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Tubarão Goblin -Sonhe com isso!
Eu me lembro que na primeira vez que vi “Jaws”, aqui lançado como “Tubarão”, não pude mais mergulhar numa piscina sem escutar na minha cabeça aquela musiquinha… Pois bem, muito tempo se passou e meus medos infantis quadruplicaram com coisas bem mais amedrontadores do que aquele Tubarão inteligente como Einstein e mau como o Pica Pau. Hoje meu medo vem do alto, das balas perdidas e dos sujeitos que surgem em carros pretos do nada querendo me levar para um “passeio”. Fora isso, uma coisa bem sinistra de se ver são esses videos de criaturas das profundezas. O video esta em japonês, mas dá pra entender do que se trata apenas duas palavras: Tubarão Goblin. O tubarão Goblin é um dos mais raros tubarões que existem. Seu nome se deve à sua aparência pouco amistosa. Ele cresce de poucos centímetros a até pouco mais de três metros. Seu nariz é tão grande que ele parece até uma prancha de surfe com vida. Mas o seu aspecto mais interessante é a boquinha. O tubarão Goblin é a Angelina Jolie do fundo do mar. Saca só: Albinismo: O branco que a natureza merece
Qualquer empresa de sabão em pó que queira patrocinar este post, estou interessado em vender este espaço publicitário, ok?
Pessoal, esta é mais uma seleção gump de bichos curiosos. Dessa vez, dos animais albinos. Eu levei um tempão catando imagens pela internet afora e acho que fiz a mais completa coleção de bichos albinos até agora. Vejamos:
Tem muitas imagens neste post. Mais de 90! Então deve demorar para carregar, ok? Máscara de mergulho com câmera
Super bem bolada esta másca de mergulho com câmera embutida. Deixa as mãos livres para nadar ou segurar-se nas pedras.
A masca de mergulho com câmera digital embuida vem com o cabo USB e o software de edição. Ela faz video também.
Criaturas inacreditáveis do fundo do mar – parte 2
As profundezas dos oceanos encerram muitos mistérios. Hoje a tecnologia de construção de submarinos de alta profundidade e sondas de observação de abismos vem trazendo à luz criaturas que eram completanmente desconhecidas até agora. São bichos que parecem saídos diretamente de um filme de ficção científica. Confira:
Polvo pelágico -Um polvo transparente que brilha no escuro. Foi documentado nadando em oceano aberto numa fenda na costa do Havaí
Peixe vaca - esta coisinha engraçadinha foi vista na costa de Kona, também nas imediações do Havaí. O peixe vaca é conhecido também como peixe caixa transparente. Ele tem esta forma de caixa e leva o titulo de vaca por causa dos chifrinhos.
Hidromedusa - A hidromedusa foi documentada numa área nunca antes investigada no mar de Weddel, da Antártida. Ela tem esses tentáculos com terminações bioluminescentes para atrair as presas. Pescar: A velhinha boa de anzol
Se eu te dissesse que existe uma velhinha com 85 anos de idade consegue pescar peixes que deixariam os mais experientes pescadores profissionais boquiabertos, você acreditaria? Pois é.
O nome dela é Janette Larsen e esta foto acima mostra o peixão (um linguado gigante) com 40,8kg que ela pegou sozinha, num rio do Alaska. Provavelmente Janette é a mais idosa pescadora do mundo. Ou talvez não, já que muitos idosos da Florida passam finais de semana em pesque e pague. De qualquer forma, se ela não for a pescadora mais velha do mundo, com certeza é a que foi melhor sucedida. A vovó e fera em pescar e preparar os peixões. O freezer dela sempre tem peixe para fazer sucesso nos almoços para a família.
Olha o tamanho desse salmão! Imagina o tamanho do filezão grelhado com molho de alcaparras que isso dá…
Não dá pra ser apenas sorte. O fato é que ela é fera mesmo. Eu gostaria de saber que tipo de equipamento de pesca que ela usa: Vara, molinete, linha, anzóis e principalmente, as iscas. O mistério da pedra cabeluda
Eu sei que parece não fazer o menor sentido, mas o fato é que o jornal Morning Post divulgou as fotos da única pedra do mundo que tem cabelos. A pedra foi exibida rapidamente na terceira edição da exposição Chengdu, no distrito Kistler Tianfu da cidade de Wenjiang, na China. A exposição é de flores e arranjos, mas o objeto que mais chamou a atenção dos parcticipantes foi o mistério da pedra cabeluda. Especulou-se que era apenas uma pedra normal com cabelos humanos cortados e colados a ela, mas após especialistas analisarem, eles perceberam que os pêlos estavam realmente crescendo da pedra, e embora fossem iguaizinhos, eles não eram humanos.
