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ZUMBI – O LIVRO

promozumbi
Galera, tenho a satisfação de comunicar que acabo de lançar o livro do Zumbi.

O livro tem 285 paginas e saiu pelo Clube de Autores. Eu mesmo ilustrei o livro com desenhos a lápis, aquarela, fotomanipulação e pintura digital. Eu queria mesmo fazer uma história em quadrinhos na forma de livro, tipo um mangá, o problema é que pintou outros trabalhos e vi que ou seria livro normal ou não seria nada.

promozumbi ZUMBI   O LIVRO

Por R$ 41,15 a versão impressa e R$ 15,68 a versão ebook

Clique aqui para comprar

Se você leu e gostou da história do Zumbi, esta é a chance de colocar na sua estante a obra.Também é uma boa ideia para dar de presente para aquele seu amigo maluco. (não é indicado para pessoas normais)

Zumbi – O livro  também está disponível como livro digital lá no site.

Como este livro é vendido sob demanda direto do Clube dos Autores, eu não tenho como oferecê-lo autografado, ok?

As mosquinhas e o sangue não estão incluídos.

Se alguém quiser ajudar a divulgar, aqui tem um webposter do zumbi:

webposterzumbi1 ZUMBI   O LIVRO

 

 

Taxas malucas: Por que que a gente é assim?

Tem muita coisa que me incomoda. Mas nada me deixa tão puto quando instituições me consideram “otário”.

Veja, estou falando das “taxas”. Já reparou como que no Brasil pagamos “Taxa” pra tudo?
Como se não bastasse sermos o país com uma das taxas de impostos mais alta do sistema solar, ainda vem um bando de -desculpa a franqueza – FILHO DA PUTA – meter mais uma mão no nosso bolso, em alguns casos, de forma velada. Em outros de forma desavergonhada, acintosa e em outras, ao arrepio do que diz a lei.

Uma das taxas que mais me incomoda é a “Taxa de cadastro”.
Pode ver que a “Taxa de cadastro” é uma daquelas ideias engenhosas provindas da escura e diabólica mente de um safado maldito, e que tem a única razão de ser de meter a mão no nosso bolso. Se você não sabe do que eu estou falando, e tem uma conta em banco, parabéns, você está sendo roubado e nem sabe disso!
O cara que inventou a tal “taxa de cadastro” é tão canalha que ele deve ter uma salinha privativa no inferno já esperando por ele, bem ao lado da salinha destinada ao desgraçado que coloca legenda branca em filme de cinema.

Volta e meia (todo ano) os bancos privados retiram uns caraminguás da sua conta a título de “taxa de cadastro”. Isso ocorre você querendo ou não, e pra piorar, ocorre mesmo quando ABSOLUTAMENTE NADA mudou na sua vida, o que significa que enes não tiveram porra de trabalho nenhum, mas mesmo assim, te cobraram por um suposto “trabalho” que não foi feito.

Tem outras taxas que são aparentemente sem sentido, mas que volta e meia a gente acaba tendo que pagar. Tipo as taxas malucas do Detran. O Detran tem taxas altas para alguns serviços meramente burocráticos/eletrônicos. Sem falar nas cobranças claramente ilegais dos órgãos estaduais. Por exemplo, existe jurisprudência do STF no qual a taxa de registro de veículo (FDL) é considerada ilegal. E o Detran continua a praticar a taxa, na maior CARA-DURA. Tá pensando que é taxa baratinha?

No caso de o bem ser financiado, o documento leva um carimbo informando que o veículo está alienado para o banco que o financiou. É por este carimbo eletrônico que a FDL e a Fenaseg cobram taxas que somam 240 reais, um custo adicional para os donos de veículos automotores, que já pagam várias taxas embutidas no financiamento do veículo. Uma delas chega a R$ 1.000,00 disfarçada de “tarifa de cadastro”. Um assalto ao cidadão que precisa de um financiamento bancário.

Muitas das taxas brasileiras se dão descaradamente “ao arrepio da lei“. Neste caso, os caras dão o “migué” e “se colar, colou”. E cola, na maioria das vezes, porque o Brasileiro que reclama seus direitos é chato, é mal amado, é zé ruela…
Um exemplo? Tem vários. Um dos mais comuns é a taxa para emissão de histórico escolar. Isso está claramente proibido por lei, mas um monte de instituição de ensino SAFADA te cobram.

As taxas de emissão do histórico escolar e do certificado de conclusão de curso, bem como da expedição e registro de diplomas estão incluídos nas mensalidades pagas pelos serviços educacionais prestados pela instituição, conforme a interpretação dos artigos 22, XXIV, e 24, IX, da Constituição Federal, combinados com os artigos 48, § 1° e 53, VI, da Lei n° 9394/96 – LDB – em face dos artigos 2° e 3°, da Lei n° 8078/90 – Código de Defesa do Consumidor, e nos termos da Lei nº 9.870/99. fonte

Que foi? Tá aí todo pimpão porque a sua universidade particular não cobra? Pois saiba que eles apenas fizeram um expediente malandro, de embutir esta taxa nas suas mensalidades. Ou seja, mesmo quando não paga, VOCÊ PAGA!

