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Os melhores cosplays femininos do mundo
O Cosplay é a arta de se vestir como se fosse um personagem de ficção. O termo vem das palavras em inglês costume (traje/fantasia) e play/roleplay (brincadeira, interpretação). A origem do Cosplay remonta aos Estados Unidos, embora o cosplay no japão tenha uma enorme parcela de contribuição para a divulgação deste hobby no mundo.
Ao que parece, a primeira vez que o Cosplay surgiu, foi em 1939, numa convenção de fãs de ficção científica nos EUA, a primeira WORLDCON, em Nova York. Neste dia, Forrest J. Ackerman, um jovem de 22 anos, e sua amiga Myrtle R. Douglas compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. A coisa virou moda e nunca mais parou de atrair adeptos. Em 1984 um japonês que visitou a Wordcon se impressionou com a capacidade dos americanos de se fantasiar de personagens e levou a moda para a Terra do sol nascente. Assim surgia no japão uma febre que duraria décadas. O movimento foi tão bem recebido no japão que muitas pessoas acabaram tendo a impressão de que o movimento cosplay surgiu lá.
A hegemonia japonesa pelo cosplay se explica porque desde o fim da II Guerra, o Japão desenvolveu uma indústria cultural bastante própria, baseado em personagens de ficção. Some a isso os desenhos animados, que cairam no gosto de todo o mundo e os jogos eletrônicos, e teremos uma explosão de personagens tamanha que não tem fim. No Brasil, o Hobby do Cosplay apareceu no fim da década de 90, graças a popularidade do desenho Cavaleiros do Zodíaco, que passava na TV Manchete. A partir deste desenho foi que apareceram as primeiras convenções de mangá no país, bem como o nome Cosplay e suas respectivas características.
Uma coisa que atrai muitos curiosos são os cosplays femininos. Como no japão existem muitos personagens femininos, é natural esperar que um volume enorme de cosplays sejam de meninas vestindo-se como seus personagens preferidos. Este post mostra uma singela seleção de bons (e sensuais) cosplays femininos.
Este post tem muitas fotos. Não recomendo para quem tem conexão ruim. Festival internacional de robôs
Muito interessantes as fotos dos robôs exibidos no festival internacional dos Robôs que ocorre todo ano no Japão. Tive a nítida sensação que o design dos robôs deu uma bombada nos últimos anos. Parece que estamos nos aproximando rapidamente do ponto que separa a ficção científica da realidade. Não duvido que em alguns anos este robô branco aqui possa estar policiando áreas de risco.
Obviamente não será branco assim, mas numa situação de confronto urbano, pode ser fabricado na cor de tijolo. E se bobear, com uma camuflagem no melhor estilo predador. As dez mais loucas versões da musica do Mario
Mario? Que Mario? Não, não é aquele que te carcou atrás do armário, mas sim o personagem possivelmente mais famoso ( e antigo) do mundo dos jogos, o Mario Encanador, conhecido originalmente como “jumpman”: Pois é, meu amigo. Hoje em dia, do jeito que o mundo está, saber a história dos personagens de videogames é tão importante (ou mais, dependendo da área que você queira trabalhar) quanto conhecer a história de pessoas famosas ou vultos históricos, como Mussolini, Cleopatra, Tales de Mileto, Moisés, Hitler, Luis XVI… ![]() Este é o Jumpman original O nome Mario surgiu graças a uma coincidência. Para dar destaque ao bigode do boneco, foi adicionado um nariz protuberante no personagem do jogo. Nesta época os jogos eram de baixíssima resolução, o que obrigava o programador a criar o desenho programando-o pixel a pixel. 1- Tema de Mario a capella (com bônus do tetris, entre outros clássicos do vdeogame. Muito legal este video) 2- Tema de Mario tocado num CD. (veja o video e fique bolado como eu fiquei) 3-Tema do Mario “tocada” por uma cortadora a laser (o som provém das engrenagens!) 4-Carrinho de controle remoto e garrafas cheias de água. (muito bizarro!) Note a cara de espanto do vigia. 5-Régua? Incrível! 6- A musica tocada no Theremin 7-Piano 8-Versão Orquestrada: 9-Contra-baixo: 10-Versão tocada (CARACA!!!) com a Mão: 11(bônus nerd)- Musica do Mario tocada com bobinas tesla: A aparição no elevador
