|
|
Estranhas esculturas do século XVIII
Olha que maravilha pra decorar a sua estante da sala.
Imagina só como estas esculturas podem ficar fantasmagóricas à meia luz. Colocar isso no criado-mudo é garantia de pesadelo por muitos anos, hehe. São faces esculpidas em bronze, mármore e outros materiais mostrando homens contorcendo os músculos da face de modo tão estranho que só vemos este tipo de expressão em duas situações: Prisão de ventre e exame de próstata. Se alguém tiver alguma pista da razão pelo qual uma pessoa coloca este tipo de busto para decorar a casa, me avise, ok? Então eu comecei a pesquisar e me impressionei com a história delas. Franz Xaver Messerschmidt era um escultor austríaco que morreu em 1783. O trabalho dele era barroco, mas ficou realmente famoso após ter feito essas cabeças malucas aí. Cada uma dessas deve valer uma nota preta hoje em dia. Mas se você acha que a bizarrice acaba aqui, espere só até eu contar a você a história por trás dessas estranhas esculturas: Franz Xaver Messerschmidt era apenas mais um escultor que trabalhava em Viena. Seus trabalhos corriqueiros eram retratos de pessoas abastadas e nobres. Ele vivia de trabalhos comissionados quando finalmente em 1769, ele foi nomeado para o cargo de professor assistente na Academia Imperial de Viena. Tudo ia bem na vida de Franz, um homem robusto, de aparência muito simples e formal, quando o professor titular da cadeira de escultura morreu. Franz ficou feliz, pois sendo o professor assistente, era lógico que ele ocupasse o lugar de mestre escultor da real Academia. Mas sem se deixar intimidar pelas dores que o espírito maléfico infligida a ele, Franz resolveu aprofundar a reflexão sobre o mistério da proporção, a fim de sair vitoriosos na contenda contra o fantasma. Franz passou a observar num espelho as dores que sentia em sua parte inferior do corpo. Foi com estas expressões que ele trabalhou nos rostos de seus bustos que ele chegou à conclusão de que, se ele se beliscasse de forma suficientemente violenta, em diferentes partes do corpo, ele obteria como resultado caretas diferentes, que de uma maneira com o qual apenas ele conseguia entender, Atingiriam a proporção correta do Egito, e portanto assim ele chegaria a perfeição em matéria de proporção. Após explicar esta bizarra teoria ao visitante inglês, o artista precisou fazer o processo, ao vivo e à cores, porque Nicolai tinha dificuldade de entender o alemão do artista austríaco. Satisfeito com o seu sistema, Messerschmidt resolveu passá-lo para a posteridade por meio de suas cabeças esculpidas, das quais que ele planejava executar sessenta e quatro, já que em sua opinião, havia apenas sessenta e quatro “caretas canônicas”. Nicolai reconheceu que as cabeça esculpidas dividiam-se em três grupos. Havia um pequeno número de cabeças bastante “naturais” que mostravam as características de seu criador ligeiramente enobrecido por um toque de estilização, ou animada pela expressão bastante comedida, ou distorcidas por espasmos tão normais como são produzidos por espirros ou por um simples bocejo. Em contraste com este grupo havia duas esculturas que eram de uma pessoa fazendo um enorme bico. A aparência era deveras monstruosa em que, em cima de pescoços dolorosamente prolongados e contraídos, as formas do queixo, boca e nariz foram empurrados para cima e reunidos em uma forma pontiaguda.
Messerschmidt parecia ter muito medo dessas cabeças e admitiu à Nicolai que elas representavam o maléfico Espírito de proporção. O espírito havia machucado Franz violentamente, mas ele revidou, se beliscando de volta, O_o até que finalmente conseguiu esculpir essas duas cabeças em mármore, mas quase morreu na tentativa. Na última, o espírito derrotado desapareceu, deixando no ambiente um terrível mau cheiro. O terceiro e maior grupo de cabeças, era constituído por 54 bustos. Todas elas eram caretas e pareciam ser auto-retratos. Nicolai observou que em muitos deles, a boca estava bem fechada e os lábios desenhados em modo a formar uma linha fina. Messerschmidt explicou essa característica curiosa, salientando que os homens não devem mostrar o vermelho de seus lábios, uma vez que os animais não faziam isso e os animais, como lembrou ao visitante, eram superiores aos homens em todos os aspectos ocultos da natureza. A cena de ação mais bem feita do século!