Quer outra? Sabia que o banco tem que te indenizar se você passar mais de 30 minutos em pé na fila? Conhece alguém que já ganhou esta indenização? Nem eu. Mas eles existem. E infelizmente, são uns poucos (e quase todos advogados).
Não sei onde você mora, mas aqui no Rio de Janeiro uma lei estadual determina que o atendimento deve ser feito em no máximo 20 minutos, em dias normais e 30 minutos, na véspera ou após feriados prolongados.
Então, há lei determinando o que se entende por razoável como tempo de espera condizente com o respeito e a dignidade. Porém, não é praxe de muitos bancos tratar consumidores com, reitera-se, respeito e dignidade. Basta ir a qualquer agência bancária para vermos filas enormes de clientes esperando interminavelmente para serem atendidos. O engraçado é que você chega na agência, e aquele banco que bateu recorde mundial de faturamento, tem doze guichês de caixa. Mas sabe quantos efetivamente trabalhando? Dois! Sendo que um é só para os idosos, gestantes e deficientes, o que resulta em um. UUUUUUUUMMM! Você chama o gerente da agência pra reclamar e ele te explica que:

“…Na verdade são dois, mas um deles está em horário de almoço.”

Você respira fundo e tenta empurrar aquele grito de “POOOOORRAAAAAA!” guela abaixo, para não dar vexame de pirado na agência. Como que uma instituição bancária se arvora no direito de controlar e guardar seu dinheiro e investimentos se não tem a mínima competência para estabelecer uma escala de controle de almoço, ainda mais sabendo que a população trabalha e muitos só tem a maldita hora do almoço para pagar contas?

Não é possível, meu. Aliás, é é possível sim. Este é o país da piada, da esculhambação.

Quer outro exemplo de nego cobrando taxa ilegal na maior cara-dura?
TV A CABO.
Quando você contrata a Tv a cabo, paga uma taxa de serviço. Ok. Até aí normal. Mas tenta só pedir um ponto extra pra ver o que acontece?
Eles vão te cobrar uma taxa MENSAL pelo ponto extra. Acontece que -eles sabem disso – é ILEGAL este tipo de cobrança, já que existe uma Resolução de nº 488/07 da Anatel que indica claramente a proibição de cobrança nesse sentido. Quando você ( um em um milhão)liga para o SAC e informa esse seu direito, sabe o que eles dizem?

“Pague a taxa primeiro e recorra ao PROCOM, e então, mediante determinação judicial, retiramos a taxa”.

Veja o grau de canalhice suprema desses ordinários! Não obstante saber que estão lesando o consumidor, o cara que paga O SALARIO DELES, os caras se aproveitam da complicada estrutura jurídica do país, e contribuem para que ela piore, produzindo um mar de processos que tem como única finalidade enrolar a vida do consumidor de tal maneira que ele aceite passivamente mais uma cenoura no cú, digo, mais uma conta pra pagar no fim do mês. (Quer dizer, isso pro cara que não deu o mole supremo de colocar a conta em débito automático, porque quem faz isso é igual marido traído, quando chega a saber, é o último.)

No Brasil, é normal empresas privadas (que vivem de lucro) tentarem a todo custo foder o consumidor. Um bom exemplo são as companhias aéreas, que desrespeitam as normas de regulamentação do setor, criam suas próprias regras, onde chegam a desvergonha de cobrar até 100% de taxa de “multa” por remarcação de passagem.

Hoje mesmo me deparei com uma curiosa taxa, que foi o estalo que desencadeou este meu post. Uma taxa de “cadastro” (Agora todos no inferno aplaudem).

Veja, para se registrar um livro, de modo a fazê-lo legalmente e portanto poder distribuí-lo e vendê-lo, é necessário um código chamado ISBN.
O ISBN é um simples, idiota, ridículo, (e qualquer outro adjetivo que você queira usar aqui), numero de código de um cadastro de obra literária.
É assim: Você preenche uma ficha com o nome do livro, marca o tipo de tema, coloca o nome do autor, numero de paginas, anexa uma copia da folha de rosto do livro (aquela que vem depois da capa) e paga uma taxa baratinha de doze reais.

Ok, um burocrata da Agência Brasileira do ISBN, um órgão do Ministério da Cultura, portanto FEDERAL, vai pegar aquilo e digitar num sistema de computador. Leva o que? Três minutos? Talvez menos, certamente. Aí ele aperta o enter.
ACABOU! O computador vai gerar um numero de 13 dígitos que identifica sua obra. Se você quiser o código de barras, a instituição PÚBLICA dá pra você, mediante a uma taxa de Vinte e dois reais a mais. Se quiser com fotolito, aí o preço dobra, sobindo para quarenta reais. (isso por um escroto código de barras que é gerado com um miserável clique do mouse)

Mas aí você pensa: Ah, chorando miséria por causa de quarenta merréis?

