Meu gosto musical é meio malucado, eu admito. Uma das bandas que eu gosto de ouvir é uma tal de Ekseption. Esses caras são bem antigos, contemporâneos “do Onça”. Dá uma olhada no visual da banda:
Parece até baile do cafona né?
Definir o som desses caras é meio complicado, porque eu não tenho informação suficiente sobre o som deles para conseguir formar um painel exato do estilo da banda. A Wikipedia diz que é rock progressivo holandes. Pessoalmente eu acho que é um troço meio jazz, mas muito clássico. Tipo, eles pegam musicas eruditas e dão uma nova roupagem, colocam uma bateria, sax, baixo em cima e fica um troço meio moderno, mas ainda dá pra ver claramente a raiz do clássico ali por trás. Algumas das musicas me remetem imediatamente aos anos 70, talvez pelos instrumentos usados, que me lembram das musicas incidentais das pornochanchadas. Em algumas, parece que os caras embora sigam uma partitura em comum, meio que dão umas improvisadas em cima, o que raramente fica uma merda.
Eu fui dar uma olhada no youtube e vi que os caras tocam em cenários que parecem possuir aquele estilo de decoração das revistinhas pornôs suecas da minha juventude. Eu não sei dizer ao certo onde foi que descobri esses malucos. Acho que foi quando baixei um pacote de musicas clássicas, uma coisa que eu realmente gosto de ouvir enquanto trabalho, e no meio da balaiada veio uma deles.
Eu penso que esta banda conseguiu algo bastante interessante, numa época anterior ao sampling e o remix de clássicos, que estiveram na moda a pouco tempo. Eles colocaram musicas que estavam sendo esquecidas para tocar em boates e casas de show.
Segundo a Wikipedia, os caras começaram em 1967 e a banda durou até 1989 e a discografia deles é apenas 14 albuns. Uma coisa interessante dos discos dessa banda é conterem uma versão original do clássico e em seguida a versão ekseption-repaginada dela. A banda tem um site semi-oficial que pode ser visto aqui.
Abaixo estão alguns videos que eu achei do Ekseption.
Muito interessante este video que mostra um instrumento curioso construído em casa. Ele usa uma série de servomotores ligados a uma central e comando que recebe os dados de um arquivo MIDI.
Veja que legal:
Atendendo ao pedido dos leitores, estou dando continuidade ao post anterior que lista (interminável) 10 musicas mela-cueca inesquecíveis dos anos 80. Aqui está o segundo post-lista, com mais dez obras sensacionais que habitam as memórias de todos nós. Certamente quase todas essas fizeram parte de momentos inesquecíveis, se não for da nossa vida, pelo menos das novelas das oito. A maioria desses clássicos foram sugeridas pelos leitores qui do blog. Confira:
1-Spandau Ballet – True
2-Scorpions- Still Loving You
Este é um clássico. Só que a babaca da EMI bloqueou o embeding do clipe oficial no Youtube. Isso que eu chamo de anti-marketing estúpido. Na falta do clipe oficial vamos com o show dos caras em Viena.
3- Queen – Love of my life
Sem dúvida uma das musicas mais bonitas do Queen. Inesquecível pra quem viu no Rock in Rio.
4- Richard Marx – Right here waiting for you
Esta é clássica demais. Infelizmente o clipe original está (burramente) com o embed bloqueado graças a política (estúpida) da gravadora. Achei um clipinho caseiro paliativo.
Crianças prodígio nascem em tudo que é lugar. Mas apenas ambientes preparados podem ajudar a florescer grandes talentos.
O senso comum erra quando imagina que crianças prodígio só se sobressaem na música. A verdade é que o talento não escolhe disciplina. Existem crianças prodígio em música, mas também em dança, em esportes, desenho, pintura, literatura, enfim.
Desde os tempos antigos que as crianças com habilidades especiais são veneradas como verdadeiras manifestações de Deus na Terra. Mas nem sempre a coisa é boa para quem nasce com habilidades extraordinárias para sua idade. Muitas vezes, as crianças prodígio são pressionadas pelos pais, e transformadas em máquinas caça-níqueis pelas pessoas que amam e que deveriam protegê-las.
A questão dos talentos prodígio esbarra em determinar o que é o elemento que faz com que possamos separar uma criança considerada gênio de outra, totalmente dedicada e com grandes habilidades.
