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Top 10 doideiras que só fãs malucos são capazes de fazer

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Você é fã de alguma coisa? Mas fã mesmo, daquele tipo que sabe tudo sobre uma banda, um autor, uma atriz? Você é fã de algum jogo ou filme com tamanha devoção que poderia fazer parte dele?

Se você respondeu não a alguma dessas perguntas, não sabe do que um fã realmente joselítico é capaz. Neste post aqui eu vou compilar as 10 maiores doideiras que já vi um fã fazer.

1- Fazer a roupa dos caça-fantasmas

Caça Fantasmas foi uma franquia bem legal. Quando eu era moleque uma das coisas que eu gostava de pensar era de um dia ir pra escola com um acelerador nuclear portátil nas costas ao invés daquela mochila idiota, e então soltar raios de prótons pela escola toda. Você ficara assustado se soubesse da quantidade de caras como ele:

DSC00604 Top 10 doideiras que só fãs malucos são capazes de fazer

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Lógico que o pacote inteiro vai muito além da mochila de prótons. Tem a armadilha, luvas, detectores especiais de ectoplasma e também aqueles sensacionais óculos do Dr. Egon.

ghostbusters replica proton pack Top 10 doideiras que só fãs malucos são capazes de fazer

Por mais insano que pareça, tem tanta gente que gostaria de virar um ghostbuster, que os caras vendem essas coisas para o mundo inteiro.

9 Proton Packs by StudioCreations Top 10 doideiras que só fãs malucos são capazes de fazer

Esses caras constroem essas coisas que aparecem nos filmes para fãs do tipo fanático. Isso é bem além de um simples cosplay.

2- Construir um transformer no quintal dos fundos

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Conan – A volta da Era Hiboriana na tela grande

Pois é, meus amigos. Como alguns de vocês sabem eu sou um fã de carteirinha do Conan. (aquele tipo de fã que viu os filmes até decorar as falas e não obstante, fabricou uma cópia da espada só pra ter o prazer de dar espadada nos outros, digo, mostrar meu trabalho para os outros amigos, fãs do personagem.)

Eu só conheço um cara mais fã do Conan do que eu: O meu amigo e ilustrador Celso.

O Celso era mestre em maravilhar a gente com ilustrações fenomenais que mostravam o Conan lutando com monstros e criaturas gosmentas, ora insetos enormes, ora seres peludos provindos dos mais obscuros rincões dos nossos pesadelos. Como muitos jovens da minha geração, eu mergulhei de cabeça nas histórias em quadrinhos do Cimério. Devorava cada nova edição da Espada Selvagem de Conan, e ficava ali, absorto viajando naquelas capas ilustradas com maestria pelo Earl Norem, pelo Boris Valejjo, Frank Frazetta e por tantos outros caras feras. Aos quinze anos, meu sonho dourado era ser ilustrador das capas do Conan.

52605 117830 4 Conan   A volta da Era Hiboriana na tela grande

Me lembro bem de um certo dia em que o professor mandou a gente fazer uma redação de tema livre. Inicialmente, me senti oprimido pela liberdade repentina. Como assim? Livre? Tema livre na escola de padre?

Parecia uma aberração.

Mas o fato é que o tema era mesmo livre e não tardei a ser possuído por um desejo inconfessável de meter a mão na massa e escrever minha própria mini-saga do Bárbaro. Óbvio que não deu tempo de terminar e consegui uma autorização inédita para finalizar meu texto usando o tempo do recreio.

Após cerca de sete folhas de caderno (imagina o impacto que isso teve na turma, formada em sua maioria por folgados e preguiçosos que reclamavam para escrever 15 linhas) eu finalizava minha primeira história do Conan, que após ser atacado por uma besta marinha, naufraga numa ilha misteriosa habitada por seres ancestrais, meio homens-meio macacos, e dominados por um malévolo feiticeiro pré-diluviano…

Fiquei famoso como “o aluno maluco que escrevia redações gigantes sobre a ilha do tesouro”.

Foi uma decepção pra mim. Eu esperava que meu professor percebesse a fidelidade absoluta com os dados da era hiboriana. O Mar Vilayet, a citação aos guerreiros nemédios, os feiticeiros de Zamora… Nada. Não deu em nada. Tudo que eu consegui foi ficar com a pecha de esquisito.

