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Experimentos de reviver animais mortos

March 28th, 2009 25 Comments

Atenção: Se você é sensível, NÃO VEJA ESTE VIDEO! As experiências mostradas ele são cruéis, feitas num tempo em que não se considerava maldade decepar a cabeça de um cão só pára ver o que acontecia.

Durante vários anos, na União Soviética, experimentos dignos do Dr. Frankenstein foram levados a cabo por pesquisadores médicos. Eles objetivavam descobrir mecanismos de superar a morte. Para tal, usaram animais e seus órgãos em pesquisas absolutamente bizarras e chocantes.

Neste video anexo você verá um coração funcionando sem um corpo, pulmões operando sem uma criatura viva e talvez o mais bizarro de tudo: Um cachorro sem corpo, sendo só a cabeça ligada a aparelhos que mantiveram suas funções básicas em atividade.

As cenas são tão assustadoras e impactantes que o meu amigo Kentaro Mori lá do Ceticismo Aberto resolveu investigar.

Segundo o Mori apurou, mesmo este video sendo uma peça de propaganda russa, recorrendo a dramtizações para mostrar os procedimentos, de fato experimentos bizarros com animais foram levados a cabo na década de 40. Mas não só na Rússia. Vários países deram suas contribuições para ramos de uma pesquisa que durante muitos anos se manteve em sigilo dadas suas características grotescas.

Os experimentos de manutenção de vida em cabeças de cachorro decepadas levaram ao aperfeiçoamento dos transplantes de cabeça.

Isso mesmo, você não leu errado. Eu disse TRANSPLANTES DE CABEÇA!

O video acima é certamente uma peça de propaganda soviética da Segunda Guerra Mundial, mas isso não afeta em nada a crueza assustadora das pesquisas. Eu realmente desejei que isso fosse mais uma das dezenas de milhares de fraudes da internet. Porém, tudo leva a crer que os caras fizeram mesmo isso (e muito mais).
Segundo o Mori disse acerca deste video:

O filme supostamente documenta experiências realizadas pelo Dr. S.S. Bryukhonenko no Instituto de Fisiologia e Terapia Experimental na U.R.S.S. Foi lançado em novembro de 1943, quando o Conselho Nacional de Amizade Americano-Soviética e a Sociedade Médica Americano-Soviética o exibiram a mil cientistas americanos na cidade de Nova Iorque.

(No site Ceticismo Aberto estão dados para download que apóiam estas evidências)

Certamente que as experiências assustadoras de trazer animais mortos de volta à vida, disciplina batizada de “reanimatologia” não pararam aí. Em 1954, Vladimir Demikhov um renomado reanimatologista não só trouxe de volta uma cabeça de cachorro como feito uma década antes, como costurou a mesma num cão saudável, mantendo as duas cabeças vivas num só corpo!

A reanimatologia aplicada a cães rapidamente evoluiu para outras espécies, em outros países, como os EUA.

Durante as décadas de 60 e 70, médicos americanos tiraram os cérebros de mais de 40 cães, para logo depois trazê-los de volta a vida. Um dos mais prolíficos reanimatologistas norte americanos foi o Dr. David Gilboe da Universidade de Wisconsin.

Medindo a atividade dos cérebros do cão com um eletroencefalógrafo, Gilboe concluiu que era possível manter os cérebros de cachorro funcionando por aproximadamente duas horas fora do corpo.

Estranho? Bizarro? Grotesco? Espere só até eu contar o que eles fizeram com primatas!

A esta altura você deve estar imaginando um macaco de duas cabeças, certo?

Pois nesta época, um neurocirurgião de Cleveland chamado Robert J White resolveu investir seu tempo em uma pesquisa com primatas e fez a primeira transfusão de cabeça bem sucedida da história!

o Dr. White fez e documentou exatamente o que o personagem Frankeinstein fez na obra de Mary Shelley. Segundo o Mori, que investigou o caso:

Quando a cabeça de macaco recentemente incorporada tentou morder o dedo de um pesquisador, diz-se que a equipe inteira de White vibrou.

Duvida? Aqui está o link para o índice da experiência “Transplante de Troca Cefálica no Macaco”.

O video abaixo mostra o procedimento – Note que tem uma dessas babaquices de monstro gritando para dar susto no fim do video. Mas fora isso, é o procedimento que estamos nos referindo aqui.