Para falar a verdade, é muito difícil separar as crianças em categorias, uma vez que elas são pessoas em processo gradual de formação e por conta disso, são naturalmente rápidos em aprender e evoluir. Na faculdade de Psicologia eu tive uma professora que passou um semestre inteiro falando sobre este assunto e depois de muito bla,bla,bla, o que ela dizia é que um gênio é alguém cujas habilidades transcendem completamente a capacidade humana em um determinado assunto.
O resto, seria simplesmente pessoas, todas efetivamente longe do que é o considerado “normal”, possuidoras de grandes habilidades e aptidões naturais. (minha professora fazia diferenciação entre possuir habilidades e a aptidão natural para determinado assunto)
Resumindo o que ela dizia, eu me arriscaria em concordar que as pessoas com grandes habilidades podem nascer e gradualmente aprender uma disciplina qualquer, como tocar violão, por exemplo. Enquanto a massa das pessoas consideradas normais vai conseguir chegar até um determinado grau no violão, essas pessoas teriam uma incrível capacidade de ir além, mostrando-se verdadeiros mestres no instrumento escolhido. O que não obriga que essas pessoas sejam os melhores em determinado campo do saber.
Já as pessoas com habilidades naturais seriam o que os leigos chama m de possuidores de “dons”. Esses teriam, aparentemente do nada, uma capacidade fenomenal de aprendizado de certa disciplina, evoluindo muito rapidamente. Muitas vezes, isso se manifesta logo na infância e acompanha a pessoa por toda a vida. Em alguns casos, a aptidão natural é tão impressionante que dá a sensação de que a pessoa nasceu sabendo.
Normalmente, a área onde a aptidão natural se manifesta mais claramente, é nas artes. Teoricamente, para que uma pessoa com aptidão natural se desenvolva e consiga atingir um grau de “gênio” seria necessário um intenso estímulo externo e interno.
A minha professora ainda comentava que é possível a existência de um super dotado, que na opinião dela seria uma pessoa dotada de múltiplas aptidões naturais, capazes de fazer coisas impressionantes, como cálculos matemáticos complexos, tocar piano como profissionais e jogar bola feito o Garrincha.
Obviamente que encontrar pessoas assim é bastante difícil, e sob certos aspectos isso poderia ser considerado até uma curiosidade médica, na medida que é um ponto completamente fora da curva. A maioria dos países desenvolvidos estabelecem treinamentos para que os professores possam identificar rapidamente essas pessoas e separá-las da maioria, provendo estímulos e incentivos para que elas desempenhem suas habilidades natas de modo seguro. Daí surgem as escolas para superdotados.
Inicialmente, as escolas de superdotados aparecem como uma forma de segregar para converter jovens potenciais em grandes mentes do futuro, dando aos países “vantagens estratégicas” a longo prazo. Isso explica porque durante a Guerra Fria, tanto os EUA quanto a URSS, disputavam em número de pequenos gênios.
Hoje ainda existem escolas especiais, mas por motivos mais nobres. Enquanto crianças de desenvolvimento normal se adaptam a uma grade escolar estruturada, os jovens prodígio rapidamente dominam o assunto e começam a sofrer em decorrência do tédio e preguiça. O mundo parece-lhes lento e excessivamente simples. É normal que os jovens talentos só sintam-se à vontade com pessoas mais velhas. Por isso que separá-los dos jovens de mesma idade e desenvolvimento intelectual normal pode ser necessário. Caso contrário eles rapidamente perdem o interesse pela escola.
No Brasil, a coisa é ainda pior, já que a maioria das escolas públicas e particulares não oferece nenhum esforço para identificar estas crianças. E não raro, o aluno acima da curva é considerado um problema.
A exemplo do que costumeiramente ocorre no Brasil lembro o caso do jovem Albert Einstein, que foi considerado pelos professores, como portador de deficiência mental.
A estrutura escolar que temos hoje, faz com que as crianças se adaptem à escola, e não o contrário. Infelizmente. Assim seguimos, desperdiçando talentos.
Já na China, o que ocorre é o posto. As crianças são separados ainda bem jovens e submetidas a um regime intensivo de treinamento, superior até ao de adultos profissionais, que não raro acaba produzindo anomalias e alterações físicas nos jovens, como quebra de dedos nos pianistas e deformações nas mãos dos impúberes violinistas.
Entretanto, é inegável a surpresa que nos causa ver uma criança mal saída das fraldas tocando musicas que até adultos suariam a camisa para conseguir. Talvez o mais impressionante de todos os bacuris-prodígio da música tenha sido o próprio Mozart, que com apenas 5 anos já compunha complexos e belos minuetos para cravo e composições para dois pianos.
