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As Balas do Juízo Final

22102011
Eu estava distraído no sinal quando notei um vulto surgir do meu lado. Assustei-me, já imaginando tratar-se do clássico assalto. Mas o sujeito já tinha sumido. Foi quando notei um saquinho de balas pendurado no retrovisor.

22102011 As Balas do Juízo Final

Agora fala sério. Lendo ali, você acha que tem quanto de chance do tal Luis Henrique, vendedor de balas, um dia abrir uma igreja? Eu diria 99,9%.

(comprei duas, né? Afinal quero garantir minhas prerrogativas e as da primeira dama no dia do Armagedom.)

Elvis não morreu?

Elvis old_spotted2!
BOMBA! Elvis Presley, o rei do rock está vivo!

Elvis old spotted Elvis não morreu?
Ele teria sido descoberto por acidente em agosto, numa foto feita por um turista austríaco de férias com a família na capital Argentina. Por mais surreal que pareça, o suposto Elvis estaria se divertindo no restaurante com amigos, onde teria assistido um show de cover dele mesmo.

A foto correu o mundo assim que foi revelada pelos tablóides ingleses e desencadeou novamente a busca pelo famoso cantor.

“Elvis já foi visto outras vezes, mas nunca foi fotografado” -Disse Soraya Lippthorn, que fã de Elvis desde os 12 anos – “Eu tenho certeza que é ele. Meu coração me diz!”.

Como centenas de outros fãs do cantor em todo o mundo, a senhora Lippthorn nunca acreditou na fraude da morte de Elvis Presley. Muitos investigadores sustentam que Elvis chegou a trabalhar para a CIA, e que sua morte teria sido um engodo para evitar que fosse assassinado por espiões soviéticos.

elvis nixon 01 crop Elvis não morreu?

Elvis teria sido um espião dos EUA?

Alguns céticos sugerem que pode se tratar de uma simples coincidência, mas não é o que diz o Dr. Joseph Bernardez, do instituto de analise de imagem de Redmond, USA. Joseph traçou uma série de pontos que coincidem com estruturas faciais e o resultado deu positivo para Elvis. O sistema tem baixa margem de erro e é o mesmo usado para identificar foragidos da justiça nos EUA.

O caso desencadeou uma explosão de mensagens dos fãs, que há décadas alegam ter visto Elvis em diferentes lugares do Mundo.

O livro “El rey vuve entre nosotros”, do jornalista Jerónimo Burgués, sustenta que houve um acordo entre a CIA, o FBI e a Polícia Federal Aregentina para abrigar o cantor. O blog “Elvis en Argentina” também apóia a rese e lançou uma campanha para localizar o rei.

Um boato inicial dizia que logo após a morte de Elvis, um homem que se parecia com o cantor comprou uma pasagem para Buenos Aires.

“Ele se aposentou. Segundo fontes argentinas, Elvis não quer mais voltar aos holofotes. Ao que parece, ele juntou uma bela grana e com o dinheiro viajou o mundo todo. Elvis Presley, que teria se retirado no início da decadência de sua carreira para se tratar de uma grave dependência de drogas, teria se tornado um recluso criador cavalos em General Guemes, na província de Salta, na Argentina. Curiosamente, a cidade é a mesma onde já teria sido visto e filmado o famoso Gnomo!

eu vi gnomos Elvis não morreu?

Existe até um documentário onde são apresentados depoimentos e evidências de que Elvis está vivo, e morando na Argentina:

HAHAHAHA.
OK, OK, eu admito. Estou inventando. Este post é fajuto. Eu que fiz a foto tosca do Elvis velho que ilustra este post. Mas ia ser massa ver uma noticia dessas, né? Acredite ou não, existe um batalhão de gente que alega mesmo ter visto o Elvis andando por aí. E a hipótese dele viver na Argentina é sustentada por muita gente. Certa vez eu li que há inclusive um prêmio em dinheiro para quem provar que ele está vivo. Eu me amarro muito no som do Elvis, e volta e meia estou escutando o rei do rock. Hoje, sem querer me deparei com um video bem antigo de um brasileiro chamado William Marques, que canta muito parecido com o Elvis. Acho que o cara se apresentou no Raul Gil. O timbre é surpreendentemente parecido. (não é dublagem) Saca só:

Rudolph Fentz: A verdadeira história do homem que viajou para o futuro

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A história de Rudolph Fentz é considerada por muitas pessoas um dos grandes mistérios do mundo. Talvez você nunca tenha ouvido falar neste cara e muito menos tenha tido qualquer contato com sua escabrosamente impressionante história. Até agora.

Um homem que viajou no tempo?

 A misteriosa história de Rudolph Fentz começa no início de junho de 1950. O relógio marcava aproximadamente às 23:15, quando um homem, andando de forma estranha, vestido em roupas muito antiquadas para a época, foi visto por populares em plena Times Square, na cidade de Nova Iorque – EUA.

