Um celular movido a Coca-Cola
O celular na foto acima é um modelo conceitual chamado Nokia Green Phone, que usaria uma tipo de bateria ecologicamente correto, chamado de bio-bateria. Criado pelo designer chinês Daizi Zheng, este conceito funcionaria colocando refrigerante no mesmo. A Eco-bateria então usaria o mesmo processo que o nosso corpo faz para obter energia. Ela quebra as moleculas de açúcar do refrigerante, produzindo como resultado final água e gás. Estas baterias estão sendo pesquisadas há algum tempo e o autor da idéia estima que elas poderiam oferecer cerca de duas a três vezes mais tempo de uso do aparelho que as baterias comuns baseadas no lithium. Eu nunca pensei num eletrônico que obtivesse energia elétrica a partir da catálise do carboidrato. Achei a idéia boa. Acho que a coca-cola foi escolhida por ser um refrigerante com muito açúcar. Cada lata queivale a três colheres de sopa de açúcar. Na verdade, você só não vomita porque ela contém ácido fosfórico, que atua no seu cérebro suprimindo a rejeição ao açúcar.
Celular no microondas – libertando o cramulhão
O DeLuca me mandou este video sobre uma “experiência” de celular no microondas: Não precisa ser cientista pra entender que isso não é de verdade, certo? O que acontece neste video é uma mistura de efeitos especiais tradicionais. ( O Mori explicou como foi feito. É pelo método digital mesmo. Eu estava errado na minha suposição abaixo ) Possivelmente o cara acelerou o video do sabão, e colocou os efeitos sonoros que são 90% do efeito visual do video. Um video viral interessante e fácil de fazer. Não é atôa que passou de um milhão de exibições no youtube. Editado: Segundo o Mori, o video foi feito pela agência Droga5, com efeitos criados pela companhia de efeitos especiais The mill. Intrigante que o Mori conseguiu ver uma cabeça de caveira sair do celular, mas eu só vi uma espuma. Não consegui ver a caveira, mesmo sabendo que tinha uma lá e repetindo varias vezes. Eu fico bem intrigado com esses virais, porque uma coisa é você fazer um viral de carro, de refrigerante e tal. Outra é de… Do que será esse viral? Celular? Será? Eu fico vendo essas coisas e fico pensando: Será que eu conseguiria fazer algo deste tipo?
Celulares inusitados
Esta é incrível. Literalmente uma história de pescador. O executivo Andrew Cheatle estava passeando de barco nas proximidades de um lago quando o seu celular nokia escorregou de seu bolso e mergulhou na escuridão do lago. Andrew deu de ombros pensando que não veria o aparelho nunca mais. Uma semana depois, o telefone da namorada de Andrew tocou. Do outro lado da linha estava um cara, bastante excitado em contar que havia encontrado o telefone do namorado dela: DENTRO DESTE PEIXE AÍ EM BAIXO!