O passo seguinte, (a esta hora você já deve estar esperando por isso) foi tentar fazer o mesmo com humanos! Infelizmente, este tipo de pesquisa tem uma natureza tão grotesca que beira a loucura e a fantasia. O assunto se mistura com fraudes e lendas urbanas, e por conseguinte, não é levada a sério. Mas é fato que pesquisas envolvendo pessoas foram de fato realizadas nos porões da Guerra Fria e talvez ainda estejam sendo levadas a cabo em algum tipo de ilha do Dr. Morreau… Mas dificilmente estas coisas virão à tona, devido aos graves aspectos éticos dos processos de troca de cabeças.

Segundo Mori disse em seu artigo, existe uma empresa chamada Brain trans, cuja pagina não revela seu endereço físico, mas fala um pouco do que eles fazem. E o que eles fazem, para nosso espanto e horror, é propor a troca de cabeças entre pessoas.  O site deles tem um aviso bem claro sobre perguntas:

Por causa dos aspectos éticos nós não discutimos como e onde conseguimos novos corpos humanos para o transplante de cérebro. (sic)”

O Mori manda avisar que o lance da Brain Trans é uma zoação e que o artigo dele é uma tradução do artigo original de Ken Freedman

x_x

Dica do Mamooth Jean

Deu tilt?

November 16th, 2008 15 Comments

Acho que deu defeito neste cachorro. Devem ter apagado algum dll de inicialização do protocolo de latido dele.

Isto não é a peruca do Bob Marley

September 29th, 2008 18 Comments

Isto não é a peruca do Bob Marley. Isso è um cachorro.

Não dá pra ter certeza só de olhar mas pelo tipo de pelagem, gerando esses dreadlocks parece que este cachorro é um Cão de Komondor.O Cão de komondor surgiu na Ásia Central e dali foi carregado para a Hungria por uma tribo de pastores chamado magiares. Isso foi há mais de mil anos.

O cão de Komondor funcionou bem para os magiares porque ele é um excelente guardião de rebanhos, além de ser um cão absolutamente leal e corajoso, se saindo muito bem com o pastoreio de cabras e ovelhas. Especialistas acreditam que a raça é uma descendente do antigo cão do Tibet. Embora o cão de Komondor seja um animal bastante antigo, seu padrão oficial só veio a ser reconhecido em 1920.

Como ele é um cão bastante resistente, devido ao seu ambiente rústico no qual se originou, ele se adapta em qualquer lugar, sendo reconhecida sua excelente adaptabilidade. Como a raça é originada em em Putsza, a estepe húngara, onde os invernos são bastante rigorosos e os verões muito quentes, suportando uma enorme variação climática. Sua maior característica é este pelo encordoado, que lembra as tranças dos rastafaris. A pelagem é um regulador térmico repelente a água. Curiosamente, ele é um cão muito limpo e não tem odor forte como a maior parte das raças caninas.

O cão surpreende positivamente quando usado como cão de guarda. Bastante leal aos donos e com um senso territorial bastante aguçado, o Komondor é extremamente alerta, não perdendo qualquer movimento que ocorre nas proximidades. A raça é de grande porte, podendo chegar entre 70 a 80cm de altura. O cão de komondor ataca ferozmente invasores de seu território e tem como característica o uso da inteligência no posicionamento estratégico. Ele prefere correr para locais altos e com grande amplitude de visão antes de partir para o ataque. Porém, este cão raramente ataca estranhos sem motivo. O ideal é que seja socializado com humanos desde filhotes e assim ele aceitará estranhos desde que apresentados a ele pelos donos, a quem o cão confiará cegamente.

Seu grau de confiança e cuidado com os donos é exemplar. Inclusive os proprietários reconhecem que o cão de komondor costuma ficar “de vigia” com os donos o tempo todo, como se fosse um guarda-costas. Esta raça adora crianças e é extremamente tranqüilo e cuidados com elas. O instinto de proteção do cão de Komondor foi aguçado ao longo de séculos e por isso ele é extremamente cuidadoso com crianças e outros animais, vivendo super bem com aves, gatos, e outros cães, desde que ele assuma a liderança, o que pode ser bastante problemático quando o proprietário já tem um cão metido a alpha que “se acha”. Neste caso o cão de Komondor irá impor sua presença com métodos bastante intimidatórios. Mas fora isso, o cão de Komondor é um cachorro bem legal e bem raro no Brasil. As ovelhas adoram este cão e confiam cegamente nele, muitas vezes dando cria ao lado dele e deixando seus filhotes com o cão quando precisam se afastar.