Então, na hora de tentar registrar sua obra, você descobre que não pode. Ué. Não pode? POr que?
Porquê você (lá vem a frase demoníaca) “não está cadastrado no sistema”.

Ué. Mas não é só cadastrar?
E é. Mas isso não se dá de graça. Você tem que pagar (senta pra não cair) a soma de CENTO E OITENTA REAIS para “cadastramento”. Como eu já disse antes, “cadastramento” é pegar o que você marcou na ficha e preencher num programa de computador e apertar o “enter”. Só! Não é gravado com cinzel numa placa de mármore de carrara não. Não é gravado a ouro e não requer um supercomputador da NASA.

Eu sinceramente gostaria muito de entender por que a Fundação Biblioteca Nacional, que é um órgão Público, cobra quase duzentos reais apenas para “cadastro” de autores de livros, e também cobra uma taxa (venda casada?) extra por emissão do ISBN. Não estou exigindo que façam gratuitamente este serviço, mas o que justifica um valor destes para um cadastro que é feito num terminal de computador? Se pararmos para pensar que R$ 180,00 é mais do que a maioria dos 1,2 milhão de brasileiros que recebem salário mínimo tem para gastar com alimentação, fica ainda mais explícita a vergonha.

É deveras impressionante que um jogo de Playstation 3 que envolve centenas de pessoas, técnicos, artistas, atores especializados, equipe de vendas, promoção, distribuição, pesquisa e etc, todo mundo ganhando em dólar, com software e hardware dos mais avançados, sai ao consumidor final por menos que isso.

Como que pode um mero cadastrozinho de merda para gerar um código de miseráveis 13 dígitos ser tão caro?

Por que no Brasil pagamos tantos impostos caros quando quase todos os serviços públicos ocultam taxas estranhas? Veja, para depositar um pedido de patente, o INPI – outro órgão FEDERAL, portanto PÚBLICO, cobra uma série de taxas.
Vejamos:

A taxa de depósito é de R$ 140,00, mas pode diminuir para R$ 55,00 para pessoas físicas, instituições de ensino e pesquisa e microempresas. O pedido de exame de invenção com até 10 (dez) reivindicações é de R$ 400,00 (R$ 160,00). Já o pedido de exame de modelo de utilidade custa R$ 280,00 (R$ 110,00).
Aí você ainda tem que preencher uma papelada burocrática que é um PESADELO pior que aquela prova final de Cálculo III.

Se você for um cara iluminado, e não havendo obstáculos processuais como exigências ou subsídios ao exame deverão ser pagos EXTRA R$ 95,00 pela expedição da Carta-Patente, ou R$ 40,00 pela de carta de invenção ou modelo de utilidade.

Você acha que acabou? LEDO ENGANO, meu chapa!
O depositante do pedido e o titular estarão OBRIGADOS ao pagamento de uma tributação anual, denominada “anuidade” (Arts. 84 a 87 da LPI). Tá achando que é mole? Os caras querem te garfar PARA TODO O SEMPRE!

Aí me dá até gastura, quando eu pego uma revista que vem comentando como o “potencial de inovação do Brasil é mais limitado que os de outros países”. POOOOORRA! Só quem já tentou patentear alguma coisa aqui sabe que O ESQUEMA É FEITO PARA BENEFICIAR UMA MEIA DUZIA DE ESCRITÓRIOS ESPECIALIZADOS.

Nesse país de filhos da puta, cria-se a dificuldade para vender a facilidade. Quando a tecnologia chegou, era pra ter dado barata voa nesses burocratas canalhas, nesse bando de despachante, mas não. Criou-se ainda mais complicações. Criou-se uma instituição de culpar o “sistema”. O cara não quer trabalhar? Diz que o “sistema saiu do ar”, o “sistema caiu”. Ou pior: “O sistema errou”.

E o bobo (nós) engolimos essa.

Se para registrar uma invenção, um modelo de utilidade ou uma marca custa caro e é complicado, para registrar uma obra cultural, não difere muito.
Para registrar um original de conto, livro, peça, música e até história em quadrinhos e personagens, é no escritório central de Direitos Autorais. Você chega lá, preenche uma ficha, anexa documentos, e recebe um boleto de GRU (guia de recolhimento da União) para pagar no banco, segundo estes valores.
O mais bizarro é que os caras cobram coisas completamente insanas, como um valor para personagem Preto e branco e outro completamente diferente para um personagem colorido. POOOOOOORRAAAAAAAA! Que diferença faz, meu Deus do céu? Por que eu pago 50 reais para registrar um personagem preto e branco e 80 reais para registrar o mesmo personagem colorido?
O que vem a ser essa porcaria de registro? Um papel que diz:

“O personagem XXXX foi registrado por XXXX no dia XXXX sob o número XXXXXXXXXX-XXX”.