2222 Rudolph Fentz: A verdadeira história do homem que viajou para o futuro

Ele usava roupas antigas e parecia atordoado.

O homem vagou a esmo, não respeitando as faixas nem os sinais de trânsito. Seu jeito de andar pelo meio da rua movimentadíssima (era a hora de saída de muitos espetáculos e cinemas) de Nova York rapidamente atraiu a atenção das pessoas para ele.

O sujeito parecia muito assustado com a movimentação intensa dos automóveis que passavam tirando fino dele. O brilho intenso dos faróis dos carros o cegavam e as pessoas que testemunharam a cena, relataram que ele parecia estar em pânico.
Atordoado e desnorteado com as luzes, a intensa movimentação, os carros que passavam se cruzando pela Times Square,  o homem subitamente acabou atropelado por um dos carros, vindo a falecer rapidamente em meio a uma poça de sangue no asfalto.

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Em 3 minutos e com com apenas 1 deputado em plenário, CCJ aprova 118 projetos

O retrato do Brasil
Eu confesso à vocês que estou começando a chegar a conclusão de que nós todos estamos participando de uma pesquisa psicológica. Certamente, existe algum tipo de entidade superior que está usando o povo brasileiro para verificar em qual grau as pessoas podem ser ridicularizadas e escarnecidas sem que se revoltem e reajam violentamente como ocorreu na Revolução da França em 1789.

Não me parece haver outra explicação logica para certas atitudes dos políticos: Eles querem morrer.

Eles estão pedindo, implorando para uma revolta popular em larga escala, que uma vez desencadeada não irá deixar sobreviventes nessa classe miserável de gente abjeta que se locupletam com o dinheiro retirado do bolso do povo que trabalha. Não sou eu quem diz. É a História da humanidade. Ela está repleta de revoltas violentas que ocorrem quando o povo é pressionado por governantes déspotas. Para que isso ocorra no Brasil, só é necessário que eliminem o futebol e o samba.

Veja só este artigo:

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, numa sessão meteórica de pouco mais de três minutos, aprovou, na manhã de quinta-feira, 118 projetos. O deputado Luiz Couto (PT-PB), o único presente, foi chamado com urgência na comissão para ter pelo menos um parlamentar no plenário da CCJ. Quem presidiu a sessão foi o deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), terceiro vice-presidente. Quando Couto chegou, Colnago declarou: “havendo número regimental, declaro aberta a reunião”. Para abrir uma sessão na CCJ, a mais numerosa e mais importante da Câmara, são necessárias assinaturas de 31 deputados. Esse quórum existia, mas todos assinaram e foram embora, como ocorre em todas quintas-feiras.

Os projetos foram votados em quatro blocos: de 38 (concessão de radiodifusão), de 09 (projetos de lei), de 65 (renovação de concessão de radiodifusão) e de 06 (acordos internacionais). A cada rodada de votação, Colnago consultava o plenário, como se estivesse lotado.

Os deputados que forem pela aprovação, a favor da votação, permaneçam como se encontram.

- Os deputados que forem pela aprovação, a favor da votação, permaneçam como se encontram.

Sentado na primeira fileira, Luiz Couto nem se mexia.

Em outro momento, Colnago fez outra consulta ao plenário:

- Em discussão. Não havendo quem queira discutir, em votação. Aprovado!

Declarada encerrada a sessão, Colnago dirigiu-se a Couto:

- Um coroinha com um padre, podia dar o quê?!.

Couto é padre e Colnago revelou ter sido coroinha na infância.

A secretária da CCJ, Rejane Salete Marques, também fez um comentário:

- Votamos 118 projetos! – disse para logo depois dar risadas.

E Colnago continuou, falando com Couto:

- Depois diz que a oposição não ajuda…

Além das centenas de concessões e renovações de radiodifusão, a CCJ aprovou, neste pacote, acordos bilaterais do Brasil com a Índia, Libéria, Congo, Belize, Guiana e República Dominicana. Entre os projetos de lei, há um que trata de carteira de habilitação especial para portadores de diabetes e até a regulamentação da profissão de cabeleireiro, manicure, pedicure e “profissionais de beleza em geral”.

fonte

A finalidade básica da “Comissão de Constituição e Justiça”  é examinar cada projeto para verificar se esta de acordo com os preceitos da Constituição Brasileira e da legislação aplicável. Logo, quando dois deputados se arroubam ao direito de decidir acerca de todos os itens da pauta, eles estão escarrando na ética profissional, na Constituição Federal e na cara do povo brasileiro.

Onde está a reflexão? Os estudos, as discussões, a análise do mérito de cada um dos projetos? Você acredita que em 3 minutos seja factível examinar 118 proposições? Nem eu. Isso não seria possível nem se eles fossem clones do Chuck Norris. Dá MENOS DE DOIS SEGUNDOS POR PROJETO.

