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Cartão de natal

December 21st, 2009 33 Comments

Eu tava no ônibus quando presenciei uma pequena rusga entre duas pessoas que conversavam no banco da minha frente. A discussão inicialmente social rapidamente evoluiu e quase resulta em franca pancadaria em plena ponte Rio-Niterói. O motivo? Religião.
Então eu comecei a pensar sobre isso, sobre o período de natal e a importância da compreensão.
Isso inspirou meu cartão de natal deste ano, que gostaria de compartilhar com vocês leitores.


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Dice Stacking: testando sua credulidade

December 20th, 2009 6 Comments

Não vamos falar destes videos até você assití-los:

Então? Você está convencido que esses videos são real ou fake?

A resposta desta questão está após o “continue lendo”.

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A prova de que o Juca é 3d

December 16th, 2009 59 Comments

Finalmente, eu sei que não precisa, mas é como muitos de vocês disseram, o DocLottaLove vai fazer papel de moleque e não vai pagar o desafio que ele me fez de me dar dez mil dólares se eu conseguisse provar que o video do alien é 3d. Mesmo assim, eu fiz. Aqui está a prova, caso alguém tenha curiosidade.

Os dez mais belos filmes de amor

December 15th, 2009 32 Comments

Continuando a série de posts de dez mais, aqui está a minha contribuição falando sobre os dez mais belos filmes de amor de todos os tempos. Lógico que isso deve ser só uma minúscula fração dos filmes de amor que existem por aí, já que vi poucos devido a este não ser o meu tema favorito no cinema. Mas quem ousa alegar que nunca viu um filme de amor? A gente acaba vendo, seja porque passa na tv, seja porque nossa namorada insiste, seja porque no fundo no fundo, filmes de amor são mesmo legais.

1- Love Story (1970)

Love story é o mais típico filme de amor. Uma história bonita e trágica. Não sei se chega a ser comovente, pois vi há muito anos e já me esqueci. Mas a julgar pelo video abaixo, acho que Love Story merecia alguma atenção. A musica é classicaça, do Francis Lai. Foi tão marcante (ganhou o oscar de melhor trilha, além de 13 indicações) que tornou-se até uma piada tocar isso quando queremos insinuar um clima de paixão no ar.

2- Em algum lugar do passado (1980)

Eu sempre o vi como o Super homem. Acho que com todo mundo era assim, até que Christopher Reeve surge como um homem apaixonado, completamente obcecado por um retrato de mulher no “Em algum lugar do passado”. Um filme maravilhoso sobre vidas passadas, realidades paralelas e sobretudo amor. Tá aí uma história de amor fodaça do Richard Matheson, bem bolada pra dedéu, e muito criativa. Como já era de se esperar, a musica tema, composta e executada pelo mestre John Barry marcou.


3-Romeu e Julieta – (1968)

É de perder a conta de quantos diretores tentaram em vão retratar a história de William Shakespeare seja em teatro, tv ou cinema. Esta é a mais clássica obra de amor desde que os gregos pararam de escrever as suas tragédias. Na minha opinião de espectador nada se comparou a versão feita pelo cineasta italiano Franco Zefirelli de Romeu e Julieta. A obra abocanhou dois oscar, (melhor filme e melhor figurino) além de 13 outras indicações e mais treze outros prêmios. O filme não é pouca coisa não. Ele è considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos. Não sei se é para isso tudo mas confesso que quando vi eu fiquei meio apaixonadinho pela Olivia Hussey, que fez a Julieta. Sonhei com ela durante meses e tudo. Como era de se esperar, a musica marcou.

4- Ensina-me a viver (Harold and Maude 1971)
Os anos 70 trouxeram bons classicos do gênero romântico. Não obstante, Harold and Maude quebraram paradigmas e ficaram indelevelmente marcados na memória de todos os que assistiram, mostrando o amor de um jovem adolescente com problemas de relacionamento e uma senhora na casa dos 80 anos. Isso pra época foi uma puta quebra de tabu. Não sei não, pensando no aspecto do amor e tal, este pode ser o mais interessante filme do gênero que o cinema já produziu.

