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Relacionamentos estapafúrdios
Você já imaginou uma situação mais bizarra que ser convidado para um casamento e subitamente perceber que o noivo está casando com um… travesseiro?
Se casar com um travesseiro pode parecer estranho, espere só para conhecer o próximo caso da lista. O outro casamento bizarro se deu com um personagem de videogame. Isso mesmo, um personagem virtual, de Nintendo DS. O casamento foi na igreja, e o sacerdote celebrou a união entre um jovem que não teve o nome revelado e Nene Anegasaki, este personagem aqui em baixo: Outro sujeito que casou de forma estranha foi Duaveed. Ele casou com um manequim de loja. Detalhe que o tal Duaveed é a coisa mais estranha que eu já vi, depois do Marilyn Manson. Contando não é a mesma coisa de assistir. Veja só o naipe da figura: Eu já havia colocado aqui no blog um post falando de outro casamento bastante incomum, que ocorreu na Índia, que foi o casamento de uma criança com um… CACHORRO. Casamento de humanos com animais é algo que sempre nos surpreende, né? Imagina então o impacto que causou quando ninguém menos que Calígula, o imperador de Roma, gerou quando comunicou aos súditos de todo o império que iria se casar com UM CAVALO!
Seja a relação de Calígula com Incitatus carnal ou apenas afetiva, o próximo caso teve uma relação carnal direta entre um homem e seu namorado equino que acabou de modo trágico. Um sujeito chamado Kenneth Pinyan era um engenheiro da Boeing que tinha uma estranha tara por garanhões. Na verdade ele gostava de fazer sexo anal com cavalos. O cara era passivo e gostava de se filmar “empurrando o almoço”. Num estábulo de uma fazenda em Enumclaw, Washington, ele gravou os atos sexuais e distribuiu-os informalmente com o nome de “Senhor Hands”. Tudo ia bem para o cara até que durante um ato sexual em julho de 2005, enquanto era filmado por um amigo sendo possuído por um cavalo, ele sofreu uma perfuração no cólon, e mais tarde morreu devido aos ferimentos. O cara se desesperou porque temia que sua identidade de engenheiro renomado fosse revelada. Isso fez com que ele se recusasse a ir para o hospital, até que a coisa ficou tão grave que ele morreu. Se o relacionamento entre homens e animais parece um tabu pra você, espere só até ver os casos de incesto! O mais famoso caso de incesto foi praticado entre pai e filhas, e acredite ou não, foi detalhado na Bíblia!
Outro caso de incesto, este mais recente, dá conta do relacionamento do pai com a filha. Os dois tiveram um bebê, que é ao mesmo tempo filho e neto do próprio pai. Confuso? Certamente.
Isso lhe parece bizarro? Pois você ainda não viu nada! Acredite ou não, já teve uma história de um cara que se apaixonou por um… DEFUNTO!
O cara se chamava Carl Tanzler e também era conhecido como Conde Carl von Cosel. Ele era um radiologista alemão que vivia nos EUA e trabalhava no Marine Hospital em Key West, na Flórida. Carl logo desenvolveu uma obsessão mórbida por uma jovem paciente com tuberculose. Ela era a Cubano-Americana, Elena Milagro “Helen” de Hoyos que morreu em 25 de outubro de 1931, quando sucumbiu à doença. Em abril de 1933, Tanzler em agonia apaixonada, entrou furtivamente no cemitério e violou o mausoléu. Ele recolheu o corpo pútrido da jovem e usando um carrinho de brinquedo transportou-o para sua casa. Tanzler amarrou os ossos do cadáver, com arame de cabides, e esculpiu o rosto com olhos de vidro. Como a pele do cadáver estava em decomposição, Tanzler substituiu-o com um pano de seda embebido em cera e gesso. Como o cabelo do defunto se soltava facilmente, Tanzler confeccionou uma peruca de cabelos da jovem, que tinham sido recolhidas por sua mãe e entregue a Tanzler não muito tempo depois de seu enterro, em 1931. Tanzler encheu a caixa torácica e a cavidade abdominal do cadáver com panos para manter a forma original. Depois vestiu a jovem cuidadosamente, com meias, joias, luvas, e manteve o corpo em sua cama. Tanzler também utilizou grandes quantidades de perfume, desinfetantes e agentes de preservação, para mascarar o odor e prevenir os efeitos da decomposição do cadáver. Outro caso de relacionamento extremamente bizarro se deu entre um homem e um… Extraterrestre!