É óbvio que se fosse em qualquer país um pouco mais sério que esta esculhambação geral chamado Brasil, os dois seriam exonerados e expulsos AD ETERNUM da política. Igualmente, deveriam ser expulsos os demais que assinaram o ponto (obviamente para receber o dinheiro que não deveria lhes ser pago) e foram embora. CRIME!

Quer saber quem deu no pé? Aqui está a lista.

Este episódio em que apenas dois políticos colocam em votação e decidem sobre o futuro de nada menos que 118 projetos de importância nacional, decidindo o futuro de milhões de reais e por tabela, de milhões de pessoas envolvidas, revela duas coisas importantes:

  1. Se poucos políticos podem decidir coisas importantes, por que diabos nós temos que sustentar 513 vagabundos deputados e mais 81 filhos da puta senadores?
  2. Se tantos projetos podem ser decididos tão rapidamente, por que será que existem projetos importantíssimos para o país que estão empoeirando nas gavetas da Câmara?

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Taxas malucas: Por que que a gente é assim?

Tem muita coisa que me incomoda. Mas nada me deixa tão puto quando instituições me consideram “otário”.

Veja, estou falando das “taxas”. Já reparou como que no Brasil pagamos “Taxa” pra tudo?
Como se não bastasse sermos o país com uma das taxas de impostos mais alta do sistema solar, ainda vem um bando de -desculpa a franqueza – FILHO DA PUTA – meter mais uma mão no nosso bolso, em alguns casos, de forma velada. Em outros de forma desavergonhada, acintosa e em outras, ao arrepio do que diz a lei.

Uma das taxas que mais me incomoda é a “Taxa de cadastro”.
Pode ver que a “Taxa de cadastro” é uma daquelas ideias engenhosas provindas da escura e diabólica mente de um safado maldito, e que tem a única razão de ser de meter a mão no nosso bolso. Se você não sabe do que eu estou falando, e tem uma conta em banco, parabéns, você está sendo roubado e nem sabe disso!
O cara que inventou a tal “taxa de cadastro” é tão canalha que ele deve ter uma salinha privativa no inferno já esperando por ele, bem ao lado da salinha destinada ao desgraçado que coloca legenda branca em filme de cinema.

Volta e meia (todo ano) os bancos privados retiram uns caraminguás da sua conta a título de “taxa de cadastro”. Isso ocorre você querendo ou não, e pra piorar, ocorre mesmo quando ABSOLUTAMENTE NADA mudou na sua vida, o que significa que enes não tiveram porra de trabalho nenhum, mas mesmo assim, te cobraram por um suposto “trabalho” que não foi feito.

Tem outras taxas que são aparentemente sem sentido, mas que volta e meia a gente acaba tendo que pagar. Tipo as taxas malucas do Detran. O Detran tem taxas altas para alguns serviços meramente burocráticos/eletrônicos. Sem falar nas cobranças claramente ilegais dos órgãos estaduais. Por exemplo, existe jurisprudência do STF no qual a taxa de registro de veículo (FDL) é considerada ilegal. E o Detran continua a praticar a taxa, na maior CARA-DURA. Tá pensando que é taxa baratinha?

No caso de o bem ser financiado, o documento leva um carimbo informando que o veículo está alienado para o banco que o financiou. É por este carimbo eletrônico que a FDL e a Fenaseg cobram taxas que somam 240 reais, um custo adicional para os donos de veículos automotores, que já pagam várias taxas embutidas no financiamento do veículo. Uma delas chega a R$ 1.000,00 disfarçada de “tarifa de cadastro”. Um assalto ao cidadão que precisa de um financiamento bancário.

Muitas das taxas brasileiras se dão descaradamente “ao arrepio da lei“. Neste caso, os caras dão o “migué” e “se colar, colou”. E cola, na maioria das vezes, porque o Brasileiro que reclama seus direitos é chato, é mal amado, é zé ruela…
Um exemplo? Tem vários. Um dos mais comuns é a taxa para emissão de histórico escolar. Isso está claramente proibido por lei, mas um monte de instituição de ensino SAFADA te cobram.

As taxas de emissão do histórico escolar e do certificado de conclusão de curso, bem como da expedição e registro de diplomas estão incluídos nas mensalidades pagas pelos serviços educacionais prestados pela instituição, conforme a interpretação dos artigos 22, XXIV, e 24, IX, da Constituição Federal, combinados com os artigos 48, § 1° e 53, VI, da Lei n° 9394/96 – LDB – em face dos artigos 2° e 3°, da Lei n° 8078/90 – Código de Defesa do Consumidor, e nos termos da Lei nº 9.870/99. fonte

Que foi? Tá aí todo pimpão porque a sua universidade particular não cobra? Pois saiba que eles apenas fizeram um expediente malandro, de embutir esta taxa nas suas mensalidades. Ou seja, mesmo quando não paga, VOCÊ PAGA!

