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Poster com 425 personagens de videogames
Se você joga videogame, certamente já terá topado com algum destes aqui na sua vida. Este super poster contém nada menos que 425 personagens, de 375 games diferentes. Maneiro para imprimir e botar na parede do seu quarto.
Para imprimir isso na forma de poster é fácil. Pegue o arquivo e salve num pen drive. Depois vá até um bureau de impressão, e diga que quer fazer um poster. Geralmente não sai muito caro. Essas empresas imprimem em rolos de papel de tudo que é tamanho. Dá pra cobrir até uma parede se você quiser, mas como a resolução não é lá essas coisas, acho que só ficaria bom em poster mesmo. Agora se você tá duro mas mesmo assim gostaria de ter isso na sua parede, uma dica que eu já havia falado aqui é usar um programa que converte qualquer imagem em poster. Ele divide a imagem em folhas de papel A4 que são impressas na sua impressora caseira em forma numerada. Aí é só pegar tesoura e cola e montar seguindo a numeração. Olhando essa mutueira de personagem, dá pra ter uma ideia da quantidade absurda de jogos de videogame já produzidos. É praticamente impossível mensurar quantos jogos já foram feitos, mas pelo que eu pesquisei, o numero de consoles já criados é igualmente impressionante. Quantos videogames existem? Num levantamento básico, desde a criação do videogame, em 1958, na primeira geração de videogames, mais a segunda geração, o numero de consoles oficiais chegou a 23 tipos. (não contando os arcades) Na terceira geração, na década de 80 foram lançados mais 15 consoles. A quarta geração começa com o Playstation e vai até 1998. Nesse período saem mais 19 consoles diferentes. Em 1998, enquanto a quinta geração estava terminando e a sexta estava começando, foram produzidos 19 consoles (seria 21, mas 3 consoles que foram feitos durante a sexta geração foram feitos somente lá no Japão). Então começa a “guerra dos consoles” quando a Micro$oft entrou na briga pelo seu lugar ao sol. Deste período até hoje, embora a massa dotasse poucos consoles, um total de 11 aparelhos diferentes foram lançados, sendo que mais três foram sucesso antigos (ou fracassos) sendo relançados. Ao que parece, desde a primeira geração até agora foram 101 aparelhos disputando o mercado, mas este número não leva em conta os aparelhos xingling. Em sua maioria, similares segunda e terceira geração que são criados para atender a classe baixa e países pobres. Se levarmos em conta os videogames “genéricos” o numero poderia ficar entre 9000 e 3000 aparelhos diferentes. É isso aí. Espero que gostem desses personagens de videogame. Eu que achava que entendia de videogame, me deparei com vários que nem faço ideia de que game são. Dica do Hugo
Em busca de um namorado
Esta simpática garota da China, Zhang Mengqian, estava em busca de um romance para sua vida.
No dia marcado, a menina foi até a janela esperando ver se alguém havia se interessado por ela. Infelizmente… Equações textuais
Olha só para esta equação. Você consegue decifrar o que está escrito nela?
A resposta está aqui em baixo:
Ganhar prêmios tirando fotos é fácil!
Um amigo me deu uma dica legal que eu repasso a vocês: - 1º lugar: 01 (um) NOTEBOOK COMPAQ/HP CQ40-312, 01 (uma) CÂMERA DIGITAL SAMSUNG 12MP EC-ST50Z e 01 (uma) IMPRESSORA MULTIFUNCIONAL WI-FI HP C4780W.
- 2º lugar: 1 (um) NOTEBOOK COMPAQ/HP CQ40-312 e 1 (uma) CÂMERA DIGITAL SAMSUNG 9MP PL10ZRVP
3º lugar: 01 (uma) CÂMERA DIGITAL SAMSUNG 9MP PL10ZRVP e 01 (um) MULTIFUNCIONAL WI-FI HP C4780W
- Do 4º ao 12º lugar: (01) um pen drive de 8GB MULTILASER.
