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Guru da grana

Presta atenção que este post pode ser importante pra você.
Milhares de pessoas neste exato minuto podem estar com uma idéia sensacional nas mãos, mas não sabem o que fazer, por onde começar…

Se você está neste dilema, tenho uma boa notícia. É uma iniciativa que eu achei muito bacana. Trata-se de um projeto do Itaú chamado Meu Guru da Grana. Mesmo que você não esteja com uma ideia matadora aí na manga, sugiro prestar atenção, pois ideias são como borboletas, e uma pode pousar na sua cabeça a qualquer momento e mudar sua vida completamente.
Mas que doideira de guru é esse? Do tipo que lê cartas? Faz previsões? Traz a pessoa amada em sete dias?
Não. Este tal Guru, é um cara super experiente, com anos de mercado. Um cara que já errou muito, acertou muito, viu muita gente surgir do nada e pessoas por erros bobos, perderem fortunas. Em suma, é um “mestre”. Um cara que conhece os perigos da jornada, e poderá orientar nosso herói quanto aos riscos e perigos do caminho.
Daí que o tal Guru da grana vai ser colocado pelo banco em contato com um correntista (que tem um nome bem legal) afim de ajudar o cara a realizar o sonho dele.
O caso  é o típico de um cara que quase literalmente tropeça numa boa ideia. Um dia, Filipe estava na academia, foi tomar uma ducha e… Teve uma ideia que poderia mudar a vida dele para sempre.

O cara teve a ideia, mas como fazer com que ela funcione efetivamente?

O Guru da Grana começa a dar as dicas:

Este lance do guru da grana representa uma interessante mudança de paradigma do banco, que percebeu que não basta oferecer serviços e produtos para seus clientes. É imperativo fazer com que os projetos deles dêem certo. O banqueiro não faz isso porque quer ser canonizado, obviamente. O banco quer que o cliente dele fique rico. É óbvio, já que nenhum banco gosta de cliente “ralado”. Depois do Filipe e da família dele, o banco é um dos maiores interessados que ele dê certo na vida, já que isso significará mais investimentos, mais demanda pelos serviços do banco. Além disso, tem a questão óbvia: Se você está na duvida sobre qual banco escolher, um banco que te ajuda a ficar rico é uma escolha potencialmente muito inteligente, né?
Eu tô torcendo para que esse negócio aí do Guru da grana dê certo, afinal eu também tenho conta lá, e como vocês sabem, ideia por aqui nunca faltou. hahaha.
Vou continuar acompanhando a saga do Filipe pra ver se a ideia dele vai dar certo.

Para saber mais e acompanhar o Meu guru da grana (existem outros casos rolando, não é só o do Filipe) o site é este.

 

edartigopatrocinado Guru da grana

Obrigado ao Rafael Alves da agência F.biz pelo interesse em anunciar no Mundo Gump para uma audiência superior a 600 mil leitores por mês. Fazemos votos de grande sucesso para o projeto Meu Guru da Grana, do Itaú! Este foi um artigo patrocinado. Se você tem um blog, um site, um produto ou um serviço que considera ter qualidade, veja as nossas condições de publicidade e adquira um artigo patrocinado.

A invasão alienígena se aproxima? Será??

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ufosf A invasão alienígena se aproxima? Será??

O Tio Faso deu a dica deste video, que nada mais é que uma junção de inúmeras matérias de Tv sobre casos envolvendo comportamentos anômalos nos céus do mundo.

O maior destaque do video, na minha opinião fica para o estranho ovni da China, que parou o aeroporto no ano passado. Também destaco o tal ex-empregado da área 51, que embora soe bastante dramático, sempre pode ser um maluco (muito embora loucura não cause falha eletrônica de comunicação daquele jeito). Mas nem tudo que está ali é ufo ou fenômenos inexplicáveis, como a misteriosa espiral que surgiu no céu, que explicamos aqui mesmo o que era.

O video dá um tom urgente e dramático à percepção (e o medo) popular de que em 2012 teremos um grande contato com alienígenas que (na cabeça de alguns) poderão ser hostis e nos varrer da face da Terra.

