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Krokodil – A nova droga que transforma viciados em zumbis

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Vários leitores me deram a mesma dica de post sobre uma droga russa que está transformando viciados em (quase literalmente) zumbis. Não, este não é um eufemismo para pessoas que resolvem passar o resto da vida “fora do ar”, mas sim quase uma literalidade. Os viciados em Krokodil estão literalmente se desmanchando! Olha que bizarro:

krokodil pernas feridas thumb2 Krokodil   A nova droga que transforma viciados em zumbis

AVISO: Daqui em diante as coisas ficarão mais nauseabundas, então, se você não curte ver nojeira, pule este post e vá para o post dos bichinhos mais fofinhos do mundo.
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Microondas da fé

Praticamente nenhum jornal teve peito de denunciar a chacina cometida por muçulmanos contra cristãos na Nigéria. Por discordâncias religiosas, botaram fogo na galera.

EDITADO: A foto abaixo, conforme muitos leitores informaram, provavelmente não é do incidente que eu cito neste post. Em todo caso, a imagem abaixo é até melhor de ver que as fotos da tal chacina. O site e-farsas diz que os mortos carbonizados abaixo estavam roubando combustivel de um caminhão tanque que tombou no Congo. Mas o proprio e-farsas confirma a guerra santa na Nigeria, e por esta razão, o texto não perde sua validade por conter uma outra imagem que não a das criancinhas com a cabeça esmagada.

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Microondas da fé

4ª SURATA: 56 DO LIVRO DO ALCORÃO
Quanto àqueles que negam os Nossos versículos, introduzi-los-emos no fogo infernal. Cada vez que a sua pele se tiver queimado, trocá-la-emos por outra, para que experimentem mais e mais o suplício. Sabei que Deus é Poderoso, Prudentíssimo.

Nessa os cristãos se ferraram. Mas ao longo da História eles também já ferraram muita gente, incluindo os Muçulmanos.
O que me deixa abismado é ver como isso acontece em pleno ano de 2011, quando já fomos a Lua, já mandamos sondas para fora do sistema solar, já desvendamos o DNA, sabemos como levitar, conhecemos os segredos da eletricidade, do átomo…
Este tipo de atitude completamente imbecil reforça minha teoria de que o tempo não passa igual pra todo mundo. Enquanto algumas pessoas estão na era do átomo, outras estão nos primórdios evolutivos da sociedade humana, milhares acreditam no criacionismo, e milhões de pessoas estão ainda na Idade média.

Foi na idade média, entre 1450 e 1750 que a Santa inquisição, da Igreja Católica, condenou a morte pelo fogo cerca de 9 milhões de pessoas, sendo que 80% eram mulheres e crianças, acusadas de bruxaria e pacto com o demônio. Naquele tempo, qualquer merdinha era motivo para ser acusado de amizade com Satã. Tipo, se você era uma mulher maluca = morte. Se você era uma mulher com um defeito físico qualquer = morte. Se você era uma mulher bonita e gostosa =morte. Se você estava devendo ou fez inimizade com alguém = morte.
Sem falar em questões corriqueiras, como se assumir judia ou duvidar da Bíblia. Aliás, a coisa era tão escabrosa naquele tempo que cada “bruxa” acusada era torturada até apontar alguma outra. A tortura só parava se ela morresse no processo ou quando finalmente jogasse a culpa em alguém que não tinha nada a ver com o pato, só para que o sofrimento parasse. E assim ia, até chegar no ponto de esquizofrenia máximo em que em 1585, no bispado de Trier na Alemanha, duas aldeias inteiras acabaram esgotando todas as “bruxas”, ou seja, só restou uma mulher viva.

Na inquisição cristã, era até mais jogo assumir logo de cara um pacto com o Satã e apontar qualquer outra pessoa como a próxima da fila. Isso lhe dava o benefício de um estrangulamento antes de ser torrada na fogueira, pois se você negasse de pé junto, além de não adiantar nada, seria queimada viva, já que se esperava que apenas quem tivesse em débito com Jesus Cristo sofreria os efeitos do fogo. Teoria que obviamente nenhum Papa fez questão de verificar.

Você acredita piamente em algum livro sagrado? Você pensa que só sua igreja é a certa e o resto é tudo um bando de degenerados? Bem vindo a idade média! Época onde não é o que você pensa que importa, e sim o que querem que você pense e faça.

Com a minhoquinha no olho

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Olha que estranho o olho deste sapo. Ele tem um parasita nauseabundo preso no  globo ocular.

Você pode imaginar o quão desesperador pode ser sentir uma coisa dessas se debatendo dentro do seu olho? Acredite se quiser, isso também acontece com seres humanos!

loa loa eye Com a minhoquinha no olho

Este legítimo rebento de Satã chama-se Loa-Loa worm, e surge justamente nos olhos das pessoas, onde nada se debatendo estabanadamente, provocando graves infecções e também cegueira. Este nematódeo é transmitido através da mordida de uma mosquito. Ele pode passar anos vagando pelo seu corpo sem ser notado, mas quando finalmente chega nos olhos, a coisa fica séria. O jeito mais fácil de conseguir este inquilino para o seu corpo é visitar as áreas de pântano e florestas tropicais da África. è lá que o mosquito que é o vetor da doença pode ser facilmente encontrado.

Vermes nojentos que infectam os olhos também costumam atacar cães e gatos domésticos. Em quase todos os casos eles provocam cegueira e também atacam o sistema nervoso, onde vão parar nos miolos do infeliz hospedeiro, onde provocam ataques e podem causar até a morte. Um verme perigoso é o Toxocara canis, uma minhoca de 20 centímetros que habita o intestino dos cães. Se um cão desses vai para uma praia, parquinho ou área onde existem crianças, é fácil o ser humano se contaminar, e é por isso que cerca de 10.000 crianças aparecem com este verme, só nos EUA. Países com sistemas de saúde degradados e pífios no controle da higiene como o nosso são o paraíso para essas minhoquinhas.
Enquanto as pessoas se desesperam ao pensar que crianças podem se contaminar no solo, por contato direto com as fezes dos cães infectados, os cientistas tem más (muito más) notícias. Estudos mostraram que enquanto as fezes dos animais contaminados apresentavam um volume grande de ovos do verme, eles descobriram que mais de 180 embriões do verme em cerca de 1 grama dos pêlos dos cães contaminados. É a desgraça que vem pelo ar e você nem nota quando respira os ovos direto para seu organismo!

