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Art018 – Relógio muito legal

Olha só que maneiro este relógio chamado Art018:

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Parece complicado ver as horas nele, né? Mas a verdade é que é bem simples. Basta compreender como ele funciona.

2ert Art018   Relógio muito legal fonte

Entrevista com meu pai

Meu pai acaba de lançar seu… (puts, que vergonha, já nem sei mais qual) livro. Deve ser o quarto ou quinto. Seja como for, a obra se chama “A mula do Ouro”.

anunciolivredu Entrevista com meu pai

Muitos leitores conhecem uma ou outra história envolvendo o meu pai. Volta e meia alguém me pergunta o que ele está fazendo, inventando e tal. Além de inventor, ele gosta de escrever ficção histórica.  Pra dar uma moral pra ele, eu resolvi republicar a entrevista que ele deu para o Jornal da cidade de Três Rios.

1-O que levou você a dividir com os leitores, através do livro, seus conhecimentos e pesquisas colocadas na obra?

Desde o primeiro livro que escrevi sobe a história da Central do Brasil, “125 Anos de Ferrovia” de 1983, procurei entrelaçar pessoas com os fatos históricos. Geralmente meus colegas historiadores de transportes se fixam nas datas de decretos, das inaugurações, considerando que as coisas acontecem porque têm que acontecer. Todavia, eu acredito, gente é que faz a história. Redigir a história do transporte ferroviário e rodoviário em forma de romance histórico é talvez uma forma mais lúdica, de compartilhar com os leitores fatos tão importantes na formação econômica e social da nossa região.

Tive também bons professores, como o Sr. Hugo José Kling, avô de minha esposa Goreth que escreveu livros sobre a história de Três Rios e Petrópolis, sempre com um viés de romancista. Pretendo seguir nesta linha: mais como romancista do que historiador.

Portanto, baseado em uma lenda da nossa região, contada pelo Sr. Hugo, montei a história da implantação de ferrovias e rodovia. O título diz isto, das mulas carregadas de ouro que escorregavam pelas pedras do rio Paraibuna ao se desviar do posto fiscal. Impedidas de nadar pelo peso do ouro ficavam para sempre no leito do rio. Nosso herói principal, um escravo da futura Condessa do Rio Novo, encontra os restos de uma dessas mulas. Por aí vai o romance histórico.

2-Por favor, conte alguma coisa sobre os contatos feitos durante a pesquisa:

Fiz visitas a todos os locais descritos, conversei com pessoas que tinham conhecimento de épocas passadas e li com atenção o material que recolhia nestas incursões. Depois fiz uma experiência interessante: publiquei o livro em um blog na internet. Os subsídios dos leitores virtuais ajudaram a melhorar a obra, corrigir defeitos, embora eles sempre persistam.

No exterior, visitei pueblos da Espanha, fiz o caminho pela serra do Xurés até Portugal, tal como Emílio, o personagem principal do livro. Na Alemanha, percorri o vale do Rio Mosel, de onde vieram várias famílias de colonos em 1846 para povoar Petrópolis. Segui o manual do romancista histórico, que deve visitar os locais das encenações, sentir o vento, o cheiro, o clima para introjetar o ambiente real, fazendo uma boa mistura com a ficção em sua cabeça. É uma condição necessária, mas nem sempre é suficiente. É preciso um grande trabalho de pesquisa, fazer opção por informações desencontradas e não ter medo de ser criticado pelos historiadores profissionais.

3-Como você imagina a reação dos seus leitores nesta obra?

Estou descobrindo a reação dos leitores agora, depois que o livro foi publicado e está sendo vendido. Os que têm paciência para seguir a trama da história têm dado declarações favoráveis, a maioria dizendo que aprendeu muito.

Um escritor da história do café que leu o livro na Internet enviou-me um e-mail do Paraná, cumprimentando pelo meu conhecimento sobre o tema e afirmando desconhecer a importância da antiga Província do Rio de Janeiro nesta cultura. De fato, São Paulo tornou-se sinônimo de café no final do Império e em todo período republicano, até a industrialização do país promovida por Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek e a importância do Vale do Paraíba Fluminense fica realmente esquecida nos escaninhos da história.

