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A Lua da minha casa

A Lua da minha casa
Hoje eu resolvi fazer um teste com a minha câmera e fui para o play filmar a Lua. Infelizmente o satélite não estava na fase cheia, e havia um pouco de nebulosidade, mas mesmo assim acho que deu pro gasto. Usei minha lente de 500mm e o tripé com a Canon T3i do filme. Espero que curtam.

 
Dá pra dobrar o zoom usando um adaptador que não tenho. Acho que se eu dobrar o zoom poderei ver um alien dando um barro na cratera, hein?

O homem que casou com o cadáver

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O título do post parece até nome de livro da coleção vaga-lume, mas é verdade mesmo! Um tailandês casou em circunstâncias altamente gumpescas quando sua noiva morreu e ele resolveu levar o casório em frente, unindo-se “até que a morte os separe” com um defunto.

marries dead girlfriend O homem que casou com o cadáver

Parece algo somente mórbido, mas eu achei uma coisa bem triste isso.

Chadil Deffy marries Sarinya Kamsook2 O homem que casou com o cadáver

Chadil Deffy e Ann estavam com casamento marcado quando no dia do Reveillon, Ann morreu num acidente de trânsito. Mesmo sabendo que a sua noiva estava morta, ele não mudou nada nos planos do casamento e casou com o cadáver dela. A união de Chadil Deffy e Ann, que foi vestida de noiva, aconteceu na província de Surin, em cerimônia budista. “Nosso amor foi algo muito grande, mas por lástima não podemos viajar ao passado e mudá-lo. A vida é curta, e hoje realizo meu desejo”, disse o namorado.

O jovem de 28 anos enviou um convite a todos seus conhecidos através de sua página no Facebook para o evento, que foi celebrado quatro dias depois do acidente, ocorrido na noite de Réveillon.

Para Chadil, o melhor presente de casamento será ver cumprido seu desejo de reencontrar a amada em sua próxima vida.

As imagens do casamento foram transmitidas pela televisão tailandesa, enquanto quase 30 mil pessoas as viram pelo Facebook. Aqui está o noticiário local falando do casório:

Será que teve lua-de-mel?
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Olhar 43: Garoto chinês nasce com olhos capazes de ver no escuro

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Essa é uma curiosa notícia sobre um menino chinês chamado Nong Youhui que nasceu com estranhos super poderes.
Ao nascer, seu pai observou que o bebê tinha os olhos profundamente azuis. E segundo afirma, os olhos brilhavam no escuro!
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O pai pensou que à medida em que crescia, o menino perderia a estranha característica, mas não foi o que aconteceu. Hoje, o jovem consegue enxergar perfeitamente bem na completa escuridão. Agora essas características bizarras intrigam os médicos do hospital de Dahua, no sudoeste da China.

Incrédulos a princípio, buscando desmascarar as alegações, ou confirmar as afirmações do pai do garoto, os médicos fizeram um teste de leitura no escuro, o que Nong Youhui tirou de letra.
Nong Shihua, o pai dele, disse em entrevista à CCTV que os médicos acreditavam que a cor dos olhos de seu filho mudaria com a idade. Mas o que se vê ainda hoje é Nong com os “olhos de gato” e brincando ao ar livre, como uma criança normal. Como podemos ver, nem toda mutação é ruim. Talvez, ao estudar a genética do menino, seja possível determinar o que faz com que ele tenha a super visão, de modo que no futuro possamos eventualmente incorporar essas características nos bebês transgênicos que inexoravelmente virão aí.
Pessoalmente, eu não vi o olho do moleque brilhar no escuro. Como os jornais da China tem uma leve tendência ao sensacionalismo barato, não duvido que tenham inventado isso para dar um gás na notícia.
Em todo caso, achei uma referência ao menino quando ele ainda era bem mais novo e também uma foto. O tal do olho que brilha é uma estranha característica, presente em animais como o gato e o cão, que faz com que o fundo dos seus olhos emita uma luminescência de reflexão quando iluminados diretamente. O olho humano não faz isso, mas aparentemente o do menino sim. Veja:

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Nada mal para um humano híbrido, né? O que você acha? É brilho mesmo ou um photoshop tosco?

Seja como for, a característica dos “olhos de gato” é rara, mas olhos que refletem a luz  não são raros.  Aqui podemos ver um caso de retinoblastoma  (câncer) em um menino nascido na Índia.
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Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!