Quer outra? Sabia que o banco tem que te indenizar se você passar mais de 30 minutos em pé na fila? Conhece alguém que já ganhou esta indenização? Nem eu. Mas eles existem. E infelizmente, são uns poucos (e quase todos advogados).
Não sei onde você mora, mas aqui no Rio de Janeiro uma lei estadual determina que o atendimento deve ser feito em no máximo 20 minutos, em dias normais e 30 minutos, na véspera ou após feriados prolongados.
Então, há lei determinando o que se entende por razoável como tempo de espera condizente com o respeito e a dignidade. Porém, não é praxe de muitos bancos tratar consumidores com, reitera-se, respeito e dignidade. Basta ir a qualquer agência bancária para vermos filas enormes de clientes esperando interminavelmente para serem atendidos. O engraçado é que você chega na agência, e aquele banco que bateu recorde mundial de faturamento, tem doze guichês de caixa. Mas sabe quantos efetivamente trabalhando? Dois! Sendo que um é só para os idosos, gestantes e deficientes, o que resulta em um. UUUUUUUUMMM! Você chama o gerente da agência pra reclamar e ele te explica que:

“…Na verdade são dois, mas um deles está em horário de almoço.”

Você respira fundo e tenta empurrar aquele grito de “POOOOORRAAAAAA!” guela abaixo, para não dar vexame de pirado na agência. Como que uma instituição bancária se arvora no direito de controlar e guardar seu dinheiro e investimentos se não tem a mínima competência para estabelecer uma escala de controle de almoço, ainda mais sabendo que a população trabalha e muitos só tem a maldita hora do almoço para pagar contas?

Não é possível, meu. Aliás, é é possível sim. Este é o país da piada, da esculhambação.

Quer outro exemplo de nego cobrando taxa ilegal na maior cara-dura?
TV A CABO.
Quando você contrata a Tv a cabo, paga uma taxa de serviço. Ok. Até aí normal. Mas tenta só pedir um ponto extra pra ver o que acontece?
Eles vão te cobrar uma taxa MENSAL pelo ponto extra. Acontece que -eles sabem disso – é ILEGAL este tipo de cobrança, já que existe uma Resolução de nº 488/07 da Anatel que indica claramente a proibição de cobrança nesse sentido. Quando você ( um em um milhão)liga para o SAC e informa esse seu direito, sabe o que eles dizem?

“Pague a taxa primeiro e recorra ao PROCOM, e então, mediante determinação judicial, retiramos a taxa”.

Veja o grau de canalhice suprema desses ordinários! Não obstante saber que estão lesando o consumidor, o cara que paga O SALARIO DELES, os caras se aproveitam da complicada estrutura jurídica do país, e contribuem para que ela piore, produzindo um mar de processos que tem como única finalidade enrolar a vida do consumidor de tal maneira que ele aceite passivamente mais uma cenoura no cú, digo, mais uma conta pra pagar no fim do mês. (Quer dizer, isso pro cara que não deu o mole supremo de colocar a conta em débito automático, porque quem faz isso é igual marido traído, quando chega a saber, é o último.)

No Brasil, é normal empresas privadas (que vivem de lucro) tentarem a todo custo foder o consumidor. Um bom exemplo são as companhias aéreas, que desrespeitam as normas de regulamentação do setor, criam suas próprias regras, onde chegam a desvergonha de cobrar até 100% de taxa de “multa” por remarcação de passagem.

Hoje mesmo me deparei com uma curiosa taxa, que foi o estalo que desencadeou este meu post. Uma taxa de “cadastro” (Agora todos no inferno aplaudem).

Veja, para se registrar um livro, de modo a fazê-lo legalmente e portanto poder distribuí-lo e vendê-lo, é necessário um código chamado ISBN.
O ISBN é um simples, idiota, ridículo, (e qualquer outro adjetivo que você queira usar aqui), numero de código de um cadastro de obra literária.
É assim: Você preenche uma ficha com o nome do livro, marca o tipo de tema, coloca o nome do autor, numero de paginas, anexa uma copia da folha de rosto do livro (aquela que vem depois da capa) e paga uma taxa baratinha de doze reais.

Ok, um burocrata da Agência Brasileira do ISBN, um órgão do Ministério da Cultura, portanto FEDERAL, vai pegar aquilo e digitar num sistema de computador. Leva o que? Três minutos? Talvez menos, certamente. Aí ele aperta o enter.
ACABOU! O computador vai gerar um numero de 13 dígitos que identifica sua obra. Se você quiser o código de barras, a instituição PÚBLICA dá pra você, mediante a uma taxa de Vinte e dois reais a mais. Se quiser com fotolito, aí o preço dobra, sobindo para quarenta reais. (isso por um escroto código de barras que é gerado com um miserável clique do mouse)

Mas aí você pensa: Ah, chorando miséria por causa de quarenta merréis?