Todavia, alguns leitores reclamaram de excesso de informações históricas, até envolvendo outros países. Como minha visão da História é sistêmica, ou seja, não é possível, por exemplo, estudar a História do Brasil sem conhecer a História de Portugal e das Colônias, às vezes exagero mesmo.

Conclusão: não dá, quando se escreve, para imaginar qual a reação dos leitores. Eu até andei pesquisando um livro interativo, baseado em inteligência artificial, com sistemas multi-agentes capazes de continuamente montar o livro de acordo com o gosto do leitor. Mas aí é outra história. Tenho até patente do algoritmo que faz isto, mas nunca consegui implementá-lo, apesar de ser uma ótima ferramenta didática na educação à distância. É uma ideia que está adormecendo.

4-É totalmente dispensável pela grandiosidade do texto, mas você chegou a pensar em ilustrações (fotografias), etc?

Pensei sim. O fotógrafo alemão Revert Klumb, que acompanhou a Família Imperial em junho de 1861 quando da inauguração da União & Indústria deixou imagens notáveis. Foi o autor do primeiro livro de fotografia de viagens no Brasil, com seu “12 Horas de Diligência – Guia do Viajante de Petrópolis a Juiz de Fora”, de 1872.

Com esta finalidade percorri, com minha esposa Maria Goreth – que está fazendo Doutorado em História da Arte na Universidade de Salamanca trabalhando sobre o pioneirismo do fotógrafo Klumb – vários locais, registrando as mudanças ocorridas. Ela é uma exímia fotógrafa e vamos deixar este trabalho de análise para outro livro que pretendemos lançar no próximo ano, quando estará sendo comemorando o 150º aniversário da Rodovia União & Indústria. É um projeto em gestação, não sei se de fato conseguirá nascer.

Decidi então não ilustrar nada no romance, salvo a fotografia da capa que é de Klumb. A capa é um projeto de meu filho progênito Philipe, um escritor bem melhor do que eu, tendo milhares de leitores diários em seu blog “O Mundo Gump”. Na foto da capa, tanto o fotógrafo como o fotografado são personagens do livro, uma liberdade que o escritor tem no romance histórico, misturando fatos e personagens reais com fictícios num entrelaçamento tal que não se sabe onde começa a história e termina a ficção. Os leitores conseguem visualizar as cenas, o rosto das pessoas e até ouvir as vozes e músicas. Esta imagem mental é muito superior a qualquer desenho, porque não é induzida, mas criada pelo leitor, embora exija certo esforço e concentração. A TV e o cinema dominam o tempo das pessoas porque lhes poupa este esforço imaginativo. É uma pena, porque quando exercitado é muito melhor do que qualquer desempenho artístico. Por isto livros continuam sendo escritos, editados, comprados e até lidos.

5-Qual a mensagem que você pretendeu deixar com este trabalho?

Compensa ler a História do Brasil. Temos algo inédito: a única monarquia das Américas e uma história curta, mas vigorosa. Percebi isto na Alemanha e na Espanha, pelo interesse das pessoas na nossa história. Portanto segui esta linha narrativa: o olhar estrangeiro, que se choca com os aspectos culturais da terra visitada ou escolhida para viver.

Com relação à mensagem que pretendia deixar, confesso que não ter, objetivamente, intenção de deixar mensagem alguma, apenas contar uma história. Mas acredito que as mensagens subjetivas podem estar presentes de maneira forte no livro. Então elas interagem com a rede de conhecimento existente na mente do leitor e forma um panorama, que o próprio escritor não tinha pensado. [...]

6- Qual o impacto causado pela citação de vultos como Eufrásia Teixeira Leite, de Vassouras?

Eufrásia era a princesa do Vale e foi uma mulher de vanguarda no século 19. Ela entra na história através da Madame Grivet, que ensinava francês para as filhas dos fazendeiros de café na região de Vassouras, em uma cena imaginada quando seu cavalo dispara assustado por uma cascavel. Um bisneto de Mme. Grivet enviou-me um e-mail depois de ler o livro na Internet, perguntando como eu sabia tanto sobre ela. Confessei que sabia muito pouco, apenas do que li em uma Dissertação de Mestrado de História. Mandou-me, então, mais informações que inclui no livro impresso de maneira sintética. Parece ter gostado do fato da antiga professora ter ressuscitado no romance.

