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Uma decoração inacreditável

Quem olha para o teto do palácio de real de Bruxelas, fica admirado com a beleza dos detalhes em um material verde metálico iridescente, que muda de cor de acordo com a luz.

 Uma decoração inacreditável

 Uma decoração inacreditável

A história de tal decoração surgiu no século XIX, quando o rei da Bélgica resolveu decorar o espaço com a ajuda de jovens artistas contemporâneos. A tradição morreu com a coroação do rei Leopoldo II em 1909, mas a Rainha Paola era uma entusiasta da arte e resolveu contratar designer e artista belga Jan Fabre.

 Uma decoração inacreditável

Com uma equipe de 29 artistas, Fabre criou  a decoração intitulada  Heaven of Delight.  Trata-se de um afresco no hall de espelhos do palácio. Totalmente feito com carapaças de uma espécie específica de besouro:

 

O inseto, chamado besouro jóia, brilha em diferentes tons de verde quando a luz incide sobre sua carapaça. Curiosamente, este besouro é abundante e talvez por isso seja considerado uma iguaria na Tailândia, de modo que foi fácil para Fabre viajar até lá e reunir milhares de carapaças brilhantes, com o qual cobriu partes do teto e até mesmo um lustre.

 Uma decoração inacreditável

 

 Uma decoração inacreditável
 Uma decoração inacreditável

 Uma decoração inacreditável

A esta altura você deve estar se perguntando quantas carapaças de besouro ele usou. O total é de um milhão e seiscentas mil carapaças de besouro. O besouro jóia faz parte de  uma das maiores famílias de besouro com cerca de 15.000 espécies conhecidas divididas em 450 gêneros. Sua principal característica, além da cor é a capacidade de fingir de morto quando ameaçado. Por conta disso, algumas espécies no Brasil ganharam o nome de cai-cai.

Algumas espécies de besouro jóa são atraídas por florestas recém incendiadas, onde colocam seus ovos. Por causa disso, o besouro jóia consegue detectar a fumaça de um pinheiro queimando a nada menos que 50 milhas. Eles também conseguem ver a luz infravermelha (como o Predador).

O sensacional padrão iridescente em sua carapaça se dá porque  seu exoesqueleto contém microscópicas lentes, que fazem a luz ser refletida em padrões específicos e em direções também específicas. Fisicamente, é o mesmo princípio do brilho da superfície de um CD.

Veja que legal uma imagem microscópica de um pedaço da cabeça do besouro jóia:
 Uma decoração inacreditável
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O mestre da camuflagem

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Se eu te dissesse que tem um inseto bem no meio desta foto, você acreditaria?

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Alguns insetos adquiriram ao longo de sua evolução, ferramentas sensacionais para escapar dos predadores e para se aproximar de duas presas sem serem notados.

pau Phyllium jacobsoni O mestre da camuflagem

Phyllium jacobsoni

Os bicho-pau e o bicho-folha, da ordem Phasmatodea,  são  dos mais bem sucedidos na arte de virar outra coisa. Agora se você acha que é fácil achar estes bichos, tente nas próximas. Quero ver você achar o inseto nas imagens a seguir.

AVISO: OS INSETOS ESTÃO MESMO NAS FOTOS! NÃO É PEGADINHA.

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Sangue do caranguejo poderá salvar sua vida

Você sabia que o sangue do caranguejo é azul?
O sangue (bizarramente azul) do caranguejo ferradura poderá um dia salvar sua vida.

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Você sabia que o sangue do caranguejo é azul? Nem eu!

O sangue deste curioso animal (já falamos dele aqui) que já estava andando pela Terra muito antes dos Dinossauros surgirem, poderá oferecer pistas importantes sobre terapias de imunologia para a ciência. O processo de tirar o sangue é complexo e difícil. Uma sonda é enfiada direto no coração primitivo da criatura e após algum tempo, seu sangue curiosamente azul, produto da grande concentração de cobre no sangue e de uma proteína responsável pelo transporte do oxigênio, chamada hemocianina, pinga nos recipientes.
Por sorte das pobres cobaias, o processo não é letal. Após a coleta eles são devolvidos ao mar. Apenas 15% deles morrem durante os experimentos.
Por décadas, o sangue desses animais curiosos vem sendo coletado para experimentos, criação de vacinas, fluidos especiais e pesquisas com bactérias que seriam fatais se entrassem em nossa corrente sanguínea. Graças a proteínas especiais e células que agem como um sistema imunológico primitivo, o sangue deste caranguejo coagula imediatamente quando toca em patógenos, como a E. Coli e a Salmonella.

Na verdade, o sangue do caranguejo ferradura é tão sensível que suas proteínas podem detectar patógenos numa taxa de 1 parte para 1 trilhão. Isso equivale a mais precisão que achar um grão de açúcar em uma piscina olímpica. Os cientistas esperam conseguir modelar uma molécula sintética capaz de simular a incrível habilidade do sangue deste caranguejo, que levou milhões de anos para se desenvolver. A ideia é combinar essa habilidade com a de um outro animal, um sapo com garras encontrado na África. Ele possui peptídeos antimicrobianos que somados aos detectores do sangue azul desse caranguejo, poderiam gerar remédios para salvar a vida de milhares de pessoas pelo mundo afora.

