Archive - Arte RSS Feed

Viking Warrior conceito novo II

Estou estudando posições legais para o próximo boneco. Acho que assim ficaria bem dramático. O que vocês acham?

f porradavikim 0d97ab0 Viking Warrior conceito novo II

Clique para ver maior

Se por acaso você não sabe do que eu estou falando, leia aqui.  

Rocky Balboa

Balboa
Uma das coisas que eu gosto muito de fazer é colecionar trilhas sonoras de filmes. Tenho um montão.

Tem filme que já vale pela música. Outros filmes, são muito bons ao ponto de que a música não precisa ser boa. É a lógica do “Muito ajuda quem não atrapalha”. Mas tem obras que não seriam nem 10% do que são sem ela, a trilha sonora.

Psicose, por exemplo. Me diz o que seria da cena do chuveiro sem aqueles ritmados ataques às cordas do violino?

E Et – o extraterrestre, o que seria de Et sem a música na hora em que os meninos voam de bicicleta sobre uma lua seis vezes maior do que deveria ser?

Ontem, quando cheguei em casa depois de levar a patroa para pegar a barca das cinco da manhã, ainda estava tudo escuro. Sentei aqui no escritório e terminei de baixar a trilha sonora de Rocky.

Enquanto os arquivos desciam, eu fiquei pensando como é legal este filme. Rocky sofreu do mal da fórmula do sucesso hollywoodiana. Embora tudo que viesse depois dele fosse uma espécie de caricatura mal feita da obra original, o “Rocky – Um lutador” é uma obra prima. Inegavelmente.

Incrível como um brutamontes como o Sylvester Stallone escreve isso sozinho.

Você não sabia que Stallone que escreveu Rocky? Pois é. E o bizarro da coisa é que Sylvester Stallone escreveu isso em 3DIAS! Isso mesmo, TRÊS DIAS!

Stallone, teve a ideia de escrever “Rocky- Um lutador” ao ver uma luta de boxe onde Chuck Wepner se mantinha sempre afastado do campeão Muhammad Ali.
Um cara esperto e visionário, Stallone que começou a carreira como ator pornô e galgou seu lugar na fama “escalando no peito e na raça” Hollywood, apenas concordou em vender o roteiro de “Rocky- um lutador” sob a condição de que ele mesmo interpretaria Rocky.

Como sempre, os produtores chegaram a oferecer-lhe US$ 150 mil para que deixasse o ator Ryan O’Neal interpretar Rocky Balboa, mas Stallone recusou a oferta. Deste modo, os produtores concordaram que Stallone interpretasse Rocky Balboa desde que ele conseguisse que a produção do filme custasse menos de US$ 1 milhão de dólares. A quantia só foi obtida com a hipoteca das próprias casas dos produtores do filme.

Ao término do filme, Rocky I custou no total US$ 1,1 milhão. A bilheteria do filme apenas nos Estados Unidos foi de US$ 117,23 milhões. E ainda por cima, o filme abocanhou diversos prêmios. Incluindo o maior deles, o Oscar de 1977 para: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Montagem. Além de inúmeras indicações, como: Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Canção, Melhor Som, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro Original. O filme ainda abocanhou o Globo de Ouro: Vencedor de Melhor Filme de Drama. Rocky foi também indicado para Melhor Diretor, Melhor Ator de Drama, Melhor Atriz, Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro.
A associação dos Críticos de Nova York em 1976 elegeu a obra como vencedora do prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

Nada mal para um filme que foi feito em apenas 28 dias.

O interessante de Rocky é que ele passou tantas vezes na “Sessão da Tarde”, que aposto que todo ano era reprisado no período das férias. Eu eu sempre assitia como se visse o filme pela primeira vez. Torcia na frente da Tv por Rocky e achava super legal quando ele ganhava a luta no final. Após o filme, era tradição cantarolar a clássica musiquinha de Bill Conti e enfiar a porrada nos meus irmãos, numa troca de sopapos que só era igualada nos intervalos dos filmes do Spectreman.

