|
|
Sujeito comprou DVD pornô e descobriu a própria esposa no filme
Tem momentos em que eu fico pensando se não estamos num grande e enigmático filme. Certas coisas parecem não acontecer ao acaso, mas sob os auspícios cínicos de algum diretor cinematográfico de estilo mórbido. Dizem que Deus tem senso de humor. É difícil negar esta afirmativa quando nos deparamos com certas notícias. O marido, identificado apenas pelo sobrenome Lee, descobriu a traição da mulher após comprar o DVD em 2002. Em agosto de 2008, Lee atacou o açougueiro na cidade de Chungli e acertou uma facada na coxa do ex-amigo. De acordo com o jornal, o filme pornográfico tinha sido feito com uma câmera escondida no motel e estava em um DVD chamado “casos com as esposas dos outros”, que o marido comprou de um vendedor para assistir em casa. Lee, que vive no Condado de Taoyuan, se separou da mulher depois de assistir ao filme. O ex-amigo fugiu da aldeia. O açougueiro processou Lee por agressão física, mas Lee não conseguiu processar o açougueiro por adultério, porque já havia passado cinco anos. A Justiça pediu para os homens resolverem o caso fora dos tribunais, mas eles recusaram. Lee foi indiciado na terça-feira acusado de provocar danos corporais em outra pessoa, segundo relatou o jornal “Liberty Times”. Lee deve pegar menos de seis meses na prisão, pena que pode ser convertida em multa. Professor aloprado e o DVD de sacanagem
Essa é ótima. Saiu no G1, Terra, O Globo e etc.
Muito boa, né? E em homenagem a este professor aqui está uma trilha sonora espetacular que ajuda a ilustrar a importância da educação. Confira que vale a pena! Tiririca – Homenagem ao Professor Dica da Primeira dama (reclamem com ela!) O bizarro colecionador de pênis
Imagine um sujeito tão obcecado pelo órgão sexual masculino que resolveu criar um museu dedicado ao falo. O sujeito tem pênis de baleia, de cavalo, de jumento, de pato, de peixe, enfim, todo e qualquer pinto que você possa imaginar está lá. Bizarro. Será que existe uma colecionadora de vaginas também? Japinha robô – em breve num filme pornô na sua televisão
Esta japinha aí é um robô (como se eu precisasse informar, né?)
Eu achei ela com uma cara de atriz de filme pornô classe B e com mãos meio grandes demais para aquele corpinho mignon. Ela também anda como se tivesse feito cocô nas calças, mas calma aí! Isso não é uma pessoa vestida de robô. Isso é um robô de verdade, e então vamos reconhecer que já tá bem avançada a robótica. Lógico que no século XIX todo mundo pensava que no ano 2000 estaríamos andando em carros que voam, em cidades nas nuvens ou no fundo do mar, que robôs seriam nossos amigos e companheiros numa rotina de prazeres hedonísticos esquisitos, como escolher qual a pílula tomar no almoço… Mas ao que parece, toda esta utopia estava apenas adiantada nas datas. Essas coisas estão caminhando lentamente para se tornar realidade. Quem poderia imaginar por exemplo, que o computador seria capaz de gerar uma imagem de gente tão realista que enganaria qualquer um lá do passado? Imagina pegar alguém de 1900 e colocar para asssistir Harry Potter! Ia ser o máximo. Mas o interessante mesmo é ver como a indústria dos robôs está se acelerando. Não duvido nada que em pouco tempo a empresa que faz aquelas bonecas de sacanagem, a Real Dolls vai adaptar essas inovações aí da japinha naquelas mulheres de vinil.
