Duro de acreditar: A história dos tiros que não mataram ninguém

Compartilhe

Esta é duro de acreditar. Veja só como foi o caso. Era uma guerra. De um lado soldados russos. Do outro, tropas francesas. Num determinado momento, um soldado aponta seu bacamarte para o outro. Ambos atiram e… Veja com seus próprios olhos!

btobulletcollision Duro de acreditar: A história dos tiros que não mataram ninguém

Uma bala acertou a outra em plano ar. Nenhum dos dois soldados foi atingido.

Sabe qual é a chance de uma coisa assim ocorrer? De mais de um bilhão para 1. Mas aconteceu e recentemente pesquisadores chegaram a conclusão que a cena descrita acima provavelmente se deu mesmo, pois uma bala apontou claramente para origem francesa e a outra para a origem russa. A cena de combate se deu há mais de 150 anos, durante a Guerra da Criméia, que durou de 1853  a 1856.

A Guerra da Criméia foi uma disputa territorial entre o Czar da Rússia e a aliança Inglesa-Francesa e Ottomana. Foi uma guerra sinistra onde morreram mais de 374.000 soldados, incluindo  2.755 britânicos que perderam as vidas no campo de batalha. A guerra também deixou 2.019 feridos gravemente além das perdas de 16.323 vidas graças à doenças.

article115758203b16e5d0 Duro de acreditar: A história dos tiros que não mataram ninguém

Antes das duas balas colidirem em pleno ar, elas se pareciam com estas (do mesmo período e local)

Para quem acredita em sorte, é um caso totalmente Gump. Para quem tem fé, pode pensar sériamente sobre a hipótese de um milagre, que pode ter salvo a vida dos dois jovens soldados.

Fonte

Artigos relacionados

15 comentários em “Duro de acreditar: A história dos tiros que não mataram ninguém”

  1. Isso é que é sorte, ou milagre…
    afinal se dermos uma olhadinha no tamanho das balas inteiras da pra imaginar o estrago que fazia, acho que hoje em dia desse tamanho só se for pra derrubar avião
    UmPonto

    • Eu também gostaria de ver isso.
      Porém, temos que fazer uma ressalva aqui. Mithbusters é um show de Tv. Não uma pesquisa científica. Eles não conseguirem reproduzir algo cuja probabilidade é de um bilhão para 1, não significa muito além do fato de que a probabilidade é realmente esta. Os Mithbusters dedicam os programas a mostrar a verdade sobre mitos, então eles trabalham em quase 100% dos casos baseados em histórias e textos da internet. Sobre este caso aí existe uma evidência concreta totalmente factível de análise que pode comprovar de modo científico se as balas são realmente francesas e russas e a forma como elas colidiram pode facilmente mostrar a trajetória e velocidade no impacto. E isso sem explodir coisas, colocar fogo em bonecos de gelatina ou construir traquitanas malucas.

  2. Estive buscando na pagina oficial deles a guia completa de episódios para linkar aqui a explicação que eles deram sobre isso, mas deu uma preguiça … além de que está tudo em inglês, que eu entendo, mas me cansa mais.

  3. O Jeferson Guerra (o primeiro a comentar) perguntou se já foi testado n o Mythbuster. Sim já foi e como era de se esperar, não conseguiram. Porém há que se dizer, que já tentaram outras coisas e não conseguiram, mas elas aconteceram de verdade. Leia-se o fato incrível de acertar o traseiro de uma flecha com a ponta de outra flecha. O History Channel documentou o cara que consegue isso. Ele existe e fez isso em frente às câmeras. Eu peguei o nome do cara e fui pesquisar na internet e realmente o arqueiro existe e é exímio mesmo. Que tal um post sobre isso?

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.