Mas como eu ia dizendo, ontem eu consegui baixar a trilha sonora de Rocky e ela é muito boa. Vale a pena baixar.

Balboa Rocky Balboa

Mas na hora de ouvir, eu não me contive. Não dá pra ouvir Gonna Fly Now baixinho. Liguei o som num volume bem alto e acho que acordei o meu bairro com a musiquinha de Rocky. No meio do escritório, fiquei socando o ar e me sentindo o Rocky Balboa. Uma cena sensacional às cinco para as seis da manhã.

Caixas de cigarro? Faça um carro.

Parece difícil de acreditar, mas dá pra fazer coisas bem legais com caixas de cigarro vazias. Eu colecionei caixas de cigarro vazias que encontrava nos lixos e pela rua numa velha caixa de sapatos, dentro do meu armário, mas acabei tendo que jogar fora porque o perfume da nicotina resultante daquele bolo de maço vazio era tão forte que meu armário começou a parecer a fábrica da Souza Cruz.

Se eu tivesse a iluminação de que dava pra fazer algo tão sensacional quanto esta Lamboghini com aqueles maços, não teria jogado tudo fora.

lambo1131 Caixas de cigarro? Faça um carro.

 

lambo2875 Caixas de cigarro? Faça um carro.

 

i1588915 lambo3 Caixas de cigarro? Faça um carro.

 

lambo10382 Caixas de cigarro? Faça um carro.

 

lambo10624 Caixas de cigarro? Faça um carro.

i1588925 lambo9 Caixas de cigarro? Faça um carro.

 

 

Fonte

Couve-flor colorida

Os cientistas descobriram um jeito de obter couve-flor de diferentes cores, como verde radiação, roxo, laranja, verde, púrpura, etc.

f caulim 3a301fa Couve flor colorida

As couve-flores arco-íris como são chamadas são da mesma variedade e sabor da couve-flor comum, a branca, também chamada de “peido materializado” por mim devido ao seu perfume.

Além de mais coloridas, elas agora podem ser mais saudáveis. Pelo menos é o que dizem os cientistas.

Andrew Coker, porta voz da companhia Syngenta – que desenvolveu as plantas na Europa não através da engenharia genética direta, mas através de décadas de cruzamentos genéticos tradicionais entre espécies.

A couve-flor arco-íris mantém sua coloração após cozida. Essas fotos não são manipuladas. As plantas tem esta cor forte mesmo.

Se você acha que é bom pensar duas vezes antes de comer uma planta que foi resultado de sucessivos cruzamentos genéticos, pode se desesperar, porque você faz isso desde criancinha.

1- Muitos frutos e legumes que existem no mercado hoje são resultados de centenas de anos de cruzamentos genéticos para desenvolver plantas melhores, maiores, mais resistentes e com melhor sabor. É o caso do tomate, da uva, da manga, do morango, milho, pêssego, etc…

2- A cenoura não era laranja. Elas eram brancas, amarelas ou púrpuras. Foram os plantadores do século XVII que resolveram criar uma versão “customizada” da cenoura e para celebrar a família real da Holanda.

As cenouras púrpuras já estão surgindo nos mercados europeus, bem como os tomates amarelos e as batatas púrpuras. Além de parecerem diferentes, estes vegetais fazem bem. O que dá cor púrpura a eles é a antocianina, que é um eficaz remédio natural para prevenir doenças cardíacas.

A couve-flor laranja tem 25 vezes mais beta-caroteno que a couve-flor comum. O beta-caroteno faz bem para a pele e é um poderoso antioxidante.

Fonte

Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo

Olha só que legal o carro que Michael Arndt construiu em casa usando apenas palitos de fósforo e cola:

f11465 Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo

Foram 6 anos de trabalho em cima da escultura, que retrata com fidelidade uma McLaren F1 com a utilização de nada menos que 956.000 palitinhos de fósforo, 1686 tubos de cola UHU (uma cola que eu já usei e fede horrores!) e um gasto total na ordem dos 6000 euros, quase 20 mil reais. O carro é separável em partes para ser montado em eventos e exposições.

