Archive - Tecnologia RSS Feed

Só faltava essa: Inventaram a água seca

Acredite se puder! Isso é água!
Se você nunca viu cabeça de bacalhau, enterro de anão, dente de galinha, vaca que voa e água seca, já pode rever seus conceitos. Inventaram a água seca!

Á primeira vista, a água seca parece com açúcar.Veja só:

large powdered water Só faltava essa: Inventaram a água seca

Acredite se puder! Isso é água!

Cada grão de água seca, é na verdade, água molhada, recoberta com uma camada de sílica. Os cientistas que inventaram este estranho produto acreditam que ele será muito útil no combate ao aquecimento global, porque a água seca consegue capturar o gás carbônico na atmosfera com uma incrível taxa de sucesso. Na verdade, a água seca mostrou-se  três vezes mais eficiente que a água líquida para fazer isso. A água seca também pode ser usada para estocar gás metano, e expandir a produção das fontes naturais de gás natural. Outra coisa legal é que a tecnologia que permitiu o surgimento da água seca permitirá a criação de outros produtos secos, principalmente as emulsões. Com a água seca e o óleo seco, seria possível transportar dois líquidos que jamais se misturariam em seu estado natural de forma simples. Com isso, o transporte de produtos perigosos poderia ter seu risco muito reduzido.

A água seca poderá servir para fazer produtos de consumo diversos, além de remédios, cosméticos e comida.

fonte

 

Energia solar líquida: A tecnologia que poderá mudar o mundo

large wolffia watermeal Energia solar líquida: A tecnologia que poderá mudar o mundo

Talvez, do mesmo modo como eu nunca tinha ouvido falar neste treco, até pesquisá-lo para este post,  você também não saiba do que se trata a Heliocultura. Pelo menos até este exato momento.

A heliocultura é uma técnica que permite a criação de um combustível baseado em hidrocarbonetos, baseados em água poluída, nutrientes, organismos fotossintéticos, dióxido de carbono e a luz do sol.

Já existe pelo menos uma empresa trabalhando sério e investindo milhões de dólares nessa tecnologia. A estrutura fabril dos caras foi planejada para atingir a marca de 200.000 galões de “sol líquido” por acre, por ano, a começar este ano!

(mais…)

Eco dome – Uma casa que lembra a do Yoda

Assim era a casa do Yoda do lado de fora
Lembra da casa do mestre Yoda em Dagobah? Ele vivia enfiado numa casa que aproveitava o espaço oco de uma árvore no planeta pantanoso. No interior, ela era quase totalmente orgânica.

Hawthorne YodaHouse Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Assim era a casa do Yoda do lado de fora

 

4825958914 7971b4b319 b 300x225 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Assim era a casa do Yoda por dentro

Pois veja só se esta casa aqui, chamada Eco Dome, não lembra bastante a casinha do mestre Jedi em seu exílio:

eco dome 03 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

A Eco dome é um projeto residencial que foi criado visando uma solução de baixíssimo custo e pequeno impacto ambiental. Rápida de ser construída, ela usa em grande parte os materiais que estão no próprio terreno.
smEcDmEntry3 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

A forma de construção é engenhosa e sua aparência orgânica é decorrente disso. Olha só a planta da casa:

plantaecodome 270x300 Eco dome   Uma casa que lembra a do YodaUma eco Dome tem cerca de 40 metros quadrados. Ela consiste de um domo central que se interliga a quatro nichos “filhotes”. Ela é pensada justamente para ser pequena, pois assim pode ser construída rápido e por pouca gente. Mas também é possível modularizá-la interligando outras eco-domes formando um complexo do tamanho que você quiser. Isso se chama Eco-cluster.

ecocluster 300x244 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

A casa é feita com um processo construtivo chamado superadobe. Pelo que eu entendi, são sacos de terra empilhados. Olha só o processo:

602053large eco dome foundation Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Seguindo a planta original os caras traçam na terra a área da casa. Depois com pás e picaretas cavam a mesma, para preparar ali as fundações. Essa terra retirada ajudará a fazer a casa.

Com sacos especiais feitos numa maquina que foi inventada no tempo da guerra, para fazer barricadas de terra (hoje o material ainda é usado para contenção em desastres naturais) os caras ensacam a terra seca. Os sacos são numerados e vão sendo empilhados seguindo uma ordem pre estabelecida no projeto. É como montar um quebra cabeça em 3d.