Eu sei que a esta altura todo mundo já viu. Mas não posso deixar de postar isso para caso alguém tenha viajado no tempo ou tenha sido abduzido por ets e não tenha visto esta obra prima do cinema. Bollywood Rules! Aranha lobo com filhotinhos
Veja que coisa mais tchutchuca… Uma aranha cheia de aranhazinhas em cima. Você pegaria isso na mão com essa tranquilidade toda? ![]() Hummm. E tem gosto de frango! Fotos de fantasmas
Você já viu um fantasma? Eu acho que já (leia em detalhes neste post) vi um, mas minha mente semi-racional muitas vezes busca explicações para o caso e de fato, embora já tenha passado por situações bastante estranhas na vida, este lado racional, talvez burro, talvez inteligente, da minha personalidade continua a não acreditar que certas situações sejam possíveis. Quando eu estava na faculdade de Psicologia, eu estudei bastante sobre os temas da percepção. Mas não precisa ser psicólogo para saber que a mente humana é trinada ao longo de milhares de anos para buscar certos padrões. Chamamos a isso de pareidolia. Pareidolia é quando você olha uma imagem e reconhece algo que parece estar ali. Por exemplo, rostos demoníacos na fumaça do World Trade center:
Você vê um capeta sorridente aí? Tem quem veja. Pior, tem que associe o capeta com a desgraça e morte de centenas de pessoas no ato terrorista. Pessoas crédulas tendem a achar que a pareidolia é uma “prova” de que demônios existem, que santas como a Virgem Maria demonstram sua realidade através de mofo na parede de um barraco ou em manchas nos vidros das janelas. Mas as pessoas céticas observam estas coisas com o pé atrás e buscam na ciência explicações para estas visões. É inegável que a ampla maioria dessas situações são causadas pela interpretação mental do que a forma aleatória sugere. Basta olharmos para as nuvens com o estado de espírito correto que encontraremos nelas formas tão interessantes que não demora iremos associar a coisas que conhecemos: Carros, cabeças de animais, objetos do dia-a-dia, etc. A mesma coisa acontece com demônios, espíritos e fantasmas. Mas a questão deste post é: Será que todos os casos de alegações de fotografias e fantasmas são produtos de fraudes, erros de interpretação, defeitos do equipamento fotográfico ou pareidolia? Vamos examinar algumas dessas fotografias. Desde a invenção da fotografia que casos de fantasmas são relatados. Talvez uma potencial explicação para isso é que a fotografia é contemporânea do Espiritismo. A primeira fotografia data de 1826. Mas ela só foi realmente se estabelecer como uma técnica mundialmente difundida nas duas décadas posteriores. O espiritismo é algo que acompanha o ser humano desde suas mais antigas origens, porém, o espiritismo do ponto de vista, doutrinário e metodológico, desvinculado de uma religião específica, surge com o trabalho de Allan Kardec na França. Parece-me óbvio que não podemos precisar que a doutrina espírita surge com a publicação do Livro dos Espíritos em 1857. Certamente que os conteúdos que deram origem ao livro que serviu como base para a cristalização da doutrina fundada por Kardec é anterior a isso, mas se olharmos para a janela de tempo do aparecimento e popularização da fotografia e cruzarmos isso com o aparecimento e popularização do espiritismo veremos que as técnicas fotográficas e o espiritismo compartilharam a mesma fatia de tempo em sua gênese. Talvez isso ajude a entender a profusão de fotografias de espíritos. Ocorre que nos anos iniciais da doutrina espírita era natural que as pessoas buscassem a todo custo obter evidências que a corroborassem. Até o aparecimento da fotografia e posteriormente a ela, o filme (que nada mais é que uma sequência linear de fotografias), todas as alegações envolvendo fantasmas ou espíritos, ou forças do além (demônios, anjos, fadas, leprechaus, gnomos, monstros marinhos e etc) eram apenas relatos, e quando muito, ilustrados de forma esmerada para dar a sensação de realidade. Obviamente que as ilustrações nunca eram suficientemente credenciadas para converter alegações em algo que se pudesse acreditar. Como exemplo, aqui está uma ilustração de 1515, do artista alemão Albrecht Dürer que mostra um rinoceronte baseado apenas na descrição de um indiano, que de fato viu o animal um ano antes. Dürer não viu a criatura que desenhou, mas se aproximou o suficiente para registrá-la para sempre.
