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Cachorro sobrevive após comer cem pregos de uma só vez

Todo mundo que tem ou teve cachorro sabe como eles são capazes de comer qualquer coisa. Sobretudo se é importante.
Mas alguns vão longe demais. Veja por exemplo este cão, um Basset hound de três anos, que comeu de uma só vez 100 pregos, e sobreviveu. Ele precisou ser operado e o veterinário levou mais de uma hora para conseguir tirar cada um dos cem espetos que ele engoliu. Alguns pregos chegaram ao intestino do animal. Felizmente os pregos não perfuraram nenhum órgão e o basset já está pronta para outra.

Via Associated Press
(viu que bizarro aquela poltrona em forma de sapato?)
Eu já havia comentado sobre cães que comem de tudo aqui em outro post, que inclusive, me rendeu um Xbox. Confira.

Cães que comem de tudo

“Meu cachorro comeu”.

Esta é uma das frases que certamente está descrita em detalhes no “livro negro dos professores carrascos” como a pior e mais deslavada desculpa que os alunos dão para não fazer a lição.

Embora eu reconheça que muitos alunos usam a desculpa do cachorro que come tudo na maior cara-de-pau, há, por outro lado, evidências concretas de cachorros que realmente comem de tudo. Existem inclusive evidências de que certos cães tem preferências bem bizarras na hora de comer o que não devem.

Eu tive a idéia deste post lendo no portal do MSN a notícia de que uma cadela filhote de bull terrier que comeu uma flecha de brinquedo com 27 centímetros – quase o tamanho dela. Isso em termos humanos, significaria um cara de 1,80 metros comer inteiro, um cachorro-quente de um metro!

Obviamente a cadela precisou ser operada para a retirada da flecha. Veja o raio X:

4f96c2dcbaea4fa7e98c20a28487eb486 Cães que comem de tudo

Se podemos dizer que cães são capazes de comer de tudo, colocando sua própria vida em risco, devemos também reconhecer que eles são bastante seletivos quanto ao objeto a ser comido. Eu que já tive cachorro posso dar meu depoimento de que os cachorros são mestres em aprontar verdadeiras barbaridades quando se trata de comer o que não devem.

Me parece que o cão, este sacana de quatro patas que amamos odiar, dá uma preferência na seguinte ordem:

  • Coisas caras
  • Coisas novas
  • Objetos raros
  • Objetos de valor inestimável e únicos – Heranças de família, móveis antigos, itens de coleção, etc
  • Documentos e objetos de grande importância para o dono – contratos, provas, documentos pessoais, etc
  • Coisas corriqueiras mas importantes – Celulares, agendas, chaves de carro, etc
  • Equipamentos eletrônicos – Plugues, cabos, fios, aparelhos eletrônicos, brinquedos
  • Sapatos
  • Coisas que fazem sujeira – Papel higiênico (incluindo o usado da lixeirinha), sacos plásticos, etc

Muitos cães são tão sacanas que na hipótese de encontrar um manancial vasto de destruição potencial, como dois pares de sapatos sob a cama, eles conseguem escolher o mais caro.

O cão tem algum tipo de sexto-sentido na hora de escolher o “alvo”. Nunca a “lei de Murphy” foi tão certa, o que me leva a questionar cá com meus botões se o Murphy tinha um cachorro. Certamente devia ter, ou do contrário, ele não saberia que se algo pode dar errado, dará. E dar errado com um cachorro comilão é simples: Basta que você tenha um objeto pessoal, brinquedo, item de mobília ou qualquer coisa de valor dentro de quatro paredes e ao alcance dos dentes dele, para aquilo virar uma “janta potencial”.

Eu tive um cachorro que se chamava Rex I. Como a esta altura você deve imaginar, o cão se chamava Rex I porque em seguida surgiu o Rex II, que era pra ser o clone do Rex I. Pelo menos na aparência era bastante similar, mas enquanto o falecido Rex I era um gênio, o Rex II era um completo retardado. Rex II era o Mr. Bean dos cães.

Os dois comiam toda sorte de porcariadas que achavam pela frente, mas o Rex I, em suas astúcia sacana, dava clara preferência a comer plugues. Valia qualquer tipo de plug, desde que fosse importante – ou caro.

