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Elo perdido entre dinossauros e crocodilos descoberto e apresentado no Brasil

Foi apresentado no Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista aqui no Rio, o “Elo perdido”* entre os dinossauros e os crocodilos atuais. Nó sabemos que os dinossauros em algum momento começaram a migrar para pássaros e outras formas, mas ainda não havia um fóssil intermediário entre o crocodilo e o dinossauro.

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O animal, que viveu a 80 milhões de anos, foi encontrado em Monte Alto, e foi batizado de Montealtosuchus arrudacamposi.

Fonte

* Embora o termo “Elo perdido” seja o mais usado e popularmente mais aceito para tratar de descobertas que efetuam ligações desconhecidas entre grupos até então separados na cadeia evolutiva, o termo correto para estes casos é: “Fóssil transicional”.    

Isto é incrível

“Isto é incrível” era o nome de um programa do SBT que eu adorava quando era moleque. Sempre rolava uma coisa bizarra ou casos estranhos, assombrosos. Na mesma linha deste programa haviam também o Fronteiras do desconhecido, apresentado pelo autor e diretor Valter Avancini. Isso sem falar no Acredite se quiser.
A soma destes programas sensacionais que reuniam bizarrices e coisas de arrepiar os cabelinhos mais íntimos, deve ser a semente inconsciente que me levou a fazer o Mundo Gump.
Bom, hoje recebi um email do Fabio, leitor aqui do blog com um link para um site que pode-se dizer, faz jus ao título deste post.
Claro que tem coisas ali que são uma boa viagem na maionese, embora com tantas provas que chega a ser difícil resistir à idéias estapafúrdias como a existência da Arca de Noé e a vinda do Anticristo com o 666 e a Nova Ordem Mundial.
Mas a parte que eu mais gostei foi a que menciona a possibilidade da existência dos dinossauros nos dias atuais.
Sim, é isso mesmo que você leu e eu não estou maluco não.
Eu também abri um sorriso amarelo quando comecei a ler sobre as possibilidades de que animais pré-históricos sobreviventes da extinção em massa habitem nosso planeta nos dias atuais da internet, super condutores e levitação eletromagnética. Mas pensando bem, por que não? Por que isso seria impossível? Varias espécies de lagartos sobreviveram, gerando os animais que conhecemos bem, como as tartarugas, o dragão de Komodo, lagaritos genéricos, iguanas, crocodilos e etc.
Então por que razão no fundo do oceano, longe do olhar do homem não possa haver criaturas perdidas? Acreditava-se que o celacanto, um peixe pré-histórico estava extinto até um ser capturado vivinho da Silva, na costa da África. Desde então, os celacantos tem sido registrados em alta profundidade, o que comprova que algumas espécies pré-históricas podem estar por aí.
O primeiro link do link original nos leva por uma viagem que visa mostrar que os dinossauros podem não ter sido completamente extintos como se imagina – ou se quer fazer acreditar.
O texto cheio de idéias conspiratórias defende que grupos humanos tiveram contato direto com dinossauros no passado. Esculturas de barro datadas pelo teste do Carbono 14, que resultou nas datas de 1640 AC, 4530 AC e 1110 AC mostram humanos lutando – sendo comidos – e até praticando atos sexuais com criaturas que são perfeitas réplicas de dinossauros.
dinoh4 Isto é incrívelIsso é bastante intrigante.
Mas não são apenas esculturas. Veja por exemplo, esta fotografia originalmente obtida durante o período da Guerra Civil americana, obtida quando os confederados mataram um grande “pássaro”.
ptero Isto é incrível
Não precisa ser especialista para ver que eles mataram um pterodáctilo. Mas existem ainda outras fotos obtidas em épocas e lugares diferentes de criaturas similares mortas. Veja só:
ptero1 Isto é incrível
ptero2 Isto é incrível
De fato, existem inúmeros rumores sobre animais que são réplicas claras dos pterodáctilos jurássicos sendo relatados em varias culturas. Algumas tribos africanas distantes cultuam os pterodáctilos como se fossem deuses.
Por outro lado, existem também indícios da existência de uma criatura que se assemelha ao Diplodoco vivendo em meio a selva úmida na divisa do Brasil com a Bolívia.
Isso sem falar nos animais lacustres bizarros como o Monstro de Loch Ness
ness1 Isto é incrívelFoto obtida com um avançado sonar em uma busca pelo monstro.
ness2 Isto é incrívelFoto subaquática obtida com o auxílio de câmeras especiais. Me parece uma nadadeira.
dinomex Isto é incrívelEstranho bicho fotografado num lago no México.
Há ainda o Champ, o monstro do lago Champlain (veja também o post sobre o monstro de Loch Ness)
Champ Isto é incrívelEsta é uma fotografia obtida por uma família em férias que testemunhou o monstro Champ por dez minutos em 1977. O bicho voltou a aparecer dessa vez para 58 testemunhas atônitas acompanhando um barco em que estavam, sempre mantendo uma distância de 60 metros , nadando junto ao barco por mais de 5 minutos.

