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O menor carro do mundo

carrinho

Se você pensava que aquele carro indiano, o Tata, ou o M100 chinês ou ainda o Gurgel Br800 eram pequenos, espere só para conhecer este carro aqui:

abrewindupcar6212018 O menor carro do mundo

Sim, é exatamente o que parece. O cara pegou um carro de parque de diversões, aqueles que ficam rodando, rodando com criancinhas felizes dentro e tirou do brinquedo. Adaptou um mini motor pra ele e saiu por aí.

O carrinho se chama Wind Up!, algo como “Dá corda!”, em inglês.

A brincadeira faz todo o sentido, inclusive com a manivela de dar corda na parte traseira do carrinho. Com 1 m de altura, 1,30 m de comprimento e 0,66 m de largura, o carrinho tem a carroceria de um brinquedo criado em homenagem ao “Postman Pat”, um personagem de animação infantil bastante popular no Reino Unido.

5windupcargrande6590370 O menor carro do mundo

Aqui está o carrinho recém saído do parque de diversões.

Com a carroceria devidamente reforçada por uma estrutura de aço, ela foi casada a um quadriciclo da Shanghai Shenke de 150 cm³ e autorizado a rodar nas ruas do Reino Unido.

3windupcargrande6670305 O menor carro do mundo

O quadriciclo usado para fazer o carrinho

Isso permitiu a Watkins rodar com o carrinho pelas ruas de sua vizinhança. Detalhe: Watkins tem 1,80 m de altura. Watkins calcula ter gastado R$ 16 mil para criar o Wind Up! e não tem a pretensão de fabricá-lo em série, pois seu objetivo era apenas bater o recorde.

Ele também detém o recorde de construção do carro mais baixo do mundo, o flat mobile:

flatmobile16777897 O menor carro do mundo

fonte

Quer ver um 3d bem feito?

audi R8
Isso sim é propaganda com computação gráfica. O resto é conversa fiada.

Você não vai acreditar… Quer dizer, Vai, mas vai ter horas durante o vídeo que você vai pensar… Ah, não. Não é possível ser tudo 3d. *

*Editado: E não era mesmo. Quando fiz este post ainda não havia sido liberado o making of, e agora podemos ver que grande parte das cenas -curiosamente algumas das que mais pareciam 3d – são reais.

Fazer isso em 3d não é mole. Tem também, este aqui que mistura atores com 3d muito do bem feito.
Isso não é propaganda. Isso é arte. Confira:


Aí. Mandou muito. Estou realmente bolado porque tenho a noção do trabalho corno que é fazer cada ceninha desse filme.

Embora os dois videos não sejam feitos 100% em computação grafica, existe uma grande dose disso neles. No primeiro video foram 1600 horas de trabalho duro em 3d para fazer os efeitos, totalizando 120 gb de material.

Fazer um video assim, com esta qualidade envolve muitas etapas. O produto final que vemos no video é apenas a última, o resultado final de uma montanha de trabalho pregresso “invisível”. A coisa começa com a modelagem do carro, que tem que ser absolutamente precisa.

Em seguida há um trabalho enorme de pesquisa e desenvolvimento, compreensão dos aspectos da física e da óptica, para desenvolver uma coisa chamada “shader”. O shader é basicamente como o 3d mostra uma propriedade do material. Se a pintura do carro não tiver o shader correto, nós veremos na hora que o carro é 3d. É o shader que controla como a luz afeta a superfície. Fora isso existem outros elementos que entram na criação do material, como (dezenas) de mapas de sujeira, riscos, arranhões e etc. Num carro novo isso raramente aparece, o que é um ponto positivo para o trabalho do infeliz que pega algo desta envergadura, mas ainda assim, existem dezenas, talvez centenas de materiais diferentes num único modelo. Por isso tem que ter um shader de couro, um de costura, um de metal polido, um de metal cromado, um de vidro, um de borracha e por aí vai. Cada merdinha que aparece tem que ter um shader pra ele e cada qual tem que ter a maior proximidade possível com o mundo real. É claro que o cara não faz tudo do zero. existem bibliotecas infinitas com todo tipo de shader imaginável. Mas nem sempre elas são corretas e leva tempo até conseguir fazer uma coisa parecer “de verdade”.
Além disso, o cara tem que animar tudo de modo mais realista que conseguir. Isso envolve coisas visíveis e invisíveis. Pássaros que voam desfocados lá no fundo, a nuvem mexida pelo vento, a pedrinha que voa quando o carro passa, tudo isso que você vê e não nota, mas que ilude sua caixola a pensar que aquilo é de verdade.

