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Vodka Eyeballing – O jeito mais bizarro de ficar bêbado

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Bom, eu acho que o jeito mais bizarro de ficar bêbado ainda é fazer um enema com bebida alcoólica. Enema é pegar uma bomba e injetar bebida alcoólica direto no corpo pelo ânus do cara de modo que mais álcool seja despejado na corrente sanguínea, sem nem passar pelo estômago. Eu achava que o grau de bizarrice máximo envolvendo pessoas sem noção, tipo os caras do Jackass era fazer isso, mas parece que existe uma prática ainda mais estranha, e que vem ganhando popularidade na Russia que se chama Vodka Eyeballing, e que é: Acredite se puder, beber vodka pelo olho!

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Isso mesmo que você leu. O cara derrama vodka no olho e espera que a alta capilaridade do globo ocular ajude, levando o álcool para a corrente sanguínea. As pessoas que realizam tal proeza excêntrica, alegam que pela proximidade, como os olhos estão perto do cérebro, e isso faria com que o porre se desse muito mais rápido.

Já algumas pessoas duvidam da eficácia do método de beber pelo olho. Especialistas alertam inclusive para o risco da pratica, que pode levar a cegueira. Mas mesmo assim, a coisa pegou lá na Rússia e neguinho vem usando vodka como colírio direto. A moda chegou a Las Vegas e grã Bretanha. Agora estamos na contagem regressiva para os macacos de imitação sequelados do Brasil começarem a copiar.
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Receita para viver muito: Beber urina de vaca?

Receita para viver muito: Beber urina de vaca?
Pois é, depois deste post você vai pensar que morrer jovem não é tão mau negócio. Um sujeito alega que beber todo dia um copo de mijo de vaca te fará mais saudável, e portanto, você viverá mais. Não me pergunte o que leva um maluco a beber urina de vaca, pois isso eu não sei, só sei que a salutaridade deste tipo de terapia me parece bastante questionável. Mas tem nego que jura que faz bem, curando até câncer.

Penso que beber mijo de vaca é uma das maiores babaquices que se empurra na cabeça dos trouxas como “terapia” alternativa. Eu acho que só existe uma receita infalível para se viver muito: Não morrer.

Paul Cadden – o fera do grafite

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Olha só os desenhos fotorrealistas que este cara faz a lápis e carvão. Chega a assustar pensar que isso não é uma foto. Imagino o trabalho retardado que deve dar fazer uma parada dessas.

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Senhor-Cobra

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Nem preciso dizer o quanto este cara é bizarro. Só pela foto promocional dele já dá pra ter uma boa ideia.

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O nome do cara é Liu Fei, e ele é proveniente da província chinesa de  Jiangx. Sua diversão é colocar cobras vivas pelo nariz e retirá-las pela boca. Hummm… Dilícia!

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Ele diz que não tem medo de fazer isso, já que nenhuma delas é venenosa, mas me lembro de um post que fiz aqui certa vez sobre um outro maluco que faz este truque também, mas com víboras venenosas. Seja como for, quem já passou pela inesquecível experiência de ficar com um macarrão agarrado na guela, sabe o desespero que dá, a ponto de sair lágrimas nos olhos. Não sei o que leva alguém a fazer este tipo de truque. Tipo, o cara está em casa, entendiado, nada passando de bom na Tv… E ele pensa: “E se eu enfiar esta cobra pelo nariz e tirar pela boca?”

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É muito estranho imaginar de onde vem essas ideias. Mas eu fico é com pena dos animais, porque imagina que bosta que deve ser um chinês pirado te agarrar e enfiar você dentro do nariz dele!

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Mais um crânio alongado descoberto na Sibéria

Arqueólogos estavam realizando escavações em um sítio na cidade de Omsk, na Sibéria e descobriram um crânio alongado. Não se sabe explicar ainda a razão pelo qual diversos povos antigos alongavam os crânios de certas pessoas, aparentemente escolhidas por algum critério desconhecido. Os crânios alongados são de pessoas do século 4 D.C.