Se o Rex I sumisse, certamente ele estaria sob um acama ou sofá, mascando demoradamente um plug da tevê, do computador ou mesmo um cabo de rede. O cachorro era tão esperto que sabia que aquilo era errado, mas a compulsão era maior do que ele. O rex I não aguentava e após destruir um plug qualquer, ele mesmo corria todo encolhido para debaixo da mesa da sala, aguardando pela esculhambação. Não raro, descobríamos o Rex encolhido, e então tínhamos que começar um check out pela casa para descobrir onde estaria a vítima ou seus restos mortais. Não raro, o pedaço de plug só era localizado posteriormente, no cocô do infeliz.

Bater não adiantava, gritar idem e nem mesmo esfregar o plug comido na cara dele. Ele sabia que estava fazendo merda e até hoje não sei como, ele conseguia comer até plug de tomada sem tomar choque.

O seu sucessor era também um pequeno mestre em aprontar marmotas, mas ele nunca comia plugues. O Rex II gostava mesmo era de comer as mãos dos comandos em ação. Não me pergunte porque, mas o cachorro era louco em comer brinquedo, dando clara preferência a braços e pernas. Dada a estupidez completa do Rex II, eu suponho que ele comesse as pernas e braços apenas porque eram mais fáceis de morder. Nada comparado ao gênio maquiavélico do Rex I, que certa vez, comeu o plug de conexão do carregador da câmera de video VHS novinha trazida do Paraguai. Coisa rara na época. Com apenas meia dúzia de mordidas, ele conseguiu transformar um caro e cobiçado item tecnológico numa sucata quase sem serventia.

Fora minha experiência com os cães domésticos, a rede está repleta de histórias curiosas, e algumas eu diria, até escabrosas de coisas bizarras comidas pelos cachorros. Volta e meia eu vou atrás de uma ou outra dessas, porque é engraçado descobrir que não é só a gente que se ferra com esses diabinhos de quatro patas. Quer alguns exemplos?

  • Estrela de belém
  • Pato de borracha
  • Celular
  • 13 bolas de golfe
  • Faca
  • Facão
  • Gancho
  • Corrente de aço
  • Chave do carro
  • Controle do Wii

Confira algumas dessas coisas (com as radiografias) no meu post sobre coisas bizarras que os cachorros comem.

Os Moglis reais – Casos assombrosos de crianças criadas por animais

Quem nunca viu aquele desenho da Disney “Mogli”? Na história de Rudyard Kipling, imortalizada no traço da Disney, um menino é criado por animais selvagens e tem como amigos macacos e ursos.
mogliy Os Moglis reais   Casos assombrosos de crianças criadas por animais
Pode parecer incrível, mas a história da humanidade está recheada de lendas e fábulas sobre crianças sendo criadas por animais. Talvez um dos maiores expoentes disso na nossa cultura ocidental, seja o clássico literário de Edgar Rice Borroughs, “Tarzã, o rei dos macacos”.

Em contrapartida, na história das civilizações antigas, a criação por animais é parte integrante de sua existência. Veja por exemplo o caso de Rômulo e Remo. Dois gêmeos recém nascidos do século VIII A.C. que abandonados por um tio, encontram numa loba sua mãe adotiva. Alimentados pela loba, Rômulo e Remo crescem e posteriormente são encontrados por um pastor, que os ensina a agir como humanos. Os dois dão origem a uma civilização que posteriormente dominou o mundo: Roma. Ficção? Talvez.

Muitas vezes, é bem difícil separar o joio do trigo nessas lendas, mas sabemos que muito do que se pensava ser apenas mitologia tem um fundo de verdade. O ser humano, quando extirpado de seu local numa estrutura social organizada, perde quase completamente o comportamento e adota uma forma de vida eminentemente selvagem, regredindo milhares de anos de evolução num piscar de olhos.

Geralmente, a tentativa de resgatar essas pessoas e trazê-las de volta para a sociedade de onde saíram, resulta em retumbantes fracassos e sofrimento de ambos os lados. Uma vez selvagem, dificilmente o ser humano consegue se reintegrar à civilização. Este fator, percebido em inúmeros casos de tentativas de reintegração,  expõe duramente  uma verdade:  A de que a Humanidade só evolui em conjunto. Pensamos nossa vida de modo individual e podemos ter a ilusão de que nós nos bastamos, mas essas histórias mostram o quanto somos dependentes do outro. Isso nos mostra também, o poder da linguagem, que permeia as sociedades pré e pós-civilizadas desde um período anterior aos dois milhões de anos atrás e que segundo muitos estudiosos foi o que nos separou dos animais selvagens e propiciou uma rápida ascensão evolutiva e também na cadeia alimentar.

