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Paul Cadden – o fera do grafite

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Olha só os desenhos fotorrealistas que este cara faz a lápis e carvão. Chega a assustar pensar que isso não é uma foto. Imagino o trabalho retardado que deve dar fazer uma parada dessas.

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Ilusão de ótica do Seu Madruga

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Eu me amarro no Seu Madruga. Tanto que resolvi criar uma ilusão de ótica com ele. Agora estou em duvida se uso para enfeitar aqui a parede do meu escritório ou faço uma camiseta com ela. Talvez eu faça os dois. A Ilusão do Seu Madruga está aqui:

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Clique na imagem para ver em tamanho natural.

Se você não conseguiu ver de primeira, tente fechar um pouco os olhos.

Se você gostou da ilusão do Seu Madruga, pode comprar a minha numa sensacional camiseta lá na Zazzle.

Inkling a ferramenta dos sonhos dos ilustradores

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Eu achei sensacional esta ferramenta da Wacom. Chama-se Inkling.
29 Wacom Inkling Inkling a ferramenta dos sonhos dos ilustradores
Basicamente é uma caneta que você desenha no papel ou no seu sketchbook e depois basta conectar um modulo dela no Pc e tchã, seu desenho do papel vai pro Pc. O video ilstra bem o negócio.

Não penso nesta ferramenta como uma substituição dos tablets e das mesas digitalizadoras, como a Intuos, a Graphire ou até mesmo a Cintiq… Me parece uma opção legal e complementar ao hardware de ilustração já existente. A Wacom foi esperta de inventar um material para o cara que não curte desenhar olhando na tela.

Só quero saber se sai exatamente com a mesma qualidade do desenho no papel. Talvez seja, já que a caneta detecta até 1024 níveis de pressão no traço.

A questão que fica é se a carga da caneta Inkling é facilmente substituída e se não custa caríssimo como os cartuchos de impressora.
Considerando que a ferramenta tem praticamente o meu sobrenome, a Wacom devia me dar uma de presente. Ela chega nas lojas em outubro, ao preço de 200 dólares. Acho que já tenho um novo sonho de consumo.

Uma dica da Jeny-Jeny.

Os trabalhos de Jason

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Este infográfico mostra todas as mortes que Jason Voorhees, (personagem central dos filmes da franquia Sexta feira 13) causou em Cristal Lake. Difícil dizer qual a morte mais criativa. Pessoalmente eu gosto muito daquele torniquete de cabeça contra a árvore e na cara espremida na lateral do trailer, sem falar na clássica facada sob a rede.

Jason Voorhees Body Count1 Os trabalhos de Jason

Clique na imagem para ver na resolução maior

O período representado no infográfico envolve as mortes causadas por Jason entre 1981 a 2003.

fonte

Tatuagem animada

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Veja a primeira tatuagem animada do mundo. Caraca, muito louco isso.

Imagina se o tatuador dá um soluço e erra o QR code, que merda.

tatuagemanimada Tatuagem animada

Algo me diz que esta moda vai pegar. Fiquei aqui pensando… Imagina que louco colocar o link da demoreel na tatuagem… Pena que eu sou cagão demais pra fazer uma.

Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

De vez em quando eu me deparo com certas coisas que chega a dar pena das pessoas que se julgam espertas e não o são. Como já dizia meu pai, “nada é tão perigoso quanto um esperto se fingindo de bobo; mas nada é tão patético quanto um bobo que tenta dar uma de esperto”. E foi justamente esta a postura da companhia Azul Linhas Aéreas ao inventar um concurso chamado “sua arte lá em cima”.

Eu resolvi falar sobre este assunto, não apenas para os meus milhares de leitores, mas  também para deixar registrado o caso, afinal temos muitos designers, ilustradores e artistas em geral que visitam este site. Fica como um caso clássico e bem documentado de como pode ser obtusa a visão de certas pessoas jurídicas no trato de sua própria imagem corporativa. Dessa forma, espero que os leitores hajam como disseminadores desta impressão de que algumas pessoas e empresas agem de uma forma estúpida, achando que em termos de imagem, “qualquer coisa serve”.

Tudo começa com uma ideia que se resume a criar um “concurso cultural”, chamado Sua arte lá em cima.

