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Fabricou seu próprio Lamborghini na garagem
Todo mundo conhece (eu acho) o Lamborghini, né? Trata-se de uma marca de carros, tipo Ferrari. A Lamborghini é famosa por seus carros esportivos, de aparência agressiva. Pra quem não conhece, aqui está um dos carros deles: Carrão, né? Pois é. Ocorre que só existem 20 desses no mundo. Como você já pode supor, ele é caro. Preço: Um bólido desses custa algo na faixa dos 1,6 milhão de dólares. Woody é um jovem canadense de 33 anos, que ficou completamente obcecado pelo carro aí de cima, de tal maneira que não conseguindo mais conter o entusiasmo com o design da Lamborghini, resolveu fazer ele mesmo uma réplica da Lamborghini Reventon. O cara trabalhava com soldagem e juntou um monte de chapa, pegou sua máquina de solda e se internou na garagem de casa, literalmente esculpindo a réplica sobre a carcaça de um velho Pontiac Fiero. O tal Pontiac é este carro aqui:
O cara comprou este carro aí usado, e pelo preço que pagou (sessenta dólares) acho que estava bem ferradão mesmo. Curiosamente o cara não fez de fibra de vidro. Ele não sabia como trabalhar com fibra de vidro, mas era experiente em soldar metal. Daí que a versão dele adicionou algum peso extra sobre o veículo.
Esta galeria mostra a construção da replica: Ele ainda não acabou de fabricar. Mas no site dele, já dá pra ver altas fotos do carro. Muito legal. Nós e eles
A História está repleta de casos em que animais salvam seres humanos da morte certa. Muitos dos casos em que humanos foram salvos envolvem golfinhos. Um dos mais interessantes casos em que golfinhos salvaram pessoas é o caso da Família Howes. Um belo dia, Rob Howes, que era salva-vidas, resolveu sair para nadar com sua filha, Niccy e mais dois amigos dela. Eles entraram no mar na praia oceânica de Whangarei ao norte da ilha da Nova Zealândia. O grupo estava nadando distraidamente quando surgiu um grupo de golfinhos fazendo uma série de coisas “malucas”. Basicamente os golfinhos nadavam velozmente ao redor dos humanos, batendo suas caudas com força, espalhando água para todos os lados. Os nadadores ficaram assustados com o estranho comportamento dos golfinhos. Em alguns momentos, os golfinhos chegaram muito próximo dos humanos, que começaram a temer que os cetáceos os mordessem. Howes ficou preocupado, pois com muitos anos de prática como salva-vidas ele nunca tinha visto Golfinhos agindo tão agressivamente. Ele tentou nadar para fora do círculo, mas dois dos golfinhos que estavam circulando velozmente o grupo foram até ele e começaram a empurrá-lo de volta para junto dos outros. Foi neste momento que Howes percebeu algo assustador. A poucos metros deles estava um enorme tubarão branco. A água neste dia estava cristalina e o monstro gigante cheio de dentes passou a menos de dois metros dele. Foi aí que Howes percebeu algo que o comportamento dos golfinhos de fato era agressivo, mas sim para afastar o tubarão deles. Os golfinhos estavam deliberadamente e por conta própria, protegendo os humanos. O tubarão se movia na direção do círculo, mas os golfinhos eram muito rápidos e as batidas das caudas na água geravam tamanha confusão que em pouco tempo o enorme tubarão perdeu o interesse e nadou para o fundo, até sumir no azul. Quando o tubarão se foi, os golfinhos ainda ficaram “de guarda” por cerca de 40 minutos, nadando com os humanos de forma bem mais calma e amistosa, e gradualmente se afastaram das pessoas, que finalmente nadaram depressa para a praia.Na costa, outro salva-vidas chamado Matt Fleet estava patrulhando a costa quando percebeu a agitação na água. Ele assistiu toda a cena com binóculos. Foi Matt Fleet que contou o ocorrido ao jornal Northern Advocate. fonte Não era a primeira vez e nem a última que golfinhos selvagens iriam salvar humanos das presas de um tubarão. Nesta matéria podemos ver o caso impressionante do surfista que estava sendo comido por um tubarão quando dois golfinhos surgiram não se sabe de onde, e o escoltaram para a praia, onde ele pode ser atendido. O jovem só sobreviveu porque os golfinhos se meteram entre ele e o tubarão que já havia dado uma bela dentada nele, arrancando uma grande quantidade de pele das costas do surfista.