header3law Quer ver um 3d bem feito?
Depois disso, como se já não fosse o bastante, ele precisa pegar a cena inteira e iluminar de modo realista. Pra isso é preciso conhecer propriedades da natureza e informações que vão da fotografia à Física. E é aí que entra outra questão. O sistema de render. Existem vários. Alguns até vem embutidos nos programas de 3d. Outros são sistemas stand alone, que você compra (caro) separadamente.
É o sistema de render que pega aquele monte de equação cabeluda e converte uma imagem. Muitas imagens, na verdade. E muitas imagens tocadas rápido, são uma animação.
Escolher o melhor envolve uma decisão que tem numa ponta a velocidade de cálculo e na outra a qualidade. Achar o ponto certo entre as duas pontas não é nada fácil. Depois disso é preciso setar corretamente os infinitos parâmetros que controlam como o 3d irá interpretar a luz.
E finalmente trabalhar o desfoque de movimento. Isso é imperativo em animações como estas, pois carros andam muito depressa. Se tudo estiver no foco as coisas não se parecem como são na verdade. Isso porque o olho humano tem uma certa velocidade de captação. Se vemos uma coisa saindo rapido do ponto A para o ponto B, veremos claramente o carro no A e no B mas no meio dos dois, veremos um borrão. O 3D consegue fazer isso, ao custo de muito, mas muito mais processamento do que você poderia imaginar. Na verdade o sistema costuma fazer renders intermediários entre cada um dos pontos, redesenhando tudo, um render em cima do outro, calculando tudo novamente até criar o borrão. Isso explica porque uma imagem com o desfoque de movimento pode levar 64 vezes mais tempo para ser desenhada que a mesma imagem sem o desfoque.
Raramente se faz o render de algo assim numa única máquina. O mais provável é que o arquivo seja dividido em diversas máquinas para que seja calculado aos pedaços. Arquivos realistas levam muitos parâmetros, e por isso, envolvem muito calculo. Quanto mais calculo, mais demora.
Para prevenir erros (você só tem certeza que funcionou mesmo quando vê o produto final. Na maior parte do tempo o cara que faz isso lida meio que no escuro, fazendo pequenos trechos de teste em resolução menor para acompanhar) é normal o render ser feito em pedaços literalmente. Uma maquina só faz os reflexos. Outra só faz o brilho. Outra as sombras, uma a cor. E por aí vai. No final tem uma pilha de arquivos monstruosa que precisa ser sobreposta para montar a imagem final. E depois de montada a imagem final entra outra coisa, que é a pós produção. Correção de cor, ajuste de crominância, desfoques de profundidade e outros efeitos como brilho do sol, neblina e tudo mais pode ser colocado no final, em cima de tudo.
E aí a produção avalia, aprova e manda gravar. Colocam na internet e um bando de nerd mete o malho falando que não está muito realista.
Hahaha. Assim caminha a humanidade. Acompanhe o making of do primeiro video:

Como construir sua própria LAVA LAMP

Eu resolvi criar este post para atualizarmos permanentemente os passos de criação de uma lava-lamp.