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Um problema comum de quem recebe flores é que elas tendem a durar pouco nos vasos. Mesmo colocando em recipientes com água, é triste ver as flores lentamente murchando e morrendo.

ork DSCF6814 flores murchas Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!

Existem soluções comerciais que prometem aumentar a durabilidade das plantas, mas esses eu nunca testei. Agora, apareceu uma notícia que parece dar uma luz ao que faz uma planta durar.

É possível fazer as plantas durarem cerca de uma semana a mais usando um comprimido do famoso remédio para impotência masculina diluído em água. Segundo o horticultor David Domoney, as plantas precisam apenas de 1mg de viagra, e um comprimido contém pelo menos 50mg!

viagra Foto imagem pilula medicamento impotencia sexual masculina Como fazer as flores durarem mais? Com Viagra!
A explicação para o curioso uso do medicamento objetivando manter saudáveis e duráveis as plantas cortadas (eu suponho que isso funcione também hortaliças, o que poderia – em tese- afetar milionariamente a produção agrícola brasileira, uma vez que um percentual gigantesco da produção se perde em decorrência da perecividade dos vegetais depois de colhidos associados à lentidão crônica na logística nacional) é que um dos componentes do remédio é o óxido nítrico.
Para dar jeito na falência do bingulim do sujeito, o oxido nítrico relaxa certos músculos da região do períneo, permitindo que um volume grande de sangue seja armazenado no tecido do corpo cavernoso do pênis, e assim se dá a ereção.
Segundo o horticultor que tem um programa na tv americana, nas plantas, 1mg do viagra faz com que elas durem cerca de uma semana a mais.
Outro remedinho que faz as plantas durarem mais é uma aspirina. Coloque uma aspirina na água das plantas e elas vão durar bem mais.
É curioso notar como certos produtos que afetam nossa saúde também podem afetar as das plantas.
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Se há uma planta que poderá se beneficiar do tal viagra é a famosa flor de Jorge Tadeu.

Curiosamente, este não é o único uso não ortodoxo do Viagra. Parece que ele poderá ser usado para ajudar pessoas portadoras de doenças bem mais sérias que a paumolescência.

  Pesquisadores liderados por Christine Des Rosiers, do Instituto do Coração de Montreal (Canadá), verificaram que a molécula tem potencial para reduzir os danos às células do coração em pacientes com distrofia muscular, doença degenerativa hoje incurável.

Na pesquisa, que está na edição desta semana da revista científica “PNAS” , os cientistas canadenses estudaram o problema em camundongos que possuem uma forma da distrofia muscular de Duchenne. Nesse tipo de doença, ocorre uma inutilização progressiva dos músculos, que atinge primeiramente os que podem ser contraídos de forma voluntária (como os dos braços e pernas) e acaba chegando aos músculos involuntários, como os que controlam a respiração e os batimentos cardíacos. Com isso, o paciente acaba morrendo.

Segundo a pesquisa, o sildenafil melhora a função cardíaca dos roedores com distrofia ao impedir a degradação de uma substância sinalizadora produzida pelo organismo, a cGMP. É a mesma molécula que relaxa os músculos involuntários e aumenta o diâmetro dos vasos sangüíneos do pênis em pacientes que tomam Viagra. Os pesquisadores esperam que esse mesmo efeito impeça ou, pelo menos, retarde paradas cardíacas nas pessoas que têm o problema.

Nada mal para um remédio que descobriu seu lugar no mercado por puro acaso. A história do Viagra é um belo exemplo de solução fora do lugar. Em 1985, dois investigadores dos laboratórios farmacêuticos Pfizer, Simon Campbell e David Roberts trabalhavam num remédio para o coração – até que descobriram que ele dilatava os vasos sanguíneos do pênis. Aí alguém da Pfizer olhou e disse: Ei! Isso não é um efeito colateral, isso é uma máquina de fazer dinheiro!!!