Outro tipo de problema envolvendo minhoquinhas no olho é bem comum no Brasil, e sobretudo em regiões agrícolas. Algumas moscas colocam ovos na pele humana e os vermes resultantes comem a carne da pessoa, até produzir um buraco onde se desenvolvem até chegar a um grau de maturidade onde caem dos buracos e vão se tornar outras moscas e retomar o ciclo. Geralmente, essas moscas, Dermatobia hominis, chamadas moscas varejeiras, colocam um filhote que chamamos de “berne”. Elas preferem a carne de boi, mas na falta dessa, “vai de gente mesmo”.
E se o infeliz azarado do hospedeiro estiver tirando aquela bela soneca, corre o risco de ter um berne no olho, que vai ter que ser retirado com pinça num sensacionalmente trágico momento de sua vida:
AVISO: Não recomendo olhar o que vem a seguir. Feche seu navegador e corra para as montanhas! E não olhe para trás!
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Vodka Eyeballing – O jeito mais bizarro de ficar bêbado

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Bom, eu acho que o jeito mais bizarro de ficar bêbado ainda é fazer um enema com bebida alcoólica. Enema é pegar uma bomba e injetar bebida alcoólica direto no corpo pelo ânus do cara de modo que mais álcool seja despejado na corrente sanguínea, sem nem passar pelo estômago. Eu achava que o grau de bizarrice máximo envolvendo pessoas sem noção, tipo os caras do Jackass era fazer isso, mas parece que existe uma prática ainda mais estranha, e que vem ganhando popularidade na Russia que se chama Vodka Eyeballing, e que é: Acredite se puder, beber vodka pelo olho!

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Isso mesmo que você leu. O cara derrama vodka no olho e espera que a alta capilaridade do globo ocular ajude, levando o álcool para a corrente sanguínea. As pessoas que realizam tal proeza excêntrica, alegam que pela proximidade, como os olhos estão perto do cérebro, e isso faria com que o porre se desse muito mais rápido.

Já algumas pessoas duvidam da eficácia do método de beber pelo olho. Especialistas alertam inclusive para o risco da pratica, que pode levar a cegueira. Mas mesmo assim, a coisa pegou lá na Rússia e neguinho vem usando vodka como colírio direto. A moda chegou a Las Vegas e grã Bretanha. Agora estamos na contagem regressiva para os macacos de imitação sequelados do Brasil começarem a copiar.
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Mais um crânio alongado descoberto na Sibéria

Arqueólogos estavam realizando escavações em um sítio na cidade de Omsk, na Sibéria e descobriram um crânio alongado. Não se sabe explicar ainda a razão pelo qual diversos povos antigos alongavam os crânios de certas pessoas, aparentemente escolhidas por algum critério desconhecido. Os crânios alongados são de pessoas do século 4 D.C.

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O crânio achado em Omsk

Alguns pesquisadores sustentam que muitos povos antigos acreditavam que ao alongar o crânio das crianças, elas aumentariam dramaticamente sua capacidade cognitiva, sendo até capazes de prever o tempo. Alguns sustentam que pela análise do volume cerebral, as pessoas de crânio alongado poderiam ter um Qi de 149, quando o de uma pessoa “normal” tem em média Qi=100.Essas suposições se baseiam no fato de que com o alongamento, o cérebro dessas pessoas seriam 25% maiores com um aumento de 53% no córtex pré-frontal, que é a área responsável por funções sofisticadas do pensamento.

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Creio que esta hipótese nunca foi comprovada, mas o mistério dos crânios alongados permanece. Inicialmente, muitas pessoas começaram a especular que o alongamento do crânio poderia ser algum tipo de tentativa primitiva de se igualar morfologicamente a visitantes extraterrestres que estiveram por aqui há milênios, mas esta é uma hipótese bastante controversa e que aparentemente só é levada a sério por seguidores das teorias de Erik Von Daniken, aquele balconista de hotel que ficou rico quando escreveu “Eram os Deuses astronautas?”

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Os Maias alongavam os crânios

De fato, algumas anomalias e patologias podem afetar a forma do crânio, como a Hidrocefalia, a Progéria, etc. Mas no caso dos crânios que vem sendo descobertos há décadas em diferentes sítios arqueológicos do mundo, nota-se um esforço em produzir a deformidade. Sabe-se que povos primitivos da América Central  realizavam estes procedimentos, bem como os egípcios. Os povos de Cahuachi no Peru não eram os únicos que possuíam crânios com esta deformação. Por exemplo, quando em 1870 um botânico alemão em expedição pelas florestas do Congo descobriu tribos que fazia a deformação de suas cabeças desde crianças.
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Com tecidos presos às cabeças muito apertados, eles conseguiam ao longo dos anos promover um alongamento dos ossos do crânio. Existem diversos achados em ilhas no Pacífico; em Malta; em várias regiões da África e na América do Sul. Como tantas regiões diferentes tiveram a mesma ideia de deformarem seus crânios?

Assim, se a explicação não estiver ligada aos “deuses das estrelas”, ela certamente deveria ter uma justificativa plausível o suficiente para explicar por que culturas completamente diversas, em diferentes fases históricas do mundo, realizaram o mesmo tipo de atividade.  Estética? Religião? Segregação social?  São muitas as hipóteses que poderíamos levantar para tentar explicar isso, mas eu creio que seria bastante improvável que culturas completamente diferentes chegassem a uma mesma atividade, fosse ela cerimonial ou não sem que isso não produzisse algum efeito.
Logico que culturas diferentes podem chegar a soluções similares. Um exemplo disso são as pirâmides Maias e as pirâmides do Egito. Ambas culturas produziram pirâmides. Mas aí que está o ponto: As pirâmides tinham uma função concreta, logo, será que podemos supor que o alongamento dos crânios também teria uma utilidade prática?

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os faraós tinham seus crânios alongados desde o dia do nascimento

Eu penso que sim. Não me parece impossível imaginar que um povo antigo percebeu que alongando o crânio das crianças, resultava em adultos mais inteligentes e com características diferentes da “massa”, e talvez isso explique porque no egito, só os Faraós tinham a cabeça alongada para ficar como um pepino.

A história dos crânios alongados se iniciou por puro acidente.