Este filme tem uma polêmica cena de beijo, que foi censurada em muitos países por pressão da opinião publica.

5-Quando Harry conheceu Sally (1989)
Este filme é um clássico da sessão da tarde. Me parece que Harry e Sally foi o precursor do gênero comédia romântica no cinema. Harry e Sally era um casal estranho que gradualmente se apaixona. Muito legal. A cena do filme que mais marcou foi a do orgasmo falso no restaurante:

O filme foi tão marcante que Meg Ryan acabou ficando “amaldiçoada” a fazer este gênero para toda a eternidade.

6-A lagoa azul (1980)
Brookie Shields estrelou esta obra que é um clássico do filme romântico adolescente da década de 80. Quem em sã consciência não queria estar perdido com esta jovem linda numa ilha da polinésia, descobrindo o amor? Muito bom. O filme teve até continuação, mas o bom mesmo era o original. A musica era do Basil Paledouris, o mesmo cara que fez a musica do Conan.
O filme causava frisson nos meus tempos de escola porque rolava umas cenas com nudismo leve.


7-Ghost (1990)

Patrick Shwayze fez um dos seus melhores papeis interpretando um homem que morre logo no início do filme. Agora um fantasma, ele encarna um espírito apaixonado pela mulher que deixou na Terra e com a ajuda de uma médium muito engraçada (Whoopi Goldberg, que levou o oscar pelo filme) ele corre atrás de desvendar os mistérios que cercam sua morte. Tá aí um bom romance, e um ótimo filme de fantasma. Ganhou dois prêmios Oscar. A musica Unchained Melody, ficou famosa, mas já era bem famosa antes do filme.

8-Titanic (1997)
Tá aí um marco do cinema. Efeitos de cair o queixo, uma história bem contada e amarrada, uma boa atriz e um bom ator e uma musica marcante, o resultado da combinação foi Titanic, que levou a bizarrice de 11 oscars! Esse é tão famoso que é difícil alguém que não tenha visto.


9- O curioso caso de Benjamin Button

Enquanto muitos poem ver este filme apenas como um filme sobre um cara que nasce velho, eu encontro uma clara história de amor que flerta com o surrealismo aqui.

10- O feitiço de Áquila
Durante o dia a bela Isabeau será um falcão, e à noite, é o capitão Etienne Navarre quem tomará a forma de um lobo. Assim como a Lua e o Sol é também o Feitiço de Áquila, condenados a viverem sempre juntos e eternamente separados. A trilha musica de Alan Parsons e Andrew Powel. Alan Parsons era o engenheiro de som do Pink Floyd.
Este é um filmaço. Acho que é o melhor filme da carreira do Hutger Hauer, melhor até que o Blade Runner.

Muitos bons filmes ficaram de fora, eu sei. É o caso de O ilusionista, E o vento levou, Casablanca, etc. Em breve farei outro post com mais dez filmes românticos inesquecíveis. Mandem sugestões.

O futuro holográfico da Arquitetura

December 14th, 2009 2 Comments

Quando falamos em holograma, sempre nos vem à cabeça aquelas idéias impressionantes da ficção científica, como conversar com pessoas que parecem estar num ambiente e não estão. Embora as coisas ainda não sejam exatamente como um filme, isso está gradualmente caminhando para se tornar uma realidade. De fato, temos alguns bons avanços na tecnologia das imagens tridimensionais que são tão impressionantes que fico imaginando o que seria da vida de um desavisado qualquer que conseguisse mostrar isso que já temos hoje para um homem do século XV. Certamente seria enviado para a fogueira da Inquisição acusado de magia negra. Dá só um confere nesses videos e tente conter o seu ímpeto de falar “caraca, eu não acredito!”