fonte

O gato Yoda e o cão Chewbacca

September 28th, 2008 6 Comments

Don e Cindy White, de Hampshire, USA possuem um gato chamado Yoda. Olhando para o gato, dá pra entender o porque:

O gato é a cara do alienígena mestre-jedi da saga Star Wars. Ou seja, feio pra dedéu.
fonte

Daí eu comecei a pensar que como existe um gato parecido com o Yoda, deve ter um cão parecido com o chewbacca. Eu pesquisei e achei algumas opções.

Fugas espetaculares: Cachorro escapa da gaiola e ainda liberta seus amigos

September 27th, 2008 8 Comments

Impressionantes este video dos cachorrinhos. O cão da direita é um tipo de “einstein” que não só descobre como abrir sua gaiola como liberta todos os outros amigos. Muito legal. Sensacional também é a trilha sonora.

Telvez os donos tenham treinado o cão para abrir gaiola. Mas mesmo assim, é super legal o video.

Travesseiro perna de mulher? Essa não!

September 17th, 2008 11 Comments

Eu me impressionei com o grau de solidão que um japonês tem que ter na vida para adquirir este incrível travesseiro na forma de pernas de mulher.

Para o titio solteirão que quer colo, né?

No início eu achei que era um tipo bizarro de zoação, algo do naipe daqueles produtos do Seu Creissom, mas por mais bizarro e lamentável que pareça, isso é de verdade. fonte

Nessa linha de produtos para solitários não posso deixar de citar também o famigerado travesseiro do abraço.

A melhor solução seria apresentar o cara do colinho para a moça do abraço. Né não?

Para o solteirão aqui está o lençol sleep partner. Ele vem com uma mulher pintada para “dormir” ao lado do cara.Tem versão homem e mulher. fonte

E para o au-au solitário tem também a “cachorrinha artificial do prazer”.

Vai tigrão. Faz essa cadela gemer!

fonte

Cão mais velho do mundo morreu com 203 anos

September 9th, 2008 26 Comments

É com pesar que comunico que Bella, o cão mais velho do mundo faleceu. Bella tinha 203 anos de idade na contagem canina. Trocando em miúdos, foi como uma pessoa com o dobro da idade da Dercy Gonçalves tivesse morrido.

Bella foi comprada por David Richardson há exatamente 26 anos atrás, quando a cachorrinha já tinha 3 anos de idade. Bella, uma vira-lata cruza de labradores viveu dias felizes na casa de David (76) e sua esposa, Daisy Cooper, de 81 anos.

Bella morreu sábado vítima de um ataque cardíaco na cidade de Lincolnshire, para onde o casal havia viajado no fim de semana. O  Guinness Book of World Records informou que o mais recente recorde de sobrevivência canina foi obtido pelo cão Butch, um animal que viveu 28 anos e morreu em 2003. O mais velho que se conhecia entretanto, até Bella falecer era Bluey, um cão pastor da Austrália qe viveu 29 anos. Bella poderia abocanhar o recorde se houvesse algum certificado oficial de seu nascimento, mas como ela era um vira-lata, não existe esta documentação que ateste com precisão sua idade. Portanto, Bella não figurará no livro.

Fonte

Como saber se seu cão está velho?

Muitas vezes, é difícil determinar a idade de um cão. Para o próprio dono pode parecer que o cão não envelhece, dado o alto grau de convivência com o homem. Um veterinário experiente pode detectar as condições de idade global de um cão baseando-se em testes e em sua experiência profissional. Mas nem sempre o dono consegue o mesmo. Sobretudo com cães de pequeno porte.

Ocorre que muitas vezes pela proximidade, o dono do cão não consegue distinguir os sinais sutis de envelhecimento no animal, só notando quando ele está bastante debilitado, praticamente com a “pata na cova”.