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O crânio achado em Omsk

Alguns pesquisadores sustentam que muitos povos antigos acreditavam que ao alongar o crânio das crianças, elas aumentariam dramaticamente sua capacidade cognitiva, sendo até capazes de prever o tempo. Alguns sustentam que pela análise do volume cerebral, as pessoas de crânio alongado poderiam ter um Qi de 149, quando o de uma pessoa “normal” tem em média Qi=100.Essas suposições se baseiam no fato de que com o alongamento, o cérebro dessas pessoas seriam 25% maiores com um aumento de 53% no córtex pré-frontal, que é a área responsável por funções sofisticadas do pensamento.

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Creio que esta hipótese nunca foi comprovada, mas o mistério dos crânios alongados permanece. Inicialmente, muitas pessoas começaram a especular que o alongamento do crânio poderia ser algum tipo de tentativa primitiva de se igualar morfologicamente a visitantes extraterrestres que estiveram por aqui há milênios, mas esta é uma hipótese bastante controversa e que aparentemente só é levada a sério por seguidores das teorias de Erik Von Daniken, aquele balconista de hotel que ficou rico quando escreveu “Eram os Deuses astronautas?”

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Os Maias alongavam os crânios

De fato, algumas anomalias e patologias podem afetar a forma do crânio, como a Hidrocefalia, a Progéria, etc. Mas no caso dos crânios que vem sendo descobertos há décadas em diferentes sítios arqueológicos do mundo, nota-se um esforço em produzir a deformidade. Sabe-se que povos primitivos da América Central  realizavam estes procedimentos, bem como os egípcios. Os povos de Cahuachi no Peru não eram os únicos que possuíam crânios com esta deformação. Por exemplo, quando em 1870 um botânico alemão em expedição pelas florestas do Congo descobriu tribos que fazia a deformação de suas cabeças desde crianças.
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Com tecidos presos às cabeças muito apertados, eles conseguiam ao longo dos anos promover um alongamento dos ossos do crânio. Existem diversos achados em ilhas no Pacífico; em Malta; em várias regiões da África e na América do Sul. Como tantas regiões diferentes tiveram a mesma ideia de deformarem seus crânios?

Assim, se a explicação não estiver ligada aos “deuses das estrelas”, ela certamente deveria ter uma justificativa plausível o suficiente para explicar por que culturas completamente diversas, em diferentes fases históricas do mundo, realizaram o mesmo tipo de atividade.  Estética? Religião? Segregação social?  São muitas as hipóteses que poderíamos levantar para tentar explicar isso, mas eu creio que seria bastante improvável que culturas completamente diferentes chegassem a uma mesma atividade, fosse ela cerimonial ou não sem que isso não produzisse algum efeito.
Logico que culturas diferentes podem chegar a soluções similares. Um exemplo disso são as pirâmides Maias e as pirâmides do Egito. Ambas culturas produziram pirâmides. Mas aí que está o ponto: As pirâmides tinham uma função concreta, logo, será que podemos supor que o alongamento dos crânios também teria uma utilidade prática?

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os faraós tinham seus crânios alongados desde o dia do nascimento

Eu penso que sim. Não me parece impossível imaginar que um povo antigo percebeu que alongando o crânio das crianças, resultava em adultos mais inteligentes e com características diferentes da “massa”, e talvez isso explique porque no egito, só os Faraós tinham a cabeça alongada para ficar como um pepino.

A história dos crânios alongados se iniciou por puro acidente.

No outono de 1913, dois fazendeiros estavam discutindo sobre fragmentos do crânio de um hominídeo que tinham descoberto ao escavar uma vala de drenagem. A localização da fazenda era em Boskop, uma pequena cidade a cerca de 200 milhas no interior da costa leste da África do Sul.

Estes agricultores  sul africanos, não eram especialistas, mas puderam perceber que os ossos encontrados não eram normais. Eles então levaram as amostras para Frederick W. FitzSimons, diretor do Port Elizabeth Museum, que fica em uma pequena cidade no sul da África. Naquele tempo, a comunidade científica da África do Sul era pequena, e rapidamente a notícia do crânio misterioso se espalhou e assim o crânio atraiu a atenção de S.H. Haughton, um dos poucos paleontólogos do país  formalmente treinado.

