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Bonsai: A arte de criar árvores em miniatura

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Embora todo mundo pense que o Bonsai é algo nativo da cultura do Japão, foi na China que surgiu a arte de criar árvores em miniatura. em 200 d.C. os chineses cultivavam plantas envasadas (mais conhecidas como Penjing) como prática habitual da sua atividade de jardinagem. Mas foi graças aos japoneses que a arte do Bonsai se popularizou pelo planeta. (com uma ajudinha do Senhor Miyagi)

cuidar bonsai 2 Bonsai: A arte de criar árvores em miniatura

O nome Bonsai (japonês: ??, bon-sai), que significa “árvore em bandeja”.

O bonsai foi inicialmente um tipo de arte limitado à classe nobre da elite japonesa, e assim permaneceu até a Era de Muromachi no décimo quarto século, enquanto prosperava juntamente com a cerimônia de chá verde para se tornar parte da cultura japonesa. Antes da era de Edo no décimo sexto século, todo cidadão de toda as classes, do Daimyo (o senhor feudal) até os comerciantes, não hesitaria perante uma chance de desfrutar juntos a arte do bonsai, e foram realizadas várias competições na época. Durante esse período, o japonês desenvolveu uma paixão crescente por plantas e jardins e estilos de bonsai apareceram em impressões e ilustrações junto com eventos de vida e paisagens. Considera-se que as artes do bonsai japonesas alcançaram o auge da sua prática antes do décimo oitavo século. O japonês demorou muito tempo para refinar a arte do bonsai. Os refinamentos que eles desenvolveram fizeram do bonsai o que é hoje, e alguns consideram ainda que o melhor bonsai está sendo desenvolvido no Japão.

Obviamente que embora o nome seja árvore em bandeja, o lance é bem mais complexo.  Um bonsai precisa ter outros atributos além de simplesmente estar num vaso raso. A planta deve ser uma replica de uma arvore da natureza em miniatura. O Bonsai deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo e estrutura geral dos galhos. Essencialmente é uma obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.

Apesar de parecer um hobby extremamente exótico, o cultivo de árvores em miniatura não é por si só muito mais complexo do que a jardinagem comum aplicada a plantas em vasos. A diferença básica é o cuidado para reproduzir as características de uma árvore de porte muito maior, e aí reside a dificuldade. Mais do que cuidadosa poda e adubação, é preciso também muita paciência e alguma habilidade artística.

Obviamente que você não sai podando nem modelando a árvore de qualquer jeito. Há toda uma escola estética que se desenvolveu ao longo de muitos anos e que ajuda a nortear o tipo de planta, o estilo de poda, inclinações, composições poasagísticas, enfim… É um lance legal pra caramba, mas exige paciência e cuidado. Talvez por isso seja considerado um hobby Zen.

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Basicamente, no Bonsai você controla o crescimento da árvore  de diferentes maneiras, sendo as mais comuns a restrição do crescimento das raízes pelo vaso utilizado: Uma árvore não possui essa restrição na natureza, por isso cresce livremente. Quando você limita o crescimento da raiz ela entra numa espécie de “modo de economia de energia” e soluciona isso reduzindo seu crescimento vertical.

Além da limitação física espacial,  a poda das raízes contribui para a redução da estatura da árvore. No caso, a poda de raízes depende do tipo de espécie usada. Em geral, as raízes são podadas, em geral no inverno pois a planta está em estado de dormência. Neste período também é realizada a troca da terra (substrato).

O uso de adubos com menor quantidade de nitrogênio ajuda a árvore a crescer menos, e a rega deve ser feita  em quantidades moderadas. Um erro muito comum é regar de menos a planta.  O que não podemos fazer é molhar o bonsai todos os dias, se ele não seca de um dia para o outro, por isso o clima, o vento, a localização da árvore vão sempre incidir directamente na frequência de rega. Regar demais ou de menos pode matar a planta.

acer palmatum bonsai Bonsai: A arte de criar árvores em miniatura

No Bonsai qualquer espécie pode ser utilizada, sendo as mais famosas, as dos gêneros Pinus(pinheiros), Acer (bordo), Ulmus (olmos), Juniperus (junípero/zimbro), Ficus(figueira), Rhododendron (rododendro ou azálea), dentre outros. Existem até bonsais frutíferos.

