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O que você faz com 184.000 dólares?

Imagine-se dono de 184.000 dólares. Pense no que você pode comprar com isso, vamos ver? Vou escolher o Ebay para testar o que dá pra comprar.

Comprar um Carro?

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Dá e sobra para comprar esta bela Ferrari Modena que sai por U$ 139.000 com a sobra, você coloca um belo som nela, e pneus novos e ainda paga um passeio de fim de semana pela costa Malfitana. Fonte

Ou dá também para pagar três Ferrari 355 Spider conversíveis dessa aqui (e sobra uma boa grana).

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Algo diferenciado, como comprar um helicóptero… (Dá pra um deste e ainda sobra mais de 200 mil reais)

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Ou uma lancha maneira? Que tal esta aqui? Dá quase para comprar duas!

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Casas? Que tal esta casa de bacana na República Dominicana? 5 quartos, 5 banheiros e 290m2 metros de área construída.

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Talvez algo mais clássico? Tem esta casa aqui com 6 quartos e dois banheiros no estilo mais pra vitoriano. Ela está à venda nos EUA numa área rural super tranquila por 170.000 dolares.

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Parece mal assombrada? Ok, por um preço ainda menor você leva esta típica casa em estilo rancho aqui:

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Ela fica no estado de Nova York tem 4 quartos 3 banheiros, lareira, garagem. Nada mal, né?

Para algo no Brasil mesmo, pegamos esta grana aí e multiplicamos pela taxa do câmbio de hoje, R$2,30. Dá pra levar agora esta casa com vista para o mar em Florianópolis,

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Ela fica num terreno de 427m2, 3 suítes e com esta vista aqui:

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Ou que tal algo mais assim, “tchã”? Como uma casa no Caribe, por exemplo. Nas Bahamas achei esta casa por um preço bom, 125.000 dolares.

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Com o troco, ainda dá pra comprar um barquinho de 26 pés

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…para fazer uns mergulhos no paraíso.

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Ela tem até um deck para estacionar a lancha.

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Você ainda pode comprar um apartamento para morar e se divertir neste megacomplexo de lazer trabalho e diversão inspirado nas ilhas gregas lá na terra prometida da nova era, DUBAI! Por apenas 137.000 dolares… (assim sobra um troco para comprar um carro)

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ou…

(mais…)

A guerra contra a dengue e o matador de mosquitos definitivo

Chove lá fora e aqui estou eu escrevendo este post sobre… Mosquitos.

Mosquitos são uma desgraça permanente no Brasil desde que o mundo é mundo.  Naturalmente que quando os primeiros exploradores (fenícios?) chegaram aqui, eles já estavam aqui, picando e sugando, atacando os visitantes com sua inesgotável sede de sangue.

O problema vem só aumentando. À medida em que a população cresce, as condições sanitárias pioram em diferentes níveis, os mosquitos mostram-se como os reais donos dessa terra que habitamos.  E o mais estranho é que nós humanos ainda nos achamos superiores.

Superiores são eles, que já estavam chupando o sangue dos dinossauros muito antes dos primatas sonharem em existir.

Mas como lidar de fato com o problema dos mosquitos? Sabemos que eles são vetores de uma série de doenças, muitas delas mortais, como a febre amarela, a dengue, malária, etc. Basta ligar em qualquer canal e você verá propagandas pagas pelo governo falando da importância de não deixar latas, pneus e lixo em locais descobertos, pois estes tornam-se criadouros dos ovos dos mosquitos. Geralmente a propaganda termina colocando a culpa das epidemias esporádicas dengue na população. E talvez a publicidade esteja certa mesmo, afinal a população vota tão bem quanto o serviço que ela recebe do governante que coloca “lá”.

Porém, eu tenho uma certa divergência desta idéia de que fazendo campanha de conscientização vão conseguir eliminar a dengue (o nosso maior problema com mosquitos aqui na minha região).