S.H. Haughton  relatou suas descobertas em uma reunião de 1915 da Royal Society of South Africa. Foi ele que notou que:

“A capacidade craniana deve ter sido muito grande” e também que “calculando pelo método de Broca dá um valor mínimo de 1.832 cc [centímetros cúbicos].”

Assim, foi S.H. Haughton que formulou a hipótese em que o crânio Boskop, abrigava um cérebro com mais de 25% de volume que um cérebro humano mediano.

A ideia era tão chocante que dois dos anatomistas mais proeminentes daquele tempo, ambos especialistas na reconstrução de crânios, vieram para a África do Sul examinar o achado, e após o estudarem, concordaram com as opiniões e conclusões de Haughton.

O cientista escocês Robert Broom informou que pela análise volumétrica da caixa craniana da caveira de Boskop,  a distância entre o homem de Boskop para os humanos de hoje é maior do que a distância entre os seres humanos e seus antecessores Homo Erectus.

Seria o crânio de Boskop uma aberração? Ele poderia ter sido causado por hidrocefalia ou alguma outra doença rara? Estas perguntas foram rapidamente respondidas quando novas descobertas arqueológicas apontaram a existência de mais desses crânios.

Como se a história do crânio de Boskop já não estava suficientemente estranha, o acúmulo de restos adicionais revelaram uma outra característica bizarra: Essas pessoas tinham uma fronte pequena, quase infantil. Antropólogos e Fisiologistas usaram o termo  pedomorphosis  para descrever a retenção de características juvenis na idade adulta. Este fenômeno, é às vezes usado para explicar as rápidas mudanças evolucionárias. Por exemplo, certos anfíbios retém brânquias como as dos peixes,  mesmo quando já totalmente maduros e já passado o seu período em que habitavam apenas água.

Os seres humanos são considerados por alguns especialistas como sendo pedomórficos em comparação com a estrutura facial dos primatas. Nós guardamos alguma semelhança com a morfologia de um macaco imaturo.
O crânio de Boskop também contém esta característica. Um adulto atual europeu típico, por exemplo, tem um rosto que ocupa aproximadamente um terço do tamanho de seu crânio geral. Já o homem de Boskop tinha um cara que ocupava apenas cerca de um quinto do tamanho do seu crânio, logo, mais perto as proporções de uma criança. Os exame de ossos individuais confirmou que o nariz, as bochechas e queixo eram todos infantis.

A combinação de um crânio grande e aparência imatura ficaria decididamente incomum aos olhos modernos. E o mais perto que nossa cultura chega disso, é – a contra-gosto de muitos – os alienígenas mais clichês, de tipologia Alpha, como o Juca.   O naturalista Loren Eiseley fez uma menção a este ponto em uma passagem lírica de seu livro popular, da imensidão, descrevendo o fóssil Boskop:

“Há apenas uma coisa que não tem sido mencionada. É isso, e você não vai acreditar. É tudo já aconteceu. Lá atrás no passado, 10 mil anos atrás. O homem do futuro, com o cérebro grande, e os dentes pequenos. Ele viveu na África. O cérebro dele era maior do que seu cérebro. Seu rosto estava em linha reta e pequena, quase como um rosto de criança.”

O sujeito de Boskops, então, foi muito falado e estudado, por muitas das figuras mais proeminentes nos campos da paleontologia e antropologia, e ainda hoje, apesar de neandertais e Homo erectus serem amplamente conhecidos, o homem de Boskops está quase totalmente esquecido, relegado ao limbo das descobertas sensacionais, tão sensacionais que eventualmente se tornam inconvenientes.

Crescemos apendendo que a escala evolutiva se deu como uma escadinha, onde os nossos antepassados eram claramente inferiores a nós, com cérebros menores e semblantes de macaco. É tudo muito lógico, muito fácil de engolir. Entretanto, em contraste, o próprio fato de um ancestral como o homem de Boskop, que aparece com uma forma nãp-macaca e em muitos aspectos parece ter tido características superiores a nossa, estava destinada a nunca ser popular.