E o que dizer dos gigantes? Existem relatos em todas as culturas do planeta sobre gigantes que habitaram a Terra muito antes da humanidade começar a se desenvolver. Como grande parte dos mitos costumam ter uma fonte histórica como origem, só podemos observar e ficar pasmos com os achados arqueológicos que impressionam qualquer um. Veja só:
femur Isto é incrívelEste fêmur humano foi encontrado em uma escavação arqueológica nos finais dos anos 50 durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia. O osso de tamanho inacreditável revelou que o seu dono tinha nada menos que quatro metros de altura. E isso é algo preciso de se obter devido a relação de proporção óssea humana, usando em pesquisas forenses. O gigante calçava 52.
Em 1911, mineiros descobriram várias múmias de cabelos ruivos com altura que varia de 2 a 2,4 metros junto com artefatos em uma caverna em Lovelock, no estado de Nevada. Observe a arcada dentária de um desses gigantes com uma arada dentária de um adulto humano normal.
lovelock dentes Isto é incrível
Os gigantes eram descritos pelos índios como tendo cabelos ruivos e todos eles foram exterminados pelos índios Paiutes alguns séculos antes da colonização americana.

Bem, é isso aí. Vale muito a pena dar uma olhada neste link, que gera ótimas idéias para um número enorme de roteiros.

O caçador

Já estou de saco cheio de esperar.
Um mosquito desgraçado teima em me aporrinhar os ouvidos tentando me morder…

Nós resolvemos usar uma cabra velha morta doada pelo vilarejo do qual nem mesmo me lembro o nome, que fica a uns cem quilômetros rio abaixo.
Custou a escurecer hoje, depois dessa maldita chuva tropical. Pelo que vejo a única coisa pontual neste lado do país. Ela vem, dia após dia, com o abafamento que se dá sempre que chove aqui. Talvez por isso eu me incomode tanto em ficar molhado, como um macaco escondido aqui nesta moita falsa com o rifle pesando nas mãos esperando nosso convidado aparecer…
Tentamos a mesma coisa já fazem três malditos dias, e nada.
Parece que ele sabe de nós, de nossas intenções, de minhas esperanças…

Pelo menos os inseto irritantes se foram e os animais idiotas do mato sossegaram finalmente, deixando um silêncio para que eu pudesse pensar um pouco; se é que é possível com este cheiro de podre que sai do defunto de cabra dependurado no alto da árvore aqui bem na minha frente.
Realmente, eu sei que parece idiota ficar pensando isso agora, mas quando eu falei com o pessoal do grupo ninguém acreditou em mim. Diziam que eu estava sendo alvo de uma piadinha de mal gosto feita por um pajé qualquer. Mas quem se importa realmente com isso?

Ora… A quem estou tentando enganar? Eu me importo!

Se o bicho maldito não aparecer logo, eu vou acabar desistindo de ficar aqui no mato, com os insetos, esperando e esperando…

-Um ruído ecoou no súbito silêncio da floresta Amazônica.
-Ops! Será que é ele? Será que é o bicho? Existe mesmo? – Era um som gutural, abafado e pesado de algo grande movimentando-se por dentro do mato. Galhos quebrando, poças da chuva explodindo à todos os lados. Animais em disparada rompiam o silêncio. Estes, pobres animais, dominados pelo pânico eram os que haviam ficado para trás na discreta fuga em massa minutos atrás.
O som continuava, aumentando sua trajetória indicando a proximidade do gigante.
-Lá vem ele. Só pode ser…O pajé estava certo mesmo. Ele não era maluco como eu já começava a pensar.

Meu Deus! Não estou conseguindo me controlar…Não existem elefantes na floresta do Brasil. Eles sobreviveram mesmo.
Está vindo! Está vindo! Pegar a arma, Baixar a isca, preparar mira telescópica, apontar…

- A imensa cabeça escura surgiu por entre os galhos grossos do alto da mata. Parou. Parecia saber da presença do caçador ali, grudado na árvore. Petrificado de medo o suficiente para não esboçar nenhum movimento.
O dinossauro soltou um grunhido estranho, meio oco. Parecia um trompete tocado num velho disco em baixa rotação. Os diminutos olhos moviam-se com dificuldade tentando enxergar algo.

-Aimeudeus! Ele me viu..- Pensou.