Tecnicamente nada impede que este processo venha a ser automatizado.

602053eco dome 09 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Os sacos vão sendo cuidadosamente empilhados e presos uns aos outros com uma coisa que parece ser um arame. Passagens de tubulações diversas são embutidos durante o processo construtivo.

Uma forma de compensado é usada para gerar as janelas e porta. E à medida em que mais sacos são adicionados, a casa começa a ganhar forma.
602053eco dome 04 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

O sistema de construção em domo foi dominado primeiramente pelos romandos e se mostrou extremamente forte e eficiente, de tal maneira que muitos arcos romanos estão de pé até hoje, sobrevivendo a terremotos, tempestades, enchentes e toda sorte de cataclismas.

eco dome 06 300x199 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Depois que a casa está construída, o domo é recoberto com uma generosa camada de argamassa (eu acho que é argamassa) externa e internamente, que ajuda a aumentar sua resistência e faz parecer ainda mais a casa do Yoda:
225084large eco dome completed Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

O salão interno é iluminado naturalmente com uma claraboia. O pé direito do salão principal dá uma sensação de de espaço bem legal.

225084large eco dome ceiling Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda


Outra grande vantagem do sistema Eco Dome é que ele permite que a casa reduza o consumo elétrico com calefação, pois a terra é um excelente isolante térmico, deixando a casa fresca no verão e quentinha no inverno. Coberta de neve ela parece um iglu:

eco dome 07 Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

nader khalili 2 Eco dome   Uma casa que lembra a do YodaO sistema da casa foi criado por Nader Khalili, que foi um arquiteto, lider de ações humanitárias, consultor das Nações Unidas e da NASA. Ele faleceu em 2008.

A Eco dome é apenas um dos vários projetos construtivos similares de Nader. Um dos mais interessantes é uma vila inteira, planejada para ser construída em situação de emergência para atender a desabrigados.O projeto de construção de Nader deverá ser o usado pela NASA para a estação espacial lunar.

 

 

yoda Eco dome   Uma casa que lembra a do Yoda

Muito gostei eu!

fonte

Robô de gelo

Olha só que doideira este robô feito de gelo. Deve ter dado uma trabalheira desgramada pra fazer isso, meu.

Embora a dança do robô de gelo seja em stop motion, que até poderia ser mais bem feitinho, achei bacana o final quando ele começa a morrer.

O fim da era dos polígonos?

Quanto mais moderno um game, mais polígonos ele tem. E quanto mais polígonos, mais detalhado parecerá (quase sempre)
Meu amigo Paulo me mandou uma dica de post interessante. Ontem mesmo eu estava falando com meu amigo Edu sobre justamente este assunto. Quem gosta de game, ou entende um pouquinho mais de como funcionam as coisas em 3d sabe que o que faz um objeto parecer 3d é uma Matemática cabulosa, que corre atrás do game, como na Matrix.

Essa Matemática trabalha para criar tudo que o usuário vai ver no jogo. Grande parte do esforço aplicado num jogo se dá no nível da percepção, e para criar um objeto visível, ele precisa ser desenhado. O objeto pode ser desenhado por alguém, geralmente um artista de games, ou pelo computador, através de equações gráficas. A isso chamamos de desenho procedural.

Ocorre que na escala evolutiva dos jogos, se pararmos para comparar os games de hoje com os de alguns anos atrás, veremos que os jogos mais antigos eram bem mais facetados que os jogos atuais.

vaquinhya O fim da era dos polígonos?

Quanto mais moderno um game, mais polígonos ele tem. E quanto mais polígonos, mais detalhado parecerá (quase sempre)

Isso ocorre porque para fazer um desenho em três dimensões, é necessário “construir” o objeto num espaço virtual, como se faz com uma escultura no mundo real.  Para isso, é necessário usar algo chamado polígonos. O polígono é basicamente um plano, que tem pontos em seus cantos, onde outro polígono se encaixa e assim sucessivamente até formar o desenho. Obviamente, que para fazer um objeto 3d perfeito, são necessários mais e mais polígonos. Se você reduz o numero de polígonos, o objeto parecerá mais segmentado, e isso sacaneia o realismo. POdemos ver isso no grau de realismo risível da vaquinha aqui em cima. Mas não se engane. Isso já foi considerado fotorreal em algum ponto do passado.

