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Retrato no vidro

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NFN Kalyan é o nome do artista que cria interessantes retratos, gravados em lâminas de vidro. Quando vistas de frente, as lâminas produzem uma espécie de imagem tridimensional do rosto do retratado.

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lebronclose Retrato no vidro

lebronangle1 Retrato no vidro

kalyan pic Retrato no vidro

Achei este trabalho extremamente interessante. O artista, que mora em Miami, manifesta seu trabalho numa ampla variedade de estilos e técnicas. O retrato em lâminas de vidro é apenas uma delas.

5 Esculturas inacreditáveis feitas de palitos

A obra de arte é uma colossal homenagem a ciddae de São Francisco
Ninguém dá a mínima pra eles e tem gente que curte brincar de ficar quebrando os palitos na mesa do bar (eu!) mas nas mãos de alguns artistas habilidosos, os palitinhos de dente, de picolé e de fósforos podem virar inacreditáveis obras de arte. Duvida? Saca só:

1- A escultura cinética que levou 35 anos sendo feita
Imaginededicar 35 anos do seu tempo para trazer ao mundo uma única escultura feita com palitos de dente. Pois foi exatamente isso que Scott Weaver fez. Veja:

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A obra de arte é uma colossal homenagem a ciddae de São Francisco

Como é impossível ver toda a trabalheira corna que isso deu numa só foto, aqui estão alguns detalhes:

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(mais…)

Mum Rá final

Mum Rá final
Após a etapa de pintura, eu precisei remodelar os dentes. Fiz os dentes com epóxi direto sobre a boca de silicone. E descobri que é muito difícil de esculpir sobre algo mole assim. Após a dentadura de epoxi secar, eu retirei e usei um silicone denso de impressão odontológica para gerar uma forma instantânea dele. Com a forma nas mãos, eu coloquei resina autopolimerisável ali dentro e esperei catalizar. Isso resultou numa dentadura idêntica a que eu tinha feito em epóxi pra ele, só que na cor de dente, com a translucidez correta do dente e até com gengiva, também de polímero. Usando silicone eu prendi no lugar, onde havia premeditadamente deixado dois pontos de encaixe.

Depois dos dentes foi a vez dos olhos. Com o mesmo silicone denso odontológico eu tirei uma forma das esferas de rolamento que usei como olhos. Assim, eu garanti que o globo ocular encaixaria com precisão nas órbitas de silicone. O processo de criação do olho foi idêntico ao que eu usei la no lobisomem sinistro, gerando uma lente de resina de poliéster cristal. Deixei catalisar e depois apliquei com muita facilidade nos buracos das órbitas. Engraçado que o olho é gigantesco perto da cara do boneco,  mas como o material estica pra dedéu, entra com a maior facilidade. E como é esférico, permite até o reposicionamento.

Em seguida, eu achei que tava muito simples o processo e resolvi testar também a técnica de colocação de pêlos, que é uma das coisas mais chatas que existe. Eu nunca havia testado este material pra isso e sempre tive curiosidade de saber como seria. E realmente… É como todo mundo da área de FX diz: Um saco! Fiz essas sobrancelhas no Mum Rá, o que o deixou um pouco diferente do conceito original, mas era uma oportunidade de testar. Os pelos são fiapos de um pincel velho que eu tinha aqui. No caso a gente planta o pelo com uma agulha, de um em um. Tem que ter uma paciência de chinês, porque eu fiz com agulha normal e pra isso é necessário uma agulha especial. Eventualmente damos a sorte de espetar uns três ou quatro e isso faz um tufinho.

Eu ia cortar os pêlos, pra deixar mais humanizado, mas então me peguei admirando como aquilo deixou uma coisa meio exótica, meio animal no Mum Rá e resolvi deixar.

Também usei aquela fibra que não sei o que é, parece um nylon ou fibra de vidro, que vem dentro dos cabos de rede. Eu tinha um monte aqui que sobrou dos cabelos da vovó elfa. Desses eu usei só uns fiapos, como se fossem uns tufos que sobraram da decomposição do Mum Rá, que tem trocentos mil anos.  Queria que ficassem bem sutis.

A parte das bandagens são feitas com… Bandagens de verdade. Comprei na farmácia um rolinho pequeno de gaze, e cortando ao meio consegui amarrar ao redor dele. Mas com a gaze nova tava parecendo mais um paciente hospitalar pirado, e então eu tingi a gaze, envelhecendo ela usando aquarela nas cores ocre e marrom.