Outra reação positiva foi a de um descendente do barão Ribeiro de Sá. Depois de um contato telefônico, também fruto da versão na Internet, visitei um bisneto que é médico aposentado e proprietário de um sítio em Monte Serrat, em Levy Gasparian ao pé da pedra de Paraibuna. Corrigiu certas informações, como a ordem do sobrenome, que na época, em Portugal, como até hoje na Espanha, o primeiro é do pai e o segundo da mãe. Contrário do Brasil e da maioria dos países, onde o último é o do pai. Da mesma forma, não se importou com as cenas imaginadas para seu bisavô, que é um personagem muito presente no romance.

Muitos romancistas fogem de citar personagens reais, preferindo falar do milagre, nunca do santo. Eu falo de santos e imagino milagres. Até agora tudo bem, mas nunca se sabe o que poderá acontecer. Se surgirem problemas, terei de enfrentá-los.

7- A presença esotérica com o personagem Donana é alguma figuração para traduzir o sentimento religioso daquela classe social na época em que se passa a história?

Gosto da literatura fantástica. No Brasil e América do Sul temos escritores consagrados, como o prêmio Nobel colombiano Gabriel Garcia Marques e o pioneiro brasileiro Machado de Assis. Numa das versões do livro o personagem consegue avançar no tempo, ao atravessar o túnel de cerca de 300m entre as antigas estações de Casal e Niemayer, nas linhas da Central do Brasil no município de Vassouras. Segue atrás de um trem de minério vazio e chega à estação de Casal onde pessoas aguardam um trem rebocado por locomotiva a vapor. É uma espécie de Túnel do Tempo. Ficou, acredito até interessante, mas abandonei esta versão fantástica, de idas e vindas ao longo do tempo, mas concentrar-me na sequência cronológica. Escrever é como subir em árvore, você tem que decidir sobre qual galho tomar nas bifurcações.

Donana me recorda uma antiga empregada doméstica de nossa casa, Dona Sebastiana e outras pessoas antigas que conheci quando morava no Portão Vermelho. Pode ser realmente um espírito, ou distúrbios emocionais de um canteiro espanhol chocado com uma cultura diferente. Meu avô era também canteiro (que trabalha com cantaria de pedra) e espanhol. Portanto, Donana como o mestre Emílio não são figurações, mas personagens que querem voltar à vida através das palavras. Porém, nada a ver com psicografia.

8-Em quanto tempo o livro foi escrito?

O livro começou ser escrito em 1996, mas ficou adormecido por muitos anos. Fui fazendo pesquisas, experimentando linhas narrativas até que tive oportunidade de ficar fora do país por um ano. Muitas vezes, enquanto a neve batia na janela eu estava digitando cenas passadas sob o sol causticante do Vale do Paraíba.

O livro foi escrito rapidamente. Passou, todavia, por outro período de hibernação, porque foi precedido pelo livro “O FUTURO DAS ESTRADAS DE FERRO NO BRASIL”, que era a ampliação do relatório para a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão do MEC que financiou a bolsa de pós-doutorado. Este livro foi lançado na UFRJ no Rio de Janeiro em março de 2009, em comemoração aos 150 anos de titulo homônimo de Cristiano Otoni.

Em dezembro do ano passado, fiz esta edição apressada para um evento que seria realizado pelo Movimento de Preservação Ferroviária, dirigido pelo amigo Professor Victor José Ferreira, que assina o prefácio e o comentário da contra-capa do livro A Mula do Ouro.

O lançamento em Três Rios, minha terra natal e onde transcorre a história pode ser o início de uma jornada promissora ou um encalhe esquecido. Nunca se sabe o que pode acontecer. Um livro é como uma seta lançada pelo arqueiro, que tem todo poder de caprichar na mira até soltar a corda. Daí em diante a flecha tem vida própria, sofre efeito do ambiente e pode ou não acertar algum alvo. Um escritor como um arqueiro, deve buscar outra seta e continuar atirando. É o que pretendo fazer. O ritmo de produção vai depender da aceitação dos leitores.

fonte

Merchã! Merchã! Para comprar entre aqui.