Se amarrou? Então tenta que não custa nada. Lembre-se que eu me arrisquei na promoção da Hp e levei o notebook pra casa. Se dá certo comigo pode dar com você. Escolha aquela foto mais maneira que você tirou nas férias e mande. Como fotos subaquáticas são mais difíceis, isso pode ser um filão. Pegue sua câmera, meta num saco plástico estanque e dê um tibum na praia com os amigos. Aqui está o link para inscrever suas fotos. Manda bala! DICA: As fotos que participarão do concurso deverão ser digitais, coloridas, ter no mínimo 10cmx15cm (formato horizontal), 300 dpi, e ser em formato JPG com tamanho lógico máximo de 5 Mb. Nada de pessoas! Segundo o regulamento, “as fotos de praias e imagens subaquáticas encaminhadas para este concurso não poderão conter a presença de pessoas, sob pena de desclassificação.” Não vale foto de outras pessoas, nem fotos escaneadas ou interpoladas ou manipuladas digitalmente, ok? Nada de cheating.
Frente a frente com o Lobisomem
Ah, como eu gosto de lobisomens. Essas criaturas míticas e assustadoras, que falam diretamente aos medos mais profundos do ser humano. Nós não passamos de primatas de miolos grandes, e em algum lugar da profusão de sentimentos, pensamentos e instintos está gravado o medo do predador. è isso que nos faz sentir medo de escuro quando pequenos e é isso que faz um bebê chorar ao ver cães, ou qualquer outro bicho que tenha dentes grandes e garras à sua frente.
Pessoalmente, posso dizer que o mito do Lobisomem entrou na minha vida de modo sutil. Meu avô já contava suas histórias de fantasmas, como no dia em que ele deu carona a um casal que julgou ser fantasmas, ou no dia em que ouviu barulhos estranhos no quartel na época da Guerra. Meu avô sempre foi um bom contador de histórias, e seu domínio da atenção alheia foi um talento que persegui e tentei reproduzir ao longo da vida, e que de certa forma resultou neste blog. Meu avô tem uma aventura pessoal em que foi perseguido por uma espécie de cachorro gigante, preto, do tamanho entre um boi e um cavalo, que o seguiu em silêncio, na escuridão, até a porteira de uma fazenda, quando do nada, desapareceu sem emitir som. A figura daquela criatura assombrosa foi tema de muitos pesadelos em minha infância e da mesma maneira que causava espanto e repulsa, emitia um inebriante perfume de atração. No mito do lobisomem havia o mistério, havia o poder bestial e a horrenda transformação. Outro dia eu fui lá em Friburgo, onde encontrei os amigos da minha sogra. O pessoal lá mora numa localidade rural, onde plantam tomates e hortaliças diversas. É um lugar bem interessante e acho que já falei dele aqui antes. Lembra o condado dos Hobbits. As pessoas são extremamente amáveis e hospitaleiras, e sempre que vou lá tem briga entre as famílias para definir a casa em que eu vou dormir. Eu havia ido lá na casa do Dinho, onde estava rolando um churrascão. Conversa vai, conversa vem, eu e mais uns três reunidos na varanda, chegou um velhinho lá, que era amigo do Dinho. É engraçado que quando eu junto com este pessoal da roça eu viro o maior roçeiro de todos os tempos. Antes que eu possa perceber, estou falando do mesmo jeito que eles, contando causos e rindo bastante das histórias que eles contam. Um lance bem Rolando Boldrin. Pois não é que no meio do churrasco o Dinho – que acompanhou a minha saga pelo mato em busca da pele de um boi preto para usar no meu boneco do lobisomem, sabia que eu gostava do assunto. Apontou a faca de cortar carne para o coroa e disse: -Seu fulano (desculpe, não lembro o nome dele) diz aí pro Philipe do dia que o senhor lutou com o lobisomem. Então o velhinho deu um gole no refrigerante e começou a me contar uma história sensacional sobre como ele descobriu – e tentou matar – um lobisomem de verdade. Basicamente, enquanto fumava um cigarro e comia um pedaço de linguiça, o velho me contou que há muitos anos atrás, lá pelos idos de 1940, era recém casado, morando numa cidade do interior de Minas. Ele estava voltando tarde da noite para casa e estava quase chegando, quando seguindo a pé pela linha do trem, viu saltar uma “coisa preta” do mato ao lado da linha. A noite era de lua, mas as árvores do local atrapalhavam a ver o que estava ali. Era um breu fechado e não deu para determinar à distância o que era aquilo, mas ele percebeu que pelo tamanho não tinha como ser um cachorro. E nem gente. O velho, na época ainda jovem, parou e ficou ali, olhando a “coisa”, que também se manteve imóvel, a cerca de uns trinta metros. Ele gritou alguma coisa, para ver se havia resposta e não houve nada. Apenas o silêncio. Nem rosnado, nem mugido, nem tosse, nada. Ele disse que inicialmente pensou que era um bezerro ou mesmo um boi. Sentiu um arrepio, mas tentou se tranquilizar de que aquilo não era nada demais. Ele já havia escutado boatos de um lobisomem na cidade, e animais apareciam mortos constantemente, mas nunca acreditou naquilo, pois nunca havia lido nada sobre Lobisomens na Bíblia… “E se não está na Bíblia, não existe.” Ocorre que ele se tranquilizou mentalmente de que se tratava apenas de um boi e continuou a andar na direção da coisa, que permanecia imóvel na escuridão. O velho conta que após dar os primeiros passos, a “coisa preta” disparou rugindo como um leão na direção dele, e só assim ele percebeu que o troço não era um boi, mas sim o lobisomem que todos haviam comentado e do qual ele nunca acreditou. Sem perder tempo para ver em detalhes a criatura, ele me contou que não pensou duas vezes em disparar em correria, direto para a casa, que ficava na subida de uma colina, perto da linha do trem. O bicho correu atrás e ele viu que a criatura iria acabar alcançando ele. Então, o sujeito saltou por entre os arames farpados que separavam a linha do trem da estrada. Nisso ele acabou se machucando e – fazendo questão de me mostrar uma cicatriz – prosseguiu dizendo que rasgou o terno dele, que era do casamento. Largou o pedaço do terno para trás, e correu às cegas na direção da casa. Ele ouviu a criatura se debater no arame farpado. Ele contou que a criatura deu uma paulada no arame farpado com toda força, caindo por cima da cerca, arrando uns moirões e tudo. E daí ela soltou um urro que encheria de medo o coração do mais valente dos homens na face da Terra. Nisso, ele havia conseguido uma preciosa vantagem e estava prestes a entrar em casa. Enquanto corria, ia gritando a plenos pulmões para a mulher abrir a porta. A esposa dele abriu a porta e viu também o bicho, chegando no encalço do marido. O velho saltou para dentro da casa e a mulher dele bateu a porta com violência. Eles colocavam a barra de ferro que funcionava como tranca quando um estampido seco atingiu a porta. Ele disse que pensou que a casa ia cair tamanha a pancada que o bicho deu na porta. Ainda ficou ali gritando e urrando desesperado. O Casal puxou a mesa da sala e colocaram calços nas portas. Trancaram-se no quarto, abraçados e com medo até que dormiram. No dia seguinte, quando as primeiras luzes do sol iluminaram as redondezas ele disse que não havia sinal do bicho além de uma bela poça de sangue na varanda e na volta da casa. Viu algumas marcas na areia, mas nada que indicasse exatamente o que era aquilo. Quem realmente viu e confirmou em detalhes que era um lobisomem preto com grandes dentes brancos foi a esposa, que viu rapidamente o monstro, subindo desajeitadamente a colina, ao correr atrás do marido. Tempos depois, ele passou a desconfiar do lobisomem. Ele e os amigos do trabalho tinham um grupo que jogavam purrinha numa venda nas proximidades e havia um sujeito lá que sempre voltava pra casa cedo. O cara era sempre o primeiro a voltar para casa e todos achavam aquilo estranho. Como se não bastasse, ele era solteiro e não tinha irmãos. Assim, não havia motivos claros para que ele voltasse para casa cedo. O tal homem era um primor de educação e se dizia viajante. Conhecia muitos lugares e citava muitas pessoas nas conversas. Mas era reservado com relação à sua vida pessoal. Este homem começou a jogar purrinha apresentado por um outro, também viajante, que o trouxera para a cidade. Depois do episódio com a criatura na estrada, meu amigo do churrasco contou que começou a