Crianças prodígio nascem em tudo que é lugar. Mas apenas ambientes preparados podem ajudar a florescer grandes talentos.
O senso comum erra quando imagina que crianças prodígio só se sobressaem na música. A verdade é que o talento não escolhe disciplina. Existem crianças prodígio em música, mas também em dança, em esportes, desenho, pintura, literatura, enfim.
Desde os tempos antigos que as crianças com habilidades especiais são veneradas como verdadeiras manifestações de Deus na Terra. Mas nem sempre a coisa é boa para quem nasce com habilidades extraordinárias para sua idade. Muitas vezes, as crianças prodígio são pressionadas pelos pais, e transformadas em máquinas caça-níqueis pelas pessoas que amam e que deveriam protegê-las.
A questão dos talentos prodígio esbarra em determinar o que é o elemento que faz com que possamos separar uma criança considerada gênio de outra, totalmente dedicada e com grandes habilidades.
Para falar a verdade, é muito difícil separar as crianças em categorias, uma vez que elas são pessoas em processo gradual de formação e por conta disso, são naturalmente rápidos em aprender e evoluir. Na faculdade de Psicologia eu tive uma professora que passou um semestre inteiro falando sobre este assunto e depois de muito bla,bla,bla, o que ela dizia é que um gênio é alguém cujas habilidades transcendem completamente a capacidade humana em um determinado assunto.
O resto, seria simplesmente pessoas, todas efetivamente longe do que é o considerado “normal”, possuidoras de grandes habilidades e aptidões naturais. (minha professora fazia diferenciação entre possuir habilidades e a aptidão natural para determinado assunto)
Resumindo o que ela dizia, eu me arriscaria em concordar que as pessoas com grandes habilidades podem nascer e gradualmente aprender uma disciplina qualquer, como tocar violão, por exemplo. Enquanto a massa das pessoas consideradas normais vai conseguir chegar até um determinado grau no violão, essas pessoas teriam uma incrível capacidade de ir além, mostrando-se verdadeiros mestres no instrumento escolhido. O que não obriga que essas pessoas sejam os melhores em determinado campo do saber.
Já as pessoas com habilidades naturais seriam o que os leigos chama m de possuidores de “dons”. Esses teriam, aparentemente do nada, uma capacidade fenomenal de aprendizado de certa disciplina, evoluindo muito rapidamente. Muitas vezes, isso se manifesta logo na infância e acompanha a pessoa por toda a vida. Em alguns casos, a aptidão natural é tão impressionante que dá a sensação de que a pessoa nasceu sabendo.
Normalmente, a área onde a aptidão natural se manifesta mais claramente, é nas artes. Teoricamente, para que uma pessoa com aptidão natural se desenvolva e consiga atingir um grau de “gênio” seria necessário um intenso estímulo externo e interno.
A minha professora ainda comentava que é possível a existência de um super dotado, que na opinião dela seria uma pessoa dotada de múltiplas aptidões naturais, capazes de fazer coisas impressionantes, como cálculos matemáticos complexos, tocar piano como profissionais e jogar bola feito o Garrincha.
Obviamente que encontrar pessoas assim é bastante difícil, e sob certos aspectos isso poderia ser considerado até uma curiosidade médica, na medida que é um ponto completamente fora da curva. A maioria dos países desenvolvidos estabelecem treinamentos para que os professores possam identificar rapidamente essas pessoas e separá-las da maioria, provendo estímulos e incentivos para que elas desempenhem suas habilidades natas de modo seguro. Daí surgem as escolas para superdotados.
Inicialmente, as escolas de superdotados aparecem como uma forma de segregar para converter jovens potenciais em grandes mentes do futuro, dando aos países “vantagens estratégicas” a longo prazo. Isso explica porque durante a Guerra Fria, tanto os EUA quanto a URSS, disputavam em número de pequenos gênios.
Hoje ainda existem escolas especiais, mas por motivos mais nobres. Enquanto crianças de desenvolvimento normal se adaptam a uma grade escolar estruturada, os jovens prodígio rapidamente dominam o assunto e começam a sofrer em decorrência do tédio e preguiça. O mundo parece-lhes lento e excessivamente simples. É normal que os jovens talentos só sintam-se à vontade com pessoas mais velhas. Por isso que separá-los dos jovens de mesma idade e desenvolvimento intelectual normal pode ser necessário. Caso contrário eles rapidamente perdem o interesse pela escola.
