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Drogada e prostituída

Essas são mulheres viciadas em drogas diversas. A maioria é viciada em heroína. Outras em crack e cocaína. A maioria das fotos são mugshots, feitas pela polícia ao prenderem as prostitutas de rua, vendendo seus corpos muitas vezes em plena luz do dia, em terrenos baldios, becos ou carros infectos em busca de trocados para se drogar ainda mais. (incrível como essas figuras ainda conseguem clientes!)

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street girls 12 Drogada e prostituída

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Parece até maquiagem de filme de zumbi, meu!

Mais imagens a seguir.
(mais…)

Vem aí mais um filme de zumbi

Caramba, agora que me liguei que o título rima.
Deu samba, eu me empolguei rimando de prima.

Mas a notícia engraçada é que vem mais um filme por aí
Com polícia, gente decepada, filme de zumbi

Daqueles que o cara morre e revive num segundo
Baba sangue, anda, corre, cambaleia como moribundo

O povo que ainda tá inteiro reluta em acreditar
Que tamanho pesadelo não tem mais hora pra acabar

As pessoas da cidade, cada pacato cidadão
São carnes putrefatas, perseguindo quem ainda é são

Filme assim é quase sempre igual
A gente entra e sabe que vai passar mal

Perna amputada, pessoas comendo intestinos
baba verde, velhas sem olho, pobres meninos

Pobres meninos que sobrevivem a total devastação
Entrincheirados em uma base, armazém, casa o galpão

Sem ter pra onde fugir eles esperam sobreviver
Até que um comete um erro e todos pagam para ver

No fim das contas, talvez escape um, fugindo da multidão
Correndo pela vida, alcançando um avião

Sobem os créditos e você vai embora pra casa feliz
Pensando na história ou nos peitos daquela atriz

Mas na hora de dormir,no escuro, o filme cobra seu preço
Porque você relembra tudo e treme mais que neném no berço

Agora não tem mais jeito, meu caro amigo leitor
O medo aperta seu peito e você ouve um som assustador

A maçaneta do seu quarto girou
E então você se borrou

-Quem tá aí? – Você banca o macho a gritar
Mas nem uma resposta a visita lhe dá

Quando a porta abre você enfim percebe a verdade
Uma caveira pútrida o seu quarto invade

É nesta hora que você sente
A caveira lhe cravar o dente

A gosma cai no seu sangue no crivo
E no minuto seguinte você também é morto-vivo

Finalmente você não é mais sozinho
Depois de morto você conhece o vizinho

E todos saem na luz do amanhecer
para procurar um miolo pra comer

Sem mais, só me resta postar
O trailer do filme que vai estrear

Chega de rimar essa linha torta
Pois já escuto um barulho aqui na porta

Os 10 videos de casamento mais engraçados que eu já vi

Os 10 videos de casamento mais engraçados que eu já vi
Geralmente, o casamento é uma cerimônia que varia pouco de padrão. Sobretudo as cerimônias religiosas. Aqui está uma pequena lista dos dez mais estranhos casamentos que eu já vi.

1- Noiva histérica
Caraca. Olha só o ataque histérico da noiva. Se não for efeito do nervoso, acho que o noivo tem talento e devia se candidatar para ser comediante.

2- Situação esdrúxula da vida
Culpa da lei da gravidade.

3-Casamento ou dança dos artistas?
Esse é realmente bizarro. Olha só.

Este video fez um sucesso fenomenal na rede. E graças a isso uma produtora fez o video do divórcio do casal. Hilário.

4-Casamento do ninja?
Tá aí um troço que eu nunca pensei que ia ver.

5-Casamento zumbi
Ok, agora pode dizer para seus amigos que você já viu de tudo na vida.

6- Desmaios no casório

7-Porradas num casamento da Romênia (ou Rússia)
A musica é boa e serve de fundo para franca pancadaria, no melhor estilo leste europeu fight.

8- Coisas estranhas que podem acontecer num casamento
Tem um ou outro aí que é de batizado, mas a ampla maioria das merdas acontecem no casório. destaque para a cena do padre enfiando a mão no decote da noiva.

9-Noiva zumbi, noivo cadáver com uma cobra viva na boca
A noiva está usando escorpiões de verdade para decorar o vestido. Inesquecível.

10-Criança casando com um cachorro
Não, você não entendeu errado. Prepare-se para pensar “WTF!” Eu achei um casamento de UM NENÉM com um filhote de CACHORRO. A cena bizarra se deu na Índia. Os donos do cão até pagam o dote à mãe da noiva. E você que pensava que casamento de zumbi era estranho…

obs: eles fazem isso porque acreditam que o cão é a reencarnação de um parente deles.