Eu não sei o que é mais incrível nesta história. Se é o cara perder o celular na beira do barco, se é o peixe comer o celular e ser pescado ou se é o cara conseguir descobrir o numero da namorada do maluco no chip do celular engolido. Certamente é a terceira opção, porque todo mundo sabe que celular, molhou, já era. Sobretudo os Nokias. O Nokia da Glorinha, uma amiga minha, pifou instantaneamente quando uma única maldita gota de ar condicionado caiu no celular dela bem na hora que ela falava aqui no centro do Rio. Como era de se esperar, o celular do cara, diretamente saído da barriga do peixe, não funcionou, mas o obstinado pescador retirou o chip e colocou em seu próprio handheld e então conseguiu acessar a base de dados do chip e fez algumas ligações até chegar nos donos do aparelho. Esta espécie de peixe tem uma boca bem grande e é bastante guloso e curioso. Geralmente são encontradas coisas estranhas dentro deles, como copos, latas, plastico, e até mesmo uma dentadura já foi encontrada na barriga de um peixe. Perder o celular é realmente uma coisa que ninguém gosta. Os celulares hoje fazem parte de nossa vida de tal maneira que algumas pessoas chegam a ter mais de um e tornou-se comum celulares capazes de armazenar mais de um chip e mais de uma linha. Entretanto, ter celular com duas linhas pode ser ainda mais problemático se você perder – ou for roubado. Pensando nisso, algumas empresas de seguro desenvolveram o seguro para celular. Se você tem um celular caro, se vai visitar o Rio de Janeiro, eu indicaria um seguro para seu aparelho. Volta e meia acontece de assaltantes agarrar o celular de alguém distraído em plena Av. Rio Branco. Outro dia uma cena dessas aconteceu bem na minha frente. Era um velho e ele se atracou com o ladrão, que começou a socá-lo, se costas pra mim. Eu tentei correr para ajudar o velho, mas o larápio conseguiu se desvencilhar do coroa e correu como uma bala pelo meio dos carros com o celular do cara na mão. Ali eu tive a clara percepção que teria a capacidade de “largar o aço” num vagabundo desses se eu andasse armado. Mas voltando ao assunto, existem casos estranhos de pessoas que perderam seus aparelhos celulares. Mas igualmente existe os casos de pessoas que encontraram celulares em lugares inesperados. Um deles ocorreu recentemete e foi encontrado dentro de um SACO DE BATATAS FRITAS!
Emma Schweiger de Janesville Township encontrou o aparelho celular intacto no meio das batatinhas de um pacote que ela adquiriu no mercado local. Dona Emma disse aos jornais que sentiu um frio na espinha qundo enfiou a mão displicentemente no saco de batatas e sentiu alguma coisa estranhamente dura. Ela sentiu seu coração acelerar e se espantou ao se deparar com um celular Nokia prateado. Ela então escreveu sua história aos jornais, com um misto de surpresa e nojo.
Mais um caso de celular bastante bizarro que eu li certa vez, dava conta que uma senhora abastada do Quênia havia ido à “casinha” quando no meio da operação de numero 2, deixou o celular cair. Ocorre que naquela localidade (Mombassa) o banheiro público era realmente uma casinha, construída sobre uma tábua de madeira em cima de um grande buraco. Como naquela localidade um celular valia muito dinheiro, ela ofereceu-se para pagar o equivalente a 45 reais a um jovem corajoso para que ele literalmente descesse no poço de merda, em busca do aparelho. Quem tentou o resgate foi o técnico de rádio Patrick Luhakha, 30 anos, que quebrou o piso do banheiro e desceu à fossa sanitária com a ajuda de uma escada. Pouco depois, não havia mais sinais de Luhakha, e um vizinho, Kevin Wambua, foi procurar seu amigo. Mas Wambua escorregou e caiu dentro da pestilenta massa de merda acumulada no interior da fossa sanitária, debatendo-se sem conseguir sair. Então um terceiro homem, John Solo, tentou resgatar os dois, enquanto policiais apenas observavam o que estavam acontecendo, de acordo com relatos da imprensa. Solo perdeu os sentidos a meio caminho da fossa