Como eu estava sem tempo de comprar tecido pra fazer a capa, usei o que estava mais a mão, que era um velho pano de chão que me pareceu bem apropriado pois tinha uma trama bem esparçada. Bem rudimentar, uma coisa que me pareceu compor legal o visual da múmia. Eu tingi o pano de chão usando uma mistura de água, tinta acrílica de tela e tinta de tecido.  No processo, acidentalmente tingi também o tupperware da minha mulher e tomei uma bela bronca.
Após o tecido secar, ele não ficava legal nem por decreto como um manto e então eu tive uma sacação de misturar cola PVA com água e embeber o tecido com a mistura. Uma vez molhado, consegui modelar manualmente o drapeado, gerando um “peso” que o pano não tinha originalmente. O resultado foi este aqui em baixo. Depois foi só deixar o boneco no sol algum tempo pro tecido guardar na memória a posição.

 Mum Rá final

 Mum Rá final

 Mum Rá final

 Mum Rá final

 Mum Rá final

 Mum Rá final

Pra fechar, um videoclipe do nosso vilão.

É isso aí. Espero que tenham gostado. Um abraço e até o próximo boneco.
Ah, talvez eu coloque o Mum Rá a venda em edição limitada de 5 peças -(R$200,00) que financiarão o próximo boneco. Ainda tô pensando se farei isso ou não

Mum Rá – Parte 2

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Dando continuidade a peça, eu fiz uma forma de gesso sobre ela e isolando as duas faces com massinha de modelar colorida eu consegui obter a forma rígida do busto do Mum Rá. Felizmente os únicos problemas que tive com a fôrma foi a perda de todos os registros que se quebraram. Mas ainda assim ela continuou funcional. Uma coisa que eu percebi neste processo é que a fôrma de gesso é bem problemática na questão do desmolde. Eu andei pensando em fazer a copia usando alginato, mas isso afetaria possíveis outras copias, porque o alginato desidrata e encolhe.
Não pode ser forma de silicone RTV como fazemos para resina,m porque o silicone de platina “odeia” o silicone padrão. Dá o maior lelê. A solução que eu achei é fazer uma forma mista, de borracha de poliuretano e coberta com um berço de gesso. Isso é de longe o que garante o melhor resultado final. Mas só me liguei disso (a merda é que eu tenho a borracha de Pu em casa. Nem ia precisar comprar.) depois que tinha feito e já estava desmoldando o Mum Rá.
Aqui está a foto da fôrma:
CIMG4392 Mum Rá   Parte 2
Veja como é uma coisa meio “traumática” para a matriz a retirada da fôrma de gesso:
CIMG4391 Mum Rá   Parte 2

Após penar feito um desgraçado para aprender a misturar corretamente, colorir, baixar a viscosidade, e evitar vazamentos, eu consegui obter a primeira cópia:
CIMG4393 Mum Rá   Parte 2

Olha que legal essa translucidez do material. O mais maneiro é que a sensação de encostar é IGUALZINHO de pele. Parece que ele tá vivo.

CIMG4394 Mum Rá   Parte 2

O maior problema de lidar com o silicone de platina é a formação de bolhas. Fiz de tudo pra evitar, mas é praticamente impossível de conseguir isso sem usar equipamentos especiais.
Por sorte a maior bolha ficou localizada num lugar que seria coberto pelas ataduras do Mum Rá.
CIMG43951 Mum Rá   Parte 2

Outro problema, mais fácil de resolver foram as emendas. A copia em gesso costuma gerar rebarbas, que tem que ser cortadas com cuidado. No meu caso, como o Mum Ra é praticamente uma face, ficou bem simples de solucionar isso, apenas joguei a área de divisão da fôrma lá pra trás. No meu caso, a rebarba é grande, porque a forma quebrou os registros, e não estava fechando com 100% de oclusão. Eu creio que fazendo uma forma mista de borracha e gesso isso se resolverá em 90%.

CIMG4396 Mum Rá   Parte 2

Preenchi o boneco com espuma de poliuretano, para economizar o silicone, que é carão.
O passo seguinte foi pintar. Mais da metade do meu objetivo com esta peça de teste é justamente entender o processo de pintura do silicone platinum. O problema aqui é que o único tom que tive problemas de catalização é o cinza. Mas como a ideia é fazer um Mum Rá puxado pro realismo, nem me incomodei muito com isso. Mas a tinta que eu fiz acabou ficando grossa demais, ocultou grande parte do detalhamento. Pretendo estudar melhor como equacionar a questão da tinta. Creio que precisarei de comprar uns produtos químicos específicos (e cancerígenos) como Tolueno. Até para poder pintar com aerógrafo numa outra etapa.
CIMG4397 Mum Rá   Parte 2Ele está banguela porque os dentes davam ângulo negativo e ia estragar a fôrma. Então terei que esculpir uma dentadura nova pra ele, e fazer a copia dela em resina de protético depois.

