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Cães que comem de tudo

“Meu cachorro comeu”.

Esta é uma das frases que certamente está descrita em detalhes no “livro negro dos professores carrascos” como a pior e mais deslavada desculpa que os alunos dão para não fazer a lição.

Embora eu reconheça que muitos alunos usam a desculpa do cachorro que come tudo na maior cara-de-pau, há, por outro lado, evidências concretas de cachorros que realmente comem de tudo. Existem inclusive evidências de que certos cães tem preferências bem bizarras na hora de comer o que não devem.

Eu tive a idéia deste post lendo no portal do MSN a notícia de que uma cadela filhote de bull terrier que comeu uma flecha de brinquedo com 27 centímetros – quase o tamanho dela. Isso em termos humanos, significaria um cara de 1,80 metros comer inteiro, um cachorro-quente de um metro!

Obviamente a cadela precisou ser operada para a retirada da flecha. Veja o raio X:

4f96c2dcbaea4fa7e98c20a28487eb486 Cães que comem de tudo

Se podemos dizer que cães são capazes de comer de tudo, colocando sua própria vida em risco, devemos também reconhecer que eles são bastante seletivos quanto ao objeto a ser comido. Eu que já tive cachorro posso dar meu depoimento de que os cachorros são mestres em aprontar verdadeiras barbaridades quando se trata de comer o que não devem.

Me parece que o cão, este sacana de quatro patas que amamos odiar, dá uma preferência na seguinte ordem:

  • Coisas caras
  • Coisas novas
  • Objetos raros
  • Objetos de valor inestimável e únicos – Heranças de família, móveis antigos, itens de coleção, etc
  • Documentos e objetos de grande importância para o dono – contratos, provas, documentos pessoais, etc
  • Coisas corriqueiras mas importantes – Celulares, agendas, chaves de carro, etc
  • Equipamentos eletrônicos – Plugues, cabos, fios, aparelhos eletrônicos, brinquedos
  • Sapatos
  • Coisas que fazem sujeira – Papel higiênico (incluindo o usado da lixeirinha), sacos plásticos, etc

Muitos cães são tão sacanas que na hipótese de encontrar um manancial vasto de destruição potencial, como dois pares de sapatos sob a cama, eles conseguem escolher o mais caro.

O cão tem algum tipo de sexto-sentido na hora de escolher o “alvo”. Nunca a “lei de Murphy” foi tão certa, o que me leva a questionar cá com meus botões se o Murphy tinha um cachorro. Certamente devia ter, ou do contrário, ele não saberia que se algo pode dar errado, dará. E dar errado com um cachorro comilão é simples: Basta que você tenha um objeto pessoal, brinquedo, item de mobília ou qualquer coisa de valor dentro de quatro paredes e ao alcance dos dentes dele, para aquilo virar uma “janta potencial”.

Eu tive um cachorro que se chamava Rex I. Como a esta altura você deve imaginar, o cão se chamava Rex I porque em seguida surgiu o Rex II, que era pra ser o clone do Rex I. Pelo menos na aparência era bastante similar, mas enquanto o falecido Rex I era um gênio, o Rex II era um completo retardado. Rex II era o Mr. Bean dos cães.

Os dois comiam toda sorte de porcariadas que achavam pela frente, mas o Rex I, em suas astúcia sacana, dava clara preferência a comer plugues. Valia qualquer tipo de plug, desde que fosse importante – ou caro.

Se o Rex I sumisse, certamente ele estaria sob um acama ou sofá, mascando demoradamente um plug da tevê, do computador ou mesmo um cabo de rede. O cachorro era tão esperto que sabia que aquilo era errado, mas a compulsão era maior do que ele. O rex I não aguentava e após destruir um plug qualquer, ele mesmo corria todo encolhido para debaixo da mesa da sala, aguardando pela esculhambação. Não raro, descobríamos o Rex encolhido, e então tínhamos que começar um check out pela casa para descobrir onde estaria a vítima ou seus restos mortais. Não raro, o pedaço de plug só era localizado posteriormente, no cocô do infeliz.