Como ganhar dez dólares por clique

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O Rui, um amigo meu de Portugal que também tem um blog, me mandou um email todo empolgado com um site que ele descobriu. O site promete pagar ao blogueiro nada menos que dez dólares por clique. Olha só:

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De fato, isso é algo tentador para um blogueiro, já que os sistemas de pagamento por clique como os do Google Adsense, tipo esses aqui bem em cima do post, são o que geram a maior receita em termos de publicidade em blogs.

Como funciona o Google Adsense:

O sistema funciona assim, o leitor entra no post, olha o anuncio, se interessar a ele, o cara clica no link e vai para a pagina do anuncio. Nisso, o Google pega 80% do valor do anuncio pra eles e dá os 20% do valor do anuncio pro dono do blog. O chato é que geralmente sistemas de pay per click, ou PPC, como são chamados, costumam ter valores baixos, já que os acessos não raro são contabilizados na casa dos milhares/milhões de cliques. Então, o normal é vermos publicidades pagando meros centavos de dólar. Tipo, eu fico muito feliz quando vejo que as propagandas estão pagando melhor, mesmo que seja um centavo a mais  por clique, já que nos meses mais fracos rola por volta de uns dez mil cliques aqui. Quanto mais cliques, mais eu ganho e menor a chace de “sobrar mês no fim do dinheiro” aqui em casa.

Então por aí já dá pra imaginar a minha cara de esptupefação quando eu ouvi falar de uma empresa pagar dez dólares POR CLIQUE. Eu sei que sou ruim de Matemática, mas o básico eu sei. É só pegar os meus dez mil cliques por mês e multiplicar por dez e teremos cem mil dólares no fim do mês, o que é quase DUZENTOS MIL REAIS.

É nesta hora que eu me lembro da sabedoria popular que diz “Laranja madura na beira da estrada, ou tá bichada ou tem marimbondo no pé”. Ou “Quando a esmola é muita o santo logo desconfia“.

EDITADO: Comprovamos que o site que promete pagar dez dolares por clique era SCAM. 171! Não vale a pena.  A única coisa que presta neste post está escrito em azul.

Isso claramente me despertou o ceticismo, pois como uma empresa pode pagar tanto?  Mas o Rui estava muito feliz, pois ele já tinha acabado de receber. Ocorre que a empresa diz que paga TODO DIA. Ao contrário do Adsense, que tem um dia certo para pagar, ela não espera um mês. Se o cara bater o valor minimo, que é de 500 dólares (ou meros cinquenta cliques), a grana entra automática no seu Paypal. (já falei do paypal aqui) Vale a pena!  Se você não tem conta no paypal, crie uma agora, é grátis e você só tem a ganhar.

paypal mrb banner Como ganhar dez dólares por clique
Se o cara quiser antecipar isso, ele pode comprar uma parada lá (isso eu não entendi direito como funciona) e baixar o valor minimo de pagamento para até 50 dólares. (Como eu sou o maior pão duro da paróquia, eu fico com os 500 mesmo pra não gastar um real do meu bolso com esses troços, afinal eu entro nisso pra ganhar e não pra gastar)

Isso me intrigou, pois se é conversa fiada de dinheiro fácil pela internet, como que a empresa pagou o Rui?

Eu fiquei pensando sobre isso e concluí que se isso for um SCAM, precisa rolar um investimento por parte dos caras. Por isso que no início eles devem estar pagando as pessoas, pois sabem que o efeito multiplicador de alguém que recebeu vai fazer a notícia se espalhar. Com a base de acessos aumentada eles conseguem mais e mais anunciantes. è tipo uma pirâmide. Uma hora eles vão sair do mercado e não vão pagar ninguém. Daí, todo mundo que tinha grana a receber ficará a ver navios, e os criadores do SCAM, saem ricos, com gêmas louras nuas e ninfomaníacas para passear em suas lanchas pelas ilhas gregas.