Máscaras de silicone

Em busca de informações sobre silicone que imita pele, eu acabei acidentalmente encontrando um site muito maneiro, que vai fazer literalmente a cabeça de todos os que curtem maquiagem de terror, monstros e efeitos especiais. O site se chama CFX.
orlockvampire01 Máscaras de silicone

Lá em descobri que esses caras fabricam umas máscaras de silicone muito legais. A vantagem do silicone sobre uma mascara comum de borracha de látex é que a máscara não fica quebradiça com o tempo, como acontece com o látex. A mascara de silicone usa duas formulações.
Uma mais rígida para aumentar a durabilidade a outra super macia, que fica ao redor dos olhos e boca, para copiar os movimentos.
smooth02 Máscaras de silicone

Além disso, ela é por natureza muito mais flexível, parecendo com uma pele mesmo. A mascara adere ao corpo de tal maneira que o movimento realizado com ela é transferido para a mesma.
(mais…)

A arte fotorrealista de Jeremy Geddes

Eu achei fenomenal o trabalho de Jeremy Geddes. Acredite ou não, essas imagens deste post são pinturas a óleo sobre tela.

61087527 A arte fotorrealista de Jeremy Geddes

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58251663 A arte fotorrealista de Jeremy Geddes

O trabalho vale muito a pena e é primoroso. Muitos deles mostram ujm claro estilo que vai além do simples ultra realismo. Adorei a série de pinturas de zumbis.

57284406 A arte fotorrealista de Jeremy Geddes

Dá um confere que é de babar!

Thriller

Sabe, outro dia eu estava nas lojas americanas do shopping. Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, (eu sou obcecado pela seção de brinquedos) ouvi os primeiros acordes e sabia de cara que se tratava do Thriller.
mjthriller25vu3 Thriller

Saí correndo em busca do som pela loja e vi que o cara que estava acabando de instalar uma Tv de 52 polegadas na loja tinha colocado num home theater para passar o DVD de colecionador do Michael.

Acredite você ou não, eu sempre fui fã do Michael Jackson. SEMPRE. Até quando ele virou essa coisa bizarra e quase jogou o filho dele pela janela. Ainda assim eu gosto do cara. Eu acho que Michael é bem superior a tudo isso, e por mais monstrengo que ele tenha se transformado, em parte devido a uma doença que ninguém sabe ao certo se ele tem mesmo ou não, em parte pela loucura do cara de querer ser criança eternamente, falando com aquela vozinha forçada, como a Xuxa faz nos discos, eu curto o som do Michael. Sobretudo a parte dele ja infância, quando ele cantava pra caramba e sua adolescência, quando ele parecia manifestar pendores que indicavam que ali estava um cara que seria um tipo novo de Lionel Richie.

Um dia, eu estava vendo fantástico em casa quando o Cid Moreira anunciou com tom fúnebre que era para os pais tirarem os filhos da sala, pois o clipe de Michael, acho que nem se chamava clipe na época, era assustador para crianças. Pela primeira e única vez na vida meus pais obedeceram a porra da Tv e eu fui o ÚNICO prego em toda a escola que não tinha visto o clipe, o assunto do momento no dia seguinte.
O mais estranho é que o fato de não ver me afetou mais do que se tivesse visto. Michael é tão fodão que ele conseguiu me afetar mesmo eu não assistindo a parada. Eu lembro que na cama, ouvia meus pais vendo o clipe lá em baixo e imaginava o que poderia ser tão bizarro, tão assombroso para eles não me deixarem ver. E daí em diante tive uma certa fixação por este tipo de produção capaz de fazer os pais tirarem os filhos da sala.

Talvez a coisa de não poder ter assistido ao Thriller tenha me afetado de alguma maneira curiosa, pois desde então eu passei a ficar meio fanático por filmes de terror, sobretudo os que envolvem zumbis e pessoas andando putrefatas após a morte. Passei a ver de tudo, sempre querendo mais sangue, mais tripas, mais coisas gore. Daí para tentar descobrir como fazer aquilo foi um pulo.

De telespectador de filmes de terror para produtor de projetos caseiros onde meus amigos e colegas da escola e prédio morriam de maneiras toscas foi uma evolução gradual. Eu queria mesmo era fazer Sci Fi, tipo star wars, mas como isso era impossível, fazer filmes de zumbis era o que estava ao meu alcance. Tudo era decorado com grandes quantidades de sangue e aos quinze anos (um dia antes de roubar o cadáver) eu fiz o que seria o primeiro filme da minha trilogia assassina. Era a estréia do Barroco assassino.