A história dos estudos evolutivos tem sido marcada pela intuitivamente atraente ideia, quase irresistível, que todo o processo segue pela escadinha evolutiva onde as coisas só melhoram, o que é um erro miserável de interpretação. Não necessariamente, os animais atuais são mais avançados do que seus antecessores.
As teorias pré-Darwinianas da evolução foram construídas em torno desta ideia de uma evolução linear em mão única. As pessoas tem dificuldade de aceitar que a teoria da evolução não se trata de aperfeiçoamentos, mas sim de adaptações a condições diversas. Estamos atraídos pela ideia de que somos o ponto final, o ápice não só dos hominídeos, mas de toda a vida animal, o que é uma completa imbecilidade.

O crânio de Boskops é incômodo porque retrata justamente o oposto. Ele nos diz que os seres humanos com cérebros grandes, e talvez grande inteligência, ocuparam uma parte substancial do sul da África no passado não muito distante, e que, eventualmente, deram lugar a pessoas de cérebros menores, possivelmente menos avançados, ou seja, nós mesmos.

Partindo do dado de que um cérebro do homem de Boskop tinha de volume 1.750 cc; O que isso significa em termos de função?
Como é que funciona uma pessoa com um cérebro tão diferentes do nosso? É uma pergunta difícil de responder. Enquanto pessoas que sofreram acidentes e perderam grandes áreas cerebrais aparentemente não tiveram mudanças significativas em seus processos cognitivos, temos casos de pessoas como Kim Peek, um autista com síndrome de Savant, que nasceu com uma alteração morfólogica cerebral que deu a ele uma capacidade fenomenal em alguns campos.

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Kim Peek

Pra se ter uma ideia, Kim NUNCA esquecia nada que ele leu na vida. Isso incluiu inúmeras listas telefônicas, enciclopédias,livros e partituras de piano, que ele dominou de ouvido e conseguiu inclusive fazer misturas de estilos. Seu cérebro tinha uma capacidade de processamento tão fenomenal que ele serviu de inspiração para o personagem interpretado por Dustin Hoffman, no filme “Rain Man”. E o cérebro de Kim Peak, era apenas um pouco diferente de um cérebro normal.

O cérebro humano normal, é cerca de 25% maior do que os cérebro do Homo erectus tardio.

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Homo Erectus

Assim, podemos dizer que a diferença funcional entre nós e o homem erectus é quase a mesma que entre nós e o homem de Boskops.

A expansão cerebral evolutiva mudou suas proporções internas de maneiras altamente previsíveis. Do macaco ao homem, o cérebro cresceu cerca de quatro vezes, mas a maior parte desse aumento ocorreu no córtex, e não nas estruturas mais antigas. Além disso, mesmo dentro do córtex, as áreas que crescem mais são as áreas de associação, enquanto estruturas corticais como as regiões que afetam os mecanismos de controle motor e sensitivos permanecem inalteradas.

Passando dos nossos miolos para os do sujeito de Boskop, estas zonas associação são bizarramente ainda mais desproporcionalmente expandidas. Os caras de Boskop tinham miolos 30% maiores do que os nossas, isto é, o cérebro deles tinha 1.750 cc enquanto nossa média é de 1.350 cc. E isso leva a um aumento no córtex pré-frontal de impressionantes 53%. Se essas relações de princípios entre as partes do cérebro são verdadeiras, então os caras de Boskops teria não somente um impressionante cérebro, mas um córtex pré-frontal inconcebivelmente grande, o que nos dá pistas para imaginar o quão fantásticos eles devem ter sido.

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O córtex pré-frontal está intimamente ligado à maioria das nossas funções cognitivas. É ele que organiza a corrente complexa de eventos que flui para o cérebro; coloca conteúdos mentais em sequências apropriadas e hierarquias, e que desempenha um papel crítico no planejamento de nossas ações futuras. Simplificando, o córtex pré-frontal é tipo uma CPU, que está no coração dos nossos pensamentos mais flexíveis e voltada para o futuro.