Bater não adiantava, gritar idem e nem mesmo esfregar o plug comido na cara dele. Ele sabia que estava fazendo merda e até hoje não sei como, ele conseguia comer até plug de tomada sem tomar choque.

O seu sucessor era também um pequeno mestre em aprontar marmotas, mas ele nunca comia plugues. O Rex II gostava mesmo era de comer as mãos dos comandos em ação. Não me pergunte porque, mas o cachorro era louco em comer brinquedo, dando clara preferência a braços e pernas. Dada a estupidez completa do Rex II, eu suponho que ele comesse as pernas e braços apenas porque eram mais fáceis de morder. Nada comparado ao gênio maquiavélico do Rex I, que certa vez, comeu o plug de conexão do carregador da câmera de video VHS novinha trazida do Paraguai. Coisa rara na época. Com apenas meia dúzia de mordidas, ele conseguiu transformar um caro e cobiçado item tecnológico numa sucata quase sem serventia.

Fora minha experiência com os cães domésticos, a rede está repleta de histórias curiosas, e algumas eu diria, até escabrosas de coisas bizarras comidas pelos cachorros. Volta e meia eu vou atrás de uma ou outra dessas, porque é engraçado descobrir que não é só a gente que se ferra com esses diabinhos de quatro patas. Quer alguns exemplos?

  • Estrela de belém
  • Pato de borracha
  • Celular
  • 13 bolas de golfe
  • Faca
  • Facão
  • Gancho
  • Corrente de aço
  • Chave do carro
  • Controle do Wii

Confira algumas dessas coisas (com as radiografias) no meu post sobre coisas bizarras que os cachorros comem.

Dinossauros lutam num programa de Tv ao vivo

Bem legal este video:

É óbvio que os dinossauros são fantasias, já que estes animais estão extintos a milhões de anos. Mas me impressionou o molejo da roupa de filhote de Trex (ou similar) que o cara usa. Dá pra ver as pernas do ator fora da roupa, mas isso no escuro faz qualquer um correr pela própria vida. Imagina que show chegar numa festa a fantasia assim. Muito legal. Se não me falha a memória, eu postei um video aqui em meados do ano passado, que mostrava esta fantasia sendo fabricada.

Campeão de careta

Olha que bonito:
worldsgreatestgurning Campeão de careta

O nome desse cara é Gordon Blacklock e ele abocanhou o primeiro prêmio no festival anual de caretas que acontece em Londes. O cara é esforçado. Ele tenta conquistar o pódium de careteiro mor a nada menos que 13 anos. Dizem as más línguas que Gordon só ganhou porque o campeão do ano passado, Tommy Mathinson, não pode comparecer ao evento deste ano por problemas pessoais.
O evento é muito antigo e começou em 1267! Ele acontece durante a festa Egremont Crab Apple Fair.

fonte

Nerd tirador de onda resolve cubo magico e toca Guitar Hero no hard

Olha só o video do moleque que resolve o Rubik Cube (cubo magico) e JOGA GUITAR HERO no HARD! AO MESMO TEMPO!

Fala sério!  Isso é nerd transgênico, porra. Nerd tirar onda assim não vale. O que eu quero ver é um nerd desse vestir-se decentemente, ir a uma boate, conhecer uma garota, conversar com ela sem falar monguice e conquistar a garota. Aí ele tirou onda.
Vi no twitter da Ju Carvalho

Falando em gente sequelada jogando o Guitar Hero, aqui está um sinistro, da linhagem do Raptor ( o cara modificado geneticamente para jogar)

Sério que eu queria ver um scan da cabeça do cara jogando isso nessa velocidade. Ele deve estar com overclock cerebral.