Então pergunto: O que muda? Por que cobranças de valores diferentes numa mesma categoria? Por que cobrar um valor de uma pessoa física e outro de uma pessoa jurídica? Por que motivo, razão ou circunstância uma empresa tem que pagar mais que um indivíduo? Não basta ISS, ICMS, IR, INSS, CSLL, IOF, IPI?

Nos EUA essa merda aí nem existe. Lá o cara lacra num envelope e carimba no correio e guarda num cofre.

É insano, minha gente!
É uma farra. Eu realmente não entendo a natureza de um monte de cobranças (essas são apenas a ponta de um enorme iceberg de merda que nos é enfiado guela abaixo todos os dias pelo ESTADO), até porque, com a tecnologia, era para estes custos diminuírem, não aumentarem como vem ocorrendo.

Não é possível diminuir? Pode me chamar de burro, de retardado, de imbecil de acreditar que é possível baixar os valores das taxas brasileiras, mas a exemplo, cito outro órgão que recentemente baixou suas taxas de registro de domínios, a Fapesp. Por que? Porque são bonzinhos? Porque são santinhos? Amigos do povo?
Não, porque todo mundo que não é trouxa descobriu que estava mais barato registrar domínios no exterior. Vendo a grana deixar de entrar, os nossos belíssimos burocratas pensaram: “melhor ganhar menos e ganhar que não ganhar nada”.

Por que um site custa 30 reais para registrar e um livro (que só exigem nome, cpf e o preenchimento de um formulário) custa 180? Não é discrepante?
Taxas deste tipo não estão atuando a favor da inovação, da criação e do registro de obras de arte/culturais no país.

É ridícula a quantidade de taxas para todos os lados. Até no boleto, a coisa mais boçal do planeta terra existem taxas de emissão (ilegais em muitos estados) que podem chegar a quatro reais. Ou seja, pagamos até a taxa da taxa!
Aliás, nego gosta de ferrar o cara que já está ferrado. Experimenta pedir empréstimo ou financiar um bem qualquer e você vera a horrível “taxa de abertura de credito”. Ou seja, o banco, que vai ganhar dinheiro em cima de você com JUROS, ainda te cobra pra ganhar o seu dinheiro!
Ah, mas essa taxa foi proibida! – Alguém vai dizer. Mas acabou? Não. Ela só mudou de nome.

Me admira saber que isso ocorre num país que a cada ano bate recorde de faturamento com os impostos. É uma dinheirama espetacular. Só nos três primeiros meses deste ano, 2011, o governo arrecadou R$ 228,155 bilhões,um crescimento de 11,96% na comparação com o mesmo período do ano passado. É o retrato de um país em que o cidadão tem que trabalhar 4 meses no ano apenas para pagar impostos e essa quantia só sobe quando seu salário sobe também.

Será que estou errado em reclamar? Eu penso que não, afinal, não uso a saúde pública, não uso educação pública, praticamente 100% das estradas que eu uso são privatizadas cobrando pedágios caríssimos (pago quase R$ 50 em um trecho de menos de 200km só pra poder ver minha avó), a gasolina que eu uso vem com tanto imposto que é quase o dobro (93%) do preço praticado no mercado americano (media entre 1994 e 2004), pago IPVA, ISS, ITBI, IPTU (um dos mais caros do Brasil e o mais alto do ESTADO do Rio) ou seja, eu pago por tudo o que uso. Resumindo, eu pago tudo, véio. Pago também plano de saúde. Enquanto isso o governo me cobra uma taxa anual que ele chama de Imposto de Renda, como o nome diz, eu pago impostos sobre o que eu ganho.

Reclamo das taxas que brotam por todos os lados porque eu acho que não cabe mais trolha no Brasileiro. Até agora, são 74 impostos.

Com tudo isso, chega a me doer fisicamente a vergonha de saber que ainda precisamos ser subtraídos em taxas ocultas e explícitas. Tanto as legais quanto as ilícitas.

iCEnhancer – Como deixar o GTA IV igual um filme

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Lembra do GTA IV? Então, surgiu um mod gráfico pra ele que dá um tchã ABSURDO no gráfico do jogo. Parece que é um filme. É incrível o que o tal iCEnhancer faz com o GTA IV.  Não sei quanto a você, mas em mim deu água na boca na hora!

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Isso é NO JOGO!

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O melhor de tudo é que o iCEnhancer é grátis! É só baixar (o link está no fim do post) e desfrutar deste visual:

Na cena do engarrafamento é difícil de acreditar que é 3D de tempo real. As luzes, sombras, reflexos, efeitos atmosféricos… A luz dos faróis dos carros nos objetos. Gente, isso é muito show! Olhando pra isso, eu me sinto como um daqueles caras de Zion que usavam réplicas modificadas da Matrix para treinar.