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Os estilos clássicos de bonsai são os seguintes:

  • Chokan: Estilo ereto formal. Árvore com tronco reto, que vai diminuindo de espessura gradualmente, da base ao ápice. Os ramos devem ser simétricos e bem balanceados.
  • Moyogi: Estilo ereto informal. Tronco sinuoso, inclinando-se em mais de uma direção à medida que progride para o ápice, embora mantendo uma posição geral mais ou menos ereta. A árvore deve dar a impressão de um movimento gracioso.
  • Shakan: Estilo inclinado. Tronco reto ou ligeiramente sinuoso, inclinando-se predominantemente em uma direção.
  • Kengai: Estilo cascata. A árvore se dirige para fora da lateral do vaso e então se movimenta para baixo, na direção da base do vaso, ultrapassando a borda do mesmo. Os vasos nesse estilo são estreitos e profundos.
  • Han-kengai: Estilo semi-cascata. Semelhante ao anterior, com a árvore caindo a um nível abaixo da borda do vaso, mas não chega a altura da base do vaso.Fukinagashi: Varrido pelo vento. Árvore com ramo e tronco inclinados como que moldados pela força do vento.

Existem ainda as inúmeras variações de estilo, que misturam os estilos clássicos com inovações diversos.

É importante lembrar que as técnicas de cultivo do bonsai não maltratam as árvores, e resumem-se a conceitos básicos de jardinagem, tais como: podar, aguar e adubar.

Uma curiosidade sobre o bonsai é que um bonsai de qualidade e maduro pode atingir cifras astronômicas. O preço médio de um bonsai adulto no exterior varia de 20.000 dolares a 500.000. Exsitem bonsais que atingem cifras na casa dos milhares de dólares.  Segundo a Forbes, um único bonsai já foi arrematado em leilão por 600.000 dólares.

Há também inúmeras técnicas correlatas, entre as que eu mais admiro estão a arte de criar pequenos “dioramas” com o bonsai, inserindo bichinhos em miniatura, homenzinhos e até casinhas. A este tipo de cenário, chama-se “penjing”. Em alguns casos o penjing é tão perfeito que chega a ser difícil de acreditar que não é uma cena fotografada na escala real. Olha só:

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Há também a arte do micro bonsai, chamado Keshi tsubu. Eles são tão pequenos que alguns são menores que uma moeda.

super mini on rock k Bonsai: A arte de criar árvores em miniatura

Bem, vamos deixar de blá-blá-blá e vamos as fotos mais espetaculares dos bonsais do mundo.

(é muita imagem! Segura aí!)

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Dengue mata – o filme

Textos

DENGUE MATA

Um curta experimental de Philipe Kling David

CENA 1- INTERIOR – Escritório

A câmera mostra um escritório. Nele, um sujeito está trabalhando.

Cena 2-  Ponto de vista de um mosquito

A câmera se aproxima velozmente da orelha do cara. (Som de mosquito)

O sujeito se estapeia desesperado. Fica procurando o mosquito.

ZÉ - Porra essa casa tá cheia de mosquito!

O sujeito começa a tentar matar o mosquito.

ZÉ - Vem cá maldito! Malditooooo!

Sujeito abre o armário afoito. Pega uma raquetinha elétrica e tenta matar o mosquito com a raquete.

ZÉ- Droga! Não está funcionando!

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Games realistas

Games realistas
Os caras pegam filmagens reais e dão uma cara de game na parada. O FPS deu até saudade do bom e velho CS:

Olha este aqui de Downhill. Show demais:

Tem até Mario kart:

Tem também Call of Duty:

Modern Warfare (FODA DEMAIS!):

Da série: Tem coisas que só os efeitos especiais fazem pra você

Da série: Tem coisas que só os efeitos especiais fazem pra você
Saca só que comercial maneiro:

Curtiu? Então veja o making of:
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Top 20 retratos inusitados

Desde que o ser humano começou a rabiscar imagens primitivas nas paredes das cavernas, o ato de se auto-retratar ou retratar outras pessoas foi se tornando mais e mais comum. Com o tempo, muitos artistas saíram do meio tradicional para explorar novas alternativas. Aqui está uma pequena compilação de vinte impressionantes e curiosos estilos de retratos feitos com coisas que você nem imagina. (AVISO: este post está lotado de imagens!)