Então eu entrei lá e me registrei pra ver qual é. Peguei um email que eu usava pouco e usei ele no registro. Eu sou um cara meio chato e desconfiado com esses troços, sobretudo os que prometem muito dinheiro com pouco trabalho. Mas como eu duvidava que iria ganhar algum trocado com o adsense e hoje metade da minha renda vem do tio Google, eu resolvi arriscar, afinal, o que eu tinha a perder? Não precisa dar nenhuma informação bancária (ao contrario do Adsense) pois funciona via paypal, que é um gestor financeiro criado justamente para evitar riscos e fraudes nas compras e pagamentos via internet. Só precisa de um email… Então que seja.

Entrei e fiz o registro. Eu dei uma olhada no TOS  – termos de serviço do sistema deles e vi este pequeno (mas eloquente) detalhe:

All earnings listed and/or represented by buxmillionaire.com are estimated value(s), actual value(s) subject to change with or without notice.

Minha curiosidade maior era entender o funcionamento do sistema. E pelo que eu entendi, o sistema deles carrega uma propaganda que leva um minuto na sua tela. Sim, um minuto, 60 segundos. Uma barrinha vai carregando enquanto o usuário olha o site com a propaganda. Foi aí que eu entendi como funciona e porque o site paga tanto. É que a internet é de modo geral, muito rápida. As pessoas clicam, clicam, clicam e vão pulando de pagina em pagina. As propagandas não conseguem tempo suficiente para serem registradas. O que este site consegue fazer é justamente frear o cara para ver a propaganda. Graças a isso as taxas de conversão delas são ótimas e o anunciante prefere pagar por algo que seja efetivo, mesmo que custe mais caro. Daí, comecei a acreditar mais na possibilidade de um site te pagar dez dólares para cada clique numa propaganda.

Minha opinião é que há uma forte possibilidade do Buxmillionaire.com ser um Scam. E se é scam, mais cedo ou mais tarde ele vai dar o perdido nos cerca de 21.500 membros, e pegará pra si uma grana preta que teria que pagar a eles. Mas a questão é, quando isso vai acontecer? E em seguida surge outra: até que isso aconteça é possível ganhar alguma grana deles? Isso eu não sei dizer. O que eu posso dizer é que o site dos caras é lotado de propaganda. Se isso é um golpe, é um golpe engenhoso, que não pega seu dinheiro logo de cara. Eles te fazem trabalhar pra eles, colocando a propaganda deles no seu site e depois de algum tempo, param de te pagar. No fim das contas, pro anunciante é bom, e pro dono da Buxmillionaire.com é melhor ainda.Eu estou apenas supondo que pode ser um scam. Não estou dizendo que seja. Eu dei uma olhada no http://www.safefromscams.co.uk/ e o buxmillionaire.com não é citado por lá. Isso não significa que seja seguro, significa apenas que o buxmillionaire ainda não chegou no ponto de dar a rasteira na galera. Pode ser que dê algum dia, ou que nunca dê. Mas dez dólares por clique é uma grana muito impressionante que vale o risco. Eu me registrei lá e vou ver se acho 50 amigos para clicar na propaganda. Se esses caras me pagarem, eu aviso.

Se você tem um blog, a minha dica é: Arrisque nisso se quiser, mas não aposte tudo nesse lance. Não coloque todos os seus ovos na mesma cesta.  O Adsense continua a ser o sistema de ais confiabilidade de todos os pay per click. É sério, tem lastro, é confiável e paga em dia.

Outra coisa que eu fiz que vem se mostrando muito legal é o mercado sócios. Gradualmente o meu rendimento no programa mercado sócios tem crescido, (já ganhei mais de dois mil reais) e outro dia recebi um email de um cara de lá mesmo me perguntando qual era o segredo do sucesso, porque ele viu as estatísticas e meu site teve um aumento impressionante no rendimento ao ponto de me destacar. O mais estranho é que eu nem fiz nada além daquele post que falava das bolinhas magnéticas.

Lá no Mercado Socios você passa a ganhar comissão por cada  registro de usuário e cada compra feita no mercado livre por via de um link seu. Como a comissão por cadastro precisa de uma compra do usuário cadastrado para ser efetivada, é uma curva bem gradual, mas que começou a subir direto aqui pra mim, o que foi uma surpresa bastante feliz.
Concluindo, eu acho que um site te pagar dez dólares pra cada clique é algo meio sonho, meio delírio. Mas não me custa arriscar. Mas se for pra considerar a vera mesmo, eu diria que adsense e mercado livre são os sistemas de afiliados que me deram os melhores resultados até hoje. O submarino também é legal, mas raramente chega a passar os 800 reais no mês.