Embora essa seja a percepção de uma parcela enorme de gente pelo mundo todo, eu não compartilho muito dela. Na minha opinião, estamos de fato sofrendo um processo de invasão, mas me parece que isso já vem ocorrendo há pelo menos 5 décadas. É um processo gradual e bastante indireto, e não é uma invasão de aniquilação, como o ser humano fez ao longo de toda sua história evolutiva, ou até talvez seja, e não temos ainda meios e dados suficientes para compreender de que forma isso se dará.

Segundo o INFA, a partir da “Era Moderna dos Discos Voadores” (desde 1947), uma característica passou a ser notável e bastante significativa: em determinados períodos de tempo, as observações de UFOs aumentavam consideravelmente, para depois cair de forma brusca. Produziam-se quase a nível mundial perfilando-se especialmente sobre uma determinada região.

Se por um lado pode realmente existir uma quantidade de manifestação do fenômeno UFO significativa e que está agrupada num determinado tempo e numa determinada área específica; por outro lado a difusão ufológica poderia estar gerando uma comoção pública e, assim, criando avistamentos que não existem, mas que são produtos da histeria coletiva acerca do assunto. Há várias hipóteses para tentar explicar a característica “onda” do fenômeno UFO:

HIPÓTESE PSICOLÓGICA – Diante da divulgação sensacionalista de um evento ufológico, as pessoas fazem “eco” (uma espécie de feedback gerado pela comoção) do fato e que é motivado por uma necessidade psíquica de identificação. Assim, o público observa uma grande quantidade de UFOs que, obviamente, correspondem a um sugestionamento mental e não à manifestação do fenômeno de fato.

HIPÓTESE SOCIOLÓGICA – Determinados fatos sociais repercutem diretamente em uma maior quantidade de observações de UFOs. Alguns momentos críticos para a humanidade, como guerras, desequilíbrio econômico e social, conflitos, crises, índices de suicídios, etc; inclusive fenômenos de grande transcendência na sociedade atual, como desemprego, influenciam numa maior quantidade de avistamentos que denunciam a presença de UFOs no nosso meio. Existem impagáveis estudos estatísticos onde se estabelece uma correlação entre estes fenômenos sociais e os UFOs.

HIPÓTESE FÍSICA – Existem períodos no tempo em que se pode apreciar uma maior atividade de UFOs, que é uma razão intrínseca à intencionalidade da manifestação ufológica.

Os ufos e a crise financeira mundial – A possibilidade de uma resposta sociológica para o fenômeno UFO é realmente interessante. Existem dados comparativos e significativos: os anos de 1946, 1954, 1965 e 1968 assinalam um aumento significativo de demanda de empregos nos Estados Unidos, coincidindo justamente com datas de supostas “ondas ufo”. Outros anos com grande quantidade de avistamentos ufológicos também registravam momentos extraordinariamente críticos na política, descontroles sociais e depressões econômicas agudas. Mas tudo isso esbarra, tal qual foi dito acima, nos rastros “físicos” do fenômeno.
Embora seja possível estabelecer uma relação e estabelecer uma hipótese de que o descontrole social acarrete numa alteração do comportamento das pessoas que buscariam em “seres superiores” uma saída para seus conflitos, temos aqui um aumento sem precedentes na quantidade de dispositivos de alta tecnologia. Hoje, pelo menos nos grandes centros, quase todas as pessoas estão de posse de pelo menos uma câmera, e em alguns casos, de várias.
Com este aumento na capacidade de registro, temos um impacto direto no volume de dados gerados, (e também no volume de fraudes perpetradas).
Mas se um percentual qualquer, por mais ridículo que ele seja, em meio a milhões de registros de fraudes, erros de interpretação e julgamento for de natureza inexplicável, torna-se obrigação formal da Ciência estabelecida e de suas escolas e campos de estudo desvendarem tal mistério.
Daí que surge a necessidade de compreensão dessas supostas “ondas ufológicas”.