Para as pessoas que até hoje nem fazem a menor ideia de onde venha o Conan, e não entendem exatamente sua importância para com o gênero da fantasia, é importante saber que ele é um personagem criado pelo escritor texano Robert E. Howard em 1932.

Naquela década, o mundo vivia numa grave crise financeira iniciada em 1929, o que muitos especulam, teria contribuído para uma literatura que buscava na fantasia heróica uma saída para a realidade degradante de fome e miséria que assolava os Estados Unidos. O fato é que Conan, o bárbaro, fez sua primeira aparição na revista pulp Weird Tales no conto chamado “The Phoenix on the Sword”.

Howard escreveu mais dezenove histórias e um romance protagonizados pelo personagem. O criador de Conan cometeu suicídio em 1936 e posteriormente a sua morte, outros escritores de renome também criaram histórias do Conan ou reescreveram seus contos, a partir de sinopses e fragmentos originais.

As histórias de Conan ajudaram a definir o formato da fantasia heróica como subgênero da fantasia: A ênfase em um herói que é um poderoso guerreiro, hábil espadachim, de disposição violenta e contrária às hipocrisias e fraquezas da civilização, e que sempre se defrontava com ameaças sobrenaturais sobre as quais sempre prevalecia, fossem elas magos, demônios ou outras criaturas de eras perdidas no tempo.

Conan é uma espécie de ícone permanente no universo de fantasia. Por ser tão antigo e importante, o personagem virou quase como um arquétipo, gerando inúmeros “filhotes” no universo dos quadrinhos, games, RPG, literatura, desenhos animados e também cinema.

No cinema, as mais felizes adaptações das aventuras do Bárbaro foram Conan, O Bárbaro (de 1982) e Conan, O Destruidor (de 1984). Em ambos, Conan foi interpretado pelo Schwarzenegger.

Eu sempre pensei que apenas dois filmes era muito pouco para um personagem e todo um universo ficcional riquíssimo que já faz parte do imaginário coletivo por oito décadas consecutivas. Finalmente, o longo tempo de espera parece ter chegado ao fim…

Estreia no dia 16 de setembro um novo filme do Conan!

conan2011 poster Conan   A volta da Era Hiboriana na tela grande

Meu coração palpita de ansiedade só de imaginar o que as tecnologias avançadas de hoje podem oferecer em termos de Era Hiboriana. Eu tenho que confessar que não quis ver as imagens nem saber dos spoliers do novo filme, porque eu estava morrendo de medo de estragarem a parada. Mas o trailer me fez ficar curioso de ver o filme.

Por Crom!

Dá uma olhada aí no trailer:

Este aqui é pra 18+:

Pelo trailer, dá pra ver que pelo menos os elementos compulsórios estarão no filme: Mulher bonita, bruxos, monstros, combates épicos, luta de espada e selvageria para dar e vender. Esse eu acho que vai valer a pena ver em 3d.
Segundo os sites especializados em filmes, este filme foi adaptado da obra original de Robert E. Howard, o que é um ponto positivo a favor do novo filme.
Parece que ele será fiel à mitologia e à psicologia do Conan e foi dirigido por Marcus Nispel. Eu teria mais medo se o filme tivesse sido dirigido pelo Joel Schumacher (o cara que botou mamilos no Batman!)

Conan 2011 e o Conan dos anos 80

conans Conan   A volta da Era Hiboriana na tela grande

Como eu tenho um montão de amigos nerds, volta e meia esses assuntos surgem. Alguns amigos meus são bem xiítas no que tange alguns heróis “intocáveis”. Um amigo meu que não vou dizer o nome (se me encher o saco eu falo, hein!) aqui, tem o seguinte ponto de vista sobre esses filmes:

Pra ele, desde a morte de Christopher Reeve devia ser proibido se fazer filme do Homem de Aço. E desde que a massa bruta virou pelanca no Arnold, devia ser proibido fazer filme do Conan.

Ora, eu acho que este tipo de pensamento carece de lógica. Se pararmos para pensar, o grande mérito do Conan dos anos 80 foi apresentar o personagem, e o diretor foi mesmo hábil em conseguir um mínimo de atuação do Arnold num tempo que ele era 90% músculos e apenas 10% ator. O cara tirou leite de pedra e em muitas partes ainda está mecânico, cheio de problemas e um tanto canastrão. (Sinto que estou ganhando inimigos dizendo isso) Mas virou cult. E por que virou cult? Porque foi uma boa produção, com o que havia de melhor naquela época, com os recursos limitados de efeitos e cenários. Foi um trabalho respeitável, (o primeiro eu acho muito melhor que o segundo) mas dizer que “sem Arnold não é Conan” é muito reducionismo.