Veja que coisa estranha. Confesso que me deu um calafrio. Seja real ou fake*, é maneiro. (não é babaquice de susto. Pode ver numa boa) Firme e forte após os 70
Em 1980, nossa esperança de viver era de 62,5 anos. Hoje, a expectativa de vida nacional já ultrapassa os 70. Pois no Japão, um coroa de 74 chamado Tsutomu Tosuka tirou onda ao abocanhar o primeiro lugar num concurso de fisiculturismo. Olha o naipe do velho, meu:
Por incrível que pareça, ele nunca se preocupou em malhar na vida até chegar aos 40 anos. Desde então começou a espantar as pessoas na academia com sua força de vontade e vitalidade. Agora aos 74, Tsutomu vence o Japan Masters Bodybuilding Championships na categoria sênior. Espero que ele tenha obtido este shape sem usar bomba. Sabendo que os orientais tem uma enorme tendência de entrar de corpo e alma em tudo, não duvido que ele realmente nem tome bomba para ficar assim. Tsutomu dá uma lição de vida em todos os que pensam que pessoas acima de 65 anos só podem encostar e esperar a morte. E o cara começou aos 40… Sinal de que ainda tenho cerca de uma década para dar jeito nesta carcaça.
As figuraças de Harajuku
Harajuku é o nome de uma região de Tóquio, que é famosa por ser a “área fashion” do Japão. O lugar fica no bairro de Shibuya. É normal vermos por ali – principalmente nos finais de semana algumas pessoas com visual bem estranho. O melhor horário pra ver esse povão é lá pelas 11h da manhã. Numa rápida visita a Harajuku é possível ver de pessoas vestidas com cosplays a verdadeiras fantasias de carnaval ambulantes. Eles ficam lá na maior paz, sentadinhos, comendo lanchinhos, fumando ou só posando para turistas sedentos de fotos. Para saber mais sobre este local, entre aqui. (obs: Dicas da Miyuki)
Muitas imagens! Click to continue » Robôs gigantes
Pois é. Parece que os desenhos animados estão começando a botar um pé na realidade. Os japoneses estão construindo um robô gigante para celebrar o trigésimo aniversário do Gundam. Ela terá luzes emitidas de mais de 50 pontos da estátua e alguns lugares emitirão fumaça. O robô, que se chama RX-78 é na verdade (óbvio) uma estátua gigante, feita de fibra de vidro e plástico e infelizmente será desmontada depois do período de comemorações (2 meses). A Bandai NAMCO ainda está definindo o que vão fazer com a estátua após o período de exposição. Há rumores de uma possível venda do RX-78 no Ebay. O Robô tem 18 metros de altura e pode ser visto de longe. Este não é o primeiro robô gigante construído no Japão. Nos anos 90 uma réplica de 2/3 do modelo LM312V04 (Victory Gundam) foi construído, atingindo a altura de dez metros. Em 2007 uma réplica oficial de tamanho real do RX-78 foi construída no parque temático Fuji-Q Highland aos pés do Monte Fuji. E parece que já tem planos para uma nova construção de robô gigante como forma de comemorar o aniversário de Mitsuteru Yokoyama, criador da série. Robôs gigantes no Brasil? É deveras impressionante a fixação que os japoneses tem com robôs gigantes. Desde que me entendo por gente vejo seriados diversos cujo final se resume a monstros de espuma lutando contra robôs gigantes sobre maquetes, que invariavelmente acabam totalmente destruídas. Foi assim desde spectreman aos famigerados Power Rangers. Oficialmente, um sentai é um filme de grupos de heróis coloridos. Mas o estilão do seriado e as bases que controlam praticamente todos os filmes de hoje, vem dos longínquos e baratos seriados televisivos japoneses. Trata-se de um estilo de seriado que surgiu na década de 60, época