Foi um investigador espanhol, Eduardo Buelta, num trabalho publicado em outubro de 1962, que começou a interessar-se pela análise das “ondas ufo” e suas freqüências. No seu interessante trabalho, que engloba os avistamentos ufológicos durante um período de dez anos, de 1947 a 1957, ele detectou um aparente deslocamento progressivo dos UFOs para o oriente das zonas geográficas na qual se manifestavam. Buelta escreveu: “Parece que o fenômeno UFO dividiu o globo terrestre em setores alongados de pólo a pólo, como se quisessem cartografar o planeta de forma metódica e cuidadosa, sendo que as aparições numa determinada área geográfica são precedidas da outra ao lado no globo”.
Ainda, o doutor Saunders selecionou 18.000 casos com informações suficientes da casuística ufológica mundial. Depois de analisá-los e depurá-los, estabeleceu o que considerou como as mais importantes “ondas ufo” a nível mundial (o mês apontado em cada uma das ondas são os “picos” – havendo vários casos em meses anteriores e posteriores):

JULHO DE 1947 – Oeste dos Estados Unidos.
AGOSTO DE 1952 – Leste dos Estados Unidos.
OUTUBRO DE 1954 – França e Europa.
AGOSTO DE 1957 – América do Sul (em outubro de 1957 ocorreu O Caso Villas-Boas e, em janeiro de 1958, O Caso Trindade, entre outros).
AGOSTO DE 1965 – Meio-Oeste dos Estados Unidos.
OUTUBRO DE 1967 – Inglaterra.
NOVEMBRO DE 1972 – África do Sul.

Mas o interessante é que nesta análise Saunders descobriu uma sugestiva correlação: as “ondas ufo” se deslocavam para o leste em períodos de cinco anos aproximadamente. Conclusão muito similar à desenvolvida por Eduardo Buelta, em 1962.

Desde a década de cinqüenta, em que apareceram os primeiros grupos e investigadores privados atraídos pelas testemunhas que apareciam nos meios de comunicação, surgiram diversas tentativas para superar os problemas já citados – entre os quais o fato do fenômeno UFO não se ajustar a nenhuma categoria científica. O grande objetivo da investigação é, em última análise, superar o estado compilador de informações para a formulação de leis que expliquem o conjunto do fenômeno. Para tanto, muitos pesquisadores buscaram – e ainda buscam – incansavelmente detectar a existência de alguma ordem lógica no fenômeno.

A aproximação mais notável a tal propósito foi realizada pelo investigador francês Aimé Michel, utilizando os dados da “onda ufo” de 1954. Poderíamos dizer que foi um primeiro passo para a estipulação de uma ordem lógica que objetivava encontrar soluções adequadas para o fenômeno UFO. Assim, a descoberta de Aimé Michel significou um passo importante na fixação da possível intencionalidade dos avistamentos ufológicos.

A história diz que foi o escritor Jean Cocteau, numa conversação mantida com Michel, quem lhe sugeriu a possibilidade de que, diante da aparente desordem apresentada pelo conjunto de observações ufológicas na “onda ufo” de 1954, tratasse de analisar as testemunhas correspondentes a um período curto, num dia ou, pelo menos, numa semana.
Seguindo esta idéia, Aimé Michel, entre 1956 e 1957, começou a marcar num mapa muito detalhado do território francês, dia por dia, todas as informações de avistamentos ufológicos divulgados na imprensa e em outras fontes – sendo que teve o cuidado de “filtrar” as informações e somente dar relevância aos dados mais confiáveis.

ufo A invasão alienígena se aproxima? Será??

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Num primeiro momento, Aimé Michel percebeu que os diferentes lugares onde ocorriam os avistamentos não pareciam ser escolhidos pelo fenômeno ao acaso. Na verdade uma certa quantidade de avistamentos se alinhavam em retas de três, quatro e até seis pontos. Esta disposição surpreendeu Michel, que a denominou ortotenia (do grego “ortotenos”, que significa “situado na linha reta”). Na superfície terrestre se formavam linhas de máxima curvatura, que na linguagem marinha se chama de ortodrómica: a distância mais curta entre dois pontos da superfície do globo. Os meridianos, por exemplo, são linhas ortodrómicas.