No outono de 1913, dois fazendeiros estavam discutindo sobre fragmentos do crânio de um hominídeo que tinham descoberto ao escavar uma vala de drenagem. A localização da fazenda era em Boskop, uma pequena cidade a cerca de 200 milhas no interior da costa leste da África do Sul.

Estes agricultores  sul africanos, não eram especialistas, mas puderam perceber que os ossos encontrados não eram normais. Eles então levaram as amostras para Frederick W. FitzSimons, diretor do Port Elizabeth Museum, que fica em uma pequena cidade no sul da África. Naquele tempo, a comunidade científica da África do Sul era pequena, e rapidamente a notícia do crânio misterioso se espalhou e assim o crânio atraiu a atenção de S.H. Haughton, um dos poucos paleontólogos do país  formalmente treinado.

S.H. Haughton  relatou suas descobertas em uma reunião de 1915 da Royal Society of South Africa. Foi ele que notou que:

“A capacidade craniana deve ter sido muito grande” e também que “calculando pelo método de Broca dá um valor mínimo de 1.832 cc [centímetros cúbicos].”

Assim, foi S.H. Haughton que formulou a hipótese em que o crânio Boskop, abrigava um cérebro com mais de 25% de volume que um cérebro humano mediano.

A ideia era tão chocante que dois dos anatomistas mais proeminentes daquele tempo, ambos especialistas na reconstrução de crânios, vieram para a África do Sul examinar o achado, e após o estudarem, concordaram com as opiniões e conclusões de Haughton.

O cientista escocês Robert Broom informou que pela análise volumétrica da caixa craniana da caveira de Boskop,  a distância entre o homem de Boskop para os humanos de hoje é maior do que a distância entre os seres humanos e seus antecessores Homo Erectus.

Seria o crânio de Boskop uma aberração? Ele poderia ter sido causado por hidrocefalia ou alguma outra doença rara? Estas perguntas foram rapidamente respondidas quando novas descobertas arqueológicas apontaram a existência de mais desses crânios.

Como se a história do crânio de Boskop já não estava suficientemente estranha, o acúmulo de restos adicionais revelaram uma outra característica bizarra: Essas pessoas tinham uma fronte pequena, quase infantil. Antropólogos e Fisiologistas usaram o termo  pedomorphosis  para descrever a retenção de características juvenis na idade adulta. Este fenômeno, é às vezes usado para explicar as rápidas mudanças evolucionárias. Por exemplo, certos anfíbios retém brânquias como as dos peixes,  mesmo quando já totalmente maduros e já passado o seu período em que habitavam apenas água.

Os seres humanos são considerados por alguns especialistas como sendo pedomórficos em comparação com a estrutura facial dos primatas. Nós guardamos alguma semelhança com a morfologia de um macaco imaturo.
O crânio de Boskop também contém esta característica. Um adulto atual europeu típico, por exemplo, tem um rosto que ocupa aproximadamente um terço do tamanho de seu crânio geral. Já o homem de Boskop tinha um cara que ocupava apenas cerca de um quinto do tamanho do seu crânio, logo, mais perto as proporções de uma criança. Os exame de ossos individuais confirmou que o nariz, as bochechas e queixo eram todos infantis.

A combinação de um crânio grande e aparência imatura ficaria decididamente incomum aos olhos modernos. E o mais perto que nossa cultura chega disso, é – a contra-gosto de muitos – os alienígenas mais clichês, de tipologia Alpha, como o Juca.   O naturalista Loren Eiseley fez uma menção a este ponto em uma passagem lírica de seu livro popular, da imensidão, descrevendo o fóssil Boskop:

“Há apenas uma coisa que não tem sido mencionada. É isso, e você não vai acreditar. É tudo já aconteceu. Lá atrás no passado, 10 mil anos atrás. O homem do futuro, com o cérebro grande, e os dentes pequenos. Ele viveu na África. O cérebro dele era maior do que seu cérebro. Seu rosto estava em linha reta e pequena, quase como um rosto de criança.”

O sujeito de Boskops, então, foi muito falado e estudado, por muitas das figuras mais proeminentes nos campos da paleontologia e antropologia, e ainda hoje, apesar de neandertais e Homo erectus serem amplamente conhecidos, o homem de Boskops está quase totalmente esquecido, relegado ao limbo das descobertas sensacionais, tão sensacionais que eventualmente se tornam inconvenientes.

Crescemos apendendo que a escala evolutiva se deu como uma escadinha, onde os nossos antepassados eram claramente inferiores a nós, com cérebros menores e semblantes de macaco. É tudo muito lógico, muito fácil de engolir. Entretanto, em contraste, o próprio fato de um ancestral como o homem de Boskop, que aparece com uma forma nãp-macaca e em muitos aspectos parece ter tido características superiores a nossa, estava destinada a nunca ser popular.

A história dos estudos evolutivos tem sido marcada pela intuitivamente atraente ideia, quase irresistível, que todo o processo segue pela escadinha evolutiva onde as coisas só melhoram, o que é um erro miserável de interpretação. Não necessariamente, os animais atuais são mais avançados do que seus antecessores.
As teorias pré-Darwinianas da evolução foram construídas em torno desta ideia de uma evolução linear em mão única. As pessoas tem dificuldade de aceitar que a teoria da evolução não se trata de aperfeiçoamentos, mas sim de adaptações a condições diversas. Estamos atraídos pela ideia de que somos o ponto final, o ápice não só dos hominídeos, mas de toda a vida animal, o que é uma completa imbecilidade.

O crânio de Boskops é incômodo porque retrata justamente o oposto. Ele nos diz que os seres humanos com cérebros grandes, e talvez grande inteligência, ocuparam uma parte substancial do sul da África no passado não muito distante, e que, eventualmente, deram lugar a pessoas de cérebros menores, possivelmente menos avançados, ou seja, nós mesmos.

Partindo do dado de que um cérebro do homem de Boskop tinha de volume 1.750 cc; O que isso significa em termos de função?
Como é que funciona uma pessoa com um cérebro tão diferentes do nosso? É uma pergunta difícil de responder. Enquanto pessoas que sofreram acidentes e perderam grandes áreas cerebrais aparentemente não tiveram mudanças significativas em seus processos cognitivos, temos casos de pessoas como Kim Peek, um autista com síndrome de Savant, que nasceu com uma alteração morfólogica cerebral que deu a ele uma capacidade fenomenal em alguns campos.