Então, na hora de tentar registrar sua obra, você descobre que não pode. Ué. Não pode? POr que?
Porquê você (lá vem a frase demoníaca) “não está cadastrado no sistema”.

Ué. Mas não é só cadastrar?
E é. Mas isso não se dá de graça. Você tem que pagar (senta pra não cair) a soma de CENTO E OITENTA REAIS para “cadastramento”. Como eu já disse antes, “cadastramento” é pegar o que você marcou na ficha e preencher num programa de computador e apertar o “enter”. Só! Não é gravado com cinzel numa placa de mármore de carrara não. Não é gravado a ouro e não requer um supercomputador da NASA.

Eu sinceramente gostaria muito de entender por que a Fundação Biblioteca Nacional, que é um órgão Público, cobra quase duzentos reais apenas para “cadastro” de autores de livros, e também cobra uma taxa (venda casada?) extra por emissão do ISBN. Não estou exigindo que façam gratuitamente este serviço, mas o que justifica um valor destes para um cadastro que é feito num terminal de computador? Se pararmos para pensar que R$ 180,00 é mais do que a maioria dos 1,2 milhão de brasileiros que recebem salário mínimo tem para gastar com alimentação, fica ainda mais explícita a vergonha.

É deveras impressionante que um jogo de Playstation 3 que envolve centenas de pessoas, técnicos, artistas, atores especializados, equipe de vendas, promoção, distribuição, pesquisa e etc, todo mundo ganhando em dólar, com software e hardware dos mais avançados, sai ao consumidor final por menos que isso.

Como que pode um mero cadastrozinho de merda para gerar um código de miseráveis 13 dígitos ser tão caro?

Por que no Brasil pagamos tantos impostos caros quando quase todos os serviços públicos ocultam taxas estranhas? Veja, para depositar um pedido de patente, o INPI – outro órgão FEDERAL, portanto PÚBLICO, cobra uma série de taxas.
Vejamos:

A taxa de depósito é de R$ 140,00, mas pode diminuir para R$ 55,00 para pessoas físicas, instituições de ensino e pesquisa e microempresas. O pedido de exame de invenção com até 10 (dez) reivindicações é de R$ 400,00 (R$ 160,00). Já o pedido de exame de modelo de utilidade custa R$ 280,00 (R$ 110,00).
Aí você ainda tem que preencher uma papelada burocrática que é um PESADELO pior que aquela prova final de Cálculo III.

Se você for um cara iluminado, e não havendo obstáculos processuais como exigências ou subsídios ao exame deverão ser pagos EXTRA R$ 95,00 pela expedição da Carta-Patente, ou R$ 40,00 pela de carta de invenção ou modelo de utilidade.

Você acha que acabou? LEDO ENGANO, meu chapa!
O depositante do pedido e o titular estarão OBRIGADOS ao pagamento de uma tributação anual, denominada “anuidade” (Arts. 84 a 87 da LPI). Tá achando que é mole? Os caras querem te garfar PARA TODO O SEMPRE!

Aí me dá até gastura, quando eu pego uma revista que vem comentando como o “potencial de inovação do Brasil é mais limitado que os de outros países”. POOOOORRA! Só quem já tentou patentear alguma coisa aqui sabe que O ESQUEMA É FEITO PARA BENEFICIAR UMA MEIA DUZIA DE ESCRITÓRIOS ESPECIALIZADOS.

Nesse país de filhos da puta, cria-se a dificuldade para vender a facilidade. Quando a tecnologia chegou, era pra ter dado barata voa nesses burocratas canalhas, nesse bando de despachante, mas não. Criou-se ainda mais complicações. Criou-se uma instituição de culpar o “sistema”. O cara não quer trabalhar? Diz que o “sistema saiu do ar”, o “sistema caiu”. Ou pior: “O sistema errou”.

E o bobo (nós) engolimos essa.

Se para registrar uma invenção, um modelo de utilidade ou uma marca custa caro e é complicado, para registrar uma obra cultural, não difere muito.
Para registrar um original de conto, livro, peça, música e até história em quadrinhos e personagens, é no escritório central de Direitos Autorais. Você chega lá, preenche uma ficha, anexa documentos, e recebe um boleto de GRU (guia de recolhimento da União) para pagar no banco, segundo estes valores.
O mais bizarro é que os caras cobram coisas completamente insanas, como um valor para personagem Preto e branco e outro completamente diferente para um personagem colorido. POOOOOOORRAAAAAAAA! Que diferença faz, meu Deus do céu? Por que eu pago 50 reais para registrar um personagem preto e branco e 80 reais para registrar o mesmo personagem colorido?
O que vem a ser essa porcaria de registro? Um papel que diz:

“O personagem XXXX foi registrado por XXXX no dia XXXX sob o número XXXXXXXXXX-XXX”.