sanitária, para onde também estava descendo com a ajuda da escada. Populares conseguriam resgatá-lo, mas ele morreu a caminho do hospital. Um quarto homem queria tentar resgatar seus amigos Luhakha e Wambua, mas foi impedido pela polícia. “Os gases dentro daquele lugar devem ser extremamente venenosos, se levarmos em consideração o quão rapidamente essas pessoas perderam os sentidos”, disse o chefe interino da polícia de Mombassa, Peter Njenga. O telefone celular não foi encontrado. No dia seguinte, a manchete no jornal: “Celular mata três!” Celular na Vagina? Pois é. A notícia e que uma mulher foi detida com um celular enfiado na vagina na cidade de Japeri na Baixada Fluminense. Ela estava tentando infiltrar o aparelho no presídio e enfiou naquele lugar. Sabe como é, os celulares estão ficando cada vez menores, mais finos, mais tecnologicos. Com isso, enfiar o elular na vagina não é algo tão complicado… Se você acha estranho isso, imagine só o caso da dona que foi encontrada tentando entrar -no mesmo presídio com:
Tudo isso enfiado na vagina. A imprensa local não perdoou:
Outro caso de celular encontrado em situação bizarra aconteceu com o Daniel, meu amigo. O cara estava aqui no Rio, no centro. Ele pegou um ônibus comum no centro e minutos depois, quase na hora de descer do lotação percebei no chão, perto do seu pé um aparelho Blackberry último tipo. Daniel pegou o aparelho e perguntou para as pessoas perto se o mesmo era delas, mas todos negaram. Sem saber o que fazer, e com a iminência de descer do ônibus para ir ao trabalho, Daniel pegou o aparelho, enfiou no bolso e desceu. O aparelho estava em modo de bloqueio, e solicitava a senha do proprietário para ser ativado. Além disso, o dono do aparelho quando deu pela falta do mesmo, mandou bloqueá-lo. Com o aparelho bloqueado, Daniel não conseguia ligar do mesmo, para encontrar o dono. Eu não me lembro exatamente como foi que o Daniel conseguiu solucionar o caso. (estarei com ele amanhã e vou perguntar e colocar aqui) Só sei que ele descobriu que o cara era um executivo que trabalhava no prédio perto de onde a gente trabalha. Ele foi lá e entregou o aparelho para o cara, que simplesmente não podia acreditar que havia perdido um celular caríssimo em pleno Rio de Janeiro e contrariando toda sas expectativas, inclusive a percepção de que todo brasileiro é desonesto, o celular voltou pra ele. Life is good
É possível que alguém aí do outro lado tenha sentido a minha falta no fim de semana. Estive viajando. Tudo começou com um email bastante estranho que apareceu na minha caixa, ali, bem no meio da montanha que nunca acaba. O email dizia que o Mundo Gump havia sido selecionado por ser um dos 18 blogs de grande influência na blogosfera para participar de um evento da LG. Era uma viagem. Eles diziam para levar roupa de banho, protetor solar e repelente. O evento levava a chancela do clube LG Renoir. Eu falei com a Nivea e ela não acreditou. Normal, a Nivea é bem mais pé no chão do que eu. Ela também não acreditou que o AdSense dava grana. Mesmo eu falando pra ela que havia ligado para o telefone do email e falado com o cara da agência, ela ainda pensava que aquilo poderia ser um sofisticado tipo de seqüestro, talvez engendrado pelos mesmos caras que meteram a porrada no saudoso (ok, nem tão saudoso assim) Gus. Depois de muito insistir e mostrar pra ela que existia mesmo um celular da LG chamado Renoir, entrar no site da agência e tudo mais, ela aceitou que realmente poderia ser uma ação de marketing. Para poupar sua paciência – e a minha- vou pular a parte em que descobri muito em cima da hora a viagem para ganhar o traslado de avião para São Paulo, o que me obrigou a ir de ônibus, mas o burro aqui se confundiu e comprou a passagem para 00:30 do dia errado, perdendo uma passagem, que graças a uma estratégia Gumpística de persuasão, consegui remarcar, mesmo depois de já perdida a passagem pela 1001. Também não vou mencionar em muitos detalhes o fato de que na poltrona