Para entender o ponto é preciso que nós tenhamos clareza de dois fatos simples:

1- O mosquito está mais adaptado que o ser humano. Logo ele é evolutivamente privilegiado nesta luta.

2- O mosquito não tem culpa de ser vetor. Ele não sabe que a pessoa está com dengue. Se soubesse picava só humanos sadios.

Sabendo destes dois fatos fica claro como diamante que a culpa da epidemia não é do mosquito. É do cara que tem dengue. O mosquito só passa a dengue dele pra frente. Mas… Como assim? Eu estou culpando um doente? Isso não é justo.

Não é mesmo, uma vez que o doente deveria estar ISOLADO num lugar SEM MOSQUITOS.

Pense comigo, se houvesse um esforço hercúleo para detectar rapidamente os sintomas básicos de dengue e essas pessoas fossem removidas para um lugar tipo um hangar gigante, um maracanã fechado, e lá ficassem até que a doença fosse eliminada, como o mosquito faria para ser vetor se não haveria ninguém lá fora com dengue para ele transmitir? Em pouco tempo acaba a dengue.

Mas isso é utopia, lógico. Primeiro que o diagnóstico de dengue leva muito tempo para ser obtido. Ainda que se usasse um sistema de lógica aproximada para obter uma margem de erro pequena, do tipo: “Se o cara tem dois dos seis sintomas de dengue, considere que ele está com dengue”. Seria bem difícil conseguir mobilizar um esquema que retirasse as pessoas com a doença de circulação, já que isso envolveria uma questão econômica e prática bem difícil. Mas o problema principal disso – e o mais triste – é que Não convém a nenhuma prefeitura acabar com a dengue.

Ocorre que o governo libera recursos para cidades com maior quantidade de casos. Logo, não é um sistema de premiação positiva, do bom serviço, e sim o contrário. O premio ($$$) vem para quem deixou sucatear a saúde, pra quem está pouco se lixando se vão morrer 1000, 10.000, 100.000 vítimas da dengue.

Então temos um problema de solução difícil, já que o mosquito quer sangue, o doente não tem como ser hospitalizado -seja porque o hospital é uma merda, seja porque ele precisa trabalhar, seja porque não existe atendimento de saúde na região dele – e  o prefeito quer dinheiro do governo que só vem quando tem epidemia. Com tanta gente focada em seus próprios interesses, quem é que não quer a dengue? Coveiro é que não é.

Curiosamente, existe uma parcela de 100% da população que se perguntada:

-Você quer ter dengue?

Responderá negativamente. Daí concluímos que a máxima de que “pimenta no fiofó alheio é refresco” é a pura realidade do que ocorre no Brasil. Ninguém quer ter, mas se mexer para resolver, ninguém quer também.

A natureza trabalha contra. No Brasil chove muito e grande parte das construções dos grandes centros urbanos se baseia em sistemas de lajes de concreto. Cedo ou tarde, com a primeira chuva, estas bilhões de lajes aí fora formam piscinas, que são máquinas de gerar mosquitos. Note que nem estou mencionando os peneus, as latas, garrafas, bromélias e piscinas abandonadas  aos borbotões que são usinas mosquiteiras. Como se sabe, o ovo do mosquito pode sobreviver até 4 anos em um lugar seco. Choveu, esquentou, lá vai ele! Daí que não tem nada mais ineficaz do que o que é feito. Campanha na televisão. Com a campanha na Tv o ano todo, ela começa a gerar dessenssibilização ao problema. Com a população dessenssibilizada, começamos a chegar na parte mais complicada do problema, que é pensar que isso “é assim mesmo”. Que não adianta lutar contra algo que é uma luta já vencida.

Enquanto focarmos no mosquito, esta luta realmente estará perdida de antemão. O problema não é, nem nunca foi o mosquito. O problema é o doente. O doente que precisa ser removido e mantido num lugar com baixa quantidade de mosquitos.