Na Grécia antiga, um golfinho salvou o poeta Arion do afogamento e o levou em segurança até uma praia ao sul da Península de Peloponeso. Por essa razão, é famosa a estátua de Arion cavalgando um golfinho. Em outro caso, um golfinho salvou uma criança do afogamento. O caso se deu ao sudeste da Itália, quando o jovem Davide Ceci caiu do barco em que estavam seus pais. O menino não sabia nadar e afundou depressa. A mãe do jovem estava desesperada e os homens já se preparavam para pular na água quando surgiu um golfinho sob o garoto, empurrando-o para a superfície. O golfinho se aproximou do barco de tal maneira que o pai do menino conseguiu agarrá-lo e içá-lo para o barco. As pessoas ficaram admiradas com a atitude do golfinho. Posteriormente, descobriu-se que o animal era Filippo, um animal que era atração turística na costa da Manfredonia, no sudeste da Itália. Impressionada, a mãe do garoto disse aos jornais: “O golfinho Filippo é um herói, parece impossível um animal ter feito algo assim, a sentir o instinto de salvar uma vida humana”. O golfinho Filippo viveu nas águas Manfredonia desde que ele se separou de seu grupo. A Dra Giovanna Barbieri, pesquisadora marinha disse que “Filippo parece não ter o menor medo de humanos”. Não são apenas os golfinhos que salvaram humanos. As baleias também já fizeram isso. Um dos casos mais emblemáticos é o da baleia que salvou o mergulhador. A cena se passou na China, num aquário oceanográfico. No dia em questão, havia um concurso de mergulho sem equipamento. Os mergulhadores tinham que mergulhar na água congelante e atingir a profundidade mínima de seis metros. Um dos participantes do evento mergulhou fundo, mas começou a ter fortes câimbras na perna, devido a água fria. O jovem pensou que iria se afogar. Suas pernas travaram e ele não conseguia nadar. Foi aí que ele sentiu uma estranha força o empurrando para cima velozmente.
O jovem não entendeu o que estava se passando, mas ele estava sendo salvo por uma baleia.Mila era o nome da baleia, que estava acostumada com a presença de humanos em se aquário, e foi ela que percebeu que havia algo errado com o mergulhador. Mila não esperou para ver o que ia acontecer. Antes que as pessoas pudessem pular no tanque para salvar a vida do jovem ela mesmo resolveu tudo. Agarrou de leve com a boca na perna dele e nadou para cima. A cena foi registrada em fotos e video. Em contrapartida, o ser humano tem contribuído muito pouco para o bem estar desses pobres animais. Todos os anos, em alguns países nórdicos, no Japão, e vergonhosamente para nós, até no Brasil. No Japão e na Dinamarca existe uma matança generalizada de golfinhos e baleias. Nestes dias, barcos pesqueiros empurram grandes cardumes para a costa, quando pessoas de todas as idades os matam a machadadas. Nas Ilhas salomão o vergonho espetáculo se repete, mas com maior impacto. Lá a morte acontece da mesma forma mas sobretudo crianças, são instruídas na carnificina pelos próprios pais. Elas são ensinadas a matar os animais com foices e machadadas. Para elas, isso é uma coisa banal. O conjunto das cenas é de fazer vergonha ao mais insensível ser humano e nos dá uma clara dimensão de como nós humanos somos estúpidos. Sabe qual é a razão para o assassinato destes animais? Não é só o alimento. Eles são comidos, mas a real justificativa para o massacre de golfinhos é a competição. Os humanos pensam que matando os golfinhos sobrará mais peixe para que eles possam pescar e vender. Vergonha de ser humano. “Homo sapiens”, hahaha. Coisas que não se vê todos os dias
Pode parece doido isso que eu vou contar, mas um surfista de 44 anos do Peru resolveu ensinar uma ALPACA a surfar. Saca só: Domingo Pianezzi, que e professor de surfe para crianças, teve a ideia de domesticar e ensinar uma alpaca (um animal parente do camelo, que vive nos Andes) a surfar quando esteve numa competição de “surfe de cachorros” na Austrália. Em busca de um namorado
Esta simpática garota da China, Zhang Mengqian, estava em busca de um romance para sua vida.