Pensando nisso, acredito que seja interessante agrupar aqui alguns dos mais interessantes e intrigantes casos de crianças que foram adotadas e curiadas por feras selvagens, vivendo como animais, alheios ao mundo e até da  percepção de que pertenciam a uma outra espécie.

O menino lobo de Hesse -

Este é um dos casos mais antigos já registrados de crianças humanas vivendo como feras. O menino logo de Hessie foi precariamente registrado, o que gerou conflitos e imprecisões históricas. Estima-se que o menino lobo de Hessie, pode ser a soma de três casos distintos.

Em 1344, (com variações entre 1544 e 1744) caçadores do reino alemão de Hesse capturaram um menino que tinha entre 7 e 12 anos de idade. O menino estava completamente fora de si, e agia como um animal. Ele estivera vivendo com os lobos durante grande parte de sua vida. Monges Beneditinos que registraram o caso em seus alfarrábios contam que o menino teria sido roubado da família aos três anos, pelos próprios lobos que o criaram.

Quando descoberto na floresta, o menino vivia nu, se alimentava de carne regurgitada pelos lobos e dormia em tocas cavadas no chão.  Além disso, o menino logo de Hesse corria de quatro com extrema habilidade, e era capaz de saltar distâncias impressionantes para sua idade. Tratado como uma curiosidade anormal por seus captores, o menino não sobreviveu mais que uns poucos dias. Existem suposições que a morte do jovem tenha se dado em função de uma dieta reforçada de alimentos cozidos.

O segundo menino de Hessie, como é conhecido, pode ser apenas uma versão errada do primeiro menino, mas também é possível que se trate  de uma outra criança. Este nunca teria sido capturado por humanos, embora houvesse tentativas infrutíferas de capturá-lo. Em alguns relatos, o segundo menino teria mordido, arranhado seus captores e fugido para a parte mais densa da floresta na companhia de uma alcatéia, para nunca mais ser visto.

O menino lobo de Wetterau

O caso do menino Lobo de Wetterau ocorreu em 1344, durante um inverno excepcionalmente frio. Nobres Caçadores que se embrenhavam nas florestas de coníferas em busca dos lobos, descobriram um menino que estava vivendo com uma alcatéia nas proximidades de uma fazenda chamada Echtzel. Os nobres capturaram o menino, que foi levado de volta à civilização. O menino viveu até os oito anos de idade. Especulou-se que dada a proximidade e a pouca idade da criança, ele poderia ter sido roubado da fazenda.

O menino lobo de Ardennes

Outro caso interessante de criança capturada por lobos foi relatado no livro “Schediasma de hominum inter ferus educatorum statu naturali solitario”, Publicado em1730. Neste livro,  Koenig, Henricus Conradus conta que uma criança foi roubada por lobos e criada por eles. Quando descoberta, ela agia como um animal selvagem e só comia carne crua. Criada por uma família e alimentada gradualmente com outros alimentos, vivendo na presença de outras crianças, seu comportamento bestial foi gradualmente sumindo e ela inclusive aprendeu a falar.

O menino urso da Lituânia

Em 1661, numa floresta da Lituânia, um grupo de caçadores em busca de peles encontrou um menino vivendo em meio a um grupo de ursos. Apesar da forte resistência imposta pelo menino, que mordia,  arranhava e se debatia ferozmente, ele foi capturado. O menino urso foi levado para Varsóvia, na Polônia e batizado como Joseph. Durante anos o menino continuou a comer apenas carne crua e pastar na grama. Embora nunca tenha deixado de rosnar, Joseph adquiriu um limitado vocabulário e terminou sua vida como empregado de um nobre polonês.

O menino ovelha da Irlanda

No ano de 1672, um jovem de apenas 16 anos foi descoberto preso numa armadilha nas montanhas da Irlanda do Sul. Desde que fugira da casa dos pais quando criança, o jovem viveu com um rebanho de ovelhas selvagens. Embora só comesse capim, ele era curiosamente saudável e também bastante musculoso. Levado numa rede para a Holanda, ele foi entregue aos cuidados do Dr. Nicholas Tulp, de Amsterdã. O menino nunca aprendeu a fala humana e berrou como uma ovelha por toda sua vida.