Outro caso clássico da “ufologia pornô” aconteceu no Brasil. Segundo conta, o caso Villas Boas, se deu em Minas Gerais, quando um agricultor brasileiro Antônio Villas Boas foi abduzido por aliens mascarados e fortes, que o levaram sob violenta pancadaria para uma nave metálica com pontas na parte traseira. No interior da nave ele foi despido e examinado. Amostras de seu sangue foram recolhidas e um óleo foi esfregado no corpo dele pelos seres, que apenas zumbiam. O cara ficou preso numa câmara metálica por algum tempo e um gás penetrou no lugar, fazendo-o sentir enjôo. Logo depois uma porta na parede se abriu e entrou uma mulher, nua. Ela tinha uma cabeleira loura platinada e tinha olhos amendoados. Não era exatamente bonita mas o agricultor sentiu um enorme desejo sexual que ele não soube explicar e iniciou uma violenta cópula com o ser. A incrível história de um cão encontrado num iceberg
Essa é de impressionar. Saca só a notícia: Cão é econtrado a deriva num Iceberg no meio do Mar Báltico
Um cão foi encontrado perdido, à deriva sobre um iceberg no Mar Baltico. O animal foi descoberto a cerca de 18 milhas da costa. Os marinheiros do navio que descobriram o animal, conseguiram resgatá-lo e o levaram para a segurança da embarcação. Os problemas do pobre cachorro começaram quando ele se viu preso numa parte congelada de um rio, em Vístula, prto de Torun. O gelo se soltou e o pobre cão não teve coragem de pular para a margem. Ele acabou descendo o rio sobre o gelo. Um dia depois, o cão teria sido visto por testemunhas enquanto descia o rio na direção do mar. Ele foi visto em Grudziaz, a cerca de 40 milhas rio acima de onde ele partiu. Na ocasião, um bombeiro tentou laçá-lo, mas não obteve sucesso e o animal continuou sua bizarra jornada. As rochas espessas de gelo flutuante impediram que embarcações fossem ao resgate do animal. Uma outra tentativa de laçar o pobre animal foi feita em Kwidzyn, 22 milhas adiante, próximo da costa da Polônia. A partir deste ponto, não ocorreram mais avistamentos e todos pensaram que o cão havia morrido em decorrência do frio, num dos invernos mais rigorosos de todos os tempos nos países do norte. Mas curiosamente, o animal não havia morrido. Ele apenas viajou sobre o bloco de gelo por 50 milhas até a foz do rio mouth quando um navio de pesquisa acidentalmente encontrou o que lhes pareceu “algo estranho se movendo entre o gelo quebrado”. O navio se aproximou para uma olhada melhor e assim o cão, vira-lata com traços de pastor alemão foi descoberto. Eles inicialmente pensaram que era uma foca, mas tão logo o animal se moveu, os pesquisadores viram que ele possuía uma cauda peluda e patas compridas. Ao tentarem se paroximar para resgatar o cão, eles tiveram a dimensão do problema. O barco bateu no gelo, que se moveu, derrubando o animal. ELe se agarrou no gelo como pôde, tentando evitar escorregar para as águas congelantes. O capitão ordenou que uma pequena equipe da tripulação descesse com uma plataforma sobre o gelo para pegar o cão, que rapidamente saltou para a segurança.Ele não latiu nem ronou em momento algum. Havia apenas o medo em seus olhos.