Pensando nos impressionantes talentos infantis, aqui está uma singela compilação de dez incríveis talentos prodígios musicais, que não necessariamente precisam ser gênios para nos impressionar.
1- Menina de Seis anos dá show no piano:
2-Dhanat Plewtianyingthawee – O moleque de 4 anos no violino
3-Menina de 5 anos toca Vivaldi
4- O menor guitarrista de blues do mundo, com apenas 8 anos
5-Com oito anos Ethan toca Love Story, do Francis Lai
6- A vietnamita Wendy Vo com 7 anos, toca tico-tico no fubá (humilhation)
7- A Menina japonesa de 3 anos, que brinca com xilofone
8- Conheça Ariel, o menino que aos sete, toca Impromptu opus 90 do Schubert.
9-Alexander Andrushchenko de 8 anos toca o concerto para harpa de Handel.
10-Pra finalizar, uma banda de jazz feita com jovens talentosos prodígios.
Bônus: Tedi Papavrami aos nove anos(dica do Eduardo Marques)
Eu tava aqui vendo uns videos no you tube e me lembrei que os anos 80 e o início dos 90 rolava uns clipes românticos bem curioso e estranhos. Limitei a lista a clipes internacionais, para facilitar, além do mais nos anos 80 tinha pouco lipe nacional. Resolvi compilar minha listinha preferida dos dez clipes no “mela cueca style”. Óbvio que vai ficar faltando coisa aí. Mas é o que eu achei.
1- Nothing gonna change my love for you
Praia deserta, sujeito com a loura num cavalo… Era isso que eu sonhava em fazer naqueles antigos anos de 1988. Acabou que eu consegui. Na lua de mel eu fui parar numa ilha deserta com a Nivea, mas não foi tão romântico como aparecia no videoclipe e na minha imaginação de pré adolescente.
2- Wicked Game de 1989
Este é um clipe que além de ser o preferido da minha mãe, é de uma fotografia espetacular. Ainda no clássico da fantasia ilha-praia deserta-e-sacanagem-na-beira-do-mar.
Nada mal. Sabia que este cara pegador aí (Cris Isaak) é o pai do pequeno buda, no filme do Bertolucci? Acho que foi assim que o bacuri veio ao mundo, hehehe. Fica fazendo esses clipes com mulheres gostosas peladas, dá nisso…
A musica é boa demais. Difícil evitar uma pegação quando isso toca. Se não me falha a memória, a mulher que corre só de calcinha é uma modelo russa chamada Helena Christensen, Dinamarquesa (obrigado aos leitores que corrigiram).
3-Making love out of nothing at all – Air Supply
Tá aí uma musica boa que tem um título difícil pra caramba. Começa com um draminha básico. A moça é linda (apesar do cabelo ridículo do início do clipe ela dá show na parte em que o mundo roda em volta dela) e o casal não convence, os efeitos especiais são do tipo Chaves, mas é como eu disse, a história é o de menos. Ela é só o pano de fundo para a trilha ótima da banda Air Supply, que fez parte de dez entre dez novelas da globo. É puramente comercial, mas é bom.
4- Hello – Lionel Richie
Aqui temos uma interpretação que parece ridícula hoje, mas no passado deve ter sido boa. Muito blablablá até a musica realmente começar. Isso era típico de um tempo em que não era tudo tão corrido, ou tão compactado para rodar no you tube. Há um melodrama implícito no clipe, que é o amor do professor pela aluna cega. O clipe parece uma piada, mas é um clássico. E a musica, apesar de hoje só tocar na Antena um light FM e no Good Times 98, é boa, né?
Clipe com historinha é legal.
5- Take on me – A-ha
POucas bandas ficaram marcadas nos anos 80 como o A-ha. Em termos de musica Take on me é legal, tem uma paradinha legal com o baixo e teclado, mas não impressiona tanto quanto o clipe, considerado por muita gente (eu inclusive) um dos dez clipes atisticamente mais legais de toda a história. O Take on me também tem uma historinha – literalmente. Só achei esta versão de péssima qualidade, filmado de uma TV.
6- Eternal Flame – Bangles
Puts, isso tocava nos hi-fis, que eram umas festinhas que a galera agitava pra rolar uma pegação. Bangles é a trilha sonora mais mela-cueca dos anos 80. Se não for a maior é uma das maiores, com certeza. A melodia é legal. E a voz da mulher lembrava do Freddy Mercury prateado. O clipe eu desconhecia, mas tá aí. Essa musica do Bangles toca no radio até hoje. Impressionante.
