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Black or white? A história de Kenosha Robinson
Nossa, encontrei neste site a história traiste de uma menina americana negra que nasceu albina na área do delta do misssissipi(uma das áreas de maior conflito racial nos EUA).
Kenosha Robinson tem todos os amigos e parentes negros, mas como sofre de albinismo, ela é considerada branca por todos. Eles a discriminam violentamente pela falta de cor da sua pele e assim ela não tem amigos. Triste, mas uma lição de vida e de superação. Mandy, a incrível mulher que tem pernas de 70 kg
Mandy Sellars é o nome da mulher de 32 anos que tem uma doença raríssima que faz com que suas pernas não parem de crescer nunca. Atualmente cada perna de Mandy pesa 70 kg e elas continuam a crescer.
A síndrome é a mesma que afetava o famoso “homem elefante”. Impressionante o tamanho do sapato dela. Deve ter um armário inteiro só pra ele. O gatinho e os animais bizarros com duas cabeças
Nasceu um gatinho de duas cabeças. Engraçado que deram o nome a ele de “double trouble”. É impressão minha ou estão nascendo mais animais de duas cabeças? Vejamos: A única comida que ela pode comer é Tic-tac
Sabe o que é tic-tac? Sim, é o barulho do relógio, mas também é o nome de uma balinha de menta super ardida. Essa aqui:
Então, a notícia bizarra de hoje é sobre uma menina que só pode ingerir Tic-Tacs.
Natalie Cooper é o nome de uma menina de 17 anos que tem uma condição física misteriosa. Ela vomita tudo que engole. Atualmente ela se alimenta através de um tubo que é inserido em sua garganta onde uma fórmula especialmente desenvolvida oferece os nutrientes para que ela continue viva. O único alimento real que Natalie consegue engolir sem “chamar o Raul” são as balinhas Tic-Tac. Os médicos ficam impressionados com a condição de saúde de Natalie, uma vez que ela tem esta estranha doença desde que nasceu. Inicialmente os médicos pensaram que Natalie sofresse de bulimia, mas a medida em que os exames foram ocorrendo, eles começaram a ver que o caso era bem mais complicado. Natalie gosta de comer, mas vomita tudo que ingere. Isso fez com que ela ganhasse uma medalha do departamento de polícia de sua cidade como felicitação por sua bravura de lutar contra a estranha doença. Ainda não há uma explicação clara para o problema de Natalie. A alga assassina está se espalhando – Mais uma cagada ecológica no planeta
Eu vi no site Damn Intresting uma notícia que me deixou bolado: Em 1980, funcionários do zoológico de Wilhelmina em Stuttgart estavam trabalhando no embelezamento de seus aquários. O problema deles é que os peixes estavam comendo todas as algas e plantas aquáticas. Assim, ao longo do tempo, submetendo as espécimes para aquário a duras condições e selecionando apenas as que sobreviveram, os pesquisadores desenvolveram uma nova versão da alga, chamada Caulerpa taxifolia (Vahl) C. Agandh. Por um tempo, foi tudo bem no mundo da botânica marinha. Só que – Lei de Murphy: “Quando algo puder dar errado, dará!” – em 1984, um metro quadrado desta nova variedade de Caulerpa foi encontrada brotando livremente no Mediterrâneo ao largo da costa de Mônaco, bem do lado de fora do Museu Oceanográfico. Acredita-se que um pequeno pedaço da planta tenha ido pelo ralo, levado pela bomba e jogado na estação de tratamento, onde graças aos seus “super-poderes genéticos de sobrevivência a qualquer custo”, ela aguentou firme e foi parar no paraíso – o mar Mediterrâneo. Não precisa ser muito esperto para imaginar que uma planta genéticamente modificada para crescer rápido como um tumor e de gosto miserávelmente ruim, virou uma praga terrível. Enquanto as organizações envolvidas em sua criação e liberação acidental no meio ambiente discutem os culpados, num eterno jogo de empurra que não vai dar em nada, a planta assassina se espalha, destruindo tudo ao seu redor. Os seres humanos geraram o problema e fizeram algo ainda pior em seguida: NADA. Com o descaso, a Caulerpa se espalhou e atingiu vários hectares submarinos se espalhando e convertendo o leito do oceano em um enorme campo de golfe estéril. A planta continuou se espalhando até que em 2001 ela já ocupava acres e acres do oceano e começou a aparecer nas praias. A coisa saiu do controle completamente. A infestação da Caulerpa parece um grande pasto de folhagens verdes, nada além disso. Ela cresce 7,5 cm POR DIA! Isso é uma rapidez suficiente para cobrir e destruir uma multidão de outras algas, e uma vez que tem gosto horrível, todos os animais herbívoros aquáticos dão no pé rapidinho. Porque cria imensas áreas de deserto-verde submarino, os seres humanos estão saindo fora também. Isso porque a branda paisagem torna-se desinteressante para os mergulhadores, diminuindo a indústria do turismo; e os pescadores litorâneos perdem o interesse também, já que o seu peixe preferido “rapou fora”.