O tempo já estava ficando escuro quando o animal foi enfim resgatado. Segundo o capitão do navio, eles planejavam passar por ali mais tarde, e se de fato não tivessem adiantado a rota, o animal certamente não seria visto na escuridão. “Foi uma sorte estarmos no lugar certo, na hora certa”. Até agora os donos do animal não apareceram. Se eles não aparecerem, o sortudo cão, apelidado de “Baltic” será dado para adoção. Cachorro gigante pode ser o novo recordista em tamanho
Olha só para este bitelão.
Isso não é uma montagem, o cachorro é mesmo deste tamanho.
O gigante gentil, como George é chamado, vive muito bem com seu dono no Arizona. Ele tem uma cama king size só pra ele e come nada menos que 49kg de ração todo mês.
George está aguardando a verificação da equipe do Guiness Book of records. Desde que o antigo dono do recorde, o “Great Dane” morreu de câncer em agosto, a vaga está em aberto para o maior cão do mundo. Cachorro sobrevive após comer cem pregos de uma só vez
Todo mundo que tem ou teve cachorro sabe como eles são capazes de comer qualquer coisa. Sobretudo se é importante. Cães que comem de tudo
“Meu cachorro comeu”. Esta é uma das frases que certamente está descrita em detalhes no “livro negro dos professores carrascos” como a pior e mais deslavada desculpa que os alunos dão para não fazer a lição. Embora eu reconheça que muitos alunos usam a desculpa do cachorro que come tudo na maior cara-de-pau, há, por outro lado, evidências concretas de cachorros que realmente comem de tudo. Existem inclusive evidências de que certos cães tem preferências bem bizarras na hora de comer o que não devem. Eu tive a idéia deste post lendo no portal do MSN a notícia de que uma cadela filhote de bull terrier que comeu uma flecha de brinquedo com 27 centímetros – quase o tamanho dela. Isso em termos humanos, significaria um cara de 1,80 metros comer inteiro, um cachorro-quente de um metro! Obviamente a cadela precisou ser operada para a retirada da flecha. Veja o raio X:
Se podemos dizer que cães são capazes de comer de tudo, colocando sua própria vida em risco, devemos também reconhecer que eles são bastante seletivos quanto ao objeto a ser comido. Eu que já tive cachorro posso dar meu depoimento de que os cachorros são mestres em aprontar verdadeiras barbaridades quando se trata de comer o que não devem. Me parece que o cão, este sacana de quatro patas que amamos odiar, dá uma preferência na seguinte ordem:
Muitos cães são tão sacanas que na hipótese de encontrar um manancial vasto de destruição potencial, como dois pares de sapatos sob a cama, eles conseguem escolher o mais caro. O cão tem algum tipo de sexto-sentido na hora de escolher o “alvo”. Nunca a “lei de Murphy” foi tão certa, o que me leva a questionar cá com meus botões se o Murphy tinha um cachorro. Certamente devia ter, ou do contrário, ele não saberia que se algo pode dar errado, dará. E dar errado com um cachorro comilão é simples: Basta que você tenha um objeto pessoal, brinquedo, item de mobília ou qualquer coisa de valor dentro de quatro paredes e ao alcance dos dentes dele, para aquilo virar uma “janta potencial”. Eu tive um cachorro que se chamava Rex I. Como a esta altura você deve imaginar, o cão se chamava Rex I porque em seguida surgiu o Rex II, que era pra ser o clone do Rex I. Pelo menos na aparência era bastante similar, mas enquanto o falecido Rex I era um gênio, o Rex II era um completo retardado. Rex II era o Mr. Bean dos cães. Os dois comiam toda sorte de porcariadas que achavam pela frente, mas o Rex I, em suas astúcia sacana, dava clara preferência a comer plugues. Valia qualquer tipo de plug, desde que fosse importante – ou caro. Se o Rex I sumisse, certamente ele estaria sob um acama ou sofá, mascando demoradamente um plug da tevê, do computador ou mesmo um cabo de rede. O cachorro era tão esperto