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Kim Peek

Pra se ter uma ideia, Kim NUNCA esquecia nada que ele leu na vida. Isso incluiu inúmeras listas telefônicas, enciclopédias,livros e partituras de piano, que ele dominou de ouvido e conseguiu inclusive fazer misturas de estilos. Seu cérebro tinha uma capacidade de processamento tão fenomenal que ele serviu de inspiração para o personagem interpretado por Dustin Hoffman, no filme “Rain Man”. E o cérebro de Kim Peak, era apenas um pouco diferente de um cérebro normal.

O cérebro humano normal, é cerca de 25% maior do que os cérebro do Homo erectus tardio.

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Homo Erectus

Assim, podemos dizer que a diferença funcional entre nós e o homem erectus é quase a mesma que entre nós e o homem de Boskops.

A expansão cerebral evolutiva mudou suas proporções internas de maneiras altamente previsíveis. Do macaco ao homem, o cérebro cresceu cerca de quatro vezes, mas a maior parte desse aumento ocorreu no córtex, e não nas estruturas mais antigas. Além disso, mesmo dentro do córtex, as áreas que crescem mais são as áreas de associação, enquanto estruturas corticais como as regiões que afetam os mecanismos de controle motor e sensitivos permanecem inalteradas.

Passando dos nossos miolos para os do sujeito de Boskop, estas zonas associação são bizarramente ainda mais desproporcionalmente expandidas. Os caras de Boskop tinham miolos 30% maiores do que os nossas, isto é, o cérebro deles tinha 1.750 cc enquanto nossa média é de 1.350 cc. E isso leva a um aumento no córtex pré-frontal de impressionantes 53%. Se essas relações de princípios entre as partes do cérebro são verdadeiras, então os caras de Boskops teria não somente um impressionante cérebro, mas um córtex pré-frontal inconcebivelmente grande, o que nos dá pistas para imaginar o quão fantásticos eles devem ter sido.

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O córtex pré-frontal está intimamente ligado à maioria das nossas funções cognitivas. É ele que organiza a corrente complexa de eventos que flui para o cérebro; coloca conteúdos mentais em sequências apropriadas e hierarquias, e que desempenha um papel crítico no planejamento de nossas ações futuras. Simplificando, o córtex pré-frontal é tipo uma CPU, que está no coração dos nossos pensamentos mais flexíveis e voltada para o futuro.

Enquanto a nossa área pré-frontal pode ligar uma sequência de material visual para formar uma memória episódica, o sujeito de Boskop pode ter acrescentado material adicional de sons, cheiros, e assim por diante. Onde a memória de uma caminhada por uma rua pode incluir a imagem mental visual do vendedor de rua, o mercadinho, e a igreja charmosa, se fosse um cara de Boskop ele também poderia lembrar a música que tocava no mercadinho, o preço de todas as mercadorias que viu no mercadinho, a composição dos produtos, o que a menina do caixa conversou com a outra, a placa do carro que ele viu da janela e detalhadamente tudo que o padre estava falando dentro da igreja. Mas isso, óbvio, se um cara de Boskop estivesse vivo, né?

A expansão das regiões associação é acompanhada por um aumento correspondente na espessura dos feixes de axônios grandes. Isso é como o “cabeamento”, que liga as partes da frente à parte de trás do nosso córtex. Este “cabeamento” não apenas conduz os estímulos, mas “trata” eles. Dessa forma, o carinha de Boskops pode ter ido ainda mais longe do que sonhamos imaginar. Da mesma forma que um aumento quantitativo no cérebro dos macacos para os seres humanos podem ter gerado as nossas capacidades de linguagem qualitativamente diferentes, possivelmente o salto de nós mesmos para um cérebro como o dos Boskops poderia gerar novas e qualitativamente diferentes capacidades mentais. Telepatia? Telecinese? Esta é a área onde a ficção mais delirante pode colidir com a ciência da Fisiologia.

Nós internamente ativamos muitos pensamentos de uma só vez, mas podemos recuperar somente um de cada vez. Poderia o cérebro Boskop ser capaz de “processamento paralelo” e assim ter alcançado a capacidade de recuperar uma memória enquanto pensava outra coisa em segundo plano?

Não necessariamente, as modificações cerebrais dos homens de Boskop podem ter sido boas pra eles. Essas mudanças podem ter feito os Boskops excessivamente introvertidos e auto-reflexivos em demasia. Com suas ideias e um cérebro tão capaz e complexo, eles podem ter se tornado uma espécie de sonhadores com uma vida mental interna literalmente além de qualquer coisa que possamos imaginar.

Mantendo as contas de relação de proporção entre o cérebro de tamanho normal para o deles, para apenas 10 a 20 por cento de um teste de QI, é possível conjecturar que tipo de pontuação média seria feita por um grupo de pessoas com cérebros de 30 por cento maiores. A conclusão é que uma população com um tamanho cerebral médio de 1.750 cc teria uma média de QI de 149.

Esta é uma pontuação que seria rotulado ao nível gênio. E se houvesse variabilidade normal entre Boskops, como entre o resto de nós, então talvez 15 a 20 por cento deles seria de se esperar marcar mais de 180. Em uma sala de aula com 35 cabeçudos Boskops, você provavelmente encontraria cinco ou seis carinhas com QI na faixa superior do que jamais foi visto na história humana.
Mas se eles eram tão fodões, por que não são eles que estão aqui e sim nós? Quando eu digo “nós”, pense nos caras do Darwin Awards, tipo estes legítimos patrimônios da espécie humana:

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Ninguém sabe responder a esta pergunta, e talvez este seja o maior de todos os mistérios envolvendo os homens da cabeça grande.

Sabemos que eles tinham uma excelente capacidade reflexiva, e também podiam fazer planos com variáveis complexas muito melhores que nós. Eles também certamente tinham processos sociais complexos onde praticamente não haveria discordância, sendo assim, por que foi o hominídeo do cérebro pequeno (que provavelmente habitou o mundo ao mesmo tempo que os cabeçudos) que venceu essa corrida?

A mais pungente explicação possível para o desaparecimento do povo de cérebro grande, é que ele devia ser pouco útil. Hoje em dia seria sensacional, mas lembre-se que ser genial em 10.000 anos antes de Cristo não servia para muita coisa. Nosso cérebro é sensacional, mas sem um mundo que nos rodeia que permita que ele opere toda sua complexidade, ele adianta muito pouco. A exemplo disso, podemos ver os casos das crianças-fera, que são abandonadas ou presas e privadas de relações sociais e de afeto, acabam por se tornar limitadas e presas a um padrão de comportamento compatível com os de animais irracionais.