Deixo aqui os meus mais sinceros parabéns aos modders Ice la Glace, Dpeasant3 e Boris Vorontsov, os autores do Icehancer Mod, que dá uma reformulação quase completa ao visual do jogo, que acredite se quiser, conseguiu ficar MAIS LEVE que o jogo default com os settings graficos no máximo.

Para baixar o iCEnhancer 1.3 para o GTA IV entre aqui.

 

Obs: Não sei se preciso informar que o GTA para console não tem como se beneficiar deste mod, que é só para PC. Evidentemente você precisa ter um PC bom para games, preferencialmente com uma placa de video boa .

Se você não tem, aproveita agora que como é um jogo relativamente antigo, lançado em 2008, ele tá baratíssimo, por míseros cinquenta merréis.

Aqui tem o GTA IV

gta 4 iCEnhancer   Como deixar o GTA IV igual um filme

E como é bom jogar um game original!

 

 

 

Zeitgeist 3

Zeitgeist 3
O nosso amigo e leitor Herval me mandou email perguntando se eu ja havia falado sobre o terceiro filme da série Zeitgeist, os filmes do Peter Joseph: Zeitgeist: Moving Forward,  que saiu no início deste ano.

Zeitgeist Moving Forward Poster Brasil Baixa Resolucao Zeitgeist 3

Como eu não havia falado disso, aproveito a dica dele para repassar aos leitores aqui do Mundo Gump. Segundo o Herval, no dia 28 deste mês, o próprio Peter Joseph esteve em Salvador divulgando o filme, que já conta com mais de 9 milhões de visualizações. Se você ainda não viu, tá aí sua chance. (não perca também os outros dois. Tem lá no Youtube)

Bom, vou deixar de lenga-lenga. Vamos ao filme:

(não se esqueça de ativar legenda para Portugues-Brazil)

Aqui está o link para o site brasileiro com o com trailer e texto traduzido da sinopse e temas tratados nessa versão do filme:

http://zeitgeist3.com.br/o-filme/

Dez games de fliperama que marcaram minha infância

vf cabinet2 Dez games de fliperama que marcaram minha infância

O fliperama foi a Cuba Libre da geração dos 80

Hoje amanheceu com um tempo ruim de doer aqui. O dia estava chuvoso, e não havia em sinal de sol. Nesses dias de chuva e tempo ruim, uma das coisas mais legais que tem é ficar deitado vendo filme. Mas é também um tempinho perfeito para jogar aquele game sensacional que você está querendo zerar faz tempo. Como estou num período de entressafra de games para zerar, (zerei todos que eu podia e estou economizando grana pra viajar) resolvi matar a saudade dos velhos jogos de fliperama.

Antigamente a gente ignorava que as maquinas chamavam-se na verdade “arcades” e todo mundo chamava os jogos eletrônicos (e seus estabelecimentos) de fliperama. Mas o fato é que “fliperama” é um estabelecimento destinado ao uso de máquinas do tipo “pinball” , o nome “flipper” vem das alavancas usadas para controlar a bola nos jogos de pinball. Como os estabelecimentos tinham sempre maquinas de pinball e arcades, acabou que o povo juntou tudo numa coisa só. O termo arcade acabou não pegando por aqui e de certa forma isso é compreensível, já que se deve ao fato das máquinas do tipo “arcade” serem em maior número do que as máquinas de “pinball” em quase todos os fliperamas brasileiros.

urlinvade Dez games de fliperama que marcaram minha infância

Joguei numa maquina igual a esta. Logo, sou velho.

Engraçado falar em jogos de fliperama. Sempre adorei jogar em fliperama. Mas minha mãe só deixava eu e meus irmãos jogarmos nos fliperamas de Cabo Frio que ela considerava que eram melhor frequentados (e eram!). Esses fliperamas que existiam em Cabo Frio durante o fim dos anos 70, toda a década de 80 e até o meio da década de 90, quando os consoles caseiros praticamente os extinguiram, eram em sua maioria maquinas de ganhar muito dinheiro dos turistas, que explodiam no balneário em certos períodos do ano, sobretudo no verão.

 

Durante muitos anos, as férias eram sinônimo de Cabo Frio pra nós, e ficávamos num apartamento emprestado de uns amigos lá. Todo ano. Durante décadas foi tudo igual até que meus pais compraram uma casa de praia lá, pra justamente continuar igual.
Dessa forma, eu fiquei tão íntimo daqueles fliperamas lá de Cabo Frio que sabia de cor e salteado cada máquina que havia em cada um. No início os jogos eram bem básicos, e as maquinas pareciam gigantescas, talvez pelo fato de que eu era pequeno. Me lembro claramente de uma maquina de tiro que se chamava Bazuca. Essa maquina era legal porque tinha uma replica de uma bazuca que você usava para mirar na tela. Um sistema de espelhos invertia a imagem. Naquele tempo, isso era o supra-sumo da tecnologia num game. A bazuca ficava num fliperama que havia em frente ao Boliche, colado num restaurante caro onde a gente nunca ia.