que sabia que aquilo era errado, mas a compulsão era maior do que ele. O rex I não aguentava e após destruir um plug qualquer, ele mesmo corria todo encolhido para debaixo da mesa da sala, aguardando pela esculhambação. Não raro, descobríamos o Rex encolhido, e então tínhamos que começar um check out pela casa para descobrir onde estaria a vítima ou seus restos mortais. Não raro, o pedaço de plug só era localizado posteriormente, no cocô do infeliz. Bater não adiantava, gritar idem e nem mesmo esfregar o plug comido na cara dele. Ele sabia que estava fazendo merda e até hoje não sei como, ele conseguia comer até plug de tomada sem tomar choque. O seu sucessor era também um pequeno mestre em aprontar marmotas, mas ele nunca comia plugues. O Rex II gostava mesmo era de comer as mãos dos comandos em ação. Não me pergunte porque, mas o cachorro era louco em comer brinquedo, dando clara preferência a braços e pernas. Dada a estupidez completa do Rex II, eu suponho que ele comesse as pernas e braços apenas porque eram mais fáceis de morder. Nada comparado ao gênio maquiavélico do Rex I, que certa vez, comeu o plug de conexão do carregador da câmera de video VHS novinha trazida do Paraguai. Coisa rara na época. Com apenas meia dúzia de mordidas, ele conseguiu transformar um caro e cobiçado item tecnológico numa sucata quase sem serventia. Fora minha experiência com os cães domésticos, a rede está repleta de histórias curiosas, e algumas eu diria, até escabrosas de coisas bizarras comidas pelos cachorros. Volta e meia eu vou atrás de uma ou outra dessas, porque é engraçado descobrir que não é só a gente que se ferra com esses diabinhos de quatro patas. Quer alguns exemplos?
Confira algumas dessas coisas (com as radiografias) no meu post sobre coisas bizarras que os cachorros comem. Os Moglis reais – Casos assombrosos de crianças criadas por animais
Quem nunca viu aquele desenho da Disney “Mogli”? Na história de Rudyard Kipling, imortalizada no traço da Disney, um menino é criado por animais selvagens e tem como amigos macacos e ursos. Em contrapartida, na história das civilizações antigas, a criação por animais é parte integrante de sua existência. Veja por exemplo o caso de Rômulo e Remo. Dois gêmeos recém nascidos do século VIII A.C. que abandonados por um tio, encontram numa loba sua mãe adotiva. Alimentados pela loba, Rômulo e Remo crescem e posteriormente são encontrados por um pastor, que os ensina a agir como humanos. Os dois dão origem a uma civilização que posteriormente dominou o mundo: Roma. Ficção? Talvez. Muitas vezes, é bem difícil separar o joio do trigo nessas lendas, mas sabemos que muito do que se pensava ser apenas mitologia tem um fundo de verdade. O ser humano, quando extirpado de seu local numa estrutura social organizada, perde quase completamente o comportamento e adota uma forma de vida eminentemente selvagem, regredindo milhares de anos de evolução num piscar de olhos. Geralmente, a tentativa de resgatar essas pessoas e trazê-las de volta para a sociedade de onde saíram, resulta em retumbantes fracassos e sofrimento de ambos os lados. Uma vez selvagem, dificilmente o ser humano consegue se reintegrar à civilização. Este fator, percebido em inúmeros casos de tentativas de reintegração, expõe duramente uma verdade: A de que a Humanidade só evolui em conjunto. Pensamos nossa vida de modo individual e podemos ter a ilusão de que nós nos bastamos, mas essas histórias mostram o quanto somos dependentes do outro. Isso nos mostra também, o poder da linguagem, que permeia as sociedades pré e pós-civilizadas desde um período anterior aos dois milhões de anos atrás e que segundo muitos estudiosos foi o que nos separou dos animais selvagens e propiciou uma rápida ascensão evolutiva e também na cadeia alimentar. Pensando nisso, acredito que seja interessante agrupar aqui