desconfiar cada vez mais daquele sujeito. Um dia resolveu testar sua desconfiança, segurando-o num jogo de poker. O Sujeito jogava bem, ele disse, mas ao badalar das nove horas (achei isso peculiar, pois a mitologia do lobisomem geralmente coloca a transformação na meia noite) , disse que o cara desatou a suar em bicas, molhando a camisa. Assim que bateu as nove horas o sujeito fez de tudo para interromper o jogo. Ele foi ficando mais e mais nervoso até abandonar a partida alegando que estava sentindo cólicas intestinais. Aquilo deixou o coroa bastante cabreiro. Desde o encontro na linha do trem com o dito cujo, ele resolveu caçar o monstro a qualquer preço. Ele estava determinado e finalmente traçou um plano em conjunto com os amigos de purrinha para testemunhar a transformação do viajante na besta mitológica. Um tempo depois, eles reuniam-se na venda para jogar quando chegou, lá pelas seis, o tal viajante cujo nome ele me disse na ocasião, mas não lembro mais. O cara chegou e desataram a jogar. Sem que o viajante soubesse, meu amigo coroa tinha um revolver na cintura, escondido sob a camisa. O tempo foi passando e eles proseando, bebendo, e fumando. Jogaram dados, purrinha e cartas até que deu as nove horas e o cara disse que ia embora. Pagou a conta ao dono da venda. Enquanto estava de costas, o velho fez um sinal para os amigos. Ele já ia saindo quando os dois amigos do velho o seguraram e o sentaram numa cadeira. O velho sacou a arma e apontou bem na cara do sujeito. -Agora você vai ficar aqui com a gente até a meia noite. – Disse ele segurando o revólver. O cara se desesperou. Ele me disse que nunca viu alguém ficar em tamanho pânico na vida. O cara começou a suar e dali a minutos estava empapado, respirando com muita dificuldade, como se tivesse asma. Era noite de lua cheia. Eles mantiveram o sujeito, mas ele foi ficando mais e mais agitado. A medida em que o tempo passava ele ia se tornando agressivo. Já não era mais o homem erudito, de aparência frágil e doente. Ele agora era um sujeito em Pânico, com os olhos amarelados, arregalados e suando muito. A voz baixa e os gestos contidos deram lugar aos gritos. Começou a gritar e se debater de modo que os homens pensaram em amarrá-lo na cadeira. Mas isso não foi possível, pois ele estava tão transtornado que lutou contra os homens da venda e tinha tamanha força que atirou um deles lá na rua. Em seguida atropelou os que estavam na frente,incluindo o velho, o único que estava armado, que temendo acertar “alguém de bem” não puxou o gatilho. O sujeito saltou para a rua e correu para um lado mais escuro, atravessando uma praça e saltando para um terreno baldio, de onde não mais saiu. Naquela mesma noite numa fazenda das proximidades, os corpos de animais foram encontrados. O sujeito nunca mais deu as caras por lá, e após meses buscando notícias, o velho descobriu que ele havia se mudado para outra cidade, nas proximidades de Araxá (este lugar eu guardei porque era lá que se passava Dona Beija). Algo que o fez ter certeza que o vajante era mesmo o lobisomem é que tão logo o cara saiu da cidade, as mortes de animais e o desaparecimento de pessoas pararam. Ele me disse que organizou uma viagem para “caçar o lobisomem”, mas chegando lá o sujeito havia sumido. De acordo com um primo dele de segundo grau, o viajante morreu. Ele teria sido baleado por um fazendeiro quando atacava suas criações. Atngido a tiros ainda no estado de monstro, correu para uma mata, onde dias depois o corpo do viajante foi encontrado, em estado putrefato. Em todo o tempo que me contou esta impressionante história, o velho pareceu totalmente sério, não dando nenhum indício de que estava inventando. O Dinho, meu amigo, também escutou e pelo que me disse a história dele era bem conhecida, pois ele contava a todo mundo do dia que enfrentou o lobisomem. Obviamente que apenas com um relato de um velho roceiro de uns 80 anos não dá pra dizer se foi um fato real ou não. Ele pode ter sido atacado por uma onça, e ameaçou de morte um sujeito doente, talvez até esquizofrênico; mas é fato concreto que histórias