No Brasil, a coisa é ainda pior, já que a maioria das escolas públicas e particulares não oferece nenhum esforço para identificar estas crianças. E não raro, o aluno acima da curva é considerado um problema.
A exemplo do que costumeiramente ocorre no Brasil lembro o caso do jovem Albert Einstein, que foi considerado pelos professores, como portador de deficiência mental.
A estrutura escolar que temos hoje, faz com que as crianças se adaptem à escola, e não o contrário. Infelizmente. Assim seguimos, desperdiçando talentos.
Já na China, o que ocorre é o posto. As crianças são separados ainda bem jovens e submetidas a um regime intensivo de treinamento, superior até ao de adultos profissionais, que não raro acaba produzindo anomalias e alterações físicas nos jovens, como quebra de dedos nos pianistas e deformações nas mãos dos impúberes violinistas.
Entretanto, é inegável a surpresa que nos causa ver uma criança mal saída das fraldas tocando musicas que até adultos suariam a camisa para conseguir. Talvez o mais impressionante de todos os bacuris-prodígio da música tenha sido o próprio Mozart, que com apenas 5 anos já compunha complexos e belos minuetos para cravo e composições para dois pianos.
Pensando nos impressionantes talentos infantis, aqui está uma singela compilação de dez incríveis talentos prodígios musicais, que não necessariamente precisam ser gênios para nos impressionar.
1- Menina de Seis anos dá show no piano:
2-Dhanat Plewtianyingthawee – O moleque de 4 anos no violino
3-Menina de 5 anos toca Vivaldi
4- O menor guitarrista de blues do mundo, com apenas 8 anos
5-Com oito anos Ethan toca Love Story, do Francis Lai
6- A vietnamita Wendy Vo com 7 anos, toca tico-tico no fubá (humilhation)
7- A Menina japonesa de 3 anos, que brinca com xilofone
8- Conheça Ariel, o menino que aos sete, toca Impromptu opus 90 do Schubert.
9-Alexander Andrushchenko de 8 anos toca o concerto para harpa de Handel.
10-Pra finalizar, uma banda de jazz feita com jovens talentosos prodígios.
Bônus: Tedi Papavrami aos nove anos(dica do Eduardo Marques)
Eu sei que parece fake, mas a verdade é que isso realmente pode ser real real (não estou dizendo que seja,. Pode ser fake também). É tudo uma questão de aerodinâmica.
Troço curioso o bastante para fazer sucesso numa feira de ciências!
Eu tava aqui vendo uns videos no you tube e me lembrei que os anos 80 e o início dos 90 rolava uns clipes românticos bem curioso e estranhos. Limitei a lista a clipes internacionais, para facilitar, além do mais nos anos 80 tinha pouco lipe nacional. Resolvi compilar minha listinha preferida dos dez clipes no “mela cueca style”. Óbvio que vai ficar faltando coisa aí. Mas é o que eu achei.
1- Nothing gonna change my love for you
Praia deserta, sujeito com a loura num cavalo… Era isso que eu sonhava em fazer naqueles antigos anos de 1988. Acabou que eu consegui. Na lua de mel eu fui parar numa ilha deserta com a Nivea, mas não foi tão romântico como aparecia no videoclipe e na minha imaginação de pré adolescente.
2- Wicked Game de 1989
Este é um clipe que além de ser o preferido da minha mãe, é de uma fotografia espetacular. Ainda no clássico da fantasia ilha-praia deserta-e-sacanagem-na-beira-do-mar.
Nada mal. Sabia que este cara pegador aí (Cris Isaak) é o pai do pequeno buda, no filme do Bertolucci? Acho que foi assim que o bacuri veio ao mundo, hehehe. Fica fazendo esses clipes com mulheres gostosas peladas, dá nisso…
A musica é boa demais. Difícil evitar uma pegação quando isso toca. Se não me falha a memória, a mulher que corre só de calcinha é uma modelo russa chamada Helena Christensen, Dinamarquesa (obrigado aos leitores que corrigiram).