EDITADO: Eu postei isso pela manhã e agora a tarde entrei lá pra ver no que deu. Eu ganhei exatamente 2.970 dolares! Só hoje. Só com este mísero post. No tempo que levou entre eu clicar e mandar eles pagarem, entrou mais cem dolares na minha conta lá. O sistema diz que enviou a ordem de pagamento ao paypal. Deve entrar em 24horas. Vai ser facil descobrir se é 171 ou não. Amanhã eu conto se deu certo.

Ah, aqui está o screenshot. Se eles pagarem mesmo, eu vou sortear um notebook pra vocês.

Chegou o Gump Games!

Olá pessoal. Andei meio sumido, é verdade. Estou no meio da minha mudança (de novo!) e pra piorar daqui a mais ou menos dois meses, faço outra. Por isso, não tive tempo de postar coisas novas ontem. Mas vou fazer o possível para não deixar a peteca cair durante esta fase complicada que é mudar. São centenas de bonecos para carregar com cuidado, é minha coleção de espadas, cabeça de ork (eu tenho uma cabeça de ork tamanho real empalhada) material de arte, produtos químicos, computadores, além daquele monte de tralha que todo mundo tem em casa.

Bom, vamos ao que interessa. Nesse meio tempo, entre uma caixa e outra, eu criei aqui um portal de games em flash. Nada melhor pra distrair a cabeça, né?

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É o Gump Games. Como nossa audiência de jovens e crianças é crescente, eu achei que seria uma boa criar este empreendimento gump. Por enquanto ele tá funcionando em modo beta, mas tá funcional. O Gump Games tem até um “botão do Pânico” para aqueles momentos em que o chefe chega.

É isso, espero que gostem. E se gostarem, peço que me ajudem a divulgar, contando para seus amigos. Boa diversão.


EDITADO: Já era. O troço tá bugado. O meu momento de descanso foi pelo cano. Não percam seu tempo indo lá. Assim que eu tiver com tudo na casa provisória eu tento dar um jeito nisso.

5 cadeiras que eu sempre desejei

Todo designer que eu conheço tem uma certa tara por cadeiras. Cadeiras são mais que meros elementos decorativos ou funcionais. São elementos complexos, que muitas vezes trazem consigo uma parte da história da humanidade. É normal ouvirmos a máxima de que a coisa mais difícil do mundo é fazer uma cadeira efetivamente inovadora. Isso porque há bilhões de desenhos de cadeiras já criados. A chance de tentar inovar e fazer algo que já foi feito é muito, muito grande.

Mas vamos deixar de lero-lero e vamos às minhas cadeiras preferidas.

1-Chaise Longue – Le Corbusier

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Eu sempre quis isso, mas nunca tive dinheiro (ou espaço) para poder ter. Pra quem gosta de ler, como eu, a Chaise Longue do Le Corbusier  é o paraíso. Meu sonho de adolescente era construir uma casa de aço e vidro na beira de um lago, para que eu pudesse colocar uma Chaise Longue de frente para a paisagem, de modo a poder ler com a luz do dia. Esta foi a cadeira mais cobiçada entre todas as outras. Foi criada por Le Corbusier, Pierre Janneret e Charlotte Perriand no ano de 1928.

Arrisco dizer que foi uma das coisas que eu mais desejei na adolescência, além de comer a Madonna e comprar um traje espacial. Hoje em dia, existem varias cópias, tornando o design dela mais acessível, mas naquela época só milionários podiam comprar. Hoje dá pra comprar uma por menos de 1500 reais. O problema agora é o espaço.