Isso aí em cima não é gente. É boneca de sacanagem RealDoll. Este será o primeiro passo para uma gradual corrida pelo realismo absoluto nos robôs. Será que atingiremos o grau de similaridade que Ridley Scott sonhou em Aliens? Ou chegaremos aos robôs autoconscientes de Asimov? Só o que me irrita nisso tudo é que as coisas estão demorando muito. Daqui a pouco eu já tô velho e ainda não terei um filho-robô como o molequinho de IA pra me levar na pracinha. A Japinha robô chama-se HRP-4C (porra que nome estranho) e leva 30 motores no corpo que permitem mimetizar -embora de modo primitivo e lento – movimentos corporais básicos. Ela tem também 8 motores na face, que controlam suas expressões. Triangulinho do prazer
Eu estou com a idéia deste post na cabeça desde o ano passado. Recentemente, deitadão na minha cama vendo tv, logo após testemunhar as maldades da Flora na novela, passou um especial de fim de ano da Globo chamado “Aline” e aí não deu pra segurar. No especial, que de especial só tem o nome, uma menina camada Aline (Maria Flor) vive com dois namorados Otto (Bernardo Marinho) e Pedro (Pedro Neschling). Otto ama Aline e é amigo de Pedro. Pedro ama Aline e é amigo de Otto. Seu único problema é a vizinha síndica que incorpora o estereótipo da velhaca defensora da moral e bons costumes, que condena o ato e uma potencial gravidez, que lhe ocorre e ela nem sabe quem é o pai. No final era alarme falso e tudo volta a ser (a putaria de sempre) como era antes. Nas palavras da Globo:
Ficou claro pra mim a maneira parcial com que a televisão tenta determinar o que é socialmente aceitável e o que não é. Triangulos amorosos envolvendo dois homens e uma mulher me parecem mais aceitáveis do ponto de vista do entretenimento do que triangulos amorosos de um homem com duas mulheres. Não estou aqui para apoiar ou condenar esta prática, mas apenas para registrar meu ponto de vista sobre algo que me soa como um certo poder oculto manipulatório das percepções sociais acerca do que é tabu numa sociedade moderna. Desde que virou moda menina beijar menina e o que até nos anos 70 era tema exclusivamente de pornochanchadas tornou-se algo banal (ou que pretende-se ser banal) eu venho tendo uma sensação de que existe uma inteligência por trás dos elementos midiáticos que busca propor novas formas de relacionamento. É a era do ficar, onde as relações se baseiam no prazer hedonístico em detrimento ao relacionamento sólido. Novas formas de se relacionar são propostas por uma mídia cada vez mais formadora de comportamento do jovem, que por sua vez chafurda cada vez mais na mediocridade intelectual. Isso é amplificado por uma ausência cada vez maior dos pais, uma isenção e intenção de que liberdade é “faça o que quiser”. Isso tudo acontece em concomitância com a cristalização da idéia de que relacionamentos tradicionais são fadados ao fracasso. Seja no casamento, uma instituição declaradamente falida na Tv e em series, como nos relacionamentos de namoro, marcados por injúrias e traições de todos os tipos. Eu não sei se você vai concordar comigo, mas acho que a Rede Globo quer estabelecer um padrão de conformismo (ou dessenssibilização social) com relação à questão dos triângulos amorosos. Veja, não é de hoje que produtos da Vênus Platinada exploram este tipo de relação. Vamos puxar pela memória? O primeiro triângulo amoroso na Tv, focado em produção midiática para o jovem que eu me lembre foi Armação Ilimitada. Juba era amigo de Lula, que amava Zelda Scott que amava Juba e Lula. Pra completar o fusuê, os três playmaluquetes adotam um órfão chamado “Bacana”.
Isso aí é anos 80, e como diz a musiquinha da propaganda, ” O tempo passa, o tempo voa…” Mas a putaria continua numa boa. A Globo colocou um triângulo amoroso do tipo HMH (homem-mulher-homem) em outra novela. Dessa vez, inovando um pouco com o lado gay do negócio.