Sem falar no fato óbvio que os filmes dos anos 80 não foram tão fiéis ao personagem. O Conan das antigas parecia meio retardado em alguns momentos. E o Conan verdadeiro, era muito articulado, muito hábil e inteligente. (Tão esperto que até virou rei por méritos próprios)

Nego vai comparar o que? A coreografia de luta? Vai comprar o monstro? Vai comparar a trilha sonora (ok, nesta eu jogo a toalha e admito que dificilmente superarão a trilha de Basil Poledouris) Vão comparar músculos? Porra, o Arnold era mister universo! Se fosse só fazer montanhas de muque, nego não contratava um ator para o papel e sim o Ronnie Coleman!

Enquanto alguns desavisados dirão que o ator Jason Moma não parece com o Conan dos quadrinhos, principalmente a versão imortalizada por John Buscema, eu diria que a primeira vista, me parece bem próximo da versão do Barry Windsor Smith:

Barry Windsor Smith   Conan of Cimmeria 3 Conan   A volta da Era Hiboriana na tela grande

Resumindo meu ponto de vista, penso que não há como saber se um filme é bom sem ser da forma empírica: assistindo.

Fica registrada minha esperança de que este filme talvez abra uma porta para outros filmes do Conan, feitos por diretores diversos. Se na literatura e nos quadrinhos vários artistas contribuíram com a criação deste mundo tão rico e misterioso, por que não no cinema? Aventuras e roteiros legais é o que não falta.

O filme que estreia nesta sexta já veio com algumas promoções. Eu ganhei uns ingressos de cortesia para o filme do Conan e pretendo sortear entre os leitores interessados. Se você quer concorrer, tuíta aí este post aqui e pronto.

Outra dica bem legal é que o site oficial está promovendo um concurso cultural e vai dar ao primeiro lugar uma TV LED 3D de 40’’: www.conanobarbaro.com.br/promocao
O filme também tem perfis lá no twitter e no facebook.
www.twitter.com/Conan_OBarbaro
www.facebook.com/ConanOBarbaro3D
fonte

Dez escultores para os quais eu tiro meu chapéu

PHELIPE FARAUT
Hoje resolvi fazer um post sobre escultura. Mas como estou com uns trabalhos para fazer agora, não posso esculpir, e por conta disso resolvi elencar aqui dez artistas fenomenais que me inspiram a modelar.

(obs: Como eu conheço um pancadão de escultores de todos os tipos, não vou incluir os caras da escultura digital nesta. Vou limitar aos mestres da massa do mundo real, porque os caras do 3d merecem um post só pra eles)

Se você também gosta de esculturas, certamente conhece alguns desses caras, ou até mesmo todos eles. Caso não conheça, aqui está uma excelente oportunidade de conhecer o trabalho desses artistas geniais. Nem preciso avisar que este post está repleto de imagens, né? Pegue o seu babador!

1- Philippe Faraut
PHELIPE FARAUT Dez escultores para os quais eu tiro meu chapéu

Philipppe Faraut é um professor de escultura que tem uma habilidade fora do comum em modelar retratos. Ele transita com a maior facilidade entre massa, pedra, resina, mármore e bronze. O cara é sinistro mesmo. Philippe Faraut é considerado um grande mestre por muitos escultores profissionais.

bedouin1 Dez escultores para os quais eu tiro meu chapéu

zimb1 Dez escultores para os quais eu tiro meu chapéu

tangledroots1 Dez escultores para os quais eu tiro meu chapéu

Os trabalhos dele são excepcionais, mas realmente o que é impressionante é vê-lo esculpindo. Chega a parecer fácil? (tenta pra ver!)

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Ilusão de ótica do Seu Madruga

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Eu me amarro no Seu Madruga. Tanto que resolvi criar uma ilusão de ótica com ele. Agora estou em duvida se uso para enfeitar aqui a parede do meu escritório ou faço uma camiseta com ela. Talvez eu faça os dois. A Ilusão do Seu Madruga está aqui:

ilusãomadruga Ilusão de ótica do Seu Madruga
Clique na imagem para ver em tamanho natural.