do meu lado havia um coroa de uns 75 anos com uma loura gatíssima que não devia ter nem 18, aos beijos e amassos. Nas 6 horas que duraram a viagem para São Paulo eles foram para o banheiro transar, (eu acho) duas vezes. É extremamente difícil dormir com uma ninfeta montada num velhote gemendo e fazendo coisas que só vemos nesses filmes do tipo “Perfume de Emanuelle”. Chegando a São Paulo fui de metrô até o ponto de encontro, a Benjamin Abrahão , uma padaria chique nos Jardins. Lá, durante um ótimo café da manhã eu conheci o pessoal. Era a primeira vez que eu participava de um evento envolvendo blogueiros. Até então, eu não havia comparecido a nada deste tipo, nenhuma ação de marketing, blogcamp, nada. Não por falta de vontade, mas por puro conflito de horários com compromissos pessoais. Esta é a galera que compareceu ao chamado da agência Sinc. Era pra ser 18, mas duas pessoas tiveram problemas e não puderam ir: Blog da Joaninha (Lucia Freitas) ; Comunicadores (Guilherme Cury); Digital Drops (Nick Ellis) ; E-code (Eric Messa);Infopod (Johnny Ken); Geek Chic (Veridiana) ; Lalai Reloaded (Lalai) ; Meio Bit (Cardoso) ; Menina Que Joga (Milena Wiek) ; Querido Leitor (Rosana Hermann); Smelly Cat (Bruna Calheiros) ; Technoblog (Thiago Mobilon); Tecnocracia (Manoel Netto); WeRgeeks (Tato); Wordsmith (Jeff Paiva) e eu. Logo que deu dez e pouco da manhã, todo mundo já tinha chegado e o papo estava animado. Durante o café da manhã batemos papo sobre várias coisas, tudo ainda era uma surpresa pra nós. Eventualmente acabamos falando sobre malucos e eu contei uma parte do meu episódio com uma maníaca que me perseguiu (já contei aqui?) Fomos para o ônibus de dois andares, o primeiro que eu vi na vida com wifi. Logo na entrada, ganhamos uma mochila super maneira para notebook com um aparelho de celular dentro. Quando eu bati o olho no aparelho, percebi que eu realmente havia me dado bem. Era lindo! Na mochila estava a caixa do aparelho com cabos, manual e etc, um boné da LG e uma camisa promocional do filme “O dia em que a terra parou”, além de um bloco de anotações da LG e um mouse pad do filme. Tão logo entramos no ônibus com destino desconhecido, começamos a fuçar no aparelho frenéticamente. A maior surpresa foi ligar o LG Renoir e dar de cara com o logo do Mundo Gump na tela principal. Isso me impressionou. Era um detalhe daqueles que faz uma grande diferença, denotando uma profunda sensibilidade por parte da galera da Sinc. Eu até dei os parabéns a alguns deles pela sacação. Cada blogueiro via a marca de seu blog surgir na tela do aparelho. Iniciamos a viagem e a cada descoberta, nos impressionávamos mais e mais com o aparelho. Eu devo confessar que foi um salto enorme sair do Nokia 6265, que na minha opinião é um ótimo celular, para o LG Renoir. A primeira coisa que eu notei é que não havia teclado numérico. É tudo digital, numa tela enorme sensível ao toque. Veja, isso pode não causar nenhuma surpresa para pessoas muito geeks, acostumadas a iphones e similares, mas eu tenho que reconhecer que fiquei meio impactado com aquela coisinha altamente tecnológica nas mãos. A cada tela, a cada acesso ao wifi do ônibus ou vídeo assistido no aparelho, mais eu ficava boquiaberto com o estado da tecnologia atual. Sem querer, virei o aparelho de lado enquanto o filme em divX rodava e a tela virou sozinha. Foi assim que eu descobri o acelerômetro interno que detecta quando você vira o aparelho. Outra coisa que me impressionou bastante foi a câmera do celular. Logo que comecei a mexer nela, percebi que o LG Renoir era bem mais que apenas um celular comum com câmera. Aquilo era uma câmera com celular acoplado. Ele tira foto em até 8 megapixel! E a qualidade da lente dele, uma Schneider Kreusach me deixou bem satisfeito. O sistema é todo digital, e ela tem até controle de ISO. A filmagem também é excepcional. Eu nem acreditei quando vi que o aparelho consegue fazer filmagens em dois modos: Acelerado e câmera lenta. Fico imaginando a