Assim sendo, vamos começar explicando de maneira direta e simples o que é uma lava lamp:

Uma lava lamp é um tipo de enfeite-abajur formado por uma garrafa ou recipiente similar que é iluminada e aquecida por uma lâmpada incandescente sob sua base. No interior da garrafa estão dois líquidos com massas específicas similares. Assim, o calor atinge o líquido que está no fundo e ele sobe. Afastando-se da luz, ele esfria e desce. A coisa fica assim dando um resultado parecido com isso:

Existem vários tipos diferentes de lava lamps. Alguns realmente grandes, de todas as cores, com estilos diferentes e principalmente: Formulações diferentes. Ocorre que cada fabricante mantém sua fórmula em total sigilo. Mas calma aí! Nós somos contra esses segredinhos. Acreditamos que qualquer um deve ter acesso ao lance desde que queira fazer. Quem tiver preguiça sempre vai poder comprar.
Então este post tem a função de democratizar as formulações de modo que qualquer um possa criar e inovar no “lava design”.

Vou colocar aqui um video enviado pelo leitor Douglas, que mandou uma receita muito interessante de lava lamp feita com cera (a mais comumente formula usada nas lava lamps comerciais)
Se alguém puder traduzir aí os componentes eu agradeço (e publico aqui).

Aqui está o link para o post com a formula da lava lamp que eu fiz há uns 3 anos atrás.

Uma dica interessante é que grande parte do segredo não está só nos componentes e sim na estrutura. É importante obter um vidro legal. Quanto menos distorções tiver, melhor será. Outra coisa, o vidro deve ter um tamanho adequado em termos verticais. A explicação para isso é que com a lampada acesa, a garrafa vai adquirindo cada vez mais calor. Até que chega um ponto em que o liquido fica tão quente que inviabiliza o belo efeito da troca de lugar entre os compostos, enchendo a garrafa de bolhinhas. Para evitar isso eu usei (na minha versão com álcool) um tubo de ensaio gigante feito com lâmpada fluorescente velha. (você acha isso fácil em lojas de floricultura e arranjos florais) A vantagem do tubo é que ele faz com que a troca dos líquidos dure mais tempo, uma vez que o aquecimento do recipiente inteiro demora mais em função da altura, que opera como uma serpentina de resfriamento. Porém, estes recipientes tendem a ser estreitos e isso atrapalha um pouco o efeito visual. Um bom vidro é aquele que é largo e alto. Sem distorções nem costuras ou coisas pintadas em cima. Em lojas de decoração existem vidros assim para colocar flores. Eles são relativamente baratos e servem muito bem para estes experimentos. Escolha um que tenha pelo menos a dimensão de uma garrafa de vodka absolut. Isso prolongará o efeito.

Metodo simples de substituir o liquido transparente de uma lava lamp – dica de João overto Gabbardo:

Esta é uma história que começou triste que teve um final no mínimo interessante.

Um belo dia despertou em mim o súbito interesse por um tipo de luminária que já havia visto em filmes até em animações, tipo O espanta tubarões – na cena da festa no apartamento de cobertura onde a “peixinha” Angie namorada do personagem principal, o peixe Oscar, dá de presente a ele uma luminária lâmpada de lava e ele coloca ela ao lado de uma lâmpada lava gigante para a qual Angie olha com uma cara entre espanto e decepção. De início pensei em fazer uma delas, e pensei da mesma forma que muitos dos que tem este mesmo desejo: lá dentro deve ter algo do tipo parafina e água. Mas não confiei muito nesta premissa, coisa de engenheiro que sempre supõe que as coisas nunca podem ser simples e pus-me a pesquisar na INTERNET. Logo descobri que a coisa de fato não era tão simples, encontrado várias receitas, algumas potencialmente perigosas, outras nem tanto e algumas bizarras. A receita que considerei mais consistente e sem grandes riscos foi a que usa percloroetileno e parafina para a lava, água destilada para o líquido onde a lava se move e sal para ajustar a sua densidade. Encontrei duas páginas com instruções muito boas sobre esta receita:

http://www.oozinggoo.com/ll-form5.html

http://www.mundomanuales.com.ar/lamparas_de_lava.html

Motivado pelas descobertas, telefonei para duas lojas que vendem produtos químicos perguntando se tinha percloroetileno e a resposta foi não. Pode ter sido azar, coincidência, preguiça de telefonar para outras lojas, tudo isso junto, sei lá fiquei desestimulado e daí parti para o plano B: comprar a tal lâmpada. Novamente pesquisando na INTERNET, pularam de cara algumas ofertas no ML e decidi comprar uma de 33 cm com bolhas azuis e líquido transparente. Esperei ansiosamente a entrega da lâmpada e qual a minha surpresa ao abrir a caixa e ver que o líquido que deveria ser transparente estava com um aspecto esbranquiçado, leitoso. Sequer dava para ver a mão atrás da garrafa! Contatei a vendedora reclamando do problema e a explicação para o ocorrido não foi muito consistente: o líquido teria ficado turvo por causa da agitação excessiva ao longo da viagem. Até pode ser, mas há uma pequena diferença entre a distância da China até São Paulo e de São Paulo até Porto Alegre onde moro. Foi oferecida a possibilidade de retornar a luminária e ter o meu dinheiro ressarcido porém decidi ficar com a lâmpada pois considerei que seria uma ótima oportunidade para efetuar algumas experiências e também se eu resolvesse pôr em prática a receita que escolhi, não haveria a necessidade de procurar por uma garrafa adequada, base, etc. pois já as tinha.

O mais plausível seria atacar primeiro o problema do líquido onde a lava se move. Era óbvio que havia ocorrido algum tipo de contaminação por migração de partículas seja da parafina ou do corante ou mesmo ambos.

Primeiramente marquei a altura do líquido na garrafa com uma fita adesiva, abri a ampola e guardei o líquido para medir a densidade posteriormente ou mesmo em caso de fracasso total, repô-lo na garrafa e me conformar com a situação.

Resolvi experimentar primeiramente colocar água da torneira para ver que iria acontecer, afinal como estas luminárias são fabricadas na China e lá eles sempre buscam reduzir os custos de produção ao máximo, então porque não supor que o líquido transparente fosse somente água? O segredo podia estar na fórmula da lava. Após fazer isto e ligar a luminária, observei que a lava tendia a se acumular no topo o que indicava que a densidade da lava quando aquecida ficava baixa demais em relação à da água utilizada, mas para ter certeza disso havia necessidade de medir a densidade do outro líquido. Como sou professor de uma escola técnica e que também tem ensino médio, foi relativamente fácil ter acesso ao laboratório de física e por conseguinte a um densímetro. A escala do densímetro que usei não possuía grande resolução mas era suficiente para uma primeira medição e acusou uma densidade levemente maior do que a água, mas isto poderia ser causado pela contaminação pela parafina da lava.

Para eliminar a possibilidade que sais minerais da água da torneira estivessem aumentando a densidade da água e causando o acúmulo da lava no topo, troquei a água da torneira por água destilada tomando o cuidado de lavar a garrafa antes com a água destilada e novamente houve acúmulo da lava no topo.

A conclusão é de que realmente a densidade da lava quando aquecida ficava muito baixa em relação à da água. Ainda assim resolvi experimentar algo que seria um total contrasenso: adicionei sal na água para ver o que iria acontecer. A adição de sal causa o aumento da densidade e obviamente o esperado aconteceu: acúmulo de lodo no topo. Ainda assim adicionei outras pitadas de sal, mas não deixando a luminária ligada durante muito tempo entre as adições. Porém após a última adição deixei ela ligada por várias horas e verifiquei que quase todo o lodo tendeu a se concentrar no topo e ali permanecer na maior parte do tempo.

Restou então verificar o que iria acontecer ocorrer se a densidade do líquido transparente fosse reduzida. O meio mais fácil de se fazer isto é adicionar à água alguma substância que possua menor densidade do que a dela, lembrando que água pura tem densidade igual a um, tal como algum tipo de álcool. Eu tinha à disposição álcool isopropílico e álcool etílico. Resolvi não usar o isopropílico por ser tóxico também porque pudesse reagir com a parafina, afinal não sou químico e o seguro morreu de velho. O álcool etílico ou etanol é o álcool comum de limpeza mas tem que ser o de 98,2 INPM que significa ser álcool quase puro. Removi a salmoura, lavei a garrafa e ainda deixei a lâmpada ligada com água comum duas vezes trocando a água para eliminar ou reduzir ao máximo o sal. Preenchi então a garrafa com água comum mesmo pois estava guardando o restante da destilada para usar caso a minha previsão se confirmasse.