de lobisomens são sempre maravilhosas e deliciosas de se escutar e ler. Elas são muito antigas e os estudos que buscam a genealogia deste mito apontam para a grécia. Nos mitos gregos existe um em que Licoan, o rei da Arcádia tentou matar a Zeus, que era seu hóspede por uma noite. O Deus castigou-o dando a ele uma forma vulpina. A lenda grega pegou carona com os romanos, onde ganhou força para se difundir entre os povos dominados, estendendo-se até os confins do Império, atingindo também os bárbaros do norte. Foram os romanos que criaram os festivais dedicados aos lobos, chamados Lupercais. Nestes festivais pessoas vestiam peles de lobo e corriam seminus, sujos de sangue de animais oferecidos aos deuses. Eles corriam pelas ruas, assustando e açoitando os transeuntes. Os lupercais realizavam-se no dia 15 de fevereiro, e eram uma espécie de ritual de purificação. Como era de se esperar, isso acabava em orgia. As mulheres corriam aos lupercais em busca de pancadas (e talvez algo mais), pois acreditava-se isso afastava a esterilidade e os partos seguiam a contento. Só no ano 494 depois de Cristo que os lupercais foram batizados de “festa da Purificação” com o passar do tempo a tradição foi se perdendo até sumir. Mas a força do mito do humano que vira lobo continuou e se espalhou mais e mais pelo mundo. Falando nisso, vem aí um filme que me pareceu bom a primeira vista (trailer) que trata da lenda do lobisomem. E aproveitando o ensejo, aqui está outra dica. Esta pra quem curte ler: Meu amigão Rafael Trovão escreveu um ótimo livro sobre um garoto que é atacado por um lobisomem em plena cidade de São Paulo.
O que o google sabe sobre você?
Eu estava navegando quando acidentalmente esbarrei em um link chamado googlism. Eu não entendi bem como o troço funciona, mas ao que parece, o site usa a API do google para gerar uma série de afirmações. Algumas obviamente estão errradas, outras parecem engraçadas e uma ou outra me pareceu certa. Com certeza, a precisão deste tipo de site depende fundamentalmente a presença da pessoa na internet. Pessoas mais imersas no universo virtual tendem a forcener -querendo ou não – mais dados aos mecanisos de busca e isso permite ao computador colher pedacinhos de informações aqui e acolá e projetar frases que podem estar certas. O lance não é muito útil, é verdade; mas é interessante na medida em que a cada dia mais e mais os mecanismos de busca são alimentados com dados e informações das mais diversas. O cruzamento dessas informações poderá no futuro, ajudar no desenvolvimento de uma mente digital, no melhor estilo Asimov. Eu fiz o teste e perguntei ao google o que ele sabe sobre mim. Dificultei as coisas colocando apenas o primeiro nome. Obviamente que ele errou muita coisa, na medida em que mais de 90% do que existe na net sobre o dono deste blog está em português e o sistema só faz o trabalho em, inglês. Mas na quarta afirmação ele acertou retumbantemente. Veja:
Ele acertou que eu sou ilustrador e 3d designer, acertou até que sou do Brasil, agora eu não poderia esperar aquele “Philipe is sooooo hot”, hahaha. Propaganda enganosa no google. Outro site que eu achei muito interessante, surgiu mais como uma espécie de arte digital do MIT, que usa os sistemas de busca para montar uma espécie de mapa de DNA de determinada pessoa. Novamente, é necessário que a pessoa a ser pesquisada tenha algum conteúdo na rede senão o sistema não consegue realizar a proeza. Novamente, tentei com meu nome e obtive este mapa de DNA da minha presença na rede:
Obviamente que eu não sou o melhor caso para testar coisas assim. Então apelei e testei o Steven Spielberg:
A seguir uma pequena compilação de alguns nomes e seus DNAs digitais: Isaac Asimov
Michael Jackson
Mike Tyson
Pelé
Fernandinho Beira-mar
Barak Obama
Jesus Cristo