Então pergunto: O que muda? Por que cobranças de valores diferentes numa mesma categoria? Por que cobrar um valor de uma pessoa física e outro de uma pessoa jurídica? Por que motivo, razão ou circunstância uma empresa tem que pagar mais que um indivíduo? Não basta ISS, ICMS, IR, INSS, CSLL, IOF, IPI?

Nos EUA essa merda aí nem existe. Lá o cara lacra num envelope e carimba no correio e guarda num cofre.

É insano, minha gente!
É uma farra. Eu realmente não entendo a natureza de um monte de cobranças (essas são apenas a ponta de um enorme iceberg de merda que nos é enfiado guela abaixo todos os dias pelo ESTADO), até porque, com a tecnologia, era para estes custos diminuírem, não aumentarem como vem ocorrendo.

Não é possível diminuir? Pode me chamar de burro, de retardado, de imbecil de acreditar que é possível baixar os valores das taxas brasileiras, mas a exemplo, cito outro órgão que recentemente baixou suas taxas de registro de domínios, a Fapesp. Por que? Porque são bonzinhos? Porque são santinhos? Amigos do povo?
Não, porque todo mundo que não é trouxa descobriu que estava mais barato registrar domínios no exterior. Vendo a grana deixar de entrar, os nossos belíssimos burocratas pensaram: “melhor ganhar menos e ganhar que não ganhar nada”.

Por que um site custa 30 reais para registrar e um livro (que só exigem nome, cpf e o preenchimento de um formulário) custa 180? Não é discrepante?
Taxas deste tipo não estão atuando a favor da inovação, da criação e do registro de obras de arte/culturais no país.

É ridícula a quantidade de taxas para todos os lados. Até no boleto, a coisa mais boçal do planeta terra existem taxas de emissão (ilegais em muitos estados) que podem chegar a quatro reais. Ou seja, pagamos até a taxa da taxa!
Aliás, nego gosta de ferrar o cara que já está ferrado. Experimenta pedir empréstimo ou financiar um bem qualquer e você vera a horrível “taxa de abertura de credito”. Ou seja, o banco, que vai ganhar dinheiro em cima de você com JUROS, ainda te cobra pra ganhar o seu dinheiro!
Ah, mas essa taxa foi proibida! – Alguém vai dizer. Mas acabou? Não. Ela só mudou de nome.

Me admira saber que isso ocorre num país que a cada ano bate recorde de faturamento com os impostos. É uma dinheirama espetacular. Só nos três primeiros meses deste ano, 2011, o governo arrecadou R$ 228,155 bilhões,um crescimento de 11,96% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o retrato de um país em que o cidadão tem que trabalhar 4 meses no ano apenas para pagar impostos e essa quantia só sobe quando seu salário sobe também.

Será que estou errado em reclamar? Eu penso que não, afinal, não uso a saúde pública, não uso educação pública, praticamente 100% das estradas que eu uso são privatizadas cobrando pedágios caríssimos (pago quase R$ 50 em um trecho de menos de 200km só pra poder ver minha avó), a gasolina que eu uso vem com tanto imposto que é quase o dobro (93%) do preço praticado no mercado americano (media entre 1994 e 2004), pago IPVA, ISS, ITBI, IPTU (um dos mais caros do Brasil e o mais alto do ESTADO do Rio) ou seja, eu pago por tudo o que uso. Resumindo, eu pago tudo, véio. Pago também plano de saúde. Enquanto isso o governo me cobra uma taxa anual que ele chama de Imposto de Renda, como o nome diz, eu pago impostos sobre o que eu ganho.

Reclamo das taxas que brotam por todos os lados porque eu acho que não cabe mais trolha no Brasileiro. Até agora, são 74 impostos.

Com tudo isso, chega a me doer fisicamente a vergonha de saber que ainda precisamos ser subtraídos em taxas ocultas e explícitas. Tanto as legais quanto as ilícitas.

Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

De vez em quando eu me deparo com certas coisas que chega a dar pena das pessoas que se julgam espertas e não o são. Como já dizia meu pai, “nada é tão perigoso quanto um esperto se fingindo de bobo; mas nada é tão patético quanto um bobo que tenta dar uma de esperto”. E foi justamente esta a postura da companhia Azul Linhas Aéreas ao inventar um concurso chamado “sua arte lá em cima”.

Eu resolvi falar sobre este assunto, não apenas para os meus milhares de leitores, mas  também para deixar registrado o caso, afinal temos muitos designers, ilustradores e artistas em geral que visitam este site. Fica como um caso clássico e bem documentado de como pode ser obtusa a visão de certas pessoas jurídicas no trato de sua própria imagem corporativa. Dessa forma, espero que os leitores hajam como disseminadores desta impressão de que algumas pessoas e empresas agem de uma forma estúpida, achando que em termos de imagem, “qualquer coisa serve”.