alguns dos mais interessantes e intrigantes casos de crianças que foram adotadas e curiadas por feras selvagens, vivendo como animais, alheios ao mundo e até da percepção de que pertenciam a uma outra espécie. O menino lobo de Hesse - Este é um dos casos mais antigos já registrados de crianças humanas vivendo como feras. O menino logo de Hessie foi precariamente registrado, o que gerou conflitos e imprecisões históricas. Estima-se que o menino lobo de Hessie, pode ser a soma de três casos distintos. Em 1344, (com variações entre 1544 e 1744) caçadores do reino alemão de Hesse capturaram um menino que tinha entre 7 e 12 anos de idade. O menino estava completamente fora de si, e agia como um animal. Ele estivera vivendo com os lobos durante grande parte de sua vida. Monges Beneditinos que registraram o caso em seus alfarrábios contam que o menino teria sido roubado da família aos três anos, pelos próprios lobos que o criaram. Quando descoberto na floresta, o menino vivia nu, se alimentava de carne regurgitada pelos lobos e dormia em tocas cavadas no chão. Além disso, o menino logo de Hesse corria de quatro com extrema habilidade, e era capaz de saltar distâncias impressionantes para sua idade. Tratado como uma curiosidade anormal por seus captores, o menino não sobreviveu mais que uns poucos dias. Existem suposições que a morte do jovem tenha se dado em função de uma dieta reforçada de alimentos cozidos. O segundo menino de Hessie, como é conhecido, pode ser apenas uma versão errada do primeiro menino, mas também é possível que se trate de uma outra criança. Este nunca teria sido capturado por humanos, embora houvesse tentativas infrutíferas de capturá-lo. Em alguns relatos, o segundo menino teria mordido, arranhado seus captores e fugido para a parte mais densa da floresta na companhia de uma alcatéia, para nunca mais ser visto. O menino lobo de Wetterau O caso do menino Lobo de Wetterau ocorreu em 1344, durante um inverno excepcionalmente frio. Nobres Caçadores que se embrenhavam nas florestas de coníferas em busca dos lobos, descobriram um menino que estava vivendo com uma alcatéia nas proximidades de uma fazenda chamada Echtzel. Os nobres capturaram o menino, que foi levado de volta à civilização. O menino viveu até os oito anos de idade. Especulou-se que dada a proximidade e a pouca idade da criança, ele poderia ter sido roubado da fazenda. O menino lobo de Ardennes Outro caso interessante de criança capturada por lobos foi relatado no livro “Schediasma de hominum inter ferus educatorum statu naturali solitario”, Publicado em1730. Neste livro, Koenig, Henricus Conradus conta que uma criança foi roubada por lobos e criada por eles. Quando descoberta, ela agia como um animal selvagem e só comia carne crua. Criada por uma família e alimentada gradualmente com outros alimentos, vivendo na presença de outras crianças, seu comportamento bestial foi gradualmente sumindo e ela inclusive aprendeu a falar. O menino urso da Lituânia Em 1661, numa floresta da Lituânia, um grupo de caçadores em busca de peles encontrou um menino vivendo em meio a um grupo de ursos. Apesar da forte resistência imposta pelo menino, que mordia, arranhava e se debatia ferozmente, ele foi capturado. O menino urso foi levado para Varsóvia, na Polônia e batizado como Joseph. Durante anos o menino continuou a comer apenas carne crua e pastar na grama. Embora nunca tenha deixado de rosnar, Joseph adquiriu um limitado vocabulário e terminou sua vida como empregado de um nobre polonês. O menino ovelha da Irlanda No ano de 1672, um jovem de apenas 16 anos foi descoberto preso numa armadilha nas montanhas da Irlanda do Sul. Desde que fugira da casa dos pais quando criança, o jovem viveu com um rebanho de ovelhas selvagens. Embora só comesse capim, ele era curiosamente saudável e também bastante musculoso. Levado