Enquanto a nossa área pré-frontal pode ligar uma sequência de material visual para formar uma memória episódica, o sujeito de Boskop pode ter acrescentado material adicional de sons, cheiros, e assim por diante. Onde a memória de uma caminhada por uma rua pode incluir a imagem mental visual do vendedor de rua, o mercadinho, e a igreja charmosa, se fosse um cara de Boskop ele também poderia lembrar a música que tocava no mercadinho, o preço de todas as mercadorias que viu no mercadinho, a composição dos produtos, o que a menina do caixa conversou com a outra, a placa do carro que ele viu da janela e detalhadamente tudo que o padre estava falando dentro da igreja. Mas isso, óbvio, se um cara de Boskop estivesse vivo, né?

A expansão das regiões associação é acompanhada por um aumento correspondente na espessura dos feixes de axônios grandes. Isso é como o “cabeamento”, que liga as partes da frente à parte de trás do nosso córtex. Este “cabeamento” não apenas conduz os estímulos, mas “trata” eles. Dessa forma, o carinha de Boskops pode ter ido ainda mais longe do que sonhamos imaginar. Da mesma forma que um aumento quantitativo no cérebro dos macacos para os seres humanos podem ter gerado as nossas capacidades de linguagem qualitativamente diferentes, possivelmente o salto de nós mesmos para um cérebro como o dos Boskops poderia gerar novas e qualitativamente diferentes capacidades mentais. Telepatia? Telecinese? Esta é a área onde a ficção mais delirante pode colidir com a ciência da Fisiologia.

Nós internamente ativamos muitos pensamentos de uma só vez, mas podemos recuperar somente um de cada vez. Poderia o cérebro Boskop ser capaz de “processamento paralelo” e assim ter alcançado a capacidade de recuperar uma memória enquanto pensava outra coisa em segundo plano?

Não necessariamente, as modificações cerebrais dos homens de Boskop podem ter sido boas pra eles. Essas mudanças podem ter feito os Boskops excessivamente introvertidos e auto-reflexivos em demasia. Com suas ideias e um cérebro tão capaz e complexo, eles podem ter se tornado uma espécie de sonhadores com uma vida mental interna literalmente além de qualquer coisa que possamos imaginar.

Mantendo as contas de relação de proporção entre o cérebro de tamanho normal para o deles, para apenas 10 a 20 por cento de um teste de QI, é possível conjecturar que tipo de pontuação média seria feita por um grupo de pessoas com cérebros de 30 por cento maiores. A conclusão é que uma população com um tamanho cerebral médio de 1.750 cc teria uma média de QI de 149.

Esta é uma pontuação que seria rotulado ao nível gênio. E se houvesse variabilidade normal entre Boskops, como entre o resto de nós, então talvez 15 a 20 por cento deles seria de se esperar marcar mais de 180. Em uma sala de aula com 35 cabeçudos Boskops, você provavelmente encontraria cinco ou seis carinhas com QI na faixa superior do que jamais foi visto na história humana.
Mas se eles eram tão fodões, por que não são eles que estão aqui e sim nós? Quando eu digo “nós”, pense nos caras do Darwin Awards, tipo estes legítimos patrimônios da espécie humana:

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Ninguém sabe responder a esta pergunta, e talvez este seja o maior de todos os mistérios envolvendo os homens da cabeça grande.

Sabemos que eles tinham uma excelente capacidade reflexiva, e também podiam fazer planos com variáveis complexas muito melhores que nós. Eles também certamente tinham processos sociais complexos onde praticamente não haveria discordância, sendo assim, por que foi o hominídeo do cérebro pequeno (que provavelmente habitou o mundo ao mesmo tempo que os cabeçudos) que venceu essa corrida?

