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Conheça o bizarro besouro girafa

EEK
Quando a Cici me mandou o link lá do Boca Aberta eu nem acreditei.

icon eek Conheça o bizarro besouro girafa

Falando sério, este é um dos besouros mais estranhos que eu já vi na vida. Olha só o naipe desse besouro:

90062506329 Conheça o bizarro besouro girafa

 

giraffe beetle507 Conheça o bizarro besouro girafa

 Isso é a prova de que Deus usava o sistema operacional Windows 98 no momento da criação.

Segundo a Wikipedia, o incrível besouro Girafa, Trachelophorus giraffa, é nativo de Madagascar.  Sua principal característica e o enorme  pescoço, parecido com o de uma girafa.  Os besouros machos desta espécie tem o pescoço 2 ou 3 vezes maior que as fêmeas.  O tamanho total do animal é 2,5cm.  O pescoço é uma adaptação que auxilia na construção do ninho.

O macho usa o pescoço pára segurar uma folha de trepadeira que é dobrada de modo específico, onde a fêmea depositará seu único ovo.

Qual é o cúmulo da miniatura?

O cumulo da miniatura eu não sei, mas bem que poderia ser este pônei anão.

foals 12 2109 Qual é o cúmulo da miniatura?

Não tenho mais informações sobre o bicho. Só recebi a foto da Denise e não consegui encontrar nada sobre ele no Google.

Menina faz cirurgia para ter orelha de elfo

O Rapha mandou esta dica e eu me impressionei de saber que que existem pessoas tão fanáticas pelos elfos (eu acho que não preciso dizer o que são elfos, né?) ao ponto de fazer duas cirurgias para alterar a forma das orelhas e ficar mais parecida com seu objeto de desejo.

elf2724 Menina faz cirurgia para ter orelha de elfo

 

elf1556 Menina faz cirurgia para ter orelha de elfo

elf156 Menina faz cirurgia para ter orelha de elfo

 

Fazer cirurgia para ter orelha de elfo é mole. Eu queria ver é alguém macho o suficiente de fazer uma cirurgia para ter a cara do balrog.

O pajé e a onça

on a597 O pajé e a onça

Já caía a tarde.

Aquele dia transcorrera normalmente até aquela hora, quando uma gritaria despertou a atenção de todos os índios. As mulheres da aldeia, que eram naturalmente escandalosas vinham fazendo um enorme fusuê. Elas choravam aos berros. Vinham correndo todas juntas dando um tipo de ataque histérico.

Ocorre que uma das crianças, ao voltar do banho de rio, havia sido atacada e devorada por uma onça. As únicas pessoas brancas que estavam naquela aldeia eram Orlando Villas Boas e o irmão dele, Cláudio.

Ao ver a confusão, eles saíram da Oca e tentaram saber o que ocorria. As índias em meio aos prantos histéricos contaram o fato para o líder deles. Imediatamente, o cacique mandou chamar o pajé. O tal pajé, um índio bem velho e rude, prontamente atendeu ao chamado e tomou conhecimento do que se passara. Elas contavam e ele apenas ouvia em silêncio profundo.
Então o que ele falou foi para que os índios cortassem um tronco e o posicionassem exatamente no centro da aldeia. Todos deveriam esperar por dois dias, enquanto ele iria se retirar. No dia determinado todos os índios deveriam estar pintados e perfilados, homens de um lado e mulheres de outro, formando uma fila comprida que ia da mata até o tronco no centro da aldeia. Feito isso, o cacique mandou cortarem o tronco e o pajé voltou para a oca. Orlando e seu irmão entreolharam-se acreditando que aquela era uma idéia excelente para acabar com o fusuê, voltaram para a oca principal.

No dia determinadio pelo pajé, na hora marcada, Orlando viu todos os índios, até as crianças arrumarem-se e perfilarem-se formando um tipo de corredor comprido que ia até o tronco. Eles não eram parte da tribo, mas aceitaram ficar naquele lugar, cedendo ao estranho ritual. Então Orlando conta que ficou lá por um longo tempo, em posição ereta até que suas costas doessem. Mas nenhum índio ousou sair da posição. O pajé ainda estava em sua casa.

Muito tempo se passou até que o pajé finalmente surgiu carregando um enorme tacape. Ele veio e prostrou-se no final do corredor, atrás do grosso e baixo tronco. E ali se manteve, imóvel, como toda a tribo.

Orlando estranhou. ele esperava um discurso ou uma história. Um cerimonial fúnebre, qualquer coisa. Mas não aconteceu nada. O velho índio lá ficou com o tacape na mão.

Foi quando Orlando tentava compreender a bizarra situação que ele ouviu um barulho no mato. E ante seu olhar de estupefação e a cara de medo de seu irmão que surgiu no meio da mata uma onça enorme. Ela andou lentamente na direção dos índios. Ela vinha em silêncio, com a cabeça baixa. Andou calmamente, atravessando o longo corredor de índios, índias, velhos e crianças. Todos no mais absoluto e solene silêncio. A onça veio até o pedaço de madeira no centro da aldeia e com carinho posicionou sua cabeça sobre o tronco. Fechou os olhos e lá ficou. O pajé levantou o tacape no ar e desferiu um único golpe na cabeça do animal, que morreu instantâneamente.

Os índios comemoraram. A criança havia sido vingada.
Orlando e seu irmão integraram a expedição Roncador-Xingu, criada em 1943 pelo governo Getúlio Vargas para desbravar o Brasil central. Desde então, Orlando contraiu malária 253 vezes e trocou a cidade pela selva. Após contribuir para a abertura das primeiras estradas em terras indígenas, Villas Bôas se redimiu ao criar o Parque Nacional do Xingu, tornando-se seu primeiro diretor em 1961. Orlando morreu sem entender o que se passou ante aos seus olhos, no meio da imensidão do Brasil.