Show, hein? Este material é baseado na holografia. Aquele mesmo tipo de impressão baseada na difração da luz que ocupa desde a nota de vinte reais até o seu cartão de crédito.
Quando a holografia apareceu popularmente, lá pela década de 80, ela ainda era um verdadeiro mistério. Posso me lembrar do assombro que tive no dia que vi a capa da National Geographic do meu tio Arlênio com uma holografia de uma águia. Parecia uma coisa de outro mundo. E de fato, realmente era. Era coisa do mundo do futuro. Pela primeira vez em muitos séculos o ser humano havia conseguido vencer a limitação espacial bidimensional e eu ainda muito criança não tinha a compreensão do que aquilo significava mas claramente podia perceber que estava de frente com um salto tecnológico que mudaria o mundo para sempre.
Logo que apareceu e durante os cerca de vinte anos seguintes, a holografia se manteve presa a uma limitação de um determinado grau de visão tridimensional e espectro de cores. Mas graças a uma empresa chamada Zebra Imaging, isso está prestes a mudar. As novas técnicas holográficas permitem um impressionante grau de liberdade de visualização, e em cores, o que nos leva a possibilidade de usar esta tecnologia de impressão para simular maquetes físicas.
Como é o processo?
Basicamente eles obtém o dado tridimensional de algum programa, como o Autocad, 3dsmax, Rino, Maya, solidworks, etc.
De posse do arquivo tridimensional, um computador interpreta a imagem produzida e com uma impressora a laser especial, grava num fino filme plastico de um fotopolímero milhões de pequenos blocos, que quando vistos em conjunto formam a imagem. Graças ao computador e à precisão do laser, é possível imprimir esses pequenos blocos, chamados de “hogels” em ângulos. Os blocos funcionam como se fossem pixels.

Basicamente, o equipamento faz o desenho em um milhão de ângulos. Com isso, literalmente qualquer ângulo que seus olhos estiverem em relação ao material terá uma imagem correspondente com a perspectiva correta. Inclusive girar o desenho. Esta técnica avançada permite a correção de parallaxe tanto horizontal quanto vertical.
Como o processo é de uma impressão, não há necessidade de pilhas, baterias ou processadores. O objeto está lá, desenhado em todos os ângulos possíveis.
No final, o fino filme de fotopolímero é aderido a uma superfície rígida e recebe um acabamento.
Não demora isso estará impregnando revistas, livros e anúncios. Estamos entrando na era do tridimensional. Some esta tecnologia impressionante aos avanços com o oled (diodo emissor de luz) e será possível ter um remoto lampejo do que a tecnologia reserva para o futuro. Como diz o ditado, “quem viver, verá.”

fonte, fonte, fonte

Natureza erótica

December 4th, 2009 11 Comments

O Speed me mandou um email com incríveis fotos da natureza que parecem outra coisa. Confira só:


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Gizmo, o filme Gump

November 24th, 2009 12 Comments

O meu amigo Kentaro Mori do site 100 nexos me deu a dica e eu fui conferir. Gizmo é um documentário de 1977 criado por Howard Smith que mostra centenas de filmagens antigas, a maioria das décadas de 20 e 30. O interessante sobre estas filmagens é que são o retrato de uma época, quando as pessoas tentavam construir maquinas para toda sorte de funções. Ali estão coisas realmente interessantes, como a maquina de balançar o berço e verdadeiras tragédias pré-anunciadas como alguns aviões sem motor inspirados na forma de pássaros. O resultado do filme não podia ser mais interessante. Gizmo mostra claramente uma radiografia da inventividade humana. A necessidade de ultrapassar os limites e ser visto como alguém além da maioria parece a tônica do filme. Do homem que suporta um disparo de bala de canhão com a barriga ao cara que planta bananeira vendado sobre uma estreita viga de prédio no alto de Nova York sem redes nem proteção (e ele cai, para logo depois se agarrar desesperado na viga) o documentário não mostra nenhum acidente fatal, embora alguns produtos inventivos mostrados no filme tenham o objetivo de matar, como a pulseira revólver.
O filme está abarrotado de coisas do arco da velha. Algumas bastante impressionantes até os dias de hoje, quando achamos que já vimos de tudo.
Lógico que tem idéias completamente absurdas, como o taxi que libera gás lacrimogêneo, a maquina de lavar cujo motor é tocado por um cão correndo numa roda de hamster gigante, uma “maquina de lavar” que se resume a uma piscina enorme cheia de algum liquido estranho onde a pessoa entra vestida e sai do outro lado, alegadamente seca e limpa. Há também o tênis com solas de 30 centímetros para jogadores de basquete e os óculos com ventilador embutido e limpadores de pára-brisa.
Eu penso que o melhor deste filme são as demonstrações dos inventos, registrados pelos próprios inventores para a posteridade. A maioria é um fracasso retumbante e é hilário ver a expressão deles quando as coisas dão errado. Sem falar no aspecto teatral de certas demonstrações de produtos, que lembram muito as propagandas da polishop.
É um show de maluquices. Apesar de grande para os padrões da internet, com mais de uma hora de duração, Gizmo é um festival de diversões. Vale a pena ver:

Os anéis da Terra e a formação da Lua

November 21st, 2009 9 Comments

Até hoje não existe um consenso sobre como a Lua apareceu. Sabemos por medidas astronômicas feitas com raios laser, que ela está lentamente se afastando, o que sugere que no passado a Lua já esteve bem mais perto do que está hoje, com efeitos diretos sobre as marés e conseqüentemente o clima do nosso planeta. A lua encontra-se a cerca de 356.800 km e 406.400 km da Terra.
Astrônomos estimam que a Lua esteja em órbita da Terra a cerca de 4,5 bilhões de anos. Mas de onde efetivamente ela veio? Para tentar elucidar a questão, grupos de astrônomos têm feito simulações em computador para tentar encontrar a resposta. Mas, por enquanto, nada há de conclusivo. “Há várias teorias, mas nenhuma delas é suficiente”, revela Roberto Boczko, pesquisador do Instituto Astronômico e Geofísico (IAG) da USP. “Na verdade, sobram perguntas e faltam respostas.” Segundo Boczko, quatro hipóteses são as mais prováveis. Primeira: a Lua teria sido formada, depois do Sol, a partir de material remanescente da gigantesca nebulosa primordial que originou os planetas, satélites, cometas e asteróides do Sistema Solar. Segunda: o satélite se desgarrou da própria Terra. Terceira: a Lua se formou longe da Terra e foi capturada pelo planeta. Quarta, a mais catastrófica de todas: nosso único satélite natural se formou a partir de uma violenta trombada espacial, onde um asteróide, do tamanho de Marte, com diâmetro mais ou menos equivalente à metade da Terra, chocou-se com nosso planeta e lançou violentamente no espaço uma nuvem de fumaça e matéria incandescente, que se fundiu originando a Lua.


Caso a última hipótese seja a correta, a paulada entre os dois planetas deve ter sido uma coisa absurda de violenta, para ejetar tamanha quantidade de material, que foi aprisionado na órbita do planeta maior, que depois deu origem a Terra. Pensando neste aspecto, não é difícil imaginar que a Terra, em seu início de processo de formação já possuiu anéis como saturno possui.
Outro dia eu vi no Discovery algo sobre isso e se não me falha a memória, um cientista dizia que o outro corpo celeste, que atingiu a Terra devia ter a massa equivalente a Marte e viajava pelo espaço a 40 mil km/h. O cara propõe que o outro planeta ou mega-asteróide não atingiu a Terra em cheio, mas sim de quina, como um jogo de sinuca. Foi isso que evitou a destruição completa dos dois corpos, levantou um volume incomensurável de detritos de rocha e de quebra, deu origem à Lua.

A composição mineralógica na Lua, é similar a da Terra, com pequenas variações. Inúmeras missões tripuladas e não tripuladas à Lua feitas pela Rússia e pelos EUA mostraram que a Lua é formada de rocha Ígnea (a mesma que formou o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro) que é obtida através do esfriamento da lava vulcânica.
Muitos investigadores do espaço especulam que o choque se deu num período tão remoto que a Terra ainda era mole e quente.
Seja isso verdade ou não, é bastante provável que em algum momento próximo da sua gênese, a Terra tivesse anéis. Pensando em como seria a Terra se ela possuísse anéis como saturno, Um animador 3d chamado Roy Prol criou este video, feito em 3d que mostra o nosso planeta com anéis. Muito legal.


fonte fonte

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Philipe Kling David

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