No dia marcado, a menina foi até a janela esperando ver se alguém havia se interessado por ela. Infelizmente… Caixas de dormir?
Muita gente já passou pela situação ou conhece quem já viveu maus momentos de perder o vôo, atrasar ou ver que o aeroporto fechou em virtude de contratempos diversos e ter que dormir desconfortavelmente no saguão de aeroportos. Pensando em ajudar essas pobres almas perdidas e distantes de casa, um escritório de design russo inventou esta curiosa caixa, que batizou de “caixa de dormir”. Basicamente o nome diz tudo. é uma caixa que contém duas camas e uma pequena mesinha. Você pode alugar a caixa para tirar aquela soneca, longe dos olhares fortuitos de gatunos, com segurança e conforto de estar longe do chão frio.
Medindo 2mx1, 4mx2, esta caixa oferece um incrível espaço interno, mantendo-se compacta o suficiente para não agredir a paisagem dos aeroportos, estações, etc.
A ideia é legal. Mas será que isso resiste a pobreza? Um amigo meu, pessimista, sempre diz que “Nada resiste à pobreza”. O fantasma da menina no corredor
Um clássico da internet é a história do fantasma da menina no corredor. Eu acho que já recebi umas cem mensagens de email contendo aspectos diversos dessa curiosa história. A partir daí, um canal de Tv resolveu testar o poder de susto do “fantasma da menina no corredor” com uma pegadinha. Eles colocaram uma atriz com cara de defunta num corredor e gravaram em video as reações. Eu ri muito. A última é impagável. Divirta-se: O mistério da cruz nazista e os desaparecimentos na Amazônia
Em uma pequena ilha de um afluente do Rio Jari no Brasil, existe uma cruz de três metros de altura, que está decorada com uma suástica:
O estranho objeto fica localizado em Cachoeira de Santo Antônio, em Laranjal do Jari, Amapá, Brasil. Pode parece estranho, e de fato é, que exista uma cruz mostrando uma sepultura de nazista num lugar ermo do Brasil. Mas o mais esquisito do que a cruz, são os dizeres gravados nela: “Joseph Greiner, morreu aqui em 2.1.1936 “ A data indica que a morte do nazista se deu exatamente três anos antes da Segunda Guerra Mundial se iniciar em 1939 e mais de uma década antes que os nazistas começassem a fazer o seu caminho para o Brasil, na esperança de se esconder na América do Sul. Então, o que raios estava um nazista fazendo no Brasil, do outro lado do mundo de onde ele saiu, em 1936? Segundo nos diz a misteriosa cruz, os dias do alemão chegaram ao fim graças a “uma morte por febre à trabalho do serviço de pesquisa alemão”. Conhecido como o “Projeto de Guayana, era uma missão de exploração e também um testemunho de quão grande o nazista imaginou que o seu império um dia seria. Segundo diz um dos relatórios do Terceiro Reich: ” As duas regiões mais ricas em recursos, áreas de terra e pouco populadas do planeta são a Sibéria e a América do Sul…” Os Nazistas acreditavam que apenas estes dois lugares ofereceriam as condições ideias para a expansão e imigração para os arianos: Em 1935, sob o disfarce de uma simples pesquisa e coleta de amostras biológicas, Schulz Kampfhenkel (o líder da expedição), Joseph Greiner, e um outro soldado nazista, assim como muitos habitantes locais contratados – segundo o relatório enviado em uma carta de volta para o Terceiro Reich como não sendo capaz de serem ” comparados em termos civilizados com os alemães” - exploraram a região do Brasil que faz fronteira com a Guiana Francesa, e enviaram de volta detalhes sobre como os nazistas poderiam infiltrar-se e começar a colonizar o Brasil. Foi sugerido que o Brasil estava nos planos de Hitler e seu grupo para dar início ao que seria o grande Império Sul Americano do Terceiro Reich. Por essa nem o Indiana Jones esperava, né? Claro que não, isso não aconteceu. Como muitos antes deles, os Nazistas subestimaram os riscos e perigos desta