numa rede para a Holanda, ele foi entregue aos cuidados do Dr. Nicholas Tulp, de Amsterdã. O menino nunca aprendeu a fala humana e berrou como uma ovelha por toda sua vida. A menina urso de Fraumark Em 1767, dois caçadores capturaram uma jovem que os atacou depois que eles atiraram num urso, durante uma caçada nas montanhas de Fraumark, na Hungria. A jovem de 18 anos era alta e bastante musculosa. Segundo indícios, ela estava vivendo com os ursos desde a infância. Mais tarde ela foi internada num asilo em Karpfen, porque se recusava a usar roupas e comer qualquer coisa que não fosse carne crua ou casca de árvore. Dina Sanichar O caso de Dina Sanichar é emblemático. Ele foi encontrado nas florestas úmidas da Ìndia, vivendo com lobos selvagens e habitando uma caverna em Buland-shahr. O Jovem foi levado para o orfanato de Sekandra, próximo a Agra, onde recebeu o nome de Dina Sanichar. O menino nunca conseguiu usar roupas e passava o dia afiando os dentes em um pedaço de osso. Ele ficou 28 anos no orfanato, mas nunca falou. Em 1895, ele morreu de tuberculose agravada pelo único hábito humano que aprendeu: Fumar tabaco. William Mildin, o rei dos macacos Este caso carece de mais dados comprobatórios e muitos acreditam que tenha sido o caso que inspirou a história de Tarzã. Nele, um jovem (que investigadores do caso acreditam chamar-se William Russel) William Mildin, que seria o 14 conde de Streatham. Ele era uma criança de 11 anos quando teria naufragado na costa oeste da África em 1868. Mildin teria conseguido chegar a costa de alguma maneira e lá foi adotado por uma família de macacos, onde viveu por 15 anos, até ser descoberto e levado para a Inglaterra. Amala e Kamala
Na faculdade de Psicologia, nós estudamos alguns desses casos, e um dos mais interessantes pra mim foi o caso de Amala e Kamala, ocorrido no ano de 1920. O caso das jovens, um dos mais fartamente documentados, é relatado por um padre, o reverendo J.A.L. Singh, que capturou as duas crianças, uma com 3 e outra com 5, que estavam vivendo em uma alcatéia. Os lobos que as adotaram viviam nas florestas próximas a vila de Midnapore, na Ìndia. Batizadas de Amala e Kamala, as duas meninas eram mudas, só emitindo grunhidos e rosnados.
Elas andavam de quatro e só comiam carne crua. Após um ano na civilização, Amala morreu. Kamala aprendeu a ficar em pé e adquiriu um vocabulário limitado de 45 ou 50 palavras antes de finalmente morrer, em 1929. Posteriormente, surgiram rumores de que a história de Amala e Kamala seria uma fraude deliberada para tentar obter proventos e sustentar o orfanato do padre. Fortes evidências surgiram que indicam isso, deixando dúbioa a questão. Independente da questão fraudulenta da história, muitas pesquisas sobre a linguagem e o desenvolvimento cognitivo usaram Amala e Kamala para ilustrar pontos de vista, e por isso a história das meninas é ensinada até os dias atuais. fonte O menino Leopardo de Cachar O menino leopardo de Cachar foi descoberto em 1938 por um esportista inglês, que viu o jovem, de oito anos morando com uma fêmea de leopardo e seus filhotes nas montanhas de Cachar, ao norte da Índia. O menino, que fora levado pelo leopardo cinco anos antes, foi posteriormente devolvido a sua família de origem que era composta de fazendeiros e camponeses. Embora ele fosse quase cego, o jovem conseguiu identificar indivíduos e objetos através de seu olfato extremamente desenvolvido. Ramachandra – O menino anfíbio Um caso bastante curioso de crianças-fera é o de Ramachandra, um menino descoberto em 1973, vivendo na beira do rio Kuano, na Índia.Embora tenha sido testemunhado em 1973, o menino anfíbio só foi capturado em 1979. O jovem foi levado para um vilarejo próximo ao rio, onde tentaram criá-lo como uma pessoa normal. Mas ele nunca andou de pé. Pulava como um sapo e passava as horas contemplando a beira do rio. Não aprendeu a falar e preferia comida crua. Ele também nunca usava as mãos para pegar a comida. O menino anfíbio morreu em 1982, após se aproximar de uma mulher indiana (especula-se) com o intuito de copular. A mulher se assustou e vingou-se do menino anfíbio jogando água quente no corpo dele. Traian C?ld?rar A menina das selvas