“Yifaqianjun” Kistler, como a pedra cabeluda é chamada por lá gerou uma enorme discussão sobre as possibilidades de uma pedra ser tão velha que teria cabelos brancos, tal como os humanos. O mistério foi finalmente resolvido quando os especialistas explicaram que os cabelos brancos da pedra se deviam ao fato de que ela estava num lugar molhado e animais marinhos primitivos que se pareciam com algas prenderam-se a ela no passado. Inicialmente eram poucos filamentos, construídos em um material flexível que protegia os animais invertebrados. Mas com o passar dos séculos, a colônia se expandiu, formando uma espécie de peruca firmememente anexada a rocha. Quando os animais morreram, apenas os tubos microscópicos que os protegiam restaram. O fato inusitado é que em todo este tempo apenas este tipo de animal pré-histórico aderiu a rocha, mantendo-a limpa de outros animais marinhos e fósseis, como corais, conchas, etc. Os filamentos, agora vazios, (o que explica sua cor branca) mantiveram-se criteriosamente limpos, e com o movimento da água, agruparam-se naturalmente em mechas. A alga assassina está se espalhando – Mais uma cagada ecológica no planeta
Eu vi no site Damn Intresting uma notícia que me deixou bolado: Em 1980, funcionários do zoológico de Wilhelmina em Stuttgart estavam trabalhando no embelezamento de seus aquários. O problema deles é que os peixes estavam comendo todas as algas e plantas aquáticas. Assim, ao longo do tempo, submetendo as espécimes para aquário a duras condições e selecionando apenas as que sobreviveram, os pesquisadores desenvolveram uma nova versão da alga, chamada Caulerpa taxifolia (Vahl) C. Agandh. Por um tempo, foi tudo bem no mundo da botânica marinha. Só que – Lei de Murphy: “Quando algo puder dar errado, dará!” – em 1984, um metro quadrado desta nova variedade de Caulerpa foi encontrada brotando livremente no Mediterrâneo ao largo da costa de Mônaco, bem do lado de fora do Museu Oceanográfico. Acredita-se que um pequeno pedaço da planta tenha ido pelo ralo, levado pela bomba e jogado na estação de tratamento, onde graças aos seus “super-poderes genéticos de sobrevivência a qualquer custo”, ela aguentou firme e foi parar no paraíso – o mar Mediterrâneo. Não precisa ser muito esperto para imaginar que uma planta genéticamente modificada para crescer rápido como um tumor e de gosto miserávelmente ruim, virou uma praga terrível. Enquanto as organizações envolvidas em sua criação e liberação acidental no meio ambiente discutem os culpados, num eterno jogo de empurra que não vai dar em nada, a planta assassina se espalha, destruindo tudo ao seu redor. Os seres humanos geraram o problema e fizeram algo ainda pior em seguida: NADA. Com o descaso, a Caulerpa se espalhou e atingiu vários hectares submarinos se espalhando e convertendo o leito do oceano em um enorme campo de golfe estéril. A planta continuou se espalhando até que em 2001 ela já ocupava acres e acres do oceano e começou a aparecer nas praias. A coisa saiu do controle completamente. A infestação da Caulerpa parece um grande pasto de folhagens verdes, nada além disso. Ela cresce 7,5 cm POR DIA! Isso é uma rapidez suficiente para cobrir e destruir uma multidão de outras algas, e uma vez que tem gosto horrível, todos os animais herbívoros aquáticos dão no pé rapidinho. Porque cria imensas áreas de deserto-verde submarino, os seres humanos estão saindo fora também. Isso porque a branda paisagem torna-se desinteressante para os mergulhadores, diminuindo a indústria do turismo; e os pescadores litorâneos perdem o interesse também, já que o seu peixe preferido “rapou fora”.