3-Making love out of nothing at all – Air Supply
Tá aí uma musica boa que tem um título difícil pra caramba. Começa com um draminha básico. A moça é linda (apesar do cabelo ridículo do início do clipe ela dá show na parte em que o mundo roda em volta dela) e o casal não convence, os efeitos especiais são do tipo Chaves, mas é como eu disse, a história é o de menos. Ela é só o pano de fundo para a trilha ótima da banda Air Supply, que fez parte de dez entre dez novelas da globo. É puramente comercial, mas é bom.
4- Hello – Lionel Richie
Aqui temos uma interpretação que parece ridícula hoje, mas no passado deve ter sido boa. Muito blablablá até a musica realmente começar. Isso era típico de um tempo em que não era tudo tão corrido, ou tão compactado para rodar no you tube. Há um melodrama implícito no clipe, que é o amor do professor pela aluna cega. O clipe parece uma piada, mas é um clássico. E a musica, apesar de hoje só tocar na Antena um light FM e no Good Times 98, é boa, né?
Clipe com historinha é legal.
5- Take on me – A-ha
POucas bandas ficaram marcadas nos anos 80 como o A-ha. Em termos de musica Take on me é legal, tem uma paradinha legal com o baixo e teclado, mas não impressiona tanto quanto o clipe, considerado por muita gente (eu inclusive) um dos dez clipes atisticamente mais legais de toda a história. O Take on me também tem uma historinha – literalmente. Só achei esta versão de péssima qualidade, filmado de uma TV.
6- Eternal Flame – Bangles
Puts, isso tocava nos hi-fis, que eram umas festinhas que a galera agitava pra rolar uma pegação. Bangles é a trilha sonora mais mela-cueca dos anos 80. Se não for a maior é uma das maiores, com certeza. A melodia é legal. E a voz da mulher lembrava do Freddy Mercury prateado. O clipe eu desconhecia, mas tá aí. Essa musica do Bangles toca no radio até hoje. Impressionante.
7-Material Girl -Madonna
Naquele tempo todo mundo sonhava em pegar a Madonna. E nesse clipe o carinha chega junto e pega a rainha do materialismo. Ficou marcado a cena em que ela imita Marilyn Monroe. Bom clipe, com historinha. E a musica é uma das melhores da Madonna.
8-Strange love – Depechemode
O Depechemode deve ser uma das bandas que mais tocou no tempo em que eu ia em boate tentar (eu disse tentar) pegar mulher. Naquele tempo era mais difícil ficar com as meninas e no interior ainda era pior. Rolava uma espécie de auto-valorização da menina. Elas disputavam quem dava mais vetos na noite. Então, sagrar-se vencedor na batalha do acasalamento era tarefa árdua que já não existe mais.
O clipe do Strange Love tem um look de pesadelo, com uma mulher gata se alisando. Erotic bad dream.
Comercial até o talo, como convinha à época. Acho que isso ainda toca.
9- La isla Bonita – Madonna
Madonna dá show em mais um clipe clássico dos anos 80. Uma mulher dividida dos subúrbios novaiorquinos se vê na iminência de escolher entre o amante latino e a vida casta dedicada à igreja. O resultado prático foi ótimo. Destaque para o coroa que dança requebrando com dois sacos de mercado nas mãos.
O fato é: A musica é das melhores que se poderia esperar, e poucos clipes em todos os tempos conseguiram retratar a dualidade da mulher de forma tão bela.
10- Endless Love – Lionel Richie e Diana Ross
Ok, chegamos ao nível máximo de mela cueca possível. Endlesse Love fez parte da história de amor de incontáveis casais e até eu já fiz amor ao som disso aí. Então não dava pra fechar com outra chave de ouro que não Endless Love. A musica é linda. Pena que acho que ela não tem um videoclipe. A musica foi gravada nos anos 70, quando os clipes não eram comuns. Isso não impediu que muitas pessoas resolvessem o problema, usando trechos de filmes românticos. Existem milhões, trilhões deles no you tube. Escolher foi difícil, pois alguns são bem legais. Então a versão original, com os dois cantando é esta aqui. E a versão de clipe home made que eu achei mais legal é esta, do filme homônimo, do Franco Zefirelli (o cara que sabe fazer melhor um filme de amor no universo) Estrelando Brookie Shields, em todo seu esplendor e erótica magnificência juvenil.