O citrato de sildenafil era um poderoso agente eréctil, pois inibia um enzima que limitava a produção de oxido nítrico. A Pfizer patenteou o produto em 1996 e comercializaram-no com o nome de Viagra. Parece que o nome do medicamento deriva da antiga palavra oriental vyaghra que significa homem com força de tigre. Jorge Tadeu que o diga!
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O mistério dos barulhos estranhos que estão assustando o mundo

Não sei se vocês estão sabendo do misterioso caso de barulhos que parecem surgir do nada e estão espalhando pânico em diversos lugares do mundo. Até no Brasil o estranho som já foi ouvido. Ninguém sabe explicar com certeza o que pode ser. O fenômeno parece estar ocorrendo em varias partes do planeta simultaneamente, o que praticamente descarta algumas possibilidades localizadas, como ser produto de ruídos de animais.
Um desses barulhos teria sido registrado em video nessa semana! Veja:

É assustador pra caramba. Parecem gritos vindos do inferno. Se o mundo for acabar mesmo, tá aí algo para arrepiar os cabelos da nuca!
Em todo caso, há quem suspeite que o video acima seja um hoax feito a partir de um outro video, este sim real, gravado em Kiev (ele está aqui no post, ali em baixo.)

O som misterioso também foi registrado na República Checa:

O som foi registrado no Brasil e este é o video gravado em Curitiba em que o som pode ser escutado à distância.

O bizarro é justamente esta característica global do estranho som, pois ele foi registrado também na Bielorrússia, nos Estados Unidos, na Malásia, Dinamarca, entre outros. Ao que parece, a primeira ocorrência do som bizarro ocorreu na Ucrânia, em meados de 2011. Durante a tarde, um barulho muito estranho poderia ser ouvido de diversos pontos de Kiev, sem ninguém saber confirmar qual a procedência. Dali a coisa começou gradualmente a se espalhar pelo globo.
Aqui está um dos vários registros do som em Kiev:

A maioria das testemunhas afirma que os sons normalmente são metálicos e soam como vindos de alguma grande máquina. Não é raro que até as janelas passam a vibrar com a frequência das ondas sonoras vindas não se sabe de onde.
Não demorou muita gente começou a especular que talvez o estranho som seja algum experimento secreto de ondas sonoras, como o projeto Haarp. Há também pessoas que sustentam que pode se tratar de algo ligado a uma invasão alienígena, ou apenas um viral estranho organizado pela internet.

Seja como for, sons estranhos não são algo completamente incomum neste nosso mundo.
Quem lembra de detalhes do relato de um Mib, pode puxar pela memória quando o Coronel Teixeira me contou sobre o Bloop e o Slow down.
De fato, embora o Relato seja uma obra fictícia, o que Teixeira contou é verdade. O Bloop ocorreu mesmo!
O Bloop está entre os maiores mistérios inexplicados da Terra.
Como eu já disse, ele foi um barulho. Mas um barulho super estranho, tão bizarro, que intriga cientistas até hoje. Ele foi registrado num local específico do globo, que corresponde a um ponto remoto no Oceano Pacífico. O som foi detectado e triangulado por sondas submarinas da Marinha dos EUA. Sua assinatura gráfica mostra que o bloop não foi uma explosão nem um som produzido por um equipamento humano ou mesmo por um animal. Também foram descartadas questões geológicas como eventos sísmicos submarinos, pois a assinatura do Bloop simplesmente não se comparava com nada já registrado antes pelos microfones especiais da Marinha. Oficialmente, o som se aproxima mais do som emitido por um animal, só que é inúmeras vezes mais alto que o som mais alto registrado por um animal, que é a baleia azul.

Já o Slow Donw, foi um som muito, muito estranho mesmo, também surgido do nada, no meio do oceano, e também registrado por hidrofones da Marinha dos EUA. O Slow Down é um som de que decaiu de frequência em cerca de 7 minutos. Seu nome se deve ao barulho que ele fez, que lembra o de um motor gigantesco sendo desligado. O mais estranho acerca do Slow down, é que ao contrário do Bloop, ele não foi um som único, mas sim uma coleção de eventos. Este som se repetiu durante algumas vezes no ano de 1997, o que sugeriria que poderia se tratar de um evento sísmico incomum… Ou não.