Sabendo que a densidade do líquido transparente deveria ser levemente menor do que o da água mas ao mesmo tempo desconhecendo qual era esse valor exatamente, deveria ser adicionada uma pequena quantidade de álcool e usando uma pipeta comecei a adicionar 0,1 ml por vez, fechando ela e agitando com delicadeza para misturar bem e posteriormente deixando a lâmpada ligada por algumas horas para verificar o comportamento da lava.

Após adicionar 0,3 ml a tendência do lodo se acumular no topo e permanecer ali por muito tempo se reduziu. A partir deste ponto comecei a adicionar 0,05 ml por vez para tentar um ajuste fino do comportamento. Com 0,5 ml de álcool adicionado a luminária atingiu um comportamento que me agradou, onde o lodo se distribui aproximadamente pela metade no topo e no fundo. No entanto as bolhas que se formam são sempre relativamente grandes. Como efeito colateral dos meus experimentos a cor da lava, que quando coloquei água limpa da primeira vez era originalmente de um azul escuro profundo se alterou significativamente, agora ela apresenta uma coloração tipo vinho tinto. Não percebi visualmente mudança da cor da água em nenhum momento, mas ainda assim pode ter havido migração de partículas do corante, bem como pode ter havido alguma reação do corante com o álcool, também pode ter sido causado pelo excessivo aquecimento da porção da lava que permanecia no fundo nos primeiros experimentos com água e depois água e sal, pois mesmo havendo o acúmulo da lava no topo, de tempos em tempos essa massa de lava quando esfriava descia ao fundo e se misturava com a porção que estava lá. Sendo este processo cíclico, a coloração de toda a lava como um todo teria sido alterada.

Eu fiz várias mudanças de líquido ao longo de todo o experimento, algo que certamente quem quiser somente trocar o líquido transparente da lâmpada não vai fazer e assim acredito que não haverá qualquer alteração na cor da lava e, se houver, será mínima.
De qualquer forma, acredito que cheguei a um método simples e barato para recuperar luminárias em que o líquido tenha ficado contaminado.

Algumas recomendações/sugestões:

- Não se esqueça de marcar a altura do líquido original na garrafa, seja com uma caneta tipo marcador permanente ou fita adesiva. A quantidade de álcool adicionado álcool é pequena em comparação ao volume de água e não haverá um aumento substancial no volume total. Nunca encha totalmente: é necessário um espaço no topo para a dilatação das substâncias.

- Adicione inicialmente 0,4 ml de álcool, veja o que acontece e decida se será necessário acrescentar mais, preferivelmente 0,05 ml de cada vez. Se for acrescentado álcool em excesso a tendência do lodo será ficar sempre no fundo e será necessário descartar esta mistura fora e começar de novo. Assim não tenha pressa, este é um procedimento que exige paciência pois deve-se deixar a luminária ligada por algumas horas e depois esfriar completamente para adicionar mais álcool.

- Tampe a garrafa após adicionar o álcool e após ligue a luminária. Não é aconselhável deixar ela destampada quando estiver aquecida por causa da evaporação e também porque o espaço de ar no topo influencia no comportamento da lava. Não se preocupe, não há qualquer perigo de incêndio pois a concentração de álcool é muito baixa. Para tampar a garrafa poderá ser usada uma pequena rolha de borracha com diâmetro adequado, tipo as que se usam para fechar tubos de ensaio.

- Se a luminária possuir um dimmer faça os testes com ele ajustado para o máximo de luminosidade modo a obter também o máximo aquecimento possível. Este é o pior caso, ou seja, onde há a tendência de haver acúmulo da lava no topo porque a diferença de temperatura entre o topo e a base é pequena e assim o ajuste da densidade deve ser feito nestas condições.