O barroco assassino era um curta metragem em VHS onde todo mundo que eu conhecia morria. Tudo começava quando meu irmão mais novo, que havia sido exposto a radiação nuclear numa usina foi fazer cocô. (Inesquecível cena do André cagando de roupa. Ele ficou com vergonha de tirar a calça para fazer cocô no filme)

Daí o cocô do cara, radioativo ganha vida e sai do esgoto, matando um a um e a cada morte, o cocô nojento crescia mais. Tivemos que interromper o filme, porque eu havia acabado com todo o bombril lá da minha mãe.

Nós colocavamos o bombril numa linha de pesca e arrastavamos no fundo de um valão. O resultadoera um cocô controlável altamente realista. E nojento.

meses depois,  eu filmei no Pantanal “A Luva Assassina”. Este foi legal, pois era uma luva que… Isso mesmo, ganhava vida. A luva saía matando um a um. Por falta de elenco, alguns primos meus morreram umas duas vezes. O filme da lugva assassina chamava-se “Sábado 14″, pois “sexta feira 13″ já tava bem batido.

Daí algum tempo depois, quando o Popozinho (Antônio Carlos) foi morar nos Estados Unidos, eu juntei a galera do predio para mandar um video pra ele lembrar da gente. Assim eu filmei “O carrinho maldito”. Que era uma maldição em que um espírito maligno se apossava do carrinho de compras na garagem do predio. A coisa subia para o play e ia matando um a um. Destaque para a morte do Dudu (aquele que virou um chafariz de vômito na minha festa) que acabou sendo enrabado pelo carrinho. E a Feranda, que morreu afogada na piscina sem conseguir sair. O Carrinho foi o meu filme caseiro mais cheio de efeitos, pois isso envolvia esncoder linhas, cabos de vassoura e traquitanas curiosas para mover o carrinho sem que a câmera percebesse.

Neste filme, temos inclusive a morte das minhas irmãs Dani e Leo, Uma com dois e a outra com 3 anos, morrendo esmagadas pelo carrinho maldito dentro de um freezer no salão de festas. Há ainda a hilária morte do meu amigo Pedro Rodrigo, que não sabia nem andar de bicicleta direito e acabou estraçalhado na pilastra para fugir do carrinho.

Esta fita está em algum lugar no meio de filmagens bizarras lá na casa da minha mãe.

Mas como eu ia dizendo, o lance do Thriller me ajudou a curtir maquiagem de terror e efeitos especiais.
Ao lado do George Lucas, foi Michael Jackson e seu clipe – que eu não vi na infância – que me impeliram a fazer maluquices. Daí que eu estava na Loja Americana e fiquei ali só curtindo o telão e o clipe. Quando dei por mim, havia uma multidão gigantesca. Parecia até um show de tanta gente ao redor da Tv assistindo aquele video, que tem efeitos especiais do Rick Baker, e que mais tarde se tornaria um ícone máximo do Pop. Michael inventou o pop, inventou também a linguagem do videoclipe. O poder do clipe era tamanho que nos dias de hoje, mesmo pessoas bombardeadas de informações, videogames, internet e o escambau a 4, dezenas de pessoas de todas as idades estavam ali petrificados por aquele produto. Isso se chama qualidade.Se chama genialidade. Se chama Michael Jackson. Nesta hora eu tive que tirar o meu chapéu para o cara e reconhecer sua capacidade.

Falando em Thriller, aqui está um maluco que pegou o clipe original e dublou ele todo com a boca. O cara usou uma mesa de dezenas de canais para remixar o clipe TODO com a boca. São 64 canais individuais de som em que Francois Macré repete de maneira quase idêntica a musica, que talvez seja uma das mais famosas do mundo.


Muito legal.

Video: Possessão demoníaca?

Nossa, que sinistro este video da criança aparentemente possuída pelo capeta.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=dScdr8Dly4g&feature=related[/youtube]

Realmente é impressionante de ver. Não é de estranhar que nos tempos antigos e em muitos lugares ainda hoje, ao ver uma pessoa comportando-se assim, os parentes próximos acreditem que seu ente familiar está possuído por espíritos, demônios e coisas do tipo.

O caso do menino aí em cima é um caso de contaminação por raiva. O garoto provavelmente está num estágio avançado da doença.A Raiva é uma doença causada por um vírus da família rhabdoviridae, gênero Lyssavirus. O agente causador da raiva pode infectar qualquer animal de sangue quente, porém só irá desencadear a doença em mamíferos, como por exemplo cachorros, gatos, ruminantes e primatas (como o homem).
Todos os anos 10 milhões de pessoas recebem vacina após terem sido mordidas por animais selvagens. Cerca de 40000 a 70000 pessoas não vacinadas morrem todos os anos.