Todo mundo que tem ou teve cachorro sabe como eles são capazes de comer qualquer coisa. Sobretudo se é importante.
Mas alguns vão longe demais. Veja por exemplo este cão, um Basset hound de três anos, que comeu de uma só vez 100 pregos, e sobreviveu. Ele precisou ser operado e o veterinário levou mais de uma hora para conseguir tirar cada um dos cem espetos que ele engoliu. Alguns pregos chegaram ao intestino do animal. Felizmente os pregos não perfuraram nenhum órgão e o basset já está pronta para outra.
Via Associated Press
(viu que bizarro aquela poltrona em forma de sapato?)
Eu já havia comentado sobre cães que comem de tudo aqui em outro post, que inclusive, me rendeu um Xbox. Confira.
O meu amigo Kentaro Mori do site 100 nexos me deu a dica e eu fui conferir. Gizmo é um documentário de 1977 criado por Howard Smith que mostra centenas de filmagens antigas, a maioria das décadas de 20 e 30. O interessante sobre estas filmagens é que são o retrato de uma época, quando as pessoas tentavam construir maquinas para toda sorte de funções. Ali estão coisas realmente interessantes, como a maquina de balançar o berço e verdadeiras tragédias pré-anunciadas como alguns aviões sem motor inspirados na forma de pássaros. O resultado do filme não podia ser mais interessante. Gizmo mostra claramente uma radiografia da inventividade humana. A necessidade de ultrapassar os limites e ser visto como alguém além da maioria parece a tônica do filme. Do homem que suporta um disparo de bala de canhão com a barriga ao cara que planta bananeira vendado sobre uma estreita viga de prédio no alto de Nova York sem redes nem proteção (e ele cai, para logo depois se agarrar desesperado na viga) o documentário não mostra nenhum acidente fatal, embora alguns produtos inventivos mostrados no filme tenham o objetivo de matar, como a pulseira revólver.
O filme está abarrotado de coisas do arco da velha. Algumas bastante impressionantes até os dias de hoje, quando achamos que já vimos de tudo.
Lógico que tem idéias completamente absurdas, como o taxi que libera gás lacrimogêneo, a maquina de lavar cujo motor é tocado por um cão correndo numa roda de hamster gigante, uma “maquina de lavar” que se resume a uma piscina enorme cheia de algum liquido estranho onde a pessoa entra vestida e sai do outro lado, alegadamente seca e limpa. Há também o tênis com solas de 30 centímetros para jogadores de basquete e os óculos com ventilador embutido e limpadores de pára-brisa.
Eu penso que o melhor deste filme são as demonstrações dos inventos, registrados pelos próprios inventores para a posteridade. A maioria é um fracasso retumbante e é hilário ver a expressão deles quando as coisas dão errado. Sem falar no aspecto teatral de certas demonstrações de produtos, que lembram muito as propagandas da polishop.
É um show de maluquices. Apesar de grande para os padrões da internet, com mais de uma hora de duração, Gizmo é um festival de diversões. Vale a pena ver:
Não, não é aquele que te carcou atrás do armário, mas sim o personagem possivelmente mais famoso ( e antigo) do mundo dos jogos, o Mario Encanador, conhecido originalmente como “jumpman”:
Pois é, meu amigo. Hoje em dia, do jeito que o mundo está, saber a história dos personagens de videogames é tão importante (ou mais, dependendo da área que você queira trabalhar) quanto conhecer a história de pessoas famosas ou vultos históricos, como Mussolini, Cleopatra, Tales de Mileto, Moisés, Hitler, Luis XVI…
Para quem não sabe, o Mario é um personagem ficcional, criado por Shigeru Miyamoto em 1981.
Curiosamente, o Mario só existe por causa do Popeye – Aquele do desenho animado, que comia espinafre e dava porrada no Brutus.