CIMG4399 Mum Rá   Parte 2

As fotos não ficaram boas, porque eu estava com a mão cagada dessa gosma de silicone e tava difícil de segurar a câmera, boneco, etc. E no momento não posso detalhar muito com fotos, porque estou mais focado em entender o processo. Assim que eu souber exatamente o que devo fazer, farei um tutorial mais detalhado.
Hoje logo mais eu coloco as fotos do Mum Rá no estágio atual. Minha resina cristal estragou e não está catalisando. Vou ter que comprar mais e refazer a fôrma dos olhos do Mum Rá.

Mum Rá – parte 1

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Ontem eu fiquei inspirado ao ver no facebook o trabalho do Glauco Longhi e resolvi tentar fazer um esquema de molde tipo o dele, mas eu estou sem massa, e resolvi usar um restinho de amostras da Dimclay que tava parada empoeirando na minha gaveta.
Minha ideia é testar o processo que estávamos discutindo no fórum de pintura de como fazer pele realista usando silicone de platina. Espero que dê certo, já que o processo é destrutivo para a matriz.
O meu medo é que estou usando resto de massa e 99,9% dela é da macia, o que significa que ela estraga só de pensar em encostar ela. E aqui tá um calor dos diabos. Estou com medo de estragar a porra toda, hehehe. ;D

Acho que ao invés de ir direto para o processo com o gesso, eu vou experimentar usar alginato para fazer um “lifecast” dessa peça e só então gerar a pele em silicone de platina.
Aqui estão as fotos do Mum Rá no estagio atual. A escala é pequena por causa da pobreza mesmo. (silicone de platina custa os tubos da grana e eu estou sem massa) Hahaha.
 Mum Rá   parte 1

 Mum Rá   parte 1

 Mum Rá   parte 1

Nesta imagem aqui em baixo, está a parte que me deu mais trabalho, que é bolar uma arcada dentaria que fosse ao mesmo tempo realista e similar aos dentes do desenho. Eu dei uma estudada no personagem e vi que os desenhistas mudavam os dentes dele de cena em cena. Então pensei em dentões largos, que fossem limados para gerar pontas como os caras fazem na Indonésia. O crânio do Mum Rá eu também fiz meio alongado, não só porque ele é de outro planeta, mas porque há um forte componente egípcio nele e os faraós tinham as cabeças deformadas para parecer com os “deuses”. Aqui tem um link que fala disso.

Evidentemente este lance da cabeça não deve aparecer porque o manto vai cobrir.
 Mum Rá   parte 1

Eu espero conseguir chegar num resultado aceitável em termos de realismo. Mas como é experimento, não dá para garantir. No caso, é por isso que não fiz o manto nem as faixas, pois vou fazer isso de tecido real. Aqui está uma montagem da escultura com a cena do desenho, que dá uma ideia de como vai ficar (isso num mundo ideal, sem problemas nem cagadas)

 Mum Rá   parte 1

No fim eu pretendo também fazer um trabalho com pelos e fibras, pra acentuar o realismo e a ilusão da escala. O foda vai ser achar fibras que estejam na escala do boneco. Ele só tem uns 6 centímetros de altura.
O olho aqui nesta peça é uma esfera de rolamento, mas devo usar aquela técnica que usei no olho do lobisomem sinistro para fazer o olho fantasmagórico do Mum Rá. Os dentes também deverão ser de resina auto polimerizável.
Vamos ver se dá certo.

A arte da reciclagem

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É impressionante o que artista Long-Bin Cheng faz com coisas velhas, que acabariam tendo como destino certo o latão de lixo se não fosse o olhar (e o trabalho genial) dele. Veja só:

O cara pega livros velhos e inservíveis, como grossos livros de computação velhos, manuais de máquinas jornais velhos e listas telefônicas obsoletas, empilha e mete a lixa até sair esculturas assim:

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Carrão de massinha

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Numa tentativa curiosa de divulgar o Chevrolet Orlando, a General Motors contratou um escultor para fazer uma réplica em escala natural do veículo. O carro é completamente esculpido em massinha de modelar (plastilina) e após ter sido terminado, foi “estacionado” numa rua de Londres,  impressionando e chocando as pessoas que passavam por ele.

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O carro 100% feito de massinha pesa 1,5 tonelada.

fonte

GNOMON no Brasil!

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O The Union, o evento de computação gráfica que rolou ontem foi sensacional, e quem não foi perdeu! Muito, muito maneiro mesmo. Eu não fazia ideia da grandiosidade da parada até entrar no auditório e me deparar com uma lotação esgotada. Foi ótimo reencontrar um monte de amigos que eu não via há muito tempo.
gnomon saga GNOMON no Brasil!
Mas a melhor notícia do dia que até ontem era segredo de estado, mas que alguns poucos estavam sabendo desde o ano passado é que a Gnomon e a Saga irão abrir uma escola nos moldes da Gnomon no Brasil. (quem é do ramo sabe o que isso significa)
O melhor de tudo é que o gênio do design conceitual Neville Page, designer chefe de personagens de Avatar, Tron: o Legado e Star Trek, está envolvido no projeto diretamente.