Graças a pesca de arrasto, as mudas da planta estão sendo semeadas pelo homem em águas distantes. Hoje elas já estão apresentando áreas cobertas de Caulerpa na Espanha, na costa da Tunísia e na Croácia. Uma vez que sua constituição é firme e rígida, e ela não sente nem cosquinha no mar mais poluído que você puder imaginar, a planta está crescendo rápido na beira dos portos, o que em breve a espalhará para outros oceanos, graças a pesca oceânica indiscriminada. Mas calma que não é só isso! Desgraça pouca é bobagem, meu chapa… A planta é tão violenta que um pedacinho, por mais minúsculo que seja, do tamanho da unha aí do seu polegar é capaz de sozinha, provocar o crescimento de um belo gramado de algas assassinas, o que significa que qualquer método mecânico de retirada da alga vai provocar uma maior infestação, ao invés de conter a desgraça atual. Aventou-se o eventual controle da planta através de predadores específicos (lembra da cagada dos coelhos lá na Austrália? Pois é. Nós os seres humanos não aprendemos mesmo!) mas isso não vai funcionar, já que os moluscos que conseguem comer a planta não suportariam a temperatura do Mediterrâneo, além disso, nenhum animal consegue comer a planta na mesma velocidade em que ela cresce. Como se não bastasse isso, a alga assassina estava viajando pelo mundo de um jeito mais eficiente: De avião. É que graças ao comércio de produtos e animais para aquário, ela se espalhou. Em 2000, duas pequenas áreas de crescimento de Caulerpas foram encontrados ao largo da costa de San Diego, na Califórnia. Outras áreas foram posteriormente detectadas ao sudeste da Austrália. Acredita-se que estas áreas contaminadas sejam o resultado de pessoas limpando o conteúdo dos seus aquários de água salgada e mandando a sujeira para o esgoto. E tome alga assassina! Cientes do perigo, as agências na Califórnia entraram em ação aprovando uma lei que proíbe a venda e a posse de nove espécies de Caulerpa. As infestações foram tratadas através de medidas drásticas. Biólogos marinhos lideraram uma caçada à planta. Armados com as mais recentes armas na guerra botânica, eles cobriram completamente áreas contaminadas com uma lona de plastico preto que impediu a fotossíntese. Depois eles bombearam cloro para dentro das áreas cobertas, matando a alga assassina e qualquer outra coisa que teve a infelicidade de ser aprisionado junto com ela. O que diferencia Caulerpa de outras espécies invasoras (como os coelhos na Austrália, os caracóis africanos no Brasil e as Abelhas Africanas nos EUA, entre muitos outros) é que esta alga não ocorre na natureza. Ela é o produto de reprodução seletiva e da manipulação genética, de um modo completamente planejado pelo ser humano para que ela saia vencedora em combate com qualquer outra espécie natural. Só que o feitiço virou contra o feiticeiro. A vida de uma mosca dura 24 horas. Assim, ela vê o mundo onde tudo é extremamente lento. Se a mosca pensasse, ela pensaria que as casas, os bosques e as montanhas são eternas. Da mesma maneira, nós humanos, vemos o mundo pela ótica humana. Nós vemos as montanhas elas parecem que sempre estiveram lá. Não vemos que elas estão se movendo. Mas estão. Para nós, tudo estará acabado em 80, 90 ou no mais tardar, 120 anos. Nós deixamos o problema para a próxima geração resolver, afinal, o problema mesmo só vai aconbtecer daqui a muitos e muitos anos… Só que numa escala de vida de um planeta, a nossa passagem por aqui equivale a menos de um segundo em um ano inteiro. Imagina a desgraça que significamos para a Terra! Uma planta que cresce 7,5cm por dia irá recobrir o planeta todo em muito pouco tempo numa escala planetária. Será uma questão de poucos milênios para esta coisa conseguir sair do mar, invadir os rios, invadir a terra. Ela tomará o planeta. É fácil perceber nessa situação um risco evidente da ação humana sobre algo complexo e delicado como a natureza. Não podemos apenas condenar tudo que seja transgênico ou genéticamente modificado como uma coisa vil e potencialmente desastrosa para os humanos e os demais seres vivos da Terra. É claro que do mesmo jeito que essas cagadas ambientais acontecem, as culturas genéticamente modificadas são inestimáveis para a alimentação de milhões de pessoas, produzindo mais nutrientes, crescendo em ambientes mais severos, produzindo maiores frutos, e / ou resistindo a doenças e predadores. Mas a Caulerpa é uma bela lição para todos aqueles que pensam que podem fazer o que querem com os genes de um animal ou planta. Surge uma esperança para a cura do Mal de Alzhimer