Tudo começa com uma ideia que se resume a criar um “concurso cultural”, chamado Sua arte lá em cima.

O concurso acontece de 15 a 30 de junho de 2011. Basta ler e aceitar o regulamento e fazer o download do desenho do Embraer 195, que faz parte da frota da companhia. Utilize o programa que desejar para fazer os desenhos (Photoshop e afins). Uma comissão julgadora analisará todos os projetos de acordo com a originalidade, criatividade, beleza, coerência e adequação ao regulamento.

aeronave Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

Aqui está o regulamento do concurso cultural

Trocando em miúdos, o que nós vemos aqui é uma empresa oferecer um espaço em suas próprias aeronaves, ou seja, um espaço dedicado ao branding para um concurso que oferece aos participantes a possibilidade de ter uma ilustração usada pela empresa como bem entender. E o prêmio? O prêmio está descrito no regulamento. Segure o riso se puder:

O autor do melhor trabalho receberá como prêmio uma maquete com a pintura escolhida e a empresa promotora fará uma aeronave verdadeira, pintada com o motivo enviado pelo vencedor, reservando-se a promotora o direito a ajustes necessários para adequar à comunicação da empresa.

É isso mesmo. Você fará uma arte para uma companhia milionária, doará gratuitamente seu trabalho para a empresa, que é dona de uma frota de aeronaves que custam caríssimo, que tem uma folha de pagamentos gigantescas, fez um investimento da ordem de R$ 2,9 bilhões na compra de 39 aeronaves,  é apontada como um líder no segmento dela, e ela vai te pagar com… Um aviãozinho de maquete.

Na minha terra, isso chama “proposta caracu”, onde a Azul entra com a cara, obviamente. Aliás, se você é ilustrador, não perca este post sobre as dez mentiras mais comuns usadas para iludir ilustradores e designers inexperientes.

Evidentemente que se olharmos pelo viés da empresa, não hpá nada demais. Ela faz o concurso cultural de “bom coração”.

Não precisa ser muito inteligente para perceber que “de boas intenções o inferno está cheio”. É cristalino que a Azul Linhas aéreas não está preocupada com o resultado da obra em si, e sim em economizar a grana em uma ação promocional, e em troca disso, almeja obter um status corporativo de empresa que  apoia a cultura. Para obter os trouxas, digo, os participantes do concurso cultural, a empresa acena com uma ilusão de visibilidade e numa cláusula questionável sob todos os princípios normativos da ética, obriga a quem participar de efetuar uma doação compulsória dos direitos sobre a própria criação.

Pode parecer um bom negócio para um executivo que não conhece bem o mercado, não entende que toda ação tem resultado, bom ou mau para a marca da empresa. O problema é que os prejuízos na reputação de uma companhia que tenta colocar um chapéu de burro nas pessoas custa bem mais caro que toda e qualquer economia que ela poderia fazer com um “concurso cultural” desse naipe.

Obviamente que quando as pessoas param para pensar sobre o assunto, ainda mais aqui no Brasil, conta-se nos dedos de uma mão sem dedos os que acreditam que uma empresa poderia querer fazer um concurso cultural sem fins lucrativos. Amigos, isso como já dizia o Padre Quevedo:

padre quevedo Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

Este concurso TEM FINS LUCRATIVOS para a companhia aérea Azul. E a empresa disfarça isso com um verniz esferrapado de  “concurso cultural, que objetiva promover jovens talentos”.

Tudo que as pessoas que gastam dinheiro com a empresa desejam é: Profissionalismo.

Mas como a saída pelo amadorismo é mais fácil, ela faz como o Santander, a Revista Piaui e muitas outras marcas, que  já se utilizaram dessa técnica de engambelamento dos participantes, todos com resultados negativos pra as marcas.

O que a Azul quer? Propaganda barata, repercussão, e de quebra um desenho bem bacana para colocar nos caríssimos aviões dela sem pagar NADA. Ou melhor, pagando um aviãozinho de brinquedo.

É óbvio que qualquer pessoa mais racional vai olhar e pensar: Mas e daí? Participa quem quer.

Óbvio que participa quem quer. Mas isso não atenua a hipocrisia da companhia de selecionar artes e mais artes (porque sempre vai ter um inocente desesperado para aparecer) se tornar dona de tudo, usar a que achar mais adequada, e não pagar por elas. Participa quem quer e mete o malho quem se acha ultrajado de ser considerado idiota com o papo furado da empresa, que é o meu caso. Como empresário do ramo de design, dono de uma empresa que também vende ilustração, eu acho muito cretina esta postura da empresa.

Esta postura, já vista e discutida em inúmeros “Cases” de repercussão negativa, o vulgo “queimação de filme” é bastante comum e conhecido dos artistas e ilustradores em geral. Os empresários quando confrontados agarram-se ao discurso hipócrita de querer ajudar a divulgar os nomes de jovens talentos ou então metem os pés pelas mãos de uma só vez, alegando ” mas é só um desenho”

Dizer este tipo de coisa é o pior de todos os argumentos, pois não apenas agrava a discussão, como também dixa claro a todos que a imagem da empresa pode ser feita por qualquer um com qualquer coisa.