Mover o doente nem é tão complicado quanto criar uma área com baixa quantidade de mosquitos.  Mas como fazer isso?

Existem equipamentos que são exterminadores de mosquitos. Esqueça a espiral fedorenta. Esqueça a velinha de citronela, esqueça o spray mata-tudo, esqueça o trocinho de refil que liga na tomada ou aquele sisteminha que emite freqüências inaudíveis para humanos e sim para mosquitos.

Todas estas traquitanas cumprem em graus relativos seus papéis de afastar os mosquitos. Porém, uma solução de grande potencial seria atrair os mosquitos.

Sim, meu amigo. Atrair. Se você atrair os mosquitos, e prendê-los, você está realmente tirando mosquitos de circulação e não mandando os seus para a casa do vizinho, ou para outro cômodo da sua casa.

Para atrair os mosquitos, é preciso entender como eles funcionam. O mosquito é quase como uma máquina. Os longos anos de evolução tornaram ele uma criatura bastante mecanizada em seus processos. Só as fêmeas buscam sangue, que é necessário para sua reprodução. Daí como que ele faz para procurar o sangue? Já pensou nisso? O mosquito detecta emissões de calor e freqüências vibratórias, além de emissões de gás carbônico da nossa respiração.  Isso explica como que aquele FDP descobre a sua orelha no meio da escuridão da noite. O mosquito nem sabe que você é um ser vivo, meu amigo. Ele só quer saber: Vibra? Emite calor? Emite gás carbônico?  Se cumprir esses requisitos, ele vai lá e morde.

Uma solução eficiente usa essas características contra ele. Daí que alguém bem esperto inventou uma maquininha que emite calor na temperatura compatível com um ser humano, emite gás carbônico simulando uma respiração e uma freqüência vibratória compatível com um ser humano.

O mosquito olha para aquela geringonça e pensa que é gente. Daí ele vai pra lá como uma bala, crente que vai se dar bem. Então a maquina prende ele.

O troço nem é uma novidade. Isso vem sendo usado desde o fim dos anos 80 nos EUA para tirar mosquitos de campos de golfe e deixar a diversão dos bacanas mais animada.

O que me intriga é como uma solução factível assim não é amplamente utilizada, em larga escala. Se pegarmos como exemplo algo que interessa aos políticos, como urnas eletrônicas, veremos que o Brasil tem plena capacidade de construir maquinas em larga escala cobrindo um amplo espectro de área. Se podemos fazer tantas urnas eletrônicas (cerca de 480.000 aparelhos) O que impede o Brasil de construir 480.000 mata-mosquitos eletrônicos? Interesse e nada mais. Dinheiro tem, capacidade de produção tem, tecnologia tem.

Mas como eu estava dizendo, o foco no mosquito é o maior problema da luta contra a dengue. E é por isso que os mata-mosquitos deveriam ser usados justamente para criar um cordão de isolamento ao redor de uma área limpa, para onde as pessoas com a doença deveria ser levadas para tratamento. E como obter o interesse das pessoas para este tratamento?

Simples, tornando esta uma experiência agradável. E isso começa com comida grátis, sorteio de prêmios (casas, carros e viagens) para quem fizer o tratamento, além de uma forte e maciça campanha de conscientização sobre a importância de sair do ambiente do mosquito. Veja, o mosquito não tem inteligência e portanto, ele não sai do ambiente, só quem pode fazer isso, são os humanos.

O governo efetuaria uma parceria revolucionária com o Chile, e lá no emio do deserto do Atacama, onde NUNCA chove, construiria uma área grande.  Esta área seria um misto de hotel resort e hospital. Telas de proteção cobririam todo o complexo, criando assim o maior mosquiteiro do mundo. Do lato de fora milhares dessas maquinas prenderiam os eventuais e improváveis mosquitos. Lá dentro, os doentes teriam todo o conforto para uma recuperação rápida e um tratamento eficaz. Assim, pegar dengue seria algo diferente da degradação humana que é hoje e soaria como ganhar férias grátis.

