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Não seja estúpido, use camisinha
Muito legal esta animação do mesmo maluco que fez Bruce Lee versus Homem de Ferro, Patrick Boivin. Deve ter sido assim que Ele expulsou os vendilhões do templo, hehehe.
Camiseta do Trovão
Meu amigo Raphael Trovão conseguiu que uma ilustração dele fosse selecionada para servir de estampa no site de camisetas descoladas Teextile. Achei super legal a ilustração do cara, bem retrô-sci-fi. Olha que legal:
Acho que vou comprar uma. Mergulho ao centro do átomo
O André (meu irmão) me mandou este link super maneiro de um mergulho no centro do átomo. Muito style a parada.
Vale MUITO à pena ver este site. Principalmente para professores. Tá aí um ótimo recurso paradidático em Física! Como construir sua própria LAVA LAMP
Eu resolvi criar este post para atualizarmos permanentemente os passos de criação de uma lava-lamp. Assim sendo, vamos começar explicando de maneira direta e simples o que é uma lava lamp: Uma lava lamp é um tipo de enfeite-abajur formado por uma garrafa ou recipiente similar que é iluminada e aquecida por uma lâmpada incandescente sob sua base. No interior da garrafa estão dois líquidos com massas específicas similares. Assim, o calor atinge o líquido que está no fundo e ele sobe. Afastando-se da luz, ele esfria e desce. A coisa fica assim dando um resultado parecido com isso: Existem vários tipos diferentes de lava lamps. Alguns realmente grandes, de todas as cores, com estilos diferentes e principalmente: Formulações diferentes. Ocorre que cada fabricante mantém sua fórmula em total sigilo. Mas calma aí! Nós somos contra esses segredinhos. Acreditamos que qualquer um deve ter acesso ao lance desde que queira fazer. Quem tiver preguiça sempre vai poder comprar. Vou colocar aqui um video enviado pelo leitor Douglas, que mandou uma receita muito interessante de lava lamp feita com cera (a mais comumente formula usada nas lava lamps comerciais) Aqui está o link para o post com a formula da lava lamp que eu fiz há uns 3 anos atrás. Uma dica interessante é que grande parte do segredo não está só nos componentes e sim na estrutura. É importante obter um vidro legal. Quanto menos distorções tiver, melhor será. Outra coisa, o vidro deve ter um tamanho adequado em termos verticais. A explicação para isso é que com a lampada acesa, a garrafa vai adquirindo cada vez mais calor. Até que chega um ponto em que o liquido fica tão quente que inviabiliza o belo efeito da troca de lugar entre os compostos, enchendo a garrafa de bolhinhas. Para evitar isso eu usei (na minha versão com álcool) um tubo de ensaio gigante feito com lâmpada fluorescente velha. (você acha isso fácil em lojas de floricultura e arranjos florais) A vantagem do tubo é que ele faz com que a troca dos líquidos dure mais tempo, uma vez que o aquecimento do recipiente inteiro demora mais em função da altura, que opera como uma serpentina de resfriamento. Porém, estes recipientes tendem a ser estreitos e isso atrapalha um pouco o efeito visual. Um bom vidro é aquele que é largo e alto. Sem distorções nem costuras ou coisas pintadas em cima. Em lojas de decoração existem vidros assim para colocar flores. Eles são relativamente baratos e servem muito bem para estes experimentos. Escolha um que tenha pelo menos a dimensão de uma garrafa de vodka absolut. Isso prolongará o efeito.
O futuro das estradas de Ferro no Brasil
Ontem foi o lançamento do livro do meu pai. O lançamento aconteceu na Coppe e estavam presentes diversas pessoas, pricipalmente um representante da secretaria de transportes do Estado do Rio de Janeiro que reafirmou com todas as letras, ao vivo e à cores, que o Estado enxerga no Maglev Cobra a melhor solução para as ligações intermodais necessárias para os eventos que vem por aí: Copa do mundo, Olimpíadas e os Jogos Militares (um evento de maior porte que o PAN do Rio). Toda a equipe ficou bastante feliz com esta notícia e na ocasião um modelo conceitual em escala desenvolvido pela Divisão de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia foi presenteado ao diretor da Coppe.
