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Sujeito pirado manda mensagens de celular enquanto pilota

Olhando para o título não parece grande coisa, afinal a cada dia no mundo milhares de pessoas mandam mensagens de SMS e até navegam na internet, twittam ou verificam seus perfis do facebook no meio do trânsito. É uma atividade arriscada, não só para o motorista mas para todos em volta. Ontem mesmo, eu quase bati no carro duma dona que estava futicando no celular, e simultaneamente, fazendo zigue-zague na pista.
Outro dia, vi a notícia gumpesca de que uma moça havia acabado de colocar uma mensagem no perfil dela do facebook em que dizia algo como “Não posso discutir isso agora. Dirigir e escrever no Facebook não é seguro”. Assim que mandou a mensagem para a rede social, a mulher colidiu violentamente contra um outro veículo  a 130km/h e morreu na hora.
Gente que faz coisas assim devia parar no Darwin Awards, mas acredite se quiser, há coisas ainda mais escalafobéticas do que escrever um SMS no meio do trânsito. O que você diria se visse um cara EM PÉ, NUMA MOTO, e alta velocidade, numa rodovia, E DE COSTAS, escrevendo um tweet no celular?
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Não acredita? Veja com seus próprios olhos o nível de joselitice do camarada:

Só espero que a moda não pegue! Aliás, será que só eu torci pelo estabaco?

Figuras Sonoras de Chladni

Figuras Sonoras de Chladni
Conhecidas como Figuras Sonoras de Chladni, são formas que aparecem sobre as superfícies quando estas vibram em determinadas frequências.

Ernst Chladni, considerado o fundador da acústica, descobriu que quando tocamos uma chapa metálica com algum objeto, como um bastão ou um arco de violino, por exemplo, ela vibra. Ao espalhar areia sobre a superfície de metal, esta se agita sobre a chapa, se acumulando em alguns pontos, nos quais a chapa não está vibrando. Esse acúmulo produz os padrões observados nas figuras do vídeo.

As chapas possuem inúmeras possibilidades de vibração, sendo que cada uma corresponde a uma frequência específica do som. Cada vibração produz um padrão único, e a complexidade dos desenhos também aumenta com a vibração. Além disso, dependendo de onde a superfície estiver afixada, seu tamanho, o material com o qual é composta e sua espessura, a vibração ocorrerá em determinadas frequências.

Olha que show:

 

Dica do Lucas Gimenes

O Marcio Dwyer também indica este video, que mostra a variação de padrões numa membrana produzidos com a variação tonal dos sons. Muito bacana:

Indio Gigante, o frango gigantesco

Rapaz, eu não imaginava o que era Índio Gigante até esbarrar sem querer num anuncio desse troço no Mercado Livre. Eu fiquei curioso, pois não dava para entender o que exatamente o cara estava vendendo com este nome. Quando abri o anuncio, me deparei com uma surpresa. ìndio gigante é uma raça de galinha que produz um frango absurdamente grande.

Alguns passam de um metro de altura. Olha só o tamanho disso:
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É muito frango, meu! Nunca imaginei que tivesse uma raça de galo deste tamanho.

Fui pesquisar sobre ela e descobri que esta raça é aparentada com a do galo de briga. Ele é descendente das raças malaio, shamo e galinha caipira brasileira (SRD) ou galinha índia. No entanto, enquanto o galo de briga (chamado tb de galo- índio) é uma ave formatada para uma pratica vergonhosa e ilícita, proibida por lei, a criação de aves gigantes como esta tem finalidades bem mais nobres.

Grandes e robustas, elas também são excelentes na transmissão de genes aos descendentes. O galo índio gigante é portanto, uma variedade rústica como as aves caipiras e  surgiu justamente do cruzamento de raças combatentes com galinhas domésticas. Este animal é um ótimo reprodutor de frangos precoces e com alto rendimento de carne. Ao que me parece, a maior vantagem dele é que  o índio gigante também confere às suas galinhas mais produtividade e ovos mais ricos em proteínas. A beleza das penas sobrepostas e a variedade de cores são outras características atraentes, que destacam a ave como exemplar ornamental ou na participação de concursos. Quando adulto, o galo Índio Gigante chega a pesar 6,5kg.