A menina urso de Fraumark

Em 1767, dois caçadores capturaram uma jovem que os atacou depois que eles atiraram num urso, durante uma caçada nas montanhas de Fraumark, na Hungria. A jovem de 18 anos era alta e bastante musculosa. Segundo indícios, ela estava vivendo com os ursos desde a infância. Mais tarde ela foi internada num asilo em Karpfen, porque se recusava a usar roupas e comer qualquer coisa que não fosse carne crua ou casca de árvore.

Dina Sanichar

O caso de Dina Sanichar é emblemático. Ele foi encontrado nas florestas úmidas da Ìndia, vivendo com  lobos selvagens e habitando uma caverna em Buland-shahr. O Jovem foi levado para o orfanato de Sekandra, próximo a Agra, onde recebeu o nome de Dina Sanichar. O menino nunca conseguiu usar roupas e passava o dia afiando os dentes em um pedaço de osso. Ele ficou 28 anos no orfanato, mas nunca falou. Em 1895, ele morreu de tuberculose agravada pelo único hábito humano que aprendeu: Fumar tabaco.

William Mildin, o rei dos macacos

Este caso carece de mais dados comprobatórios e muitos acreditam que tenha sido o caso que inspirou a história de Tarzã. Nele, um jovem (que investigadores do caso acreditam chamar-se William Russel) William Mildin, que seria o 14 conde de Streatham. Ele era uma criança de 11 anos quando teria naufragado na costa oeste da África em 1868. Mildin teria conseguido chegar a costa de alguma maneira e lá foi adotado por uma família de macacos, onde viveu por 15 anos, até ser descoberto e levado para a Inglaterra.

Amala e Kamala

amala e kama Os Moglis reais   Casos assombrosos de crianças criadas por animais

Na faculdade de Psicologia, nós estudamos alguns desses casos, e um dos mais interessantes pra mim foi o caso de Amala e Kamala, ocorrido no ano de 1920. O caso das jovens, um dos mais fartamente documentados, é relatado por um padre, o reverendo J.A.L. Singh, que capturou as duas crianças, uma com 3 e outra com 5, que estavam vivendo em uma alcatéia. Os lobos que as adotaram viviam nas florestas próximas a vila de Midnapore, na Ìndia. Batizadas de Amala e Kamala, as duas meninas eram mudas, só emitindo grunhidos e rosnados.

kamala Os Moglis reais   Casos assombrosos de crianças criadas por animais

Elas andavam de quatro e só comiam carne crua. Após um ano na civilização, Amala morreu. Kamala aprendeu a ficar em pé e adquiriu um vocabulário limitado de 45 ou 50 palavras antes de finalmente morrer, em 1929.

Posteriormente, surgiram rumores de que a história de Amala e Kamala seria uma fraude deliberada para tentar obter proventos e sustentar o orfanato do padre. Fortes evidências surgiram que indicam isso, deixando dúbioa a questão. Independente da questão fraudulenta da história, muitas pesquisas sobre a linguagem e o desenvolvimento cognitivo usaram Amala e Kamala para ilustrar pontos de vista, e por isso a história das meninas é ensinada até os dias atuais. fonte

O menino Leopardo de Cachar

O menino leopardo de Cachar foi descoberto em 1938 por um esportista inglês, que viu o jovem, de oito anos morando com uma fêmea de leopardo e seus filhotes nas montanhas de Cachar, ao norte da Índia. O menino, que fora levado pelo leopardo cinco anos antes, foi posteriormente devolvido a sua família de origem que era composta de fazendeiros e camponeses. Embora ele fosse quase cego, o jovem conseguiu identificar indivíduos e objetos através de seu olfato extremamente desenvolvido.

Ramachandra – O menino anfíbio

Um caso bastante curioso de crianças-fera é o de Ramachandra, um menino descoberto em 1973, vivendo na beira do rio Kuano, na Índia.Embora tenha sido testemunhado em 1973, o menino anfíbio só foi capturado em 1979. O jovem foi levado para um vilarejo próximo ao rio, onde tentaram criá-lo como uma pessoa normal. Mas ele nunca andou de pé. Pulava como um sapo e passava as horas contemplando a beira do rio. Não aprendeu a falar e preferia comida crua. Ele também nunca usava as mãos para pegar a comida. O menino anfíbio morreu em 1982, após se aproximar de uma mulher indiana (especula-se) com o intuito de copular. A mulher se assustou e vingou-se do menino anfíbio jogando água quente no corpo dele.