Parece, né? Quando surge a fotografia, isso muda radicalmente. O que vemos na realidade é o que sai registrado no papel. Em seu início, a fotografia passa a se prestar como elemento de mero registro, e não há ainda a percepção de que é possível manipular o equipamento para produzir fotos artísticas ou com efeitos. Não se tem ainda a sacação de que seria possível usar a câmera para criar. Durante décadas a fotografia apenas registra e nada mais. Nesta fase de uso como registro, surgem as primeiras fotos alegadamente de espíritos ou fantasmas. Uma das primeiras fotografias de fantasmas que se conhece, é a “Lady Brown”. Lay Brown seria na verdade o espírito de Lady Dorothy Townshend, esposa de Charles Townshend, segundo visconde de Raynham, que moraram em Raynham Hall em Norfolk, Inglaterra no início de 1700.
Outro caso curioso é esta foto abaixo:
Segundo consta, esta foto de 1891 teria sido obtida da biblioteca pessoal do Lord Combermere. É possível inclusive, ver o Lord sentado em sua cadeira preferida. Mas há um pequeno problema: Quando a foto foi tirada, Lord Cobenbermere já estava morto, sendo enterrado, num local muito distante dali. Seria um caso de pareidolia? Fraude ou um fantasma real registrado quando sentava-se pela última vez em sua cadeira preferida?
Nesta foto acima podemos ver o registro fotográfico de um grupamento militar. Esta foto foi obtida em 1919, e teria sido publicada pela primeira vez em 1975 por Sir Victor Goddard, um oficial reformado da RAF.
Outra foto assustadora é a que mostra um fantasma se agarrando a uma escada antiga. Foi um padre aposentado de White Rock, na Columbia Britãnica, que tirou esta foto em 1966. O local é conhecido por apresentar certos fenômenos. Aparições já foram vistas no museu e passos misteriosos surgem nas escadas, sem que ninguém esteja ali. Esta foto não é a única evidência de atividade fantasmagórica na Casa da Rainha. Várias testemunhas afirmaram que figuras femininas estranhas aparecem transitando pelo museu. Acredita-se que um dos fantasmas seja uma empregada que se acidentou e morreu despencando da escada em questão, há 300 anos atrás. O fantasma é famoso por bater violentamente as portas e até mesmo beliscar turistas.
Nesta foto acima, podemos ver o rosto de uma pessoa de óculos sentando no banco de trás do carro. Passaria como uma foto comum se não fosse pelo simples fato de que não havia ninguém ali quando a foto foi obtida. No caso, a Sra.
O misterioso cowboy do além surgiu nesta foto, de Terry Ike Clanton. A foto foi tirada em preto e branco, porque Terry ele queria um estilo velho oeste. eles foram ao cemitério de Boothill. Quando Clanton levou o filme para uma loja de revelação e viu o resultado da foto, ele quase caiu para trás ficou de tão assustado com o que viu. Entre as lápides, à direita de seu amigo, está a perturbadora imagem do que parece ser um homem magro com um chapéu escuro. Pela altura, o homem parece estar sem as pernas, ou ajoelhando… ou se levantando do chão.
A foto da menina da casa pegando fogo é bastante famosa e circulou em jornais e revistas por todo o mundo. Seria insanidade colocar alguém no meio de um incêndio de grandes proporções para sair numa foto, então mutos tiveram certeza de que acidentalmente o jovem fotógrafo tinha obtido um registro de um fantasma local.
Fantasmas são constantemente vistos em lugares sombrios, como castelos, casas antigas, lugares ermos e abandonados. Principalmente em cemitérios. Este foi o caso da foto acima. Esta foto foi tirada durante uma investigação paranormal no cemitério Bachelor’s Grove, perto de Chicago pelo Grupo de pesquisas de espíritos (GRS). Em 10 de agosto de 1991, vários membros da GRS estavam investigando um pequeno cemitério abandonado à beira do Rubio Woods Forest Preserve, perto do subúrbio de Midlothian, Illinois. Outros fantasmas supostamente visto em Bachelor’s Grove incluem figuras com roupas de monges e do espírito de um homem brilhante amarelo. Igrejas antigas também são terreno fértil para misteriosas aparições. Uma das mais assustadoras figuras que surgiram em fotos de igrejas é esta criatura abaixo:
Esta foto foi tirada em 1963 pelo reverendo KF Lord em Newby Church em North Yorkshire, Inglaterra.