O concurso acontece de 15 a 30 de junho de 2011. Basta ler e aceitar o regulamento e fazer o download do desenho do Embraer 195, que faz parte da frota da companhia. Utilize o programa que desejar para fazer os desenhos (Photoshop e afins). Uma comissão julgadora analisará todos os projetos de acordo com a originalidade, criatividade, beleza, coerência e adequação ao regulamento.

aeronave Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

Aqui está o regulamento do concurso cultural

Trocando em miúdos, o que nós vemos aqui é uma empresa oferecer um espaço em suas próprias aeronaves, ou seja, um espaço dedicado ao branding para um concurso que oferece aos participantes a possibilidade de ter uma ilustração usada pela empresa como bem entender. E o prêmio? O prêmio está descrito no regulamento. Segure o riso se puder:

O autor do melhor trabalho receberá como prêmio uma maquete com a pintura escolhida e a empresa promotora fará uma aeronave verdadeira, pintada com o motivo enviado pelo vencedor, reservando-se a promotora o direito a ajustes necessários para adequar à comunicação da empresa.

É isso mesmo. Você fará uma arte para uma companhia milionária, doará gratuitamente seu trabalho para a empresa, que é dona de uma frota de aeronaves que custam caríssimo, que tem uma folha de pagamentos gigantescas, fez um investimento da ordem de R$ 2,9 bilhões na compra de 39 aeronaves,  é apontada como um líder no segmento dela, e ela vai te pagar com… Um aviãozinho de maquete.

Na minha terra, isso chama “proposta caracu”, onde a Azul entra com a cara, obviamente. Aliás, se você é ilustrador, não perca este post sobre as dez mentiras mais comuns usadas para iludir ilustradores e designers inexperientes.

Evidentemente que se olharmos pelo viés da empresa, não hpá nada demais. Ela faz o concurso cultural de “bom coração”.

Não precisa ser muito inteligente para perceber que “de boas intenções o inferno está cheio”. É cristalino que a Azul Linhas aéreas não está preocupada com o resultado da obra em si, e sim em economizar a grana em uma ação promocional, e em troca disso, almeja obter um status corporativo de empresa que  apoia a cultura. Para obter os trouxas, digo, os participantes do concurso cultural, a empresa acena com uma ilusão de visibilidade e numa cláusula questionável sob todos os princípios normativos da ética, obriga a quem participar de efetuar uma doação compulsória dos direitos sobre a própria criação.

Pode parecer um bom negócio para um executivo que não conhece bem o mercado, não entende que toda ação tem resultado, bom ou mau para a marca da empresa. O problema é que os prejuízos na reputação de uma companhia que tenta colocar um chapéu de burro nas pessoas custa bem mais caro que toda e qualquer economia que ela poderia fazer com um “concurso cultural” desse naipe.

Obviamente que quando as pessoas param para pensar sobre o assunto, ainda mais aqui no Brasil, conta-se nos dedos de uma mão sem dedos os que acreditam que uma empresa poderia querer fazer um concurso cultural sem fins lucrativos. Amigos, isso como já dizia o Padre Quevedo:

padre quevedo Azul linhas aéreas comete uma idiotice épica

Este concurso TEM FINS LUCRATIVOS para a companhia aérea Azul. E a empresa disfarça isso com um verniz esferrapado de  “concurso cultural, que objetiva promover jovens talentos”.

Tudo que as pessoas que gastam dinheiro com a empresa desejam é: Profissionalismo.

Mas como a saída pelo amadorismo é mais fácil, ela faz como o Santander, a Revista Piaui e muitas outras marcas, que  já se utilizaram dessa técnica de engambelamento dos participantes, todos com resultados negativos pra as marcas.

O que a Azul quer? Propaganda barata, repercussão, e de quebra um desenho bem bacana para colocar nos caríssimos aviões dela sem pagar NADA. Ou melhor, pagando um aviãozinho de brinquedo.

É óbvio que qualquer pessoa mais racional vai olhar e pensar: Mas e daí? Participa quem quer.

Óbvio que participa quem quer. Mas isso não atenua a hipocrisia da companhia de selecionar artes e mais artes (porque sempre vai ter um inocente desesperado para aparecer) se tornar dona de tudo, usar a que achar mais adequada, e não pagar por elas. Participa quem quer e mete o malho quem se acha ultrajado de ser considerado idiota com o papo furado da empresa, que é o meu caso. Como empresário do ramo de design, dono de uma empresa que também vende ilustração, eu acho muito cretina esta postura da empresa.