Fonte

f12935 Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo

 

medium 22302 Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo

 

medium 226514 Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo

Riollywood

Se eu quisesse estabelecer um paralelo entre a indústria cinematográfica norte-americana e o artesanato cinematográfico nacional, eu poderia enumerar milhares de diferenças, mas talvez apenas uma diferença pudesse ser tão dramática ao ponto de justificar a discrepância existente entre uma indústria e um artesanato.

Investimento.

Enquanto o cinema norte-americano é custeado por investidores privados que usam a maquina cinematográfica de Hollywood como um produto de alta rentabilidade, que precisa dar lucro para existir, e que o lucro obtido com um filme financia o subseqüente, o cinema brasileiro é diferente.

Aqui alguém escreve um roteiro, mostra para um diretor, que encampa o projeto com uma produtora. Eles inscrevem o projeto do filme numa lei federal e com base num amparo governamental que se justifica com a máxima de que “cinema também é cultura”, o pessoal do filme tenta captar recursos para viabilizar a produção com empresas que terão o desconto de IR proporcional ao capital repassado para a produção do filme.

A grande diferença entre os dois sistemas é bem simples de entender. Enquanto no primeiro o filme tem um “dono”, que exige, obriga e pressiona para o filme se reverter em um investimento, isso é, algo que dá lucro, no Brasil a realização do filme é o fim que justifica sua existência. Então nos EUA cinema tem que reverter em grana. No Brasil, não precisa. O lucro eventual é uma conseqüência não obrigatória, e o faturamento está embutido – mesmo que na ampla maioria dos casos – veladamente nos valores definidos e apresentados para o governo que -com o NOSSO dinheiro – financiará o filme, pagando o salários de todos os envolvidos. Para quem coloca a cota de patrocínio, grandes empresas como Vale, MRS, Petrobrás, e etc, este tipo de “obra de apoio a cultura” é na verdade um jeito de pagar menos imposto, trocando uma grana que ia para o cofre do governo por uma propagandinha institucional que vem a calhar, sobretudo em filmes com boa divulgação (Globofilmes). Mas exigir bom desempenho de bilheteria, quem exige? Ninguém.

Bom desempenho de bilheteria é algo difícil de se obter no Brasil, porque como sabemos, o segredo fundamental da indústria cinematográfica não está apenas na produção e sim na distribuição da obra nas salas de exibição. Ocorre que as salas no brasil são praticamente um quintal da MPA (Motion Pictures Association) órgão que representa os filmes da terra do Tio Sam.

A briga por espaço é desigual por que o dono da sala de exibição não é maluco pra rasgar dinheiro. Ele é capitalista e quer ganhar dindim. Se filmes americanos são o que dão dindim, como que pode o cara tirar um desses para colocar um filme nacional que mais parece uma novela e dá menor retorno?

Outra questão é a cultura do filme americano. Através de décadas o brasileiro está acostumado a ver filmes gringos na telona e rejeita filmes nacionais. Existem mais explicações para isso do que funções para o Bombril. Mas acho que as razões principais sejam que:

1- Por ser um produto praticamente artesanal com verba curta, roteiro pensado sobre uma ótica do que “dá pra fazer com pouca grana”.

2- O cinema nacional ainda amargura os reflexos de um passado em que “cinema nacional” era sinônimo direto de pornochanchada, que por sua vez eram filmecos vagabundos imitando os filmes eróticos leves italianos.

3- A falta de profissionalismo, o karma nacional, onde muitos aventureiros ignoram a necessidade técnica crendo que tudo aquilo, aquele monte de teorias é baboseira. Mais vale acender um baseado meter o filme na maquina e cair matando com atores meia boca saídos de cursinhos de teatro no fundo da igreja (quando muito!). Basicamente o problema é que muitos beberam na fonte de uns poucos maluquetes e acabaram marcando o fazer cinematográfico nacional por conceitos como “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”, nada no bolso, nada de qualidade, nada de instrumentação, planejamento, profissionalismo e investimento.