Graças a pesca de arrasto, as mudas da planta estão sendo semeadas pelo homem em águas distantes. Hoje elas já estão apresentando áreas cobertas de Caulerpa na Espanha, na costa da Tunísia e na Croácia. Uma vez que sua constituição é firme e rígida, e ela não sente nem cosquinha no mar mais poluído que você puder imaginar, a planta está crescendo rápido na beira dos portos, o que em breve a espalhará para outros oceanos, graças a pesca oceânica indiscriminada. Mas calma que não é só isso! Desgraça pouca é bobagem, meu chapa… A planta é tão violenta que um pedacinho, por mais minúsculo que seja, do tamanho da unha aí do seu polegar é capaz de sozinha, provocar o crescimento de um belo gramado de algas assassinas, o que significa que qualquer método mecânico de retirada da alga vai provocar uma maior infestação, ao invés de conter a desgraça atual. Aventou-se o eventual controle da planta através de predadores específicos (lembra da cagada dos coelhos lá na Austrália? Pois é. Nós os seres humanos não aprendemos mesmo!) mas isso não vai funcionar, já que os moluscos que conseguem comer a planta não suportariam a temperatura do Mediterrâneo, além disso, nenhum animal consegue comer a planta na mesma velocidade em que ela cresce. Como se não bastasse isso, a alga assassina estava viajando pelo mundo de um jeito mais eficiente: De avião. É que graças ao comércio de produtos e animais para aquário, ela se espalhou. Em 2000, duas pequenas áreas de crescimento de Caulerpas foram encontrados ao largo da costa de San Diego, na Califórnia. Outras áreas foram posteriormente detectadas ao sudeste da Austrália. Acredita-se que estas áreas contaminadas sejam o resultado de pessoas limpando o conteúdo dos seus aquários de água salgada e mandando a sujeira para o esgoto. E tome alga assassina! Cientes do perigo, as agências na Califórnia entraram em ação aprovando uma lei que proíbe a venda e a posse de nove espécies de Caulerpa. As infestações foram tratadas através de medidas drásticas. Biólogos marinhos lideraram uma caçada à planta. Armados com as mais recentes armas na guerra botânica, eles cobriram completamente áreas contaminadas com uma lona de plastico preto que impediu a fotossíntese. Depois eles bombearam cloro para dentro das áreas cobertas, matando a alga assassina e qualquer outra coisa que teve a infelicidade de ser aprisionado junto com ela. O que diferencia Caulerpa de outras espécies invasoras (como os coelhos na Austrália, os caracóis africanos no Brasil e as Abelhas Africanas nos EUA, entre muitos outros) é que esta alga não ocorre na natureza. Ela é o produto de reprodução seletiva e da manipulação genética, de um modo completamente planejado pelo ser humano para que ela saia vencedora em combate com qualquer outra espécie natural. Só que o feitiço virou contra o feiticeiro. A vida de uma mosca dura 24 horas. Assim, ela vê o mundo onde tudo é extremamente lento. Se a mosca pensasse, ela pensaria que as casas, os bosques e as montanhas são eternas. Da mesma maneira, nós humanos, vemos o mundo pela ótica humana. Nós vemos as montanhas elas parecem que sempre estiveram lá. Não vemos que elas estão se movendo. Mas estão. Para nós, tudo estará acabado em 80, 90 ou no mais tardar, 120 anos. Nós deixamos o problema para a próxima geração resolver, afinal, o problema mesmo só vai aconbtecer daqui a muitos e muitos anos… Só que numa escala de vida de um planeta, a nossa passagem por aqui equivale a menos de um segundo em um ano inteiro. Imagina a desgraça que significamos para a Terra! Uma planta que cresce 7,5cm por dia irá recobrir o planeta todo em muito pouco tempo numa escala planetária. Será uma questão de poucos milênios para esta coisa conseguir sair do mar, invadir os rios, invadir a terra. Ela tomará o planeta. É fácil perceber nessa situação um risco evidente da ação humana sobre algo complexo e delicado como a natureza. Não podemos apenas condenar tudo que seja transgênico ou genéticamente modificado como uma coisa vil e potencialmente desastrosa para os humanos e os demais seres vivos da Terra. É claro que do mesmo jeito que essas cagadas ambientais acontecem, as culturas genéticamente modificadas são inestimáveis para a alimentação de milhões de pessoas, produzindo mais nutrientes, crescendo em ambientes mais severos, produzindo maiores frutos, e / ou resistindo a doenças e predadores. Mas a Caulerpa é uma bela lição para todos aqueles que pensam que podem fazer o que querem com os genes de um animal ou planta. Esturjão de 100 anos descoberto num rio do Canadá
Dois amigos pescam esturjão gigante com mais de 100 anos e 222 kg quando pescavam tranquilamente no rio Frasier, no Canadá (Colúmbia Britânica). Os dois caras eram conscientes ecologicamente e lutaram com o poderoso e raro esturjão branco por uma hora até que conseguiram apoio. Eles filmaram o animal e tiraram fotos com ele. Depois de colocar um microship do programa de conservação dos animais, liberaram o vovô peixão para voltar pra casa.
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