O governo fretaria aviões especiais da FAB para levar as pessoas doentes para as férias no resort do deserto. Depois de recuperadas, as pessoas teriam sua volta garantida. Algumas delas premiadas com carros, dinheiro e passagens aéreas.

Em poucos anos, o numero de doentes seria reduzido a níveis inócuos e os mosquitos continuariam a conviver conosco como sempre fizeram, numa boa.

Eu sei que isso é uma idéia meio maluca. Mas talvez desse certo.

(Este texto é um oferecimento da agência de viagens CVC e da Maionese Hellman´s)

Ele comeu 200 vermes vivos!

Nossa, este é um post da categoria “saquinho de vômito Gump”:

Tem que ser doido pra encarar isso.

Deu tilt?

Acho que deu defeito neste cachorro. Devem ter apagado algum dll de inicialização do protocolo de latido dele.

Homem acorda no alto da montanha. Os aliens sacanearam o cara?

O Carlos deu a dica: Veja só que escabrosa esta história publicada originalmente no jornal A Gazeta :

Um pedreiro acorda no alto de uma montanha quase do tamanho do pão de açúcar, cujo o acesso é improvável, para não dizer impossível, sendo viável apenas a profissionais do montanhismo, e com a ajuda de equipamentos. O cara não sabe como foi parar lá. Havia ido dormir cedo na casa do irmão e acordou naquele lugar inusitado. O cara precisou da ajuda de bombeiros para conseguir sair do lugar. Depois do resgate, ele continua a afirmar que não sabe como foi parar no local. Seria o cara uma vítima de uma brincadeira de mal gosto feita por aliens?

Veja a notícia divulgada no site Saindo da Matrix:

Um mistério está intrigando os moradores da localidade de Córrego Bananalzinho, na área rural do município de Rio Bananal. O pedreiro Odair José Berti, de 35 anos, não sabe como foi parar em uma pedra de cerca de 300 metros de altura, onde permaneceu por cerca de 17 horas. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros em uma operação arriscada, que durou 12 horas, e terminou na madrugada de ontem.

Mesmo para os experientes bombeiros que estiveram no local, como os sargentos José Ailton e Caldeira, o fato não tem uma explicação lógica. Segundo eles, o acesso ao topo da pedra é extremamente difícil, até mesmo com o uso de equipamentos.

Os moradores da região asseguram que seria praticamente impossível subir na pedra sem recursos técnicos para fazer a escalada. “Só Deus sabe como ele foi parar lá”, comentou o motoboy Claudecir Berti, sobrinho do pedreiro.

O próprio Odair estava assustado com a situação. Ele reside no município de Colatina e decidiu passear na casa de um irmão, que reside em Córrego Bananalzinho, onde chegou na tarde de quarta-feira. Como estava muito cansado, conforme contou para familiares, ele dormiu cedo. No dia seguinte, quando acordou, ainda de acordo com seu relato, tomou o maior susto ao perceber que estava no alto de uma pedra. Desesperado, começou a gritar acenando com a camisa, até que um morador da região o viu.

Quando foi resgatado o pedreiro estava usando bermuda, camisa e chinelo e, segundo os bombeiros, não tinha nenhum arranhão no corpo. Aparentava, entretanto, estado de saúde debilitado, pois estava com sede e fome. Ele foi atendido no posto médico local e depois liberado.

A operação de resgate envolveu uma equipe de quatro bombeiros. Eles foram acionados por volta das 13h40. Quando perceberam a gravidade da situação, já no final da tarde, cogitaram usar o helicóptero do governo do Estado. Entretanto, como a aeronave não opera durante a noite, decidiram escalar a pedra usando técnicas de rapel. Com a ajuda de moradores da região, levaram mais de uma hora para chegar até o ponto mais adequado à escalada. A operação terminou por volta de uma hora. Na descida, dois bombeiros se perderam e só conseguiram sair da área com ajuda dos moradores. Na escalada, o sargento José Ailton sofreu vários ferimentos nos pés.

