançar o livro físico.
A Caixa, 566 páginas, capa em cartão triplex 300g, 14 X 21cm, laminação fosca e miolo em papel amarelado 80g.

Para ajudar a viabilizar o livro, você pode dar um pulo aqui no Catarse e escolher apoiar com dez reais (e receber um marcador de paginas e um cartão de agradecimento) ou com R$ 69,90 (e ficar com o livro de 566 paginas, autografado pra você)
O catarse funciona assim: se a galera conseguir juntar a grana necessária para o projeto eles me pagam, se não conseguir, devolvem sua grana. Você nunca perde.

 

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3 comentários em “Lembra do “A caixa”? Eu estou pensando em lançar o livro físico.”

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