Uma foto curiosa e perturbadora é a foto acima, que mostra uma reunião de amigos.
Fenômenos estranhos e aparições são algo que parecem ter vindo para ficar. Hoje a tecnologia está permitindo que cada pessoa tenha uma maquina fotográfica consigo o tempo todo, então é de se esperar que com o aumento da oferta de equipamentos de registro, apareçam mais e mais fotos e videos assustadores. Um exemplo disso é este video em que um garoto documenta a casa para onde eles acabaram de se mudar. O video vai bem até que um estranho “inquilino” da o ar da graça, atravessando a parede bem na frente do moleque, que solta um assustador “Oh, My GOD!”
Segundo a Wikipedia, a moderna fase da TCI iniciou-se com o crítico de arte sueco Friedrich Jüergenson (1903-1987) que, em seus momentos de lazer, em sua casa de campo em Molbno, tinha o hábito de gravar o canto dos pássaros da região. Em 1959, ao escutar uma dessas gravações, deparou-se com vozes humanas entre os cantos gravados. Estranhou o fato, uma vez que estivera absolutamente só ao realizar a gravação, no meio de um bosque. Ao ouvir com mais cuidado, notou que se tratava de vozes de pessoas e que podiam ser percebidas palavras em vários idiomas, o que descartava a hipótese de interferência de alguma emissora de rádio. Aprofundando-se em novas gravações, assombrou-se ao perceber que as vozes o chamavam pelo nome, por apelidos e que podiam responder a perguntas feitas no local, o que também descartava a hipótese de captação de rádio-amador ou outro tipo de transmissão à distância. Indagando de quem seriam aquelas vozes, a resposta não tardou: “Somos os mortos…“. Desde então, a pesquisa e documentação de gravações e videos de pessoas mortas vem sendo levada a cabo e recebe apoio de grupos de investigação em todo o mundo. Com o avanço da tecnologia, os métodos de registro vem sendo aperfeiçoados. Sonia Rinaldi é uma especialista brasileira nesta técnica e alega que o primeiro caso brasileiro de TCI já foi autenticado por um laboratório internacional. O caso estudado cientificamente por Sonia é o de Cleusa Julio, uma mãe como outra qualquer: não suportava a dor pela perda da filha adolescente, Edna, que morreu há três anos, atropelada por um carro enquanto andava de bicicleta. Dilacerada, procurou a Associação Nacional de Transcomunicadores, presidida por Sonia, e conseguiu estabelecer comunicação com a menina. Uma das conversas gravadas entre mãe e filha foi enviada há seis meses a um centro de pesquisas em Bolonha, na Itália, o Laboratório Interdisciplinar de Biopsicocibernética, único na Europa totalmente dedicado ao exame e análise científicos de fenômenos paranormais. Junto, foi encaminhada outra fita com um recado deixado por Edna, antes de morrer, numa secretária eletrônica. O resultado, que acaba de chegar, é um surpreendente laudo técnico de 52 páginas, cuja conclusão diz: a voz gravada por meio da transcomunicação é a mesma guardada na secretária eletrônica. fonte Evidentemente, que como todo assunto que envolve o lado oculto, a morte e espíritos, a TCI é vista com reservas e desconfiança por parte dos céticos. Muitos investigadores céticos alegam que é impossível provar que a TCI funcione realmente, pois suas evidências ainda se misturam com a pareidolia. Pessoalmente, eu não tenho uma opinião completamente formada quanto a realidade ou não do fenômeno de contato com os mortos. Não duvido que seja impossível, mas reconheço que tudo o que investiguei até aqui tem cara de pura pareidolia, quando não tem cara de fraude. Mas não nego que posso estar errado, ou tendendo a manipular minha percepção sobre estes fatos devido ao meu medo de reconhecer que fantasmas existem. Quanto às fotos, existem milhares delas por aí. O numero de fotos de fantasmas só perde para o de relatos. Conheço pessoas seríssimas que me confidenciaram já terem visto pessoas mortas bem na sua frente. Eu mesmo já vi uma pessoa completamente igual a amigo meu que havia morrido (e que combinou aparecer pra mim se morresse) e depois sumiu. Então, é um assunto curioso e instigante, que pode dar pano para manga. Video 3d
É difícil de acreditar, mas este video é todo feito em 3d. The Third & The Seventh from Alex Roman on Vimeo. Caso você esteja achando que é mentira, que este video é real. Aqui está a prova. É ver, sentar e chorar.