4- Embrafilme. Amigos do rei ganham acesso a montes de dinheiro que produzem filmes sem sentido, com gosto duvidoso, com temáticas excessivamente tolhidas e pensado para grupos ínfimos de intelectuais pseudonerds.

Quando o filme Dona Flor e Seus dois Maridos surgiu, tornando-se um ícone de sucesso para cinema nacional, – 99% disso quase certamente responsabilidade de uma entressafra nas produções americanas somado com o teor de sacanagem embutido na história de Jorge Amado, muita gente se escandalizou ao ver um filme dar lucro daquele jeito. Até então cinema era grana distribuída praticamente a fundo perdido.

A coisa realmente mudou de figura após a “Era Collor” que funcionou no mercado produtor de midia cinematografica nacional como o asteróide que matou os dinossauros, abrindo campo para a evolução dos mamíferos.

E os mamíferos que surgiram após o apocalíptico governo do PRN, foram produções mais baratas, porém com temática melhor, um olhar que parou de ignorar o fator “espectador” de até então. As novas leis de incentivo melhoraram o panorama, mesmo que para uma parcela pequena de pessoas que puderam produzir mais e melhor. As inovações tecnológicas que surgiam em paralelo começaram a dar uma melhor qualidade técnica e por um preço relativamente baixo ao cinema nacional.

Surgiu a Globofilmes e seus produtos que parecem novelas feitas em película e um ou outro produto mais inovador. Mas grana, bufunfa, dindim, faz-me rir, isso não… Nada de grana.

Muitos podem pensar que isso é assim mesmo, que cinema só dá dinheiro nos EUA, que são uma potência e que controlam com mão de ferro seu segmento que é dominador, escravocrata e qualquer outro adjetivo no estilo “imperialista”.

Sejam eles imperialistas sem coração ou não, o fato inegável é que até os EUA são escravos de uma única coisa. Uma coisa acima de tudo: Money. Se o filme não faz sucesso em Hollywood, ferrou. Tem que dar lucro. E o Oscar é justamete um prêmio para incentivar a indústria lá. Para fazer a grana fluir e crescer.

Muita gente do setor cinematográfico nacional reclama da falta de investimento, da falta de bons roteiros, da falta de atores de cinema, da falta de público e de produções que sustentem uma estrutura mínima que seja, num nível mais profissional. Só que isso NUNCA vai acontecer enquanto o cinema daqui não der LUCRO.

A lógica é simples: Quer dindim? Então GERE dindim!

E isso pode mudar em pouco tempo. Até então não havia no país uma coisa que é única: Alguém com grana sobrando e maluco o suficiente para apostar nesse segmento que tá com o filme queimado desde o governo Médici.

Ao que parece, o maluco apareceu. Ele não veio de fora. Sempre esteve aqui e em termos de “maluquice” esse aí é nota DEZ. O nome dele é Eike Batista. O ex-marido da Luma de Oliveira, e ninguém menos que o cara mais rico do Brasil.

Eike é famoso por ter idéias mirabolantes e investir nelas com a força e coragem que não se vê aqui abaixo da linha do Equador. Graças a venda de parte da mineradora MMX para a gigante multinacional Anglo American por US$ 5,5 bilhões, Eike Batista, de 51 anos, se espantou ao constatar que havia chegado ao pódium da riqueza nacional. Ele possui US$ 16,6 bilhões – e do total do negócio com a Anglo American, nada menos que US$ 3,3 bilhões irão diretamente para o seu bolso. “Sou o homem mais rico do Brasil”, afirmou, segundo reportagem da revista Exame.

Sendo o mais rico empresário aqui e o 26º homem mais rico do mundo pelo ranking da Forbes, Eike, um cara que corre de lancha, investe em ramos curiosos, como energia, petróleo, mineração, restaurantes, entretenimento e agora, cinema, não tem medo de errar como seus pares no país. Ele pensa grande, assume riscos e não se conforma com negativas. Outra característica sua é ser “gente boa” com seus executivos.