A mais pungente explicação possível para o desaparecimento do povo de cérebro grande, é que ele devia ser pouco útil. Hoje em dia seria sensacional, mas lembre-se que ser genial em 10.000 anos antes de Cristo não servia para muita coisa. Nosso cérebro é sensacional, mas sem um mundo que nos rodeia que permita que ele opere toda sua complexidade, ele adianta muito pouco. A exemplo disso, podemos ver os casos das crianças-fera, que são abandonadas ou presas e privadas de relações sociais e de afeto, acabam por se tornar limitadas e presas a um padrão de comportamento compatível com os de animais irracionais.

O cérebro humano é uma espécie de operação de unidade central de processamento em discos de memória múltipla, alguns guardados na cabeça, e muitos outros “na nuvem” que poderíamos chamar de “cultura”. Sem a “nuvem”, eles eram tão úteis como um pen drive no meio do Saara. Eles estavam equipados, mas os Boskops não foram capazes de explorar o vasto potencial trancado em seu córtex expandido. Ao que parece, esses carinhas nasceram alguns milênios antes da hora.

Infelizmente, o povo de Boskops já era. Sua morte mais provável é que tenha sido gradual. Um crânio grande não é propício para partos fáceis e, portanto, é provável que ao longo dos anos, a população foi rareando em função de uma alta taxa de mortalidade infantil. Essa pressão da natureza, juntamente com cruzamento possível com grupos hominídeos de pequenos cérebros, pode ter levado a uma diminuição gradual na frequência dos genes dos Boskop.

Então, novamente, como é por demais evidente, a história humana tem sido muitas vezes uma história de selvageria. A hipótese deles terem sido simplesmente varridos do mapa por serem “estranhos” não pode ser desprezada. Nós fizemos isso com outras, como o Mamute e o Dodô da Nova Guiné. Nós fizemos isso com centenas de tribos indígenas das Américas.

Apenas cerca de 100 km do local original da descoberta do primeiro crânio Boskop, novas escavações  foram realizadas por Fitz Simons Frederick. Ele sabia o que estava fazendo e estava ansiosamente buscando mais desses crânios.

Em seu sítio arqueológico, Fitz Simons se deparou com uma notável peça de construção. O local parecia um centro comunitário primitivo, com talvez dezenas de milhares de anos atrás. Havia muitas rochas coletadas, ossos, e alguns casualmente enterrado esqueletos de seres humanos de aparência normal. Mas, para um lado do sítio, em uma clareira, ele achou um túmulo, cuidadosamente construído. E parecia ter sido construído para um único ocupante, talvez o túmulo de um líder ou de um homem sábio reverenciado. Seus restos mortais foram posicionados para enfrentar o sol nascente. Em repouso, ele parecia normal em todos os aspectos… com exceção de seu crânio gigante.

Agora, falando em crânios estranhos, eu não poderia deixar de mencionar um crânio altíssimamente GUMP, que é este aqui:

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O crânio do capeta?

A foto do crânio de chifres é tão estranha quanto a história que a acompanha:

Sayre é um distrito localizado no condado de Bradford, Pensilvânia, há 59 quilômetros a noroeste de Scranton. Durante a década de 1880 um grande túmulo foi descoberto em Sayre. Foi noticiado que um grupo de americanos descobriu vários crânios humanos e estranhos ossos. Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais, com exceção das projeções ósseas localizado a cerca de dois centímetros acima das sobrancelhas. Cientistas estimam que os corpos tenham sido enterrados por volta do ano 1200 A.C.
A descoberta arqueológica foi feita por um grupo respeitável de antiquários, incluindo o Dr. GP Donehoo, do estado da Pensilvânia, dignitário da Igreja Presbiteriana; AB Skinner, do Museu Americano de Instrução e WKMorehead, da Phillips Academy, Andover, Massachusetts.

Não era a primeira vez que crânios com chifres haviam sido desenterrados na América do Norte. Durante o século XIX, crânios semelhantes foram descobertos perto de Wellsville, em New York, e também numa vila de mineração em El Paso, no Texas. De acordo com relatos históricos, os ossos foram alegadamente enviados para o American Museum na Filadélfia. Contudo, os artefatos teriam sido roubados e nunca mais foram vistos.