Parte do perrengue de fazer um game é lidar com esta questão da poligonagem, porque se o cenário ficar muito pesado para o computador calcular, o jogo começa a perder frames. A maquina quando se depara com mais polígonos do que ela é capaz de lidar, não cruza os braços e nem deita no chão. Não faz greve. Ela apenas continua, fazendo devagar o que gostaríamos que ela fizesse rápido. Mas para o sujeito que está imerso no jogo, a queda do frame-rate, ou a taxa de quadros por segundos que o computador mostra estraga a sensação de imersão.

Existem varias soluções pensadas para lidar com este dilema. A solução mais legal é que como sabemos, a cada dia os computadores ficam mais poderosos e com poder de processamento mais rápido. Com processadores rápidos e mais memória, a boca do funil se alarga, e a vida do artista de games melhora um pouco. Mas ele também contribui, tentando enxugar ao máximo o número de polígonos em excesso. O artista tende a fazer economia de polígonos em algumas coisas (como itens de cenário) para usar esta diferença que sobra em outras coisas que aparecem mais, como nos monstros, nas armas, nos chefões.

Muitas vezes, uma solução gráfica não depende unicamente dos polígonos. Nos últimos anos, grandes novidades surgiram para melhorar o visual dos games. Um conhecido meu que trabalha para a Nvidia teve um papel importante na evolução das texturas que emulam polígonos. Basicamente, esta tecnologia faz com que uma peça com poucos polígonos seja mostrada para o jogador como um objeto super-detalhado. Isso se faz controlando a incidência da luz virtual, de modo a iludir o cérebro do jogador que ele está vendo um objeto super detalhado. Na verdade, o computador calcula um objeto leve, e com as texturas chamadas “normal map”, o objeto é mostrado com muito mais detalhes, mudando absurdamente  a percepção que temos sobre o grau de detalhamento do game. Mas não fica só nas texturas.

Whatif normalmap low O fim da era dos polígonos?

No caso do normal map, isso é o que o computador calcula de fato


Whatif normalmap mapped2 O fim da era dos polígonos?

O mesmo modelo com o normal map aplicado. Veja como parece mais detalhado.

Há modos bastante conhecidos de lidar com o funil de dados que a limitação do pixel impõe aos games. As mais comuns são o uso do Fog (neblina) e do LOD (nível de detalhes), onde o computador troca um objeto para uma versão cada vez mais simples e sem detalhes dele quando ele está longe. Isso sem falar na alteração deliberada do planejamento da fase, para que o usuário não veja áreas abertas demais, com detalhes demais e tal. Isso explica porque muitos jogos parecem um labirinto, como era na época do Doom.  Hoje, com mais poder de processamento, temos cenários mais ricos e com mais detalhes. Mas essa suposta liberdade gráfica que as tecnologias recentes oferecem, ainda se revelam num leque limitado de opções, porém,  cuidadosamente pensadas disfarçar suas limitações técnicas.

Quando somamos os truques clássicos para lidar com as limitações nas taxas de polígonos com recursos das placas gráficas mais modernas, capazes de criar elementos visuais matemáticos em tempo real, os chamados pixel shaders, temos água, grama, sujeira, poeira, e tal, sem pesar necessariamente a contagem dos polígonos.

Essas novidades como o pixel shader, e o normal mapping, ajudaram bastante a reduzir a pressão e a dependência direta da alta poligonagem, resultando em games com uma aplicação mais confortável de polígonos e visual mais bonito.

Agora, uma empresa chamada Euclideon, promete jogar a última pá de cal sobre os bons e velhos polígonos. Ao que parece, os caras da Euclideon querem emular o mundo real, onde as coisas não são feitas de polígonos, mas sim de moléculas!

O que eles estão se propondo a oferecer é uma tecnologia onde ao invés de usar planos com texturas para criar objetos virtuais, usaremos “átomos virtuais”.  Segundo os cálculos deles, isso permitiria que os jogos ficassem nada menos que 100.000 vezes mais detalhados do que já são hoje.