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Choco Flamboyant – A orquídea viva do oceano

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Olha só pra este bicho:
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Trata-se do flamboyant cuttlefish, ou Choco Flamboyat. (Metasepia pfefferi).  Este incrível animal é nativo dos mares da Indonésia.

clutterfish1 Choco Flamboyant   A orquídea viva do oceano

Ele não é um bichinho muito grande, crescendo do tamanho de um grão de feijão ao tamanho um pouco maior que uma bola de golfe, mas curiosamente, esta é a única espécie de choco venenosa conhecida. Os chocossibas ou sépias são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, ordem Sepiida. Eles têm uma concha interna, bolsa de tinta, oito braços e dois tentáculos. Possuem uma capacidade de camuflagem considerada superior à de um camaleão; suas gamas incríveis de cores são devidas às células especiais, os cromatóforos.

Ele é um animal tímido. Como todos os chocos, ele tem uma vida tanto diurna como noturna, alimentando-se de outros pequenos seres, tais como camarões peixes e tudo mais que der mole.

Depois que capturam suas presas, eles as matam com um mecanismo na sua boca, semelhante a uma faca, com que retalham suas vítimas.

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Você comeria? 10 pratos com criaturas vivas nele

Você comeria? 10 pratos com criaturas vivas nele
Pensando bem, é uma coisa meio freak a mania ocidental de comer bicho morto. Engraçado, porque se você perguntar a uma pessoa qualquer:

“Ei, você come bicho morto?”

Certamente ela vai fazer uma cara de pré-vômito e vai dizer: Não!

Mas o fato é que uma parcela enorme da população do planeta come bicho morto. As carnes no açougue são sempre colocadas com o cuidado para lembrar o menos possível o animal. Nós humanos, somos partes da natureza e por mais que alguns não gostem desta ideia, não passamos de animais racionais (nem, todos, eu sei) que pegam o bicho morto por alguém, coloca uns temperos, cozinha e come.

Eu não estou tirando o corpo fora, eu também como bicho morto. Mas confesso que muitas vezes enquanto eu parto um pedaço de filé mal passado ou seguro com a mão uma coxinha de galinha, me vem a cabeça um certo desconforto por estar comendo um bicho morto. Simplesmente não me parece certo. Nessas horas, busco me concentrar no sabor da carne do bicho morto e tento me convencer que isso é normal.

turkey vulture Você comeria? 10 pratos com criaturas vivas nele

Alguma coisa a gente tem em comum!

Neste planeta, uma parcela monstruosa dos animais se alimenta de outros animais. Não me sinto tão diferente de alguns animais da natureza que muitos amam odiar, como os urubus.
Enquanto comer bicho morto é uma coisa normal pra nós, em muitas culturas, comer o bicho vivo é uma opção mais natural. E quando eu digo comer bicho vivo, estou também me referindo aos casos em que o animal desce se mexendo pela garganta do sujeito e ele sente a criatura agonizando em uma piscina suco gástrico por alguns minutos. Me causa um certo espanto como alguém pode achar isso, bom, mas o Mundo é Gump e então aqui estão dez pratos com bichos vivos:

1- Camarão ao natural
Esse eu sei que é ruim pra caramba. Eu já fiz isso. Eu era pequeno ainda e certa vez peguei um camarão com uma redinha na praia. Idiotamente, eu pensava que o camarão cru tinha o mesmo gosto dele cozido ou frito. Eu tava com fome, e então arranquei a cabeça dele e comi. Tinha gosto de terra com catarro e eu chamei um mini-Raul ali mesmo, entre as pedras da Praia do Forte de Cabo Frio. Então se você for a Coréia, recomendo colocar muito molho!

Segura aí que vai ficar nojento!
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O inseto que não é inseto

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Olha só este bichinho:

5318882445 0b2bdf2433 b O inseto que não é inseto

Embora tenha seis pernas, ele não é um inseto. Trata-se de um Sminthuridae, que são hexapodes. Antigamente esses bichos eram considerados insetos, mas atualmente não são mais. Esses animais são conhecidos por atuarem como dispersores de fungos, auxiliando na decomposição da matéria orgânica, juntamente com outros invertebrados. Alimentam-se também de bactérias, fezes de artrópodos, pólen, algas, entre outros tipos de matéria orgânica. Pode haver canibalismo.

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Hora do rango do grilo gigante!

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Olha só que coisa monstruosa este tipo de grilo.

 

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Ele é natural da Nova Zelândia e é conhecido como Weta. Existem aproximadamente 70 espécies de Weta, sendo a mais impressionante a Weta gigante. Embora seja algo que dê um certo nervoso de ver, é raro um desses morder um ser humano.As defesas mais comuns do bicho são uma coceira danada e eventualmente uma inflamação no local. Deido ao seu visual não muito amistoso, esses animais são frequentemente vítimas de chineladas, jornaladas e agressões gratuitas provindas de seres humanos assustados.

Em homenagem a este animal da Nova Zelândia, a Weta Workshop, uma das companhias de efeitos especiais mais famosas do mundo, adotou seu nome e imagem como símbolo.

 

Alfie, o cavalo que tem bigode

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article 2022462 0D4AA65300000578 702 634x969 Alfie, o cavalo que tem bigode
Parece até que este cavalo comeu uma boneca Barbie, mas o fato curioso é que realmente o cavalo tem este bigodão louro sensacional desde que era jovem.

7 inch mustache Alfie, o cavalo que tem bigode

Alfie, como o cavalo de bigode se chama, vive  em estábulos em Bitton, perto de Bristol, onde o gerente Coxteth Hayley, 20, disse ao Deily Mail:

“Ele é um cavalo muito teimoso e está muito orgulhoso de seu bigode. Ele é um cavalo de personalidade”.

Acredita-se que este seja o cavalo com o maior bigode do mundo. Ou talvez na Grã Bretanha. Os cavalos têm bigodes ao redor do focinho para ajudá-los a julgar a distância de alimentos e outros objetos, mas bigodes são geralmente vistos apenas na raça Holandesa.

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