enorme capacidade de subprocessamento necessária para isso – e num celular! Além deste aspecto, o flash dele é de xenon de verdade e não esses flashes de led da grande maioria dos celulares por aí. A câmera permite macro, tem foco automático e manual, faz efeitos sobre as fotos e tem controle de balanço do branco, algo muito bom para um celular. Ele permite também – olha que legal – evitar piscadas e tem um modo específico para bater a foto quando detectar um sorriso. Tem também disparo contínuo de 7 fotos, controles de exposição e filtro de imperfeições (Eu não testei este recurso. Será que ele transforma uma mocréia numa Chalise Teron?). Além do clássico redutor de olhos vermelhos. O LG Renoir me impressionou mesmo é com o modo panorama. Ele junta três fotos fazendo um tipo de onion skin com parte da foto anterior em tempo real, de modo que você consegue encaixar certinho as três fotos numa só. Tem muita câmera fotográfica por aí que não permite isso. Mas esse celular sim. Na verdade, o Renoir tem duas câmeras. Uma é a profissa que fica por trás. A outra é uma câmera VGA minúscula que fica na frente do aparelho para você fazer video chamadas. No modo de edição das fotos tem um monte de papagaiada. Cortar, editar, colocar texto, balãozinho, moldura, tons de sépia… Sabe como é. Tem quem goste disso. Mas tem coisa realmente útil, como ajuste de brilho, saturação, RGB, tonalidades, etc. A memória dele é de 100mb nativa, podendo expandir com o cartão de memória para até 8Gb! A bateria dura por aí 250 horas em stand by e mais ou menos 3 horas falando direto. Todo mundo se impressionou muito com a duração da bateria. No meu caso, carreguei a bateria no sábado e estou escrevendo este post na terça feira, e só agora ela está com um tracinho! (estou usando ele direto desde então). O aparelho vem com um tipo dum chaveirinho que contém uma canetinha telescópica. Mas o touch screen funciona com a mão numa boa, embora fique com a tela meio engordurada. Ele tem um modo de calibração que compensa entrar e ajustar antes de iniciar o uso do mesmo. Depois de calibrado ficou bem legal e muito preciso. Como não tenho Iphone nem outro gadget touch screen para comparar, eu vou me limitar a dizer que gostei bastante desse aqui. Outra coisa curiosa que percebi é que o alcance de captação do Wifi dele é enorme. O notebook da primeira dama só pega a wireless aqui de casa. Mas o Renoir conseguiu achar pelo menos 5 redes dos meus vizinhos. Eu fiquei um tempo observando o acabamento do aparelho. Ele tem tampinhas para os conectores, coisa que eu sempre achei que era um deslize da Nokia no 6265, onde os conectores ficam aparentes, oxidando mais facilmente. As tampinhas dão um aspecto mais bonito ao conjunto. Ele pega rádio, como era de se esperar, mas usa um fone especial pra ele – o que pode ser um problema pro seu bolso caso você perca ou estrague. O celular da LG também é bem leve. Leva um tempo até você se acostumar com a estrutura de menus e a hierarquia lógica dos processos da interface, mas no fim do dia, eu já estava totalmente à vontade com o Renoir. Ele inclusive, permite o reconhecimento da sua escrita. Bem legal o recurso, acelerando absurdamente a capacidade de escrever textos mais longos no aparelho – O que é algo indispensável para um blogueiro. O bluetooth dele é rapidaço. Parece até macumba! E além disso ele roda pdf, planilhas, textos do word… O que faz dele uma opção a se considerar para usuários corporativos. Enquanto nós brincávamos com nossos aparelhos, o ônibus começou a nos levar por uma serra. Oportunidade de tirar algumas fotos: Estávamos indo para o Guarujá. Lembrei na hora daquele indefectível episódio do Chaves. Chegamos no Guarujá onde percebemos que as surpresas estavam apenas começando. O pessoal da Sinc escolheu um senhor hotel 5 estrelas para nos hospedar. Era o hotel Sofitel Jequitimar. Se não estou errado, um empreendimento do homem do baú, Senor Abravanel, vulgo Sílvio Santos. Caras, o hotel é lindo de