Além do possível caráter puramente casual de alguns alinhamentos, Michel constata um fato muito característico. As “ortotenias” têm uma duração de um só dia, cessando a meia-noite e dispondo-se de forma totalmente diferente no dia seguinte. É importante entender que a “ortotenia” traçada não corresponde à trajetória ininterrupta de um só UFO, nem estão situadas as observações de uma mesma linha seguindo uma ordem cronológica. Era como se o fenômeno escolhesse uma área específica para cada dia de manifestação.

As diversas formações ortotênicas compõem figuras estreladas, cujos pontos de união Michel denominou de “centros de dispersão”. Em tais centros, sistematicamente, se informava a presença de um “charuto voador”. Essa coincidência foi um grande indício de que Michel estava encontrando uma ordem lógica. Os UFOs conhecidos como “charuto voador”, segundo a literatura especializada, são classificados como possíveis naves-mãe, em virtude de sua função de albergar outros corpos menores.

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O lançamento da obra de Aimé nos Estados Unidos fez que muitos cientistas e investigadores se interessassem pela existência das ortotenias. O doutor David Saunders, antigo membro do Comitê Condon, realizou um estudo sobre a notabilidade do denominado alinhamento “BAVIC”. Esse alinhamento foi formado por seis observações no território Francês, em disposição retilínea perfeita, indo da cidade de Baieux e Vichy. O doutor David Saunders estendeu esse alinhamento por todo o globo e chegou a conclusão de que a coincidência era bastante significativa. Na Espanha, Antonio Felix Ares de Blas e David Garcia López, entre outros, utilizaram a teoria de Michel aplicando-as na “ondas ufo” ibéricas de 1950, 1968 e 1969. Nas “ondas ufo” de 1968 e 1969, apesar de não existirem linhas por cima dos quatro pontos, distinguiu-se um “foco de dispersão” no Mediterrâneo que coincidia justamente nas observações de determinados países europeus.

Obviamente que a teoria das ortotenias também foi vista como produto do mero acaso. Jacques Vallée submeteu a hipótese da ortotenia a um teste de computador e usando um sistema randômico de dispersão de pontos numa superfície redonda, buscou detectar padrões em linha para tais pontos. Como resultado, ele obteve uma linha de cinco pontos, cinco linhas de quatro pontos e vinte linhas de três pontos. Este experimento de Jacques Vallée prova que os alinhamentos podem efetivamente ser frutos do simples acaso. Vale ressaltar que Vallée nunca conseguiu um alinhamento de seis pontos como no “BAVIC”.

Mesmo que não possamos nem refutar completamente ou corroborar a hipótese da ortotenia, é difícil de negar, sem fechar os olhos às evidências, que este tipo de anomalia vem ocorrendo há um bom tempo por aqui. POr que isso se daria? Por que uma pesquisa ou uma aproximação tão longa? Podemos tecer algumas hipóteses, mas obviamente alguém já fez isso antes. E este alguém é o Dr. James Deardorff, em Examination of the embargo hypothesis as an explanation for the Great Silence
- J. British Interplanetary Soc., 40, pp. 373-379 (1987) e em Possible extraterrestrial strategy for Earth -Quart. J. Royal Astron. Soc., 27, pp. 94-101 (1986)

Nos dois trabalhos, o físico Dr. James Deardorff-professor de ciências atmosféricas na Oregon State University- ofereceu uma hipótese no qual argumenta que os alienígenas responsáveis desejam que a espécie humana tome consciência gradual de sua existência e presença, e para isso fornecem um potencial de “negação” para aqueles que ainda não podem lidar com esse fato. A “aclimatação gradual” evitaria ameaças aos governo, instituições financeiras, fundações culturais e religiosas dos quais dependemos e estruturamos nossas sociedades.

Mesmo que a hipótese ortotênica não dê conta de explicar o comportamento aeroespacial anômalo na atmosfera Terrestre, é fato que estamos nos deparando com as fronteiras do conhecimento científico atual quando lidamos com este assunto. Como eu costumo dizer, com tamanho volume de informações, fotos e registros disponíveis hoje, se o fenômeno ufo não tiver origem extraterrestre será uma surpresa tão grande ou até maior do que se tiver.