Então, depois de algum tempo, nós começamos a ficar num apartamento emprestado que era do avô do meu primo. Este prédio ficava bem do lado do Boliche. Pra nós era ótimo, pois o acesso pra jogar ficava ainda mais fácil. O problema era dormir com as musiquinhas repetindo na madrugada adentro. Eu preferia jogar no Boliche, pois era aberto e não era tão abafado quanto o que tinha ao lado do Play Gui, que ficava na rua da praia e mais parecia uma caverna quente como a boca do inferno. Imagine o lugar mais quente que é possível antes de ser promovido a sauna. É o flipper que tinha do lado do Play Gui. Curiosamente, este fliperama era também uma sorveteria.

Naquele tempo (e acho que em muitos fliperamas ainda hoje) as maquinas só funcionavam se você comprasse uma ficha. Cada ficha te dava direito a uma única jogada. Morreu, deu game over, só comprando outra ficha.
Você não pode imaginar o quanto eu, meus irmãos e meus primos aporrinhávamos o saco dos adultos para ganhar dinheiro pra comprar ficha. Como nesse período que a cidade enchia absurdamente, de tal jeito que tinha fila pra tudo e até acabava a água da cidade, as coisas explodiam de preço numa inflação que era ainda mais bizarra que a inflação quase Africana que assolava o Brasil nos tempos em que a Simony era musa.
Então meus pais limitavam muito claramente a quantidade de fichas que daria pra jogar numa noite. Isso fazia a escolha do jogo uma tarefa árdua, que se resumia a peregrinar de um em um fliperama, vendo cada máquina e apreciando cada demo que ficava rolando na tela pra saber exatamente qual seria a que mais valeria à pena.
Não era chegar e sair jogando no primeiro que aparecesse. Precisava todo um requinte de escolha, pra saber onde era melhor investir sua diversão da noite, já que a outra chance só se daria na noite seguinte.

galaga Dez games de fliperama que marcaram minha infância

Galaga era uma replica de Space Invaders, que bombou no fim dos 70´s

No início os jogos de fliperama eram bem bobinhos, com uma qualidade gráfica bastante (no termo da época) “fafal”. Mas a cada ano, novas maquinas surgiam e víamos a evolução da tecnologia gráfica surgir como uma magica verão após verão. Obviamente que as maquinas tops de cada ano produziam imensas filas, já que todos queriam jogar nelas.

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Afterburner, o primeiro arcade que movia a cabine a surgir no ano de 1987. Essa merda comia duas fichas por jogada!

Eu já estava começando a perder meu interesse integral nos fliperamas e começava a pensar em pegar meninas (ignorando a fase de seca-looser que ainda me acompanharia por quase quatro anos seguintes) quando os jogos de neogeo surgiram nas maquinas de flipper, levando o visual dos jogos e animações a um nível sem precedentes.

 

Hoje, graças a tecnologia maravilhosa que nos permitiu ter computadores e celulares que são milhões de vezes mais poderosos que o mais avançado fliperama da minha infância, é possível matar a saudade daquele tempo. Isso porque pessoas do mundo todo trabalham para construir os “emuladores”. Emuladores são programas de computador que fazem sua máquina pensar que é um fliperama, e graças a isso, ela consegue rodar os jogos do passado exatamente como eles eram, com toda sua riqueza de som de 8 bits e profundidade bidimensional. Engraçado parar para jogar uma velharia dessas e como isso nos provoca uma saudade enorme daquele tempo. Não havia jogos tão reais quanto são os de hoje, nem o grau de complexidade envolvido nos games mais ridículos, mas havia muito espaço que era preenchido com a imaginação do jogador.

50% da diversão era construída na tela da maquina, que contava com uma manete (quase sempre agarrando) e três botões, e os outros 50% era na nossa cabeça. Por exemplo, enquanto eu jogava Elevactor Action – um dos jogos com a musica mais irritante da história – eu imaginava toda uma saga de espionagem no melhor estilo James Bond e Duro de matar. Quando as fichas acabavam, eu via meu irmão menor, o André jogar sem fichas (“jogar sem ficha” se resumia a sacudir feito louco a manete e apertar freneticamente todos os botões enquanto o demo do game rolava na tela. Enquanto isso, um puta dum INSERT COIN piscava na tela, mas as crianças pequenas como o André e o Diogo, realmente pensavam que estavam jogando).

Hoje, com o emulador Mame (existem outros) dá pra jogar todos aqueles jogos sem se preocupar com a compra das fichas. O bom é que o mame é grátis e existem sites que oferecem as Roms (os jogos) gratuitamente também. E como até meu relógio é mais potente que as maquinas daquele tempo, qualquer computador, por mais zé ruela que ele seja, roda o jogo.

Em homenagem aos games daquele tempo, que consumiram tanto dinheiro e produziram tanta diversão, resolvi montar minha lista dos dez games de fliperama que mais marcaram a minha infância.