Familiares do pedreiro asseguraram que ele não tem problemas mentais. Odair é separado da mulher e reside com a mãe.

São duas questões para nós refletirmos aqui:
1- Coisas bizarras e totalmente improváveis realmente acontecem.
2- Ou o cara voa, ou o cara é um jumper ou ainda é um exímio alpinista sonâmbulo ou alguém levou o sujeito lá pra cima de helicóptero para sacaneá-lo.

Como é extremamente improvável que um pedreiro tenha um surto do tipo: “Vou fazer uma merda para ficar famoso” e escale sem equipamentos, no meio da noite um rochedo de acesso extremamente difícil até para pessoas treinadas, eu acho que estamos diante de uma situação que pode indicar mesmo uma atividade alienígena. Eu sei que parece estranho dizer isso, mas não é a primeira vez que seres humanos acordam em situações escabrosas. A literatura ufológica está recheada de belos casos em que pessoas estão dirigindo e quando percebem descobrem estar em uma estrada num outro país, em outro continente. Isso sem falar nas situações mais grotescas em que pessoas são deliberadamente sacaneadas por alienígenas. Não são um nem dois. São muitos casos assim, e alguns deles, bastante emblemáticos, como o caso dos pescadores atacados na Ilha do Caranguejo, Em São Luís do Maranhão, Brasil. Neste caso, pescadores que dormiam em um barco acordaram em lugares diferentes dos quais haviam ido dormir. Muitos deles estavam queimados em circunstâncias bizarras, (como o cara que foi queimado nas nádegas e o shot de nylon que usava na hora do estranho incidente estava intacto) sendo que um deles morreu com graves queimaduras, que dissolveram sua carne. No total uma ocorrência inexplicável queimou três homens de modo brando, sem afetar suas roupas e praticamente torrou o quarto, matando-o em decorrência das queimaduras, mas que antes de morrer ainda balbuciou algo sobre “um fogo”. Sem explicações para o caso até hoje, atribuíram a causa do fenômeno a um “raio” porém ninguém explicou até hoje como nada no barco manteve sinais de queima nem como um raio atinge quatro pessoas em pontos diferentes de uma embarcação, preservando suas roupas e queimando apenas sua carne, e isso ocorre simultaneamente e sem barulho.