Então, o ponto em que eu gostaria muito de focar neste post é justamente este. Ora bolas, quem diz que disco voador não existe só pode ter passado a vida em coma, já que basta ligar a TV, ir numa videolocadora qualquer ou mesmo entrar na pagina do youtube para perceber que os OVNIs como um fenômeno cultural são tão palpáveis como o Papai Noel! Com a diferença que o bom velhinho Papai Noel é um fenômeno cultural, mais localizado e sazonal.

Mas enquanto no aspecto cultural o fenômeno ufo é realidade comprovada, justificar isso com uam existência palpável de Ets e naves espaciais é algo mais difícil e cientificamente mais ousado também. Mas por mais complicado que pareça, existe muita gente tentando.

Recentemente, o astrofísico Ken Olum da Universidade Tufts, argumentou que o raciocínio antrópico aplicado à teoria da inflação, prevê que nós humanos, devemos ser parte de uma grande civilização, com dimensões gigantescas, o que implica que a solução “Estamos sós” para o paradoxo de Fermi é inconsistente com nossa melhor teoria atual da cosmologia. Beatriz Gato-Rivera, uma física do Instituto de Fisica y Matematicas en Madrid, confirmou a hipótese de que Olum está correto, e sustentou que seria possível que a humanidade estivesse deliberadamente sendo mantida inconsciente acerca da civilização circundante. Ela também argumenta que a teoria moderna das supercordas e a teoria “M-brane” agravariam ainda mais o problema dos “aliens desaparecidos” que surge no paradoxo de Fermi.

É pelo menos curioso, que enquanto físicos e suas teorias astrofísicas prevêem que deveríamos estar experimentando visitação extraterrestre, qualquer evidência dela, pelo menos sob a forma de um subconjunto de relatórios UFO é ignorado ou ridicularizado nos meios de comunicação, salvo em raros momentos.

- Astrofísico Bernard Haisch, Ph.D. www.ufoskeptic.org , referindo-se a implicações da teoria da inflação para a Teoria da Visitação Extraterrestre (PDF). Paper de J. Deardorff, Haisch B., B. Macabeu e HE Puthoff, no Journal of the British Interplanetary Society, Vol. 58, pp 43-50, 2005.

Você pode ver algum esforço acadêmico formal na tentativa de compreensão do fenômeno, algo bastante útil e que está bem além da utilização das especulações extraterrestres insólitas de tablóides sensacionalistas, como o Pravda ou o (já extinto) Weekly Daily News ou ainda o famigerado “Programa do Ratinho”.
Um bom exemplo é o artigo que tenta compreender a natureza de amostras de magnésio provenientes de um suposto Ufo, obtidas (adivinha onde?) No BRASIL, numa explosão ocorrida na costa de Ubatuba. Publicado originalmente num periódico científico da Universidade de Stanford.
Essas amostras em questão foram aquelas famosas, enviadas para o clunista já falecido Ibrahim Sued.
Eis a carta que acompanhava as amostras:

“Prezado Sr. Ibrahim Sued. Leitor assiduo de sua coluna e seu admirador, quero proporcionar-lhe um verdadeiro furo jornalistico a respeito dos discos voardores, se e que acredita nos mesmos. Eu também não acreditava no que ouvia falar e somente lia, áte que, alguns dias atras, perto de Ubatuba, em pescaria com vários amigos, vi um disco-voador! Aproximou-se da praia em incrivel velocidade, parecendo prestes a abater-se sobre as aguas, quando, a um impulso fantástico, elevou-se rapidamente. Atônitos, seguiamos com os olhos êsse espetáculo, quando vimos o disco explodir em chamas, saindo em milhares de pedaços que pareciam fogos de artificio—apesar de ser doze horas, ou seja, meio-dia—çom um brilho fortissimo. Êsses pedaços cairam quase todos no mar, mas muitos pequenos pedaços cairam perto da praia, tendo nos recolhido um bom numero dêsse material, tão leve que parecia papel. Aqui junto uma pequena amostra dêsse material, que não sei a quem devo confiar para analisar. Nunca li que houvesse sido recolhido um discovoador ou que se tivessem recolhido pedaços de um disco, a não ser que as autoridades militares o tenham feito e usado de sigilo. Estou certo de que êste assunto bastante interessará ao brilhante cronista, e mando-lhe esta em duplicata, para o jornal e para a sua residência…” Do admirador, (assinatura
ilegivel), junto, recebi detritos de um metal estranho.