O livro fez o maior sucesso. Meu pai autografou vários exemplares. Esta obra é fruto de alguns anos de estudo e do relatório final dele no pós-doutorado na Alemanha, onde se dedicou a estudar minuciosamente os modais ferroviários de alta velocidade para transporte de passageiros. O título, pomposo é o mesmo de um livro publicado em 1859 por Cristiano Otoni, o Patrono das Ferrovias no Brasil, quando presidia a Cia. da Estrada de Ferro D. Pedro II. Divide-se em três partes: passado, presente e futuro, traçando novas perspectivas para as estradas de ferro no país 150 anos depois, com base nos acertos e erros que caracterizam o atual sistema ferroviário nacional. De acordo com as teorias dos Longos Ciclos Econômicos, que se repete no período de duas gerações humanas, como a do russo Nikolai Kondratieff, após cada onda há uma revolução tecnológica. No final do século XVIII o transporte evoluiu da tração animal para os canais artificiais; em meados século XIX surgiram as ferrovias; no princípio século XX as rodovias começam a dominar o transporte e em meados do século XX foi a vez do transporte aéreo de passageiros. Passada a atual crise deste início de século XXI, a solução de transporte pode ser a levitação magnética (Maglev), repleta de novas oportunidades. No livro cerca de 30 mil km de vias para Trens de Alta Velocidade (TAV) com tecnologia Maglev foram propostas, interligando todas as capitais e principais cidades brasileiras, em um programa de longo prazo. Mais de 200 km de vias do sistema Maglev-Cobra desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foram traçados na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, como exemplo para outras regiões. O livro analisa a implantação do TAV RJ-SP em cinco anos a um custo estimado na metade do TAV roda-trilho, propondo um Maglev capaz de atingir 450 km/h e cumprir o percurso em 1h:27m. São seis estações intermediárias para atender pólos populacionais e econômicos: Seropédica e Nova Iguaçu; Barra Mansa e Volta Redonda; Resende e Porto Real; Aparecida e Guaratinguetá; Taubaté e Pindamonhangaba; São José dos Campos e Jacareí – sem provocar atrasos porque o Maglev atinge 450 km/h em 83 segundos e 5,2 km, que é impossível para o TAV roda-trilho.. As estações-shopping previstas interligam-se às cidades servidas por um Maglev urbano, como o verdadeiro metrô do século XXI. O livro instiga o leitor a repensar as ferrovias brasileiras, alertando para que se evite cometer os erros do passado, quando interesses políticos e empresariais menores foram capazes de atrasar o desenvolvimento do transporte ferroviário em um país de dimensões continentais como o Brasil. Não é porque o livro é do meu pai não, mas acho que tá aí uma leitura bastante interessante para todos aqueles que gostam do assunto transporte urbano e veículos futuristas. O livro do meu pai traz uma parte histórica bem interessante que dá um panorama de compreensão do por que o Brasil sucateou as ferrovias, e o que Juscelino Kubitschek tem a ver com tudo isso. O livro tem 262 páginas e muitas fotos. Acho que o Lasup vai vender o livro via correios. Caso alguém curta o assunto ferrovia-maglev-tecnologias do futuro e esteja interessado, pode entrar em contato através do formulario de contato aqui do blog, informando seus dados que eu vou repassar a Dani e ela entrará em contato para o envio da Obra. O preço do livro é R$ 30,00.
Como decorar seu quarto com velhas fitas cassete
Com o advento do mp3 e do Cd, as velhas fitas cassete começaram o seu triste percurso em direção à extinção. Mas muita gente ainda guarda essas fitas, com musicas antigas do arco da velha. (eu mesmo sou um) Antes de jogar fora, pense duas vezes, pois isso pode se reverter numa terapia, ou até mesmo numa fonte de renda pra você. Primeiro você precisa pegar uma fita velha que esteja em bom estado. Fitas mofadas não costumam ficar bonitas. Pegue uma placa branca e desenrole uma boa quantidade de fiota sobre ela. Depois vá arrumando e colando com super bonder, até ficar legal. Meta um vidro em cima para proteger da poeira e pendure. Com algum tempo e talento, dá pra obter imagens assim:
Moral, hein? Outra idéia boa é usar fitas velhas de videocassete para fazer imagens de personagens de filmes clássicos, como chaplin, bogart, Vader e etc. O segredo (óbvio) de fazer isso é usar uma imagem de referência de altíssimo contraste, como aquela imagem classica do Che. Os 20 melhores filmes de ficção científica