41257ççççççççç Indio Gigante, o frango gigantesco

Claro que um bicho enorme desses tem que comer bem, né? Afinal, como dizem, “saco vazio não para em pé”. Criado à base de boa alimentação, o índio gigante  pode chegar a pesar seis quilos e medir 80 centímetros em média. No entanto, há exemplares do índio gigante que crescem até cerca de um metro de altura. Forte e dono de boa musculatura, ele tem instinto agressivo, mas não tanto como o galo de briga do qual se originou. O temperamento intolerável com outros concorrentes faz com que estes galos não possam ser criados junto com outros macho da raça após os seis meses de vida. Senão o galinheiro vira o MMA!

O bicho é tão monstro que a gente chega a ficar cabreiro se não tem Photoshop nisso aí:
4158906185357340 Indio Gigante, o frango gigantesco

Nos tratos diários, o índio gigante se mostra dócil e fácil de lidar. A melhor vantagem desta raça é que  na criação do índio gigante não requer muita infraestrutura. Numa área de cinco metros quadrados, prevendo a procriação das aves, pode ser alojado um macho para duas fêmeas. O Índio Gigante, enquanto descendente direto dos melhores galos caipiras,  é resistente, exigindo poucos cuidados dos criadores, fazendo com que a atividade não necessite de grandes investimentos. A criação doméstica tem a vantagem de oferecer aves mais saudáveis, livres de antibióticos. A produção de pequenos plantéis pode atender à demanda da vizinhança. Mas mantendo os machos separados, só o que determina a escala de produção é a infraestrutura das instalações.

Engraçado que vendo este galo gigante, eu me lembrei de um caso que meu pai me contou certa vez de quando ele era criança. Ele estava brincando no quintal e passou correndo pela casa, dando um trompaço na porta. Por capricho do destino, uma galinha que vivia solta na casa estava bem atrás da porta, e na paulada, teve a cabeça prensada contra a parede. Ele diz que daquele dia em diante, a galinha ficou retardada, mas alguma coisa estranha aconteceu na cabeça dela, pois ela disparou a crescer e ficou um frangão gigantesco.

Provavelmente o que aconteceu é que a paulada deve ter produzido um mau funcionamento da glândula do crescimento naquela galinha. Mas então, me peguei aqui pensando se não seria possível descobrir e isolar este gene do crescimento gigante para aumentar a produtividade do frango brasileiro. O Brasil, como se sabe, é o maior produtor e exportador de carne de frango do mundo.  Um dos grandes consumidores em potencial do Frango Brasileiro é a China, que provavelmente irá reduzir o consumo de aço (a menina dos olhos da nossa exportação) nos próximos anos, e está investindo pesadamente no aumento da classe média. Sabe-se que quando a classe média aumenta a primeira coisa que sofre impacto é o consumo de alimentos que mais que duplica. Assim, os especialistas estimam que o frango do Brasil poderá ajudar a compensar potenciais perdas na exportação do aço. Hoje eu fiquei curioso ao ver a notícia em que cientistas de vários países do mundo se unem para trazer ao mundo o Mamute, animal extinto há 12.000 anos.  Será que esse esforço focado no aumento dimensional do frango não poderia produzir mais resultado pratico para a humanidade? Imagina, um frango do tamanho duma ema, ou melhor, de um avestruz.

Aves gigantes já existiram no planeta antes. Vejamos:
333787arbol2 Indio Gigante, o frango gigantesco

O moa era uma ave enorme, quase da altura dum elefante, que viveu na Nova Zelândia e foi levada a extinção pelo ser humano. Já o Dromornis era uma Ave Pré-Histórica. Viveu no período Terciário, na época do Mioceno na Austrália.  Seu bico era grande e grosso. Foi extinta por mudanças climáticas na Austrália. Olha só:

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Nome Científico: Dromornis stirtoni

 

86277aepyornis maximus big Indio Gigante, o frango gigantesco

Pássaro Elefante de Madagascar chegava aos 3m de altura e foi extinto pelo Homem no século XVII

 

Outra ave enorme que existiu foi o grande Auk:
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A história do Auk é foda. Dá até uma certa indignação na gente:

Os auks eram aves marítimas não voadoras que habitavam o Oceano Atlântico Norte, ocorrendo em diversos pontos da América do Norte, Groenlândia, Islândia e Europa. Apesar de terem certa similaridade com os pinguins do Atlântico Sul, não tinham nenhum parentesco com estes. Passavam 10 meses do ano em alto mar, caçando peixes e lulas, e só retornavam à ilhas oceânicas para a reprodução, em grandes colônias. Eram nessas poucas semanas em terra firme que os auks eram perseguidos por humanos. Há indícios de que a espécie já servia de alimento para seres humanos a 100 mil anos atrás, mas foi durante os séculos 16 e 17 que os auks passaram a ser perseguidos com mais intensidade. No início do século 18 a espécie já se encontrava limitada a algumas ilhas mais isoladas.

A maior colônia reprodutiva passou a ser na Ilha de Funk, em Newfoundland, no Canadá, onde as aves se concentravam em grandes números durante os meses de Maio e Junho. Infelizmente para os auks, a llha de Funk era o primeiro ponto de terra firme para os navegadores vindos da Europa em direção à América do Norte. Marinheiros famintos atracavam na ilha e matavam centenas de auks, presas fáceis. No final do século 18 esta grande colônia havia sido devastada e a espécie sobrevivia apenas em algumas poucas ilhotas isoladas na costa da Islândia. Em uma dessas, pelo menos, a espécie parecia estar segura. Era na Ilha de Geirfuglasker, que contava com correntes fortíssimas e ondas grandes, sem nenhum acesso para se atracar com um barco. Enquanto a espécie era massacrada em outras ilhas próximas, a colônia de Geirfuglasker sobrevivia.

Mas aí veio a tragédia que ninguém, nem mesmo o mais pessimista, poderia prever. No inverno de 1830 uma explosão em um vulcão submarino fez com que a ilhota de Geirfuglasker sumisse no mar, pra nunca mais reaparecer. Seria cômico se não fosse trágico. Em Maio, ao retornarem para a ilha, os auks viram que ela havia simplesmente desaparecido e escolheram a ilhota próxima chamada Eldey. Apesar de também ter o acesso difícil, não era impossível, e lá sim, o homem conseguia chegar e, de fato, chegaram. Havia cerca de 50 auks nessa ilhota. No mesmo ano da redescoberta, em 1835, 24 auks foram mortos. Um ano mais tarde capturaram mais 13 auks. Cada viagem trazia um número menor, até que em junho de 1844 apenas dois indivíduos, um macho e uma fêmea chocando um ovo, foram mortos.

Desde aquele dia, nunca mais um auk foi visto. fonte

 

 

Cientistas se unem em “operação volta mamute”

237144mamute Cientistas se unem em operação volta mamuteCientistas da Rússia e da Coreia do Sul assinaram um acordo para unir esforços afim de trazer a criatura extinta de volta a a vida em até 5 anos! Nada mal trazermos de volta um animal ao qual nós humanos contribuímos de forma dramática para sua extinção, há 12.000 anos atrás. Mas do ponto de vista científico, o desafio é proporcional ao tamanho do bicho.

O acordo, assinado por Vasily Vasiliev, vice reitor da Universidade Federal da Republica Sakha e o controverso pioneiro da clonagem, o cientista Hwang Woo-Suk, que trabalha na Fundação de pesquisas em Biotecnologia da Coreia do Sul.

Hwang acabou queimando seu filme de forma épica quando há poucos anos divulgou ter conseguido clonar células humanas em 2006. Seu sucesso o tornou um herói nacional, mas durou pouco. Não tardou suas pesquisas se revelaram um enorme engodo. Outros cientistas descobriram a pilantragem, com resultados adulterados, jogando sua reputação na vala e de quebra arranhando gravemente a imagem de famosos periódicos científicos mundiais que haviam divulgado seus resultados fajutos. Em todo caso, embora tenha dado um belo 171 no mundo, no caso das células humanas, o cientista coreano realmente conseguiu fazer com sucesso o clone de um cão em 2005, que foi verificado e comprovado por outros cientistas independentes.