Uma jovem cambojana surgiu das selvas em janeiro de 2007. Imediatamente após o aparecimento da “menina das selvas” uma família reclamou seu parentesco, afirmando que se tratava de Rochom P’ngieng, nascida em 1979. A jovem foi descoberta quando roubava comida de uma fazenda. Não se sabe como ela foi parar na selva, e os parentes acreditam que “maus espíritos” a roubaram da família. A jovem parecia entender o que falavam com ela, pois obedecia ordens. Mas não falava e não pegava nada que não dessem a ela diretamente. Levada para casa, ela foi vestida e obrigada a se comportar como uma pessoa civilizada. Logo, a menina apresentou sinais de depressão e numa noite, livrou-se das roupas e fugiu de volta para a floresta. Meses depois, ela foi recapturada e novamente conduzida para casa. Depois de um longo período de adaptação a jovem começou a se afeiçoar aos parentes, sobretudos as crianças pequenas, que ela abraça e beija todo o tempo. È com os pequenos que a jovem se sente segura, pois sorri e brinca contínuamente. Oxana Malaya – A menina bicho
Oxana viveu a maior parte de sua vida na companhia de cães selvagens na Ucrânia. Filha de pais mentalmente perturbados e alcoólatras, a menina foi expulsa de casa com apenas três anos. Adotada por cães, ela passou a viver com eles numa espécie de cabana que havia nas proximidades da sua antiga casa. Graças ao contato, a jovem desaprendeu tudo que sabia de hábitos humanos e adquiriu comportamentos e maneirismos de cachorros. Ela late, anda de quatro e se coça como um cão. Ela só sabe dizer “sim” e “não”. A jovem adquiriu grandes habilidades como olfato apurado e audição excepcional. Sem estímulos intelectuais e emocionais a mente da menina é praticamente a mesma de um cachorro. Até 2006, com 23 anos, a jovem vivia num lar para pessoas com problemas mentais. Lyokha – Desaparecido
Encontrado em dezembro de 2007 numa floresta de Kalunga, na Rússia, em companhia de uma família de lobos, o jovem russo foi conduzido a um hospital, onde foi cuidado, teve suas enormes unhas cortadas e recebeu banho e tratamento médico. O jovem agia como um lobo, mordendo e grunhindo. Andava de quatro e não falava. Apenas grunhia. O caso dele foi publicado até aqui no blog. O jovem Lyokha aproveitou-se de um descuido e conseguiu fugir do prédio de volta para a floresta, onde nunca mais foi visto. Acredita-se que ele ainda esteja em companhia da família de lobos. fonte Natasha – O caso mais recente
O caso de Natasha aconteceu na cidade russa de Chita, em 2009. Natasha é uma menina de apenas 5 anos que viveu trancada num cômodo, sem praticamente nenhum contato com o ser humano. Ela ficava junto com cães, gatos e sem nenhum tipo de aquecimento ou higiene. Quando foi encontrada, a menina não sabia falar. Apenas latia e rosnava, pulando nas pessoas em uma busca desesperada por atenção, como apenas os cães fazem. A jovem havia sido raptada do colo da mãe ainda bebê pelo próprio pai, que a escondeu numa casa caindo aos pedaços, cheia de lixo e sem nenhuma condição de habitação. O homem trancou a menina no cômodo e chegou a lutar com a polícia, quando anos depois do sequestro, os oficiais chegaram no cativeiro para resgatar a criança. O pai dela foi preso, mas já está solto, aguardando julgamento. O caso de Natasha lembra o de um outro famoso selvagem, Kaspar Hauser. Misha Defonesca – A fraude Esta jovem tinha apenas sete anos quando seus pais foram capturados por nazistas. Escondida numa casa segura a jovem se manteve ilesa da ação