É transmitida pela mordida ou arranhadela de um animal infectado, mais freqüentemente cães não vacinados, gatos, lobos, raposas ou morcegos. É por vezes impossível de saber se o animal apresentava comportamentos agressivos devido à doença ou se os manifestava por outra razão, logo é importante consultar o médico logo após o contato para receber a vacina, que neste caso previne o aparecimento da doença mesmo após a infecção, desde que administrada imediatamente.

O vírus está presente na saliva do animal e é introduzido nos tecidos após a integridade da pele ficar comprometida pela mordida. A progressão nos animais é semelhante à dos seres humanos (ver mais adiante). Os animais selvagens perdem o medo e os mais dóceis animais de estimação tornam-se agressivos. Há casos anedóticos de transmissão por aerossois de dejetos de morcegos que se depositam em mucosas intactas (boca, olho, nariz). Alguns raros casos foram transmitidos após transplante de córnea infectada.

A raiva existe em animais selvagens em todo o mundo exceto em algumas ilhas (como Grã-Bretanha, Irlanda e ilhas do Hawaii). Nas áreas tropicais pode existir em animais de rua (cães abandonados). Um reservatório de difícil eliminação são as colônias de morcegos.

O período de incubação da doença é invulgarmente longo, nunca sendo menos de 3 semanas e podendo ir até dois anos. Os danos causados são devidos a encefalite (inflamação e danos no cérebro). A morte é certa (mortalidade de 100%) assim que se iniciem os sintomas. Na fase inicial há apenas dor ou comichão no local da mordidela, náuseas, vômitos e mal estar moderado (“mau humor”). Na fase excitativa que se segue, surgem espasmos musculares intensos da faringe e laringe com dores excruciantes na deglutição, mesmo que de água. O indivíduo ganha por essa razão um medo irracional e intenso ao líquido, chamado de hidrofobia. Cientificamente, a raiva não pode ser chamada de hidrofobia, pois esse é apenas um dos sintomas da doença. Logo que surge a hidrofobia a morte já é certa. Outros sintomas são episódios de hostilidade violenta (raiva), tentativas de morder e bater nos outros e gritos, alucinações, insônia, ansiedade extrema, provocados por estímulos aleatórios visuais ou acústicos. O doente está plenamente consciente durante toda a progressão. A morte segue-se na maioria dos casos após cerca de quatro dias. Numa minoria de casos, após esses quatro dias surge antes uma terceira fase de sintomas, com paralisia muscular, asfixia e morte mais arrastada. A morte é certa em 100% dos casos. Não há sobreviventes da doença.

Se você ou alguém que você conhece foi mordido por um cão de rua ou um animal desconhecido, é fundamental tomar a vacina anti-rábica ou você poderá acabar como este garoto aí.

Eu fiquei com pena do moleque. Ele deu o azar de nascer num lugarejo rural da Índia, Camboja, Brasil, África ou similar. Nesses lugares praticamente não existem medicamentos para raiva e os caras devem ter ficado rezando em volta do moleque até ele finalmente morrer. Em qualquer outro lugar civilizado os médicos induziriam o coma e -embora ilegal- iam fazer eutanásia nele. Algo mais digno que deixar chegar nesse estado.

Fonte: Wikipedia

Apocalipse da humanidade zumbificada

Conversando com o Fabio Sousa no post sobre o filme I am the legend, surgiu a vontade de escrever sobre zumbis.

Uma coisa que eu gosto nos filmes de zumbis está no fato de que quase sempre (senão na sua totalidade) estes filmes seguem um padrão onde uma contaminação toma conta da sociedade e apenas uma pequena parcela de pessoas tem que conviver em bolsões de vida não contaminada, enquanto os contaminados (zumbis) tentam desesperadamente contaminar (ou comer) os sobreviventes.
zombies2b Apocalipse da humanidade zumbificada

Filmes em que o instinto mais básico humano (a sobrevivência, o instinto de auto-preservação) são colocados em pauta geralmente funcionam, pois falam diretamente ao lado mais básico, mais fundamental da personalidade humana. Os filmes de zumbis surgiram na década de 30, mais precisamente em 1932, com white zombie e desde então não pararam mais. A idéia de corpos mortos reanimados -seja por mágica, seja por contaminação, seja por bruxaria, é uma fonte inesgotável de histórias praticamente iguais.