“Ela não tinha gogó”: Jovem descobre que namorada grávida era travesti
Olha esta notícia: COCAL DO SUL – O amor algumas vezes realmente é cego, mudo e sem tato. O rapaz a conheceu em um bailão há cerca de seis meses e foi amor à primeira A sogra adorou a surpresa e prontamente aceitou a nora de braços abertos. O Entre uma discussão e outra, a mulher apanhou e, acompanhada da sogra, foi Para a surpresa dos investigadores e mais ainda da família que abriu as O jovem não entendeu nada porque o casal mantinha relações sexuais e ele Já sobre a gravidez de Bruna, era apenas uma reação psicológica. Ela O caso foi encerrado e o casal, a princípio, iria se separar. Hhahahaha. Fala sério, meu. Ela não tinha gogó? Um amigo meu disse que sabe na hora quando a figura é um “kinder ovo com surpresa” (kinder ovos!) pelo gogó (pomo de adão). Mas sei lá. A Gisele Bunchen tem gogó e (ao que me consta) é mulher, hein? Dica do Hugo Uma stripper de 75 anos de idade
Sinceramente, eu nunca achei muita graça em striptease. Sei lá, acho meio bobo. Meio sem graça. Não vejo grande vantagem numa mulher rebolativa tirando a roupa. Ainda mais fazendo malabarismos num poste de ferro. O lance do pole dancing virou moda graças à Hollywood e à novela-que-copia-hollywood. Mas fala sério: è ridículo. E o que intriga é ver aquele bando de cueca com cara de mongol olhando a mulher fazer números erótico-circenses num poste. Acho mais direto e eficiente filme de sacanagem. Não tem tanta enrolação, e quando tem, você mete o dedo no FF do dvd ou video cassete e pula para a próxima cena. Mas não posso julgar os homes de um modo geral pelo meu gosto, já que eu acho que sou excessão à regra no caso do striptease. Esta é a única explicação que vejo para o fato de existir-e fazer sucesso -uma idosa stripper de 75 anos.
Será que ela tira a dentadura também? Se striptease já é meio bobo com mulher gostosa, imagina com uma velha… Pedra assassina 4 – O terror nunca acaba
Parece título de filme B de terror, mas o fato é que acordei as 4 da manhã com uma puta duma crise de cálculo renal. É a minha 4 crise de cálculo e essa foi a pior de todas. Fui internado de emergência, tomei tudo que dava pra tomar e nada passou a dor. Desesperada, a médica de plantão mandou me dar morfina. Não fez nem cosquinha. A dor estava cavalar. Passei um dos maiores apertos da minha vida hoje. Fiz até tomografia, porque os médicos estavam intrigados com a intensidade e a posição da dor. O bicho pegou feio pro meu lado. Esta pedra começou a dar sinal de vida ontem, enquanto eu escrevia o post anterior. Não tem nada pior que escrever com crise de pedra nos rins. Bem, talvez até tenha, já que qualquer coisa é ruim com isso. A dor só passou quando eu expeli a maldita. A maior pedra que eu já expeli até hoje. Por isso não teve post hoje. (estou de licença médica). Brabo, né?
|
Pesquisa Google
Pesquisa personalizada
O melhor do Mundo GumpFragmentos da vidaA brincadeira do copo e minha primeira experiência sobrenatural A festaAs vezes em que eu quase fiquei cego Águia de Aço - Minha aventura no cinema O dia em que eu marretei o tanque A história do apontador -fragmentos da escola Minha aventura no assalto - Combo LOST- Minha lua de melMinha inesquecível viagem a Manaus Como que eu quase levei um tiro Guardas, Propinas e um pouco de malandragem Com ou sem - Minha noite no pior hotel do mundo A mulher pelada sob a cama da minha avó O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim Os aventureiros da torre proibida Como descobri que eu tinha uma solitária O dia em que eu roubei um cadáver Uma história inacreditável até pra mim Como lidar com um impertinente de lotação Improve the web with Nofollow Reciprocity.
|
Posts |
Comentarios |
Extras |