Terra. Greiner, morreu de malária durante a expedição, e Kampfhenkel sobreviveu para levar o seu relatório ao Reich. Mas por mais incrível que pareça, no fim das contas, não foi a malária, ou a selva, ou os índios canibais assassinos que pôs fim aos planos de expansão nazista pelo Brasil, mas sim a “gigantesca e ineficiente burocracia, bem como a apatia e total desinteresse governamental”. “Em determinado momento, o plano pode ser apresentado novamente”, escreveu Heinrich Himmler, que foi responsável pela aprovação dos planos. Hoje, tudo o que resta deste plano é o megalomaníaco túmulo dos nazistas que morreram no exercício da curiosa missão na selva Brasileira. O local hoje é conhecido popularmente como “o cemitério nazista”. Tal qual os nazistas, milhares de aventureiros, exploradores e caçadores de tesouros encontraram a morte nessas nossas terras. O mais famoso e icônico destes corajosos e itrépidos aventureiros, foi o Coronel Fawcett. Percy Fawcett foi um militar inglês que trabalhou para a Real Sociedade Britânica de Geografia, mapeando os confins do mundo. Nas décadas de 10 e 20, quando não existiam aviões e nem satélites, os mapas eram repletos de áreas brancas, onde se lia: “desconhecido”. Pode parecer divertido imaginar isso nos dias de hoje, quando qualquer lugar está ao alcance de seu clique no Google Earth, mas naquele tempo, saber o que havia numa região inóspita ou inexplorada como os polos, as ilhas do Pacífico e etc, era importante para o conhecimento do mundo e também um estudo de natureza estratégica num mundo prestes a eclodir em sangrentas batalhas que seriam batizadas de “Grandes guerras mundiais”. Os europeus gabavam-se de serem os colonizadores do mundo. Enviavam pesquisadores e exploradores para todas as partes do planeta. Foi graças a Real sociedade Geográfica que o Dr. Livingstone descobriu regiões remotas da África e a nascente do Rio Nilo. ![]() Coronel Fawcett o predecessor de Indiana Jones Muitos e muitos anos antes de Perry Fawcett se ver compelido a adentrar a perigosa selva amazônica (que era absurdamente maior do que é hoje) outros viajantes corajosos fizeram isso. O mais famoso deles, foi Francisco de Orellana. Francisco de Orellana foi aquele defunto em perfeito estado que o Indiana Jones encontra com relativa facilidade ao escavar um cemitério abandonado na floresta do Peru. No filme, Orellana havia guardado consigo o fabuloso crânio de cristal. Mas na verdade, Francisco de Orellana foi um conquistador espanhol, o primeiro a navegar por toda a extensão do Rio Amazonas, descoberto em 1500 por Vicente Pinzón, que o chamou de “o mar doce” tamanho era sua foz. Fracisco de Orellana veio para a América do Sul com o Francisco Pizarro, um implacável explorador espanhol que desbravou o Peru e dizimou tribos inteiras. A missão de Orellana foi uma das mais absurdas e impressionantes histórias de sobrevivência em condições ruins que se conhece. Ele escalou as montanhas da Cordilheira dos Andes e desceu pelo outro lado, encontrando a foz e navegando toda a extensão do Rio Amazonas, até chegar no mar. Imagina só fazer isso sem saber onde vai dar? E mais, se embrenhar cada vez mais em regiões inóspitas, cheias de índios perigosíssimos, mosquitos, criaturas venenosas e num calor absurdo, vestindo roupas de veludo e aramaduras de aço.A viagem de Orellana foi documentada por um frade espanhol, chamado Gaspar de Carvajal. Como já é de se imaginar, no caminho, eles foram atacados por diversas tribos e numa dessas guerras, Gaspar se impressionou ao ver “índios brancos”. A Guerra contra os icamiabas inspirou Gaspar a relacionar aqueles misteriosos índios com os guerreiros hititas chamados amazonas, e daí veio o nome do maior rio do mundo. Após descobrir ouro e colher relatos de cidades perdidas cheias de ouro e riquezas inimagináveis,Francisco