Embora meu interlocutor no Relato só tenha citado esses dois, há uma pequena lista de sons estranhos captados no planeta. Todos eles tem nomes estranhos. Veja:

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- Outro som bizarro surgido do nada no Oceano Pacífico.
Quacker – O quacker também é bastante esquisito, porque ele foi um som reportado e registrado documentalmente por marinheiros soviéticos num submarino. O som do quacker lembrava o som de sapos coachando, mas no fundo do mar. E ele não foi testemunhado por apenas uma tripulação. Outras embarcações também reportaram o quacker, que parecia ocorrer especialmente no Atlântico Norte. O som bizarro ganhou este nome porque ele começou a ser registrado durante a Guerra Fria. Nessa época, os soviéticos patrulhavam o fundo do mar em busca de potenciais inimigos da América e para isso usavam poderosos hidrofones, além de detectores de sonar. Quando o submarino deixava a zona em que ocorria o Quacker, o emissor do estranho som simplesmente fazia um barulho que lembrava a palavra “quacker” e o som simplesmente desligava e voltava a reinar o silêncio no fundo do mar. Após muita pesquisa da União Soviética, ficou estabelecido que o Quacker era realmente produto de algum “equipamento” desconhecido. Não era bicho ou terremoto submarino.

Pra piorar, esses objetos exibiram um comportamento não muito diferente de algum ser vivo ou navio tripulado, mostrando interesse óbvio no submarino em passagem, circulando ao redor dele (!!!), tentando ativamente evitar pulsos de sonar, e assim por diante. A velocidade de alguns destes objetos (estimada pelo Doppler Shift da mudança de sua frequência sonora) estava na faixa de 200 km / h, muito maior do que qualquer navio então conhecido pelo homem. Os registros soviéticos informam que um contato foi tentado em várias ocasiões, mas, além de algumas reações a essas tentativas óbvias (tais como alterar o tom dos sons ou movimento da fonte sonora aparente), nunca deu em nada. Estima-se que o Quacker seja um dos mais bem documentados casos de OSNIs do mundo. (Osni seria basicamente um disco voador debaixo d´água)

O pico de registros do quacker ocorreu no final da década de 1970, quando as áreas onde os sons apareciam começaram a se multiplicar e se espalhar ao longo do Mar de Barents para outras áreas, incluindo o Mar do Norte e do Atlântico Norte em geral. A própria Academia Soviética de Ciências foi convidado para criar uma comissão conjunta com os representantes da Marinha, já que os anos 70 foram turbulentos na geopolítica mundial, de modo que este fenômeno foi identificado como um potencial risco de segurança nacional (como os ufos!).
Esta comissão trabalhou por cerca de uma década sobre os dados colhidos no local do Quacker, mas apesar das investigações extensivas os resultados permaneceram inconclusivos, e o grupo de estudo acabou por ser dissolvido. Durante a década de 80 o fenômeno lentamente desapareceu, e agora tudo leva a crer que os quackers tenham desaparecido completamente.

Mas além do Julia e do Quacker, outro som bastante curioso ouvido no fundo do mar foi o “Trem!” Ele foi registrado em 5 de março de 1997 e atingiu a frequência quasi-steady.Sua origem também é desconhecida.

Já o Upsweep não foi um som somente, mas uma sequencia enorme de pequenos sons, todos altos o bastante para serem registrados por hidrofones espalhados por todo o Pacífico! Seu primeiro registro foi de 1991, mas ele foi registrado outras vezes. Estranhamente, o Upsweep era um som sazonal, ocorrendo mais de uma vez. Sua triangulação indicava que a fonte do ruído não provinha de uma área vulcânica ou com qualquer indicativo sísmico, o que deixou bastante gente intrigada no NOAA. Gradualmente, a partir do pico de registros em 1991, o som reduziu de intensidade.

O “Apito” foi registrado pelos hidrofones do Pacífico em 1997, e curiosamente, só foi detectado num hidrofone, o que diferiu de todos os demais sons estranhos registrados no mar. A faixa de energia era de 1 a 6 Hz.

Fora esses estranhos sons registrados no fundo do mar, outros curiosos e também inexplicáveis ruídos surgiram no mundo. Entre os mais famosos está o som conhecido como “Hum”. O Hum, é um som esquisito que lembra um grande motor a diesel, trabalhando ao longe. O problema, é que ele ocorre em locais que não há motores! Os sons estranhos que são registrados pelo mundo, estão justamente na categoria do “Hum”. Sua origem, estima-se, se inicia com uma onda de baixa frequência, e isso é justamente o que explica uma das coisas mais bizarras sobre o Hum: Ele pode ser ouvido melhor e mais alto quando você fecha a janela. Em locais abertos e amplos, é mais difícil captar o “Hum”. Algumas pessoas tem mais facilidade para escutar o “Hum” que outras. O Hum foi registrado em vários lugares, sendo que os mais famosos são o de Bristol e o de Taos, no México. O Hum foi registrado diversas vezes em praticamente todo tipo de mídia existente. Do video digital ao gravador de rolo, e vem sendo estudado em diversas universidades do mundo, com uma lista enorme de possibilidades e hipóteses, que vão da colisão de ondas, a ressonâncias do vento, passando por delírios, alucinações, alterações nervosas no ouvido das pessoas, ondas de radio, emissões otoacústicas, terremotos, etc.
Neste video, a equipe do jornal Telegraph investiga e registra outro caso de Hum:

Temos também um som estranho que surgiu em diferentes países, que ganhou o peculiar nome de “Mistpouffers”. Este som quase sempre foi registrado em locais costeiros ou perto de grandes lagos, o que indica que possa ter alguma ligação com a água. Basicamente é uma explosão que acontece subitamente, sem nenhuma razão aparente e não deixa nenhuma sequela como ondulação, espuma, fumaça, fragmentos na água nada. NADA além do som, que é altíssimo, e que segundo testemunhas, se equipara ao disparo de um grande canhão. Há alguns poucos casos que citam uma poderosa onda de choque que surge após o estampido. O primeiro registro do Mistpouffer se deu no Mar Adriático em 1824, mas tudo indica que este som está aí há muito, muito tempo. Um indício disso é que a tribo dos Haudenosaunee da América do Norte reportam em suas tradições e lendas o som de uma explosão como um trovão ameaçador, que ocorre sem aviso, em dias de sol e tempo claro. Os índios percebiam isso como as manifestações de um poderoso Deus chamado “O grande espírito”.
Do mesmo jeito que o Hum, o Mistpouffer poderia ser um monte de coisa: Meteoros explodindo na entrada com a atmosfera, fenômenos meteorológicos desconhecidos assemelhados aos trovões, aviões quebrando a barreira do som, bombas, testes militares secretos, explosões de gases em cavernas subterrâneas, terremotos e até mesmo produtos da ação de ufos…

Similares ao mistpouffer são os “Unexplained booms”. O lado bizarro deste som é que sabemos exatamente o que ele é: Um estrondo sônico causado quando um objeto aéreo como um avião a jato atravessa a barreira do som. Este som é chamado de “boom” e é perfeitamente conhecido porque ele deixa um registro de assinatura muito característico. Mas a parte estranha vem agora: Esse som é muitas vezes ouvido em áreas onde não há aviões. Quase todos os registros conhecidos do “Unexplained Boom” se dá no território dos EUA. A explicação mais banal para isso é que talvez esta coisa ocorra no mundo todo, mas apenas lá, porque eles são meio neuróticos com comunistas, terroristas e sei lá mais o quê,nos EUA o fenômeno é registrado e compilado.
Ainda assim, ele ocorre em outros países, como este Mistpouffer brasileiro.
Mas a explicação ainda mais obvia e banal para o boom inexplicável pode ser as aeronaves secretas dos EUA, como o Blackbird, que durante mais de uma década foi “oficialmente um disco voador”.
Com um dos últimos booms desconhecidos reportado em setembro de 2011, há quem argumente que se não forem aeronaves terrestres ultrapassando a barreira do som, podem ser “outras aeronaves”, essas, talvez mais estranhas do que gostaríamos de aceitar. Mas por outro lado, não há na casuística ufológica registros de ufos causando estrondo sônico.

Como podemos ver, sons estranhos estão por aí desde sempre, causando perplexidade e medo nas pessoas. Muita gente acredita que os estranhos sons que vem sendo ouvidos por aí (e até por aqui) podem ser consequências do projeto HAARP. A grande massa simplesmente ignora o que seja o HAARP. Mas se tem uma coisa que todo neurótico da conspiração já leu a respeito, é sobre o projeto HAARP.
Segundo a Wikipedia, o HAARP é um Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência. Trata-se de uma pesquisa financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alasca com o propósito oficial de “entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância”.
Iniciou-se em 1993 para uma série de experimentos durante vinte anos. É similar a numerosos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, e tem um grande número de instrumentos de diagnóstico com o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento científico da dinâmica ionosférica.

Existem especulações de que o projeto HAARP seria uma arma dos Estados Unidos, capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, pleiteando uma avaliação do projeto por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.
Parece coisa de Arquivos X, né? E é!