Firme e forte após os 70

Em 1980, nossa esperança de viver era de 62,5 anos. Hoje, a expectativa de vida nacional já ultrapassa os 70.

Pois no Japão, um coroa de 74 chamado Tsutomu Tosuka tirou onda ao abocanhar o primeiro lugar num concurso de fisiculturismo. Olha o naipe do velho, meu:

article 0 068BA177000005DC 782 468x Firme e forte após os 70

Por incrível que pareça, ele nunca se preocupou em malhar na vida até chegar aos 40 anos. Desde então começou a espantar as pessoas na academia com sua força de vontade e vitalidade. Agora aos 74, Tsutomu vence o Japan Masters Bodybuilding Championships na categoria sênior.

Espero que ele tenha obtido este shape sem usar bomba. Sabendo que os orientais tem uma enorme tendência de entrar de corpo e alma em tudo, não duvido que ele realmente nem tome bomba para ficar assim. Tsutomu dá uma lição de vida em todos os que pensam que pessoas acima de 65 anos só podem encostar e esperar a morte.

E o cara começou aos 40… Sinal de que ainda tenho cerca de uma década para  dar jeito nesta carcaça.

Fonte

Dia mundial sem carros

Hoje foi o dia mundial sem carros. Quase não saí de casa, mas pelo pouco que vi o “dia mundial sem carros” micou.
Eu até estava levando fé que muita gente iria aderir quando vi que o prefeito do Rio iria trabalhar de bicicleta para comemorar e incentivar o dia mundial sem carros. Mas… Sinceramente? Factóide.
Se o prefeito do Rio realmente quisesse fazer alguma coisa de útil pela questão das emissões poluentes na cidade ele poderia começar criando um convênio com a Barcas S.A. para que as bicicletas não fossem vergonhosamente sobretaxadas na travessia da Baía da Guanabara. Isso permitiria que muitos niteroienses ( e olha que é uma cabeçada enorme) pudessem trabalhar de bicicleta.
Isso sim seria uma atitude útil e não papagaiada para jornalista ver e bater palmas. Ajudaria as pessoas, ajudaria a cidade, mas contrariaria os interesses financeiros da 1001, dona das barcas e uma das maiores empresas de ônibus do país.

Eu acho graça nessas atitudes motivacionais que se espalham pela internet através dos emails: Dia tal, apagar luzes, dia tal dar um pulinho, dia tal não ligar o PC, dia tal não ir trabalhar de carro.
Tudo muito bonito, muito presepado, mas cadê a porra da ação consistente? Onde que está a atitude para exigir que eletrodomésticos que consumam acima de uma determinada faixa não sejam vendidos, cadê a lei que garante a fiscalização de emissão de gases nas vistorias obrigatórias em todos os estados, em todos os postos de vistoria? Cadê a proibição de venda do Palio (que tem um problema recorrente de emissões, já alertado, já ameaçado e desobedecido na cara dura pela FIAT)? Cadê a solução da Petrobrás, que bate no peito para tirar onda de ambientalmente preocupada quando emite uma taxa de poluição ABSURDA com o excesso de queima dos resíduos nas refinarias? Cadê uma lei que permita que os automóveis saiam de FÁBRICA com kits de GNV?

Vamos fazer festa? Vamos. Vamos fazer show? Vamos. Mas não me venham dizer que isso tudo realmente combate alguma coisa, porque a verdade é que isso não passa de um monte de ação cenográfica, cujo impacto é tão pequeno que eu poderia dizer desprezível, mas não ouso fazê-lo, uma vez que essas ações, bem ou mal, ajudam a despertar uma consciência social. Então, eu penso que sob certa ótica, atitudes assim tem sua parcela de razão de ser, embora no dia seguinte, lamentavelmente, tudo volta a normalidade de sempre. Lá estão os caminhões vomitando fumaça negra, Detrans fazendo vista grossa para as emissões, seja porque a maquina quebrou e não tem reparo, seja porque nem sequer é exigido esse nível de fiscalização em alguns estados. As queimadas na amazônia continuarão, a falta de fiscalização e o propinoduto manterão o desmatamento clandestino, as carvoarias continuarão acabando com as florestas e com a vida de crianças, contratadas por um prato de comida ou menos.