Está muito claro que a logica por trás deste tipo de artimanha marketeira é conseguir algum bobo o suficiente para oferecer de graça um bom trabalho, preferencialmente de qualidade profissional gratuitamente.Como disse, o ilustrador Montalvo Machado:

A atitude da Azul, ao promover uma concorrência comercial travestida de concurso fere diretamente aos profissionais da área, não pelo temor que algum moleque mal saído das fraldas venha a fazer algo que possa ser comparável ao trabalho de um escritório de design, com pessoas qualificadas, com estudos e projetos fundamentados no histórico da empresa e de seus clientes, com sustentação acadêmica, adequação ao público alvo, gestalt, consistência em relação a imagem corporativa e ao design prévio da empresa, uma estética adequada aos planos de curto, médio e longo prazo ao projeto de design da Azul, e todas as questões que envolvem um projeto de design como a decoração de uma aeronave.   Estamos falando de trabalho, meu caro. Trabalho especializado, expertise caro, planejamento e execução de um serviço de gente grande, não de crianças talentosas, ou será que a Azul agora vai se tornar uma grande creche?

 

Ao usar amadores para fazer gratuitamente o trabalho de um profissional qualificado, a Azul abre o espaço para que pensemos se a empresa também não está fazendo este tipo de economia na manutenção das aeronaves, na limpeza, na contratação de pessoal… Você voaria numa companhia aérea que faz “economia a qualquer preço”? Nem eu.

Enfim, é triste ver que um dos grandes problemas do Brasil continua a ser o amadorismo. A Azul vai dar um aviãozinho de plastico em troca de um trabalho certamente de qualidade profissional, o golpe vai repercutir mal para a empresa, manchando a reputação dela a longo prazo. Tudo isso por amadorismo da própria empresa que não sabe criar um concurso minimamente decente.

“Ao vencedor, as batatas!”

Machado de Assis

O truque da água

O truque da água
Outro dia um amigo meu me mandou a dica do video abaixo:

Legal, hein? Mas… Será que isso é possível? Bem…
(mais…)

Quais são os impostos do Brasil?

Acredite se quiser, são 74!

Com a criação da taxa de fiscalização e controle da Previdência Complementar – TAFIC – art. 12 da MP nº 233/2004 – agora são 74 impostos e taxas no Brasil – correspondendo a 48,83% sobre o faturamento bruto das empresas.

Confira a lista de tributos que pagamos no Brasil – segundo o sitio da Aclame.

* Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM – Lei 10.893/2004
* Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) – Lei 5.461/1968
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT – Lei 10.168/2000
* Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação”
* Contribuição ao Funrural
* Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) – Lei 2.613/1955
* Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
* Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) – Lei 8.029/1990
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) – Lei 8.621/1946
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) – Lei 8.706/1993
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) – Lei 4.048/1942
* Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) – Lei 8.315/1991
* Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) – Lei 9.403/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) – Lei 9.853/1946
* Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
* Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) – Lei 8.706/1993
* Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
* Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
* Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis – Lei 10.336/2001
* Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública – Emenda Constitucional 39/2002
* Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE – art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
* Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)
* Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
* Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
* Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS – Lei Complementar 110/2001
* Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
* Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
* Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
* Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
* Fundo Aeroviário (FAER) – Decreto Lei 1.305/1974
* Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) – lei 5.070/1966 com novas disposições da lei 9.472/1997
* Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
* Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) – art. 6 da Lei 9998/2000
* Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) – art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
* Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
* Imposto sobre a Exportação (IE)
* Imposto sobre a Importação (II)
* Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
* Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
* Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
* Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR – pessoa física e jurídica)
* Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
* Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
* Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
* Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
* INSS – Autônomos e Empresários
* INSS – Empregados
* INSS – Patronal
* IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
* Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
* Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
* Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação – lei 10.870/2004
* Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias – Decreto Lei 1.899/1981
* Taxa de Coleta de Lixo
* Taxa de Combate a Incêndios
* Taxa de Conservação e Limpeza Pública
* Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA – lei 10.165/2000
* Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos – lei 10.357/2001, art. 16
* Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
* Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – lei 7.940/1989
* Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
* Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro – TFPC – lei 10.834/2003
* Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC – art. 12 da MP 233/2004
* Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
* Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
* Taxa de Pesquisa Mineral DNPM – Portaria Ministerial 503/1999
* Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus – lei 9960/2000
* Taxa de Serviços Metrológicos – art. 11 da lei 9933/1999
* Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
* Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
* Taxas de Saúde Suplementar – ANS – lei 9.961/2000, art. 18
* Taxa de Utilização do MERCANTE – Decreto 5.324/2004
* Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
* Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – Lei 9.718/1998

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