de Orellana resolveu voltar ao Brasil. Apenas dois anos após conseguir escapar de sua primeira missão, ele retornou com quatro navios e 400 homens, armados até os dentes, provisões, todo um aparato para descobrir as cidades perdidas, conhecidas como o “Eldorado”. Mas dessa vez Orellana não se deu bem. Ele perdeu dois navios no caminho até o Brasil e não foi feliz em sua incursão pela selva. Orellana morreu, ainda no rio, enquanto tentava retornar à Europa. Mas o mito das “cidades de ouro” se tornou uma lenda tão poderosa que agiu como um imenso ímã atraindo a alma de milhares de pessoas. A ele se somaram relatos de bandeirantes, que alegaram terem visto ruínas de palácios e construções impressionantes, algumas feitas em ouro maciço, que refletiriam uma cultura muito superior à dos índios selvagens ao redor. Durante décadas acreditou-se que uma civilização riquíssima tivesse prosperado na Amazônia e então entrado em decadência, deixando para trás toneladas e toneladas de ouro e pedras preciosas, em ruínas amplamente decoradas, agora engolidas pela floresta. O termo Eldorado surgiu quando um dos exploradores espanhóis escreveu para El rei alegando que havia descoberto índios que lhe contaram sobre esses lugares tão ricos. O termo Eldorado significa O (homem) dourado em espanhol; segundo a lenda, tamanha era a riqueza da cidadela, que o imperador tinha o hábito de se espojar no ouro em pó, para ficar com a pele dourada. No fim do dia ele tomava banho num rio e todo o ouro se perdia, para logo em seguida ser aspergido sobre ele novamente. O imperador se banhava em ouro por toda a vida, todos os dias, e isso se dava ao longo de incontáveis gerações, tamanha era a quantidade do precioso metal disponível. Esta lenda teve origem em uma lenda que se iniciou por volta de 1530 com a história de um cacique ou sacerdote dos muíscas, indígenas da Colômbia, que se cobria com pó de ouro e mergulhava em um lago dos Andes. Daí para virar uma terra de ouro puro foi um pulo e milhares de pessoas voaram pra cá como cupins em volta de uma lâmpada. Praticamente todos morreram. O Coronel Fawcett já havia adentrado a floresta amazônica um punhado de vezes, demarcando as fronteiras entre o Brasil e a Bolívia. Não tardou para Percy Fawcett dar ouvidos aos rumores de cidades perdidas. Ele investigou cuidadosamente, seguindo um método o mais científico possível naquela era vitoriana. Estudou mapas, colheu relatos, investigou artefatos e catalogou dezenas de tribos, que se referiam a tal cidade. Com a descoberta de Machu Pichu escondida por densa floresta no alto das montanhas peruanas, Fawcett começou a crer firmemente que realmente poderia haver uma base por trás das lendas de Eldorado. Os próprios índios, alguns ainda desconhecidos dos Homens Brancos, foram contatados por Fawcett e lhe revelaram “segredos” sobre uma cidade perdida, cheia de riquezas, que Fawcett resolveu chamar de “Z”. O coronel Fawcett era alto, forte e parrudo. Corajoso ao ponto de parecer louco, certa vez Fawcett foi atacado por centenas de índios selvagens que dispararam flechas de dois metros, envenenadas contra ele e seus homens. Os homens pensaram em atirar, mas Fawcett os impediu. Embora uma única flechada seria suficiente para matar vários homens, Fawcett se manteve firme, parado, acenando para os índios com um lenço enquanto gritava “Amigo” em todas as línguas indígenas que conhecia. Por mais incrível que possa parecer, das centenas de flechas disparadas na direção dele, nenhuma atingiu o explorador britânico. Algumas passaram a milímetros de sua cabeça. Os índios ficaram espantados com tamanha coragem e pararam de atacar. Fawcett ficou tão famoso por atitudes suicidas como esta que foi graças a ele que diversas tribos famosas por matar todos os que se aproximavam deles foram pacificadas. Ele era também muito