Compositing Breakdown (T&S) from Alex Roman on Vimeo. Feito no 3dsmax, after effects e premiére. Tudo (até a musica) feito no computador por um único cara (tarado) chamado Alex Roman. Livrinho caro, hein?
Acabo de receber uma graninha inesperada de um dos serviços de afiliados do meu blog. Estou ganhando uma boa graninha com o mercado livre, uhuuu! Acho que já dá pra comprar mais um videogame. Mas enquanto isso, resovi comprar uns livros de arte da Ballistic, que eu estou querendo comprar faz muito tempo. Meu sonho era juntar uma boa grana, (cerca de 2 mil dolares) para comprar TODOS os livros da editora e fazer bonito na minha biblioteca aqui, mas como pintou esta grana, eu reslvi ir comprando aos poucos. Os livros da Ballistic são absolutamente sensacionais, e nem são muito caros (para livros de arte) custando na faixa dos 60 dolares. Fui dar uma olhada na Amazon e eis que descubro que os livros USADOS lá estão custando cerca de MIL DOLARES cada. Alguns até mais. Olha só:
Deve ser bug, né?
Top 10 das comidas mais nojentas do mundo
O ser humano é capaz de comer qualquer porcaria. Mas quando eu digo qualquer porcaria, estou falando qualquer porcaria MESMO! Vai de criaturas estranhas, mofo, vermes, insetos nauseabundos, excremenetos e coisas vivas, mortas e em decomposição. Obviamente a variabilidade da dieta humana é tão ampla devido as grandes diferenças culturais entre os povos. Mas em todo caso, tem coisas que requerem uma mente muito aberta para aceitar. Certamente que numa situação de extrema necessidade, você acaba abrindo mão de certas questões para não morrer, tipo comer larva de tronco podre. Mas acredite ou não, tem gente que paga -e caro – para comer iguarias que fariam nosso estômago dar um triplo mortal carpado e correr para as montanhas. Vejamos: 1- O VERME DO TONCO e outras criaturas similares -Imagine a seguinte situação: Você perdido numa terra desconhecida, sob o sol inclemente e à mercê da ação do tempo. Não há água nem comida e sua única chance de sobreviver é comer o que der mole na sua frente. Em certas situyações, o que dá mole, pode ser mole mesmo. Em outras situações, comer larvas é algo natural. As pessoas vão a restaurantes, pagando, para comer essas criaturas. Hummm… Dilíça! Comendo um big mac inteiro numa única mordida
Dois hamburgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles, num pão com Gergelim. Não é bonito, mas pode ser útil quando dá uma fome desesperada minutos antes de começar o filme que você foi ver no shopping. E para acompanhar, aqui está a maneira mais estranha de se beber uma coca-cola. |
Pesquisa Google
Pesquisa personalizada
O melhor do Mundo GumpFragmentos da vidaA brincadeira do copo e minha primeira experiência sobrenatural A festaAs vezes em que eu quase fiquei cego Águia de Aço - Minha aventura no cinema O dia em que eu marretei o tanque A história do apontador -fragmentos da escola Minha aventura no assalto - Combo LOST- Minha lua de melMinha inesquecível viagem a Manaus Como que eu quase levei um tiro Guardas, Propinas e um pouco de malandragem Com ou sem - Minha noite no pior hotel do mundo A mulher pelada sob a cama da minha avó O dia em que os marines apontaram seus fuzis pra mim Os aventureiros da torre proibida Como descobri que eu tinha uma solitária O dia em que eu roubei um cadáver Uma história inacreditável até pra mim Como lidar com um impertinente de lotação Improve the web with Nofollow Reciprocity.
|
Posts |
Comentarios |
Extras |