• Grimm

    Sem falar do tal mokele-mbembe, que habitantes da Africa juravam de pés junto que tinham visto andando por suas florestas e pantano

  • Anonymous

    com todo respeito, acreditar em fotos hj em dia é coisa de gente burra ou que quer ser enganada! logo vc que entende de photoshop!!!! essa da guerra civil americana foi patética!
    vc mais do que niguém sabe que atualmente o registro histórico com menos valor é uma foto. o que me diz a respeito?

  • Zé Bedeu

    hey, anônimo, parece que leu o texto, mas não o entendeu…

    sem falar que algumas destas fotos (aparentemente montadas) são anteriores a internet, ou seja: não são de “hoje em dia”

  • Philipe

    Bom, mais ou menos. O Anônimo conseguiu ser quântico. ele está certo e errado ao mesmo tempo.
    De fato, o registro fotográfico praticamente não tem peso se prova hoje em dia. (Nisso ele está certo)

    Mas, quem investiga coisas deste tipo, como criaturas, discos voadores e o escambau a 4 não trabalha com material digital – a menos que seja obrigado, e mesmo assim há maneiras bem simples de detectar fraudes digitais. ( como você disse, eu devia saber disso – e sei.) Quando você trabalha com os negativos, a história é outra, porque fica bem mais difícil manter a integridade de uma fraude desse nível. _ note que não estou dizendo que com negativos não dá pra fraudar. Sempre dá. O problema é que fica bem mais difícil.
    Quando se investiga coisas inacreditáveis como estas, é necessário que a abordagem seja ampla. Isso significa usar métodos investigativos que estão bem além de examinar uma evidência apenas como no caso de uma foto.
    NEm toda foto real de coisas incríveis retrata na verdade uma coisa incrível.
    POr exemplo, se seu pegar um boneco de um dinossauro e fotografar ele no mato, minha foto será real. E nem pesquisadores da NASA nem nenhum especialista deste planeta poderá afirmar que a foto é falsa.
    Mas isso significa o quê? Que o bicho existe então? Não. É uma foto real de um dinossauro falso. Uma foto não pode dizer se algo é real ou não. Só as pessoas podem. POr isso que investigações ufológicas não se dão apenas sobre as evidências.
    È claro, que em alguns casos, como o video e certas condições ambientais somados a demais evidências pode nos dar um panorama mais amplo e a foto realmente falará por si.
    Veja no caso do bicho do lago. Há uma enorme controvérsia sobre a existência de dinossauros mesmo havendo um numero gigante de testemunhas oculares na escócia e em outros lagos. 50 pessoas num barco que é acompanhado por uma criatura do tamanho de uma baleia contam como algo interessante. Prova? Nenhuma.
    Mas aquela criaturinha capturada na beira do pântano que faz margem no lago, e que não foi corretamente reconhecida pelos biólogos como nenhum tipo de lagarto conhecido e que se assemelha a um filhote de plessiossauro é uma evidência fortíssima. Uma análise genética poderia mostrar se aquilo é uma lontra mutante ou não.
    No caso da foto do pterodáctilo também é simples descobrir se é uma foto fraudada ou não apenas analisando sua estrutura. Fotos daquele tempo deixam registros microscópicos de prata que podem ser comparados e sua veracidade autenticada por laboratórios especializados. Se passar neste teste, há ainda duas possibilidades de fraude. Uma é se os caras fizeram um boneco. Algo que eu acho bem improvável em plena guerra civil americana, quando os dinossauros nem eram de grande interesse científico ainda, e ao que me parece, os pterodáctilos nem haviam sido descobertos.
    ou ainda montagem por dupla exposição com um boneco. Algo que nos leva ao problema anterior.
    Então registros fotográficos nem valem como prova mas também não podemos dizer que não valham nada. Valem como evidência de maior ou menor grau dependendo das condições técnicas da foto em correspondência com a quantidade de testemunhas e evidências físicas.
    Eu chamo de evidência física o cara encontrar vértebras de plessiossauro na beira do lago. BAsta fazer uma análise nos ossos que se descobre do que eles são. Algo simples.
    Ou ossos humanos gigantes. Isso é ainda mais fácil. Qualquer laboratório equipado com um microscópio pode dizer se o osso é verdadeiro ou não. E com a medida do osso se chega ao tamanho do dono com 99,9% de certeza.
    As provas mais escalafobéticas no entanto são as pegadas humanas fossilizadas junto com as pegadas de dinossauros. Isso porque Não tem jeito de fraudar um fóssil deste tipo. Se as duas pegadas estão no mesmo lugar usando o mesmo grau de sedimentos que também contém as mesmas partículas (pólen, etc), é certo que estão no mesmo período histórico. Isso sim, é algo bizarraço. Como uma pegada humana pode estar junto da de um dinossauro se eles supostamente já haviam batido as botas quando os primeiros macacos resolveram descer das árvores?
    Então é isso. As fotos podem ser montadas? Podem. Isso significa que a coisa não exista? Não necessariamente.

  • aRTHUR

    to com m-medo… :*(

  • malui

    😆 oh yeah

  • Ale

    Nunca acreditei na história do cometa que acabou com os dinossauros.
    Parabéns Philipe, não consigo ficar um dia sem passar por aqui. :love:

  • Anônimo

    nossa que coisa imcrivel!!!

  • Pepe

    Ótimo artigo. Muito obrigado pelo site, me acredito basicamente instruído sobre vida alienígina (li muito, coisas sem fonte e coisas com fonte, operações como a PRATO e etc.), mas sobre extinção dos dinos eu só tinha lido uns vagos trechos e lago ness só tinha visto uns poucos vídeos.