amigo do escritor Arthur Conan Doyle, que inventou Sherlock Holmes, e que mais tarde utilizaria algumas das suas histórias na Amazônia como base para escrever a obra ” O mundo perdido”. As aventuras do Coronel Fawcett também serviram de inspiração para a criação de aventuras envolvendo o personagem Indiana Jones. Mas ao contrário do personagem interpretado por Harrison Ford, Percy Fawcett era real, e se metia em roubadas tão impressionantes e com tamanha determinação que quase morreu de fome diversas vezes em cada uma das sete missões que realizou na selva amazônica. Curiosamente antes de partir em sua última missão em busca da cidade perdida, ele deixou uma nota dizendo que, caso não retornasse, nenhuma expedição deveria ser organizada para resgatá-lo. O seu último registro se deu em 29 de maio de 1925, quando Fawcett telegrafou uma mensagem a sua esposa dizendo que estava prestes a entrar em um território inexplorado acompanhado somente de seu filho e um amigo de Jack, chamado Raleigh Rimmell. Eles então partiram para atravessar a região do Alto Xingú, e nunca mais voltaram. Muitos presumiram que eles foram mortos pelos índios selvagens locais. Porém não se sabe o que aconteceu. Os índios Kalapalos foram os últimos a relatar terem visto o trio. Não se sabe se foram realmente assassinados, se sucumbiram a alguma doença ou se foram atacados por algum animal selvagem. Contrariando a ordem do próprio Fawcett, incontáveis expedições de variados estilos e tamanhos foram realizadas para encontrá-lo. Nenhuma conseguiu. Tudo o que conseguiram foi coletar histórias dos nativos. Alguns disseram que eles foram mortos por indígenas hostis ou que animais selvagens os atacaram. Ouviram também algumas versões mais fantásticas dentre as quais destacam-se a história de que Fawcett teria perdido sua memória e estaria vivendo como chefe de uma tribo de canibais ou de que eles realmente encontraram a cidade perdida, mas foram impedidos de retornar para manter o segredo da existência de tal local. Ao todo, cerca de 100 exploradores morreram tentando procurar pelos membros da expedição de Fawcett. Três expedições de resgate também desapareceram na mesma região, que continua praticamente inexplorada até os dias atuais. Em 1952, seis anos depois do primeiro contato com os índios Kalapalo, os índios confidenciaram a história dos exploradores que haviam sido mortos muitos anos antes quando passavam na região. Cláudio e Orlando Villas Bôas localizaram o local onde teria sido morto o explorador inglês. Lá foram achados ossos humanos e objetos pessoais evidentemente de nossa sociedade como: faca, botões e pequenos objetos metálicos. Os objetos, no entanto eram parte dos inúmeros ítens que Fawcett levava em suas incursões para dar de presente aos índios. A ossada descoberta pelos indigenistas passou por inúmeros testes, no Brasil e Inglaterra, mas não se chegou a uma conclusão satisfatória. A comparação da arcada dentária com uma dentadura de Fawcett deixada na Inglaterra demonstrou total incompatibilidade, pois o crânio descoberto ainda teria dentes que inviabilizariam o uso da dentadura. Acredita-se que os irmãos Villas Bôas teriam deliberadamente forjado o corpo de Fawcett na tentativa de parar o constante afluxo de gringos em busca do coronel. Há uma hipótese deles terem sido enganados por um índio, que visando uma recompensa na forma de rifles, teria os levado ao corpo de um antigo índio, que era bem alto para o padrão da tribo, com 1,60m. O problema é que Fawcett media 1,88m. Até hoje a morte do explorador, seu filho e o amigo deles está em aberto.Muitas pessoas acreditam que Fawecett realmente conseguiu encontrar a cidade perdida, mas não conseguiu (ou não quis) voltar para contar. Há um instigante livro sobre o caso, que é este aqui:
Eu li em dois dias e adorei. Recomendo.