Traian C?ld?rar
meninoz Os Moglis reais   Casos assombrosos de crianças criadas por animais Em fevereiro de 2002, um pastor da Romênia, descobriu o jovem, morando numa velha caixa de papelão em meio a floresta. Desnutrido, doente, com feridas provocadas pelo intenso frio e nu, o jovem foi levado para um orfanato a 110 milhas de Bucareste. Os médicos que o examinaram disseram que ele não poderia viver sozinho naquelas condições e especularam que ele vivia com uma matilha de cães. Trainan não sabia mais falar. Em seguida, descobriram a mãe do jovem, Lina C?ld?rar que disse acreditar que ele fugiu de casa devido aos maus tratos infligidos pelo pai violento. Um tempo após voltar para casa, o jovem já se comunicava oralmente e gradualmente avançou para um comportamento socialmente aceitável. fonte

A menina das selvas

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Uma jovem cambojana surgiu das selvas em janeiro de 2007. Imediatamente após o aparecimento da “menina das selvas” uma família reclamou seu parentesco, afirmando que se tratava de Rochom P’ngieng, nascida em 1979. A jovem foi descoberta quando roubava comida de uma fazenda. Não se sabe como ela foi parar na selva, e os parentes acreditam que “maus espíritos” a roubaram da família. A jovem parecia entender o que falavam com ela, pois obedecia ordens. Mas não falava e não pegava nada que não dessem a ela diretamente.

Levada para casa, ela foi vestida e obrigada a se comportar como uma pessoa civilizada. Logo, a menina apresentou sinais de depressão e numa noite, livrou-se das roupas e fugiu de volta para a floresta.

Meses depois, ela foi recapturada e novamente conduzida para casa. Depois de um longo período de adaptação a jovem começou a se afeiçoar aos parentes, sobretudos as crianças pequenas, que ela abraça e beija todo o tempo. È com os pequenos que a jovem se sente segura, pois sorri e brinca contínuamente.

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Oxana Malaya – A menina bicho

oxana01 Os Moglis reais   Casos assombrosos de crianças criadas por animais

Oxana viveu a maior parte de sua vida na companhia de cães selvagens na Ucrânia.

Filha de pais mentalmente perturbados e alcoólatras, a menina foi expulsa de casa com apenas três anos. Adotada por cães, ela passou a viver com eles numa espécie de cabana que havia nas proximidades da sua antiga casa.

Graças ao contato, a jovem desaprendeu tudo que sabia de hábitos humanos e adquiriu comportamentos e maneirismos de cachorros.  Ela late, anda de quatro e se coça como um cão. Ela só sabe dizer “sim” e “não”. A jovem adquiriu grandes habilidades como olfato apurado e audição excepcional. Sem estímulos intelectuais e emocionais a mente da menina é praticamente a mesma de um cachorro.  Até 2006, com 23 anos, a jovem vivia num lar para pessoas com problemas mentais.

Lyokha – Desaparecido

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Encontrado em dezembro de 2007 numa  floresta de Kalunga, na Rússia, em companhia de uma família de lobos, o jovem russo foi conduzido a um hospital, onde foi cuidado, teve suas enormes unhas cortadas e recebeu banho e tratamento médico. O jovem agia como um lobo, mordendo e grunhindo. Andava de quatro e não falava. Apenas grunhia.  O caso dele foi publicado até aqui no blog.

O jovem Lyokha aproveitou-se de um descuido e conseguiu fugir do prédio de volta para a floresta, onde nunca mais foi visto.  Acredita-se que ele ainda esteja em companhia da família de lobos. fonte

Natasha – O caso mais recente

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O caso de Natasha aconteceu na cidade russa de Chita, em 2009. Natasha é uma menina de apenas 5 anos que viveu trancada num cômodo, sem praticamente nenhum contato com o ser humano. Ela ficava junto com cães, gatos e sem nenhum tipo de aquecimento ou higiene. Quando foi encontrada, a menina não sabia falar. Apenas latia e rosnava, pulando nas pessoas em uma busca desesperada por atenção, como apenas os cães fazem.

A jovem havia sido raptada do colo da mãe ainda bebê pelo próprio pai, que a escondeu numa casa caindo aos pedaços, cheia de lixo e sem nenhuma condição de habitação. O homem trancou a menina no cômodo e chegou a lutar com a polícia, quando anos depois do sequestro, os oficiais chegaram no cativeiro para resgatar a criança. O pai dela foi preso, mas já está solto, aguardando julgamento.

fonte

O caso de Natasha lembra o de um outro famoso selvagem, Kaspar Hauser.