Olhando assim, parece coisa de ficção científica, né? Mas devo lembrar que toda tecnologia avassaladora que revolucionou algum segmento pareceu ficção científica em certo momento da história. Foi assim com a pólvora, com o laser e provavelmente será assim com átomos virtuais. Muita gente riu quando Robert Bruce Dell disse que seria possível fazer jogos com átomos no lugar dos planos e pontos.

Mas quem riu dele no passado, deve estar sem graça agora que a Euclideon mostrou sua tecnologia, que consiste numa ilha virtual com um quilômetro quadrado  que se convertida em polígonos somaria nada menos que 21.062.352.435.000 polígonos.

No caso, a ilha feita para demonstrar a tecnologia deles usa um milhão de átomos virtuais para cada polegada cúbica do cenário. Isso garante uma resolução mais que inacreditável. De fato, a alegação e o video são tão impressionantes em seus números, que muita gente está descrente, achando que “é bom demais para ser verdade” e temendo que a Euclideon e seu produto se tratem de algum tipo de golpe.

Se for verdade mesmo, é de fato uma revolução nos videogames, que certamente ultrapassará do universo dos games para as tecnologias usadas no cinema e todas as demais áreas ligadas a visualização tridimensional. Calcular com moléculas ao invés de polígonos poderá mudar drasticamente a forma como a física de partículas (fmaça, fogo, líquidos, explosões) e destruições são calculadas em 3d. Esta pode ser a pedra filosofal da próxima geração tecnológica. Mas como uma tecnologia deste tipo poderá ser recebida num mundo onde todos os maiores interessados já estão confortavelmente instalados? Será que a tecnologia de átomos virtuais não vai ser vista como uma indesejável inovação pelos fabricantes de placas gráficas que já se habituaram como e com o que devem fabricar, ou  pelos criadores de jogos, que já tem suas equipes treinadas, com todo um investimento já feito pensando em polígonos?

Pensando no futuro, se as porteiras que limitam a criação nos universos virtuais forem definitivamente abertas, um mar de possibilidades surgirá como nunca se viu antes. O volume de assets de arte para um jogo top irão explodir exponencialmente.  O fato é que a Euclideon joselitou. A porteira do nível de detalhes foi arreganhada de tal maneira que os caras já não se dão mais ao trabalho de modelar certos elementos, e passaram a escanear em 3d objetos corriqueiros do mundo real, como uma pedra.

Embora possa assustar num primeiro momento, eu não creio que isso gere redução no mercado de artistas de games, mas sim o oposto. Haverá gente escaneando carros, canecas, garrafas, móveis, e tal. E vai ter gente modelando monstros, aliens, criaturas e todas as coisas que não podem ser escaneadas pelo simples fato de que não existem.

Aqui está o video que mostra o poder do sistema da Euclideon.

Espero que num futuro próximo eu possa ver um game feito com esta tecnologia, que lembro um pouco a tecnologia dos voxels. O problema do voxel é que ele custa “caro” em termos de processamento. O que a tal Euclideon parece ter conseguido é fazer algo que parece voxel conseguir rodar de forma mais leve. É bom lembrar que isso é apenas e tão somente uma demonstração de objetos criados com “átomos virtuais”. Isso não é um game. Por isso não há partículas, nem colisão, nem monstros andando pelo cenário, e também não está demonstrando sombras complexas, reflexões, HDRI, nada desas firulas.
Segundo informou a própria Euclideon, o sistema deles não exigirá um computador “da NASA” para funcionar. Isso é animador do ponto de vista do usuário, que se alegrará em saber que jogos mais fodásticos rodarão em suas maquinas sem precisar vender a alma pro capiroto pra comprar a ultima placa 3d do mercado. Mas ATI e Nvidia devem estar amargando uma raivazinha desse detalhe aí. Entretanto, todo mundo sabe que os caras sempre darão um jeito de tirar o deles, e pode ser que no futuro as placas gráficas funcionem muito mais operando no calculo de Física complexa do que na questão do gargalo de video propriamente dito. Me parece que a tecnologia já se direciona justamente pra isso.
Seja como for, se o jogo ficar melhor que já está hoje vai ser muito bom.

fonte dica do Paulo

Designer alemã cria roupa feita com leite

milk-fabric-550x257
Acredite se quiser. O nome dela é Anke Domaske. Anke é, além de designer, microbiologista. Anke encontrou uma maneira de criar uma fibra a partir de uma proteína do leite. Com apenas 28 anos, a jovem já havia feito diversas experiências com o leite, e estava convicta que havia mais potencial no leite do que nossos olhos poderiam perceber.