Fora este existe também o caso dramático de um homem relativamente poderoso, proprietário de vastas fazendas no nordeste, chamado Francisco Henrique de Souza, cujo apelido era Janúncio. Este caso foi pesquisado e publicado por Bob Pratt no livro Perigo Alienígena no Brasil, pela coleção Biblioteca Ufo, 2003.
Numa noite de janeiro de 1979, este homem voltava da casa do vizinho para a sua, distante 3km quando resolveu fumar um cigarro na escuridão. Tão logo Janúncio acendeu o cigarro, foi atacado por uma “coisa” que surgiu no céu acima dele.Era uma coisa grande e escura que estava apenas a três metros de altura da cabeça dele. Não emitia som. O objeto media uns 7 metros e tão logo surgiu uma porta abriu-se sobre a cabeça dele. Janúncio olhou lá pra dentro da porta, de onde saiu uma luz forte. Lá dentro ele viu uma mulher e um homem sentados em poltronas. Imóveis, olhando fixamente pra ele. Essas pessoas pareciam humanos mas estavam super sérios. Ele sentiu um puxão muito forte, como se um ímã tivesse tentando atraí-lo para dentro da portinhola. Janúncio agarrou-se em uma pequena palmeira. A luz começou a esquentar progressivamente. Janúncio enrolou as mãos e os pés ao redor da planta para não ser tragado pela força invisível. A força aumentou mais e mais. Era um tipo de cabo de guerra com o ufo. A força do dispositivo era tamanha que planta começou a se curvar Janúncio foi sendo arrastado ao redor do tronco. Os tripulantes do ufo ligavam e desligavam a força intermitentemente, puxando o homem para cima e para baixo, como querendo vencê-lo pelo cansaço. Janúncio, homem poderoso de 1,80m e 70 kg que não temia nada nem ninguém, começou a chorar achando que iria morrer. O peito totalmente arranhado contra o troco da palmeira.
Janúncio diz que sabia de alguma maneira que o homem e a mulher no ufo estavam bem bravos de não descolar ele da palmeira e por isso jogaram óleo quente nele. Foi um esguicho que saiu da nave e o acertou.
A coisa espirrou nele e penetrou em sua carne, queimando-o muito. Ao mesmo tempo a luz proveniente do aparelho era muito quente, beirando o insuportável. Certo de que iria morrer Janúncio agarrou-se ainda mais ao tronco. Vendo que nem com o banho de óleo ele largava da árvore, o aparelho fechou a escotilha e voou para longe. O homem voltou para casa quando o ufo sumiu no céu. Chegou banhado num tipo de suor gorduroso. Ele sofreu por dois dias dores provenientes das queimaduras. O homem jamais recuperou suas forças e evitou sair de casa a noite por décadas após aquele fatídico encontro.

Coisa curiosa, poucos meses depois, a mesma experiência ocorreu com o filho de Janúncio, Benedito Henrique de Souza, então com 39 anos, que se agarrou a uma planta, fazendo exatamente como seu pai fez. Do ufo pequenas quantidades de alguma coisa liquida foram borrifadas nele, queimando-o também.
O aparelho tentou abduzir o filho de Janúncio apenas alguns meses após tentar com o pai. Benedito Henrique diz que não se lembra a data exata, mas estima que o encontro mais assustador de sua vida se deu no período da seca, que vai de agosto a novembro e o ano era o mesmo, 1979. Do mesmo modo que seu pai, Beato, (o apelido do filho de Janúncio) diz que viu através da portinhola no fundo da nave três pessoas. Dois homens e uma mulher. Um dos homens era ruivo com cabelos compridos e o olhava com absoluto desprezo.

A questão do desprezo pela espécie humana costuma surgir eventualmente na casuística mundial. O Brasil, em especial é bastante marcado por confrontos entre humanos e não-humanos. Alguns terminam em morte para ambos os lados, como no caso crixás. Outros, como o caso do vigia Daildo, terminam em curiosas surras dadas nos humanos por aliens.

O fato é que não parece haver apenas uma espécie estudando nosso planeta e como os animais não podem esperar a benevolência humana quando se trata de pesquisas científicas, nós não podemos esperar o mesmo de seres superiores tecnologicamente a nós. Na minha opinião, o caso do pedreiro que acordou no alto de uma montanha é o típico caso de desinteresse pela vida humana. Do mesmo modo que pegamos um inseto no mato, estudamos e depois jogamos o animal em qualquer lugar, fazem com a gente.
Obviamente, que é cedo para especular sobre a ação alienígena no caso do pedreiro Odair, que precisa e será analisado em mais detalhes, pois é excessivamente incomum, mas fica aqui o meu posicionamento sobre o caso. Não estou dizendo que foram aliens, mas temos que refletir que não tratamos as criaturas que consideramos inferiores com o cuidado que elas merecem. Por que nos achamos no direito de exigir isso dos “outros”?

Maluco é preso ao tentar vender sua coleção de 750 granadas no Ebay

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Parece até piada, mas a verdade é que um sujeito estava tentando vender no ebay nada menos que 750 granadas diversas, sendo a maioria de fragmentação. Armas de guerra altamente letais, além de um míssil anti-tanque soviético. O arsenal encontrado na casa de David Sampson vale mais ou menos umas 200.000 libras.