Misha Defonesca – A fraude

Esta jovem tinha apenas sete anos quando seus pais foram capturados por nazistas. Escondida numa casa segura a jovem se manteve ilesa da ação dos nazistas. Misha ficou na casa durante um longo tempo, até que com medo de ser descoberta ela fugiu para a floresta, onde sobreviveu se alimentando de frutinhas e comida roubada de fazendas. A Segunda Guerra seguiu violenta, e a jovem andou por meses através das florestas, cobrindo 4.800 km durante quatro anos de solidão, andando com medo da guerra e em busca dos pais. Ocasionalmente, a jovem vivia com uma alcatéia. Posteriormente, a jovem deu seu testemunho sobre a vida que levava.

Em minhas viagens, eu podia dormir profundamente na companhia dos lobos. Os dias com minha família de feras multiplicavam-se. Não tinha idéia de há quanto tempo estava com eles. Achava que ia viver com os lobos para sempre e isso me parecia melhor que voltar ao mundo humano. Hoje, as lembranças daqueles dias são cinzentas. Foi uma experiência maravilhosa”

A história da menina virou um livro autobiográfico  em 1997. Posteriormente, a história foi convertida num filme, e tempos depois, os editores e o autor confessaram que tudo não passou de uma fraude.  fonte fonte

Embora existam algumas fraudes como a de Amala e Kamala, Misha Defonesca e etc, o numero de seres humanos que adquirem comportamentos selvagens em ambientes hostis, muitas vezes na companhia de animais selvagens é expressivo. Pode parecer, aos olhos do leigo, que tudo é fraude ou erros de interpretação de histórias do passado, ou ainda, manipulações da imprensa marrom para vender jornal. Mas o fato é que o ser humano demonstra uma impressionante adaptabilidade e estes casos de crianças-fera mostra exatamente isso.

Para quem ficou curioso e gostaria de saber mais casos de pessoas assim, confira este site, que contém uma lista de todos os casos de crianças-fera  investigados e comprovados.

Espero que tenham gostado. Até a próxima.

A sobrevivente

sophie
Eu li no blog do meu amigo Francisco – Os Deuses devem estar Loucos - uma história sensacional sobre uma cadelinha que caiu no mar durante uma tempestade.

O que seria o fim da linha para a grande maioria dos animais domésticos (tirando peixes de água salgada, :lol2: ) mostrou-se apenas um desafio para Sophie Tucker, esta cachorrinha aí:

sophie1499x3741777405 A sobrevivente

Ela caiu no mar durante uma tempestade, que a derrubou do barco num passeio da família na costa da Austrália. Sophie é um cão doméstico, acostumada a comer ração e viver dentro de casa, com todo o conforto. Mas quando caiu na água um tipo de instinto de sobrevivência falou mais alto.

Ela nadou do local do incidente até a ilha de St. Bees, ou seja, nove quilômetros no mar! Veja no gráfico do Francisco o percurso que a valente animal fez:

sophiemap1665813 A sobrevivente

Chegando na ilha, a cadela sobreviveu por seus próprios méritos por 4 longos meses. Durante este tempo ela precisou caçar roedores e outros animais pequenos para sobreviver. Depois de quatro meses sozinha na ilha, Sophie foi encontrada por guardas florestais que patrulhavam a área. A família Griffith estava triste de ter perdido um membro da família e ficaram um pouco apreensivos quando souberam que um cão havia sido encontrado numa ilha. Mas eles mesmos não acreditavam muito que pudesse ser Sophie, dada a grande distância do acidente à ilha.

Em todo caso, foram até lá. Chegando no posto eles viram que era mesmo Sphie, que teve um ataque de felicidade quando viu seus donos. Ela começou a golpear a jaula e gemer. Quando os guardas abriram a jaula onde ela estava ela correu e pulou sobre eles, super feliz.

Os donos levaram Sphie de volta para casa e todos ficaram felizes. Uma aventura e tanto. Isso dá até filme da Disney.

O menor cachorro do mundo

auauzinho
Caraca, provavelmente este aí é o menor cachorro do mundo. Ele mede um terço do tamanho de um porquinho da índia normal!

worldssmallestpuppy300x O menor cachorro do mundo

Ele é um filhote da raça jack russel com chiuaua. Não sei se é certo atribuir a ele o titulo de menor cachorro do mundo, já que ele é um filhote ainda. Mas é o que os jornais estão fazendo. fonte

Experimentos de reviver animais mortos

auau
Atenção: Se você é sensível, NÃO VEJA ESTE VIDEO! As experiências mostradas ele são cruéis, feitas num tempo em que não se considerava maldade decepar a cabeça de um cão só pára ver o que acontecia.