O cérebro humano é uma espécie de operação de unidade central de processamento em discos de memória múltipla, alguns guardados na cabeça, e muitos outros “na nuvem” que poderíamos chamar de “cultura”. Sem a “nuvem”, eles eram tão úteis como um pen drive no meio do Saara. Eles estavam equipados, mas os Boskops não foram capazes de explorar o vasto potencial trancado em seu córtex expandido. Ao que parece, esses carinhas nasceram alguns milênios antes da hora.

Infelizmente, o povo de Boskops já era. Sua morte mais provável é que tenha sido gradual. Um crânio grande não é propício para partos fáceis e, portanto, é provável que ao longo dos anos, a população foi rareando em função de uma alta taxa de mortalidade infantil. Essa pressão da natureza, juntamente com cruzamento possível com grupos hominídeos de pequenos cérebros, pode ter levado a uma diminuição gradual na frequência dos genes dos Boskop.

Então, novamente, como é por demais evidente, a história humana tem sido muitas vezes uma história de selvageria. A hipótese deles terem sido simplesmente varridos do mapa por serem “estranhos” não pode ser desprezada. Nós fizemos isso com outras, como o Mamute e o Dodô da Nova Guiné. Nós fizemos isso com centenas de tribos indígenas das Américas.

Apenas cerca de 100 km do local original da descoberta do primeiro crânio Boskop, novas escavações  foram realizadas por Fitz Simons Frederick. Ele sabia o que estava fazendo e estava ansiosamente buscando mais desses crânios.

Em seu sítio arqueológico, Fitz Simons se deparou com uma notável peça de construção. O local parecia um centro comunitário primitivo, com talvez dezenas de milhares de anos atrás. Havia muitas rochas coletadas, ossos, e alguns casualmente enterrado esqueletos de seres humanos de aparência normal. Mas, para um lado do sítio, em uma clareira, ele achou um túmulo, cuidadosamente construído. E parecia ter sido construído para um único ocupante, talvez o túmulo de um líder ou de um homem sábio reverenciado. Seus restos mortais foram posicionados para enfrentar o sol nascente. Em repouso, ele parecia normal em todos os aspectos… com exceção de seu crânio gigante.

Agora, falando em crânios estranhos, eu não poderia deixar de mencionar um crânio altíssimamente GUMP, que é este aqui:

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O crânio do capeta?

A foto do crânio de chifres é tão estranha quanto a história que a acompanha:

Sayre é um distrito localizado no condado de Bradford, Pensilvânia, há 59 quilômetros a noroeste de Scranton. Durante a década de 1880 um grande túmulo foi descoberto em Sayre. Foi noticiado que um grupo de americanos descobriu vários crânios humanos e estranhos ossos. Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais, com exceção das projeções ósseas localizado a cerca de dois centímetros acima das sobrancelhas. Cientistas estimam que os corpos tenham sido enterrados por volta do ano 1200 A.C.
A descoberta arqueológica foi feita por um grupo respeitável de antiquários, incluindo o Dr. GP Donehoo, do estado da Pensilvânia, dignitário da Igreja Presbiteriana; AB Skinner, do Museu Americano de Instrução e WKMorehead, da Phillips Academy, Andover, Massachusetts.

Não era a primeira vez que crânios com chifres haviam sido desenterrados na América do Norte. Durante o século XIX, crânios semelhantes foram descobertos perto de Wellsville, em New York, e também numa vila de mineração em El Paso, no Texas. De acordo com relatos históricos, os ossos foram alegadamente enviados para o American Museum na Filadélfia. Contudo, os artefatos teriam sido roubados e nunca mais foram vistos.

FONTE: Pursuit, 6:69-70, July 1973 Mysteries of the Unexplained, p. 39 1992
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O estranho misterio de um videogame

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Eu estava seguindo a pista de uns videos macabros que me mandaram, que segundo o leitor teriam a ver com o anti-cristo ou illuminatis. Acabei me deparando com um forum onde um cara comentava uma coisa misteriosa sobre um game. Eu acabei mudando a minha rota e me interessou bastante entender o mistério que cerca o tal jogo, onde supostas mortes reais estariam diretamente ligadas ao jogo.

O mistério do Videogame -

O game em questão é o Fallout 3. O jogo, que eu não tenho e nem nunca joguei, contém várias estações de rádio próprias do game. A estação mais importante é a Galaxy News Radio, ou GNR.

ncj9tu O estranho misterio de um videogame

Muitos jogadores experientes sabem que você pode matar o locutor, um tal de Three-Dog  e ele será substituído pela técnica Margaret. Ela não tem uma personalidade carismática e tem muito pouco a dizer, parecendo que ela não gosta de seu novo trabalho.
Ela também nunca aparece pessoalmente, e portanto não pode ser morta. Assim que Three-Dog estiver morto, você estará preso à Margaret.

O que a maioria dos jogadores não sabe, é que sob certas circunstâncias, a GNR pode se transformar em uma “estação de números”.

Uma estação de números é uma estação que transmite uma mensagem desconhecida em código. Muitas dessas existem na vida real e há hipóteses de que elas fazem parte de uma rede de controle nuclear. Falarei mais sobre isso ao fim deste post. Essas estações existem no mundo real. Mas de volta ao jogo Fallout 3…

Ninguém tem certeza absoluta das instruções que devem ser seguidas para poder ouvir a estação de números em Fallout 3. Parece que você precisa matar o Three-Dog, porque ninguém conseguiu até agora ouvir a estação de números com ele ainda vivo. Também parece que você precisa pular a missão “Galaxy News Radio”, onde você ajuda a aumentar o sinal para que a estação possa ser ouvida além da área de DC. Isso é fácil de fazer usando um verificador de palavras ou simplesmente usando o FalloutWiki para olhar aonde você deve ir para avançar na história. Finalmente, você definitivamente precisa escolher destruir Raven Rock. Este seria o gatilho para transformar a GNR em uma estação de números e ela permanecerá assim pelo resto do jogo.
Entretanto, é grande o número de jogadores que fez esses três passos e continuou a ouvir a GNR normal, então provavelmente devem ter outros requerimentos que os leitores precisam descobrir, e que não estão completamente claros.