Green Beret -
green beret Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Joguei muito esse jogo. Basicamente você é um soldado de uma tropa de elite fodão como rambo e todos os heróis daquela época eram. Seu objetivo é correr pelas linhas inimigas e resgatar os prisioneiros. Olhando assim, até parece fácil, mas é difícil. Nunca passei da terceira fase.

1942 -
shot2 Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Este jogo inaugurou todo um estilo de jogos de avião. Eu joguei muito o 1942, mas os que o sucederam, 1943, 1945, 19XX, The Mission, etc, eram difíceis pra danar. Maquina maldita pra comer ficha. O volume incomensurável de fichas que você gastava pra passar da primeira fase faziam estes jogos algo quase intocáveis. O 1942 ainda era mais fácil que os demais. te dava a chance de sobreviver mais tempo. O 19Xx é uma coisa esquizofrênica de tanto tiro na tela. Impossível vencer. É bom que se diga que no início da era moderna dos games, os fabricantes faziam sim jogos que roubavam descaradamente e alguns não deixavam a menor chance de escapar pro jogador.

Elevactor Action -

taito memories gekan 20050907104635208 Dez games de fliperama que marcaram minha infância

Este é das antigas. A Taito era uma companhia do japão que fazia a maior parte dos games de fliperama antigos. O jogo é da Taioto e é tão simples que da até raiva. Nele, você desce por um prédio pegando inúmeros elevadores e evai entrando em portas que contém segredos. Para te impedir tem os homens de preto, que surgem por todos os lados. O jogo tem a musica mais irritante da história de todos os videogames na minha opinião. Se você chegar no primeiro andar inteiro, pega seu carrinho e passa pra segunda fase, que é o mesmo prédio, com os mesmos elevadores e os mesmos agentes. Só que mais espertos. Nunca passei da quarta fase, nem no emulador.

Double Dragon -
double dragon xbla Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Este jogo era legal porque a gente jogava de dois. Geralmente eu jogava este com o meu irmão Raphael. A história do jogo é que um cara mal, líder de uma gangue, raptava uma garota que era namorada dos caras fodões e eles iam atrás, metendo a porrada na gangue inteira para resgatar a garota. Lembro do pânico que dava a cada chefão de fase. Este jogo juntava uma galera enorme em volta pra assistir. Na linha do double dragon surgiram vários, como o Bad Dudes, que era uma imitação barata do double dragon, na qual você lutava com ninjas e final fight, que era pura pancadaria, também em caras de gangue, no melhor estilo “nada se cria, tudo se copia”.

Black Dragon (ou black Tiger – era normal um jogo ter dois nomes antigamente)
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- Neste jogo, estilo medieval, você é um bárbaro que atravessa fases lutando contra os mais estranhos monstros, pedras que caem do nada, caveiras, fantasmas, demônios flamejantes, morceguinhos (porra como eu odiava aqueles morceguinhos) e eventualmente libertava um mago petrificado que te oferecia novas armaduras e armas. Você usava um chicote magico e enfim… Era isso. Matar e morrer. Mas era divertido pra dedéu! Ainda é! Deviam fazer um remake desse pra PS3.

Cadillac Dinossaurs -
cadillac dinosaurs Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Um clássico das antigas, este jogo envolve lutadores, dinossauros e carros. Basicamente se resume em andar e bater em tudo que se move, tentando ficar vivo.

Street Fighter -
sf2 Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Street fighter surgiu bombando no fim da primeira era dos arcades. Era bom demais jogar aquilo, mas rapidamente os moleques que frequentavam os fliperamas que eu ia ficaram viciados e eu perdia toneladas de fichas pros viciados. Na mesma linha vieram muitos outros, como o Pit fighter, que usava fotos de lutadores reais. A cada ano, um novo street fighter surgia, com mais personagens e tal. Isso inaugurou uma família imensa de jogos de porradaria que eram absolutamente divertidos (desde que você soubesse as manhas para lutar com os moleques). De memória me lembro bem de Marvel versus Capcom, Samurai shadow, street fighter alpha, street fighter zero, king of the fight, super street fighter, mortal kombat, killer instint, darkstalkers, enfim…
Uma coisa que nunca me conformei foi o guerreiro brasileiro ser um monstro verde elétrico.

Knights of the round -
Knights of the Round SNES ScreenShot4 Dez games de fliperama que marcaram minha infância
Eu adorava este jogo. Os graficos eram muito bons e o som supreendente (pra época). Nele você jogava como alguns dos homens do Rei arthur, viajando por uma terra de cavaleiros e descendo a espadada em todos os que cruzassem seu caminho.

Golden Axe -
goldenaxe Dez games de fliperama que marcaram minha infância

Eu adorava este jogo. Nele você podia escolher entre o anão, um fortão de sunga e uma mulher com a sensualidade do Kid Bengala, que descia a lenha em caveiras e diabretes mil. O maneiro do jogo era poder montar em dragões e matar inimigos a vera. O chato era ter que pegar um anãozinho irritante que invadia seu acampamento durante a noite. Ele era rapido, mas se a gelnte bicasse ele, o anãozinho soltava potes de magia.