As células que poderão originar o novo mamute foram descobertas graças ao aquecimento global. Ocorre que com o aquecimento do planeta, mais e mais áreas da permafrost estão se descongelando, e isso acabou revelando o fóssil de um mamute completamente preservado, contendo células em abundância e ao que tudo indica, de grande qualidade.

O grupo que pretende trazer de volta o mamute irá receber apoios diversos, dentre os mais importantes está o dos cientistas Chineses, do  Beijing Genomics Institute , que já confirmaram interesse em participar da equipe. Um grupo de pesquisadores japoneses já tem um acordo com a equipe russa no apoio ao projeto “volta mamute” (essa não está na notícia. Eu inventei esse slogan).
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Segundo eles, a parte mais difícil da missão é trazer de volta as células normais do mamute congelado. Ocorre que durante o congelamento, cristais de gelo se formam no tecido e eles rompem as membranas celulares, danificando gravemente a integridade celular. É por isso que partes congeladas de escaladores, aventureiros e alpinistas, acabam tendo de ser amputadas, pois o tecido uma vez congelado acaba morrendo. No entanto, isso não acontece com certos animais, como algumas pererecas, que conseguem se congelar completamente até virarem picolé no inverno. Esquentou, ela descongela e “ressuscita”.

Mas como o mamute não tem esse “poder X men”, a coisa se complica. No entanto, como se trata de um animal enorme, é muito provável que algum ponto de seu tecido ainda haja células em condições de serem reanimadas, e neste caso, elas podem ser estimuladas a uma replicação artificial e usadas como bases para a tentativa de clonagem.   Já o processo da clonagem em si é similar ao que foi sugerido no livro e depois nos filmes subsequentes da franquia “Jurassic Park”. O mamute seria gerado usando células preservadas do animal extinto e também células originadas do elefante. Para tal, os cientistas pretendem usar células do elefante indiano. No caso, eles planejam usar células somáticas do mamute e células-ovo do elefante. Desse modo, a ideia aqui é implantar o DNA do mamute no núcleo da célula-ovo de elefante. O embrião seria implantado numa elefanta e ela daria a luz a um pequeno mamute.

O processo deve ser este, porque mesmo que eles encontrassem um espermatozoide em condições no mamute preservado, ele não poderia ser implantado no óvulo de um elefante. Seria muito improvável obter sucesso usando esta técnica, já que o número de cromossomos das células dos mamutes é diferente do número de cromossomos do elefante.

“É um grande desafio, mas acho que vamos conseguir porque somos bons em clonar animais” – Disse o cientista coreano.

O instituto coreano já clonou com sucesso uma vaca, gatos, cães, porcos e também um lobo.

fonte

 

 

Será este o relógio mais caro do mundo?

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Olha só essa parada nababescamente repleta de diamantes:
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Com nada menos que 1292 diamantes de alta qualidade, este relógio custa apenas 5 milhões de dólares.  Para fazer este relógio, foram necessários 17 pessoas e levou nada menos que 14 meses para que o design ficasse pronto. Pessoalmente? Pra mim parece mega-exagerado, como as jóias da Hebe. Mas há quem goste. A prova disso é que o fabricante informou que já existem alguns interessados em adquirir esta jóia. Provavelmente pessoas podres de ricas ou colecionadores obcecados pelo produto.

O relógio é repleto de diamantes e coisa e tal… Mas a explicação por ser o mais caro do mundo é que provavelmente não vão conseguir mais espaço para enfiar diamantes num relógio além do que foi usado aqui. A menos que aumentem as dimensões para caber mais e mais diamantes.

Tudo bem que ele é cheio das papagaiadas e coisa e tal, mas em termos de relógio, eu ainda prefiro o Devon Tread 1.

fonte

Lagosta de árvore saindo do ovo

Lagosta de árvore saindo do ovo
Eu achei este video meio… Sei lá. Me deu um nervoso do cão. As lagostas das árvores são uns insetos que os entomologistas julgavam extintos há mais de um século até que foram redescobertos. No video abaixo, vemos uma lagosta da árvore saindo do ovo. Que puta sacanagem esse design de ovo pra um bichão enorme! Olha só o contorcionismo:

Lord Howe Island Stick Insect hatching from Zoos Victoria on Vimeo.