Se você for sortudo o suficiente e ter conseguido fazer tudo certo, logo após ter destruído a Raven Rock, receberá a mensagem “Sinal de rádio perdido”, e alguns segundos mais tarde, “Sinal de rádio encontrado”. Você não pode, no entanto, ouvir a GNR apenas porque você ainda não aumentou o sinal e a saída de Raven Rock é fora do alcançe da rádio. Por sorte, Raven Rock é situada nas montanhas e perto de um dos poucos lugares fora de DC onde você pode ir alto o suficiente para pegar o sinal. Até agora, os locais confirmados para ouvir a rede de números da GNR são:

  •  Dentro das imediações de DC, obviamente. Essa é para a GNR normal durante o jogo.
  •  No topo da roda-gigante que fica naquela ilha caipira. Eu não me lembro do nome agora.
  •  No topo de algumas antenas de comunicação via satélite, que você pode escalar na área noroeste do mapa.
  •  No telhado da Tenpenny Tower (N/T: Torre Tenpenny), apesar de que está dentro da área de sinal da rádio normal.
  •  No ponto mais alto da ponte quebrada perto de Arefu. Novamente, esta também funciona com a rádio normal.
  •  Em alguns dos pontos mais altos das montanhas na área perto de Raven Rock. Esta é, obviamente, a tantativa mais fácil de ouvir a estação de números.

Quando você sintonizar, você vai ouvir uma velha voz familiar; é o Three-Dog, embora você o tenha matado anteriormente. Você vai perceber rapidamente que ele não parece estar “na personagem”, então eu acredito que na verdade não é exatamente o Three-Dog, e sim seu dublador, Erik Dellums.

Erik lê uma série de números em uma voz monótona e depressiva, sempre recitando uma lista de dígitos únicos, de nove a doze caracteres, por exemplo “nove-três-sete-nove-um-sete-dois-zero-três-quatro”. Ele nunca usa números com mais de um dígito, como “onze” ou “quarenta”. Estes números são seguidos por um segmento variante de código Morse.

A música “I Don’t Want to Set the World on Fire” (“Eu Não Quero Colocar Fogo no Mundo”, de The Ink Spots, e é a abertura do primeiro Fallout) toca logo em seguida. Todas as outras músicas parecem estar inativas na estação de números.

O código Morse foi a parte mais fácil de descobrir do mistério, já que o código é fácil de encontrar e muitos sabem de cor. Mas é a partir daqui que começa o mistério.

Rapidamente nós obtemos uma lista com um grande número de mensagens em inglês. Algumas pareciam totalmente mundanas e até mesmo engraçadas, como “Lavei o carro hoje, talvez chinês no jantar”, ou “Você assistiu meu vídeo no Youtube? Eu me filmei chutando as bolas de vagabundos”.

Como muitos jogadores perspicazes fizeram, é possível notar que o Youtube não existe no universo de Fallout. Mas até onde pudemos perceber, todas as mensagens parecem estar baseadas na nossa realidade, em algum lugar próximo dos dias atuais.
Algumas mensagens, porém, são um tanto quanto sinistras, como:

 “A Rainha morreu hoje. O mundo lamenta, em dias como o de hoje, todos nós somos britânicos.”,

ou

“Eu não acredito que eles conseguiram. Nada mais resta. O som. Eu não aguento mais o som. Eu tenho uma pistola no sótão.”

Só recentemente, um jogador no wikiforums postou uma mensagem que trouxe uma luz ao significado das mensagens. Até então, parecia apenas mais um easter egg que são uma constante em quase todos os games.

Ele estava lendo um tópico que havia no forum com todas as imagens conhecidas, traduzidas do Morse para o inglês, e ele viu a linha

“um-dois-zero-cinco-cinco-dois-oito-dois-zero-um-zero. Do que você está falando? Sentiremos sua falta.”

O jogador percebeu que aqueles numeros não eram arbitrários. Eles faziam referência a morte recente de Gary Coleman,  e supostamente, os números eram a data e a hora da morte.

arnold O estranho misterio de um videogame

Gary Coleman foi o protagonista da famosa série de Tv "Arnold" - e morreu em 28/05/2010 ou (05/28/2010, em data “americana”), precisamente, às 12:05am

 

O jogador então imediatamente leu todas as mensagens e tentou buscar mais exemplos dessa aparente “profecia” dita por um jogo que tem mais de um ano de idade. A próxima mensagem que ele leu o chocou, e o fez alistar outras pessoas para decifrarem os códigos. A mensagem era:

“nove-quatro-cinco-quatro-dois-zero-dois-zero-um-zero. Acidente no golfo, muitos mortos. Derramamento de óleo aparentemente evitado.”

 

A esta altura o povo do forum percebia que esta era uma referência a famosa explosão da BP (O acidente da British Petroleum, que começou em 20/04/2010 e terminou em 15/07/2010) O mais estranho é que a avaliação errada do primeiro dia, justamente dizia que o poço não “estava vazando”.

A partirn daí, todos os números foram transcritos como datas e horários. Todos os horários foram colocados no jogo em formato militar, e assim permanecem no documento. Rapidamente, os jogadores descobriram que a maioria das datas eram de antes do jogo ter sido lançado, algumas estranhamente faziam referência ao passado:

“22:16 Abril 18, 1865. Ele está morto e a culpa provavelmente cairá sobre aquele ator, Booth. É melhor que Johnson não me coloque fora do pagamento.”

Esta mensagem estranha despertou nos investigadores dos mistérios do game uma nova dúvida sobre a versão oficial do assassinato de Lincoln.

Uma ação deliberada-

Assim que a comunidade começou a colocar várias interpretações das mensagens, os moderadores do site começaram a banir imediatamente todos que haviam postado e até alguns que apenas tinham lido o post.

Toda referência à misteriosa estação de números foi removida do FalloutWiki, e uma  filtragem foi colocada no site para impedir a repostagem de qualquer outra informação relevante relacionada ao caso.