1- Rubik cube - O Rubik cube é um quebra-cabeças criado pelo húngaro Ern Rubik em 1974. Mas ele se presta a belos retratos. Os retratos abaixo foram criados usando apenas os cubos mágicos para compor as imagens. Trata-se de uma produção colaborativa, criada pela http://www.cubeworks.ca

Cube Works art 550x588 Top 20 retratos inusitados

Cube Works art4 550x425 Top 20 retratos inusitados

Cube Works art5 550x367 Top 20 retratos inusitados

Cube Works art9 Top 20 retratos inusitados

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GNOMON no Brasil!

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O The Union, o evento de computação gráfica que rolou ontem foi sensacional, e quem não foi perdeu! Muito, muito maneiro mesmo. Eu não fazia ideia da grandiosidade da parada até entrar no auditório e me deparar com uma lotação esgotada. Foi ótimo reencontrar um monte de amigos que eu não via há muito tempo.
gnomon saga GNOMON no Brasil!
Mas a melhor notícia do dia que até ontem era segredo de estado, mas que alguns poucos estavam sabendo desde o ano passado é que a Gnomon e a Saga irão abrir uma escola nos moldes da Gnomon no Brasil. (quem é do ramo sabe o que isso significa)
O melhor de tudo é que o gênio do design conceitual Neville Page, designer chefe de personagens de Avatar, Tron: o Legado e Star Trek, está envolvido no projeto diretamente.

Veja a Notícia do site da Super Interessante:

Hollywood está vindo ao Brasil. A Saga (School of Art, Game and Animation), maior rede de escolas digitais do país, anunciou durante o The Union, encontro internacional de computação gráfica que promove nesta terça (15), uma parceria com a hollywoodiana Gnomom School of Visual Effects.

“Fechamos uma sociedade para abrirmos uma escola juntos. Será a primeira escola internacional de arte digital e efeitos visuais na América do Sul”, anunciou Alessandro Bomfim, fundador da Saga. A nova escola, que deve ser inaugurada no primeiro trimestre de 2012, ainda não tem lugar definido. “A Gnomon está vindo fazer avaliações técnicas para definir a cidade. A ideia é receber o Brasil inteiro e, por que não, a América do Sul. Queremos ver qual local atenderá melhor as necessidades dos jovens que virão”, explicou.

Alessandro tem esta parceria como um grande triunfo porque, segundo ele, a escola americana recebe propostas todos os meses, de diversos países, e esta é a primeira vez que aceitam. Alex Alvarez, fundador da Gnomon, explicou o motivo: “Vemos que existem muitas escolas de artes, mas elas se importam mais com o dinheiro do que com a qualidade. A Saga é a primeira que realmente tem uma relação com os alunos. Na América do Sul, poucos jovens têm a chance de estudar numa boa escola se não tiverem dinheiro suficiente”.

Ambas as escolas continuarão a existir. A parceria criará uma nova, voltada para “os melhores dos melhores” artistas do mercado. “A Gnomon tem 350 alunos, a Saga tem 4 mil. A nova escola também terá um número pequeno de alunos que passarão por um processo seletivo feito pela Gnomon”, explicou o brasileiro. A escola americana também dará suporte para melhorar a qualidade de todas as escolas da Saga pelo Brasil.

O formato da escola também ainda não foi definido. “O certo é que pegaremos os melhores cursos da Gnomon e o adaptaremos ao mercado brasileiro. Eles tem 90% de empregabilidade. Vamos manter isto e trazer cursos que se adaptem e fomentem a industria nacional para que possamos competir com grandes indústrias como a Índia e a China e, quem sabe, atingirmos o nível de qualidade de Hollywood”, disse Alessandro.

Professores brasileiros já estão sendo treinados pela escola americana, mas profissionais americanos também deverão vir para cá. “O Neville Page [designer chefe de personagens de Avatar, Tron: o Legado e Star Trek], por exemplo, virá para fechar projetos de turma e módulos do curso”, completa Alessandro.

E não, ainda não se sabe quanto custará para estudar nessa nova escola, nem se ela deverá ser um curso universitário ou livre. Alessandro mostrou interesse em torná-la uma graduação. “O objetivo não é que o mais rico estude lá, mas sim o mais talentoso. Sendo uma graduação universitária, daremos chance ao aluno de buscar ajuda no governo”, disse ele.

O evento The Union, realizado no WTC em São Paulo, trouxe para o Brasil grandes nomes da computação gráfica como Neil Huxley e Neville Page (Avatar) e Stefano Dubay (Homem de Ferro e o Incrível Hulk) para contar experiências e apresentar criações.