Durante vários anos, na União Soviética, experimentos dignos do Dr. Frankenstein foram levados a cabo por pesquisadores médicos. Eles objetivavam descobrir mecanismos de superar a morte. Para tal, usaram animais e seus órgãos em pesquisas absolutamente bizarras e chocantes.

Neste video anexo você verá um coração funcionando sem um corpo, pulmões operando sem uma criatura viva e talvez o mais bizarro de tudo: Um cachorro sem corpo, sendo só a cabeça ligada a aparelhos que mantiveram suas funções básicas em atividade.

As cenas são tão assustadoras e impactantes que o meu amigo Kentaro Mori lá do Ceticismo Aberto resolveu investigar.

Segundo o Mori apurou, mesmo este video sendo uma peça de propaganda russa, recorrendo a dramtizações para mostrar os procedimentos, de fato experimentos bizarros com animais foram levados a cabo na década de 40. Mas não só na Rússia. Vários países deram suas contribuições para ramos de uma pesquisa que durante muitos anos se manteve em sigilo dadas suas características grotescas.

Os experimentos de manutenção de vida em cabeças de cachorro decepadas levaram ao aperfeiçoamento dos transplantes de cabeça.

Isso mesmo, você não leu errado. Eu disse TRANSPLANTES DE CABEÇA!

O video acima é certamente uma peça de propaganda soviética da Segunda Guerra Mundial, mas isso não afeta em nada a crueza assustadora das pesquisas. Eu realmente desejei que isso fosse mais uma das dezenas de milhares de fraudes da internet. Porém, tudo leva a crer que os caras fizeram mesmo isso (e muito mais).
Segundo o Mori disse acerca deste video:

O filme supostamente documenta experiências realizadas pelo Dr. S.S. Bryukhonenko no Instituto de Fisiologia e Terapia Experimental na U.R.S.S. Foi lançado em novembro de 1943, quando o Conselho Nacional de Amizade Americano-Soviética e a Sociedade Médica Americano-Soviética o exibiram a mil cientistas americanos na cidade de Nova Iorque.

(No site Ceticismo Aberto estão dados para download que apóiam estas evidências)

Certamente que as experiências assustadoras de trazer animais mortos de volta à vida, disciplina batizada de “reanimatologia” não pararam aí. Em 1954, Vladimir Demikhov um renomado reanimatologista não só trouxe de volta uma cabeça de cachorro como feito uma década antes, como costurou a mesma num cão saudável, mantendo as duas cabeças vivas num só corpo!
cheryldogs Experimentos de reviver animais mortos

A reanimatologia aplicada a cães rapidamente evoluiu para outras espécies, em outros países, como os EUA.

Durante as décadas de 60 e 70, médicos americanos tiraram os cérebros de mais de 40 cães, para logo depois trazê-los de volta a vida. Um dos mais prolíficos reanimatologistas norte americanos foi o Dr. David Gilboe da Universidade de Wisconsin.

Medindo a atividade dos cérebros do cão com um eletroencefalógrafo, Gilboe concluiu que era possível manter os cérebros de cachorro funcionando por aproximadamente duas horas fora do corpo.

Estranho? Bizarro? Grotesco? Espere só até eu contar o que eles fizeram com primatas!

A esta altura você deve estar imaginando um macaco de duas cabeças, certo?

Pois nesta época, um neurocirurgião de Cleveland chamado Robert J White resolveu investir seu tempo em uma pesquisa com primatas e fez a primeira transfusão de cabeça bem sucedida da história!

o Dr. White fez e documentou exatamente o que o personagem Frankeinstein fez na obra de Mary Shelley. Segundo o Mori, que investigou o caso:

Quando a cabeça de macaco recentemente incorporada tentou morder o dedo de um pesquisador, diz-se que a equipe inteira de White vibrou.

Duvida? Aqui está o link para o índice da experiência “Transplante de Troca Cefálica no Macaco”.

O video abaixo mostra o procedimento – Note que tem uma dessas babaquices de monstro gritando para dar susto no fim do video. Mas fora isso, é o procedimento que estamos nos referindo aqui.