Algumas pessoas, no entanto, ainda trocam emails hoje e lentamente terminam as traduções das mensagens restantes e colocam as datas nas existentes. Um trabalho de formiguinha. Mas algumas mensagens nos levam a pensar sobre o que poderia nos revelar o mistério oculto nas entranhas deste videogame:

“A Rainha morreu hoje. O mundo lamenta, em dias como este, todos nós somos britânicos” 4:02, 19 de Março, 2014.
“Você assistiu meu vídeo no Youtube? Eu me filmei chutando as bolas de vagabundos” 4:16, 24 de Dezembro, 2022.
“Eu não acredito que a Britney ganhou um Oscar!” 21:33, 27 de Fevereiro, 2023.
“Eu não acredito que eles finalmente conseguiram. Nada mais resta. Eles foram avisados, mas continuaram a violar os limites da ciência. O som. Eu não aguento mais o som. E a luz, meu Deus! O Universo está lentamente se torcendo ao nosso redor. Eu não vou esperar pela morte. Eu tenho uma pistola no sótão.” Esta é a única mensagem que não é seguida por números.

Talvez seja interessante destacar que a última data de algumas mensagens é 1:27, 6 de Julho, 2027.

 

Será apenas uma brincadeira de mau gosto de algum programador? Será uma coisa deliberada para fazer o game vender além da janela comercial planejada? Será que se o game acertou a morte de Gary Coleman, e o derramamento de petróleo no golfo do México poderá também acertar a data e a hora da morte da Rainha Elizabeth?

O mais bizarro: Será que Britney Spears irá ganhar um OSCAR???

A mensagem final é uma das mais intrigantes, por não conter uma data. Mas segundo a mensagem, dá a entender que ela ocorre pouco antes do fim do mundo. Seria a reversão dos pólos magnéticos da Terra? (algo que já está em curso e pode evoluir brutalmente a qualquer momento) O que será que vai acontecer no dia 6 de julho de 2027? Será o fim, do mundo? A data do arrebatamento? O grande julgamento?

Ninguém sabe dizer. As pessoas ligadas ao jogo recusam a falar qualquer coisa sobre estas intrigantes descobertas. Embora tudo possa não passar de uma piada de nerd ou um easter egg macabro, uma coisa é bem real: A estação de números.

O mistério das estações de números

Foi após o ano de 1980 que os fabricantes tradicionais de transceptores para o Serviço de Radioamador tanto os americanos como os japoneses iniciaram a fabricação de equipamentos cujos receptores passaram a funcionar com uma cobertura total das ondas curtas, ou seja, fazem a recepção em banda corrida desde 1.8 MHz. até os 30 MHz.

As ondas curtas referem-se à parte do espectro eletromagnético que corresponde às freqüências compreendidas entre 3 e 30 MHz. Sua principal característica é a propagação a longas distâncias, tornando possíveis comunicações tais como emissões radiofônicas internacionais (international shortwave broadcasting), radioamadorismo (ham radio) e coordenação de viagens a longa distância por estações móveis marítimas.

Como resultado da confecção e aprimoramento tecnológico, foi possível a escuta de muitos radioamadores e não tardou a surgirem pessoas que apenas ouviam o radio, dedicando-se a explorar as frequências fora das bandas de radioamador e para surpresa geral, foi nesta época que surgiram os primeiros sinais de rádio sumamente estranhos…

Ao sintonizar o receptor do rádio nas freqüências ao redor das utilizadas em ondas curtas, na parte da manhã ou na parte da noite, existe sempre a oportunidade de se ouvir um certo número de estações que transmitem números e letras em diversos idiomas, como o espanhol, inglês, russo ou alemão.

Estas estações acabaram ficando conhecidas como “Estações de Números”.

As primeiras transmissões das misteriosas “Estações de Números”, foram escutadas pelos rádio-escutas em princípios dos anos 60, mas somente bem mais tarde, por volta da década de 80 que a coisa veio a despertar maior interesse, pois foi nesta época que os radioamadores e rádio-escutas começaram a observa-las melhor pois dispunham de melhores receptores, principalmente os de banda corrida e melhores antenas, surgindo também nesta época muita especulação sobre o assunto e sobre a finalidade destas estranhas estações, que realmente acabaram gerando muita confusão e muita “fofoca” nos meios Radioamadorísticos. As principais perguntas até hoje permanecem em aberto.

Qual seria a finalidade destas estações?
Para quem estariam transmitindo estas estações?
O que estas estações estariam transmitindo?
Seriam previsões meteorológicas codificadas?
Seria talvez parte de um estranho sistema de balizamento?

Alguns radio-escutas inclusive chegaram a imaginar e afirmar categoricamente de que estas estações com suas transmissões formavam parte de algum projeto secreto para comunicar-se com “UFOS”, assunto que naquela época estava ganhando muita em evidencia em todo o mundo.

Mais tarde, chegou-se a uma espécie de consenso coletivo na qual estas transmissões seriam mensagens enviadas por diversas agencias de inteligência e espionagem de diversos países para seus agentes em campo aberto, único sistema de contato disponível para comunicar-se com os seus agentes.

Foi nesta mesma época que os radioamadores e radio-escutas mediante as técnicas de seguimento e radiogoniometria realizadas descobriram que os lugares de emissão dos sinais de rádio transmitido pelas “Estações de Números” localizavam-se na antiga Alemanha comunista do leste. Eles também localizaram uma “Estação de Números na Alemanha Democrática do oeste, desta forma existiam estações nas duas Alemanhas, alem de também terem sido descobertas estações com as emissões iguais provindas da Nicarágua, Cuba e assim também de certas bases dos Estados Unidos.

Com estas descobertas, a teoria passou a ser quase uma certeza, sendo que finalmente acabou sendo confirmada por ex-espiões americanos e ingleses.

Assim sendo, nesta época alguns dos ex-espiões americanos e ingleses aposentados que ao escreverem suas memórias divulgaram em seus livros que as “Estações de Números” fazem parte de um complicado sistema de comunicação e suporte das agências de inteligência e espionagem que fazem as transmissões destes sinais para enviar certas instruções necessárias aos seus agentes.

Porém, os radioamadores e os radio-escutas que possuem o habito de “corujarem” as freqüências se deram conta de que mesmo com a queda do muro de Berlim, com a unificação das duas Alemanhas, com o final da Guerra Fria, com a falência da antiga União Soviética com a guerra do Afeganistão, com guerra do Iraque e até com a atual globalização estas estações não reduziram suas transmissões como era de se esperar, todas estão transmitindo normalmente ate os dias de hoje, inclusive as estações que se encontram nas duas ex-Alemanhas, continuam transmitindo com a normalidade de como sempre o fizeram, como que nada tivesse acontecido.

Rolou um “Projeto Dharma” feeling aí, não rolou?