doer! Fiquei realmente muito bem impressionado com o Sofitel Jequitimar. Não só pela vista do mar que ele tem (é na beira da praia) como pelo atendimento educadíssimo e cortês (ao ponto de ruptura da lógica) dos funcionários. Recebemos nossas pulseirinhas rosa-tchutchuca e e fomos conhecer nossas humildes acomodações. Ok, humildes é modo de dizer. O quarto era show. Tv de LCD na parede, cama tão grande que dava pra fazer filme pornô ali. Cada cama do hotel tem mais de dois metros de largura, e uma camada intermediária preenchida com penas de ganso. Tem noção do que é isso? Você afunda naquela cama e descobre que não é barco, mas também possui linha de flutuação. Além disso, todos os móveis eram lindos, todos novinhos, pois Sílvio comprou tudo do zero no lançamento do empreendimento, em 2007. No quarto havia até um divã. O banheiro tinha vista para o mar – grande sacação! – onde estava o chuveiro dos sonhos de qualquer um. Isso sem falar na varanda, com uma vista tão legal que cheguei a me beliscar para saber se não era sonho. Felizmente não era. Dali fomos almoçar, e novas surpresas. Alimentação de alto nível. Sílvio sabe das coisas! Deu pra ver direitinho onde estava cada centavo dos 150 milhões de reais que o grupo Sílvio Santos investiu na construção do hotel, de 40 mil metros de área construída em 77 mil metros quadrados de terreno. Ele fica na praia de Pernambuco. Eu vou confessar que não sabia se comia, conversava com meus novos amigos, olhava a paisagem deslumbrante da praia ou se mexia no Renoir. Eu não faço idéia de quem é capaz de pagar nove mil, trezentos e dois reais por uma diária! Fomos para o quarto após o almoço dar uma relaxada e dali a uns minutos recebi uma mensagem no celular dizendo que minha sessão de SPA estava marcada para 15:30. Ah, não! Tá de sacanagem! SPA? Isso mesmo, Spa. Tomei um banho olhando a vista do mar, mudei de roupa e parti para o tal Spa, sem saber o que me esperava. Chegando no SPA, fui atendido por uma moça super simpática que me indicou a terapeuta que iria me atender. Fui para sala do spa. Chegando lá, ela me mandou ficar de bermuda e deitar naquela mesa. Passei por uma excelente sessão de massagem. Descobri finalmente qual é a sensação de ter um dia de princesa, e o que é o melhor: Sem o Netinho! E não vou negar, fiquei maravilhado, mesmo! Agora eu sei o que vou fazer com parte da grana quando eu ganhar na loteria. Depois da seção relaxante de massagem, fui para a sala de descanso do Spa encontrar meus amigos. Fiquei ali tomando um suco refrescante a base de laranja, limão e hortelã. Comigo estavam a Veridiana, a Milena, o Nick Ellis e o Tato. Ficamos ali, falando sobre nossa sorte de participar deste evento, até que o Nick resolveu cair na piscina aquecida. Eu, Veridiana e Milena acabamos correndo pra lá. A piscina estava super quente. Me senti numa enorme tirrina de sopa. Dali resolvemos ir para a praia ver qual é. A água era super quentinha, e ficamos lá pegando jacaré e nadando. Entre uma onda e outra a gente falava sobre blogs, sobre o Renoir, sobre coisas da vida e até sobre casos gump, como o dia em que eu roubei um cadáver. Começou a escurecer e voltamos para o hotel, afinal às 19 horas estava prevista outra surpresa. A esta altura eu já estava preparado para qualquer tipo de surpresa sensacional. Encontramos o Cardoso e a Baunilha no caminho e ainda batemos um papo. Voltei para o quarto para tomar um banho e desci para a tal surpresa. A surpresa era um jantar num tipo de bangalô-restaurante fechado só pra nós na beira da piscina. Ê vidão! Tomamos umas cervejas, ficamos batendo papo e comemos super bem, com aqueles pratos decorados, culinária sofisticada, sabe? Dali começou a rolar umas carnes super macias, para deleite dos descendentes do “harry” (piada interna do blog para leitores tradicionais). Embora estivéssemos sendo super bem tratados, os papos variavam pouco. Eu ficava sabendo a cada minuto sobre as repercussões do nosso passeio na blogosfera, e