7-Material Girl -Madonna
Naquele tempo todo mundo sonhava em pegar a Madonna. E nesse clipe o carinha chega junto e pega a rainha do materialismo. Ficou marcado a cena em que ela imita Marilyn Monroe. Bom clipe, com historinha. E a musica é uma das melhores da Madonna.
8-Strange love – Depechemode
O Depechemode deve ser uma das bandas que mais tocou no tempo em que eu ia em boate tentar (eu disse tentar) pegar mulher. Naquele tempo era mais difícil ficar com as meninas e no interior ainda era pior. Rolava uma espécie de auto-valorização da menina. Elas disputavam quem dava mais vetos na noite. Então, sagrar-se vencedor na batalha do acasalamento era tarefa árdua que já não existe mais.
O clipe do Strange Love tem um look de pesadelo, com uma mulher gata se alisando. Erotic bad dream.
Comercial até o talo, como convinha à época. Acho que isso ainda toca.
9- La isla Bonita – Madonna
Madonna dá show em mais um clipe clássico dos anos 80. Uma mulher dividida dos subúrbios novaiorquinos se vê na iminência de escolher entre o amante latino e a vida casta dedicada à igreja. O resultado prático foi ótimo. Destaque para o coroa que dança requebrando com dois sacos de mercado nas mãos.
O fato é: A musica é das melhores que se poderia esperar, e poucos clipes em todos os tempos conseguiram retratar a dualidade da mulher de forma tão bela.
10- Endless Love – Lionel Richie e Diana Ross
Ok, chegamos ao nível máximo de mela cueca possível. Endlesse Love fez parte da história de amor de incontáveis casais e até eu já fiz amor ao som disso aí. Então não dava pra fechar com outra chave de ouro que não Endless Love. A musica é linda. Pena que acho que ela não tem um videoclipe. A musica foi gravada nos anos 70, quando os clipes não eram comuns. Isso não impediu que muitas pessoas resolvessem o problema, usando trechos de filmes românticos. Existem milhões, trilhões deles no you tube. Escolher foi difícil, pois alguns são bem legais. Então a versão original, com os dois cantando é esta aqui. E a versão de clipe home made que eu achei mais legal é esta, do filme homônimo, do Franco Zefirelli (o cara que sabe fazer melhor um filme de amor no universo) Estrelando Brookie Shields, em todo seu esplendor e erótica magnificência juvenil.
Quando eu fiz aquele post sobre as dez mais loucas versões da musica do Mario, de cara eu sabia que o décimo seria um dos mais impressionantes instrumentos musicais que eu já vi. O que me impressiona na “arte”deste cara é o instrumento que ele usa: Nenhum.
É estranho dizer que existe um sujeito que se especializou em tocar musicas sem nenhum instrumento tradicional, usando apenas e tão somente as suas mãos. Tem gente que nem acredita. Melhor do que ficar descrevendo o que este cara é capaz de fazer é mostrar. Veja o manualist em ação, tocando nada mais nada menos que Final Countdoun, do Europe:
Hahaha. É engraçado, eu sei. Mas como o cara faz isso?
Basicamente o sujeito conseguiu treinar o movimento das mãos de modo que ele consiga aprisionar uma quantidade de ar entre as palmas, e com o movimento do pulso, expulsar o ar de forma controlada, variando a força. Ele consegue então fazer vibrar a pele da mão, produzindo um som de peido, que é bastante engraçado e intrigante, que atinge tons graves e agudos. Variando a velocidade e intensidade, o manualist consegue atingir praticamente toda a escala musical.
O nome do manualist é Jerry Phillips, e faz musica com as mãos há 38 anos. A seguir mais uns videos impressionantes de Jerry:
Bohemian Rhapsody, do Queen:
Stayin Alive, do Bee Gees:
A musica da cantina de Mos Esiley (um clássico do flato manual!)
The enterneiner, do Scott Joplin:
Eye of Tiger:
Wizard of Winter:
Toccata e fuga, do Johan Sebastian Bach (agora ele humilhou)
Pour Elise do Beethoven:
Ainda no estilo clássico ele toca Mozart:
Jerry Phillips tem dezenas de videos de suas habilidades tocando todo tipo de musica que se pode imaginar. Muitas ali eu nem sequer ouvi falar. Muito gump isso, né?