Achou Jesus dentro da panela
Mais um curioso caso de pareidolia aconteceu. Toby Elles, um jovem de 22 anos de Lancaster, no Reino Unido resolveu fazer um rango de última hora antes de dormir, mas acabou com algo mais estranho do que poderia esperar. Após tomar umas biritas com a esposa, ele resolveu fritar umas tiras de bacon para acompanhar a cerveja. Então ele colocou a panela com o bacon no fogão e sentou no sofá para esperar. O problema é que o cara pegou no sono. Uma hora depois, ele acordou com a casa toda enfumaçada, com um fedor insuportável de bacon queimado. Ele correu até a cozinha, desligou o fogão e raspou o bacon queimado da panela. Tão logo acabou de raspar, o jovem se deu conta que estava diante do que ele considerou “um milagre que surgiu do desastre na cozinha” O Jovem resolveu guardar a panela e pensa em fabricar um domo de vidro para proteger a imagem de Cristo.
Para muitos religiosos, as imagens de Jesus, maria e correlatos que surgem em objetos e situações corriqueiras são casos palpáveis de milagres. O mais famoso caso do tipo no Brasil levou milhares de pessoas a rezar e fazer novenas na porta de uma casa em São Paulo, cuja janela possuía uma mancha que lembrava a forma da Virgem Maria. Já os céticos atribuem as imagens milagrosas uma razão eminenetemente terrena: Seriam produto da interpretação do cérebro humano, que ao ver um padrão aleatório, realiza uma espécie de busca num banco de dados mental que “encaixa” a forma vista em formas similares conhecidas. Esta é a base do teste psicológico Rochach e isso também explica porque o ser humano consegue ver figuras de animais e objetos nas nuvens. Segundo os cientistas, se mostrarmos a panela com a imagem de Jesus para um índio de tribo remota da Nova Guiné, ele só vai ver um monte de fritura queimada. Já um padre, vai ver a cara do Messias na hora. Algumas pessoas acreditam ainda que o aumento no aparecimento das imagens de cristo e da Virgem Maria seriam “avisos para quem souber interpretá-los” de que vem se aproximando o Armagedom. Será? O debate entre as duas correntes persiste e deverá permanecer enquanto houver fé no coração das pessoas. Eu já fiz um post enorme com diversas dessas curiosas pareidolias aqui no blog. Dá um confere aí. Olhando bem para a imagem, é um fenomenal caso de pareidolia, pois dá pra ver muito claramente a cara de Jesus ali. Isso pode ser um caso de malandragem para aparecer na mídia, ganhar 15 minutos de fama e depois vender esta joça por uma fábula no ebay. Recentemente eu fiz um post de um homem que deu de cara com a cara de Jesus no vidro do carro dele. Na minha opinião, ou é fraude ou realmente estamos diante de uma situação altamente gump de pareidolia causada pelo sagrado bacon. Amém!
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