A descição do tal acidente lembra bastante um famoso video de suposto acidente de ufo:

Ao que parece, o Paper mostra que o material continha poucas impurezas em algumas amostras e impurezas de natureza bastante incomuns em outras, incompatíveis com amostras de magnésio normalmente originárias do Brasil. Delírios e especulações não são analizáveis dessa forma.
Obviamente, isso não prova que as amostras, analizadas em diversos laboratórios, incluindo um da NASA, seja de fato um pedaço de disco voador, mas é mais um daqueles tijolinhos que ajuda a compor o grande, complexo e confuso castelo chamado ufologia científica.

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Elvis não morreu?

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BOMBA! Elvis Presley, o rei do rock está vivo!

Elvis old spotted Elvis não morreu?
Ele teria sido descoberto por acidente em agosto, numa foto feita por um turista austríaco de férias com a família na capital Argentina. Por mais surreal que pareça, o suposto Elvis estaria se divertindo no restaurante com amigos, onde teria assistido um show de cover dele mesmo.

A foto correu o mundo assim que foi revelada pelos tablóides ingleses e desencadeou novamente a busca pelo famoso cantor.

“Elvis já foi visto outras vezes, mas nunca foi fotografado” -Disse Soraya Lippthorn, que fã de Elvis desde os 12 anos – “Eu tenho certeza que é ele. Meu coração me diz!”.

Como centenas de outros fãs do cantor em todo o mundo, a senhora Lippthorn nunca acreditou na fraude da morte de Elvis Presley. Muitos investigadores sustentam que Elvis chegou a trabalhar para a CIA, e que sua morte teria sido um engodo para evitar que fosse assassinado por espiões soviéticos.

elvis nixon 01 crop Elvis não morreu?

Elvis teria sido um espião dos EUA?

Alguns céticos sugerem que pode se tratar de uma simples coincidência, mas não é o que diz o Dr. Joseph Bernardez, do instituto de analise de imagem de Redmond, USA. Joseph traçou uma série de pontos que coincidem com estruturas faciais e o resultado deu positivo para Elvis. O sistema tem baixa margem de erro e é o mesmo usado para identificar foragidos da justiça nos EUA.

O caso desencadeou uma explosão de mensagens dos fãs, que há décadas alegam ter visto Elvis em diferentes lugares do Mundo.

O livro “El rey vuve entre nosotros”, do jornalista Jerónimo Burgués, sustenta que houve um acordo entre a CIA, o FBI e a Polícia Federal Aregentina para abrigar o cantor. O blog “Elvis en Argentina” também apóia a rese e lançou uma campanha para localizar o rei.

Um boato inicial dizia que logo após a morte de Elvis, um homem que se parecia com o cantor comprou uma pasagem para Buenos Aires.

“Ele se aposentou. Segundo fontes argentinas, Elvis não quer mais voltar aos holofotes. Ao que parece, ele juntou uma bela grana e com o dinheiro viajou o mundo todo. Elvis Presley, que teria se retirado no início da decadência de sua carreira para se tratar de uma grave dependência de drogas, teria se tornado um recluso criador cavalos em General Guemes, na província de Salta, na Argentina. Curiosamente, a cidade é a mesma onde já teria sido visto e filmado o famoso Gnomo!

eu vi gnomos Elvis não morreu?