discutíamos as estratégias da LG, o aparelho e a tecnologia disponível no Renoir. Alguns dos convidados eram Geeks profissionais, especializadíssimos nestas coisas tecnológicas e eles davam boas explicações, comentavam e faziam pequenas análises comparativas do Renoir com outros aparelhos, como Iphones e similares. Esta troca de idéias foi importante pra mim, para poder compreender as vantagens e limitações do Renoir num contexto mais amplo. A verdade é que do mesmo modo que cada carro é criado para atender a um perfil específico de pessoa, o celular segue pela mesma linha. Definir que perfil é este é fundamental para a estratégia de mercado e posicionamento da marca LG.O feedback dos blogueiros ajuda a contextualizar o posicionamento do produto no mercado e – claro – é uma boa divulgação. A conversa no jantar rendeu grandes histórias e muitas gargalhadas. Nós todos nos divertimos muito ao saber que algumas pessoas ficaram tão cegas de ódio por não estarem incluídas naquele grupo que começaram a acusar os blogueiros convidados de “vendidos”, “panela” e coisa do tipo. Já era de se esperar que houvesse algo deste naipe, uma vez que da blogosfera pode se esperar tudo, menos conformismo e unânimidade de opiniões. Entretanto, eu acho que sou a maior prova de que o lance não era panela, afinal eu nunca tinha participado de nada. E daqueles 16 ali eu conhecia – de msn – apenas um. Além disso, em nenhum momento eu vi alguém nem da Sinc nem da LG sugerir qualquer tipo de comentário. Eles estavam super abertos à críticas e até incentivaram isso, pedindo que nós déssemos um feedback pra eles do que gostamos, do que não gostamos e tal. Todas as idéias eram muito bem recebidas e nós demos várias. Estava no fim do jantar e recebemos convites para o show que estava rolando bem do lado do hotel (Sílvio é tão genial que ele instalou um shopping anexo ao hotel – ótima sacação, pois esta parte do estado de SP é famoso por seu alto índice pluviométrico). O show era do Jota Quest. Fomos pra lá, mas chegamos meio que no finalzinho, já que o show era bem “família” começando às oito da noite. Mas isso foi legal para testarmos os celulares e suas respectivas câmeras em condições críticas de luz. Como dá pra ver por algumas dessas fotos (todas feitas com ele) o LG Renoir responde super-ultra bem em condições de pouca luz. Ele é especialmente bom para jornalistas que querem fotografar com qualidade e não podem entrar em certos locais com câmeras tradicionais. O celular filma bem de noite e tem uma opção de anulação de ruídos. Segundo os caras da LG explicaram pra nós, o celular faz uma varredura no audio e corta os pontos altos e baixos do histograma sonoro. Com isso ele elimina boa parte do ruído. Este recurso foi super bom para o show. Pra você ter uma idéia do que é este celular, ele oferece além da câmera mais sinistra que eu já vi num celular, MP3, WMA, GPS assistido, GSM, 3G HSDPA, Wi-Fi, Bluetooth, vídeos nos formatos DivX e Xvid, com direito a DOLBY! -O LG Renoir é o primeiro celular do mundo a usar a tecnologia Dolby (aquela de cinema). Voltamos do show e ficamos de papo do lado de fora do lobby, com vista para a piscina, que mudava de cor o tempo todo, graças a um esquema de leds. Contamos casos, rimos muito. Mas eu estava pregado, a viagem com a “Emanuelle e o velhote” havia sido meio cansativa, até pelo fato de que eu estava meio ansioso para saber das surpresas. Fui dormir e pra dizer a verdade, eu não dormi. Eu desmaiei. Acordei meio em cima da hora para o café, e tomei um daqueles banhos inesquecíveis com vista para a ilha. Cheguei no café e tomei outro susto. O que você puder imaginar de comida de café da manhã tinha lá. Muito bom. Tomei café com o Cardoso e a galera da LG e Sinc. Dali fizemos o check-out no hotel e rumamos para o ônibus para a próxima aventura. O ônibus nos levou para uma marina do Guarujá onde embarcamos em duas lanchas super legais. (Iguais aquelas que eu ficava olhando com o supra-sumo da inveja quando ia