Hoje existe um certo culto ao zumbi e temos até eventos para celebrar os mortos que andam, como o internacional “zombie walk” um “desfile” mundial organizado pela internet onde pessoas vestidas de zumbi andam cambaleando e gemendo pelas ruas das maiores cidades do mundo. Apenas por diversão.

zombies5e Apocalipse da humanidade zumbificada
Tecnicamente, um zombie walk devia parecer isso aí

 

Ao que parece, os zumbis não saem de moda.

Talvez só os extraterrestres possam se comprar aos zumbis em sua penetração na mídia, o que é surpreendente, uma vez que os Ets são alimentados no inconsciente coletivo de modo permanente com os constantes avistamentos, registros em filme e fotografias de naves, além do cinema, o que retroalimenta uma coisa chamada HET (hipótese extra-terrestre) que se sustenta em relatos de diferentes graus de confiabilidade e registros governamentais. Já o mito dos zumbis se originam da religião vodu, no Haiti e além disso só tem mais uma referência: O cinema.

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O primeiro zumbi na telona

 

Nos EUA desenvolvimentista do pós guerra, dividiu o cinema em dois tipos ou classes. Havia o Filme “A” e o filme “B”. Basicamente, o filme “B” precedia o filme tipo “A” que era o motivo final da ida ao drive in dos jovens e adolescentes da América. Em geral, o filme B era feito com orçamento ultra-reduzido o que implicava em qualidades amadoras. Era como as bandas jovens que “abrem o show” das maiores.

 

Havia regras claras no circuito da exibição e isso envolvia o fato de que o filme B não podia -sob nenhuma hipótese - competir com o filme “A”. Como na maioria dos casos, os filmes “A” eram filmes românticos, westerns ou épicos, isso fez com que restasse apenas uma limitada parcela de espaço para criação.

“A necessidade faz o sapo pular” e daí surgiram os filmes de ficção científica, histórias surreais, mistério e suspense, que mais tarde dariam origem a séries como Twilight Zone, Xfiles e até Lost. Outro gênero de filme que teve sua gênese comercial neste período foram os filmes de terror. Filmes como “Undead”, ‘A pequena loja dos horrores”, “vampirios de almas”, “A mosca”, “A coisa” e etc, tornaram-se cult. Em pouco tempo, surgiam filmes do tipo B turbinados. Essas produções do estilo dos filmes tipo “B” foram tão impactantes sobre a sociedade que ficaram marcados na história, ganhando posteriores homenagens e remakes. É o caso de “O dia em que a terra Parou”, “planeta vermelho”, “O monstro da lagoa negra”,  “gerra dos mundos”, “Enigma de outro mundo” e etc. Uma das mais profundas contribuições da filmografia “B” para o cinema foi alavancar o cinema fantástico e como efeito colateral, desenvolveu a industria dos efeitos especiais, que mais tarde desembocaria na computação grafica e no 3d, que traria seus efeitos na nossa sociedade até a era dos modernos videogames. Assim, se você gosta do seu Playstation, agradeça a Roger Corman, John Carpenter, Robert Wise,  e seus predecessores.

zombies3b Apocalipse da humanidade zumbificada

Gradativamente, o sucesso dos drive-ins se reduziu e os cinemas de bairro ganharam força. Isso propiciou a decadência do filme “b”, que devido ao sucesso de algumas produções, tornou-se um segmento de hollywood com orçamentos tão bons quanto os filmes A. Isso acabou tendo como resultado uma safra de filmes de ótima qualidade técnica e maturidade narrativa em gêneros inovadores para seu tempo. Foi o caso de 2001 – Uma odisséia no Espaço, Alien o 8o. Passageiro, Enigma de outro mundo, Star Wars, só pra citar alguns no universo da ficção científica e fantasia e Dawn of Dead, O exorcista, Day of dead e tantos outros, milhares deles, que assustaram as pessoas nos cinemas.

Após a decadência do cinema B e o surgimento do cinema de ficção-horror-surreal, agora com qualidade, aconteciam os anos 80. A Aids transformava pessoas saudáveis em verdadeiros cadáveres. Havia uma sensação de medo de contrair aquela doença pouco conhecida que tornava ídolos, amigos, parentes e colegas em verdadeiras encarnações da idéia de mortos-vivos. Não havia os coquetéis e a idéia de uma doença que vai matando todo mundo, numa escala crescente de contaminação mortal permeou as mentes de todos naquela década.

aidscorpse Apocalipse da humanidade zumbificada

A AIDS e os zumbis

Talvez isso tenha propiciado o surgimento de uma nova geração de filmes de zumbis.

dotd bub small434 Apocalipse da humanidade zumbificada

A lista com filmes de z\umbis dos anos 80 é longa e prolífica, tendo neste período se formado alguns dos maiores hits da história no gênero: Dead and Buried Apocalipse da humanidade zumbificada (1981), The Evil Dead (1982), Zombie Island Massacre Apocalipse da humanidade zumbificada (1984), Day of the Dead (1985), The Return of the Living Dead (1985), Night of the Creeps (1986), Evil Dead II Apocalipse da humanidade zumbificada (1987), The Dead Next Door (1988).