Já passou da hora das pessoas se preocuparem. Até 2020, o setor de transportes será responsável por 77% do consumo total da produção de petróleo (estimada em 27 milhões de barris/dia). Considerando que a média global de ocupação do automóvel oscila entre 1 e 1,2 passageiro, estamos frente a um problema complicado, que piora ainda mais quando observamos a geopolítica mundial, com os países em desenvolvimento ampliando de modo dramático suas frotas a cada ano. Some-se a isso o aumento projetado para a densidade demográfica mundial. O consumo do setor de transportes já corresponde a 21% de toda energia produzida no planeta. E vai piorar, já que com a ascenção no numero de motocicletas as taxas de emissão irão aumentar assustadoramente, já que as motos são mais eficientes energeticamente e em contrapartida, poluem bem mais.

Ao meu ver uma grande parcela do problema encontra-se no fato de que o automóvel propelido a motor a combustão é muito ruim na questão da eficiência energética. Sempre foi ruim, mas se olharmos a história do motor a combustão, sobretudo no aspecto dos automóveis, veremos que ocorreu um “boom” tecnológico no setor desde a década de 60. Itens como a segurança, a estabilidade e o conforto pularam de qualidade, atingindo uma taxa qualitativa impressionante na década atual. Em contraponto, a racionalidade energética não apenas não recebeu grandes inovações como sob certos aspectos, podemos dizer que involuiu.
Praticamente todas as alterações feitas nos motores desde a década de 70 tiveram como objetivo aumentar a potência, dando mais velocidade e resposta ao motor, em detrimento de torná-lo mais eficiente energeticamente. Isso vem ao encontro dos interesses dos fabricantes de combustível, para os quais motores que consomem pouco são a mesma coisa que prejuízos potenciais. Eles querem vender.
O resultado disso é que hoje os automóveis são produzidos para andar em altas velocidades, algo enfatizado nas publicidades, sobretudo as focalizadas nos jovens. Além da velocidade, o automóvel é criado para viagens longas, enfatizando o conforto, a segurança e a praticidade de guiar. Porém, a ampla maioria dos trajetos de automóvel são feitos em extensão inferir a 20 km, o que implica em percursos feitos com motor praticamente frio e em baixas velocidades, o que se reflete num aumento de consumo e por conseguinte, aumento de emissões.
Outro aspecto do consumo é que grande parte desta energia é mal aproveitada, pois os veículos consomem energia sem se mover. Isso é muito comum nos grandes centros, quando as pessoas ficam engarrafadas. A taxa de energia que é convertida em trabalho útil (movimento) num carro é pequena. A maior parte (três quartos dela!) vira calor, pura e simplesmente, gerando como subproduto, o CO2.

É daí que eu concluo que uma atitude que realmente acrescentaria algo para o planeta seria o incremento tecnológico na questão da eficiência energética, bem como a exploração de novas fontes energéticas menos poluentes. Não estou me referindo aqui a esperarmos o Volt ou os carros movidos a Hidrogênio, mas atitudes simples como permitir que automóveis saiam de fábrica com motores híbridos Flex e GNV. Isso é atitude que tem impacto imediato.
Esperar que as pessoas resolvam tomar consciência e abandonem os carros é uma utopia. O que vai acontecer, segundo as previsões dos especialistas é que isso que já tá ruim ainda vai piorar! Vem aí os carros ultra-populares indianos e chineses. Eles são feitos pensando no consumo de massa urbano. Por conta disso tem preço baixo e motor pequeno. Acusados de passarem por pouca pesquisa de desenvolvimento, os motores desses carros poderão ser terrivelmente ineficientes, despejando grande quantidade de dióxido de carbono na atmosfera.