Veja a Notícia do site da Super Interessante:

Hollywood está vindo ao Brasil. A Saga (School of Art, Game and Animation), maior rede de escolas digitais do país, anunciou durante o The Union, encontro internacional de computação gráfica que promove nesta terça (15), uma parceria com a hollywoodiana Gnomom School of Visual Effects.

“Fechamos uma sociedade para abrirmos uma escola juntos. Será a primeira escola internacional de arte digital e efeitos visuais na América do Sul”, anunciou Alessandro Bomfim, fundador da Saga. A nova escola, que deve ser inaugurada no primeiro trimestre de 2012, ainda não tem lugar definido. “A Gnomon está vindo fazer avaliações técnicas para definir a cidade. A ideia é receber o Brasil inteiro e, por que não, a América do Sul. Queremos ver qual local atenderá melhor as necessidades dos jovens que virão”, explicou.

Alessandro tem esta parceria como um grande triunfo porque, segundo ele, a escola americana recebe propostas todos os meses, de diversos países, e esta é a primeira vez que aceitam. Alex Alvarez, fundador da Gnomon, explicou o motivo: “Vemos que existem muitas escolas de artes, mas elas se importam mais com o dinheiro do que com a qualidade. A Saga é a primeira que realmente tem uma relação com os alunos. Na América do Sul, poucos jovens têm a chance de estudar numa boa escola se não tiverem dinheiro suficiente”.

Ambas as escolas continuarão a existir. A parceria criará uma nova, voltada para “os melhores dos melhores” artistas do mercado. “A Gnomon tem 350 alunos, a Saga tem 4 mil. A nova escola também terá um número pequeno de alunos que passarão por um processo seletivo feito pela Gnomon”, explicou o brasileiro. A escola americana também dará suporte para melhorar a qualidade de todas as escolas da Saga pelo Brasil.

O formato da escola também ainda não foi definido. “O certo é que pegaremos os melhores cursos da Gnomon e o adaptaremos ao mercado brasileiro. Eles tem 90% de empregabilidade. Vamos manter isto e trazer cursos que se adaptem e fomentem a industria nacional para que possamos competir com grandes indústrias como a Índia e a China e, quem sabe, atingirmos o nível de qualidade de Hollywood”, disse Alessandro.

Professores brasileiros já estão sendo treinados pela escola americana, mas profissionais americanos também deverão vir para cá. “O Neville Page [designer chefe de personagens de Avatar, Tron: o Legado e Star Trek], por exemplo, virá para fechar projetos de turma e módulos do curso”, completa Alessandro.

E não, ainda não se sabe quanto custará para estudar nessa nova escola, nem se ela deverá ser um curso universitário ou livre. Alessandro mostrou interesse em torná-la uma graduação. “O objetivo não é que o mais rico estude lá, mas sim o mais talentoso. Sendo uma graduação universitária, daremos chance ao aluno de buscar ajuda no governo”, disse ele.

O evento The Union, realizado no WTC em São Paulo, trouxe para o Brasil grandes nomes da computação gráfica como Neil Huxley e Neville Page (Avatar) e Stefano Dubay (Homem de Ferro e o Incrível Hulk) para contar experiências e apresentar criações.

Os caras da Gnomon dos EUA falaram abertamente que se impressionam muito com a qualidade dos artistas brasileiros lá fora e nada mais lógico que vir buscar esses gênios na fonte. Embora a grande maioria veja nisso uma chance de trabalho além-mar, aqui no Brasil estamos passando por uma fase importante de maturação artística-técnica e mercadológica que expandirá muito o mercado que consome este segmento de design no Brasil. A vinda da Gnomon para o país poderá injetar gás nos investidores estrangeiros para também abrirem suas sedes por aqui, como a Massive Black, que sondou, sondou, planejou, anunciou e não veio ainda.
A grande vantagem de algo assim aqui é que com a orientação dos especialistas de Hollywood, o nível técnico dos brasileiros poderá subir muito e isso afetará diversos segmentos, como o mercado de produtos de efeitos especiais, o de materiais de arte, games, a qualidade dos curta-metragens e também os longas nacionais.

Infelizmente eu não pude ficar até o fim do The Union, porque meu vôo saía lá de Guarulhos bem na hora do rush.
O local onde a Saga-Gnomon será instalada ainda é um mistério – que obviamente – poucos felizardos sabem, hahaha. No fim, foi uma noite sensacional onde todos saíram ganhando, sobretudo os artistas nacionais.

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