Dá pra perceber claramente que certas pessoas são melhor caracterizadas que outras em certos segmentos. Por exemplo, o Pelé e o Obama, mesmo se alguém não souber quem são, dá pra sacar que pelé é esportista e o obama político por suas áreas respectivas. Já Michael Jackson foi uma surpresa, o DNA digital dele é muito bem dividido, o que me levou a suspeitar que com o estrondoso volume de informações sobre o astro máximo do pop, o sistema não consegue estabelecer claramente que tipo de personalidade se trata a pesquisa. MAs também, usar o MJ foi sacanagem. Ele se envolveu com a justiça, participou de projetos sociais, se envolveu com musica, entretenimento, games, cinema, televisão. O cara era uma espécie de onipresente em tudo que é mídia. Aí não há google que dê jeito. Dez ilhas interessantes
Eu sempre tive uma estranha atração por ilhas. Ilhas são pedaços de terra cercados pela água, mas não apenas isso. Muitas ilhas são verdadeiras materializações do paraíso. Eu acho que nove entre dez multimilionários já pensaram em morar em ilhas em algum momento de suas abastadas vidas. Um exemplo é o mega milionário, aventureiro contumaz e dono da Virgin Sir Richard Brenson. Se um dia eu ficasse multimilionário eu possivelmente pensaria em morar numa ilha. Aqui no Brasil existem varias ilhas onde se pode morar. Me parece que a legislação diz que todas as ilhas do Brasil, tantos a marítimas quanto as fluviais ou lacustres pertencem à Marinha e só mediante uma autorização da instituição é possível edificar nelas. Algumas delas estão liberadas para venda. Note que no Brasil, não dá pra comprar “A ilha”, mas só o direito de construção na mesma. Leia mais sobre isso aqui No Brasil existem belas ilhas e preços bastante variados. Por exemplo, no Maranhão, existe uma ilha sendo oferecida pela bagatela de 22 milhões de reais. Já no Estado do Rio, é possível comprar seu pedacinho de terra cercado de água por algo entre 1 e 7 milhões de reais. Pra quem tem interesse em comprar uma ilha, é possível adquirir uma através da empresa Private Island. Acredite ou não, esta é uma “imobiliária de ilhas”, que atende o mundo todo. Os caras dão todo o suporte para que você não entre em furadas. E vou te dizer, acho que o lance vale a pena. Tem cada ilha de cair o queixo lá. Existe uma ilha no Guarujá chamada Ilha dos Arrependidos (nome não muito comercial, é verdade) que está à venda por 550 mil dólares.
Certamente que se você quer comprar uma ilha, não pode deixar de levar o paraíso de Angra dos Reis e suas respectivas 360 ilhas, fora de uma análise. Apesar de ser um lugar onde chove bastante, (o que é uma certa vantagem, já que isso propicia fontes de água doce em uma grande parte das ilhas do lugar) e abstraindo um pouco as tragédias recentes ocorridas na Ilha grande (eu estava lá) no Reveillon de 2009 para 2010, quando uma chuva fortíssima a atingiu causando um deslizamento de terra que destruiu uma pousada, pode estar em Angra e seu monte de ilhas diversas, o seu paraíso particular. Quem tem ilha lá é a Revista Caras e o cirurgião Plástico Ivo Pintaguy. Nada mal de vizinhança, hein? Agora se você não é suficientemente abastado e sempre desejou possuir uma ilha, talvez seja interessante dar uma busca por valores, pois eu consegui achar ilhas mais baratas que certos carros. Este é o caso da ilha Gatun, no Panamá. Ela está à venda pelo preço de um carro, algo em torno de 30.000 dolares. Trocando em reais no momento em que faço o post, isso dá algo na faixa de uns 54.000 reais, ou seja, mais barato que um Honda Fit Zero.
A ilha, de 3.000 metros quadrados, ainda inclui uma intensa vida selvagem, diga de Robson Cruzoé: Macacos, antas, tucanos e araras habitam a ilha. Ela ainda tem cobertura de celular, água doce em abundância e vem com um documento de posse ETERNA! (algo importante na compra de uma ilha) A Ilha Gatum fica no lago de mesmo nome. Ainda no Private island, eu vi que no Brasil, duas ilhas disputam o lugar de “ilha mais em conta”: Uma perto de Itaparica e outra em Floripa!
A ilha perto de Florianópolis é a Ilha Alhambra, que está à venda por 200.000 euros. Já a outra é uma ilha chamada “velho moinho”.
Ao que parece, a ilha mais cobiçada no Brasil é uma Ilha em Paraty (sem preço declarado) . Ela já tem uma estrutura de luxo construída, e conta com inúmeras vantagens, como praias privativas e uma metragem interessante: 108.000 m2.