Existe até um documentário onde são apresentados depoimentos e evidências de que Elvis está vivo, e morando na Argentina:

HAHAHAHA.
OK, OK, eu admito. Estou inventando. Este post é fajuto. Eu que fiz a foto tosca do Elvis velho que ilustra este post. Mas ia ser massa ver uma noticia dessas, né? Acredite ou não, existe um batalhão de gente que alega mesmo ter visto o Elvis andando por aí. E a hipótese dele viver na Argentina é sustentada por muita gente. Certa vez eu li que há inclusive um prêmio em dinheiro para quem provar que ele está vivo. Eu me amarro muito no som do Elvis, e volta e meia estou escutando o rei do rock. Hoje, sem querer me deparei com um video bem antigo de um brasileiro chamado William Marques, que canta muito parecido com o Elvis. Acho que o cara se apresentou no Raul Gil. O timbre é surpreendentemente parecido. (não é dublagem) Saca só:

10 tipos inesquecíveis das novelas da Globo

Enquanto eu almoçava, passou na Tv uma propaganda da novela Mulheres de Areia, que está sendo reprisada no “Vale a pena Ver de Novo”.

A cena em questão envolvia o Tonho da Lua. Fiquei vendo aquilo, aquele jeito estranho de falar, os olhos arregalados do personagem e me lembrei de uma frase que ouvi certa vez do experiente ator e roteirista Chico Anysio:

O tipo sempre vence.

Chico Anysio é um cara sábio. Eu nunca achei muita graça dos personagens dele, mas é inegável que a frase acima, essa pequena conjunção de míseras quatro palavras, contém uma grande dose de sabedoria dramatúrgica. É uma verdade inquestionável. O tipo sempre vence. Sempre vencerá. Uma novela, filme, conto, minissérie ou seja lá que produto audiovisual ou editorial, sempre que houver uma figura suficientemente estranha e curiosa, ela atrairá a atenção do público como um poderoso ímã. Não é atoa que o tipo, como recurso de roteiro costuma ser usado no alívio da alta pressão dramática. Ele é a válvula da panela de pressão. E quanto maior a pressão nas cenas anteriores a do tipo, maior será a graça do personagem.
Evidente que alguns autores acabam usando o recurso além do normal, e tudo acaba forçado, com personagens estranhos demais, descambando o material para a bizarrice (o que às vezes funciona, vide Saramandaia) ou para um estilo pastelão, que funcionaria sozinho, mas que afeta a qualidade de uma novela de cunho mais dramático quando em excesso.
Nem sempre, o tipo é um personagem caricato ou engraçado. Ele pode simplesmente ter algo estranho, algo que o diferencie das pessoas do resto do elenco. Ele pode falar, ou ser chapliniano, ele pode ser estranho ter uma aparência esquisita, se transformar num monstro, ou apenas ser envolvido em algum mistério que desafia a lógica. Ele pode operar bordões, se meter em enrascadas, pode ser um bêbado que tem licença para falar as verdades que ninguém diz, ele pode ter um jeito estranho de falar ou apresentar graves defeitos morais (praticamente sempre perdoados). O Tipo quando bem conduzido é um perigo. Ele pode esfriar a tensão de uma trama, pode “roubar a cena” e pode também ser tão épico que ficará colado indelevelmente ao ator, afetando sua carreira, o que é um dos maiores medos dos profissionais do ramo não só no Brasil como no exterior, vide William Shatner, que raramente consegue escapar à gravidade do comandante Kirk, da Enterprsie.

Pensando nisso, resolvi elencar meus 10 tipos preferidos nas produções Globais. Está pela minha ordem de preferência.

1-Agostinho Carrara (A grande Família)
32642 10 tipos inesquecíveis das novelas da Globo
Ator: Pedro Cardoso
Tipo de personagem: Malandro atrapalhado
Agostinho é um cara estranho. São suas características o jeito de falar que emenda uma palavra na outra, as sacadas para passar a perna nos outros, o jeito meio irresponsável, sua forma de vestir com roupas bizarras e cafonas e também seu bom coração. Sem Agostinho o seriado A grande Família perde mais de 50% da graça.

(mais…)

5 sujeitos fazendo caretas estranhas

5 sujeitos fazendo caretas estranhas
Eu não consigo imaginar uma boa razão para alguém se filmar fazendo uma careta horrível e compartilhar isso com o mundo. (talvez seja um concurso) Mas de uma certa forma, é legal de ver e pensar “que bom que eu não sou assim!”. Então aqui estão cinco sujeitos fazendo caretas bem estranhas.