O passo seguinte, (a esta hora você já deve estar esperando por isso) foi tentar fazer o mesmo com humanos! Infelizmente, este tipo de pesquisa tem uma natureza tão grotesca que beira a loucura e a fantasia. O assunto se mistura com fraudes e lendas urbanas, e por conseguinte, não é levada a sério. Mas é fato que pesquisas envolvendo pessoas foram de fato realizadas nos porões da Guerra Fria e talvez ainda estejam sendo levadas a cabo em algum tipo de ilha do Dr. Morreau… Mas dificilmente estas coisas virão à tona, devido aos graves aspectos éticos dos processos de troca de cabeças.

Segundo Mori disse em seu artigo, existe uma empresa chamada Brain trans, cuja pagina não revela seu endereço físico, mas fala um pouco do que eles fazem. E o que eles fazem, para nosso espanto e horror, é propor a troca de cabeças entre pessoas.  O site deles tem um aviso bem claro sobre perguntas:

Por causa dos aspectos éticos nós não discutimos como e onde conseguimos novos corpos humanos para o transplante de cérebro. (sic)”

O Mori manda avisar que o lance da Brain Trans é uma zoação e que o artigo dele é uma tradução do artigo original de Ken Freedman

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Dica do Mamooth Jean

Deu tilt?

Acho que deu defeito neste cachorro. Devem ter apagado algum dll de inicialização do protocolo de latido dele.

Isto não é a peruca do Bob Marley

Isto não é a peruca do Bob Marley. Isso è um cachorro.

rastafaridogst9 Isto não é a peruca do Bob Marley

Não dá pra ter certeza só de olhar mas pelo tipo de pelagem, gerando esses dreadlocks parece que este cachorro é um Cão de Komondor.O Cão de komondor surgiu na Ásia Central e dali foi carregado para a Hungria por uma tribo de pastores chamado magiares. Isso foi há mais de mil anos.

O cão de Komondor funcionou bem para os magiares porque ele é um excelente guardião de rebanhos, além de ser um cão absolutamente leal e corajoso, se saindo muito bem com o pastoreio de cabras e ovelhas. Especialistas acreditam que a raça é uma descendente do antigo cão do Tibet. Embora o cão de Komondor seja um animal bastante antigo, seu padrão oficial só veio a ser reconhecido em 1920.

Como ele é um cão bastante resistente, devido ao seu ambiente rústico no qual se originou, ele se adapta em qualquer lugar, sendo reconhecida sua excelente adaptabilidade. Como a raça é originada em em Putsza, a estepe húngara, onde os invernos são bastante rigorosos e os verões muito quentes, suportando uma enorme variação climática. Sua maior característica é este pelo encordoado, que lembra as tranças dos rastafaris. A pelagem é um regulador térmico repelente a água. Curiosamente, ele é um cão muito limpo e não tem odor forte como a maior parte das raças caninas.

O cão surpreende positivamente quando usado como cão de guarda. Bastante leal aos donos e com um senso territorial bastante aguçado, o Komondor é extremamente alerta, não perdendo qualquer movimento que ocorre nas proximidades. A raça é de grande porte, podendo chegar entre 70 a 80cm de altura. O cão de komondor ataca ferozmente invasores de seu território e tem como característica o uso da inteligência no posicionamento estratégico. Ele prefere correr para locais altos e com grande amplitude de visão antes de partir para o ataque. Porém, este cão raramente ataca estranhos sem motivo. O ideal é que seja socializado com humanos desde filhotes e assim ele aceitará estranhos desde que apresentados a ele pelos donos, a quem o cão confiará cegamente.

Seu grau de confiança e cuidado com os donos é exemplar. Inclusive os proprietários reconhecem que o cão de komondor costuma ficar “de vigia” com os donos o tempo todo, como se fosse um guarda-costas. Esta raça adora crianças e é extremamente tranqüilo e cuidados com elas. O instinto de proteção do cão de Komondor foi aguçado ao longo de séculos e por isso ele é extremamente cuidadoso com crianças e outros animais, vivendo super bem com aves, gatos, e outros cães, desde que ele assuma a liderança, o que pode ser bastante problemático quando o proprietário já tem um cão metido a alpha que “se acha”. Neste caso o cão de Komondor irá impor sua presença com métodos bastante intimidatórios. Mas fora isso, o cão de Komondor é um cachorro bem legal e bem raro no Brasil. As ovelhas adoram este cão e confiam cegamente nele, muitas vezes dando cria ao lado dele e deixando seus filhotes com o cão quando precisam se afastar.

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