Algumas regras começaram a surgir e pautaram a maioria dos filmes, criando uma espécie de padrão do gênero.

• Se o cara não morreu, ele não vira um zumbi.

• Os zumbis não são canibais carniceiros. Eles não se alimentam de mortos. Apenas de vivos. Embora possam comer carne morta, apenas células vivas aplacam sua “fome”.

• A única maneira de deter um zumbi é acertá-lo na cabeça. Serve machadada, picaretada, tiro de 12, martelo…

• Zumbis não são muito inteligentes e raramente correm, embora possam. Eles andam cambaleando.

Na virada do século, uma nova leva de filmes de mortos vivos surgiu. Filmes com uma produção moderna, uma cinematografia forte e madura e principalmente novas tecnologias digitais e de maquiagem, que ampliaram as possibilidades do segmento. Nessa leva moderna, alguns destaques são Land of the Dead (2005), Dawn of the Dead 2004 (2004), and Shaun of the Dead (2004) além do Resident Evil, The serpent and the rainbow, 28 days later e 28 weeks, além do atual I am the legend (embora aquilo no filme não sejam exatamente zumbis, mas funcionam tal qual).

zombie33 Apocalipse da humanidade zumbificada

dnd6194 Apocalipse da humanidade zumbificada

Zumbi sem maquiagem é como bolo sem cobertura

 

Pensando sobre estes filmes de mortos que caminham e sua sede por comer ou atacar com violência os humanos, me pergunto se seria possível que um ataque de zumbis pudesse algum dia acontecer. Eu achava que não, até ler um artigo de David Wong. E agora acho que a resposta é sim. Me limitarei a tentar traduzir a minha maneira o artigo do cara.

 

Vejamos:

Parasitas cerebrais

zombies946 Apocalipse da humanidade zumbificada

 

Parasitas existem normalmente na nossa natureza e não são grande novidade para todos os que passaram da segunda série. Eles vivem e infestam todo tipo de seres vivos. Incluindo humanos. Acredite ou não, animais são convertido em zumbis no mundo natural. O que parece coisa de cinema é a mais pura verdade para certos insetos e -o que é pior – mamíferos!

Me refiro a um específico chamado toxoplasmosa gondii

Este treco infecta ratos mas pode ser encontrado quietinho nos intestinos de um gato de rua. O parasita sabe que tem que pegar “uma carona” para atingir o intestino do gato. E como ele faz isso? Nauseabundamente, ele infecta o cérebro do rato e reprograma o mesmo para que ele avance para o rato e dê mole ao ponto de ser comido.

Obviamente, estamos livres de algo nos controlando porque não somos ratos. Mas pense bem. Se os ratos são usados para testar medicamentos que mais tarde usarão em nós, e nosso DNA é muuuito parecido, o risco de um parasita de rato sofrer algum tipo de mutação e infectar humanos não pode ser completamente descartada. Até porque em países como a Tailândia, se come ratos mal passados. (já vimos isso aqui com fotos, lembra?)

A notícia pior vem agora: METADE da população da Terra está infectada com o maldito do toxoplasmosa, e não sabe. Talvez você esteja.

Embora pequena, há uma certa possibilidade que isso gere um apocalipse de humanidade zumbificada:

Enquanto existem mais ratos que humanos, é um bom negócio para o parasita infectar ratos. Mas se isso por acaso mudar, a evolução poderá fazer com que o parasita migre para um hospedeiro melhor: O homem.

Agindo na mente humana como ocorre com os ratos, o parasita poderá gerar uma série de pessoas com algum tipo desconhecido de esquizofrenia, que poderiam agir de maneira assassina, tal qual os ratos, que atacam os gatos para morrer.

Pessoas infectadas poderiam dar origem a uma série de ataques de fúria sem controle, gerando o caos e o desequilibro na ordem social. Mas felizmente, isso é um risco baixo.

Neurotoxinas

zombiesdd388 Apocalipse da humanidade zumbificada

Neurotoxinas são venenos específicos que agem sobre os centros nervosos, e podem modificar o ritmo do seu corpo até o ponto em que você é considerado morto (para um leigo, porém dificilmente para um médico). Certos animais como o baiacu podem intoxicar uma pessoa deste jeito.