A boa notícia é que cientistas ingleses descobriram um medicamento que começa a dar resultados surpreendentes no combate a demência. Os primeiros resultados surgem impressionantemente após dez minutos do uso do remédio. Sua esposa descreveu o efeito do remédio como “tendo colocado o marido de volta no lugar onde ele estava”. Embora promissores, os experts do Reino Unido avisam que este sucesso não prova que a droga funcionará para todo mundo que sofre de demência. Antes da droga, os cientistas mediram a capacidade cognitiva do idoso, que se mostrou dramáticamente baixo em todos os (mais simples) testes, incapaz de lembrar o nome do medico dele e até do estado em que vivia. Ele também não conseguia fazer nenhuma conta, por mais simples que fosse, ou mesmo dizer o nome de mais de dois animais. Então, apenas dez minutos após ser injetado na espinha com uma dose de etanecept, ele começou a parecer mais calmo, visívelmente com mais atenção e menos frustrado. Ele então lembrou-se que vivia na California, sabia o dia da semana e o mês. Ele pôde se lembrar sozinho de cinco animais e conseguiu fazer cálculos mentais. Após ver o progresso quase milagroso, a esposa apenas se limitava a dizer, emocionada, que “aquilo era algum tipo de ficção científica”. Neil Hunt, da Alzheimer’s Society, pronunciou-se esperançoso, porém cético sobre o uso do medicamento: “É crucial mais pesquisas antes de qualquer conclusão sobre o NTF alpha e o desenvolvimento do mal de Alzhimer” O rato rinoceronte
Parece até o saco do meu avô que ganhou vida. Mas na realidade é um rato com um gene mutante chamado “rino” que é uma variante do gene mais comum que faz o rato ficar carequinha. Quando ativo, este gene provoca um tipo de sinal harmônico com outros genes que afetam o pobre roedor, dando a ele unhas longas, cistos, problemas glandulares e uma série interminável de desordens de pele (dá pra notar, né?). É triste saber que manipulamos os genes de animais para gerar doenças neles, mas isso é o que levou nossa ciência médica a descobrir curas para muitas mazelas, o que salvará muitas vidas humanas e também de animais. Pensando assim, esses animais são mártires que morrem para nos salvar. Há uma discussão em pauta no mundo sobre a ética envolvida na condenação dos pobres bichinhos. Há quem defenda que as cobaias sejam extintas. Eu gosto dos animais e sinto muita pena das pobres cobaias, mas acho que elas tem uma função importante e a ciência não pode prescindir delas. Mas eu defendo a morte não violenta e sem dor desses pobres animais. As dez doenças mais bizarras
Achei no blog Ceticismo, ciência e Tecnologia um texto originalmente publicado pela revista Mundo Estranho. São as Dez doenças mentais mais bizarras. Não creio que sejam as dez mais, mas são dez doenças bem estranhas mesmo. Vejamos: 10. CEGUEIRA EMOCIONAL A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo – décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação. A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país. 9. SÍNDROME DA REDUÇÃO GENITAL Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen! 8. SÍNDROME DE RILEY-DAY Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos. 7. SÍNDROME DE COTARD Depressão extrema, em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo… Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente – contraditoriamente – também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade. 6. MALDIÇÃO DE ONDINA O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração. Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar! 5. PICA Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago… 4. SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho. 3. SÍNDROME DA MÃO ESTRANHA- Também conhecida como Síndrome da mão alheia “Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, como segurar um objeto. 2. SÍNDROME DE CAPGRAS Após sofrer uma desilusão com o cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram seqüestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. Neurose total! O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas. 1. SÍNDROME DO SOTAQUE ESTRANGEIRO Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês… ou italiano… ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso. Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala. Um caso bem recente da síndrome do sotaque rolou com a britânica Lynda Walker, no mês passado. Após um infarto, Lynda acordou falando com sotaque jamaicano. |
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