Eu sempre fui um fã de filmes de ficção científica. Lembro claramente que foi assistindo um que eu me vi pensando seriamente em trabalhar com aquilo um dia. Do mesmo jeito que a outra lista, dos filmes de terror, esta lista é baseada na minha opinião pessoal. Certamente vou esquecer algum muito bom e etc. Mas vamos a minha lista dos vinte melhores filmes no gênero sci-fi. A lista não está ordenada qualitativamente, ok? 1- 2001 uma odisséia no espaço -
2-Star Wars -
Esta série de filmes nem deveria ser considerada ficção científica, afinal de ciência não tem nada. Mas convenhamos que ver um cara num planeta congelado correndo sobre uma coisa que era uma mistura de canguru com camelo, naves e espadas de luz que cortam aço como se fosse manteiga é um troço irresistível para um menino. E o que dizer da profusão de aliens, monstros, principes e princesas disparando lasers. E os robôs? Star Wars não é científico, mas é a maior diversão. Foi vendo o Imperio contra-ataca no cinema que eu resolvi ser maluco. Passei mais da metade da minha vida sonhando em ir trabalhar na ILM por causa do filme. 3- Alien o 8 passageiro -
Obra prima. A única coisa que eu não gosto no Alien é que eu não trabalhei nele. Eu adoro tudo, os conceitos, o enquadramento, o estilo, a musica, a narrativa e principalmente o monstro, do Geiger. A cena em que o alien hospedeiro sai do peito do cara é um classico do cinema. Pra mim, o grande merito de Alien é conseguir fazer Sci Fi e terror num filme só. 4- GATTACA –
Eu só vi este depois de burro velho. E é muito bom. A idéia é ótima, o visual interessante. Não tem lasers, naves explodindo nem robôs. Mas a história de suspense te prende do inicio ao fim. 5- De volta para o futuro –
Este é muito bom mesmo. Filme de maquina do tempo, cientista maluco e adolescente skatista que faz o pai se apaixonar pela propria mãe. Certamente o primeiro é o melhor de todos. 6- Inteligência Artificial (AI)-
Este foi umdos filmes de ficção científica que mais me tocou. Um dos mais tristes e mais bonitos jamais feitos. Eu confesso que nunca pensei que lacrimejaria vendo um robô ser abandonado pelo dono. Eu considero este um dos melhores filmes Sci-fi de todos os tempos. 7- O exterminador do Futuro 2-
Nossa, este humilhou. Eu tinha nove anos quando iso surgiu no cinema. Durante um bom tempo eu fiquei com a imagem do robô caveira na cabeça. Mas de um certo modo eu penso que o Terminator 2 foi melhor que o 1 porque o 1 foi feito num tempo em que os efeitos eram apenas físicos e de fato, não havia como fazer o 2 naquela época. Quando foi lançado, nos anos 90, os efeitos digitais estavam iniciando sua escalada fotorrealista e foi absolutamente impressionante ver o robô derreter, passar através de grades e assumir formas diferentes. Além da história, que é genial, e o Arnold, que nasceu para fazer papel de robô. Não vi nenhum além do 2 porque tenho medo do que podem ter feito com o filme. 8- Robocop 1 -
Eu me lembro claramente quando acabou o filme no cinema. O cine Rex acendeu as luzes. Eu e outros meninos da minha odade levantamo-nos mecanicamente das poltronas e caminhamos duros, movendo o pescoço de modo eletrônico. Éramos pequenos robocops. Eu fui andando como o robocop até a casa da minha vó. Certamente quem me viu na rua deve ter pensado que eu tinha algum tipo de paralisia mental. O Melhor de Robocop 1 na minha opinião, não é o robocop em si, mas o ED 209. Aquilo parecia real, movia-se de modo real e era mau. Porra, eu amei este filme do inicio ao fim. 9- Eu-Robô -
Este filme é legal, baseado numa obra absolutamente fodástica do Asimov. Os efeitos salvam um pouco o filme, que é meio hollywood demais em alguns casos. 10- Matrix -
Matrix é uma obra sensacional. Eu gosto muto deste filme, apesar dos muios erros e vacilos que possui. A idéia é fantástica, os efeitos bons e inovadores, e realmente ele te prende. Infelizmente, os demais filmes da franquia não tiveram a mesma qualidade do primeiro. Não é efeito especial que salva um filme do gênero, e sim a história. 11- Blade Runner -
Tá aí um exemplo de filme bom, feito com qualidade e cuidado. Blade Runner é um cult no melhor sentido da palavra. 12- Os 12 macacos –
Os 12 macacos é um filme que me fez gostar ainda mais do Bruce Willis. O roteiro dá um certo nós nos miolos, mas é muito bom. Este é um do tipo que só dá pra ver sóbrio. 13- Planeta dos macacos -
Não me refiro ao remake. O remake só vale opela qualidade das próteses faciais do Rick Baker, que são absurdamente incríveis. Mas história, impacto, sensação de fragilidade da espécie humana como o antigo dos anos 60 não há nem nunca vai ter igual. Eu tirei o chapéu para a idéia. Os caras que fizeram o remake deviam ter tido a humildade de fazer EXATAMENTE igual ao antigo, mas com a tecnologia moderna. Só isso salvaria aquela marmota que ficou o remake. 14- Minority Report -