2-Espreguiçadeira Eames

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Essa foi amor à primeira vista. Eu descobri esta complexa peça de design num filme antigo e desde que a vi fiquei obcecado pelo estilo dela. Catei de tudo que foi jeito descobrir que cadeira era aquela até que um amigo meu me disse que ela era uma cadeira famosa no universo do design. Eu fui estudar sobre ela e a paixão virou amor. Descobri que esta cadeira foi criada em 1956 por Charles e Ray Eames, como presente de aniversário para o cineasta Billy Wilder. Esta cadeira é tão foda que está em exposição permanente no New York’s Museum of Modern Art. Além de ser luxuosa, esta cadeira transmite uma sensação indescritível de conforto.  Perfeita para ver Tv, ler um livro ou mesmo conversar. Essa ainda está nos meus planos. Sempre foi caríssima. Mas agora que já surgiram réplicas, suponho que o desenho industrial deve ter caído em domínio público. Hoje já tem por 1600 reais (aleluia!).

3- Aeron – Herman Miller

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Quando surgiu o computador e com ele essa coisa de trabalhar sentado num posto de trabalho o dia todo, veio a necessidade de uma cadeira ergonômica. Eu não conhecia esta cadeira até ver que o Jô Soares usava uma. Fui pesquisar e descobri que se tratava de uma cadeira excepcional em termos de design e projeto de engenharia. O nome dela, Aeron, da Herman Miller. Descobri que ela ganhou centenas de prêmios em todo o mundo e revolucionou a ergonomia aplicada a mobiliário corporativo. Eu surtei. Queria arrumar grana pra comprar uma de qualquer jeito, nem que fosse pegando dinheiro emprestado (ela custava o mesmo que o meu carro na época). Mas a primeira dama me dissuadiu de cometer um crime contra a ordem financeira aqui de casa e até hoje esta peça de design fabulosa só decora os meus sonhos. O preço fica entre R$ 3000 e R$5000.

4- Protótipo conceitual da nova Aeron

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Eu descobri esta cadeira curiosa quando estava em busca de um post aqui pro blog. O que eu gostei nela é que ela parece muito mais um transformer do que uma cadeira. Dá a sensação que isso vai virar, sei lá, uma nave estilo R-Type a qualquer momento. A cadeira era um protótipo ultra-ergonômico, um conceito da própria Herman Miller para a nova Aeron, baseada em diversas placas individuais que se ajustavam automaticamente para produzir o máximo de conforto. É o tipo de cadeira que se espera ver no interior de uma nave espacial do futuro, talvez por isso fique tão fã.

5- Cadeiras cockpit para games

Como jogador eu sei que a cadeira pode ter um grande efeito na percepção de imersão que temos. Durante um bom tempo eu andei planejando fabricar uma cadeira dessas pra mim, com force feedback gerado por equipamentos de vibração e movimentação baseada em pistões hidráulicos, como num filme de imersão dos grandes parques de diversões. Acabou que eu nunca fiz, mas tem umas que são realmente impressionantes.Existem hoje diversos modelos desse tipo de cadeira.

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Essa aqui chega a parecer um tomógrafo, de tão grande. Acho que foi numa dessas que David Banner virou o Hulk:

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Confira uma cadeira de imersão para games em ação. Literalmente um simulador. Só falta o Airbag:

Cd para atormentar o vizinho

Acredite se quiser, existe um Cd criado única e exclusivamente para tornar um inferno a vida do seu odiado vizinho. Trata-se deste aqui:

wishingfish121011176580 Cd para atormentar o vizinho

O Cd é completo com diversos sons, como:
- Furadeira
- Super festa com 200 pessoas
- Casal tendo orgasmo
- Trem
- Tambor (tocado por uma criança de 6 anos)
- Portas batendo
- Cachorro latindo histericamente
- Cachorro ganindo e chorando
- Telefone tocando
- Galo cacarejando
- Mulher andando de saltos altos
- Recém nascido chorando
-Pessoa tentando aprender violino
-Caminhão de lixo

Tudo que você tem que fazer é pegar o cd, colocar pra tocar no último volume, preferencialmente colocando a caixa de som virada para a parede do infeliz. Coloque a musica escolhida em loop e vá pro cinema. O Cd é vendido com plugs de ouvido. Mas acho mais recomendável sair de casa.

Certamente muita gente detesta o vizinho, pois o Cd está esgotado. Por sorte há sempre um link para contornar esses percalços.

fonte

Como correr na superfície da água

Enquanto caminhar sobre as águas é uma prerrogativa apenas de santos e mágicos, correr sobre a superfície da água é algo aparentemente surreal, mas que está ao alcance de certos animais.