Termino o post dizendo que é muito difícil fazer uma lista tão pequena com os jogos que mais marcaram, porque eu joguei pra dedéu! Por falta de espaço não estão aí o arcanoid, o operation Wolf, o Cabal, o moon patrol, altered beast, donkey kong ( o primeiro jogo do Mario), Rtype, outrun, rally X (que tb tinha uma musica mega chata), afterburner, Gladiator, e tantos outros.

Deu saudade? Joga aí. Para baixar o mame (é de graça!) clique aqui. Como o mame é o mais antigo, de 1997, existem mais de 6000 roms pra ele (!) E para baixar roms (nem sempre as roms funcionam, tem que garimpar) tem alguns sites aqui:

Rom World
Rom Nation
Rom Hustler

Basta baixar a rom, copiar o arquivo zipado pra pasta rom que fica na pasta do mame. Não precisa descompactar. O mame faz isso automático.
Obviamente, o mame não é o único. Existem muitos outros emuladores, como os de Super Nes, Super nintendo, emuladores de playstation, de Neo geo, enfim… É só procurar. O Google é seu amigo.

Nada mal para um dia de chuva.

10 lugares Gump no Brasil

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Depois do sucesso daquele ultimo post sobre dez lugares muito Gumps do mundo, aqui está o post com dez lugares Gump do Brasil. Certamente que existem muitos outros talvez até mais escalafobéticos que esses, mas talvez eles apareçam num post de continuação futura. Vamos então aos lugares mais Gumps do nosso país:

1- Lençóis Maranhenses

Muito mais que um dos lugares mais incríveis do Brasil, o parque dos Lençóis no Maranhão é garantidamente um dos lugares mais espetaculares da face da Terra. Imagine um deserto que lembra o famoso deserto do Saara, só que cheio de água, que forma incríveis piscinas naturais. E imagine isso se perdendo de vista no horizonte. Pensou?

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O parque foi criado em 2 de junho de 1981 numa área de 155 mil hectares nas margens do Rio Preguiças, no nordeste do estado do Maranhão e distante cerca de 260 km de São Luís, ocupando uma área total de 270 quilômetros quadrados, com dunas de até 40 metros e lagoas de água doce.São incontáveis lagoas e os turistas se esbaldam nadando em lagoas de águas cristalinas.

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Trata-se de um ecossistema costeiro único dentro do bioma caatinga, que associa ventos fortes e chuvas regulares. Consiste em uma faixa de dunas que avança entre 5 e 25 quilômetros em direção ao interior. Como todo lugar do mundo, existe um período ideal para visitar este espetáculo maravilhoso da natureza.

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O melhor período para visitar os Lençóis Maranhenses é o período posterior à estação das chuvas, que dura de dezembro à julho. Em setembro e outubro, as lagoas continuam belíssimas e não corre-se o risco de se deparar com águas intermináveis. Formado por dunas branquíssimas de areia fina e um céu espetacular e água, é de se imaginar que o por do sol neste lugar caprichado pela natureza é qualquer coisa de espetacular.

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10 lugares Gumps

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Aqui está uma pequena lista de dez lugares bastante curiosos e estranhos do mundo. Saca só:

1- Rocas Baimbridgen – Galapagos - Equador

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Este lugar incrível fica no Equador e pertence ao arquipélago de Galápagos. Esta inacreditável lagoa de águas rasas no meio do mar é uma praça de alimentação para milhões de flamingos.
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Como fazer um blog do zero e ganhar dinheiro com ele

Eu até perdi as contas de quantos amigos, leitores e conhecidos me pediram para fazer este post. Engraçado como é que pode isso.

As informações de como criar um blog estão espalhadas na internet, mas muita gente tem dificuldade de achar e/ou entender, porque geralmente elas são muito detalhadas e se prendem a minúcias muitas vezes desnecessárias ou excessivamente complicadas pra quem nunca fez. Então, para evitar ter que explicar isso tudo diversas vezes, resolvi colocar neste post tudo que você precisa fazer para criar um blog e ganhar dinheiro com ele. Vou tentar explicar de um jeito fácil.

As coisas mais importantes que você precisa saber antes de criar seu blog:

1- Qualquer pessoa pode fazer um blog. Seja rico, pobre, burro ou inteligente.
2- Fazer um blog não custa caro. Na verdade pode ser de graça ou pago e isso depende do seu objetivo.
3- Fazer um blog exige trabalho e dedicação. Não existe milagre de ficar rico da noite para o dia.
4- É possível obter sua independência financeira apenas com um blog, e até mesmo ficar rico! Mas isso é MUITO difícil. Qualquer um que disser o contrario, quer te tomar dinheiro.

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