As vítimas podem então ser colocadas em um estado semi-vegetativo, como os da droga datura stramonium ou outro tipo de mecanismo químico chamado alcalóide capaz de deixar as pessoas em um estado de transe, sem memória, mas ainda capaz de tarefas simples, como comer, dormir, bocejar e andar cambaleando perseguindo virgens pouco vestidas que tropeçam em todo ressalto, raiz ou degrau.

Isso pode gerar zumbis como -de fato gera- no Haiti, onde feiticeiras vodu usam o veneno do peixe para criar poções que geram uma morte ficcional e posteriormente deixam a pessoa em um tipo de transe similar aos remédios hipnóticos. É daí que veio o mito do zumbi.

O caso clássico que envolve este tipo de contaminação é o deClairvius Narcisse. Ele era um sujeito haitiano que foi declarado morto por dois médicos e enterrado em 1962. Entretanto, ele foi encontrado andando como um zumbi de filme na beira de uma estrada 18 anos depois. Clairvius foi dopado sistematicamente ao longo deste tempo por feiticeiros vodu que usaram seu corpo drogado como trabalhador escravo em plantações de açúcar.Embora possível que alguém mal intencionado adapte este tipo de toxina na forma de uma arma química de guerra, seria bem improvável que o esquadrão de zumbis resultante dessem origem a um apocalipse, uma vez que eles não seriam canibais nem assassinos e sim um bando de gente chapada.

Mas se misturarmos isso com uma lavagem cerebral através de um adestramento militar, o ser resultante poderia ser de soldados semi-despertos com alto teor de agressividade, que não temeriam tiros nem nada. Seriam soldados descartáveis, muito provavelmente obtidos através de civis do território inimigo. Quando se trata de guerra, eu não duvido de nada.

O virus da super-raiva

zombie at apple store224 Apocalipse da humanidade zumbificada

Como vimos nos filmes “28 days later”, “28 weeks later” e “Eu sou a lenda”, um vírus similar ao da raiva pode gerar um caos fenomenal.

Quem já viu um cão raivoso sabe como isso pode ser um perigo potencial para quem der mole. Se por ventura este virus sofrer um tipo de mutação e infectar humanos de maneira agressiva, teremos uma boa chance de testemunhar o que acontece nesses filmes.

Na vida real, temos varias desordens mentais que podem gerar fenômenos similares, porém nunca contagiosas. Se bem que existem problemas de natureza mental que são transmissíveis sim. Como o Mal da vaca-louca, que ataca o tronco espinhal e o cérebro do bovino provocando ataques.

E humanos, comem carne…

Ao comer a carne coma doença da vaca louca o ser humano pega a doença de Creutzfeldt-Jakob.

Os sintomas são:

  • Mudanças no equilíbrio (andar cambaleante)
  • Alucinações
  • Falta de coordenação (andar batendo nas coisas e caindo)
  • Espasmos musculares
  • Rápido desenvolvimento de delírio e demência

Embora as doenças deste tipo sejam raras, (raríssimas) elas podem atingir humanos. Se pensarmos bem, nós somos apenas uma maquina química-elétrica controlada por um complexo e frágil sistema central onde apenas a serotonina te separa de se tornar uma maquina retardada de matar. Tudo que precisa acontecer para um episódio digno de 28 days later é uma doença atacar a habilidade cerebral de absorver a serotonina.
Então, imagina só uma doença tipo uma Super-doença-da-vaca-louca, que pega um vírus como o da raiva que surge através de carne contaminada e se espalha velozmente através do sangue ou da saliva. (mordida) E o que nos temos são ordas de zumbis tacando o terror e cambaleando para morder tudo que se mover em sua frente.

Neurogênese

zombies4567 Apocalipse da humanidade zumbificada

Em laboratórios de todo o mundo cientistas testam drogas e fazem bizarras manipulações genéticas em, busca da fonte da juventude, ou num termo mais tecnico: Neurogênese. Basicamente, a neurogênese é a capacidade de uma célula morta se regenerar, voltando a funcionar e fazendo o velhinho com mal de Parkinson ficar firme ou mesmo a velhinha com mal de Alzhimer se lembrar quem são os netos.

Vamos pensar agora: O que é a morte. Até o momento em que escrevo este post, a morte clínica é quando cessa a atividade cerebral. Quando a mente vai pro saco, não há solução. Então vamos dizer que um laboratório descubra a tal neurogênese, e com isso o que temos será um corpo cujo cérebro pode funcionar, talvez parcialmente e partes do corpo podem estar mortas. O objetivo é trazer de volta, fazendo crescer o cérebro de pessoas em comatose e traumatismo craniano até que eles acordem e andem por aí novamente.