O mistério ainda permanece, já que as “Estações de Números” encontram-se desde a parte mais baixa das freqüências como em 2 MHz. e na parte mais alta das freqüências como em 26 MHz., as transmissões são em CW e fonia. Estas estações podem ser ouvidas a qualquer momento do dia, mais a sua atividade tende a ser maior desde as 00:00 UTC, às 08:00 UTC. Se você duvida, pode procurar que certamente irá encontrar.

A bizarra voz na estação de números russa.

Perto de Povarovo, na Rússia, há uma estação de rádio que transmite um misterioso ruído continuamente há 20 anos. Esta estação provou muitas discussões e teorias malucas em diversos foruns de radioamadorismo do mundo todo. Mas foi numa segunda-feira que a coisa que já era estranha, se tornou ainda mais cabeluda.

Numa segunda-feira, dia 23, no lugar do monótono ruído, entrou uma voz que dizia claramente em russo:

“UVB-76, UVB-76 — 93 882 naimina 74 14 35 74 — 9 3 8 8 2 nikolai, anna, ivan, michail, ivan, nikolai, anna, 7, 4, 1, 4, 3, 5, 7, 4?.

Esta misteriosa mensagem foi clara e repetida por duas vezes.

Depois, a rádio voltou ao ruído, com algumas transmissões de voz distorcidas de vez em quando. Segundo os radio-escutas, é possível também ouvir barulhos, como se alguém movimentasse coisas dentro da sala de transmissão.
Os radio-escutas relataram que, no início do mês, houve também uma voz falando em russo.

A estação UVB-76 é conhecida como “The Buzzer” pelos ouvintes. Normalmente ela transmite um ruído monótono 21 a 34 vezes por minuto.

Segundo os investigadores desta frequência, somente em três ocasiões o barulho foi alterado: em 1997, em 2002 e finalmente em 2006.
Rádios deste tipo não são raras. São estações de ondas curtas que transmitem vozes geradas por computador que repetem números, palavras, letras e códigos Morse. Não se sabe ao certo a razão das mensagens, mas há suspeitas de que sejam direcionadas a agentes secretos.

Aqui tem um trecho desta radio Buzzer Russa como ela é o tempo todo:

Imagina o tamanho do saco do sujeito que passa a vida ouvindo esta frequencia apenas para “investigá-la”?

Aqui está a misteriosa transmissão (com fotos das antenas desta rádio lá na Russia)

Observe que é super estranho o fato de que, como podemos ouvir pessoas falando em meio ao som da campaínha, ela não é uma coisa automatizada, e sim um som gerado numa sala e captado por um microfone… DURANTE 20 ANOS!
Outra coisa estranha, e que pouca gente sabe é que este sinal é transmitido em duas frequências diferentes. Uma para a Europa e outra para a America.
Outro detalhe que é importante observar é que este complexo de antenas requer um conjunto de investimento maciço, consumindo uma fabula de energia elétrica. Apenas para fazer “beeeeeep… beeeeep….”?
Muitos ouvintes já se reuniram afim de tentar decodificar a mensagem. As suposições mais promissoras sugerem que os números talvez sejam relativos à coordenadas geográficas. Neste caso, eles levariam a um ponto do mar Báltico, entre a Noruega e a Rússia, onde há produção de petróleo e gás em larga escala e onde também o exército da Rússia estaria planejando testar mísseis antiaéreos. E se o Relato de um Mib não tivesse acabado, eu talvez dissesse que há ali um dos “pontos mágicos”.

Falando em estações de ondas curtas estranhas, existe uma conhecida como “pica-pau”. É muito estranha. Veja:

Agora mais estranho do que ela é o discreto conjunto de antenas usados para produzir esses cliques:

Isso está lá na Russia. Funcionando exatamente agora, enquanto você está lendo isso. Tudo leva a crer que seja um tipo de radar.
O mundo é muito, muito estranho, meu amigo. Existem coisas misteriosas ocorrendo no mundo todos os dias.

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Alice e a atual conjuntura

Alice e a atual conjuntura

A enguia-candiru

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Nossa, olha que horrível esta situação:

102 136 blogenguia A enguia candiru

Zhang Nan estava sendo submetido a um tratamento de beleza nada ortodoxo em um spa na China: a limpeza da pele por pequenas enguias (trabalho similar ao que é feito pelos peixes pedicures).

Relaxando em um tanque, Nan deixou que as enguias cumprissem a missão delas e devorassem camadas e camadas de pele morta, relatou o “Metro”.

Só que uma enguia desgarrada acabou perdendo a concentração e penetrou no pênis do chinês, chegando viva até sua bexiga onde se contorceu freneticamente.

O cliente foi submetido a uma cirurgia de emergência para a retirada do corpo estranho.

Uma sensação desesperante: “Eu entrei na banheira e podia sentir as enguias mordiscando meu corpo. Mas, de repente, senti uma dor forte e percebi que uma enguia pequena tinha entrado no meu pênis”, afirmou o chinês de 56 anos, que mora em Honghu, na província de Hubei. As informações são do G1.

O caso foi publicado no jornal Metro

Bichos invasores entrando pelo bingulim e pelo fiofó não são novidade por aqui. O peixe Candiru açu é muito mais temido que jacarés e piranhas na bacia hidrográfica do Amazonas, porque este animal é atraído justamente a entrar nos orifícios.

candiru1 A enguia candiru
O peixinho surge do nada e penetra com força no corpo da pessoa, onde ele abre as guelras cheias de espinhos pontiagudos e literalmente trava lá dentro.
candiru xr1 A enguia candiru

Não há solução além de abrir cirurgicamente o seu “departamento de recreação” para tirar o animal de lá. A inflamação e infecção subsequente que ele produz dentro de você é uma coisa tão horrível que a existência de tal peixe só pode ter sido um projeto do capeta.

Os índios da amazônia tem tamanho medo deste bicho que nem xixi eles fazem na água. As lendas indígenas são cheias de referências a casos de índios que urinavam no rio, já estando fora da água e o peixe subiu contra a correnteza da urina do índio e penetrou-lhe o pênis.
O candiru é famoso por seu hábito de peixe “entrão” e poderia ser resumido a uma cruza de morcego vampiro, cobra, lombriga e peixe. Segundo este site, o peixe pode entrar até no olho de uma pessoa!

Em casos de afogamento, são encontrados às vezes no interior dos cadáveres.

Isso que eu chamo de sushi-reverso!

fonte

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