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Olha ele aí!

O HAARP pode transmitir numa onda de frequências entre 2,8 e 10 MHz. Esta intensidade está acima das emissões de rádio AM e por embaixo das frequências livres. Não obstante, HAARP tem permissões para transmitir unicamente em certas frequências. Quando o aquecedor está transmitindo, a largura de banda do sinal transmitido é de 100 kHz ou menos. Pode transmitir de forma contínua ou em pulsos de 100 microssegundos. A transmissão contínua é útil para a modificação ionosférica, enquanto a de pulsos serve para usar as instalações como um radar. Os cientistas podem fazer experimentos utilizando ambos métodos, modificando a ionosfera durante um tempo predeterminado e depois medindo a atenuação dos efeitos com as transmissões de pulsos. Especula-se muito sobre o HAARP. Dizem que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas.
A esta instalação é atribuída uma sorte enorme de “aplicações bizarras e usos não ortodoxos”. Arma de controle mental, Sistema de mapeamento do planeta, arma de destruição em massa, gerador de cataclismas, bloqueador de informações, detector de ufos… É um volume gigante de especulações que envolve o Haarp. Com tamanha aba para especulações conspiratórias, não me admira que o HAARP seja apontado como um provável culpado dos misteriosos sons.
Em todo caso, não nego que devemos manter a mente aberta para algumas hipóteses, porque em diversos momentos históricos, o governo dos EUA realizou testes secretos disfarçados de pesquisa científica, e repleto de órgãos como a Marinha, a CIA e a NSA, os norte-americanos já mostraram que não costumam brincar em serviço e adoram um segredinho. Como convém lembrar, os EUA tem um montão de níveis de sigilo e o presidente fica bem longe do último deles. Sem falar nas verbas multimilionárias anuais dedicadas a “projetos secretos”, onde nem os congressistas e nem mesmo o presidente podem saber pra onde a grana vai.

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Ilusão de ótica da Mona lisa

Ilusão de ótica da Mona lisa
Muito interessante esta ilusão de ótica, feita por Pat Ashforth e Steve Plummer usando uma tapeçaria de parede como estrutura.  De frente, é impossível ver a Mona Lisa, mas quando vista do ângulo certo, a tela revela o o retrato, que aparece como mágica.

O segredo desse treco está na  organização do padrão da trama, que quando vista de um ângulo oblíquo, conecta pontos de cor distantes entre si, gerando a imagem. Pat Ashforth e Steve Plummer dizem ter inventado um jeito muito simples de criar este efeito, mas eles ainda não estão dispostos a contar o seu segredo até que tenham registrado e garantido os direitos intelectuais do sistema.

Se você curte a Mona Lisa e também curiosos efeitos de ilusão de ótica, acho que vai gostar deste post aqui.

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Riusuke Fukaori, o criador de peixinhos

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Se você ainda não viu isso, pega aí um babador.

Olha só:

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Que os japoneses são fanáticos desde sempre pelos peixinhos dourados, também chamados de “peixe japonês”, todo mundo sabe. Existem diversos criadores e concursos que premiam diversas raças de peixe ornamental no oriente. Mas esses aqui são diferentes.

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Diferentes porque são PINTURAS! Eu sei que é difícil de acreditar.

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7149066592942903 17374e3a44 Riusuke Fukaori, o criador de peixinhos

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Desde os sete anos de idade, Riusuke Fukaori é inspirado pelos peixes dourados e direcionou seu trabalho artístico para recriá-los com o maximo de realismo possível numa pintura. Parece até uma escultura, mas os peixes são mesmo pintados manualmente. O processo, que lembra o funcionamento de uma maquina de prototipagem rapida, envolve muita (muita mesmo, acredite em mim!) paciência de ir misturando resina de poliuretano cristal e aplicando finíssimas camadas sobrepostas. Sobre cada camada, o artista pinta um pedacinho do peixe, então recobre com mais uma camada e repete o procedimento. O resultado que dá é tridimensional e a resina simula água com grande perfeição. Saca só:



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Carne em pó? Você comeria essa gosma?

Carne em pó? Você comeria essa gosma?
Olha só que coisa estranha. Você teria coragem de comer essa gosma aí?

 
Parece carne em pó, mas é um doce, que tem gosto de uva. Hummm… Sei lá. Continuo achando bem bizarro.

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