O animal lentamente iniciou um avanço em direção a ele. Os olhos fixos nele.
- Fugir!!!! Tenho que fugir!- Mas não conseguia. Estava todo urinado… Em alguns segundos ele seria o primeiro homem da história a morrer comido por um dinossauro.

Foi quando, de trás dele, pulou um outro daqueles, que ele nem mesmo sabia o nome certo. Era da mesma espécie. Um pouco menor, porém.

- Puts! Tô no meio da briga! Existe mais de um…dinoss…- Não deu tempo para continuar o pensamento. A briga tinha se iniciado. Os dois gigantes animais se degladiavam com mordidas numa gritaria selvagem. As caudas imensas batiam em árvores derrubando folhas para todos os lados. O som era altíssimo. Gritos e urros podiam ser ouvidos a quilômetros, o que não adiantava nada, uma vez que ele estava no meio da maior floresta do planeta, mais de oito dias de distância do afluente que o levou até aquele vale.
Ele havia chegado até lá seguindo cegamente a localização imprecisa e mal desenhada numa folha de caderno por um índio garimpeiro que conhecera na zona do baixo meretrício, entre um peitinho e uma garrafa de pinga…

Claro, que, a princípio, ele como qualquer pessoa normal, havia achado que tudo não passava de mentira daquela figura desdentada e enrugada. Mas quando ele me olhou firme no único olho do índio que além de velho, desdentado e enrugado, era caolho, usando olho de vidro de cor diferente do outro, provavelmente fruto de uma troca generosa de meio quilo de ouro com contrabandistas de cocaína que tinham um barracão na sua aldeia. Ele viu a verdade. Viu o medo e compreendeu que aquele era mesmo o último lugar selvagem do planeta Terra.
Os índios passavam cocaína por dentro da mata, nas trilhas que o povo daquele velho e enrugado garimpeiro haviam construído até Manaus.
Realmente ainda haviam dinossauros no Brasil.
O primeiro deles parecia estar ganhando a posse sobre o defunto da cabrita pendurada na árvore. Os dentões haviam manchado de sangue tudo à volta. Os bichos brigavam no chão espalhando uma poeirada danada no ar.
Subitamente, um deles parou. Estava morto. O outro, mais escuro, provavelmente um macho, mais forte, levantava-se nas duas patas traseiras com certa dificuldade. Estava todo arranhado e mordido, com feridas profundas por todos os lados do corpo. Uma fileira de buracos minava um sangue grosso da coxa dele. Uma artéria rompida fazia daqueles buracos uma pequena cascata de sangue escuro. Mas o animal parecia não se importar. Virou-se para a cabra cadavérica e esticou o pescoço em seua direção.

Era a chance que ele estava esperando. Preparou o rifle de matar elefante, mirou no meio da cabeça do bicho e mandou ver no gatilho.
O eco do tiro em explosão ecoou na floresta. Ao longe, papagaios coloridos levantaram vôos gritando. E fez-se um interminável silêncio.
O animal retesou todo o corpo e ficou parado. Aquela imensa estátua negra no interior da floresta Amazônica petrificou como se fosse de pedra.

O caçador havia errado o tiro. O animal virou a cabeça na direção dele e abriu a boca de dois metros. Iniciando com ela um movimento de todo o gigantesco corpo em uma marcha assassina para cima do caçador, que desesperado tropeçava em galhos e catava “cavacos” na tentativa de fugir.
Toda a floresta à sua volta tremia com a corrida do dinossauro atrás dele. Parecia a selvagem caçada de uma galinha a uma barata. O animal alcançava-o a cada enorme passada.
O caçador sentiu o bafo quente do animal no seu cangote. Os dentes fecharam-se à sua volta. Perfuraram sua barriga e ele não mais sentiu as pernas. Tudo escureceu.
O dinossauro sacudia o que restava do corpo do caçador par os lados até que se arrebentou no meio e jogando a enorme cabeça de lado ele abocanhou todo o tronco superior e enfim pôde engolir. Girou com habilidade seu corpanzil pelo meio das àrvores e voltou-se para a floresta passo a passo. Ia sumindo no meio da mata, tragado aos poucos pela imensidão verde. O som dos pesados passos do dinossauro sumia lentamente enquanto um ou outro passarinho se atrevia a cantar. As cigarras do anoitecer reiniciaram seu canto e a floresta voltou a sua paz atribulada.
Os dinossauros não mais foram vistos e assim, estão até hoje no interior da floresta amazônica do mesmo jeito que o índio.
E por falar no índio, ele está bem, com seus descombinados olhos vesgos e pele enrugada, ainda na zona, entre um peitinho e uma garrafa de pinga, convencendo outro aventureiro estrangeiro a capturar a maior criatura de todos os tempos.

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