 

 

Difícil é barrar este coroa aqui:

Super-Homem versus Hulk – Animação de um fã de quadrinhos

Super-Homem versus Hulk – Animação de um fã de quadrinhos
O cara era muito fã de quadrinhos e entendia de 3d. Olha só no que deu:

Muito legal. Feito por um cara só. O que eu mais gostei é que o Super-Homem é o Cristopher Reeve.

Uma obra de Michael Habjan, criada no Audodesk Maya, Adobe After Effects, Pixologic ZBrush e efeitos sonoros criados e editados no Sound Forge Pro e no Sony Vegas.
O cara demora um tempão para soltar cada pedaço, porque ele trabalha numa produtora e só pode dar continuidade ao trabalho da luta no tempo livre.
Ele tem um site que permite aos caras que curtiram, doar um dindim pra ele. É este aqui.

Dica do Rafael

Trilhas sonoras de terror para turbinar sua insônia

Trilhas sonoras de terror para turbinar sua insônia
Eu não tenho insônia. Minha última insônia foi a tanto tempo que eu sei exatamente a data. Foi o dia que eu escrevi A Saga de Varmod. Embora eu não tenha praticamente insônia, eu tenho uma coisa engraçada: Uma radio mental. Não sei explicar este treco, mas quase sempre eu me pego com uma musica tocando na cabeça. E não é musica que eu escuto normalmente. Daí nem imagino de onde sai essas coisas. Talvez seja algum bug do meu sistema operacional, sei lá.
Mas pensando nessa coisa de radio mental e insônia, eu me liguei de como deve ser uma merda o cara ter uma insônia aliada ao bug da radio mental. Agora ruim mesmo é se a radio estiver tocando esta playlist selecionada aqui.

De dia não tem graça, mas espera a madruga, abre um refri, certifique-se que não tem ninguém dentro do seu armário ou sob sua cama, tenha certeza que o crucifixo não está de cabeça para baixo, apaga a luz, e vamos viajar nesse som perfeito para um halloween. (não está por ordem de preferência) :

1-The Thing

2-Psicose

3-Poltergeist

4-O exorcista

5-Sexta feira 13

(mais…)

Pessoas que estufam os olhos

RiNSn
Estufar os olhos é uma “habilidade” tão estranha quanto incomum. Eu queria entender como certas pessoas conseguem fazer isso. Dá uma olhada:

Jay Leno Eyeman 682 792321a Pessoas que estufam os olhos
Este aqui em cima é Jared Jones, um estudante de Arkansas, nos EUA. Ele descobriu que conseguia ejetar os dois olhos por acidente, quando caiu um cisco num deles. Além desse cara, outras pessoas conseguem fazer isso.

pop those eyes Pessoas que estufam os olhos

eyes buggering out Pessoas que estufam os olhos

Outro cara que consegue fazer o olho sair da órbita é Antonio Francis, ou Popeye, como ele é normalmente chamado:

Tem um brasileiro chamado Claudio Paulo Pinto que é campeão de estudar o próprio olho. Ele faz a coisa de tal maneira que parece que o olho vai cair no chão. Olha só que nervoso:

eye popping large Pessoas que estufam os olhos

Deve ser engraçado ver o cara fazer isso quando recebe a conta do garçom

Embora Claudio Paulo seja o cara no Brasil que mais ejeta o globo ocular, com impressionantes 7 milímetros para fora das órbitas, o recorde mundial pertence a uma mulher. É Kim Goodman, de Chicago, que produz a assustadora ejeção dos olhos a uma distância de 11 milímetros das órbitas:

RiNSn Pessoas que estufam os olhos

Olha só Kim demonstrando o poder:

Ao que parece, eles conseguem fazer isso porque sofrem de uma doença chamada prolapso do globo ocular. Em inglês, eye proptosis. Basicamente se resume a um deslocamento incomum do olho, também é chamado de luxação do olho. Este tipo de doença ocorre também em gatos e cães.

fonte fonte fonte

AVISO: Não tente fazer isso pois você pode se machucar!

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