Anke e sua equipe levaram alguns anos refinando a técnica necessária para conseguir gerar uma fibra natural com o leite. A partir da fibra obtida, foi possível compor um tecido com ela.
Para fazer o tecido de leite, eles usam uma mistura especial que contém uma proteína natural derivada do soro do leite, que é processada num laboratório nas proximidades da cidade de Brehmen. O material é então aquecido e extrusado através de um equipamento especial para criar filamentos.
O leite usado para fazer o experimento é um leite de baixa qualidade, que até agora era descartado como lixo.

milk fabric 550x257 Designer alemã cria roupa feita com leite

Anke Domaske aprendeu a fazer roupas quando ainda era criança, na casa de sua bisavó, uma modista. Ela também tinha uma paixão pela ciência e chegou a ganhar um concurso para os jovens cientistas quando era adolescente. Depois que ela terminou a escola, Anke foi estudar em Tóquio, no Japão, onde vendeu camisetas que ela própria fabricava. Na volta, ela começou a estudar microbiologia e simultaneamente tocava sua própria grife. Ao conseguir equilibrar seus dois maiores interesses Anke chegou a ao resultado surpreendente.

Uma das grandes qualidades da fibra do leite é que ela tem uma textura parecida com a da seda, mas ao contrário de seda real, ela pode ser produzida sem o uso de pesticidas. O processo de tomada de tecido também é muito mais eco-friendly e consideravelmente mais barato. O tecido de leite permite ser lavado normalmente, e é muito fácil de cuidar. Embora a maioria de nós só vejamos no leite um alimento, ele é um recurso com grandes potenciais.

A fibra revolucionária de Anke Domaske será mostrada ao público ainda nesta estação. Ela já recebeu consultas de todo o mundo. Após dedicar-se a aplicação do material para roupas femininas, a designer pretende iniciar em uma linha masculina. Suas roupas de grife custam entre € 150 ($ 214) e € 200 ($ 286).

fonte

Vem aí os hologramas táteis

hologramastateis
Os hologramas estão se tornando uma realidade literalmente palpável. Isso graças ao trabalho de pesquisadores da Tokyo University, que conseguiram um jeito de fazer as pessoas tocarem os hologramas.

hologramastateis Vem aí os hologramas táteis

Isso pode soar como uma completa impossibilidade à primeira vista, mas o sistema é engenhoso. Os caras utilizam umas placas capazes de direcionar uma onda ultrasônica com  incrível precisão, que é combinada com uma imagem holográfica projetada. Juntas a sensação de toque ilude nosso cérebro que o objeto que estamos vendo tem massa.

 

Os caras da Universidade de Tóquio estão usando os sensores de movimento do Wii para rastrear a mão do usuário. A inovação foi apresentada na última SIGGRAPH. Até o momento, a pesquisa só utilizou formas simples para demonstração da ideia, mas é muito provável que o holograma tátil acabe se tornando um produto comercial em pouco tempo.

fonte – dica do Guilherme H.

 

O fim dos cabelos brancos se aproxima, galopante

grey-hair-mouse
Há algum tempo atrás, em 2008, num post sobre cabelos brancos, eu disse que em breve uma empresa acabaria descobrindo uma maneira de fazer os cabelos brancos virarem coisa do passado. Até hoje, não há muita solução para os cabelos brancos além da tintura, que é um processo extrínseco de alterar a aparência deles.

Ao que parece, tem muitas empresas de olho nesta mina de ouro potencial. E esta descoberta de agora vem com um bônus inesperado que quadruplica o potencial de sucesso e faturamento da pesquisa. Os caras descobriram uma proteína que não só faz o cabelo voltar a cor original, como pode FAZER NASCER CABELO!