Isto não é um conto. Isto é um fato real que o próprio Orlando Villas Boas contava com muitos detalhes até o dia de sua morte. Esta história ele contou no programa “Conexão Roberto D´Avila”, na TVE.

Naquele dia, eles eram os únicos homens que viram a cena e não sabiam como explicar. Todos os demais índios entenderam completamente o que havia se passado.

Um sapo que nunca foi girino?

Hoje eu aprendi mais uma. Existem sapos que não passam pela etapa de girino. Meu mundo caiu. descobri que a escola havia me ensinado mais uma inverdade, além da mentira de que 2 + 2 são 4 e que o Grito do Ipiranga realmente aconteceu. Eu não estava preparado para isso. Me senti traído pela tia Jussara, a professora de Ciências, pelo qual eu nutria uma ardente paixão não correspondida por motivos óbvios. Quer dizer que nem todo sapo é um girino desenvolvido?

froglets just hatched   natgeo978 Um sapo que nunca foi girino?

Definitivamente, não. Segundo a Wikipedia, existem sapos da família microhylidae, que tem filhotes completamente formados, como o Oreophryne, um sapo nativo de Papua, na Nova Guiné modo que os bebês sapinho dessa espécie já nascem prontos, pulando totalmente a fase de girino.

Criaturas inacreditáveis do fundo do mar

O Átila me mandou o link e eu não pude resistir a fazer mais um daqueles posts gigantes abarrotados de fotos com as criaturas mais estranhas-bonitas-intrigantes do fundo do mar. E se tratando de invertebrados, o visual fica ainda mais bizarro. Com vocês, os mais estranhos bichos do fundo do mar!

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Isso é só uma amostra. Ao clicar no continue lendo, prenda a respiração, porque vamos fundo em busca desses animais. (se sua conexão é discada, só faça isso se você for louco, porque tem foto que não acaba mais!)

(mais…)

O casal mais porco do mundo

dirty married couple729 O casal mais porco do mundo

Imagina alguém bem suíno. Alguém que não sabe o que é uma escova de dentes, um fio dental e nem mesmo sabe o que é tomar banho. Papel higiênico? Hã??

Imagina uma pessoa que não corta o cabelo. Nem as unhas. Agora multiplique por dois e você terá o fabuloso casal Shakhov.

Anatoly e Larisa Shakhovs se conheceram há 21 anos. Ele era um pianista de 52 anos de idade que trabalhava num restaurante. Anatoly além de pianista era trekker assumido e afirmava por aí que havia visto um UFO. Ele era membro da sociedade de astronomia e viciado em leitura, havia devorado centenas de obras clássicas de filosofia e outros livros. Um homem educado perfeitamente que conheceu pessoas importantes e visitou museus por toda a união soviética.

Larisa por sua vez era apenas uma moça de 19 anos que nem havia se formado na escola de música quando eles se conheceram. O único assunto que unia o interesse de ambos era a ufologia. Era assim há 21 anos e ainda hoje. Eles vivem juntos em Makeevka que fica perto de Donetsk, na Ucrânia.

Os pais de Larisa ficaram chocados quando escutaram da filha que ela pretendia se unir a um homem mais velho 31 anos do que ela. As coisas pioraram quando os dois largaram tudo o que faziam e dedicaram-se exclusivamente ao seu hobby estranho: A ufologia.
Ainda assim, uma vez por mês os pais dela visitavam o casal e levavam-lhes legumes e conservas. Os Shakhovs aceitaram aqueles alimentos, porém, com desconfiança: antes de comer, eles testaram em gatos para identificar se era ou não envenenado. Eles só se sentem seguros com o alimento que eles próprios compram no mercado, situado nas proximidades.

Anatoly pensa que os donos do mercado puseram fogo na sua casa. Ele pensa que eles queriam ampliar o mercado e sua casa era o único obstáculo. O ufófilo ainda não aceita a idéia de que o seu observatório com telescópios, livros sobre astronomia e alguns ícones raros queimaram no fogo. A casa foi derrubada pelos bombeiros, e esta é a forma como a cidade age com o casal que não aceita qualquer norma da sociedade.

Agora, sua meia-degradada casa está situada quase no centro da cidade industrial Makeevka. Não dá pra chamar aquilo de casa, já que não tem nem luz, nem qualquer utensílio eletrônico. As paredes estão cobertas com todos os mapas e labirintos do espaço. Larisa reivindica que as pinturas não são obras artesanais, mas pintados pela mão de alguém lá de cima (Ets).

Mas o que realmente impressiona não é a sua casa, mas as aparências dessas pessoas. Eles não têm tomam banho há 16 anos! Eles nunca lavaram suas roupas. Eles usam a mesma roupa por um ano até que ela se torne úmida. Não lavam as mãos, ou escovam os dentes.
10 anos atrás, após a construção do mercado, a água acabou. Então, eles decidiram não pedir a alguém para obtê-la novamente. Em vez disso, começaram a recolher águas pluviais e usá-la para cozinhar e beber. Eles dizem que obtém água suficiente, porque eles são muito racionais: eles comem e bebem uma vez por dia, às vezes até com menos freqüência – e absolutamente, nada de sal.

Fonte

FusionMan – O homem-avião

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jetman flight1 FusionMan   O homem avião
Olha que legal este treco. Yves Rossy, um piloto militar suíço também conhecido como “Fusionman”, voa sobre os alpes suíços perto de Bex; Rossy é o primeiro homem a voar, com sucesso, com asas de quatro motores presas às costas.

Via Uol, Dica do Renato

Achei este video sobre o cara:

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