a para a região dos lagos) Entramos na lancha e logo de cara rolou um champanhezinho sensacional. Havia de tudo ali. Frutas, frios, etc. A lancha pegou uma bela velô, e eu subi para a parte de cima para filmar a paisagem. Na proa estava a Lu e o Nick. A lancha saltou algumas ondas e o boné e camisa do Nick saíram voando. Finalmente chegamos a um tipo de praia com uma pedra coberta com vegetação nativa da Mata Atlântica. Bem bonito. As lanchas foram amarradas juntas e ficamos ali, curtindo um forte mormaço e bebendo, batendo papo, brincando e comendo casquinhas de siri. Hahaha eu e a Milena demos o maior prejú nas casquinhas de siri. Depois veio coquetel de camarão, arroz com bacalhau ao molho branco, cerveja, pró seco, musse de chocolate e por aí vai. Um vidão do caramba. E a gente só filmando, tirando foto e a galera twittando geral tudo que acontecia no passeio. A tarde raiou e nós voltamos para a marina, onde nos despedimos da galera da LG, embarcamos no ônibus e voltamos para São Paulo, para o ponto de extração. Ali fizemos algumas fotos comemorativas do passeio (aquela lá em cima) e fomos embora. Eu achei sensacional esta ação e estou absolutamente grato à LG e a Sinc por terem me convidado para fazer parte disso. Eles foram super organizados e profissionais. Eu adorei o Renoir, constatei que ele é bem mais poderoso que meu antigo aparelho. Pretendo usar o Renoir agora e acredito que o mesmo será um sucesso. Tudo que posso dizer do fim de semana patrocinado pela LG é que ela tem o marketing mais coerente com o nome de marca que eu já vi: LG – Life is Good.
Celular de 8.1 megapixel para quem gosta de tirar fotos
Legal o Casio Exilim Phone. Eu tenho uma câmera digital da casio e é ótima. Imagino que com um celular acoplado fique ainda melhor.
Este celular oferece resolução de 8.1 megapixel, image stabilization, autofocus de 9 pontos, um curioso modo de video para exportar pro YouTube e lente grande angular. O conjunto acompanha uma tela oled de 480X800px. Por enquanto, só no Japão. Download Game God of War para celular
O meu amigo Luciano me mostrou o game God Of War no celular dele. Ele me disse que o jogo é free. Me amarrei. resolvi compartilhar o link caso alguém queira. Não é como num playstation, mas é bem legal também. Bom para usar na fila do banco.
DOWNLOAD (para nokia) Brasileiros são os primeiros do mundo a desbloquear o Iphone 3G
Segundo o blog TechGuru, dois brasileiros, Breno Macmasi e Paulo Stool – proprietários da empresa Desbloqueiobr foram os primeiros DO MUNDO a conseguir desbloquear o recém-lançado iPhone 3G.
Breno disse que o desbloqueio do Iphone 3G foi full, ou seja, válido para todas as funcionalidades do iPhone, incluindo aí o 3G, as ligações e o GPS. Breno diz ainda que isso valeu para as três operadoras que irão comercializar o aparelho por aqui: Claro, Vivo e TIM (a Tim ainda não confirmou mas existe grandes chances de comercialização do Iphone nesta operadora) Para tirar ainda mais onda com o resto dos caras do mundo, eles divulgaram um video no Youtube demonstrando a façanha. O preço máximo estimado para o iPhone ao redor do mundo será de 199 dólares para o modelo de 8GB de armazenamento, informou Steve Jobs no dia do lançamento do Iphone 3g. Além disso, o bichinho é atrativo: A bateria tem duração de 300 horas em modo de espera e 5 horas em conversação 3G – mais do que os telefones tradicionais, que segundo Jobs, suportam até 3,5 horas nesse modo. O aparelho tem capacidade de reprodução de 7 horas para vídeo e até 24 horas de áudio. Ele combina três produtos em um: um telefone revolucionário, iPod widescreen e um avançado dispositivo de Internet com recursos sofisticados de e-mail e navegação. EDITADO – Segundo nosso leitor Robson, tudo não passa de um golpe mixuruca. O tal Breno é proprietário do TechGuru e o modo de esbloqueio que eles alegam oferecer inviabiliza um monte de coisa no aparelho. Saiba mais sobre este 171 aqui
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