Saca só:

grey hair mouse O fim dos cabelos brancos se aproxima, galopante

Em uma série de experimentos, os cientistas identificaram uma proteína chamada ‘wnt’ e a isolaram. Ela parece ser vital para a produção de cor nos cabelos. A descoberta levanta a perspectiva de drogas, loções ou xampus que irão elevar os níveis de wnt – e assim restaurar os cabelos brancos ou cinza para sua cor natural.

“Os pêlos brancos dos ratinhos e os cabelos humanos são muito similares na forma como eles são estruturados e a forma como eles contêm células-tronco dos melanócitos. Descobrimos que a via de sinalização Wnt é ativado da mesma forma “,

disse Piul Rabbani, uma estudante de graduação no Centro NYU Langone Medical.

Segundo o artigo publicado na revista Cell, eles mostram que a proteína rapidamente inicia uma cadeia de reações que levam as células “mãe” no couro cabeludo amadurecer e produzir o pigmento que dá a cor do cabelo. Os cientistas do New York University’s Langone Medical Centre já sabem que algo similar ocorre no organismo, mas ainda estão estudando o que é a falha que produz uma quebra neste mecanismo e gera como resultado os cabelos brancos. Assim que o completo processo da quebra da produção da pigmentação do cabelo for compreendida, as pessoas não precisarão mais de medicamento para retornar a cor do cabelo. (a malícia me diz que por não ser tão vantajosa para os laboratórios, esta pesquisa nunca saia do papel realmente)

Seja como for, o Wnt é também vital para o crescimento do cabelo, o que sugere que ao fazer um tratamento que acaba com o cabelo branco e volta a cor do seu cabelo, teria a vantagem extra de interromper a calvície.

2376149310 2c809b976b O fim dos cabelos brancos se aproxima, galopante

Cabelo branco é mole. Brabo mesmo é o pentelho polar!

Outras pesquisas anteriores mostraram que wnt também é responsável pela produção de novos folículos capilares. Pensava-se que os folículos, as minúsculas estruturas responsáveis ??pelo crescimento do cabelo, sempre foram formadas antes do nascimento, e com sua morte gradual, levariam a pessoa à calvície.
Mas as pesquisas do wnt indicam que a quebra desta proteína pode não ser a único responsável por interromper o embranquecimento do couro cabeludo. Um estudo da Universidade de Bradford descobriu que o Excesso de enxaguante bucal, sobretudo esses que prometem clarear os dentes produzem como efeito colateral o aumento dos cabelos brancos. Tudo indica que o desgaste do nosso corpo leva a níveis perigosamente elevados de peróxido de hidrogênio circulando no sangue. A “água oxigenada” atua nas raízes de nossos cabelos, bloqueando a produção de pigmento.

 

Os pesquisadores disseram que as mulheres jovens que usam tinturas baseadas no peróxido de hidrogênio para clarear os cabelos não devem necessariamente se preocupar em ficar com eles brancos. Mas nas mulheres mais velhas, o descolorante pode acelerar o processo de envelhecimento.
Atualmente atribuímos o embranquecimento dos cabelos a uma questão genética, embora a Ciência já saiba que o estresse, fumo, álcool e má alimentação são fatores que aceleram o processo. Segundo o Daily Mail, a maioria dos britânicos começam a ver surgir os cabelos brancos em torno dos 25.

Num mundo marcado por homens cada vez mais metrossexuais, não será surpresa se uma corrida para ficar com as madeixas pretas como a asa da graúna explodir em todo o mundo assim que o medicamento resultante dessas pesquisas parar nas prateleiras. Mas cabelo preto é sinal de vantagem onde mais importa: No seu potencial de atração?

Pensando nisso, o programa “Good morning America” fez um experimento paracientífico, onde uma senhora chamada  Gail Cohen, de 61 anos se inscreveu num site de relacionamentos amorosos. Ela criou dois perfis. Num com os cabelos grisalhos naturais da idade e noutro com uma cabeleira preta digitalmente gerada.

O resultado foi que o perfil grisalho conseguiu 75 propostas de interesse de homens, enquanto a versão com os cabelos pretos só obteve 55 interessados. Cohen disse que isso não a impressionou muito. ” Eu me sinto mais confiante comigo mesma com o cabelo branco do que com o cabelo preto”, ela disse a ABC News. “Eu também prefiro do jeito que eu sou”.

 

fonte fonte

Page 5 of 58« First...«34567»...Last »