Lagosta da árvore é o apelido do Dryococelus australis. Quando adulto, ele mede 15 cm. O período em que os filhotes passam no ovo é nove meses. Quando o filhote desse bicho nasce, ele é verdinho, mas logo depois ele muda de cor, fica preto e se torna um animal de hábitos noturnos.

Provavelmente, ser verde quando nasce é uma estratégia de sobrevivência desses insetos australianos, já que a fêmea coloca seus ovos no solo, onde os filhotes ficam muito vulneráveis e nesse contexto, se passar por uma grama é útil. A lagosta da árvore era abundante na ilha Lord Howe, tanto que eram muito usados como iscas para pescaria, porém, quando o rato preto foi acidentalmente introduzido na ilha, vindo em um navio que aportou em 1918, eles detonaram um monte de espécies nativas. O último espécime da lagosta da árvore visto foi dois anos após o primeiro rato preto descer do barco. E nunca mais se viu esse animal, até 2001, quando ele foi redescoberto. Mas não foi uma descoberta fácil. Os pesquisadores que fizeram a descoberta, David Priddel e Nicholas Carlile, tiveram que escalar um rochedo de 150m de altura para achar os bichinhos. No início só viram rastros, e prevendo que seriam rastros do animal noturno, passaram a noite esperando que eles aparecesse. Foi assim que os cientistas acharam uma população de apenas 24 indivíduos.
Em 2003, após a praga de infestação de ratos ser finalmente extinta na ilha, os insetos foram recolhidos e usados como matrizes, para repopulação da ilha. Após a reprodução em cativeiro, essa população de 50 animais adultos e centenas de ovos foi reintroduzida em 2006 na ilha Howe. Em 2008, a população que ficou no cativeiro do zoológico de Melbourne já estava em 11376 ovos e 700 insetos adultos. Desses, 20 foram levados para a ilha, onde já estão recuperando seu numero original.
fonte via neatorama

Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i

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Estou me divertindo com a técnica que aprendi de usar uma segunda lente virada ao contrário, acoplada na lente principal. Isso me permite fazer super macros, quase microscópicos. Eu tenho postado meus testes la no facebook. É muito massa fotografar bichinhos pequenos.  Ainda estou aprendendo e há um belo chão pela frente na fotografia macro, mas já deu pra ter um gostinho da técnica. (clique nas fotos para ver em melhor definição)
842636formiguinha2 ok Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i

Isso é uma formiguinha do açúcar. No mundo real é ala praticamente cabe entre esses dois pontos aqui –> :

Gostei especialmente do brilho de mel do abdômen dela. Nesta foto ela está bebendo água com açúcar (a única forma que achei de fazer a maldita sossegar o facho para a foto)

Ontem eu estava atrás de uma aranha de poeira que vi no canto do banheiro, mas ela me deu um olé. Sumiu, escafedeu-se, desapareceu. Mas hoje de manhã a Nivea achou a aranha subindo na parede da sala e com isso pude fazer um pequeno ensaio com a dona aranha.
220073aranhazinha2 blog Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i

É um perrengue fazer fotos de insetos que se mexem. Essa aranha me deu uma canseira que chegou a ensopar a camisa. Algumas tive que fazer com a maquina na mão, e por conta disso, o foco não é muito eficiente. Nas que consegui fazer no tripé, o foco esta um pouco melhor.
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No caso, não usei flash. Usei iluminação direta, com um refletor de led.
785034outraaranha blog Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i
220073aranhazinha4 blog Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i

Quando a aranha chegou na beira da mesa de desceu fazendo rapel, eu tive poucos segundos para colocar a maquina em baixo e cruzar os dedos para pegar um momento único. Nesta, a pata da frente já está quase alcançando a lente da objetiva.
220073aranhazinha5 blog Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i

Já de volta na parede, eu fiz a última foto da dona aranha e a deixei em paz.
220073aranhazinha6 blog Brincando de fotografar os animais com a Canon T3i
Para fazer essas fotos eu usei a Canon T3i com a lente do kit + uma 50mm 1.8 invertida, tripé e refletor de led.

Rango nojento – Sujeito come uma centopeia viva

nojento
 
739625nojento Rango nojento   Sujeito come uma centopeia viva

Pega seu saquinho de vômito e soca o dedão no play aí.

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