Entenda “gente boa” como bom pagador. A MMX, vendida para a Anglo, deverá render um montante de US$ 440 milhões para ser dividido entre 27 funcionários.

Nada mal trabalhar para este cara, hein?

No mercado de audiovisual, seu projeto é de destinar US$ 200 milhões para investir (com retorno e lucro, óbviamente) no cinema nacional. “Quem sabe não criaremos uma Riollywood”, disse Eike à revista Exame. O maior plano do empresário é ser o homem mais rico do mundo em cinco anos.

Eu sei que isso parece maluquice, mas a julgar que o patrimônio de Eike Batista saiu de um patamar calculado em US$ 1,6 bilhão até 2005, e desde então, aumentou esse montante em mais US$ 15 bilhões em dois anos, dá pra acreditar.

Será que isso é uma tendência de que o cinema nacional vai mudar? Eike promete que não poupará investimentos e vai se dedicar a alavancar de vez uma indústria de cinema nacional que gere retorno. No mercado dos efeitos especiais onde eu estou enterrado até o pescoço, este tipo de notícia é um alento. Todo investimento privado no ramo cinematográfico precisa ser comemorado como gol de virada no fim da copa do Mundo, porque empresário querendo ganhar dinheiro é coisa bem comum, mas querendo – e tendo grana própria – pra investir, aí é coisa rara, muito rara.

Outro sujeito rico que já pensou seriamente em fazer filmes para ganhar grana foi o Carlos Massa, o Ratinho. Ratinho acredita que se imitar o Mazzaropi poderia ajudar o cinema e obter um aumento substancial em seu patrimônio recheado. Ele havia sido desanimado por alguns analistas de investimento, mas talvez com o aporte de Eike para o mercado de audiovisual nacional, a coisa mude de figura e outros investidores descubram que é possível fazer grana com isso e que o cinema rentável pode ir além do Didi Mocó e Xuxa por aqui.

Acredito que parte dessa virada de postura com o cinema se deva ao sucesso de Cidade de deus, Central do Brasil e até Tropa de Elite, este último que só não foi maior porque a pirataria é um problema sério do nosso país.

Viking Warrior I – O concept

Aqui está o concept da escultura que eu fiz no Photoshop . Tirei o Viking das costas do urso e coloquei ele num tipo de mata-leão, preste a tomar umas belas garras no tórax. Espero que vocês gostem. Para ver maior é só clicar na imagem.

f porradavikim 236882c Viking Warrior I   O concept

O próximo boneco – Viking Warrior?

Eu estou pensando sériamente em fazer uma peça 100% minha dessa vez. Um boneco que é idéia, conceito, escultura, pintura, 100% da minha caixola.
Hoje enquanto eu andava na rua, comecei a me lembrar da musica do Conan, e me veio a mente como seria foda ter um boneco que é basicamente um diorama, onde um guerreiro viking senta o machado nas costas de um puta ursão polar violento.
Ia ficar bem maneiro, e a estética vicking dá pra ABARROTAR de detalhes, do jeitinho que eu gosto. O bom seria poder simular a neve na peça, como se eles lutassem em algum lugar do ártico.

f vikingbearm 837cd6a O próximo boneco   Viking Warrior?

Esta é a primeira idéia. Eu sei que o conceito tá bem meia boca, pq é um esboço beta ainda feito em um minuto. Pretendo estudar mais profundamente a questão de indumentária, as poses e etc.

Mas queria saber o que vocês acham. Tem futuro isso aí?

Alterado: Viva! Acabo de receber uma proposta de patrocínio da MSFX para este projeto. Que bom! Agora ele sai mesmo! O leo se empolgou com a idéia, hahaha. Espero não decepcionar nessa.

Page 63 of 89« First...«6162636465»...Last »