FONTE: Pursuit, 6:69-70, July 1973 Mysteries of the Unexplained, p. 39 1992
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5 colecionadores estranhos

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Existem pessoas por aí que colecionam toda sorte de bagulhos imagináveis. Eu mesmo, já colecionei bastante coisa comum, como moedas, notas, selos, chaveiros, adesivos,  e coisas estranhas, como embalagens usadas de cigarros, chicletes comidos, baratas e… cuspe.

Mas fora alguém demente o suficiente para todo santo dia dar uma cusparada num pote de maionese e guardar no fundo de um armário (minha mãe jogou fora minha coleção de cuspe no dia que ela descobriu) tem umas pessoas estranhas completamente obcecadas por certos “temas”. Pensando nisso, resolvi elencar alguns colecionadores bizarros que eu achei por aí.

1- A colecionadora de palhaços

Algumas pessoas tem um medo incompreensível de palhaços. Para matar um cara assim, basta levá-lo para visitar a casa de Ortrud Kastaun, uma senhora de 61 anos que é a maior colecionadora de palhaços do mundo. Ela tem nada menos que 2053 palhaços na casa dela. clown collection3 550x412 5 colecionadores estranhos

clown collection 550x413 5 colecionadores estranhosEla começou a colecionar palhaços há 15 anos, quando estava num tratamento para alcoolismo. Desde então, ela nunca mais parou de juntar palhaços e graças a isso foi parar no Guiness Book.

2- A colecionadora de Pokemons

Eu me lembro da febre de pokemons, quando as crianças queriam ter todos. Acho que algo assim aconteceu com Lisa Courtney, de Welwyn Garden City, UK,  que é tão fanática pelo desenho, que resolveu começar a juntar tudo que encontrava sobre o Pikachu e seus amigos.

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Com mais de 12.400 pokemóns em sua casa, mal dá espaço para respirar sem que um pokemon entre pela sua narina. Ela diz que começou sua coleção bizarra aos 13 anos, porque se sentia confortável com os bonecos, justamente num período em que sofria bulling na escola.

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3- O colecionador de colheres roubadas

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O maior colecionador de colheres roubadas de companhias de aviação é Dieter Kapsch. Ele já juntou nada menos que 1760 colheres de 447 companhias aéreas. A coleção dele começou quando ele viajou com a irmã para a Espanha e resolveu pegar uma colher do avião como “souvenir”. Desde então, não parou mais. Quando seus amigos viram que ele gostava de colecionar colheres de empresas de aviação, Dieter começou a ganhar colheres novas e antigas de presente. Assim a coleção dele aumentou, com aquisições de colheres de companhias aéreas das décadas de 20 e 30.

4- O colecionador de bolotas de pelo do umbigo

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Essa é bizarra.  Graham Barker, de Perth, Australia, começou sua coleção de bolotas de pelo quando notou que sempre uma bolinha de pelo e fiapos da roupa acabava  presa em seu umbigo. Ao longo de 26 anos ele vem juntando, diariamente suas bolotinhas de fibras em vidros organizados e numerados.

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5- O colecionador de cigarros

Há 6 anos atrás, quando o chinês Wang Guohua começou sua coleção de maços de cigarro, ele não poderia imaginar que figuraria no Guiness como a maior coleção de cigarros do mundo. O cara juntou nada menos que 30.000 maços de cigarros de todas as partes do mundo. Eram tantas as caixinhas que ele mal conseguia empilhá-las. A solução foi prender as caixas nas paredes de sua casa, e assim ele REVESTIU UM CÔMODO INTEIRO com maços de cigarro, incluindo o chão e o teto. (imagino o fedor nauseabundo que deve ter a casa do cara)

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6- BONUS – O colecionador de jebas

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Sigurdur Hjartarson começou sua estranha coleção de pênis de animais em 1997. Hoje sua coleção conta com 143 exemplares de órgãos provenientes de 41 mamíferos. O cara ainda está esperando uma doação de uma jeba humana para completar sua coleção, mas até o momento ninguém enviou a correspondência  mais estranha do mundo pra ele.