As pessoas querem os carros. O marketing da indústria automobilística levou quase um século incurtindo de todas as formas possíveis e imagináveis na cabeça dos consumidores que só há felicidade de fato a bordo do carro do ano. O carro hoje é mais -bem mais- que um mero meio de transporte. Ele é uma extensão da personalidade do dono. Não raro vemos pessoas lavando os carros para irem a festas. Um carro é como uma roupa. Algumas vezes são usados para impressionar, outras para exibir masculinidade ou estilo, além de estampar o padrão de vida do seu dono.
Os carros grandes e pesados, que consomem muito, bebendo feito gambás, são os hits do momento. A reboque dos Hummers, carros militares que ganharam o gosto dos novos ricos, surgem os SUVs, com rodas grandes, para aumentar ainda mais sua ineficiência energética e com seu espaço cada vez maior para ocupar as ruas e calçadas.

Pensando racionalmente, parece mesmo necessário fazer não só um dia mundial sem carros, mas um mês mundial sem carros ou talvez um Ano mundial sem carros. Mas o que eu proporia é uma campanha mundial para reduzir o desperdício. Sabemos que a necessidade de transporte para longas distâncias está cada vez maior. O transporte aéreo é uma clara demonstração disso, uma vez que São Paulo tem a segunda maior quantidade de aeronaves de baixa autonomia (helicópteros) no mundo, quase 500.
Em paralelo, o aumento das linhas aéreas só cresce. Para se ter uma idéia clara disso, na última década o volume de tráfego aéreo dobrou. O número de passageiros saltou de 23 milhões anuais para os atuais 48,5 milhões. O que pouca gente sabe é que o meio de trasporte mais poluente que existe não é o carro, mas sim o avião.
Eu não sei a quem interessa ocultar a informação de num corriqueiro vôo do Rio para São Paulo, cada passageiro transportado computa nada menos que 98Kg de Co2 para a atmosfera. São uma média de 200 vôos diários entre as capitais, transportando uma média de 4 milhões de passageiros ao ano (dados de 2007).
Isso só num trecho. Agora imagine para o resto do mundo.
Será que já não está na hora de pensarmos um “dia mundial sem avião” também?
Mapa do Tráfego Aéreo Mundial em 24 horas, feito pela NASA:

Fonte dos dados: O Futuro das estradas de Ferro no Brasil e Transportes e Mudanças Climáticas – Ambos do meu pai.

Plástica antes de dormir

01208174300 Plástica antes de dormir
“Estava em casa, à noite, quando descobri três celulites na coxa. Não ia conseguir dormir com aquelas coisas. Ele (o marido) ligou para os enfermeiros e mandou todos para lá. Retoquei a coxa e voltei feliz para dormir.”
Ângela Bismarchi, dona do recorde brasileiro de cirurgias plásticas (43, segundo ela), casada com um cirurgião.

As figuraças de Harajuku

Harajuku é o nome de uma região de Tóquio, que é famosa por ser a “área fashion” do Japão. O lugar fica no bairro de Shibuya.  É normal vermos por ali – principalmente nos finais de semana algumas pessoas com visual bem estranho.  O melhor horário pra ver esse povão é lá pelas 11h da manhã. Numa rápida visita a  Harajuku  é possível ver de pessoas vestidas com cosplays a verdadeiras fantasias de carnaval ambulantes. Eles ficam lá na maior paz, sentadinhos, comendo lanchinhos, fumando ou só posando para turistas sedentos de fotos. Para saber mais sobre este local, entre aqui. (obs: Dicas da Miyuki)
Agora entendo de onde saiu o figurino bizarro dos personagens do Final Fantasy.

harajuku 04 As figuraças de Harajuku

Muitas imagens! (mais…)

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