- Não experimentei adicionar detergente na água para ver se o tamanho das bolhas mudava. A finalidade do detergente é reduzir a tensão superficial da lava e assim possibilitar que se “quebre” mais facilmente. É uma possibilidade a ser experimentada, porém li que muito detergente “afina” a lava e ela tende a escorrer ao invés de formar bolhas. Assim devem ser adicionadas gotas pequenas de detergente por vez, seguindo o mesmo procedimento da adição do álcool.

Pretendo tentar recuperar a cor original da lava e para isto é necessário após deixar a lâmpada esfriar completamente, dar uma sacudida nela para soltar aquela porção de lava que fica no topo (ao menos na minha desde que coloquei para funcionar pela primeira vez sempre ficou um pouco de lava no topo após esfriar), retirar líquido transparente guardando ele em uma garrafa com tampa para evitar todo o trabalho de ajuste da densidade novamente e derreter o lodo da mesma forma que se derrete parafina, em banho-maria. Quando o lodo estiver líquido, bastará acrescentar corante para velas na cor azul e agitar delicadamente para misturar.

Por fim: Novamente recomendo que vá devagar e com calma, o procedimento de ajuste de densidade exige paciência e é um pouco demorado mas o resultado final compensa.

Se resolveres fazer esta experiência, gostaria muito de saber quais foram os resultados obtidos. Se tiveres qualquer dúvida, envie uma mensagem que terei imenso prazer em lhe responder.

João Roberto Gabbardo
Engenheiro Eletricista ênfase Eletrônica
Mestre em Engenharia Elétrica

Mesa de sinuca versátil

Seja para um cara solteiro ou um casal que curte jogar sinuca, aqui está a mesa perfeita:

fusiontable00ol7 Mesa de sinuca versátil

Com uma mesa dessas em casa, o encontro com os amigos torna-se muito mais legal. Ela tem um dispositivo em cada pé que levanta a mesa, de modo que possui uma altura para mesa de jantar e outro para mesa de sinuca.

Pode funcionar também como mesa de escritório.

fonte

Tigre elétrico

Seu Madruga

Eu tava com vontade de esculpir e hoje deu uma brechinha aqui e resolvi dar uma esculpidinha. Minha idéia era só fazer uma cabeça mesmo, algo bem simples. O Rapha me mandou umas imagens de bonecos dos alunos dele e um deles era o Seu Madruga. Daí eu fiquei pensando… “Pô seu Madruga ia ser legal de fazer”. Então eu tinha uma bolinha de polyclay na gaveta e resolvi tentar fazer a peça e marcar o tempo que levou do zero ao boneco pronto. A duração foi quase a mesma de um disco do Raulzito que tocava aqui. Mais ou menos uma hora. Deu nisso aí.

madruga4tr1 Seu Madruga

Não tá muito parecido porque minhas referências eram todas péssimas, só achei fotos do seu Madruga em baixa resolução, frames de video congelados… Mas acho que a cabeça ficou legal pelo tempo que levou. Gastou muito pouca massa. Nem usei estrutura nem nada fiz tudo na mão mesmo. Só espetei um arame nele para poder assar.

madruga3sx9 Seu Madruga

Talvez depois de pintado fique mais legal. Vamos ver. Assim que der um tempo, eu pinto o boneco e posto aqui.

(mais…)

Robô vaso de planta

image2cf8 Robô vaso de planta

Achei boa idéia este robô que é um tipo de vaso de planta sofisticado. Ele usa um sensor de luminosidade para traçar de onde está vindo a luz e anda para que a planta pegue sol. Engenhoso. Mas de um certo modo, arrepiante. Seja como for, este robô que leva a planta para passear é uma interessante peça de decoração de interiores. Fonte

Carrinho de supermercado-bicicleta

Veja que invento interessante este carrinho de supermercado bicicleta!

shoppingcarttrikeej1 Carrinho de supermercado bicicleta

É uma criação do designer coreano Jaebeom Jeong. Ele disse que teve o insight quando estava num mercado e viu que os pais costumavam colocar as crianças no interior dos carrinhos. Fonte

Você também achou ele parecido com o Bruce Lee?

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