 

 

 

Nova tecnologia para integrar objetos 3d em ambientes fotografados

Uma bola de luz 3d afeta uma cena fotografada
Meter objetos 3d em cenas filmadas e/ou fotografadas, não é uma novidade. Praticamente todos os filmes com efeitos usam isso bastante. O que esta nova tecnologia apresentada na ultima Siggraph mostra é que a tecnologia esta chegando a um ponto de maturidade tecnológica, em que isso vai ser muito (mas muito mesmo) mais fácil do que é hoje em dia, requerendo pouco (ou praticamente nenhum) tempo de render.

boladeluz Nova tecnologia para integrar objetos 3d em ambientes fotografados

Uma bola de luz 3d afeta uma cena fotografada

Veja só o que os caras fazem. Eles fotografam diversas cenas e com algumas poucas indicações, o programa dos caras consegue “entender” aspectos da imagem, gerando não apenas mapas de luz a partir dela, como também definem a profundidade, áreas de reflexão e sombras complexas. Com isso eles fazem não apenas um objeto 3d aparecer na foto como se sempre estivesse lá, como ele pode afetar a própria imagem de fundo.

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Parece magia negra: O programa "entende" a sombra da árvore na foto e a projeta sobre o modelo 3d

sombra complexa2 Nova tecnologia para integrar objetos 3d em ambientes fotografados

Magia negra 2: As sombras do teto (foto) incidem corretamente sobre o modelo 3d

É possível fazer a mesma coisa num programa tipo o 3dsmax, maya, xsi? Claro, mas a um custo mais alto de tempo e ralação. Aqui é praticamente “on the fly”. O que me impressionou é como o programa consegue entender as sombras e as luzes a partir de uma singela imagem. Eles não usam HDRI nem nada assim.

objetos Nova tecnologia para integrar objetos 3d em ambientes fotografados

Graças a esta tecnologia, é possível criar em minutos objetos 3d integrados na cena.

O link do paper está aqui, mas antes, olha só o video:

Rendering Synthetic Objects into Legacy Photographs from Kevin Karsch on Vimeo.


Fonte

Dica do Edu

Conheça Teotronico, o robô pianista

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Teotronico é este simpático robozinho com cara de caveira estilizada que toca um piano de cauda. Com seus 19 dedos com leds desenvolvido especialmente para animar jantares, recepções e saraus diversos. Teotronico consegue tocar qualquer musica no piano, mas como ele é um robô, consegue simultaneamente tocar bateria e também cantar.
article 1318856039161 0E68D14C00000578 383879 636x427 Conheça Teotronico, o robô pianista

A inteligência artificial do robô permite que ele consiga distinguir notas musicais com precisão, e reaja a alterações no tom, ou eventuais desafinos.

Teotronico se tornou o centro das atenções quando foi lançado oficialmente, na feira “Mondo Music Piano” no início deste mês. Um dos diferenciais deste robô musical é que ele reage e interage com a audiência. Graças a duas câmeras embutidas atrás dos olhos do robô ele consegue perceber as pessoas e interage com elas. O Robô opera conectado a um computador, e pode tocar diversos gêneros, como classico, jazz, blues, e até rock.
Veja o robô tocando Losing My Religion, do R.E.M.

E aqui ele toca o sucesso do Europe, Final Coundown:

Teotronico foi concebido e construído pelo italiano Matteo Suzzi, num trabalho árduo que levou 4 anos. Mas agora que sua tarefa chegou ao fim, Matteo desfruta da companhia eterna de um pianista exclusivo.
Segundo Matteo, foram 4 anos bem investidos.

Obviamente que não é possível comparar a musica tocada por um robô com a musica tocada por um artista humano. O Robô é muito mais limitado com relação às possibilidades de estilo, graça e leveza, afinal, é uma máquina.
Mas temos que lembrar que ainda estamos na pré-história da robótica. A inteligência artificial vem se desenvolvendo a passos largos. Não acho que demorará muito até que complexos circuitos neurais comecem a aprender de fato. E então, teremos não apenas robôs que tocam com paixão e estilo, como também será possível que vejamos surgir robôs compositores.

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