do famoso National Kid (que nem era ator. O cara era bancário!). Não havia muita coisa porque o Levi tinha criado o Mega Powers porque pensava que estava com poucos projetos para apresentar. Assim, ele inventou uma coisa qualquer apenas para funcionar como “Boi de piranha”. Mais para fazer volume. Afinal, quem em sã consciência ia tentar fazer uma réplica nacional do Power Rangers? Como tudo na vida de quem trabalha com essas coisas, graças a imprevisibilidade do cliente, o boi de piranha foi alçado aos píncaros da glória. Tão logo o cliente bateu os olhos na proposta, ficou maravilhado. O Levi disse que na hora ficou até meio puto, porque ele tinha trabalhado duro durante anos no projeto Dogmons para ver o boi de piranha e “cópia deslavada de Power Rangers” ser a “bola da vez”. Seja como for, os caras da empresa gostaram e quiseram lançar o primeiro sentai brasileiro. Era início de setembro e o video deveria estar pronto, gravado e embalado, já nos pontos de venda para o natal. O dinheiro liberado, pouquíssimo, era para a construção de quatro episódios de 40 minutos, apenas para “sentir o mercado”. Mas pensando friamente, do ponto de vista de uma produção, isso dá um longa metragem, que seria lançado em um DVD. Por exemplo. As cores dos Mega Powers eram amarelo, vermelho e azul. Sabe porque? Porque eram as cores que a empresa que vendia lycra no bairro do Rio Comprido tinha pra vender. Com um olhar crítico sobre a coisa que ele mesmo criou, Levi pensou: “Isso tá uma merda…Vai ser o meu maior fracasso. ” A história é enrolada e meio controversa. Tem a Disney e o seu respectivo império comercial no meio. Segundo o Levi, um sujeito chamado Saban (ok, eu admito que não lembrava o nome do cara. Vi na wikipedia) que sempre foi um cara esperto, fez um contrato de exclusividade com a Fox, vendendo uma série de filmes que chamou de Power rangers. Inclusive o cara teria até usado cenas de diversos sentais diferentes feitos no japão para fazer um filme novo, com cara e estilo ocidental. O cara gravava cenas com atores americanos na Nova Zelândia e mixaria com cenas prontas de outros sentais feitos no japão. Como a Toei detinha a exclusividade de exportação dessas séries para o ocidente, o tal Saban fez um contrato com ela e isso simplesmente estragulou o mercado, deixando como único produto disponível o -caro- Power Rangers. A Wikipedia diz que isso é boato, mas o Levi me garantiu que é justamente isso. O que não é nada de se espantar, já que o mundo está cheio de manobras comerciais desse naipe. Quando eu fui convidado para trabalhar no Mega Powers, o Levi pretendia fazer uma segunda edição, sendo esta de dez capítulos inéditos, com roteiro sensívelmente melhorado, com efeitos de grande qualidade e atores bem treinados e dirigidos. Minha missão seria bolar o visual dos novos heróis, agora numa produção mais parruda. Eu ia criar de tudo. Dos capacetes, às roupas, passando pelas armas e se bobear, novos robôs gigantes – e toda uma linha de brinquedos. O carpete vivo
Carpete é aquele troço que todo mundo conhece. Peludinho, quente e -quando velho – máquina de causar alergia.
Além disso, o substrato é feito com uma fibra gerada com ácido polilático natural, o que faz com que em dez anos este material tenha se tornado solo fértil.
Parece plastico quando você aplica e logo depois ele é biodegradado, gerando um ambiente altamente nutritivo para o musgo crescer. Como resultado de impacto, há apenas a liberação de água e CO2. Como o CO2 é aproveitado pela planta no processo de fotossíntese, na pratica ele produz apenas água.
O material revolucionário além de decorar, permitirá soluções de recuperação ambiental, evitando que grandes áreas se solo acabem ressecando devido ao sol. Certamente este carpete não é feito para pessoas andarem em cima.
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