A história que envolve os dois é a seguinte: No início dos anos 80, a Nintendo possuía os direitos de uso do personagem Popeye e Shigeru Miyamotio estava trabalhando num jogo com o Popeye. Ele chegou a fazer o jogo do Popeye, mas logo que terminou, a Nintendo acabou perdendo os direitos de uso do personagem comedor de espinafre, e com isso, Shigeru foi obrigado a fazer um novo jogo. Dessa vez deram a ele liberdade criativa e ele inventou seu próprio personagem. Nascia ali o Jumpman, ou Mario, que viria a ser o mais longevo personagem de jogo da história e hoje, a mascote oficial da Nintendo.
Em termos de jogo, a coisa mudou pouco. O troço era basicamente a mesma coisa que ele já havia feito para o Popeye, sendo que agora era o jumpman que saltava (daí o nome) através dos níveis para defender uma princesa (que antes era a Olívia palito) do Brutus, (na nova versão um gorila, o Donkey Kong).
Este é o Jumpman original
O nome Mario surgiu graças a uma coincidência. Para dar destaque ao bigode do boneco, foi adicionado um nariz protuberante no personagem do jogo. Nesta época os jogos eram de baixíssima resolução, o que obrigava o programador a criar o desenho programando-o pixel a pixel.
A solução do bigodão ajudava a esconder a boca, o que deixava menos trabalho para o criador. Do mesmo modo, o chapéu ajudava a esconder os cabelos, reduzindo o tempo na preparação dos sprites de animação.
Mais tarde, alguém da Nintendo notou que Jumpman tinha uma impressionante semelhança com Mario Segalli, o senhorio italiano do escritório da Nintendo em Nova York. Foi o que levou a mudança do nome Jumpman para “Mario”. Sabemos que algum tempo depois, Mario ganhou um irmão, Luigi. Ao que parece, o nome de Luigi foi criado a partir da existência de um restaurante italiano, situado ao pé da sede da Nintendo, chamado “Mario & Luigi’s”. A informação em questão não foi confirmada, mas parece plausível.
Curiosamente, o Mario não era um encanador, e sim um carpinteiro. Mario só mudou de profissão quando a Nintendo lançou o jogo Mario Bros, pois a solução de canos era uma idéia engenhosa para criar a transição entre as fases. Daí, de carpinteiro para encanador, a mudança foi direta.
O jogo explodiu em vendas. Consoles foram criados, milhões de games vendidos em todo o mundo e assim toda sorte de memorabilia foi vendida com a imagem do Mario. Dos jogos eles saltaram para desenhos animados, séries e até longa metragem, destacando-se como um dos personagens mais rentáveis de toda a industria dos games. É certo que a história do videogame seria diferente da que vemos hoje se Mario não existisse. Muitas das coisas do jogo tornaram-se cults.
Uma das coisas mais conhecidas da franquia Mario é a musiquinha. Daí surgiu esta idéia de catar as dez versões mais curiosas da musica do Mario. Confira:
1- Tema de Mario a capella (com bônus do tetris, entre outros clássicos do vdeogame. Muito legal este video)
2- Tema de Mario tocado num CD. (veja o video e fique bolado como eu fiquei)
3-Tema do Mario “tocada” por uma cortadora a laser (o som provém das engrenagens!)
4-Carrinho de controle remoto e garrafas cheias de água. (muito bizarro!) Note a cara de espanto do vigia.
A Lorena mandou a dica deste curta metragem uruguaio super maneiro. Veja que legal:
E viva o 3d! É legal observar isso feito por três caras e pensar que tem efeitos mais complexos que a ampla maioria dos filmes de décadas passadas, que custaram milhões de dólares para serem feitos.
@bruxonews verdade. Se neguinho proíbe até a dancinha da P Hilton... Mas ia ser legal ver uma velha falando o português claro. Dava um viral #2010/03/17
Ainda preciso estudar o caso, mas ele promete, já que o oficial se apresentou numa delegacia e registrou tudo em BO. #2010/03/17
O cara foi capturado no interior de são paulo, mas conseguiu escapar da nave. Saiu em Santa Catarina, em menos de dez minutos depois. #2010/03/17
ana paula-A menina mais forte do mundo
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