11 Comentários

  1. Mme. Danica

    Não levem a mal, mas… Só poderia ser chinês!
    Para não falarem que estou implicando com os chineses, dêem uma olhada neste site da Tailândia: http://www.thailandunique.com/toeat.html :shocked:
    Só “dilícia”!!! Hum… Ierc! 🙁
    Philipe, faz um post pra gente sobre essas “dilícias” comestíveis. Seria interessante.
    Valeu!

    Responder

  2. [quote comment="63007"]Não levem a mal, mas… Só poderia ser chinês!
    Para não falarem que estou implicando com os chineses, dêem uma olhada neste site da Tailândia: http://www.thailandunique.com/toeat.html :shocked:
    Só “dilícia”!!! Hum… Ierc! 🙁
    Philipe, faz um post pra gente sobre essas “dilícias” comestíveis. Seria interessante.
    Valeu![/quote]

    Eu fiz alguns. Tem o morcego no prato, o pinto de jumento, a pinga de feto de rato, as crianças que comem vermes, etc. Dá uma busca aí que vc vai ver cada nojeira de dar gosto.

    Responder
  3. Mme. Danica

    :omg: Nossa, Philipe! Não tenho certeza se quero ver isso não… rs x_x
    Mas, a curiosidade está falando mais alto! Vou procurar! 😀

    Responder
  4. helios

    Segundo manuscritos antigos ( entre eles um chamado “Devoradores de Mortos”) que se pode baixar em e-book da Internet, escritos pelos árabes que faziam viagens de comércio para terras novas…por volta o ano 900 nos mercados da China era comum se vender carne humana e se abrir os corpos publicamente ao gosto do freguês.
    Chamava-se esse tipo de “iguaria” CARNEIRO DE DUAS PATAS, ou seja, gente. Fico pensando de onde viria a mercadoria…será que eram escravos ou algumas famílias vendiam a mulecada para “corte” por algumas moedas? Gente raptada? Mongóis do outro lado da muralha? De qualquer maneira não devia ser nada agradável virar espetinho…

    Responder
  5. Roberta

    “São meio fedorentas, mas são deliciosas” D:
    Huashuashusash!!! :B :happy:

    Responder
  6. Anônimo

    Isso daí é só desculpa pra tomar cerveja,
    por que ele não pode afogar as cobras com outro líquidos?

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *