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Alice e a atual conjuntura

Alice e a atual conjuntura

A natureza ensina

Não sei quanto a vocês, mas eu tive vontade de dar um tiro na cara do pai desse idiota.

Doações para os desabrigados da chuva de Friburgo, Teresópolis e adjacências

desgraca Doações para os desabrigados da chuva de Friburgo, Teresópolis e adjacências

Como alguns já sabem, perdemos conhecidos e amigos na tragédia ambiental que se abateu sobre a região serrana.

O drama que assola a região no Rio de Janeiro já está entre os dez piores deslizamentos do mundo nos últimos 111 anos. O número de vítimas do desastre ultrapassou o de uma tragédia na China que até então ocupava a décima posição no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU) – ainda não atualizado. Além disso, o deslizamento desta semana já é o segundo maior do mundo no último ano e o terceiro maior da década. A tragédia no Rio também é o pior deslizamento de toda a história do Brasil. Ele superou em número de vítimas o registrado em 1967, em Caraguatatuba, quando 436 pessoas morreram.

É difícil saber até o momento quem está morto e quem está vivo lá, pois nossos amigos viviam justamente na região rural de sumidouro, em Campinas.
Eu e a Nivea fomos no mercado e compramos coisas para enviar pra lá, mas como sou meio cabreiro de safadezas nas doações, (lembra que na tragédia do morro do bumba teve gente que foi pega roubando mantimentos e fazendo triagem das melhores roupas para vender. Coisa que devia ser punida com pena de morte no Brasil) e como conhecemos as pessoas diretamente afetadas pelo merdelhê, vamos mandar PESSOALMENTE nossas doações. Vamos entregar em mãos amanhã.

(mais…)

Russos jogando os pintos no lixo

Devido a uma burocracia complicada que evolve taxas e documentos, algumas granjas russas precisaram pedir empréstimo, mas os bancos recusaram. Assim, os empregados foram obrigados a se livrar de nada menos que 300.000 pintinhos que tinham acabado de nascer. A granja, na região de Kursk, tomou a decisão porque sem dinheiro, não havia nada para alimentá-los. chicken12 Russos jogando os pintos no lixo
A razão de tal situação foi o vencimento do prazo de pagamento de impostos
Encheram vários tambores de pintinho até a boca, num frio abaixo de zero e em seguida encheram os taques de água.
É triste o video que eu vou colocar aqui. Quem gosta de bicho vai se sentir mal. Aviso logo pra não ter chororô depois. O video é triste pra caramba, mas a musica é linda.

fonte

Para refletir: O holocausto Palestino

No video abaixo, nós temos no lado esquerdo as fotos dos presos judeus nos campos de concentração dos nazistas. No lado direito os palestinos, comendo o pão que o diabo amassou nas mãos dos judeus nos dias atuais.

O intuito de mostrar este video não é tomar partido em uma guerra do outro lado do mundo, uma região conturbada banhada em sangue e imersa em um permanente conflito que existe muito antes de todos nós nascermos. O meu objetivo é sim mostrar que só há uma coisa certa aqui:

“Homo homini lupus”

“O homem é o lobo do homem”.

Thomas Hobbes

Niterói, o retrato do Brasil

Eu moro em Niterói, como alguns de vocês sabem, e minha casa nem fica muito longe daquele lugar chamado Viçoso Jardim (que de viçoso e de jardim não tem nada). O lugar é um morro enorme, cheio de barracos e casas pobres, onde inclusive morava minha empregada (cuja casa foi uma das que desabou).
Eu tenho acompanhado nos noticiários a “Crise de Niterói”, o “Caos de Niterói” e “O desabamento e as mortes em Niterói”.

Gente, eu sei que é óbvio falar isso, mas não custa repetir. O problema não é e nem nunca foi de Niterói. O problema é do Brasil. A minha cidade, que (por interesses obviamente políticos, movidos a maquiagem de dados e índices fajutados) ostenta a honra de ser a única cidade brasileira fundada por índios e de possuir o terceiro melhor índice de desenvolvimento humano (IDH) do país. Mas o IDH não adiantou nada para o pobre. A cidade sucumbiu às chuvas. O problema das encostas, e da ocupação irregular tem sua maior parcela na culpa pelo desastre que culminou na morte de mais de cem pessoas (os mortos ainda estão sendo contados).

Eu estou vendo a mídia cair de pau sobre os políticos. Era o esperado. É da natureza humana buscar alguém para ser o bucha, o cara que vai ser culpado. Fala-se em responsabilizar criminalmente os políticos, cujas gestões permitiram – e até incentivaram- a construção irregular em áreas impróprias. Concordo em parte.

Até acho que o certo é meter o malho no político, mas ficar só nisso e esquecer esta merda toda tão logo o primeiro sol surja no céu, e a praia convide a todos para um banho, é a tendência natural do brasileiro. E é o que lamentavelmente vai acontecer.

Pode me chamar de pessimista, mas não vejo como isso vai mudar. O governo só quer saber de arrecadar. O Estado vai usar a tragédia ao seus interesses, como evitar que os outros estados tasquem-lhes os royalties do petróleo.
Nesse ponto de vista, as pessoas do desastre terão sido mártires, que pagaram com suas vidas pelo espúrio interesse do Estado Brasileiro. Mas não só isso.
Se paramos para pensar, não é difícil imaginar porque algumas pessoas resolvem morar na favela, construindo perigosamente sobre abismos. Não, não é porque a vista lá em cima é mais bonita.

É porque as pessoas não tem mais onde morar. O morro é o lugar que resta. E como na maior parte das “propriedades da União”, não tem ninguém para impedir. Lógico que há áreas públicas que poderiam ser desapropriadas no centro, por exemplo, mas pelo fato de um dia poderem ter grande valor imobiliário, ninguém move uma palha. Na pratica,  sempre vai ter um para ver nesses pobres desesperados uma chance para obter votos e conseguir sua boquinha na câmara dos vereadores.
Em pouco tempo o conglomerado de pessoas vivendo mal e porcamente se torna uma “comunidade” e vem a companhia elétrica, instala luz para evitar os gatos, vem a Cedae e coloca água. Vem a prefeitura e bota um asfaltinho de 2cm de quinta categoria (pagando o preço de camadas grossas 12cm de asfalto aos amigos do rei).

No fim de alguns meses, a favela está estabelecida, começam as ligações clandestinas de água, e luz. Os caras começam a ter filhos como coelhos, pois não há educação nem planejamento familiar. As famílias aumentam, aumentam os puxadinhos. O povo vai buscando mais e mais lugar pra morar e a favela vai subindo indefinidamente o morro.

Este é o resultado dramático do imenso déficit habitacional (que é de mais de 6 milhões de casas) e a falta crônica de um sistema eficiente de transporte público.

O pobre mora em favela porque é a forma de conseguir trabalhar. Ocorre que em certos municípios praticamente não há mais lugar para construção regular. A solução seria expandir a cidade de dentro para fora, como é nos Estados Unidos. Mas o Brasil, por suas características histórias e geográficas, funciona ao inverso. Aqui a lógica é outra. “Quanto mais perto do centro, melhor”.
Dá pra entender a situação quando olhamos para o transporte público brasileiro. Ineficiente, caro, anacrônico. Concentrado na mão de velhos portugueses mafiosos, não raro matadores, que controlam os políticos através das doações em campanha.

Se o cara tivesse que morar numa casa direitinha, ele teria que morar tão longe que para “ganhar pouco, entrar cedo e sair tarde”, como os empresários querem que seus trabalhadores funcionem, ele teria que chegar em casa, só tomar um banho e sair de novo pro trabalho, sem dormir. Só assim conseguiria chegar no trabalho a tempo com o sistema de transporte deficiente que existe aqui.

Mas eu digo que isso aí só seria efetivamente possível se esta “casa direitinha” fosse algo factível. E não é.
O cidadão que possui pouca renda no Brasil não tem o menor acesso aos programas subsidiados do governo para habitação – totalmente centralizados na Caixa Econômica. Não preciso nem dizer que tais programas servem muito mais à classe média.

Embora tenha aumentado nos últimos anos, o crédito imobiliário dos bancos privados ao segmento mais popular é tão rarefeito que praticamente não pode ser considerado. Principalmente porque cada problema do país se amarra a outro. Por exemplo, a insegurança jurídica do Brasil é um dos maiores entraves para a simplificação do crédito habitacional. Sem crédito não há como o pobre morar. E ele arruma solução para isso na maior tragédia do país que é o famoso “jeitinho”.
Até no exterior o brasileiro é famoso pelo seu “jeitinho”. Diz o senso comum que “o brasileiro não se aperta”.
Na verdade, meu amigo, o brasileiro se aperta pra caramba. Muito mais do que qualquer outro povo do mundo, o Brasileiro vive apertado pela segunda maior carga tributária do planeta, talvez até da galáxia!
morrodacariocadepoisdes Niterói, o retrato do Brasil

Embora o pobre não pague o imposto de renda, ele paga caro em tudo que é produto. Da escova de dentes ao papel higiênico. Ele paga o pior dos impostos. O imposto invisível, que tasca-lhe o pouco que ganha, sem dar nada em troca. Ou quando dá, toma no padrão Suécia e devolve no padrão Somália.

O Brasileiro vota obrigado, e não reclama. O Brasileiro é vilipendiado nos seus direitos mais básicos como educação, segurança e saúde e não reclama. O Brasileiro vê a família inteira sumir num desabamento de Ex-lixão e não reclama. Só chora.
Os protestos contra a administração pública do país são pífios, mas em contrapartida basta um trio elétrico passar na rua e milhares de pessoas seguem atrás, sambando. Então, o povo, o pobre e o rico, tem suas respectivas parcelas de culpa pelas desgraças deste país.

a9e94237d13d4a88b35f18c Niterói, o retrato do Brasil

Cordão do Bola preta - 1,5 milhão de foliões sambando

A saúde pública não existe, a educação é uma piada, a habitação é um sonho que nunca se realiza e o transporte público um pesadelo que não tem fim.

Niterói, no caso,  é o retrato da nação brasileira, que posa de bonita lá fora, banca de superior oferecendo ajuda humanitária até para quem não precisa, mas estende seu telhado de vidro para as pedradas dos críticos, ao lidar com a mais completa incompetência para com os problemas internos.

Hoje, os jornais se locupletam comas desgraças alheias, pois para o jornal, quanto mais merda, mais notícia. Quanto mais notícia, mais audiência, mais dinheiro. Logo, quanto mais merda, mais dinheiro.
Para o político, quanto mais merda, mais dinheiro também. Ele vai declarar estado de calamidade, vai poder contratar avontê serviço dos seus amigos empreiteiros sem licitação, a ciranda da propina vai rolar solta. Depois, na Tv, com lágrimas nos olhos o político vai alegar que é tudo culpa da gestão anterior, vai prometer mundos e fundos para a próxima eleição, vai culpar Deus e o mundo pelas desgraças e vai mostrar que sempre foi contra, seja a desgraça o que for, ele foi contra e trabalhou para impedir.

Em seguida, os políticos Vão falar em números, vão levantar termos e complicações jurídicas e protocolares, irão prometer, prometer, e apelar por mais e mais dinheiro do governo.

O governo federal, por sua vez, vai fazer o papel cínico que sempre faz. Vai dizer que dá e não vai dar. Se o povo encrespar e ameaçar algum tipo de protesto, com meia duzia de gatos pingados que ainda se iludem de que “o povo unido jamais será vencido”, aí o governo vai se mexer, talvez com intuitos eleitorais.

E quando finalmente der algum tostão, dará tão atrasado que ninguém mais se lembrará e é possível que este dinheiro nunca chegue ao fim ao qual se destinava.
Enquanto estiver pressionado pela mídia, que só quer saber de ter material para arrecadar em anúncios, o político vai querer mostrar serviço.

Vai tirar proveito eleitoreiro da crise, mandando o braço forte do Estado desalojar os pobres das áreas de risco. Eles são então transplantados para outra favela, talvez horizontal. Mas em pouco tempo eles voltarão, e como resultado, haverá duas favelas onde antes só havia uma. Mas ninguém dará a mínima. A classe alta continuará com seus interesses privados. A classe média continuará ambicionando o status e o padrão de vida da classe alta. Quanto aos pobres…

Enquanto isso, as pessoas vão reconstruindo suas vidas com farrapos, com pedaços do que sobrou. Irão varrer o pó e lavar a lama e retomarão às suas vidas de gado, totalmente anestesiadas e afundadas na ignorância. Se agarrarão à religião e darão a elas os seus últimos tostões, na esperança vã de que uma divindade tome partido de sua desgraça na Terra.

Os bolsões de miséria continuarão a se expandir indefinidamente, até se conectarem em imensos mares de  pobreza.
E a conjuntura brasileira continuará assim, até que uma nova tragédia se abata, mais pobres morram e todo o circo diabólico da exploração do sofrimento alheio ressurja na mídia.

Nós e eles

A História está repleta de casos em que animais salvam seres humanos da morte certa. Muitos dos casos em que humanos foram salvos envolvem golfinhos.

Um dos mais interessantes casos em que golfinhos salvaram pessoas é o caso da Família Howes. Um belo dia, Rob Howes, que era salva-vidas, resolveu sair para nadar com sua filha, Niccy e mais dois amigos dela.

Eles entraram no mar na praia oceânica de Whangarei ao norte da ilha da Nova Zealândia. O grupo estava nadando distraidamente quando surgiu um grupo de golfinhos fazendo uma série de coisas “malucas”. Basicamente os golfinhos nadavam velozmente ao redor dos humanos, batendo suas caudas com força, espalhando água para todos os lados. Os nadadores ficaram assustados com o estranho comportamento dos golfinhos. Em alguns momentos, os golfinhos chegaram muito próximo dos humanos, que começaram a temer que os cetáceos os mordessem. Howes ficou preocupado, pois com muitos anos de prática como salva-vidas ele nunca tinha visto Golfinhos agindo tão agressivamente.

Ele tentou nadar para fora do círculo, mas dois dos golfinhos que estavam circulando velozmente o grupo foram até ele e começaram a empurrá-lo de volta para junto dos outros. Foi neste momento que Howes percebeu algo assustador. A poucos metros deles estava um enorme tubarão branco. A água neste dia estava cristalina e o monstro gigante cheio de dentes passou a menos de dois metros dele. Foi aí que Howes percebeu algo que o comportamento dos golfinhos de fato era agressivo, mas sim para afastar o tubarão deles. Os golfinhos estavam deliberadamente e por conta própria,  protegendo os humanos. O tubarão se movia na direção do círculo, mas os golfinhos eram muito rápidos e as batidas das caudas na água geravam tamanha confusão que em pouco tempo o enorme tubarão perdeu o interesse e nadou para o fundo, até sumir no azul. Quando o tubarão se foi, os golfinhos ainda ficaram “de guarda” por cerca de 40 minutos, nadando com os humanos de forma bem mais calma e amistosa,  e gradualmente se afastaram das pessoas, que finalmente nadaram depressa para a praia.Na costa, outro salva-vidas chamado Matt Fleet estava patrulhando a costa quando percebeu a agitação na água. Ele assistiu toda a cena com binóculos. Foi Matt Fleet que contou o ocorrido ao jornal Northern Advocate. fonte

Não era a primeira vez e nem a última que golfinhos selvagens iriam salvar humanos das presas de um tubarão. Nesta matéria podemos ver o caso impressionante do surfista que estava sendo comido por um tubarão quando dois golfinhos surgiram não se sabe de onde, e o escoltaram para a praia, onde ele pode ser atendido. O jovem só sobreviveu porque os golfinhos se meteram entre ele e o tubarão que já havia dado uma bela dentada nele, arrancando uma grande quantidade de pele das costas do surfista.

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Na Grécia antiga, um golfinho salvou o poeta Arion do afogamento e o levou em segurança até uma praia ao sul da Península de Peloponeso. Por essa razão, é famosa a estátua de Arion cavalgando um golfinho.
Pelos quatro cantos do mundo, assim como o povo do Laos, país do sudeste asiático, e também para os ribeirinhos amazônicos, os golfinhos ou botos podem ajudar a salvar náufragos em mar aberto ou nos rios.
O golfinho é um mamífero de sangue quente, como nós, e respira ar a cada sete minutos.
O cérebro deles é maior e mais complexo que o humano.Seu sonar (sons submarinos) localiza os cardumes de alimento e comunica-se com outros golfinhos numa frequência 10 vezes maior que a humana.

Em outro caso, um golfinho salvou uma criança do afogamento. O caso se deu ao sudeste da Itália, quando o jovem Davide Ceci caiu do barco em que estavam seus pais. O menino não sabia nadar e afundou depressa. A mãe do jovem estava desesperada e os homens já se preparavam para pular na água quando surgiu um golfinho sob o garoto, empurrando-o para a superfície. O golfinho se aproximou do barco de tal maneira que o pai do menino conseguiu agarrá-lo e içá-lo para o barco. As pessoas ficaram admiradas com a atitude do golfinho.  Posteriormente, descobriu-se que o animal era Filippo, um animal que era atração turística na costa da Manfredonia, no sudeste da Itália.  Impressionada, a mãe do garoto disse aos jornais: “O golfinho Filippo é um herói, parece impossível um animal ter feito algo assim, a sentir o instinto de salvar uma vida humana”.

O golfinho Filippo viveu nas águas Manfredonia desde que ele se separou de seu grupo. A Dra Giovanna Barbieri, pesquisadora marinha disse que  “Filippo parece não ter o menor medo de humanos”.

Não são apenas os golfinhos que salvaram humanos. As baleias também já fizeram isso. Um dos casos mais emblemáticos é o da baleia que salvou o mergulhador.  A cena se passou na China, num aquário oceanográfico. No dia em questão, havia um concurso de mergulho sem equipamento. Os mergulhadores tinham que mergulhar na água congelante e atingir a profundidade mínima de seis metros. Um dos participantes do evento mergulhou fundo, mas começou a ter fortes câimbras na perna, devido a água fria.

O jovem pensou que iria se afogar. Suas pernas travaram e ele não conseguia nadar. Foi aí que ele sentiu uma estranha força o empurrando para cima velozmente.

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O jovem não entendeu o que estava se passando, mas ele estava sendo salvo por uma baleia.Mila era o nome da baleia, que estava acostumada com a presença de humanos em se aquário, e foi ela que percebeu que havia algo errado com o mergulhador. Mila não esperou para ver o que ia acontecer. Antes que as pessoas pudessem pular no tanque para salvar a vida do jovem ela mesmo resolveu tudo. Agarrou de leve com a boca na perna dele e nadou para cima. A cena foi registrada em fotos e video.
fonte
Golfinhos e belugas são animais impressionantes, que conseguem fazer coisas inacreditáveis.

Em contrapartida, o ser humano tem contribuído muito pouco para o bem estar desses pobres animais. Todos os anos, em alguns países nórdicos, no Japão, e vergonhosamente para nós, até no Brasil. No Japão e na Dinamarca existe uma matança generalizada de golfinhos e baleias. Nestes dias, barcos pesqueiros empurram grandes cardumes para a costa, quando pessoas de todas as idades os matam a machadadas.

Nas Ilhas salomão o vergonho espetáculo se repete, mas com maior impacto. Lá a morte acontece da mesma forma mas sobretudo crianças, são instruídas na carnificina pelos próprios pais. Elas são ensinadas a matar os animais com foices e machadadas. Para elas, isso é uma coisa banal.

O conjunto das cenas é de fazer vergonha ao mais insensível ser humano e nos dá uma clara dimensão de como nós humanos somos estúpidos.

Sabe qual é a razão para o assassinato destes animais? Não é só o alimento. Eles são comidos, mas a real justificativa para o massacre de golfinhos é a competição. Os humanos pensam que matando os golfinhos sobrará mais peixe para que eles possam pescar e vender.

Vergonha de ser humano. “Homo sapiens”, hahaha.

Os limites da guerra

Todos nós crescemos ouvindo e vendo que a Guerra traz à tona o lado mais selvagem do ser humano. Mas será sempre assim? Ao que parece, não. O meu amigo Guilherme me mandou um interessante caso sobre o limite entre a inimizade de nações.

charlie Os limites da guerra
Charlie Brown era piloto americano de um B-17G do 379th BG em Kimbolton na Inglaterra.
Seu B-17 estava seriamente danificado, atingido pelos caças inimigos e pela antiaérea.
Com a bússola arruinada, ele voava perdido e cada vez mais adentro da Alemanha, ao invés de estar com rumo para sua base inglesa.

Após sobrevoar um aeródromo alemão, um caça Messerschmidt Me 109G foi enviado para abater este B-17.
franz3 Os limites da guerra
Quem estava no comando do caça era o alemão Franz Steigler. Ao se aproximar do bombardeiro, não podia crer no que via. Em suas palavras:

“Nunca vi um avião naquele estado. A seção traseira, leme e profundores muito avariados, artilheiros feridos, a proa do quadrimotor danificada e furos por toda fuselagem.”


franz Os limites da guerra

Embora tivesse o caça armado e carregado, Franz emparelhou seu Me 109 com o B-17 e olhou para o comandante Charlie Brow e este estava apavorado e lutando com os controles para manter o bombardeiro voando.
Ciente da desorientação do piloto, Franz acenou que eles girassem 180 graus, escoltando o avião em um rumo seguro para a Inglaterra.

franz2 Os limites da guerra

Então Charlie Brown saudou e voltou para sua base.
Ao pousar, Franz informou ao CO que abateu o bombardeiro sobre o mar.
No “debriefing”, Charlie Brown e sua tripulação informaram o ocorrido, mas foram instruídos para não falar sobre o episódio com ninguém.
Após 40 anos, Charlie partiu em busca daquele piloto alemão que o salvou.
Depois de longo tempo, ele encontrou Franz.

franz3 Os limites da guerraFranz Steigler à esquerda e Charlie Brown à direita

Ele nunca havia citado o fato, nem em reuniões do pós-guerra.
Eles se encontraram nos EUA numa reunião do 379 BG, com a equipe que ainda estava viva porque Franz não disparou suas armas.

Quando perguntaram a Franz por que não derrubou o B-17, ele respondeu:
“Não tive coragem de acabar com a vida daqueles homens que lutavam para viver. Voei ao lado deles. Eles davam tudo de si para chegar são e salvos à sua base, e eu não ia impedi-los de viver. Simplesmente não podia atirar em um inimigo indefeso. Seria o mesmo se eu estivesse num pára-quedas.”

Ambos os pilotos morreram em 2008.

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