Os caras da Gnomon dos EUA falaram abertamente que se impressionam muito com a qualidade dos artistas brasileiros lá fora e nada mais lógico que vir buscar esses gênios na fonte. Embora a grande maioria veja nisso uma chance de trabalho além-mar, aqui no Brasil estamos passando por uma fase importante de maturação artística-técnica e mercadológica que expandirá muito o mercado que consome este segmento de design no Brasil. A vinda da Gnomon para o país poderá injetar gás nos investidores estrangeiros para também abrirem suas sedes por aqui, como a Massive Black, que sondou, sondou, planejou, anunciou e não veio ainda.
A grande vantagem de algo assim aqui é que com a orientação dos especialistas de Hollywood, o nível técnico dos brasileiros poderá subir muito e isso afetará diversos segmentos, como o mercado de produtos de efeitos especiais, o de materiais de arte, games, a qualidade dos curta-metragens e também os longas nacionais.

Infelizmente eu não pude ficar até o fim do The Union, porque meu vôo saía lá de Guarulhos bem na hora do rush.
O local onde a Saga-Gnomon será instalada ainda é um mistério – que obviamente – poucos felizardos sabem, hahaha. No fim, foi uma noite sensacional onde todos saíram ganhando, sobretudo os artistas nacionais.

É amanhã o The Union

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theunionimg É amanhã o The Union

Galera, é amanhã o The Union, o evento de computação gráfica que vai reunir grandes feras da área em São Paulo. Eu vou estar lá, e provavelmente (se meu dente siso que está enchendo o saco deixar ) participarei da mesa redonda. Confira o release do evento:

Com palestras criativas, detalhes técnicos e muita empolgação, The Union é um evento inédito no país. Mais do que um evento, é uma imersão no trabalho de profissionais em arrasa quarteirões como Avatar e Star Trek. O público irá se surpreender com a paixão desses artistas em explorar o universo da computação gráfica até as últimas possibilidades e a dedicação ao exaustivo trabalho para as produções de Hollywood. Mas o The Union não é somente sobre cinema. O encontro mostrará de forma abrangente a influência cada vez maior do trabalho da computação gráfica na indústria do entretenimento. Por isso, convidamos também artistas responsáveis por elementos cruciais em games como Diablo 3 e World of Warcraft.

Seja para conhecer as novas técnicas e softwares utilizados nas grandes produções, melhorar o seu networking ou aprender o caminho com quem já ‘chegou lá” e hoje é convidado para trabalhar nas produções mais quentes de Hollywood, o The Union é a melhor oportunidade. É o evento do ano na área de computação gráfica e você não pode perder. A gente sabe que seu sonho é ilimitado, mas o The Union é evento exclusivo e com vagas limitadas. Faça já a sua inscrição. A equipe da Gnomon e da SAGA aguardam você no dia 15 de março.

The Union Primeira Edição
15 de março de 2011 | WTC – São Paulo – SP

Av. das Nações Unidas, 12551, Itaim Bibi – São Paulo

Para mais informações e compras de ingresso de última hora aqui está o link do site do The Union – Evento de computação gráfica.

O que é mais legal que passear no seu próprio submarino?

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Olha que maneiro este mini-submarino, ou quem sabe um semi-submarino, que permite ao dono do aparelho contemplar a beleza dos corais, peixes e animais marinhos sem se molhar. Ele se chama EGO.

ego01 O que é mais legal que passear no seu próprio submarino?
Ideal para tirar fotografias subaquáticas, este mini submarino é construído em fibra de vidro. Dá pra notar que este troço não é exatamente um submarino, mas sim uma espécie de bote com uma cabine submersa. Ele opera com baterias e graças a isso é bastante silencioso e não assusta os animais. Além de ecológico, uma única carga garante seis horas de divertimento. Ideal para águas cristalinas como Caribe e Arraial do Cabo.

ego03 O que é mais legal que passear no seu próprio submarino?

O EGO foi desenvolvido por uma empresa coreana chamada Raonhaje e sua velocidade máxima é de cinco nós. Não é necessário nenhum tipo de treinamento para usar o aparelho, que é controlado com uma manete e pedais automotivos.
O aparelho comporta até duas pessoas. Suas amplas superfícies de vidro permitem uma visão de quase 180 graus dentro da água.

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A empresa ainda está desenvolvendo um modelo de quatro assentos, as o de duas pessoas já está prestes a ser comercializado ainda neste ano, com previsão de lançamento oficial em outubro.

Aqui está o video do EGO:

fonte

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