dos nazistas. Misha ficou na casa durante um longo tempo, até que com medo de ser descoberta ela fugiu para a floresta, onde sobreviveu se alimentando de frutinhas e comida roubada de fazendas. A Segunda Guerra seguiu violenta, e a jovem andou por meses através das florestas, cobrindo 4.800 km durante quatro anos de solidão, andando com medo da guerra e em busca dos pais. Ocasionalmente, a jovem vivia com uma alcatéia. Posteriormente, a jovem deu seu testemunho sobre a vida que levava. “Em minhas viagens, eu podia dormir profundamente na companhia dos lobos. Os dias com minha família de feras multiplicavam-se. Não tinha idéia de há quanto tempo estava com eles. Achava que ia viver com os lobos para sempre e isso me parecia melhor que voltar ao mundo humano. Hoje, as lembranças daqueles dias são cinzentas. Foi uma experiência maravilhosa” A história da menina virou um livro autobiográfico em 1997. Posteriormente, a história foi convertida num filme, e tempos depois, os editores e o autor confessaram que tudo não passou de uma fraude. fonte fonte Embora existam algumas fraudes como a de Amala e Kamala, Misha Defonesca e etc, o numero de seres humanos que adquirem comportamentos selvagens em ambientes hostis, muitas vezes na companhia de animais selvagens é expressivo. Pode parecer, aos olhos do leigo, que tudo é fraude ou erros de interpretação de histórias do passado, ou ainda, manipulações da imprensa marrom para vender jornal. Mas o fato é que o ser humano demonstra uma impressionante adaptabilidade e estes casos de crianças-fera mostra exatamente isso. Para quem ficou curioso e gostaria de saber mais casos de pessoas assim, confira este site, que contém uma lista de todos os casos de crianças-fera investigados e comprovados. Espero que tenham gostado. Até a próxima. A sobrevivente
Eu li no blog do meu amigo Francisco – Os Deuses devem estar Loucos - uma história sensacional sobre uma cadelinha que caiu no mar durante uma tempestade. O que seria o fim da linha para a grande maioria dos animais domésticos (tirando peixes de água salgada,
Ela caiu no mar durante uma tempestade, que a derrubou do barco num passeio da família na costa da Austrália. Sophie é um cão doméstico, acostumada a comer ração e viver dentro de casa, com todo o conforto. Mas quando caiu na água um tipo de instinto de sobrevivência falou mais alto. Ela nadou do local do incidente até a ilha de St. Bees, ou seja, nove quilômetros no mar! Veja no gráfico do Francisco o percurso que a valente animal fez:
Chegando na ilha, a cadela sobreviveu por seus próprios méritos por 4 longos meses. Durante este tempo ela precisou caçar roedores e outros animais pequenos para sobreviver. Depois de quatro meses sozinha na ilha, Sophie foi encontrada por guardas florestais que patrulhavam a área. A família Griffith estava triste de ter perdido um membro da família e ficaram um pouco apreensivos quando souberam que um cão havia sido encontrado numa ilha. Mas eles mesmos não acreditavam muito que pudesse ser Sophie, dada a grande distância do acidente à ilha. Em todo caso, foram até lá. Chegando no posto eles viram que era mesmo Sphie, que teve um ataque de felicidade quando viu seus donos. Ela começou a golpear a jaula e gemer. Quando os guardas abriram a jaula onde ela estava ela correu e pulou sobre eles, super feliz. Os donos levaram Sphie de volta para casa e todos ficaram felizes. Uma aventura e tanto. Isso dá até filme da Disney. O menor cachorro do mundo
Caraca, provavelmente este aí é o menor cachorro do mundo. Ele mede um terço do tamanho de um porquinho da índia normal!
Ele é um filhote da raça jack russel com chiuaua. Não sei se é certo atribuir a ele o titulo de menor cachorro do mundo, já que ele é um filhote ainda. Mas é o que os jornais estão fazendo. fonte |
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