Uma história interessante, com uma série de situações que voc}ê olha e pensa: “Caramba, como eles fizeram isso?” Mas tem umas coisas que recaem o hollywoodismo, como o Tom CRuse pulando de carro em carro a 400km/h. Mas o roteiro felizmente salvou a produção. 15- Mad Max -
Mad max é show. Eu me amarro. O Mel Gibson era apenas um ator australiano de segunda linha quando se inscreveu para os testes de Mad Max. Ele estava indo para o teste e cortou caminho por um beco. No beco, uns caras punks tentaram assaltar ele e o Mel Gibson saiu na porrada. Óbvio que ele acabou espancado, mas foi fazer o teste assim mesmo. Quando chegou todo ferido para o teste, o diretor oulho e disse: É ele! 16- Vingador do Futuro (total recall) -
No início eu não levei fé no Arnold, mas no decorrer do filme entrei na história e ao final vi que o filme era bem legal. 17- O Show de Truman -
Este filme é um dos meus filmes preferidos porque mexe com a coisa da desconstrução da realidade. Nele um sujeito é exibido num reality show sem saber, durante toda sua vida. Obra prima. 18- O 5 elemento -
Muito legal este filme. Dos taxis que voam aos alienígenas bárbaros. Grandes efeitos e uma história interessante. 19- Laranja mecânica -
Um filme quase tão bom qanto o livro. O visual é bem estranho, mas eu gosto da parte da violência com música classica. 20-
(este espaço está reservado para um filme nacional. Mas não achei nenhum e me recuso a botar aquela merda com Sandy e Juinor aqui) Há uma idéia ignorante que me parece arraigada na cabeça dos cineastas brasileiros de que filme de ficção científica não pode ser feito no Brasil. Quando é feito é na base da chacota ou produções caça-níqueis oportunistas. Será que é caro? Será que é impossível? Será que não tem mercado? Será comodismo? Será que não temos bons roteiristas para criar histórias originais no gênero? São questões para se pensar. Robot Stereoteste1
Eu tava aqui comendo um cachorro quente qundo do nada fiquei vesgo olhando para o pão. Este fato me deu a súbita idéia de tentar criar uma imagem estereográfica usando fotos. Eu não sabia se daria certo, mas sabia que imagens estereográficas podem ser obtidas usando câmeras comuns. Assim, usei a câmera do Lg Renoir para obter esta foto abaixo. Eu peguei para efeito de testes um dos meus primeiros bonecos de tutorial (o tutorial do robô pode ser encontrado aqui). Eu nunca gostei muito da forma como este boneco sai nas fotos e pensei que seria uma boa tentar uma imagem 3d dele. A imagem 3d estereografica é obtida porque o cérebro humano entra numa certa confusão, tentando montar duas imagens que são muito similares, mas não integralmente. Ocorre que na mudança de posição da câmera, os pontos mais distantes diferem em termos de posição de modo maior e isso opera em toda a imagem. Como resultado, nosso cerebro tenta estruturar a imagem que vemos como algo tridimensional e então vemos a imagem praticamente saltar da tela.No início é mais difícil focar em detalhes porque os olhos não estão habituados a esta posição. Com mais ou menos uns vinte segundos, você começa a conseguir ver os detalhes da imagem sem perder a tridimensionalidade. O efeito é mais fácil de criar do que de conseguir ver. Mas tenta aí. Se eu que sou mais burro consegui, você vai conseguir também. Tá vendo este pontinho preto em cima do robô? Tudo que você tem a fazer é ficar vesgão aí e tentar colocar um pontinho em cima do outro. Assim que seus olhos vesgos encaixarem um ponto em cima do outro, você vai ver o boneco robô em 3d. Clique na foto para ver em tamanho real: Legal, né? Como faz isso? Simples: Pegue uma câmera e aponte para algum objeto. Objetos que tem variação no espaço Z (profundidade) são melhores. Então mantenha-se firme com a câmera e tire uma foto. Desloque em seguida a camera uns 4 a 5 centímetros para a direita e bata outra. Abra as duas num programa como o Photoshop e ajuste as duas, alterando o alpha da imagem 1 e coloque uma em cima da outra. Em seguida ajuste o tamanho do papel para o dobro da largura da foto. E arraste a foto horizontalmente para a posição certa e coloque o alpha em 100% (a imagem da esquerda tem que estar na esquerda. A da direita na direita, senão dá tilt!) Planifique as camadas e pronto. Paisagens e coisas do tipo ficam bem legais. Fotos com animais, pessoas e coisas que se movem ficam ruins (a menos que você seja “The Flash”). Agora dá licença, que eu vou ali pegar um remédio para dor de cabeça, (efeitos colaterais)
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