38 Comentários

  1. Aline Carneiro

    E eu não gosto desses ganchos de suspense quando não tem um capítulo para ler logo a seguir!!! 😛
    Mas tá cada vez melhor.

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  2. Patrícia

    Você me mata de ansiedade! Não aguento ficar tantos dias sem capítulo novo.

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  3. David

    Poooo Philipe…

    Ta massa… e ta angustiante ficar esperando um capitulo novo!

    Mas ta massa! hehehehe

    Abraços!

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  4. André Tinoco

    Mas bah, tchê! É uma pena que acabou na melhor parte, bagual! Continua isto logo, tchê!

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  5. Daniel Bart Pinheiro

    Caramba, o conto já tava excelente, mas esse décimo primeiro capítulo abrilhantou ainda mais o conto, e esse suspense uma dia ainda vai me matar de ansiedade.

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  6. Rogério Calsavara

    Se você ver um corpo sem cabeça andando por aí não tente agarrá-lo…

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    1. John Doe

      Se isso acontecer, a última coisa que me passaria pela cabeça seria agarrar a coisa… não existe curiosidade suficiente que motive isso. A primeira opção seria correr, mesmo… para bem longe!

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  7. Daniel Fernandes

    CARAMBA!!!!!!!!!

    Tá demais. Muito bom mesmo. Não vejo a hora do próximo capitulo. Tem previsão de quando sairá o próximo Philipe???

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  8. John Doe

    Philipe, dá uma esclarecida melhor no que seja “Ljuvbna” e como se pronuncia isso. O google da vida não retornou nada, exceto o post. É criação sua?

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  9. Juliana Vetromille

    Oi Philipe, ta muito bom o conto!!! Sei que é complicado, mas tenta postar com mais frequência, eu e os leitores ficamos morrendo de ansiedade pra ler e saber mais, rsrsr!!!!
    Bjos
    Juju

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    1. Pois é, mas eu só consigo postar quando dá tempo de escrever. Essa é a parte ruim de fazer o conto e postar ao mesmo tempo, eu só posso postar se eu conseguir escrever.

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      1. John Doe

        Pessoalmente, Philipe, não tenho esse problema de ansiedade, não. Fico curioso, mas só até ai. E, no máximo, posso perder o fio da meada, se demorar muito, mas então basta reler o capítulo anterior e tudo certo.

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        1. John Doe

          Em tempo: lembrei-me de ter lido, em algum lugar, que nos casos de contos, novelas e seriados, os autores mais sérios costumam deixar a trama meio que “fluir” ao sabor do gosto dos leitores/telespectadores. Explico: como no velho chavão “quem matou Odete Roytman”, o próprio autor não saberia quem seria o assassino(a). Ele coloca vários personagens possíveis e vai medindo o interesse do público.
          Essa, inculsive, seria uma receita muito usada por séries americanas que são sucesso de temporadas, contra aquelas que naufragam logo na primeira. Afinal, o que interessa não seria apenas um determinado resultado, mas aquele resultado que mais atendesse às expectativas do público-alvo. Cria-se o desejo, e espera-se que ele seja atendido.
          Assim como no seu caso (você escreve “parceladamente”) não seria de estranhar que a trama toda não esteja totalmente delineada. Seus/suas leitores(as) mais ardorosos podem acabar lhe dando dicas preciosas de como conduzir o enredo, de forma a manter a atenção presa. E isso garante leitores(as) fiéis e ansiosos. Uma tática inteligente (se for correta).

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          1. Eu gosto de fazer nesse sistema por uma razão que dá até vergonha de contar. Fazendo assim, como eu me “comprometi” com os leitores, eu sou obrigado a continuar. Se eu faço a história só pra mim, é fácil outras coisas entrarem na frente e a história ser largada em segundo plano na gaveta dos projetos a finalizar.
            Ao mesmo tempo, escrever sem saber exatamente onde a história vai dar me deixa igualmente curioso com o que vai acontecer e é esta a razão do gancho final. Não é só motivar o leitor a ler o próximo capítulo, mas me fazer escrever ele. Por isso eu quase nunca sei o que vai se desenrolar depois do gancho. Eu coloco um gancho quase que aleatório, e passo o resto do tempo tentando ver o que ele vai causar.
            A chance de ficar uma bosta é gigante. Essa ameaça permanente também dá um toque de adrenalina no negócio, pq eu não posso errar e alterar algo lá do inicio, pq o leitor já leu. É quase que um “se vira nos 30”.

  10. John Doe

    Exato. Manter o fio condutor por toda a trama não é fácil, e é preciso muito cuidado para não entrar em conflito com detalhes ou situações já reveladas.
    Vamos ver no que dá. sua missão: surpreenda-nos. Se vira nos trinta, cumpadre! Rssssss…..

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  11. Thiago chipset

    Eu tava aqui me esforçando para não ler dessa vez, pq a caixa foi muito sofrimento… mas li a primeira parte e agora li um trechinho desta, vi que descambou pro lado da caixa, esse universo cheio de bruxas de nomes estranhos e entidades cabulosas… agora vou ter que ler! Cara!.

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  12. Priscila

    CONTINUUAA ASSIM NÃO DA NÉ FHII!!! =D
    Nossa que história tem que virar livro, eu nem gosto de ler mas teu livro é o único que leio, que gostos, pois teu livro é tudo, espero não acabar logo, mas quandoo acabaar, FAZ OUTRO PARA TODOS NÓS QUE SOMOS MUITO FÃS DE VC!!!! =D
    Estou te acompanhando desde o primeiro capítulo!!!

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  13. Pelo amor de Cristo, faz favor. Posta logo o próximo! É triste entrar todo dia, apertar o F5 e nada! Gradicida 😉

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    1. Marcy

      Já estou assim também.. apertando o F5 frenéticamente.. ahahahh Isso é crueldade!

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  14. Lucas Machado

    Muito bom! Qual é a desse taxista? Será que é o mesmo indiano de “A Caixa” ? Ansioso pelo próximo!

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  15. Marcy

    Caramba, hoje enfim resolvi ler essa história e me supreendi por vc ainda não te-la concluido (esperava não ter que passar por isso.. rss). Comecei a ler e não consegui parar. Me tornei adicto e estou ansiosa. Dia 14 vc disse que teria o novo capítulo e nada.. Pelamordedeus.. pára com isso senão vc vai me matar…
    Em tempo… Excelente conto, lembrei dos meus 12 anos quando resolvi ler “O Iluminado” do Stephen King que produziu sensações de medo e calafrio de forma semelhante.
    Parabéns!!!

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    1. Valeu mesmo, Marcy. Eu estava esperando o Davi dormir para poder me concentrar. É foda fazer suspense quando se tem um neném de 1 ano fazendo gracinha nas suas pernas.

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