Se você não conseguiu ver de primeira, tente fechar um pouco os olhos.

Se você gostou da ilusão do Seu Madruga, pode comprar a minha numa sensacional camiseta lá na Zazzle.

O semeador de estrelas

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Na cidade de Kaunas, na Lituânia, existe uma estátua de um homem do campo semeando a terra.
1sdsd O semeador de estrelas

Alguém bastante perspicaz, notou a sobra que a estátua produzia num muro perto e grafitou um monte de estrelinhas. Assim, quando anoitece, olha que legal que fica:

2sdds O semeador de estrelasfonte

Uma decoração inacreditável

Quem olha para o teto do palácio de real de Bruxelas, fica admirado com a beleza dos detalhes em um material verde metálico iridescente, que muda de cor de acordo com a luz.

 Uma decoração inacreditável

 Uma decoração inacreditável

A história de tal decoração surgiu no século XIX, quando o rei da Bélgica resolveu decorar o espaço com a ajuda de jovens artistas contemporâneos. A tradição morreu com a coroação do rei Leopoldo II em 1909, mas a Rainha Paola era uma entusiasta da arte e resolveu contratar designer e artista belga Jan Fabre.

 Uma decoração inacreditável

Com uma equipe de 29 artistas, Fabre criou  a decoração intitulada  Heaven of Delight.  Trata-se de um afresco no hall de espelhos do palácio. Totalmente feito com carapaças de uma espécie específica de besouro:

 

O inseto, chamado besouro jóia, brilha em diferentes tons de verde quando a luz incide sobre sua carapaça. Curiosamente, este besouro é abundante e talvez por isso seja considerado uma iguaria na Tailândia, de modo que foi fácil para Fabre viajar até lá e reunir milhares de carapaças brilhantes, com o qual cobriu partes do teto e até mesmo um lustre.

 Uma decoração inacreditável

 

 Uma decoração inacreditável
 Uma decoração inacreditável

 Uma decoração inacreditável

A esta altura você deve estar se perguntando quantas carapaças de besouro ele usou. O total é de um milhão e seiscentas mil carapaças de besouro. O besouro jóia faz parte de  uma das maiores famílias de besouro com cerca de 15.000 espécies conhecidas divididas em 450 gêneros. Sua principal característica, além da cor é a capacidade de fingir de morto quando ameaçado. Por conta disso, algumas espécies no Brasil ganharam o nome de cai-cai.

Algumas espécies de besouro jóa são atraídas por florestas recém incendiadas, onde colocam seus ovos. Por causa disso, o besouro jóia consegue detectar a fumaça de um pinheiro queimando a nada menos que 50 milhas. Eles também conseguem ver a luz infravermelha (como o Predador).

O sensacional padrão iridescente em sua carapaça se dá porque  seu exoesqueleto contém microscópicas lentes, que fazem a luz ser refletida em padrões específicos e em direções também específicas. Fisicamente, é o mesmo princípio do brilho da superfície de um CD.

Veja que legal uma imagem microscópica de um pedaço da cabeça do besouro jóia:
 Uma decoração inacreditável
fonte fonte fonte

 

A estranha foto da mulher estranha

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Esta foto abaixo tem um certo quê de assustadora. É estranho porque primeiro você olha pra ela, mas então se dá conta que quem está olhando não é você. É ela.

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fonte

O mestre da camuflagem

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Se eu te dissesse que tem um inseto bem no meio desta foto, você acreditaria?

er5yewrtwefsdfsdf O mestre da camuflagem

 

Abe morosus

Alguns insetos adquiriram ao longo de sua evolução, ferramentas sensacionais para escapar dos predadores e para se aproximar de duas presas sem serem notados.

pau Phyllium jacobsoni O mestre da camuflagem

Phyllium jacobsoni

Os bicho-pau e o bicho-folha, da ordem Phasmatodea,  são  dos mais bem sucedidos na arte de virar outra coisa. Agora se você acha que é fácil achar estes bichos, tente nas próximas. Quero ver você achar o inseto nas imagens a seguir.

AVISO: OS INSETOS ESTÃO MESMO NAS FOTOS! NÃO É PEGADINHA.

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