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Olha o naipe do cara… Imagina,  deixar este cara bravo não parece ser bom negócio. Você logo vai imaginar que um cara assim é algum tipo de especialista em armas, um museólogo ou dono de antiquário. Nada disso, o cara é instalador de ar condicionado.

A despeito de todo o armamento encontrado, ele foi preso por possuir uma velha pistola Luger da II guerra mundial. Ocorre que possuir uma luger é uma contravenção federal por um tratado de armas de 1968. Graças a pistola Sampson foi condenado a 5 anos de xilindró.

Sampson disse para o juiz que  ele encontrou a arma escondida num compartimento falso da cozinha em outubro de 2006 quando estava de mudança. Ele alegou que a arma era uma relíquia de família dos tempos em que seu avô combeteu na II Guerra. O Juiz decidiu enviar a arma belga  para um museu. Apesar dos riscos do arsenal, Sampson sabia como desativar as granadas e até o míssil. Ele fez isso em casa, arriscando a vida dele e da vizinhança. Curiosamente ele sabia também como reativar as armas. Sampson alegou que vendia as mesmas desativadas no ebay e que era o proprietario legal de todas elas – menos a luger, que ele diz que encontrou.

Olha só o missil que o cara tinha em casa:

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Pensando sobre isso, eu acho que a justiça foi meio exagerada com este cara. Tudo bem que o Sampson tem uma cara de pirado e que não é comum alguém ter quase mil granadas em casa, mas se ele é o dono de tudo aquilo legalmente, se ele desativou todas elas, tem um nome, um endereço, vende isso legalmente no ebay… Acho exagero condenar o cara a 5 anos por ter encontrado a pistola do avô. Pra mim era só a justiça doar a arma dele, e dar-lhe uma multa e tava bom.

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Olha só o nome desse cara!

Se eu te dissesse que existe alguém cujo nome é:

Captain Fantastic Faster Than Superman Spiderman Batman Wolverine Hulk And The Flash Combined

Em português:

Capitão Fantástico mais rápido que o Super-Homem homem-aranha Batman Wolverine Hulke e The Flash combinados

Você provavelmente não acreditaria, mas o fato é que este sequelado aqui:

12258304338029ey8 Olha só o nome desse cara!

Conseguiu mudar o próprio nome para esta excrescência usando um serviço público online pago com uma taxa de 20 dolares. A vó do moleque ficou tão puta quando descobriu o que ele fez que passou a não falar mais com ele.

Capitão Fantástico diz que ele queria ter um nome diferente, algo único e se inspirou em super heróis de quadrinhos para fazer sua escolha.

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Dica do Igor

O bizarro e nojento concurso de levar testículos de boi na boca

Muito estranho isso, mas a foto fala por si:

bullstesticlesfestivalwj1 O bizarro e nojento concurso de levar testículos de boi na boca

Este é um concurso onde os participantes tem que carregar testículos de boi crus na boca. A coisa maluca ocorre em Shepherd’s Shermozzle e se deu na cidade de Hunterville no último fim de semana. No evento, o testículo de boi, fresquinho, tem que ser transportado por 50 metros na boca do cocorrente, percurso no qual ele escorre seu nasuseabundo caldinho e exala aquele cheirinho peculiar na boca do participante.

Josh mAsters, vencedor da bateria disse que não achou tão ruim carregar as bolas de um boi na boca, mas não teria muito prazer em comer aquilo.

O testículo de um touro adulto pode chegar a pesar 1kg. O evento ainda tinha uma prova para o melhor latido de cahorro. O cão vencedor foi Pound, o cão do senhor Guy Peacock

Mas a melhor parte sobre o estranho concurso é o prêmio: Josh Masters que correu com os bagos de um boi na boca ganhou só uma jaqueta e um saco de biscoitos para cachorro ao vencer a prova.

fonte

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