Os primeiros sinais são os pêlos dos focinhos, que vão clareando. Além disso, outros sinais vão aparecendo, exigindo maior acompanhamento do médico, medicamentos e alimentos especiais. Além da pelagem do focinho, surge a surdez, e com ela, a conseqüente mudança de comportamento do animal. Igonora comandos, parece desobedecê-los deliberadamente, fica mais preguiçoso e tem dificuldade de atender aos chamados. Freqüentemente desafia o dono, experimentando agir de modo pouco convencional como querendo dizer “sou velho, tenho meus privilégios”. Torna-se mais exigente, mas fica tolerante em relação a animais mais jovens e não entra em disputas. Muitos se isolam, passando longo tempo desatento à vida em torno dele. Na medida em que a velhice vai se tornando crítica, o animal passa a defecar e a urinar em qualquer lugar, demonstrando um certo constrangimento pelo que acontece, mas perde o controle de suas funções orgânicas. Então surgem os estágios finais, à cegueira, à imobilidade e à falência total dos órgãos e finalmente à morte. fonte

O Vira-lata vive mais.

Segundo o especialista em cães, Vet. Kenji Irio, de 51 anos, quanto mais pura é a raça do animal, mais frágil é a sua condição de vida. Os animais “SRD” (Sem Raça De- finida) ou mais comumente, os “Vira Latas” são mais resistentes, possivelmente pela capacidade que devem ter para superar as adversidades da vida.- “É a seleção natural das espécies atuando” diz o veterinário. Segundo Kenji, a vida dos animais vem aumentando graças a melhores condições, como medicamentos e rações de qualidade.
Kenji lembra que quando surgiram as rações, há cerca de 25 anos, a vida ficou mais fácil. Os cães e gatos, recebendo alimentos balanceados, começaram a ter melhor qualidade de vida e uma vida mais longa e saudável.

Cães maiores vivem menos
Para Dr. Kenji, o tempo de vida de um animal varia conforme a raça. Segundo ele, os animais maiores tendem a ter uma vida menor: “um dinamarquês, por exemplo, diz o veterano profissional, aos quatro anos já está debilitado, dando os primeiros sinais da velhice!”.
Geriatria veterinária
A geriatria veterinária é um ramo bastante recente da ciência veterinária. No Brasil ela é uma especialidade ainda sem grandes expoentes, mas já é assunto corriqueiro nos seminários que enfocam os principais aspectos do envelhecimento e já se encontram pós-graduandos dedicados aos diversos temas que envolvem a especialidade.
Do mesmo jeito que os humanos, os cães merecem uma vida feliz e saudável. Até o fim.

Como determinar a idade do seu cão?

Como vimeos aqui no caso do cão Bella, a idade de um cão é medida de forma diferente da idade humana. A idade humana é 1:1 com o passar dos anos. Já o cão não.

Quando o cão está com:                   Na verdade tem:

03 meses ………………………………………. 05 anos
06 meses……………………………………….. 10 anos
01 ano……………………………………………. 15 anos
02 anos………………………………………….. 24 anos
03 anos………………………………………….. 28 anos
05 anos………………………………………….. 36 anos
06 anos………………………………………….. 40 anos
07 anos………………………………………….. 44 anos
08 anos………………………………………….. 48 anos
09 anos………………………………………….. 52 anos
10 anos………………………………………….. 56 anos
12 anos………………………………………….. 64 anos
14 anos………………………………………….. 72 anos
16 anos………………………………………….. 81 anos
18 anos………………………………………….. 91 anos
20 anos…………………………………………. 101 anos

Cachorro comeu 13 bolas de golfe

September 6th, 2008 5 Comments

Cachorros são animais super engraçados mesmo. tem uma fase (para alguns que dura a vida toda) em que o cachorro come qualquer porcaria que vê pela frente. De pregadeira de cabelo a faca, passando é claro, por bolas de golfe.

Conheça Oscar. Este simpático labrador joselitou e comeu de uma só vez 13 bolas de golfe durante um curso do esporte que seu dono participava. Chris Morrisson levou Oscar para o veterinário ao escutar um estranho som vindo da barriga do animal. Chegando lá, os veterinários descobriram que OScar era fascinado por comer as bolas de golfe, que escavava dos buracos do campo. Dentro da barriga de Oscar estavam 13 bolas. Cada uma pesando 45gramas. Uma das bolas estava há tanto tempo na barriga de oscar que ficou preta e já estava se decompondo.

Foi necessário uma cirurgia com uma hora de duração para extrair as bolas do labrador.

fonte

Os cães comem de tudo mesmo. Aqui no blog eu tenho um post apanhado com algumas das coisas mais bizarras encontradas dentro de cachorros. Confira.

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Philipe Kling David

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