É claro que, eventualmente surge alguém que resolve solucionar a questão ao seu próprio modo. Foi o caso do milionário Michael Oliver, que há 30 anos teve uma idéia bem Gump. Ele descobriu que a lei dizia que um pedaço de terra que estivesse fora dos seus limites territoriais pertenceria a um novo país ao atingir uma determinada altura sobre a água. Pensando em criar seu próprio país, Michael Oliver usou parte de sua fortuna para encontrar um pedaço de terra submerso, de modo que não atingisse este “limite”. E a partir disso, construir uma ilha. Tão logo descobriu, Michael começou uma complexa operação de aterramento, e finalmente fez o seu próprio país! Michael Oliver estava feliz quando hasteou a bandeira de sua própria nação: a República de Minerva, sem povo, sem exército ou moeda própria (na verdade, o cara até criou uma moeda, mas que só ele usou), a República de Minerva foi um pedaço de terra que surgiu no Pacífico. Mas ele ficou bastante triste quando em pouco tempo, seu país foi tomado à força pela vizinha Tonga. Microcosmo no jardim
Hoje de manhã eu estava de castigo esperando a HP entregar aquele meu Netebook. Enquanto esperava, eu resolvi sair pelo jardim com o presente de natal da primeira dama, uma câmera fotografia Casio Exilim EX-FH20. Daí eu resolvi fazer uns testes com ela. A Nivea é aquele tipo de fotógrafa que ainda não domina os recursos manuais de uma câmera. Gosta de tudo automático, do tipo aponte e clique. Mas eu sou daquele tipo mais tarado, que tenta todos os modos possíveis (e com resultados quase sempre desastrosos). ![]() Olhando da janela ![]() Mosquinha de belo colorido Não sou fotógrafo profissional, mas eu gosto muito de brincar com essas coisas. Principalmente quando o objeto da foto é não-humano. Quando fomos escolher a câmera nova, eu procurei uma que tivesse justamente uma boa quantidade de recursos eletrônicos, mas que também oferecesse um macro bom. Como vocês sabem, eu faço bonequinhos e miniaturas, e graças a isso, sou forçado a buscar sempre fotos de detalhes minúsculos. A nossa câmera antiga me dava altos problemas para obter boas macros. Mas depois do teste de hoje, me considero satisfeito.
Dona Aranha. Eu estou criando essa aí.
Microabelhinha. Ela deve ter uns dois milímetros.
Pernilongo do inferno? Que bicho é esse???
Amar é: Meter a câmera novinha da mulher num formigueiro.
Não me pergunte. Eu não faço a mínima idéia que porra é essa. Cigarras trepando?
Olha o macro do bagulho, meu.
Grilo radioativo
Lesminha feliz Tudo que eu fiz foi pegar a câmera, colocar no supermacro e sair pelo meu jardim fotografando a vida silvestre. Brinquei de fotógrafo do Discovery até a hora do almoço e me espantei com a diversidade de espécies que encontrei no meu próprio jardim. Algumas tão minúsculas que me impressionei com o resultado.
Eu estava a uns 20 metros do animal, que pegava sol no muro. Olha o grau de detalhe que ela dá (vou deixar esta em full resolution):
Uma parada que ela faz que é foda, muito foda mesmo, é a câmera lenta. Sim, meu. Ela filma em câmera lenta. Ok, não é a Supercâmera do Discovery, mas é o mais perto que eu já vi um equipamento doméstico chegar. Infelizmente, eu ainda não converti o video e enviei para o youtube. (a câmera tem um conversor automático para o youtube) Mas achei este aqui que dá pra ter uma idéia do que o brinquedo é capaz: High-Speed Test Footage (Casio EX-FH20) from Videopia on Vimeo. Posso dizer que dá pra ver um beija-flor bater asa, meu! Ela alcança a marca de 1000 frames por segundo! No fim das contas, o veredito da câmera foi muito positivo. Volta e meia eu comento alguns produtos que compro e gosto aqui, sem nenhuma intenção comercial. Entenda com isso que EU NÃO ESTOU GANHANDO NADA da CASIO para falar bem dessa câmera.
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