Esta postura, já vista e discutida em inúmeros “Cases” de repercussão negativa, o vulgo “queimação de filme” é bastante comum e conhecido dos artistas e ilustradores em geral. Os empresários quando confrontados agarram-se ao discurso hipócrita de querer ajudar a divulgar os nomes de jovens talentos ou então metem os pés pelas mãos de uma só vez, alegando ” mas é só um desenho”

Dizer este tipo de coisa é o pior de todos os argumentos, pois não apenas agrava a discussão, como também dixa claro a todos que a imagem da empresa pode ser feita por qualquer um com qualquer coisa.

Está muito claro que a logica por trás deste tipo de artimanha marketeira é conseguir algum bobo o suficiente para oferecer de graça um bom trabalho, preferencialmente de qualidade profissional gratuitamente.Como disse, o ilustrador Montalvo Machado:

A atitude da Azul, ao promover uma concorrência comercial travestida de concurso fere diretamente aos profissionais da área, não pelo temor que algum moleque mal saído das fraldas venha a fazer algo que possa ser comparável ao trabalho de um escritório de design, com pessoas qualificadas, com estudos e projetos fundamentados no histórico da empresa e de seus clientes, com sustentação acadêmica, adequação ao público alvo, gestalt, consistência em relação a imagem corporativa e ao design prévio da empresa, uma estética adequada aos planos de curto, médio e longo prazo ao projeto de design da Azul, e todas as questões que envolvem um projeto de design como a decoração de uma aeronave.   Estamos falando de trabalho, meu caro. Trabalho especializado, expertise caro, planejamento e execução de um serviço de gente grande, não de crianças talentosas, ou será que a Azul agora vai se tornar uma grande creche?

 

Ao usar amadores para fazer gratuitamente o trabalho de um profissional qualificado, a Azul abre o espaço para que pensemos se a empresa também não está fazendo este tipo de economia na manutenção das aeronaves, na limpeza, na contratação de pessoal… Você voaria numa companhia aérea que faz “economia a qualquer preço”? Nem eu.

Enfim, é triste ver que um dos grandes problemas do Brasil continua a ser o amadorismo. A Azul vai dar um aviãozinho de plastico em troca de um trabalho certamente de qualidade profissional, o golpe vai repercutir mal para a empresa, manchando a reputação dela a longo prazo. Tudo isso por amadorismo da própria empresa que não sabe criar um concurso minimamente decente.

“Ao vencedor, as batatas!”

Machado de Assis

Monstros maneiros – parte 1

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Eu sei que é estranho dizer isso, mas eu adoro monstros.

Não perco um filme com monstros e coisas gosmentas, preferencialmente aqueles que comem gente. Não sei o que dá na minha cabeça para fazer post com essas coisas, mas suspeito que talvez mais alguém aí também curta o visual grotesco de certos monstros. Eu tenho uma singela coleção de uns 4000 desenhos de monstros de todos os tipos e formas. Então mergulhar nas minhas pastas de monstros para fazer uma lista com meus preferidos é uma coisa praticamente impossível, já que ao chegar nos mil eu já esqueci dos cem primeiros que vi e fico sem poder de comparação. Mas seja como for, os monstros são um aspecto muito interessante da mente humana. Eles permeiam as pinturas rupestres nas paredes das cavernas, vão da cultura clássica a cultura pop, refletindo nossos medos mais profundos. Estão em filmes, games, quadrinhos, brinquedos…

Note que todo e qualquer grupo étnico humano constrói sua mitologia estabelecendo seus próprios monstros. Quando ocorre o choque de civilizações, alguns desses monstros perecem, e outros ganham força, deuses, demônios e seres lúgubres se misturam, se fundem e novos mitos são criados.  Poucas coisas no mundo podem nos ensinar tanto sobre certos aspectos complexos da mente humana quanto a mitologia, e nela, os monstros ocupam a parte mais sombria.

rancor Monstros maneiros   parte 1

Como este post tem muitas imagens, aqui está o pulo.

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A verdade sobre as empresas de tecnologia

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clasico proyecto de sistemas full A verdade sobre as empresas de tecnologia
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