Não, não é aquele que te carcou atrás do armário, mas sim o personagem possivelmente mais famoso ( e antigo) do mundo dos jogos, o Mario Encanador, conhecido originalmente como “jumpman”:
Pois é, meu amigo. Hoje em dia, do jeito que o mundo está, saber a história dos personagens de videogames é tão importante (ou mais, dependendo da área que você queira trabalhar) quanto conhecer a história de pessoas famosas ou vultos históricos, como Mussolini, Cleopatra, Tales de Mileto, Moisés, Hitler, Luis XVI…
Para quem não sabe, o Mario é um personagem ficcional, criado por Shigeru Miyamoto em 1981.
Curiosamente, o Mario só existe por causa do Popeye – Aquele do desenho animado, que comia espinafre e dava porrada no Brutus.
A história que envolve os dois é a seguinte: No início dos anos 80, a Nintendo possuía os direitos de uso do personagem Popeye e Shigeru Miyamotio estava trabalhando num jogo com o Popeye. Ele chegou a fazer o jogo do Popeye, mas logo que terminou, a Nintendo acabou perdendo os direitos de uso do personagem comedor de espinafre, e com isso, Shigeru foi obrigado a fazer um novo jogo. Dessa vez deram a ele liberdade criativa e ele inventou seu próprio personagem. Nascia ali o Jumpman, ou Mario, que viria a ser o mais longevo personagem de jogo da história e hoje, a mascote oficial da Nintendo.
Em termos de jogo, a coisa mudou pouco. O troço era basicamente a mesma coisa que ele já havia feito para o Popeye, sendo que agora era o jumpman que saltava (daí o nome) através dos níveis para defender uma princesa (que antes era a Olívia palito) do Brutus, (na nova versão um gorila, o Donkey Kong).
Este é o Jumpman original
O nome Mario surgiu graças a uma coincidência. Para dar destaque ao bigode do boneco, foi adicionado um nariz protuberante no personagem do jogo. Nesta época os jogos eram de baixíssima resolução, o que obrigava o programador a criar o desenho programando-o pixel a pixel.
A solução do bigodão ajudava a esconder a boca, o que deixava menos trabalho para o criador. Do mesmo modo, o chapéu ajudava a esconder os cabelos, reduzindo o tempo na preparação dos sprites de animação.
Mais tarde, alguém da Nintendo notou que Jumpman tinha uma impressionante semelhança com Mario Segalli, o senhorio italiano do escritório da Nintendo em Nova York. Foi o que levou a mudança do nome Jumpman para “Mario”. Sabemos que algum tempo depois, Mario ganhou um irmão, Luigi. Ao que parece, o nome de Luigi foi criado a partir da existência de um restaurante italiano, situado ao pé da sede da Nintendo, chamado “Mario & Luigi’s”. A informação em questão não foi confirmada, mas parece plausível.
Curiosamente, o Mario não era um encanador, e sim um carpinteiro. Mario só mudou de profissão quando a Nintendo lançou o jogo Mario Bros, pois a solução de canos era uma idéia engenhosa para criar a transição entre as fases. Daí, de carpinteiro para encanador, a mudança foi direta.
O jogo explodiu em vendas. Consoles foram criados, milhões de games vendidos em todo o mundo e assim toda sorte de memorabilia foi vendida com a imagem do Mario. Dos jogos eles saltaram para desenhos animados, séries e até longa metragem, destacando-se como um dos personagens mais rentáveis de toda a industria dos games. É certo que a história do videogame seria diferente da que vemos hoje se Mario não existisse. Muitas das coisas do jogo tornaram-se cults.
Uma das coisas mais conhecidas da franquia Mario é a musiquinha. Daí surgiu esta idéia de catar as dez versões mais curiosas da musica do Mario. Confira:
1- Tema de Mario a capella (com bônus do tetris, entre outros clássicos do vdeogame. Muito legal este video)
2- Tema de Mario tocado num CD. (veja o video e fique bolado como eu fiquei)
3-Tema do Mario “tocada” por uma cortadora a laser (o som provém das engrenagens!)
4-Carrinho de controle remoto e garrafas cheias de água. (muito bizarro!) Note a cara de espanto do vigia.
@bruxonews verdade. Se neguinho proíbe até a dancinha da P Hilton... Mas ia ser legal ver uma velha falando o português claro. Dava um viral #2010/03/17
Ainda preciso estudar o caso, mas ele promete, já que o oficial se apresentou numa delegacia e registrou tudo em BO. #2010/03/17
O cara foi capturado no interior de são paulo, mas conseguiu escapar da nave. Saiu em Santa Catarina, em menos de dez minutos depois. #2010/03/17
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