Este laboratório é dedicado a uma pesquisa chamada “pesquisa de reanimação” explica que o processo de “reanimar” um morto cria um problema. Causa a morte do cérebro gradualmente de fora para dentro. O lado de fora do cortex cerebral é a bela parte que te faz ser como é. É o que nos faz humanos. O que fica é a parte que controla as funções motoras básicas e os instintos primitivos.

Nós (eu e você) não precisamos do córtex cerebral para sobreviver; tudo que precisamos é deste miolinho funcional e estaremos prontos para andar babando por aí em busca de miooooooolo. Não é atôa que uma galinha consegue correr por aí sem a cabeça. Há até um caso muito louco de uma galinha que sobreviveu por 18 meses sem a cabeça!.icon eek Apocalipse da humanidade zumbificada

Resumindo, o que você precisa fazer para ter seu “zumbi de estimação” é pegar alguém com as funções vitais ainda intactas mas com estado de morte cerebral e aplicar o tratamento de crescimento cerebral. O miolinho dele vai voltar a funcionar e o que teremos é um corpo sem mente capaz de vagar por aí sem raciocinar, funcionando guiado por uma nuvem de instintos e impulsos primitivos de natureza ainda desconhecida.

Uma vez que sabemos que o mundo não é bonzinho e que em muitos governos os direitos humanos e responsabilidades de um indivíduo terminam com sua morte, não é difícil surgir algum pirado que queira usar seus recursos para suprir sua necessidade de comandar um exército de trabalhadores braçais escravos semi-vivos.

Quanto tempo levará para algo assim acontecer? Do jeito que o mundo está, já pode até ter acontecido.

Nanobots

zombies5e722 Apocalipse da humanidade zumbificada

 

 

Como ocorre no livro de Michael Crickton “Prey” e no jogo de PS2 “nano breaker”, há uma possibilidade de que o avanço científico da nanotecnologia, das nanomáquinas e dos nanorobôs sejam a gota que faltava para a destruição da raça humana. Afinal, o que esperar de microscópicos-robôs que se auto-replicam e podem invisívelmente construir ou destruir qualquer coisa? Hoje, vastas somas de grana são investidas em desenvolvimento de nanotecnologias. Claro que os cientistas sabem que em algum nível os nanorobôs poderão nos destruir, mas saber como isso acontecerá é algo irresistível pra eles.

Os cientistas atuais já conseguiram criar um nano-cyborg, misturando um chip com uma microscópica porção de silicone a uma bactéria. O que eles descobriram a seguir foi que essas bactérias ciborgues podem funcionar por mais de um mês após a morte do hospedeiro. Note que os cientistas estão bem na pré-história que culminará em alguns anos com a zumbificação humana. Eles sabem como e onde o horror está.

De acordo com estes estudos, em mais ou menos uma década teremos nanobots que poderão entrar na gente e investigar nosso organismo por dentro. Indo até o cérebro e alterando conexões neurais e substituindo algumas danificadas.

Se robôs poderão alterar nosso miolos, o que mais pode dar errado?

Algum dia, haverão nanobots em seu cérebro. Esses robozinhos poderão ser programados para manter seu corpo operando mesmo após a sua morte. Eles poderão se juntar para formar algum tipo de consciência básica que usará suas estruturas neurais para controlar as funções vitais básicas.

Os nanobots são programados para se replicar, o que significa que a morte do cérebro é o fim dos nanobots, e para sobreviver eles precisam se transferir para outro hospedeiro. Isso significa que do mesmo jeito que um vírus, um único indivíduo contaminado por nanobots pode gerar uma nova colônia de nanobots ao morder um sujeito saudável. Em pouco tempo a colônia de nanobots se reconstruirá na mente do sujeito e mais um zumbi surgirá no mundo, espalhando a doença.

zombies5b770 Apocalipse da humanidade zumbificada

O pior de tudo é que controlado por nanobots, o corpo se não for atingido na área que controla a função motora continuará operando, como nas melhores cenas dos clássicos filmes de zumbi.

Então, por enquanto não há razão para pânico. Contenha seus impulsos de sair gritando e sacudindo os braços feito uma lagartixa louca. Essas são só possibilidades. Algumas remotas, outras nem tanto.

Mas sabe como é…

Em caso de ataque de zumbis, tenha sempre a mão o manual de sobrevivência em caso de zumbis. Muito útil.

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Siga o manual e boa sorte.

 

(Se alguém levar isso a sério, merece virar zumbi)

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