O animal que melhor pratica esta arte é um lagarto, que consegue percorrer grandes distâncias sobre a água. Veja só que impressionante:

Não é atoa que este animal ganhou o apelido de “Lagarto Jesus”. Mas a pergunta é: Será possível que um ser humano consiga fazer isso?
O lagarto é uma animal leve e a tensão superficial do meio líquido, somado a mutações genéticas ao longo de milênios nas patas do lagarto fizeram com que ele conseguisse desenvolver um movimento de quadril excepcional e pisar de modo a durar muito tempo sobre a água, sem afundar. Mas e um ser humano? Você acha que seria possível?
Há um vídeo na internet que sugere que isso seria possível.

Eu não estou certo sobre a viabilidade desse video. Me parece que seria necessário disparar a uma grande velocidade para obter tanta resistência ao ponto de conseguir vencer uma distância superior a três ou quatro passos. E se isso for verdade, quanto maior e mais pesada a pessoa, mais rápido ela teria que se deslocar para evitar que afundasse. No video acima, pudemos ver os experimentos de um grupo de rapazes que estão obcecados com a ideia de correr sobre a água. Eles dizem que estão gradualmente desenvolvendo os fundamentos da técnica de corrida sobre a água e esperam que isso venha a se tornar um esporte reconhecido algum dia.
Se o video não for fake, algo bastante provável nestes tempos de audiência a qualquer preço, não duvido que correr na água venha a se tornar um esporte reconhecido e até quem sabe, olímpico.
Segundo eles, o grande segredo é que o cara não poderia correr em linha reta, mas sim numa curva suave. O ângulo da passada e a velocidade afetam diretamente a capacidade de percorrer distâncias sobre a água. Os tênis foram especialmente desenvolvidos para gerar repulsão no meio líquido.
Eu só não entendo como que a redução do impulso não ocorre de forma mais acentuada no video. Não acredito que eles consigam obter resistência suficiente para impulsionar a passada. O lagarto consegue isso porque ao pisar ele atinge a água com uma área bem maior que apenas as pontas dos dedos. Isso amplia a área de ação da pisada, aumentando bastante o empuxo, além do que o animal é muito leve e pequeno, o que tira proveito da tensão superficial.
Não creio que um tênis, por melhor que seja seu material e design consiga se comparar com o efeito mecânico na pisada do lagarto. A menos que quem esteja calçando seja o Messias.

Mas se não é real, como eles fazem isso? Seriam cabos invisíveis sustentando os caras? Na verdade, há uma forma efetiva de fazer isso que ninguém menos que o famoso “Mister M” ensinou.

Obs: Não estou dizendo que o video dos caras correndo na água é fake. Pode ser fake, pode ser só um viral pra vender tênis, mas também pode não ser.

Como fazer para comprar pela internet

Ontem eu estava conversando com amigos quando mencionei sobre o jogo que eu comprei no Mercado Livre. Imediatamente uma das pessoas que conversava comigo arregalou os olhos: “Mas você comprou na internet??”

Ela falou como se fosse a maior maluquice do universo comprar um produto pela internet. Continuamos a conversa e eu pude perceber que na verdade, esta pessoa não apenas ignorava como funciona a compra pela internet como também estava com a cabeça recheada de medos e terrores sobre “rááááquerrrrs”.

Enquanto a pessoa desfiava um longo rosário obre como é perigoso comprar na internet, coisa que ela mesma nunca fez, eu fiquei pensando neste post. De fato, embora os hábitos de comprar pela internet venham aumentando significativamente nos últimos anos, muitas pessoas ainda tem medo, ou simplesmente não sabem o básico do básico para iniciarem neste universo infinito de possibilidades. Este post visa criar um link para onde eu possa mais tarde enviar amigos e parentes, que não fazem nem ideia por onde começar. Para os que estão habituados a comprar na internet, este post pode parecer chover no molhado. Peço desculpas, mas é parte dos objetivos do meu blog dar dicas e ajudar a quem não sabe.

COMECE DO COMEÇO

Ninguém sai da noite para o dia comprando pela internet. Antes de fazer isso, é preciso entender basicamente O QUE É a internet.

Simplificando muito para efeito didático…

(mais…)

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